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      <title>Cortes Finos by Cesar Duarte</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-03-14 02:01:28 UTC</pubDate>
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         <title>A franquia Swift ficará localizada na Avenida, Maria Servidei Demarchi, 1100, dentro do condomínio de lojas   Boulevard Demarchi, em São Bernardo do Campo, próximos da sorveteria Ogge. Esta avenida, está em crescimento e em desenvolvimento constante com grandes estabelecimentos, franquias como McDonald&#39;s, Habib’s, Burguer king, churrascaria, restaurantes, bancos, farmácias, postos de gasolina, lojas de carros, academias e grandes transportadoras, e  dentre outros estabelecimentos . </title>
         <author>cesardossantos08</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Todos os estabelecimentos e negócio visando atender a categoria de classe média e classe média alta, que mora nos bairros próximo da avenida Maria Servidei Demarchi. Levando em consideração também que a avenida tem calçada com 12mt de largura e 7mt de comprimento, e contamos com o estacionamento interno bem amplo do condomínio.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-14 02:37:00 UTC</pubDate>
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         <title>A franquia swift está em uma avenida muito bem localizado com diversos tipos de comércio e estabelecimento, ao redor da avenida está alguns bairros de classe média alta e classe média. Bairros que ficam ao redor da avenida: terra nova 2, terra nova 1, Jerusalém, Parque Especial, Bairro dos casas, Condomínio Swiss Park, Batistini entre outros. A avenida serve de passagem de diversas linhas de transporte coletivo e ônibus fretado, é também uma avenida que dá acesso a rodovia Imigrantes e rodovia Anchieta. São avenidas que tem um fluxo constante de veículos locais, e de diversas regiões fazendo com que o comércio local tenha bastante visibilidade e fácil acesso.</title>
         <author>cesardossantos08</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-03-14 02:38:04 UTC</pubDate>
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         <title>A franquia Swift proporciona um fácil acesso para seus clientes  com um boa localização, um excelente estacionamento e principalmente uma tecnologia inovadora em relação a forma de pagamento, estacionamento amplo com varias vagas para veículos com fácil acesso de manobra. Dentro do nosso estabelecimento todos os produtos são semi-congelados e embalados a vácuo garantindo a qualidade e atendendo todas as normas de vigilância. Os produtos estão separados por cortes e cada corte tem seu freezer específico, sinalizado e identidade. Assim facilitando a identificação e a localização de cada produto na hora da compra.</title>
         <author>cesardossantos08</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-03-14 02:39:22 UTC</pubDate>
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         <title>O projeto de implementação e aquisição de uma franquia Swift se faz pertinente e necessário por se tratar do ramo alimentício, ou seja com condições morfofisiológia humana. Diante do exposto foi realizado no período de 10/2021 a 11/2022 uma investigação que perpassou pelos seguintes aspectos:   Georeferência, Características sócio econômica dos clientes em potencial, Empreendimento físico - tecnológico, Visibilidade de Steakholders,  Previnibilidade e Previsibilidade.     </title>
         <author>cesardossantos08</author>
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         <pubDate>2023-03-19 23:44:20 UTC</pubDate>
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         <title>Previsibilidade</title>
         <author>cesardossantos08</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>A loja está projetada para atender um mínimo significativo de clientes com planejamento de 100% de crescimento imediato ( colaboradores, equipamentos e produção).</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-20 00:09:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cesardossantos08</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Na franquia SWiFT efetuamos um treinamento de integração para todo os nossos colaboradores recém contratados, e para todos os nossos prestadores de serviços, no intuito de se integrarem com a política e visão da franquia SWIFT.<br>Nessa integração todos recebem as seguintes informações:<br>✓ Visão em relação a sustentabilidade.<br>✓ Visão da franquia em relação a nossos colaboradores, clientes, acionistas e parceiros.<br>✓ Segurança no trabalho.<br>✓ Benefícios.<br>✓Direitos e Deveres.<br>Semanalmente realizamos reuniões de gerenciamento de processos no intuito de detectar alguma falha no processo e elaborar ações imediatas.<br>Mensalmente temos reuniões administrativas com a equipe de contabilidade, junto com gerenciamento de pessoas, gestor da franquia e compras no intuito de alcançar uma melhoria continua em todas as fases do processo.</strong><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-08 01:10:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cesardossantos08</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><strong><em>✓ Planejador.</em></strong></li><li><strong><em>✓ Organizador.</em></strong></li><li><strong><em>✓ Administrador de Pessoas.</em></strong></li><li><strong><em>✓ Administrador de Interfaces.</em></strong></li><li><strong><em>✓ Administrador de Tecnologias.</em></strong></li><li><strong>✓ Implementador.</strong></li><li><strong>✓ Formulador de Metas.</strong></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-08 17:58:53 UTC</pubDate>
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         <title>Benefícios e Feedback </title>
         <author>cesardossantos08</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>✓ Participação dos lucros&nbsp; (PLR).<br>✓ Convénio Médico<br>✓ Convénio Odontologia.<br>✓ Seguro de vida.<br>✓ Convénio com universidade.<br>✓&nbsp; 4 kilos de contra filé por mês.<br>Os feedbacks são individuais e coletivos para apontar pontos positivos de cada funcionário e de toda a equipe.<br>Realizamos uma integração com nossos funcionários recém contratados e com prestadores de serviços, e fazemos treinamento interno mensalmente.</strong><br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-13 21:10:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cesardossantos08</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>✓ Material de escritório.<br>✓ Máquinas de caixa.<br>✓ Freezer.<br>✓ Geladeiras.<br>✓ Balanças.<br>✓ Computadores.<br>✓ Impressoras.<br>✓ EPI’s.<br>✓ Produtos de limpeza e Higiene.<br>✓ Maquininha de Cartão.<br>✓ Veículos preparados (Carros e Caminhões refrigerados).</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-13 21:19:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-04-18 00:29:20 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div><strong>A marca tem suas origens com o empreendedor Gustavus Franklin Swift, que em 1853, então com apenas 14 anos, começou a trabalhar no pequeno entreposto de comercialização de carnes que sua família mantinha, e onde abatiam bovinos, ovinos e suínos, criados na própria fazenda no estado americano do Colorado. Pouco depois, em 1855, encorajado pelo seu pai e com um empréstimo de US$ 20 ele abriu um pequeno açougue na cidade de Cape Cod, estado do Massachusetts, que vendia carnes de alta qualidade para a vizinhança. Em 1869 ele inovou no mercado de carne bovina passando a comercializar cortes diferenciados a seus clientes. Em 1872 ele já era membro da associação dos negociantes de carne de Boston, uma influente instituição da época que agregava todos os açougueiros da cidade. Pouco depois, em 1875, Gustavus se mudou para a cidade de Chicago,que então era o centro de abate de gado do país e onde, no ano de 1878, em sociedade com o seu irmão fundou a Swift &amp; Company, construindo um grande abatedouro. No primeiro dia de funcionamento o frigorífico abateu 32 cabeças de gado. A partir daí ele iria se tornar, nos anos seguintes, o maior distribuidor de carne dos Estados Unidos e um pioneiro na verticalização da indústria."</strong></div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-18 01:33:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Swift Valinhos</strong> E<strong>store Brasil conta com sistemas de refrigeração sustentáveis ​​da AHT<br>Após um teste na loja Swift Valinhos, a controladora JBS decidiu trocar todos os 28 refrigeradores e freezers operados com R404a por dispositivos plug-in ecologicamente corretos com refrigerante propano (R290) da AHT.<br><br>O projeto foi estendido para 36 lojas em todo o Brasil em 2021. A AHT instalou gabinetes KINLEY XL e PARIS, além de sistemas de ar condicionado DAIKIN VRV em sete lojas. Com a gestão de projetos AHT, todos os sistemas de refrigeração e ar condicionado puderam ser fornecidos de uma única fonte, contribuindo significativamente para uma maior eficiência energética.<br><br>Os gabinetes AHT foram selecionados devido ao baixo Potencial de Aquecimento Global (GWP) do refrigerante R290, que tem um valor de 100 anos de apenas 0,02*. Ao usar propano, os dispositivos AHT oferecem o melhor GWP global da categoria. Graças à tecnologia de plug-in completo da AHT, nenhum tubo ou drenagem adicional teve que ser instalado.<br><br>Comprometida em zerar suas emissões de gases de efeito estufa até 2040, a JBS Swift está equipando todas as lojas Swift com novos dispositivos que utilizam refrigerantes com baixo GWP.<br><br>Com os sete novos sistemas de ar condicionado da DAIKIN, o GWP e o TEWI podem ser reduzidos massivamente e elevadas poupanças de energia podem ser alcançadas.<br><br>_Ano de Instalação<br>2021<br><br>_Sistemas instalados<br>_KINLEY XL<br>_PARIS<br>_DAIKIN VRV AC<br><br>_Requisitos do projeto<br>Troque dispositivos existentes operados por R404a em cerca de 36 locais por dispositivos AHT operados por Propan. A JBS planeja abrir mais 260 lojas em 2021 usando a solução AHT. Instalação e substituição de sete unidades de ar condicionado existentes por sistemas DAIKIN VRV.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-18 01:38:25 UTC</pubDate>
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         <title>Normas Regulamentadoras</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Norma Regulamentadora NR-5</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>A norma regulamentadora foi originalmente editada pela&nbsp; </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/1978/portaria_3-214_aprova_as_nrs.pdf"><strong>Portaria MTb nº 3.214</strong></a><strong>, em 08 de junho de 1978, de maneira a regulamentar os </strong><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm"><strong>artigos 163 a 165</strong></a><strong> da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), conforme redação dada pela </strong><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6514.htm"><strong>Lei n.º 6.514</strong></a><strong>, de 22 de dezembro de 1977, que alterou o Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da CLT.</strong></div><div><strong>Caracterizada como Norma Geral pela </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2018/portaria_sit_787_-estrutura_e_interpretacao_de_nrs-_atualizada_2019.pdf"><strong>Portaria SIT nº 787</strong></a><strong>, de 28 de novembro de 2018, a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível, de forma permanente, o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador. A CIPA deve ser constituída por estabelecimento, composta por representantes do empregador e dos empregados, e dimensionada de acordo com o número de empregados e o grau de risco da atividade econômica da empresa.</strong></div><div><strong>Sem a constituição de uma&nbsp; </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2010/portaria_186_regimento_unico_comissoes_revogada.pdf"><strong>Comissão Nacional Tripartite Temática</strong></a><strong> (CNTT) para o acompanhamento permanente da implementação da NR-5, as atualizações da norma são discutidas diretamente no âmbito da </strong><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2019/decreto/D9944.htm"><strong>Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP)</strong></a><strong>*.</strong></div><div><strong>Desde a sua publicação, a NR-5 passou por duas amplas revisões e oito alterações pontuais, sendo em sua maioria para promover atualizações dos quadros da norma que definem o dimensionamento da CIPA com base nas atividades econômicas.<br></strong><br></div><div><strong>A primeira grande revisão da norma ocorreu por meio da </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/1983/portaria_33_altera_nr_04_e_nr_05.pdf"><strong>Portaria SSMT nº 33</strong></a><strong>, de 27 de outubro de 1983, que, além de revisar completamente seu texto, incluiu modelos de certificado de treinamento sobre prevenção de acidentes do trabalho e atas de eleição, posse e reunião dos membros da CIPA.</strong></div><div><strong>No ano de 1994, a </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/1994/portaria_25_aprova_a_nr_09_e_altera_a_nr_5_e_16.pdf"><strong>Portaria SSST nº 25</strong></a><strong>, de 29 de dezembro, incluiu o Mapa de Riscos dentre as atribuições da CIPA, determinando que, para sua elaboração, fossem ouvidos os trabalhadores de todos os setores do estabelecimento e houvesse a colaboração do SESMT, conforme orientações previstas no então Anexo IV da NR-5.&nbsp;</strong></div><div><strong>Em 1996, foi constituído Grupo de Trabalho Tripartite (GTT/CIPA), por meio da Portaria SSST n° 12, de 20 de junho de 1996, , com vistas à formulação de proposta de revisão para a NR-5. Essa revisão foi deliberada na </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/ctpp/arquivos/atas-ctpp/18_reuniao_ordinaria_11_12_1998.pdf"><strong>18ª Reunião Ordinária</strong></a><strong> da CTPP, realizada em 11 de dezembro de 1998, tendo sido posteriormente publicada pela </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/1999/portaria_08_altera_nr_05.pdf"><strong>Portaria SSST n° 8</strong></a><strong>, de 23 de fevereiro de 1999, a qual promoveu alteração substancial no texto da NR-5, concedendo prazo para envio de propostas de mudanças do dimensionamento previsto no Quadro I – Dimensionamento da CIPA.</strong></div><div><strong>Em 2011, após deliberações pela CTPP em sua </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/ctpp/arquivos/atas-ctpp/65_reuniao_ordinaria_29_e_30_06_2011.pdf"><strong>65ª Reunião Ordinária</strong></a><strong>, realizada em 29 e 30 de junho, a </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2011/portaria_247_altera_a_nr_05.pdf"><strong>Portaria SIT n° 247</strong></a><strong>, de 12 de julho de 2011, publicou&nbsp; alterações na NR-5 no que diz respeito ao encaminhamentode documentos, ao número de representantes e ao processo eleitoral extraordinário da CIPA.&nbsp;</strong></div><div><strong>A última alteração da norma ocorreu por meio da </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2019/portaria_seprt_915_-aprova_a_nova_nr_01.pdf"><strong>Portaria SEPRT n° 915</strong></a><strong>, de 30 de julho de 2019, que promoveu harmonização de termos técnicos e estabeleceu novas regras para capacitação e treinamento em segurança do trabalho, especialmente quanto ao aproveitamento de conteúdos ministrados na mesma organização, ao treinamento ministrado entre organizações e aos treinamentos ministrados na modalidade de ensino a distância ou semipresencial.</strong></div><div><strong>Conforme agenda regulatória definida durante a </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/ctpp/arquivos/atas-ctpp/97_reuniao_ordinaria_04_e_05_06_2019.pdf"><strong>97ª Reunião Ordinária</strong></a><strong> da CTPP, realizada em 04 e 05 de junho de 2019, a modernização da NR-5 encontra-se em processo de discussão de forma tripartite.</strong></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Norma Regulamentadora NR-6</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>A norma regulamentadora foi originalmente editada pela </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/1978/portaria_3-214_aprova_as_nrs.pdf"><strong>Portaria MTb nº 3.214</strong></a><strong>, de 08 de junho de 1978, de forma a regulamentar os artigos </strong><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm"><strong>166</strong></a><strong> e </strong><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm"><strong>167</strong></a><strong> da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), conforme redação dada pela </strong><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6514.htm"><strong>Lei n.º 6.514</strong></a><strong>, de 22 de dezembro de 1977, que alterou o Capítulo V (da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da CLT.</strong></div><div><strong>A Norma Regulamentadora nº 6 (NR-06), conforme classificação estabelecida na </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2018/portaria_sit_787_-estrutura_e_interpretacao_de_nrs-_atualizada_2019.pdf"><strong>Portaria SIT n° 787</strong></a><strong>, de 29 de novembro de 2018, é norma especial, posto que regulamenta a execução do trabalho com uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sem estar condicionada a setores ou atividades econômicas específicas.</strong></div><div><strong>Para essa norma, foi inicialmente criada uma Comissão Tripartite, pela </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2002/portaria_11_cria_ct_epi_revogada.pdf"><strong>Portaria SIT nº 11</strong></a><strong>, de 17 de maio de 2002, com o objetivo específico de avaliar as solicitações de inclusões/exclusões de equipamentos no Anexo I da NR-06 (que classifica os equipamentos enquanto EPI), além de definir quais desses equipamentos seriam passíveis de restauração, lavagem e higienização, conforme o disposto no então item 6.10.1 da norma. Essa comissão foi substituída pela </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2010/portaria_186_regimento_unico_comissoes_revogada.pdf"><strong>Comissão Nacional Tripartite</strong></a><strong> (CNT) da NR-06, criada pela </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2008/portaria_59_cria_a_cnt_nr_06_revogada.pdf"><strong>Portaria SIT nº 59</strong></a><strong>, de 19 de junho de 2008, a qual, além de avaliar o enquadramento de EPI, tinha como objetivos: acompanhar o Programa de Avaliação da Conformidade dos Equipamentos de Proteção Individual no âmbito do SINMETRO; apreciar e sugerir adequações, sobre a harmonização dos regulamentos técnicos com as normas aplicáveis; elaborar propostas para o aperfeiçoamento e atualização da NR-06, dentre outros.</strong></div><div><strong>A primeira revisão foi promovida pela </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/1983/portaria_06_nrs_1_2_3_e_6_revogada.pdf"><strong>Portaria SSMT nº 06</strong></a><strong>, de 09 de março de 1983, quando foram atualizados procedimentos para cadastro de fabricantes de EPI, tendo sido excluídos os Anexos I e II da norma, que continham modelos de formulários para requisição desse cadastro, e reorganizados os tipos de equipamentos de proteção individual.</strong></div><div><strong>Contudo, no ano seguinte, a NR-06 foi alterada pela </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/1991/portaria_05_crf_epi.pdf"><strong>Portaria SNT/DSST nº 05</strong></a><strong>, de 28 de outubro de 1991, que restabeleceu o Cadastro Nacional de Fabricante de Equipamentos de Proteção Individual e o Certificado de Registro de Fabricantes (CRF), vez que restara constatado que tal procedimento </strong><strong><em>“simplificava os pedidos de revalidação dos Certificados de Aprovação de EPI, facilitando a seleção e a identificação jurídica das empresas do ramo e conferindo maior celeridade e autenticidade à expedição dos respectivos Certificados de Aprovação”</em></strong><strong>.</strong></div><div><strong>Em 1992, a </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/1992/portaria_02_altera_nr_06_e_nr_18revogada.pdf"><strong>Portaria SNT/DNSST nº 02</strong></a><strong>, de 20 de maio de 1992, incluiu, no inciso IV do então item 6.3 da NR-06, a cadeira suspensa e o trava-queda de segurança, classificando-os como EPI de proteção contra queda, sob o argumento de que tais dispositivos “</strong><strong><em>vinham sendo utilizados regularmente em obras de construção, demolição e reparos, atestando a sua eficácia em benefício dos trabalhadores”</em></strong><strong>.</strong></div><div><strong>Já em 1994, outra alteração de grande relevância foi promovida pela </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/1994/portaria_26_ca_para_cremes.pdf"><strong>Portaria SSST nº 26</strong></a><strong>, de 29 de dezembro de 1994, que classificou os cremes de proteção química como EPI, ao incluí-los na NR-06. A partir de tal alteração, tais produtos só poderiam ser comercializados com a emissão de CA pelo então Ministério do Trabalho. Por se tratar de produto também sujeito às normas de vigilância sanitária, a referida portaria estabelecia como requisito para a emissão do CA, além de ensaios diversos quanto à eficácia do produto, a comprovação da “</strong><strong><em>publicação do registro do creme protetor no órgão de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, conforme previsto na </em></strong><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6360.htm"><strong><em>Lei nº 6.360</em></strong></a><strong><em>, de 23 de setembro de 1976”</em></strong><strong>.</strong></div><div><strong>Apenas em 2001, a NR-06 passou por um amplo processo de revisão estrutural e de conteúdo. Essa revisão baseou-se em proposta de alteração de regulamentação apresentada por um Grupo de Trabalho Tripartite (GTT/EPI), constituído pela Portaria nº 13, de 27 de abril de 2000, tendo sido aprovada na </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/ctpp/arquivos/atas-ctpp/28_reuniao_ordinaria_14_09_2001.pdf"><strong>28ª Reunião Ordinária</strong></a><strong> da </strong><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2019/decreto/D9944.htm"><strong>Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP)</strong></a><strong>*, realizada em 14 de setembro de 2001. A revisão foi publicada pela </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2001/portaria_25_nova_nr_06.pdf"><strong>Portaria SIT nº 25</strong></a><strong>, de 15 de outubro de 2001, destacando-se dentre as alterações realizadas:</strong></div><div><strong>• inserção de lista de EPI como Anexo I;</strong></div><div><strong>• exclusão do EPI de proteção contra queda de altura do tipo cadeira suspensa;</strong></div><div><strong>• alocação dos procedimentos para emissão de CA e formulário para cadastro de fabricante como Anexo II e III;</strong></div><div><strong>• atualização de obrigações de empregadores, tendo sido inseridas as obrigações de substituir imediatamente o EPI quando danificado ou extraviado e de que o empregador deve se responsabilizar pela sua higienização e manutenção periódica;</strong></div><div><strong>• ampliação de obrigações de fabricante e importadores de EPI, a exemplo de comercializar ou colocar à venda somente o EPI, portador de CA e de comercializar o EPI com instruções técnicas no idioma nacional, orientando sua utilização, manutenção, restrição e demais referências ao seu uso;</strong></div><div><strong>• implantação de sistemática de avaliação de EPI para fins de emissão do CA: por laudos de ensaio; por avaliação no âmbito do SINMETRO; ou por termo de responsabilidade quando não existirem normas técnicas nacionais ou internacionais, oficialmente reconhecidas, ou laboratório capacitado para realização dos ensaios;</strong></div><div><strong>• exigência de marcação do lote de fabricação no equipamento, além das marcações já previstas anteriormente, quais sejam, o nome do fabricante/importador e o número de CA;</strong></div><div><strong>• previsão de que os EPI passíveis de restauração, lavagem e higienização sejam definidos pela comissão tripartite constituída, revogando-se com isso a </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/1982/portaria_05_recuperacao_de_epi_revogada.pdf"><strong>Portaria SSMT nº 05</strong></a><strong>, de 07 de maio de 1982, que permitia aos fabricantes de EPI recuperarem seus equipamentos sem maiores controles;</strong></div><div><strong>• definição de procedimentos para suspensão de CA, decorrentes da fiscalização do EPI.</strong></div><div><strong>Ainda em decorrência dessa revisão da NR-06, que implantou a sistemática de avaliação de EPI para fins de emissão de CA, a então Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) publicou a </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2003/portaria_48_normas_de_ensaio_para_epi.pdf"><strong>Portaria SIT nº 48</strong></a><strong>, de 25 de março de 2003, estabelecendo, pela primeira vez, as normas técnicas de ensaios aplicáveis aos Equipamentos de Proteção Individual com enquadramento no Anexo I da NR-06.</strong></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Norma Regulamentadora NR-11</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>A norma regulamentadora foi originalmente editada pela </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/1978/portaria_3-214_aprova_as_nrs.pdf"><strong>Portaria MTb nº 3.214</strong></a><strong>, de 8 de junho de 1978, de forma a regulamentar os artigos </strong><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm"><strong>182</strong></a><strong> e </strong><a href="http://planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm"><strong>183</strong></a><strong> da Consolidação das Leis Trabalhistas - CLT, conforme redação dada pela </strong><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6514.htm"><strong>Lei n.º 6.514</strong></a><strong>, de 22 de dezembro de 1977, que alterou o Capítulo V da CLT.</strong></div><div><strong>Para esta norma, não foi constituída uma , todas alterações foram deliberado diretamente na CTPP. Conforme critérios da </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2018/portaria_sit_787_-estrutura_e_interpretacao_de_nrs-_atualizada_2019.pdf"><strong>Portaria SIT nº 787</strong></a><strong>, de 27 de novembro de 2018, a Norma Regulamentadora nº 11 é definida como Norma Especial, ou seja, é uma norma que regulamenta a execução do trabalho considerando a realização das atividades, sem estar condicionada a setores ou atividades econômicos específicos.</strong></div><div><strong>Ao longo dos seus quarenta e dois anos de existência, a NR-11 passou por três processos pontuais de revisão, sendo o primeiro por meio da </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2003/portaria_56_retificacao.pdf"><strong>Portaria SIT nº 56</strong></a><strong>, de 17 de julho de 2003.</strong></div><div><strong>Essa primeira revisão decorreu do número elevado de acidentes de trabalho em atividades de movimentação de chapas de mármore, granito e outras rochas. Nesse contexto, a Comissão Permanente Nacional do Setor Mineral e a Subcomissão Permanente Nacional do Setor de Mármore e Granito, ambas constituídas para acompanhamento da Norma Regulamentadora nº 22 – Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração, apresentaram proposta de estabelecimento de normatização técnica sobre movimentação e armazenagem de chapas de rochas ornamentais. A proposta foi aprovada na </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/ctpp/arquivos/atas-ctpp/35_reuniao_ordinaria_02_09_2003.pdf"><strong>35ª Reunião Ordinária</strong></a><strong> da </strong><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2019/decreto/D9944.htm"><strong>Comissão Tripartite Paritária Permanente</strong></a><strong> (CTPP)*, realizada em 02 de setembro de 2003, quando, então, foi inserido o Anexo I na NR-11, contendo o Regulamento Técnico de Procedimentos para Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Chapas de Rochas Ornamentais.&nbsp;</strong></div><div><strong>No ano seguinte, a </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2004/portaria_82_altera_nr_11.pdf"><strong>Portaria SIT nº 82</strong></a><strong>, de&nbsp; 1º de junho de 2004, promoveu atualização e adequação de itens da NR-11, em virtude de proposta de texto apresentada pela FUNDACENTRO. Assim, foi alterada a redação do item 11.2.5, de maneira a limitar a altura máxima de pilhas de sacos em armazéns, e também foi revogado o item 11.2.6. Essa alteração foi aprovada, mediante consenso, na </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/ctpp/arquivos/atas-ctpp/36_reuniao_ordinaria_27_e_28_11_2003.pdf"><strong>36ª Reunião Ordinária</strong></a><strong> da CTPP, realizada em 27 e 28 de novembro de 2003.</strong></div><div><strong>Por fim, foi deliberada por consenso a terceira revisão da NR-11, durante a 83ª reunião da CTPP, em 24 e 25 de novembro de 2015, e publicada pela </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2016/portaria_mtps_505_-altera_o_anexo_i_da_nr_11.pdf"><strong>Portaria MTPS nº 505</strong></a><strong>, de 29 de abril de 2016,&nbsp; que alterou o Anexo I da NR-11. A partir dessa revisão, novas medidas foram adotadas, como, por exemplo:</strong></div><div><strong>• determinação de que as inspeções rotineiras e manutenções sejam realizadas por profissional capacitado ou qualificado;</strong></div><div><strong>• determinação de interrupção de circulação de pessoas nas áreas de movimentação de chapas durante a realização da atividade;</strong></div><div><strong>• determinação de que a área de armazenagem de chapas seja protegida contra intempéries (na redação anterior, essa medida tinha um caráter apenas recomendatório);</strong></div><div><strong>• estabelecimento de condições ambientais e equipamentos para movimentação de chapas fracionadas de rochas ornamentais em marmorarias;</strong></div><div><strong>• definição de regras específicas para carga e descarga de chapas de rochas ornamentais;</strong></div><div><strong>• definição de parâmetros e programas de capacitação para o desempenho da atividade.</strong></div><div><strong>Dentre as alterações da NR-11, duas foram de fundamental importância e de grande impacto para a melhoria das condições de segurança e saúde no trabalho do setor: a revisão de 2003, quando foi introduzido o Anexo I, contendo o regulamento técnico de procedimentos para movimentação, armazenagem e manuseio de chapas de mármore, granito e outras rochas, onde se estabeleceram mecanismos de prevenção para eliminar ou reduzir o grande número de acidentes do trabalho que ocorriam nas serrarias de rochas ornamentais; e a revisão de 2016, quando foi revisado esse anexo, tendo sido estabelecidas maiores exigências para essas atividades.<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Norma Regulamentadora NR-12</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>A norma regulamentadora – foi editada originalmente pela </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/1978/portaria_3-214_aprova_as_nrs.pdf"><strong>Portaria MTb nº 3.214</strong></a><strong>, de 8 de junho de 1978, de forma a regulamentar os artigos </strong><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6514.htm"><strong>184 a 186</strong></a><strong> do Capítulo V da CLT, conforme redação dada pela </strong><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6514.htm"><strong>Lei nº 6.514</strong></a><strong>, de 22 de dezembro de 1977.</strong></div><div><strong>A norma sofreu ajustes pontuais desde a sua edição até 2010, quando foi completamente revisada, sob influência dos avanços tecnológicos, das demandas da sociedade, da experiência da Auditoria Fiscal do Trabalho nas Superintendências Regionais do Trabalho (SRT) e das ações da FUNDACENTRO, entre outras entidades e atores sociais que contribuíram para sua revisão.<br></strong><br></div><div><strong>Histórico de eventos que culminaram na revisão de 2010 da NR-12</strong></div><div><strong>Em 1989, a então Delegacia Regional do Trabalho de São Paulo (DRT/SP) pesquisou condições de trabalho com prensas mecânicas nas indústrias da zona norte da cidade de São Paulo, revelando que 91% destas máquinas eram do tipo "engate por chaveta"; 38% exigiam o ingresso das mãos dos operadores nas zonas de prensagem e 78% apresentavam a zona de prensagem aberta. Tal cenário corroborava o elevado número de acidentes graves apresentados nas estatísticas da Previdência Social. A grande quantidade destas máquinas instaladas no parque fabril nacional levou à necessidade de ações coletivas.<br></strong><br></div><div><strong>Num esforço para reversão desta situação, de 1993 a 1995, a Convenção Coletiva Geral dos trabalhadores metalúrgicos de São Paulo promoveu a criação de uma subcomissão bipartite de caráter permanente, específica para estudar o assunto.<br></strong><br></div><div><strong>Em 1994, a NR-12 foi alterada pela </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/1994/portaria_13_altera_nr_12_revogada.pdf"><strong>Portaria SSST nº 13, de 24 de outubro de 1994</strong></a><strong>, que incorporou à NR-12 o Anexo I – Motosserras.</strong></div><div><strong>As negociações coletivas tiveram papel importante para melhorar as condições de segurança no trabalho com máquinas. Dentre essas iniciativas citam-se, por exemplo, a Convenção Coletiva de Trabalho sobre segurança em máquinas injetoras de plástico, firmada pela primeira vez em 27 de setembro de 1995, com reedições nos anos seguintes, e a criação da Comissão Paritária de Negociação (CPN) do setor plástico no Estado de São Paulo.<br></strong><br></div><div><strong>Da mesma forma, citam-se o acordo para a proteção em cilindros de massa no Estado de São Paulo (máquinas novas), firmado em 23 de maio de 1996, e o acordo para a proteção em cilindros de massa no Estado de São Paulo (máquinas usadas), firmado em 28 de novembro de 1996.<br></strong><br></div><div><strong>Sucedeu esses acordos a publicação da </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/1996/portaria_25_altera_nr_12.pdf"><strong>Portaria SSST nº 25, de 03 de dezembro de 1996,</strong></a><strong> que alterou a NR-12, incluindo, em seu Anexo II, requisitos de segurança para os cilindros de massa.</strong></div><div><strong>Em abril de 1999, o Brasil foi sede do XV Congresso Mundial de Segurança e Saúde no Trabalho, que premiou com o 1º lugar, dentre concorrentes internacionais, o vídeo "Máquina Risco Zero" elaborado em conjunto pela DRT/SP, FUNDACENTRO/SP e o sindicato representante dos trabalhadores metalúrgicos da cidade de São Paulo, que demonstrava o andamento das negociações e meios de prevenção de acidentes com prensas e similares.<br></strong><br></div><div><strong>Em São Paulo, a Portaria DRT/SP nº 50, de 11 de setembro de 1997, criou a Comissão de Negociação Tripartite sobre proteção em prensas mecânicas, onde alcançou-se entendimento entre as partes, culminando na Convenção Coletiva de Trabalho para melhoria das condições de trabalho em prensas mecânicas e hidráulicas nas indústrias de forjaria, de componentes para veículos automotores, de parafusos, porcas, rebites e similares, de máquinas, de artefatos de metais não ferrosos, de estamparia de metais e dos fabricantes de veículos automotores (PPRPS - Programa de Prevenção de Riscos em Prensas e Similares), firmada em 27 de maio de 1999 por sete sindicatos representantes das indústrias metalúrgicas e pelo sindicato representante dos trabalhadores nas cidades de São Paulo, Mogi das Cruzes e região. Foi criada a Comissão Permanente de Negociação (CPN), com o objetivo de contribuir com a aplicação desta Convenção Coletiva e do PPRPS nos municípios abrangidos.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>No mesmo sentido, a Convenção Coletiva de melhoria das condições de trabalho em prensas e equipamentos similares, injetoras de plástico e tratamento galvânico de superfícies nas indústrias metalúrgicas no Estado de São Paulo (PPRPS - Programa de Prevenção de Riscos em Prensas e Similares e PPRMIP - Programa de Prevenção de Riscos em Máquinas Injetoras de Plástico), foi firmada pela primeira vez em 29 de novembro de 2002 por 17 sindicatos representantes das indústrias metalúrgicas, pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo e por 61 sindicatos representantes dos trabalhadores em todo o Estado. Foi ainda constituída a Comissão Tripartite Permanente de Negociação da Indústria Metalúrgica no Estado de São Paulo (CPN), com o objetivo de acompanhar e orientar a implantação da Convenção Coletiva, bem como aprimorá-la periodicamente.<br></strong><br></div><div><strong>Tendo como objetivo as metas previstas no plano plurianual do Ministério do Trabalho - MTb2000/2003 - Trabalho Seguro e Saudável - que visava a reduzir em, no mínimo, 25% as taxas de morbidade (doenças e acidentes) por agravos decorrentes do trabalho, deu-se a continuidade e ampliação do trabalho tripartite durante o ano de 2000, com ações desenvolvidas no Rio Grande do Sul, entre a GRT/Caxias do Sul e os sindicatos representantes das indústrias e dos trabalhadores metalúrgicos de Caxias do Sul, resultando na elaboração tripartite, publicação e divulgação, em maio de 2001, do “Manual Básico de Segurança em Prensas e Similares&nbsp; - Identificação de Riscos de Acidentes e Prevenção”.<br></strong><br></div><div><strong>Na sequência, houve a criação, pelo Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho da Secretaria de Inspeção do Trabalho (DSST/SIT), do Plano Nacional de Segurança em Máquinas e Equipamentos (PNSME), entendido como um projeto transversal com uma metodologia de abordagem aos riscos de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho com máquinas ou equipamentos, articulada e planejada conforme as características técnicas, produtivas, econômicas e sociais do problema, procurando envolver a mais ampla participação social - trabalhadores, empregadores e instituições de governo e centros de conhecimento. Participaram da reunião realizada de 28 a 30 de setembro de 2004, no DSST/SIT, Auditores Fiscais do Trabalho das SRT/SP, SRT/RS e SRT/MG, com experiência em segurança de máquinas, que propuseram, dentre outras ações, a modernização e reformulação completa da NR-12.<br></strong><br></div><div><strong>Em decorrência disso, foi constituído um Grupo Técnico (GT), formado por Auditores Fiscais do Trabalho das SRT/SP, SRT/RS, SRT/MG e SRT/PA, além de um pesquisador da FUNDACENTRO/SP, para a elaboração de um texto base para alteração da NR-12, em atendimento aos procedimentos previstos na </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2003/portaria_1-127_procedimentos_de_elaboracao_de_nr_revogada.pdf"><strong>Portaria MTE nº 1.127, de 02 de outubro de 2003</strong></a><strong>, regulamentação vigente à época que estabelecia os procedimentos para a elaboração de normas regulamentadoras relacionadas à saúde e segurança e condições gerais de trabalho.</strong></div><div><strong>Destaca-se ainda a edição da Nota Técnica nº 37/2004/DSST/SIT e, em sua substituição, da Nota Técnica nº 16/2005/DSST/SIT, que estabeleceram princípios para a proteção de prensas e equipamentos similares. Com fundamentação na NT nº 16/2005, em setembro 2006, foi elaborado e divulgado de forma tripartite, em convênio com a SRT/RS, Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul e o sindicato representante dos trabalhadores metalúrgicos de Caxias do Sul, manual de aplicação com o objetivo divulgar boas práticas a serem adotadas pelos usuários de prensas e similares e reduzir os acidentes de trabalho com essas máquinas, que contou com duas edições. Este manual foi replicado em outras unidades da federação.<br></strong><br></div><div><strong>Também no Rio Grande do Sul, a Portaria SRTE/RS nº 19, de 03 de fevereiro de 2009, instituiu a Comissão Tripartite de Discussão de Segurança de Máquinas e Equipamentos para a Indústria Coureiro Calçadista do Rio Grande do Sul. Em 2010, foi lançada a “Cartilha de Segurança em Máquinas e Equipamentos para Calçado”, abordando mais de 50 tipos de máquinas, fruto de trabalho tripartite entre a SRT/RS, a Associação Brasileira de Fabricantes de Máquinas para Couro e Calçado, a Associação Brasileira da Indústria de Calçados, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) e a Federação dos Trabalhadores na Indústria de Calçado e Vestuário do Rio Grande do Sul.<br></strong><br></div><div><strong>Em paralelo a isso, a </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-notas-tecnicas/nt_94_2009_dsst_sit.pdf"><strong>Nota Técnica nº 94/2009/DSST/SIT</strong></a><strong> estabeleceu requisitos de segurança para máquinas de panificação, mercearia e açougue. Revisão de 2010 da NR-12</strong></div><div><strong>Em 2009, após conclusão dos trabalhos do GT, foi constituído Grupo de Estudo Tripartite (GET), para elaboração do texto de alteração da NR-12, o qual veio a ser disponibilizado para consulta pública, por meio da </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2009/portaria_108_consulta_pblica_nr_12.pdf"><strong>Portaria SIT nº 108, de 26 de agosto de 2009</strong></a><strong>, com prazo de 60 dias para o recebimento de sugestões.</strong></div><div><strong>&nbsp;Em 2010 foi criado o Grupo Tripartite de Trabalho (GTT), para apreciação das sugestões recebidas da sociedade e redação do texto final de revisão da NR-12. Em sua </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/ctpp/arquivos/atas-ctpp/62_reuniao_ordinaria_22_e_23_09_2010.pdf"><strong>62ª Reunião Ordinária</strong></a><strong>, realizada em 22 e 23 de setembro de 2010, a Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP) aprovou por consenso a nova redação da NR-12.</strong></div><div><strong>Assim, foi publicada a </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2010/portaria_197_nova_nr_12_revogada.pdf"><strong>Portaria SIT nº 197, de 17 de dezembro de 2010</strong></a><strong>, que alterou substancialmente a NR-12, consolidando todo o conhecimento sobre segurança no trabalho em máquinas e equipamentos e consensos obtidos ao longo dos anos que precederam sua publicação, definindo referências técnicas, princípios fundamentais, medidas de proteção e estabelecendo requisitos mínimos para a prevenção de acidentes e doenças do trabalho nas fases de projeto e de utilização de máquinas e equipamentos novos e usados de todos os tipos, assim como à sua fabricação, importação, comercialização, exposição e cessão a qualquer título.</strong></div><div><strong>Essa portaria também criou a </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2010/portaria_186_regimento_unico_comissoes_revogada.pdf"><strong>Comissão Nacional Tripartite Temática - CNTT</strong></a><strong> da NR-12 (CNTT/NR-12), com o objetivo de acompanhar a implantação da nova regulamentação, consoante o estabelecido na Portaria nº 1.127/2003.</strong></div><div><strong>A versão 2010 da NR-12 possuía um corpo, ou parte principal, com 19 títulos e 11 Anexos, sendo que os Anexos I, II, III e IV traziam informações complementares para atendimento ao corpo e demais anexos, e os Anexos V, VI, VII, VIII, IX, X e XI definiam requisitos especiais para determinados tipos de máquinas e equipamentos. A revisão da NR-12 recepcionou as normas técnicas nacionais (ABNT) e internacionais (ISO e IEC) vigentes e, principalmente, estendeu a todos os trabalhadores do Brasil a proteção à sua saúde e integridade física no trabalho em máquinas e equipamentos.<br></strong><br></div><div><strong>A </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2011/portaria_233_cntt_nr_12_competencia_e_composicao_revogada.pdf"><strong>Portaria SIT nº 233, de 09 de junho de 2011</strong></a><strong>, estabeleceu a competência e a composição da CNTT/NR-12, com cinco membros titulares representantes das bancadas de governo, dos empregadores e dos trabalhadores.</strong></div><div><strong>Em novembro de 2011, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) promoveu em sua sede, em Genebra, um encontro tripartite de peritos para discussão e elaboração de guia de segurança na utilização de máquinas. Para este importante trabalho foram selecionados apenas 8 países, dentre estes o Brasil, que foi representado por membros da CNTT/NR-12, entre os quais sua coordenadora, pela bancada do governo, e o representante da Força Sindical na CNTT/NR-12. A bancada patronal declinou do convite em favor de representante do patronato de outra nação. O resultado deste trabalho, “Safety and health in the use ofmachinery”, encontra-se publicado na OIT e disponível em </strong><a href="https://www.ilo.org/global/topics/safety-and-health-at-work/normative-instruments/code-of-practice/WCMS_164653/lang--en/index.htm"><strong>https://www.ilo.org/global/topics/safety-and-health-at-work/normative-instruments/code-of-practice/WCMS_164653/lang--en/index.htm</strong></a><strong>.</strong></div><div><strong>Nas reuniões subsequentes da CNTT/NR-12, foi realizada a comparação entre o Guia preconizado pela OIT e o conteúdo da NR-12, para a verificação da necessidade de ajustes na norma. Contudo, foi constatado que os textos eram perfeitamente harmônicos, pois se inspiraram em fundamentos amparados por normas técnicas.<br></strong><br></div><div><strong>Alterações subsequentes da NR-12</strong></div><div><strong>Após publicada a revisão da NR-12 em 2010, a norma continuou evoluindo. Nesse sentido, cita-se a </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2011/portaria_293_anexo_xii_da_nr_12_cesto_aereo_revogada.pdf"><strong>Portaria SIT nº 293, de 08 de dezembro 2011</strong></a><strong>, inseriu na NR-12 o Anexo XII - Equipamentos de Guindar para Elevação de Pessoas e Realização de Trabalho (cesta aérea, cesto acoplado e cesto suspenso);</strong></div><div><strong>Em junho de 2013, no âmbito do Programa de Cooperação Internacional “Diálogos Setoriais Brasil x União Europeia”, foi lançada a cartilha “Avaliação de Conformidade de Componentes de Sistemas de Segurança de Máquinas no Brasil”, visando a contribuir com o alinhamento às normativas e normas técnicas internacionais, pois a NR-12 trouxe uma alteração de paradigma focado não apenas na utilização, mas na fabricação e importação de máquinas concebidas dentro do conceito do estado da técnica, facilitando o intercâmbio de tecnologia e evitando barreiras técnicas, sendo estes conceitos refletidos pela NR-12.<br></strong><br></div><div><strong>Ainda nesta senda, em junho de 2015, foi publicado o resultado do estudo internacional “Métodos de Avaliação de Risco e Ferramentas de Estimativa de Risco Utilizados na Europa Considerando Normativas Europeias e o Caso Brasileiro”, que mais uma vez serviu para aperfeiçoar e harmonizar a NR-12 com a vanguarda da boa técnica e o estreitamento da cooperação internacional.<br></strong><br></div><div><strong>Ainda como evolução da NR-12, a </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2018/portaria_mtb_252_-altera_nr_12_anexo_x_calcados-_revogada.pdf"><strong>Portaria MTb nº 252, de 10 de abril de 2018</strong></a><strong>, deu nova redação ao Anexo X - Máquinas para Fabricação de Calçados e Afins, inserindo uma gama de máquinas e equipamentos ausentes na versão anterior, por solicitação dos representantes de fabricantes e usuários de máquinas deste setor econômico.</strong></div><div><strong>Por fim, a </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2019/portaria_seprt_916_-aprova_a_nova_nr_12.pdf"><strong>Portaria SEPRT nº 916, de 30 de julho de 2019</strong></a><strong>, realizou a última alteração substancial da NR-12, reordenando sua estrutura de modo a facilitar seu entendimento e aplicação, incorporando cortes temporais específicos para máquinas novas e usadas, simplificando obrigações para micro e pequenas empresas e recepcionando as normas técnicas europeias harmonizadas do tipo C, quando inexistentes as respectivas normas técnicas nacionais ou internacionais.</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Norma Regulamentadora NR-17</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>A norma regulamentadora foi originalmente editada pela </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/1978/portaria_3-214_aprova_as_nrs.pdf"><strong>Portaria MTb nº 3.214</strong></a><strong>, de 08 de junho de 1978,&nbsp; de maneira a regulamentar os artigos </strong><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm"><strong>175</strong></a><strong>, </strong><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm"><strong>176</strong></a><strong>, </strong><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm"><strong>178</strong></a><strong>, </strong><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm"><strong>198</strong></a><strong> e </strong><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm"><strong>199</strong></a><strong> da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), conforme redação dada pela </strong><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6514.htm"><strong>Lei nº 6.514</strong></a><strong>, de 22 de dezembro de 1977, que alterou o Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da CLT.</strong></div><div><strong>Caracterizada como Norma Geral pela </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2018/portaria_sit_787_-estrutura_e_interpretacao_de_nrs-_atualizada_2019.pdf"><strong>Portaria SIT nº 787</strong></a><strong>, de 28 de novembro de 2018, a redação da NR-17 estabelece parâmetros para permitir a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores.</strong></div><div><strong>Sem a constituição de uma&nbsp; </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2010/portaria_186_regimento_unico_comissoes_revogada.pdf"><strong>Comissão Nacional Tripartite Temática</strong></a><strong> (CNTT) para o acompanhamento permanente da implementação da NR-17, as atualizações da norma são discutidas diretamente no âmbito da </strong><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2019/decreto/D9944.htm"><strong>Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP)</strong></a><strong>*.</strong></div><div><strong>Desde a sua publicação, a norma passou por uma ampla revisão, em 1990, e, posteriormente, por quatro alterações pontuais.<br></strong><br></div><div><strong>A primeira revisão foi publicada pela </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/1990/portaria_3-751_altera_a_nr_17_e_nr_15.pdf"><strong>Portaria MTPS nº 3.751</strong></a><strong>, de 23 de novembro de 1990, que conferiu nova redação à norma. Essa revisão levou em consideração as sugestões apresentadas pelos grupos de trabalho instituídos pela </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/1989/portaria_3-223_gt_drt_para_nrs.pdf"><strong>Portaria MTb nº 3.223</strong></a><strong>, de 29 de junho de 1989.</strong></div><div><strong>Em 2007, a norma ganhou dois anexos. Assim, a </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2007/portaria_08_checkout.pdf"><strong>Portaria SIT nº 08</strong></a><strong>, de 30 de março, inseriu na norma o Anexo I - Trabalho dos Operadores de Checkout, e a </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2007/portaria_09_teleatendimento_telemarketing.pdf"><strong>Portaria SIT nº 09</strong></a><strong>, publicada na mesma data, inseriu o Anexo II - Trabalho em Teleatendimento/Telemarketing. Essas alterações foram aprovadas durante a </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/ctpp/arquivos/atas-ctpp/49_reuniao_ordinaria_28_03_2007.pdf"><strong>49ª Reunião Ordinária</strong></a><strong> da CTPP, realizada em 28 de março de 2007.</strong></div><div><strong>Ainda em 2007, a </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2007/portaria_13_altera_checkouts_nr_17.pdf"><strong>Portaria SIT nº 13</strong></a><strong>, de 21 de junho, adequou a redação de alguns subitens do Anexo I da NR-17.&nbsp;</strong></div><div><strong>A última alteração da norma foi realizada por meio da </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2018/portaria_mtb_876_altera_nr_17.pdf"><strong>Portaria MTb nº 876</strong></a><strong>, de 24 de outubro de 2018, para ajuste do subitem 17.5.3.3, referente à disposição sobre iluminância, em função do cancelamento da norma técnica ABNT NBR 5413. A partir dessa publicação, a norma passou a referenciar a Norma de Higiene Ocupacional nº 11 (NHO 11) - Avaliação dos Níveis de Iluminamento em Ambientes de Trabalho Internos, da Fundacentro.</strong></div><div><strong>Conforme agenda regulatória definida durante a </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/ctpp/arquivos/atas-ctpp/97_reuniao_ordinaria_04_e_05_06_2019.pdf"><strong>97ª Reunião Ordinária</strong></a><strong> da CTPP, realizada em 04 e 05 de junho de 2019, a NR--17 foi atualizada, com sua nova redação válida à partir de 3 de janeiro de 2022.&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Norma Regulamentadora NR-23</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>A norma regulamentadora foi originalmente editada pela&nbsp; </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/1978/portaria_3-214_aprova_as_nrs.pdf"><strong>Portaria MTb nº 3.214</strong></a><strong>, de 08 de junho de 1978, de maneira a regulamentar o </strong><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm"><strong>artigo 153</strong></a><strong> da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), conforme redação dada pela </strong><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6514.htm"><strong>Lei n.º 6.514</strong></a><strong>, de 22 de dezembro de 1977, que alterou o Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da CLT.</strong></div><div><strong>Caracterizada como Norma Especial pela </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2018/portaria_sit_787_-estrutura_e_interpretacao_de_nrs-_atualizada_2019.pdf"><strong>Portaria SIT nº 787</strong></a><strong>, de 28 de novembro de 2018, a redação original da NR-23 estabelecia disposições relativas à proteção contra incêndio, a saídas para rápida retirada do pessoal em serviço, a equipamentos suficientes para combater o fogo no seu início e a pessoas adestradas (</strong><strong><em>sic</em></strong><strong>) no uso correto destes equipamentos. Havia previsão também da realização periódica de exercícios de alerta.</strong></div><div><strong>Sem a constituição de uma&nbsp; </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2010/portaria_186_regimento_unico_comissoes_revogada.pdf"><strong>Comissão Nacional Tripartite Temática</strong></a><strong> (CNTT) para o acompanhamento permanente da implementação da NR-23, as atualizações da norma são discutidas diretamente no âmbito da </strong><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2019/decreto/D9944.htm"><strong>Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP)</strong></a><strong>*.</strong></div><div><strong>Desde a sua publicação, a NR-23 sofreu quatro revisões (1991, 1992, 2001 e 2011), das quais três foram pontuais e, em 2011, ocorreu uma ampla revisão.<br></strong><br></div><div><strong>A primeira alteração da norma, dada pela </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/1991/portaria_06_altera_nr_23.pdf"><strong>Portaria SNT nº 06</strong></a><strong>, de 29 de outubro de 1991, apesar de pontual, foi bastante significativa, pois, a partir de sua vigência, tornou-se obrigatória a utilização, nos estabelecimentos de trabalho, de extintores de incêndio aprovados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO).</strong></div><div><strong>No ano seguinte, a , de 21 de janeiro de 1992, revogou o item que estabelecia o prazo de validade para uso do corpo do extintor de incêndio, tendo em vista a existência de norma técnica de ensaio hidrostático para extintores de incêndio no país.</strong></div><div><strong>A </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2001/portaria_24_altera_a_nr_23.pdf"><strong>Portaria SIT nº 24</strong></a><strong>, de 09 de outubro de 2001, alterou itens relativos à extinção do fogo por meio de água. Esta alteração foi submetida e aprovada por consenso durante a </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/ctpp/arquivos/atas-ctpp/28_reuniao_ordinaria_14_09_2001.pdf"><strong>28ª Reunião Ordinária</strong></a><strong> da CTPP, realizada em 14 de setembro de 2001.</strong></div><div><strong>Já a </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2011/portaria_221_altera_a_nr_23.pdf"><strong>Portaria SIT nº 221</strong></a><strong>, de 06 de maio de 2011, alterou profundamente o texto da norma, que passou a exigir o cumprimento das legislações estaduais no que se refere às medidas de prevenção de incêndios. Foram mantidos itens relativos às informações aos trabalhadores e às saídas de emergência. Estas alterações foram submetidas para avaliação pela CTPP, durante a </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/ctpp/arquivos/atas-ctpp/64_reuniao_ordinaria_30_e_31_03_2011.pdf"><strong>64ª Reunião Ordinária</strong></a><strong>, realizada em 30 e 31 de março de 2011, por meio da Nota Técnica DSST nº 16/2007, que propunha a alteração de diversas normas regulamentadoras, dentre elas a NR-23.&nbsp; Na ocasião, as alterações foram aprovadas por consenso.</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Norma Regulamentadora NR-26</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>A norma regulamentadora foi originalmente editada pela </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/1978/portaria_3-214_aprova_as_nrs.pdf"><strong>Portaria MTb nº 3.214</strong></a><strong>, de 08 de junho de 1978, de maneira a regulamentar o </strong><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm"><strong>inciso VIII do artigo 200</strong></a><strong> da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), conforme redação dada pela </strong><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6514.htm"><strong>Lei n.º 6.514</strong></a><strong>, de 22 de dezembro de 1977, que alterou o Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da CLT.</strong></div><div><strong>Caracterizada como Norma Especial pela </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2018/portaria_sit_787_-estrutura_e_interpretacao_de_nrs-_atualizada_2019.pdf"><strong>Portaria SIT nº 787</strong></a><strong>, de 28 de novembro de 2018, a redação original da NR-26 estabelecia as cores a serem utilizadas nos locais de trabalho para: identificação de equipamentos de segurança; delimitação de áreas; identificação das canalizações empregadas para condução de líquidos e gases; e advertência acerca dos riscos. O texto inicial trazia também disposições relativas à rotulagem preventiva dos produtos perigosos e nocivos à saúde.</strong></div><div><strong>Sem a constituição de uma&nbsp; </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2010/portaria_186_regimento_unico_comissoes_revogada.pdf"><strong>Comissão Nacional Tripartite Temática</strong></a><strong> (CNTT) para o acompanhamento permanente da implementação da NR-26, as atualizações da norma são discutidas diretamente no âmbito da </strong><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2019/decreto/D9944.htm"><strong>Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP)</strong></a><strong>*.</strong></div><div><strong>Desde a sua publicação, a NR-26 sofreu duas revisões (2011, 2015).<br></strong><br></div><div><strong>A primeira revisão, conferida pela </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2011/portaria_229_altera_a_nr_26.pdf"><strong>Portaria SIT nº 229</strong></a><strong>, de 24 de maio de 2011, alterou profundamente o texto da norma, conferindo-lhe nova redação. Foi mantida a obrigatoriedade do uso de cores para segurança em estabelecimentos ou locais de trabalho, a fim de indicar e advertir acerca dos riscos existentes, porém, sem o detalhamento da redação anterior. Sobre este assunto, foi incluído item exigindo o atendimento ao disposto em normas técnicas oficiais.</strong></div><div><strong>Outra importante alteração trazida por essa portaria foi a inclusão da obrigatoriedade de classificação dos produtos químicos de acordo com o Sistema Globalmente Harmonizado (SGH), bem como da obrigatoriedade de elaboração e disponibilização, pelo fabricante ou, no caso de importação, pelo fornecedor no mercado nacional, da Ficha com Dados de Segurança do Produto Químico (FISPQ) para todo produto químico classificado como perigoso. Essas alterações foram submetidas para avaliação pela CTPP, durante a </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/ctpp/arquivos/atas-ctpp/64_reuniao_ordinaria_30_e_31_03_2011.pdf"><strong>64ª Reunião Ordinária</strong></a><strong>, realizada em 30 e 31 de março de 2011, por meio da Nota Técnica DSST nº 16/2007, que propunha a alteração de diversas normas regulamentadoras, dentre elas a NR-26. Na ocasião, as alterações foram aprovadas por consenso.</strong></div><div><strong>Por sua vez, a </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2015/portaria_mte_704_-rotulagem_produtos_saneantes_nr_26.pdf"><strong>Portaria MTE nº 704</strong></a><strong>, de 28 de maio de 2015, alterou pontualmente a norma, dispensando das obrigações relativas à rotulagem preventiva os produtos notificados ou registrados como saneantes na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), os quais devem observar as regras de rotulagem estabelecidas pela agência. Essa alteração foi submetida e aprovada por consenso durante a </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/ctpp/arquivos/atas-ctpp/80_reuniao_ordinaria_07_e_08_04_2015.pdf"><strong>80ª Reunião Ordinária</strong></a><strong> da CTPP, realizada em 07 e 08 de abril de 2015.</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Norma Regulamentadora NR-36</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/1978/portaria_3-214_aprova_as_nrs.pdf"><strong>Portaria MTb nº 3.214</strong></a><strong>, de 08 de junho de 1978, estabelecendo disposições gerais e regulando&nbsp; o Capítulo V – Da Segurança e da Medicina do Trabalho, do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), conforme redação dada pela </strong><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6514.htm"><strong>Lei nº 6.514</strong></a><strong>, de 22 de dezembro de 1977.</strong></div><div><strong>As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.<br></strong><br></div><div><strong>Nesse sentido, a NR-36 foi publicada pela </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2013/portaria_555_aprova_a_nr_frigorificos.pdf"><strong>Portaria MTE nº 555</strong></a><strong>, de 18 de abril de 2013. De acordo com a </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2018/portaria_sit_787_-estrutura_e_interpretacao_de_nrs-_atualizada_2019.pdf"><strong>Portaria SIT nº 787</strong></a><strong>, de 28 de novembro de 2018, a NR-36 é caracterizada como Norma Setorial, posto que regulamenta a execução do trabalho em setor econômico específico, qual seja, de frigoríficos.&nbsp;</strong></div><div><strong>No ano de 2010, a bancada de representação dos trabalhadores apresentou, pela primeira vez, na </strong><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2019/decreto/D9944.htm"><strong>Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP)</strong></a><strong>*, em sua </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/ctpp/arquivos/atas-ctpp/62_reuniao_ordinaria_22_e_23_09_2010.pdf"><strong>62ª Reunião Ordinária</strong></a><strong>, realizada em 22 e 23 de setembro, demanda para elaboração de uma nova norma regulamentadora para o setor produtivo dos frigoríficos, a qual não foi inicialmente aprovada.</strong></div><div><strong>Contudo, no ano de 2011, durante a </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/ctpp/arquivos/atas-ctpp/64_reuniao_ordinaria_30_e_31_03_2011.pdf"><strong>64ª Reunião Ordinária</strong></a><strong>, realizada em 30 e 31 de março, a CTTP deliberou pela formação de Grupo de Estudo Tripartite (GET) sobre frigoríficos, com o objetivo de elaborar o texto técnico básico para a nova norma, em conformidade com os procedimentos para elaboração de normas regulamentadoras de segurança e saúde no trabalho estabelecidos na então vigente </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2003/portaria_1-127_procedimentos_de_elaboracao_de_nr_revogada.pdf"><strong>Portaria MTE nº 1.127</strong></a><strong>, de 02 de outubro de 2003. O texto construído pelo GET foi disponibilizado para consulta pública, por meio da </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2011/portaria_273_consulta_publica_frigorificos.pdf"><strong>Portaria SIT nº 273</strong></a><strong>, de 16 de agosto de 2011. Após recebidas as contribuições da sociedade sobre o texto, foi constituído, por meio da </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2011/portaria_283_gtt_frigorifico_revogada.pdf"><strong>Portaria SIT nº 283</strong></a><strong>, de 17 de novembro de 2011, Grupo de Trabalho Tripartite (GTT), responsável por analisar as sugestões recebidas na consulta pública e propor a regulamentação do tema.</strong></div><div><strong>A proposta de texto para a nova norma, elaborada pelo GTT, foi apresentada à CTPP, em sua </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/ctpp/arquivos/atas-ctpp/71_reuniao_ordinaria_27_e_28_11_2012.pdf"><strong>71ª Reunião Ordinária</strong></a><strong>, realizada em 27 e 28 de novembro de 2012, ocasião em que foi aprovada por consenso. Dessa forma, a NR-36 foi publicada pela Portaria MTE nº 555/2013.&nbsp;</strong></div><div><strong>Essa Portaria também criou a </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/ctpp/arquivos/subcomissoes-tripartites/cntt_nr_36"><strong>Comissão Nacional Tripartite Temática (CNTT)</strong></a><strong> da NR-36, com o objetivo de acompanhar a implantação da norma regulamentadora.</strong></div><div><strong>A CNTT da NR-36 foi muito atuante e desempenhou papel importante da divulgação da norma nos anos seguintes à sua publicação, realizando seminários em várias capitais com a participação dos profissionais atuantes no setor, da representação das empresas e dos trabalhadores, do Ministério Público do Trabalho, bem como de Auditores Fiscais do Trabalho. A CNTT da NR-36 realizou sua última reunião em 25/05/2018**.<br></strong><br></div><div><strong>Ao final do ano de 2014, a CNTT da NR-36 criou uma “subcomissão de máquinas e equipamentos do setor frigorífico”, com o objetivo de realizar avaliação da adequação do maquinário utilizado no setor frigorífico à Norma Regulamentadora nº 12 (NR-12) – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos.<br></strong><br></div><div><strong>A subcomissão de máquinas e equipamentos do setor frigorífico da CNTT da NR-36 realizou sua primeira reunião em 11/03/2015. No total, realizou 21 rodadas de discussões tripartites, discutindo e finalizando propostas de regulamentação para cinco&nbsp; tipos de máquinas e equipamentos largamente utilizadas no setor. A última reunião da subcomissão foi realizada no dia 29/06/2019.<br></strong><br></div><div><strong>Nesse sentido, desde a sua publicação, a NR-36 contou com quatro alterações, notadamente relativas às propostas oriundas da subcomissão de máquinas e equipamentos.<br></strong><br></div><div><strong>A primeira alteração foi deliberada durante a </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/ctpp/arquivos/atas-ctpp/84_reuniao_ordinaria_05_e_06_04_2016.pdf"><strong>84ª Reunião Ordinária</strong></a><strong> da CTPP, realizada em 05 e 06 de março de 2016, e se refere à inclusão, na NR-36, do Anexo II - Requisitos de Segurança Específicos para Máquinas Utilizadas nas Indústrias de Abate e Processamento de Carnes e Derivados Destinados ao Consumo Humano. A proposta foi aprovada por consenso, e o anexo foi publicado por meio da </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2016/portaria_mtps_511_-altera_nr_36_inclui_anexo_ii-_retificada.pdf"><strong>Portaria MTPS nº 511</strong></a><strong>, de 29 de abril de 2016.</strong></div><div><strong>A redação inicial do novo anexo continha parâmetros para segurança de máquina automática para descourear e retirar pele e película; máquina aberta para descourear e retirar a pele e a membrana; e máquina de repasse de moela. Essa portaria também estabeleceu prazos escalonados para a adaptação das máquinas de repasse de moela fabricadas antes de sua vigência.<br></strong><br></div><div><strong>Em 2018, a </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2018/portaria_mtb_97_-altera_nr_36__anexo_ii_item_1-2-3-4.pdf"><strong>Portaria MTb nº 97</strong></a><strong>, de 08 de fevereiro, inseriu no glossário da norma as definições de “cilindro dentado” e “cilindro de arraste”, e alterou o subitem 1.2.3.4 do Anexo II da NR-36. Essas alterações foram aprovadas no âmbito da </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/ctpp/arquivos/atas-ctpp/86_reuniao_ordinaria_20_e_21_09_2016.pdf"><strong>86ª Reunião Ordinária</strong></a><strong> da CTPP, realizada em 20 e 21 de setembro de 2016.</strong></div><div><strong>Também em 08 de fevereiro de 2018, uma outra alteração da norma foi publicada. Após deliberações pela subcomissão de máquinas e equipamentos e pela CNTT da NR-36, foi submetida à apreciação da CTPP, durante a </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/ctpp/arquivos/atas-ctpp/89_reuniao_ordinaria_20_e_21_06_2017.pdf"><strong>89ª Reunião Ordinária</strong></a><strong>, realizada em 20 e 21 de junho de 2017, proposta de inclusão de máquina tipo serra fita no Anexo II da NR-36. A proposta foi aprovada por consenso, e a alteração publicada pela </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2018/portaria_mtb_99_-altera_nr_36__anexo_ii_serra_de_fita.pdf"><strong>Portaria MTb nº 99</strong></a><strong>, que estabeleceu prazos específicos para adequação das máquinas já em uso a alguns dos novos itens.</strong></div><div><strong>Por fim, em 2018, a subcomissão de máquinas e equipamentos, após intenso trabalho de pesquisa, visitas técnicas e desenvolvimento de protótipos, propôs nova alteração do Anexo II da NR-36, para inclusão de especificações acerca de máquinas para corte de carcaças de animais de médio e grande porte. A proposta foi aprovada pela CNTT da NR-36 e submetida à apreciação da CTPP durante a </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/ctpp/arquivos/atas-ctpp/95_reuniao_ordinaria_20_e_21_11_2018.pdf"><strong>95ª Reunião Ordinária</strong></a><strong>, realizada em 21 e 22 de novembro de 2018, quando foi aprovada por consenso. A alteração foi publicada pela </strong><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br/composicao/orgaos-especificos/secretaria-de-trabalho/inspecao/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2018/portaria_mtb_1-087_-altera_nr_36.pdf"><strong>Portaria MTb nº 1.087</strong></a><strong>, 18 de dezembro de 2018, que teve um prazo de 180 dias para vigência.</strong></div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 22:34:15 UTC</pubDate>
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         <title>Analise Swot</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Força.<br></em></strong><strong>Localização: Ponto da loja fica localizando em um parte da avenida privilegiada&nbsp; onde um fluxo contínuo de clientes&nbsp; é grande.<br>Qualidade: Produtos&nbsp; analisados frequentemente pelo controle de qualidade da empresa e também&nbsp; selecionado os melhores animais para ser feitos os melhores cortes de cada espécie.<br>Valores: Condições&nbsp; de acesso às diferentes estratificações sociais em maior ou menor consumo.<br><br></strong><strong><em>Fraqueza.</em></strong><strong><br>reclamação sobre o produto: Embalagem que apresenta uma tipo de carne que não é constatada ao abrir,&nbsp; está embalagem não atende o que disponha a tabela nutricionais em conformidade com as normas da ANVISA.<br><br>Reclamação do cliente.</strong></div><ul><li><strong>Embalagem violada.&nbsp;</strong></li><li><strong>Produto sem as devida informações.</strong></li><li><strong>Produto já vencido dentro embalagem .</strong></li></ul><div><br></div><div><strong><br></strong><strong><em>Oportunidade.</em></strong><strong><br>Condomínios nas proximidade: Qualidade de cliente com poder aquisitivo mais elevado.<br>Empresa: Quantidade de pessoas e diversas renda e localização.<br>Promoção:</strong></div><ul><li><strong>Preço acessível&nbsp;</strong></li><li><strong>Datas especiais.</strong></li><li><strong>Divulgação de tipos de carne.(ex uma carne importada).</strong></li></ul><div><strong>Empresa: Gerar rendas para os moradores do bairro em volta de loja.</strong></div><div><strong><br></strong><strong><em>Ameaça.</em></strong><strong><br>Tipos de carnes: Devidos que a carne de frango esta com o preço mais acessível,do que a carne bovina.<br>Açogues: Os açogues devido a carne ser mais fresca e a qualidade de corte que pode ser feita.<br>Mercado: Tanto para a variedade de congelados quanto a carne fresca e cortes.<br>Produtos orgânicos: É um produto mais fresco,não contem conservantes,anti-bioticos e hormonios.<br>Carne do futuro: É uma carne que pode ser feita através&nbsp; de dirversas&nbsp; plantas e proteínas vegetais,sendo que extrai as esponja de soja,e entra subestância extraida da terra.<br>Feriado semana santa: Devido que a demanda de consumo de carne e baixa, dano preferência ao peixe.</strong></div><ul><li><strong>Concorrência interna entre tipo&nbsp; de produto.</strong></li><li><strong>Formas de cortes realizado pelo açougues.</strong></li><li><strong>Variabilidade de produto oferecido em supermercado.</strong></li></ul><div><strong><br><br><br></strong><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 11:50:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Qualidade swift</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br>Swift Black conquista prêmio internacional de qualidade</strong></div><div><strong>por migracao<br></strong><br></div><div><strong>Swift Black conquista prêmio internacional de qualidade<br></strong><br></div><div><br></div><div><strong>A JBS obteve a nota máxima do Superior Taste Award, único selo de qualidade em sabor concedido por líderes de opinião da Europa e emitido pelo International Taste &amp; Quality Institute (iTQi). O Bife de Chorizo Swift Black foi a única carne bovina in natura do Brasil a receber a nota máxima do júri do iTQi em toda existência do prêmio, conquistando três estrelas.<br></strong><br></div><div><br></div><div><strong>A avaliação foi feita por Júri composto de membros de 15 países, representando as mais prestigiadas associações de culinária da Europa. Os selos estão classificados em uma, duas ou três estrelas douradas, de acordo com a conformidade e importância dos itens analisados, como primeira impressão, aspecto visual, aroma, textura e sabor. Os produtos também são submetidos à degustação cega, obedecendo a rigoroso processo de análise sensorial<br><br><br>“Esse reconhecimento confirma que estamos no caminho certo ao adotar critérios relacionados à qualidade, pontualidade, sustentabilidade e confiabilidade dos produtos e serviços” avalia Renato Costa, presidente da JBS Carnes Brasil. Dessa forma, acredita Costa, a JBS contribui para promover o desenvolvimento de toda a cadeia de produção no Brasil, por meio do fortalecimento da imagem carne brasileira no exterior. “Nosso objetivo é mostrar ao consumidor do mundo que temos um produto de primeira qualidade, produzido no Brasil, pela pecuária nacional”, destaca.<br><br>Sobre a JBS<br>Com seis décadas de história, a JBS é atualmente a maior produtora de proteínas do mundo. A companhia opera no processamento de carnes bovina, suína, ovina e de frango e no processamento de couros. Além disso, comercializa produtos de higiene e limpeza, colágeno, embalagens metálicas, biodiesel, entre outros. O diversificado portfólio do grupo conta com marcas reconhecidas no Brasil e no exterior, como Swift, Friboi, Maturatta, Cabana Las Lilas, Pilgrim’s, Gold Kist Farms, Pierce e 1855. Essa variedade de produtos e a presença em 22 países de 5 continentes (entre plataformas de produção e escritórios) atendem mais de 300 mil clientes em mais de 150 nações. Em 2012, a companhia registrou receita líquida de R$ 76 bilhões, um aumento de 22,5% em relação ao ano anterior.<br></strong><br></div><div><br></div><div><strong>Sobre o iTQi<br>O International Taste &amp; Quality Institute (iTQi) é uma organização independente. Sediada em Bruxelas, reúne Chefes e Sommeliers de reconhecida reputação, dedicados a avaliar, prestigiar e promover alimentos e bebidas do mundo todo. É formado por profissionais que integram as mais prestigiadas associações de culinária da Europa, como a Académie Culinaire de France, os Maîtres Cuisiniers da França, a Academy of Culinay Arts, Euro-Toques, a Federazione Italiana Cuochi, os Jeunes Restaurateurs d’Europe, a Associacion de Cocineros de España, a World Master Chefs Society, a Verband der Köche Deutschlands</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 18:35:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Prazo de entrega da Swift . </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li><strong>Receba em 1 dia útil. Na entrega Super expressa, o cliente pode receber em até 1 dia útil após a comprovação de pagamento (conforme disponibilidade de dia e horário no checkout)</strong></li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Primeiro nível Satisfação do consumidor: atender às expectativas mínimas do cliente.<br>Segundo nível da Satisfação do consumidor: ultrapassar as expectativas do cliente.<br>Terceiro Nível da Satisfação do consumidor: Surpreender ao Máximo seu Cliente.</strong></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 19:12:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Desenvolvimento do Produto </title>
         <author>cesardossantos08</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Carnes de qualidade com variedades de cortes e tempero, gados criados em fazenda própria com ótimas Tecnologias e profissionais para garantir a melhor qualidade do produto&nbsp;.</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-08 22:18:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Desenvolvimento do Plano de Qualidade </title>
         <author>cesardossantos08</author>
         <link>https://padlet.com/cesardossantos08/m6r995g2wmmqmdh9/wish/2582730094</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Atender as expectativas dos Clientes.<br>Evitar custos de ações corretivas.<br>Manter o custo da qualidade.<br>Melhorar a comunicação do projeto.<br>Manter em alta a auto estima da equipe, assim não se sentirão acuados com contínuas correções de serviços ou produtos.&nbsp;<br><br>Nossos 6 componentes principais para melhoria são:<br>✓ Melhoria da qualidade.<br>✓ Garantia da qualidade.<br>✓ Controle da qualidade.<br>✓ Planejamento da qualidade.<br>✓ Definições de processo.<br>✓ Melhoria do processo.&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 22:25:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Determinação dos objetivos do projetos </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>O objetivo geral demonstra a mudança na realidade que o projeto pretende contribuir, ou seja, visa dar resposta ao principal problema apontado pela comunidade. Tem uma Perspectiva de médio e longo prazos e não necessariamente é atingido durante a execução do projeto.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 23:54:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Planejamento dos procedimentos do projeto.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cesardossantos08/m6r995g2wmmqmdh9/wish/2582816755</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1) Entradas</strong></div><div><strong><em>Termo de abertura do projeto</em></strong></div><div><strong><br>O primeiro elemento para desenvolver o plano de projeto é o </strong><a href="https://artia.com/blog/termo-de-abertura-do-projeto/"><strong>termo de abertura do projeto</strong></a><strong> (ou </strong><strong><em>project charter</em></strong><strong>). Trata-se do documento que autoriza o início do projeto e contém as suas principais informações, como: nome, necessidade do projeto e quem será o gerente de projetos.</strong></div><div><strong><br>2) Ferramentas e técnicas</strong></div><div><strong><br>Ferramentas e técnicas são instrumentos e procedimentos utilizados para auxiliar a execução de alguma atividade dentro do projeto.</strong></div><div><strong><br>No caso do desenvolvimento do plano, as ferramentas e técnicas auxiliam a envolver as partes interessadas para coletar e analisar informações que vão compor o documento.</strong></div><div><strong><br>São eles:</strong></div><div><strong><em>Opinião especializada</em></strong></div><div><strong><br>A opinião especializada consiste em contratar agentes externos com conhecimento especializado para auxiliar no desenvolvimento do plano do projeto, como por exemplo um outsourcing especialista em gerenciamento de projetos. A técnica de opinião especializada pode auxiliar a:</strong></div><ul><li><strong>Determinar quais recursos humanos serão empreendidos na execução do projetos e quais habilidades eles devem ter.</strong></li><li><strong>Determinar quais são os processos de gerenciamento necessários ao projeto.</strong></li></ul><div><strong><em>Coleta de dados</em></strong></div><div><strong><br>A coleta de dados consiste em técnicas que podem ser utilizadas pela equipe de projetos para buscar soluções para problemas, discutir a abordagem de gerenciamento de projetos, a integração do projeto, e muito mais.</strong></div><div><strong><br>Algumas das técnicas de coletas de dados são:</strong></div><ul><li><strong>Brainstorming: dinâmica de grupo que tem o objetivo de reunir novas ideias para o projeto.</strong></li><li><strong>Listas de verificação: uma </strong><a href="https://artia.com/blog/checklist/"><strong><em>checklist</em></strong></a><strong> que auxilia o gerente de projetos a confirmar se todas as informações indispensáveis ao projeto estejam disponíveis no plano.</strong></li><li><strong>Grupos de discussão: reuniões com as partes interessadas para discutir pontos específicos do planejamento do projeto.</strong></li><li><strong>Entrevistas: questionários realizados com as partes interessadas para obter informações que irão compor o plano de projeto.</strong></li></ul><div><strong><em>Habilidades interpessoais e de equipe</em></strong></div><div><strong><br>São um conjunto de habilidades que o gerente de projetos deve ter e/ou desenvolver para liderar o desenvolvimento do plano de projeto. As principais são:</strong></div><ul><li><strong>Gerenciamento de </strong><a href="https://artia.com/blog/conflitos-entre-a-equipe-em-um-projeto/"><strong>conflitos</strong></a><strong>: habilidade de resolver divergências entre a equipe que está desenvolvendo o documento.</strong></li><li><strong>Facilitação: habilidade de driblar obstáculos e orientar as partes que estão envolvidas no desenvolvimento do projeto para chegar a resolução de problemas juntos.</strong></li><li><strong>Gerenciamento de reuniões: gerenciar as reuniões para que sejam claras e objetivas.</strong></li></ul><div><strong>3) Saídas</strong></div><div><strong><em>Plano de gerenciamento do projeto</em></strong></div><div><strong><br>Depois de coletar todas as entradas e utilizar as ferramentas e técnicas, você dará origem ao plano de gerenciamento do projeto, que vai conter as informações básicas sobre o projeto, os planos auxiliares, as linhas de base de custo, </strong><a href="https://artia.com/cronograma/"><strong>cronograma</strong></a><strong> e escopo, e alguns componentes adicionais que serão necessários ao seu projeto (como o ciclo de vida do projeto e o plano de gerenciamento das mudanças).</strong></div><div><strong><br>Desta forma, a estrutura do plano do projeto poderá ser, por exemplo:</strong></div><ol><li><strong>Título do projeto</strong></li><li><strong>Nome do gerente</strong></li><li><strong>Nome do patrocinador e/ou cliente</strong></li><li><strong>Justificativas</strong></li><li><strong>Objetivos</strong></li><li><strong>Aspectos gerais do gerenciamento do projeto</strong></li><li><a href="https://artia.com/blog/ciclo-de-vida-de-um-projeto/"><strong>Ciclo de vida do projeto</strong></a></li><li><a href="https://artia.com/blog/escopo-do-projeto-como-fazer-em-6-passos/"><strong>Gerenciamento do escopo</strong></a></li><li><a href="https://artia.com/cronograma/"><strong>Gerenciamento do cronograma</strong></a></li><li><a href="https://artia.com/blog/gerenciamento-de-custos-de-projetos/"><strong>Gerenciamento dos custos</strong></a></li><li><a href="https://artia.com/blog/qualidade-em-projetos-por-que-voce-deve-se-preocupar/"><strong>Gerenciamento da qualidade</strong></a></li><li><a href="https://artia.com/blog/gerenciamento-de-aquisicoes-o-que-e-e-como-fazer-do-jeito-certo/"><strong>Gerenciamento das aquisições</strong></a></li><li><strong>Gerenciamento das comunicações</strong></li><li><a href="https://artia.com/blog/gestao-de-riscos-em-projetos/"><strong>Gerenciamento de risco</strong></a></li><li><a href="https://artia.com/blog/gerenciamento-das-partes-interessadas-na-gestao-de-projetos/"><strong>Gerenciamento das partes interessadas</strong></a></li><li><strong>Gerenciamento dos recursos</strong></li><li><strong>Gerenciamento da integração</strong></li><li><strong>Referências</strong></li><li><strong>Anexos.</strong></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 00:20:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>revisão e aprovação.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Você envia uma tarefa de aprovação ou revisão herdada do modelo de projeto para iniciar o fluxo de aprovações da tarefa. Antes de enviar uma tarefa, você também pode editar os respectivos campos de detalhes, atualizar o documento associado ou adicionar usuários ao fluxo de aprovações. Por exemplo, convém personalizar um nome de tarefa genérico ou um fluxo de aprovações padronizado para corresponder aos requisitos de seu projeto específico</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 00:21:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desenvolvimento de projeto.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cesardossantos08/m6r995g2wmmqmdh9/wish/2588855597</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O desenvolvimento do plano do projeto utiliza as saídas dos outros processos, incluíndo planejameto estratégico para criar um documento consistente e coerente que possa ser usado para guiar tanto a execução quanto o controle do projeto. Este processo quase sempre se repete várias vezes.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 15:19:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Especificações</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><strong>&nbsp;Iniciação.</strong></li><li><strong>&nbsp;Planejamento.</strong></li><li><strong>&nbsp;Execução.</strong></li><li><strong>&nbsp;Controle e monitoramento.</strong></li><li><strong>Encerramento.</strong></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 15:32:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title> Análise financeira.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cesardossantos08/m6r995g2wmmqmdh9/wish/2588888714</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div>&nbsp;<strong>Uma gestão financeira baseia-se em cinco pilares: coleta de dados, análise, decisão, implementação e monitoramento.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 15:46:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Qual o diferencial da Swift?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cesardossantos08/m6r995g2wmmqmdh9/wish/2588908389</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>Na Swift, todas as carnes bovinas são maturadas e tenderizadas. Esses processos determinam o nosso diferencial, resultando em carnes muito macias de forma natural e sem aditivos. A maturação acontece sob temperatura controlada para que ocorra a liberação das enzimas que tornam a carne mais macia.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 16:04:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quais as melhores carnes da Swift?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cesardossantos08/m6r995g2wmmqmdh9/wish/2588910576</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li><strong>Picanha: A estrela do churrasco. ...</strong></li><li><strong>Os melhores cortes de alcatra. ...</strong></li><li><strong>Costela Quadrada Swift: Inovador com o máximo de sabor…</strong></li><li><strong>A nobreza do Filé Mignon. ...</strong></li><li><strong>Contra Filé: um clássico do churrasco.</strong></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 16:06:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Swift cria campanha com o mote “Tem qualidade em tudo”</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>A Swift, marca referência em qualidade de produtos alimentícios congelados, volta à mídia com nova campanha. Sob o conceito “Tem qualidade em tudo”, o apresentador e jornalista Tiago Leifert protagoniza os filmes que ressaltam a praticidade e variedade dos produtos, além da facilidade na hora de realizar a compra, que pode ser pelo app, na loja ou no supermercado. O filme começou a ser veiculado no último domingo (31/07), em horário nobre.<br></strong><br></div><div><strong>A Swift cada vez mais conquista espaço na mesa dos brasileiros e inova para estar presente em todos os momentos. Com um portfólio vasto e diversificado, a marca conta com cortes bovinos, aves, suínos, pescados, pratos prontos, sobremesas e muito mais. E o melhor: fácil e sempre perto do consumidor, seja na loja física, no supermercado mais próximo ou pelo app, recebendo em pouco tempo no conforto de casa.<br>Para comunicar esses e muitos outros atributos da marca que “Tem qualidade em tudo”, o apresentador Tiago Leifert volta a ser o rosto da campanha, um relacionamento que começou em 2020. Com um tom leve, descontraído e divertido, Leifert interage nos filmes para mostrar tudo o que o vasto portfólio da marca pode proporcionar: um variado e especial jantar em família, comida suculenta e prática para um encontro com os amigos, ou diversa e congelada individualmente para quem vive sozinho. Lew’Lara\TBWA assina, com produção da CINE.<br></strong><br></div><div><strong>“Queremos estar cada vez mais conectados com os consumidores, por isso, buscamos desenvolver soluções em produtos que atendam às expectativas de qualidade, e ainda, ofereçam praticidade e conveniência para o dia a dia dos brasileiros”, comenta Marcos Carvalho, diretor de Marketing da Swift.<br></strong><br></div><div><strong>Além de filmes, com o primeiro da série com 3 já disponível no canal da marca (confira aqui), a campanha conta com mídia digital e uma estratégia robusta em datas comemorativas, como o Dia dos Pais e Natal. Já para suportar a comunicação ao longo do ano, a marca fechou parceria para 2 projetos especiais de merchan: o Churrascão do Faustão, quadro do programa de Fausto Silva na TV Bandeirantes, todas às sextas-feiras, em que se tem uma churrasqueira e produtos Swift para um momento de descontração com os convidados; e com o Top Chef, em que o apresentador e chef Edu Guedes prepara uma receita especial por dia, de segunda à sexta-feira, com um corte da marca, podendo ser bovino, suíno, aves ou pescado.</strong><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 16:17:47 UTC</pubDate>
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         <title>Compensação de Embalagens</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Entre embalagens primárias e secundárias, incluindo as sacolas plásticas fornecidas em suas lojas, a Swift compensa resíduos plásticos, de papel, alumínio e vidro que deixam de ser destinados a aterros e apoiam o crescimento da cadeia de reciclagem no Brasil.<br></strong><br></div><div><strong>Com a parceria com a </strong><a href="https://www.eureciclo.com.br/"><strong>eureciclo</strong></a><strong>, a Swift realiza a compensação ambiental de todas as embalagens que são comercializadas, reciclando 100% do material equivalente à elas. Ou seja, quando uma embalagem é comercializada, outra é reciclada. Por ano, cerca de 2.000 toneladas de plástico, vidro, metal e papel deixam de ser destinadas aos aterros, com o apoio das cooperativas de catadores e centrais de triagens. Assim, a Swift colabora com a cadeia de reciclagem no Brasil, a inclusão social e a preservação do meio ambiente.</strong><br><br></div><div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=7a621Bwz-Bc&amp;feature=youtu.be"><br></a><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 16:33:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Energia Solar</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>A Swift implementa painéis de energia fotovoltaica, utilizando energia solar limpa e renovável em suas lojas e em todas as vans – veículos utilizados como unidades móveis para venda dos produtos da marca. A marca possui 101 lojas com placas fotovoltaicas sobre a cobertura do telhado e no interior e litoral do estado de São Paulo, 45 lojas Swift são abastecidas com energia gerada nas usinas de fazendas solares.<br></strong><br></div><div><strong>Os painéis fotovoltaicos captam a luz solar e geram energia elétrica que alimentam as lojas. Assim, a Swift gera menos gases poluentes e minimiza o impacto ambiental. O projeto é uma parceria com empresas como a Âmbar Energia do grupo J&amp;F, que atua desde a geração até a comercialização de energia. Até o segundo semestre de 2025, toda a rede será abastecida com energia solar.</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 16:34:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Plástico Reciclado</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>A Swift implementa pisos no estacionamento de algumas de suas lojas feitos a partir do plástico reciclado, sendo este material, uma solução para redução dos resíduos destinados para aterros sanitários.<br></strong><br></div><div><strong>Além disto, a marca possui telha feita com material 100% reciclado em Jáu, interior de São Paulo. Após esta inauguração todas as lojas da Swift que serão abertas possuirão o material em suas marquises. A telha verde é um produto fabricado por meio dos resíduos de embalagens multicamadas oriundas das operações das unidades da JBS, que antes eram destinados para aterros e agora são utilizados como matéria prima para fabricação das telhas sustentáveis.<br></strong><br></div><div><strong>Esta iniciativa é uma parceria com a JBS Ambiental e corrobora com o compromisso da JBS de zerar o balanço de suas emissões de gases causadores do efeito estufa, reduzindo suas emissões diretas e indiretas e compensando toda a emissão residual até 2040</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 16:36:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Prazo </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>É de extrema importância a entrega do nosso projeto para o mês de Julho. Com todo o escopo, de produtos e colaboradores em cada área, e a forma de como irá funcionar a nossa loja.&nbsp;</strong></div><div><strong>Através da comunicação intensa com nossos fornecedores até a data de 20 dias antes da entrega, se prontificou aentregar todos os produtos, para ser feita armazenagem e exposição em nossas freezers e prateleiras, afim de sanar as expectativas de nossos gestores. Nosso RH, já se dispôs a intensificar a contratação dos colaboradores de cada área com a sua respectiva função, e treinar cada qual, com extrema qualidade em cada função.&nbsp;</strong></div><div><strong>As demais áreas já estão dispostas a fornecer informações de imediato para os representantes de cada área, solucionando alguns desinformes já obtido no inicio do projeto, para que através de uma última revisão por nossos gestores, a empresa tenha feedbacks positivos nos primeiros meses, sendo eles desde o financeiro até elegios</strong>.</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-14 01:35:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Visão </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nossa empresa visa o atendimento de clientes locais, porém com perspectivas futuras para outras regiões de diferentes estados. O plano de desenvolvimento institucional contempla a avaliação dos clientes desde o atendimento até o consumo dos produtos.<br>Os colaboradores necessitam comprometer-se&nbsp; com&nbsp; a imagem da empresa otimizando processos para mitigar falhas internas por meio de uma comunicação eficaz.<br>Devem ser inovadores, criativos e colaboradores com qualificações em relações comerciais e tecnologias,ou seja comunicação oral ,escrita e digital.<br><br>MISSÃO: Proporcionar aos clientes a melhor relação entre custo e benefício oferecido&nbsp; produtos de qualidade com valor agregado&nbsp; para o consumo de alimentos gourmet.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-15 23:12:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Previnibilidade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cesardossantos08/m6r995g2wmmqmdh9/wish/2591994117</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fundo financeiro de caixa suficiente para planos de contingência.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-15 23:23:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Análise financeira </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cesardossantos08/m6r995g2wmmqmdh9/wish/2592023585</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>Após a análise da gerência, podemos aplicar com a ajuda de diferentes ferramentas conceituais de análise financeira, onde através de reuniões e métodos explicativos,devido que todos os envolvidos, possa ter uma visão mais ampla do nosso empreendimento.<br><br>&nbsp;Através do payback é possível fazer o cálculo que cada investidor fez, onde será muito mais rápido do que esperamos, devido que o fluxo de caixa será apresentado mês a mês com todos os gastos, retornos e na onde foi aplicado cada valor do investimento.<br><br>Através do RÓI, mostraremos a porcentagem de retorno, em cima do investimento que cada fez, e também onde que, através de gráficos, mostraremos os possíveis prejuízos ligados ao investimento realizado Mantendo assim uma segurança para com todos envolvidos no projeto.<br><br>E por fim através da ferramenta TIR, identificaremos a taxa interna do retorno, onde que , cada um terá um percentual sobre o quanto o projeto poderá render, considerando o fluxo caixa.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-16 00:00:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Revisão para o fechamento </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cesardossantos08/m6r995g2wmmqmdh9/wish/2592048385</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Após ter realizado a última reunião entre os dirigentes do projeto, foi feito uma revisão de todos os tópicos mais importantes a serem destacados e já citados antes, onde ficou acordado com todos os envolvidos no projeto, que o principal foco de todos, será um retorno rentável e com boa qualidade de atendimento. Esses tópicos foram revisados 5 vezes por especialistas e gerenciadores de cada área, que são eles:<br><br>- gerenciamento de controle de fluxo de caixa;<br><br>- gerenciamento de logística;<br><br>- gerenciamento de steakholders;<br><br>- gerenciamento do treinamento para os colaboradores;<br><br>- gerenciamento de pesquisas formais e informais;<br><br>- gerenciamento de marketing ( digital, tradicional, produto…ET );<br><br>- gerenciamento de colaboradores;<br><br>- gerenciamento de manutenção dos equipamentos&nbsp; e derivados<br><br>- gerenciamento de controle e qualidade de estocagem dos produtos;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-16 00:23:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cesardossantos08/m6r995g2wmmqmdh9/wish/2596185584</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Desenvolvemos essa pesquisa, referente ao bom relacionamento entre cliente e fornecedor, para que possamos refletir muito em como queremos ser como empresa, por isso direcionamos ao nossos clientes algumas perguntas, onde possa ser feito melhorias, críticas, elogios e etc., em nossas instalações.<br><br></strong><strong><em>Pesquisa de Satisfação do Cliente <br></em></strong><strong><br>1. Atendimento nas dependências da loja</strong></div><div><strong>( )Ótimo ( )Bom ( )Regular ( )Ruim ( )Péssimo</strong></div><div><strong>Por quê?<br></strong><br></div><div><strong>2. Atendimento do vendedor, ele soube sanar as suas dúvidas? :</strong></div><div><strong>( )Ótimo ( )Bom ( )Regular ( )Ruim ( )Péssimo</strong></div><div><strong>Por quê?<br></strong><br></div><div><strong>3. Atendimento do financeiro</strong></div><div><strong>( )Ótimo ( )Bom ( )Regular ( )Ruim ( )Péssimo</strong></div><div><strong>Por quê?<br></strong><br></div><div><strong>4. Atendimento do gerente</strong></div><div><strong>( )Ótimo ( )Bom ( )Regular ( )Ruim ( )Péssimo</strong></div><div><strong>Por quê?<br></strong><br></div><div><strong>5.Qualidade dos produtos?</strong></div><div><strong>( )Ótimo ( )Bom ( )Regular ( )Ruim ( )Péssimo</strong></div><div><strong>Por quê?<br></strong><br></div><div><strong>6.Como qualifica o modo de embalagem dos produtos que chega até você?</strong></div><div><strong>( )Ótimo ( )Bom ( )Regular ( )Ruim ( )Péssimo</strong></div><div><strong>Por quê?<br></strong><br></div><div><strong>7. Nossos produtos resultam na sua satisfação?</strong></div><div><strong>( )Sim ( )Não</strong></div><div><strong>Por quê?<br><br>8. Você encontrou todos os produtos que procurava?<br>(&nbsp; ) Sim (&nbsp; ) Não&nbsp;<br>Por que?<br><br>9. Todos os produtos estavam posicionados e com boa visibilidade para alcançá-los?<br>(&nbsp; ) Sim&nbsp; (&nbsp; ) Não&nbsp;<br>Por que?<br><br>10. As dependências do estabelecimento estão organizadas e limpas?<br>(&nbsp; ) Sim (&nbsp; ) Não&nbsp;<br><br>11. Falta algum produto em específico para datas comemorativas?<br>(&nbsp; ) Sim&nbsp; (&nbsp; ) Não&nbsp;<br>Por que?<br><br>12.&nbsp; O que fez comprar de nós inicialmente?<br><br>13.&nbsp; Qual o fator principal em que nos faz se destacar no ramo alimentício, do que as outras empresas do mesmo ramo?<br><br>14. Você nos indica para alguém? Por quê?</strong></div><div><strong><br>15. Deixe a sua sugestão:</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-18 12:11:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desenvolvimento de Plano de Suporte</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Estratégia: Em caso de uma Emergência, é necessário demandar um investimento considerável a parte, por parte dos gestores das empresas, tanto em termos de tempo quanto de dinheiro. Manter a comunicação entre setores é necessário para que possa sanar a situação em que a empresa ira encontrar pelo caminho.<br><br>Metas: Como metas iremos incorporar um sistema de treinamento continuo de nossos gestores de cada área, onde através de reuniões diárias, ira demonstrar como anda o mercado de cada setor, onde devemos investir, e na onde devemos estar atentos em caso de uma queda no mercado. Como por exemplo, uma pandemia em que vivenciamos há alguns anos atrás.&nbsp;<br>Após todos na mesa decidir, colocar em vigor cada pauta apresentada e aprovada por todos.<br><br>Plano de Ação:&nbsp;</strong></div><ul><li><strong>Planejar como não ser atingido por uma queda de mercado.</strong></li><li><strong>Fazer com que cada colaborador, entenda o quanto é importante a busca por informações sobre mercado financeiro.</strong></li><li><strong>Checar se o seu fluxo de caixa, está em ordem</strong></li><li><strong>Agir no momento certo e na hora certa, sem deixar afetar os outros colaboradores, para que todos possam manter a calma, e achar um caminho mais fácil para sair da situação em que se encontrar. &nbsp;</strong></li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-18 22:31:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fechamento</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cesardossantos08/m6r995g2wmmqmdh9/wish/2596868687</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Com o projeto finalizado, o nosso gerente de projeto deve finalizar todos relatórios, documentar a experiência do projeto, fornecer informação sobre o produto do projeto e como atendeu seus requisitos do projeto, e então, documentar.<br>Assim que a documentação do projeto for concluída, o nosso gerente de projeto submeterá os relatórios finais aos nossos gestores. Os relatórios finais incluirão informações sobre as variações, status report, e revisões do desempenho dos colaboradores.<br>Os registros do projeto devem ser arquivados de modo que outros gerentes de projeto possam usá-los para futura referência em uma possível reformulação.<br>Fazer um checklist, para avaliar o projeto, determinar se os objetivos do negócio e do projeto foram alcançados, documentar os sucessos e/ou fracassos do projeto dentro de um arquivo único.<br>Levar adiante as lições aprendidas, onde&nbsp; são identificadas e divulgadas para aperfeiçoar processos para futuros projetos.<br></strong><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-19 00:25:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Documentos e Liberações </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cesardossantos08/m6r995g2wmmqmdh9/wish/2596877669</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li><strong>Alvará: O líder entre os documentos de empresas</strong></li><li><strong>&nbsp;Inscrição Estadual e Municipal, serve para recolher e fiscalizar o pagamento do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Prestação de Serviços). Ou seja, se a sua empresa comercializa qualquer tipo de produto é necessário ter esse registro.</strong></li><li><strong>Relação Anual de Informações Sociais (Rais), é um dos mais importantes documentos de empresas, pois diz respeito à contratação de pessoas e o controle das atividades trabalhistas.</strong></li><li><strong>Licença Sanitária e Licença Ambiental, é concedida pela Vigilância Sanitária da sua região, sendo exigida para hotéis, farmácias, empresas que produzam alimentos, </strong><a href="https://www.odontologiacomestetica.com.br/clinica-odontologica?ref=blog.keruak.com.br"><strong>clínicas odontológicas</strong></a><strong> ou médicas e distribuidoras de produtos químicos. Quanto à Licença Ambiental, o empresário precisa se sua atividade exige esse licenciamento concedido por órgão ambiental.</strong></li><li><strong>O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) é uma forma de controle mensal feita pelo Ministério do Trabalho e Emprego sobre os trabalhadores admitidos e demitidos no período.</strong></li><li><strong>Livros contábeis e fiscais, as operações contábeis e fiscais são documentos de empresas importantíssimos e devem ser totalmente registradas, ficando sob a guarda da própria empresa. Esses materiais são os livros Diários, Razão, de entradas, de saídas e de controle de estoques. Esses documentos são fundamentais para registrar informações de compra e venda, recebimentos e pagamentos de impostos, transferências bancárias, movimentações bancárias, baixas de estoque e mais.<br>Os livros se interligam e, nos momentos de fiscalização, devem ser entregues aos órgãos governamentais sem contradições.</strong></li><li><strong>Notas Fiscais, outro documento extremamente importante para a segurança das empresas e dos clientes é a nota fiscal. A emissão desse documento é obrigatória para a grande maioria das empresas e seu armazenamento é exigido por um período de cinco anos.<br></strong><br></li></ul><div><strong><br></strong><br><br></div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-19 00:33:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Big Data</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cesardossantos08/m6r995g2wmmqmdh9/wish/2599070522</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Esta ferramenta busca, um mecanismo estratégico de análise.&nbsp;</strong></div><div><strong>Isso porque, ela coletar, organizar&nbsp; permiti a interpretação dos dados obtidos, é possível obter </strong><strong><em>insights</em></strong><strong> importantes sobre questões variadas. Devido ao seu excelente funcionamento, conseguimos identificar por exemplo, qual o produto o cliente esta comprando mais, com isso, conseguimos traçar uma estratégia de vendas, para que possamos vender os outros produtos também, para que não possa haver desperdícios de produtos e também no financeiros.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 22:00:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mindset</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cesardossantos08/m6r995g2wmmqmdh9/wish/2599076332</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Através dessa ferramenta conseguimos identificar, o por que, o cliente busca somente aquele produto em especifico, devido que, temos outros produtos com a&nbsp; mesma finalidade, mas seja ele com outro nome ou embalagem. Com isso, podemos abordar o cliente com uma pratica de venda diferente, fazendo com que o cliente, amplie o seu olhar e seu modo de pensar, sobre outros produtos com a mesma especificação. Um exemplo clássico, é a picanha , onde pode ser substituído pela maminha, ambas com a mesma qualidade, sendo elas são macias e suculentas.&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 22:15:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Design Thinking</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cesardossantos08/m6r995g2wmmqmdh9/wish/2599080296</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>É uma ferramenta, que nos instrui a inovar a forma de administrar a nossa loja, sendo um&nbsp; critico e criativo, podendo ser através de feedbacks em nossos meios de comunicações digitais, ou em uma abordagem direta. É uma forma de buscar soluções para os problemas encontrado em nossa loja, independente da sua natureza ou magnitude, buscando essa melhoria, devemos elaborar um plano de ação para com todos os colaboradores, onde consigamos elaborar um&nbsp; brainstorming de soluções, em seguida colocar no papel todas elas, e levar a mesa dos nossos gestores, e por unanimidade , escolher uma melhor forma de se destacar&nbsp; dos demais. &nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 22:27:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Scrum</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cesardossantos08/m6r995g2wmmqmdh9/wish/2599286950</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Essa é uma das ferramentas que mais nos chama a atenção, devido que nossos colaboradores, estão atentos as novas tecnologias, e sempre buscam trazer em nossas reuniões um pouco de cada assunto. Pois bem, isso esta sendo possível, desde quando implantamos essa ferramenta, ela nos traz uma abrangente visão de como nossos colaboradores se reportam no trabalho em equipe, com a pressão e para realizar a tarefa com um tempo pré determinado, isso demonstra o quanto eles estão dispostos a evoluir junto com a empresa, otimizando o processo e maximizando as oportunidades.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-22 02:19:09 UTC</pubDate>
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