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      <title>Eduardo Ferreira Roque by EDUARDO FERREIRA ROQUE</title>
      <link>https://padlet.com/edfroque/m5wt2b4cl961</link>
      <description>Físico </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-10-12 20:06:49 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-06-09 01:03:52 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Eduardo Ferreira Roque </title>
         <author>edfroque</author>
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         <description><![CDATA[<div>O <strong>único lugar</strong> onde <strong>sucesso vem antes do trabalho é no dicionário</strong> .&nbsp;<br>Sou Bacharel em Física, graduando em Licenciatura em Física e Engenharia Elétrica, sou professor de Fundamentos de Eletricidade e Orientador de Tutor na Universidade do Estado do Amapá, atuando 12 anos como professor de Física,Química e Matemática, moro em São joão de Meriti - RJ sendo que atualmente estou no Estado do Amapá</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-12 20:23:41 UTC</pubDate>
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         <title>Motivação Educacional </title>
         <author>edfroque</author>
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         <description><![CDATA[<div>Verdades da Profissão de Professor               <br>Ninguém nega o valor da educação e um bom professor e imprescindível. Mas, ainda que desejem bons professores para seus filhos, poucos pais desejam que seus filhos são professores. Isso é um trabalho de educar é duro, difícil e necessário, mas que é o que é que somos profissionais continuamente sendo desvalorizados. Apesar de bem remunerados, com baixo prestígio social e responsabilizado pelo corte de educação, grande parte resiste e continua apaixonada pelo seu trabalho.<br>A data é um convite para todos, pais, alunos, sociedade, repensemos nossos papéis e nossas atitudes, pois com elas demonstramos o compromisso com uma educação que queremos. Aos professores, não é candidato para que não descubra sua missão de educar, nem desanimem diante dos desafios, nem deixa de educar como pessoas para ser "águias" e não apenas "galinhas". Pois, se a educação sozinha não transforme uma sociedade, sem ela, tampouco, uma sociedade muda.</div><div><a href="https://www.pensador.com/autor/paulo_freire/">Paulo Freire</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=8eMVewShCNg" />
         <pubDate>2017-10-12 20:46:31 UTC</pubDate>
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         <title>Uma critica ao Sistema Educacional Brasileiro. &#39;&#39;A péssima qualidade da Educação publica de nível básico e suas consequência.</title>
         <author>edfroque</author>
         <link>https://padlet.com/edfroque/m5wt2b4cl961/wish/196645453</link>
         <description><![CDATA[<div>Mais de 65% dos alunos brasileiros não 5º ano da escola pública não sabem reconhecer um quadrado, um triângulo ou um círculo. Cerca de 60% não conseguem localizar informações explícitas na história de conto de fadas ou em reportagens. Entre os maiores, no 9º ano, cerca de 90% não aprenderam a conversor uma medida dada em metros para centímetros, e 88% não conseguem apontar uma ideia principal de uma crônica ou de um poema. Essas são vistas das habilidades mínimas esperadas nessas etapas da escola, que não são exibidas. É o que mais vem dos resultados da última Prova Brasil, divulgado pelo governo federal no final de novembro. A prova avalia, a cada dois anos, o desempenho de alunos do 5º e do 9º ano em português e matemática. É usado para compor o indicador principal de qualidade da <a href="http://epoca.globo.com/?s=Educa%C3%A7%C3%A3o">educação</a>do país, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Os resultados revelam, no entanto, algo ainda mais perigoso que o baixo desempenho: uma desigualdade. Enquanto em alguns Estados do Sul, como São Paulo e Santa Catarina, metade dos alunos com conhecimento em português, Estados como Alagoas e Maranhão não estão em 20% . "Ernesto Martins Faria, coordenador de projetos da Fundação Lemann, organização sem fins lucrativos que atua para melhorar a qualidade da educação.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=2S2orOmY5Es" />
         <pubDate>2017-10-12 21:35:36 UTC</pubDate>
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         <title>O professor é o fator que mais influencia na educação das crianças</title>
         <author>edfroque</author>
         <link>https://padlet.com/edfroque/m5wt2b4cl961/wish/196650278</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Para eles, uma avaliação padronizada precisa ser complementada com avaliações específicas em cada escola. O Plano Nacional de Educação prevê a análise de aspectos que podem captar a eficiência de cada escola – como a formação dos professores, a localização da escola, o perfil dos alunos e o envolvimento da comunidade. “São fatores que não estão voltados apenas ao aprendizado do aluno, mas acabam influenciando a qualidade do ensino”, diz Cara.<br><br></div><div>Desde que a educação se tornou um direito garantido pela Constituição, há mais de 25 anos, duas grandes políticas públicas foram responsáveis pelo tímido avanço da educação brasileira: a universalização do ensino básico, que garantiu a matrícula de toda criança na escola, e o sistema de avaliação do ensino. A partir de agora, para dar o passo que falta na qualidade, o país precisa de  ferramentas mais sofisticadas do que apenas vagas e uma prova padronizada.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=_17tzxUcuUg" />
         <pubDate>2017-10-12 22:11:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Videos da Educação no Brasil comparado á Coréia. </title>
         <author>edfroque</author>
         <link>https://padlet.com/edfroque/m5wt2b4cl961/wish/196650862</link>
         <description><![CDATA[<div>A Coreia (a do Sul, é claro) ti­nha em 1960 um PIB per capita de 900 dólares. O Brasil tinha o do­bro. Em algum ano da década de 1980 nos igualávamos, com um PIB per capita da ordem dos 5 mil dólares. Hoje, o da Coreia é de 32 mil dólares e o nosso está na casa dos 10 mil dólares. Embora tenhamos que ser cautelosos no explicar tal diferença de desempenho, pois estamos comparando histórias, geografias, etnias e culturas bem di­versas, não há como negar que a evolução educacional tem muito a ver com a dianteira que tomaram os asiáticos. Não há quem discorde, mundo afora.<br>Em 1960, tínhamos, Brasil e Coreia, 35% de analfabetos. Hoje, temos 13% (não considerados os analfabetos funcionais) e eles têm zero. Apenas 18% dos jovens brasileiros estão na universidade, en­quanto só 18% dos coreanos não estão lá. A evasão escolar ao fim do ensino médio é de mais de 60% no Brasil, enquanto na Coreia é de 3%. Repito que há que se ter cuidado no comparar trajetórias de dois países tão diferentes, um com área de 100 mil quilômetros quadrados e 50 milhões de habitantes e outro com população quatro vezes maior, e área 80 vezes superior.<br><br>Mas o sucesso coreano despertou a atenção de analistas pelo mundo afora, e é, repito, unânime o diagnóstico de que a locomotiva que tracionou o desenvolvimento do país foi a educação. Há um es­tudo do professor da USP José Claudio Cyrineu Terra, recomendável para quem desejar se ilustrar sobre o assunto. O título é: “Ru­mo à Sociedade do Conhe­cimento — as Trajetórias do Brasil e da Coreia do Sul”.<br><br>O investimento inicial no ensino fundamental coreano foi gigantesco, material e intelectualmente falando. E só após aparecerem seus frutos, voltaram-se as políticas pú­blicas para os ensinos médio e su­perior. Este último consome no Brasil oito vezes mais recursos do que o fundamental. Na Coreia não chega ao dobro. Há lá um estímulo grande para que estudantes busquem boas universidades estrangeiras, aliviando a pressão sobre o ensino universitário local, mais caro, e que exige mais conhecimento e sofisticação. Em 2010, quase 100 mil jovens coreanos estavam matriculados em universidades americanas (os brasileiros não chegavam a 9 mil, apesar da disparidade populacional).<br><br>Mas toda essa política educacional não foi adotada ao sabor do improviso — e nem poderia. Obe­deceu-se a um plano, avaliado e aperfeiçoado ano a ano, durante o governo Park Chung-hee (1963-1979). Nada açodado ou mal pensado. Aqui, vivemos de casuísmos educacionais. Nesta mesma semana, três deles chamam a atenção: 1) O Senado está apreciando um projeto que estabelece um porcentual mínimo de 10% do PIB a ser aplicado em educação (aplicamos hoje 5,1%). Não será aumentando recursos e continuando a aplicar mal que re­solveremos o problema. A Coreia aplica pouco mais de 4%.<br><br>2) O ministro da Educação, tentando justificar os resultados pífios do Ideb, veio à televisão, inseguro (nunca foi educador), anunciar algumas medidas pontuais e débeis.<br><br>3) Está em curso a tentativa ao menos discutível de implantação de cotas raciais e destinadas a alunos das escolas públicas nas universidades. Por falar nisso, João Batista Araújo de Oliveira, PhD em Pes­quisa Educacional pela Uni­ver­sidade da Flórida e diretor do IAB-Instituto Alfa e Beto, deu na semana passada interessante entrevista à “Veja”. Vale repisar que falta planejamento no Brasil desde os governos militares. Nem o governo Fer­nando Henrique — um intelectual — percebeu que não se governa um país, por menor que seja, e muito menos um Brasil, sem um cuidadoso planejamento estratégico. E devidamente acompanhado, sempre, por boas cabeças pensantes.<br><br>A “Veja”, em 2008, falava de algumas medidas que deveriam compor um plano de valorização educacional. Era a experiência aconselhando. São as apontadas por analistas que estudaram o su­cesso de alguns países no ensino, como a Finlândia, além da própria Coreia. Dizem respeito à concentração de recursos no ensino fundamental, até sua universalização (ao contrário do que fazemos hoje); ao incentivo aos melhores alunos (a Coreia recruta entre os melhores discentes do ensino mé­dio os professores do fundamental, e dá a eles bons salários e estímulos para progresso na carreira); aos salários e bom ambiente de trabalho para os docentes (o salário inicial na Coreia é de 3 mil dólares, maior que o dos EUA, e um dos maiores do mundo); a atrair empresas para parcerias financeiras com universidades e desenvolver polos universitários voltados para alta tecnologia; à maior permanência nas escolas (o tempo de permanência na Coreia é de dez horas diárias, dobro do que é no Brasil); à participação dos pais e familiares nas atividades escolares. Quanto a esse item, é interessante observar que nos melhores colégios apontados pelo Ideb em todo o território na­cional, como os colégios militares de Anápolis, em Goiás, e Cu­ritiba, no Paraná, os professores e administradores entrevistados evidenciam o cuidado com trazer os pais para participar do processo educacional dos filhos, com a disciplina e com o civismo, coisas desleixadas na maioria das nossas escolas de hoje. Temos um longo caminho a percorrer para adequar o ensino às necessidades da nação. Quanto antes começarmos, melhor.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=h7-KMf9lpH8" />
         <pubDate>2017-10-12 22:16:36 UTC</pubDate>
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         <title>Uma Breve Reflexão sobre a Educação no Brasil </title>
         <author>edfroque</author>
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         <description><![CDATA[<div>Inicio saudando os professores e educadores de todo o País. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-12 22:32:21 UTC</pubDate>
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