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      <title>AG - Ensino Religioso - A liberdade e suas consequências. by PEDRO HENRIQUE GURGEL TELES BEZERRA</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-11 15:13:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>0720240557</author>
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         <description><![CDATA[<p>A partir dos princípios do catecismo expostos pelo livro <strong>Youcat</strong>, fomentados na dogmática cristã, a liberdade é definida como "(...) poder, <strong>dado por Deus ao homem</strong>, de agir e não agir, de fazer isto ou aquilo, praticando assim por si mesmo ações deliberadas." [1730-1733, 1743-1744]. Em outras palavras, a liberdade compreende um <strong>dom concedido por Deus ao homem</strong>, o qual permite que esse norteie suas ações a partir de suas próprias escolhas, exercitando-as de modo legítimo e consciente. Em efeito, tal permite que um indivíduo escolha diretamente uma trajetória de <strong>bem ou de mal</strong>.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 21:58:56 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Ser livre significa possuir-se a si mesmo&quot; - Dominique Lacordaire</title>
         <author>0720240557</author>
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         <description><![CDATA[<p>Em um âmbito mais amplo, a faculdade da liberdade e do livre-arbítrio pode ser vista como o domínio do indivíduo sobre sua própria consciência; <strong>é aquilo que condiciona ao ser sua individualidade e seu caráter único. </strong>Um homem que se deixa levar pela influência das circunstâncias, sem propriamente manifestar seus anseios ou exercitar sua consciência, não pode ser chamado de livre, da mesma forma que aquele que, sob o jugo da coerção alheia, prescinde suas próprias decisões, não pode ser tido como verdadeiramente singular, uma vez que atua meramente como extensão da vontade do outro. Nossa individualidade, então, é dada pela forma como decidimos articular a liberdade por nós mesmos. A inexorável relação estabelecida entre a liberdade e a unicidade do homem fez com que filósofos e teólogos, ao longo da história, equiparassem-na à alma quanto a sua indispensabilidade na constituição do indivíduo. Tal preceito, porém, não exclui a submissão aos desígnios de Deus, cuja vontade, quando submetida a si, engrandece a liberdade, conferindo significado a essa, como aponta Papa Bento XVI: "Quem se abandona totalmente nas mãos de Deus não se torna um fantoche de Deus, alguém conscientemente aborrecido; ele não perde sua liberdade. Somente quem confia em Deus totalmente encontra a liberdade, a grande e criativa vastidão da liberdade do bem."</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 22:20:49 UTC</pubDate>
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         <title>O ser humano é responsável por tudo o que faz consciente e de livre vontade - [1734-1737, 1745-1746]</title>
         <author>0720240557</author>
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         <description><![CDATA[<p>A liberdade, como atitude caracterizada pela ação deliberada e consciente, é tida, também, como objeto de responsabilidade, sendo o indivíduo culpado por qualquer infração ou mau uso de tal direito. A punição, então, compreende também elemento inalienável da liberdade. Por isso, de acordo com os princípios do catecismo, é preciso articular o exercício da liberdade sempre para o bem coletivo, na qual essa encontra, verdadeiro propósito. Assim, "quanto mais praticamos o bem, mais livres nos tornamos."</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 22:44:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>0720240557</author>
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         <description><![CDATA[<p>É prevista, na Declaração Universal dos Direitos Humanos, a liberdade como direito fundamental e inalienável de todo e qualquer ser humano, independente de qualquer distinção estabelecida por raca, sexo, fé, ou qualquer outra categorização. Esse, porém, não se faz completamente absoluto, na medida em que se faz<strong> limitado pelas liberdades individuais dos outros</strong>, que devem permanecer sempre invioladas. <strong>A liberdade de um, então, encontra fronteira somente quando interfere diretamente na liberdade de outro.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 23:05:40 UTC</pubDate>
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         <title>Exemplo na realidade</title>
         <author>0720240557</author>
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         <description><![CDATA[<p>Imaginemos uma situação na qual um indivíduo exercita de forma pouco prudente sua liberdade, promovendo a censura e a perseguição de indivíduos com opiniões divergentes das suas em debates nas redes sociais. Ainda que a pessoa em questão possua a capacidade e a liberdade de expressar-se abertamente, essa perspectiva é alterada a partir do ponto em que suas ações passam a diretamente interferir na possibilidade dos outros de desenvolverem suas próprias liberdades. Nesse contexto, compreender as responsabilidades do homem portador do livre arbítrio como agente do Bem torna-se fundamental. Entendendo-se o papel da liberdade de cada não como um meio de impor a própria vontade sobre àquela do outro, mas como ferramenta para engrandecer e manifestar a liberdade do todo em prol do Bem impede que o indivíduo se deixe levar por vias negativas e prejudiciais a si e àqueles com os quais interage.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 23:09:34 UTC</pubDate>
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         <author>0720240557</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Imagem escolhida: </strong>O indivíduo possui sua própria liberdade, porém olha para o divino para saber como utilizá-la para o bem. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 23:28:31 UTC</pubDate>
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