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      <title>My delightful wall by </title>
      <link>https://padlet.com/karen_kantorski/m4yprub8m2g1</link>
      <description>Made with a dash of wit</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-05-25 21:16:26 UTC</pubDate>
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         <title>Violência na Infância</title>
         <author>karen_kantorski</author>
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         <description><![CDATA[<div>Vamos construir este mural com informações para profissionais de saúde e de educação de como prevenir, identificar, encaminhar e/ou tratar Violência na Infância!&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-25 21:18:08 UTC</pubDate>
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         <title>Para construir o mural, utilizem as referências postadas no Blackboard! </title>
         <author>karen_kantorski</author>
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         <pubDate>2018-05-25 21:27:52 UTC</pubDate>
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         <title>NÃO ESQUEÇAM DE COLOCAR SEUS NOMES!!</title>
         <author>karen_kantorski</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-05-25 21:36:29 UTC</pubDate>
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         <title>VIOLENCIA NA INFANCIA E ADOLESCENCIA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/karen_kantorski/m4yprub8m2g1/wish/263747622</link>
         <description><![CDATA[<div>DAIANE LAUTER <br>A Organização Mundial da Saúde define a violência como o uso da força física ou do poder, real ou em ameaça, contra uma pessoa, um grupo, uma comunidade ou contra si próprio e que resulte ou possa resultar em lesão, morte, dano psicológico, deficiência de desenvolvimento ou privação.<br><br></div><div>As crianças são consideradas grupos populacionais vulneráveis, susceptíveis a sofrer violação da saúde física, mental e emocional.<br><br></div><div>Apesar de toda a força da lei que protege crianças e adolescentes os dados referentes a crianças e adolescentes vitimas de violência são alarmantes, dentre eles temos as agressões, abuso sexual, violência psicológica, entre outros.<br><br></div><div><strong>FORMAS DE PEVENÇÃO DA VIOLENCIA NA INFANCIA E NA ADOLESCENCIA:<br></strong><br></div><div>Incentivar a promoção, o acompanhamento do desenvolvimento integral e o atendimento às necessidades essenciais da primeira infância, incorporando o Programa de Saúde da Família a essa atividade <br><br></div><div>-Ampliar e fortalecer a Rede Nacional de Prevenção da Violência e Promoção da Saúde</div><div>-Inserir na organização da rede de atenção à saúde as ações de prevenção da violência e promoção da saúde</div><div>-Implementar campanhas de comunicação social</div><div>-Instituir nas três esferas de governo câmaras setoriais das políticas de saúde, segurança, prevenção da violência e promoção da cultura de paz  </div><div>-Implantar sistemas de vigilância, prevenção e cuidado nos casos de tentativas de suicídio nos estados e municípios.</div><div>                           <br><br></div><div>SINAIS DE VIOLENCIA:<br><br></div><div>Os sinais que indicam que a criança ou adolescente sofreu alguma violência variam de acordo com a idade e tipo de agressão. Além do choro, outras reações são perceptíveis até o fim da adolescência. Em qualquer idade, é preciso prestar atenção ao aparecimento, sem causa aparente, de irritabilidade constante; olhar indiferente e apatia; distúrbios do sono; dificuldade de socialização e tendência ao isolamento; aumento na incidência de doenças, especialmente de fundo alérgico; e frequentes de afecções de pele.<br><br></div><div>Também é preciso ficar alerta a manifestações precoces de sexualidade, desconfiança extrema, autoflagelação, baixa autoestima, insegurança e extrema agressividade ou passividade. “São sinais só perceptíveis principalmente por quem convive com a criança ou a vê com frequência, na escola, na igreja e em outro lugar de convívio social.<br><br></div><div>TRATANDO A VIOLENCIA:<br><br></div><div>É de grande valia que os profissionais ligados direta ou indiretamente com crianças vítimas de violência obtenham informações necessárias e concretas, tentando, assim, identificar o impacto que tem causado na vida delas. Entretanto, o conhecimento atual a respeito da violência ainda está em processo de construção, em função da complexidade do tema. Nesta perspectiva, surgem vários fatores de risco para adoecimento, como lesões físicas e sofrimento psíquico, além de prejuízos futuros à saúde. Em relação às meninas, podem apresentar comportamentos negativos, como consumo de drogas e uma gravidez indesejada na adolescência, como consequência dos atos violentos sofridos.<br> <br> Sendo assim, o hospital é o local para onde se dirigem as crianças com lesões graves, e em risco de vida ocasionado pela violência familiar, é o espaço em que se pode atuar para romper o círculo desta violência. Em função disso, a Organização Mundial da Saúde preconiza a existência de serviços especializados para o atendimento de crianças vítimas de violência com o objetivo de prevenir mortes, reduzir sequelas e promover sua recuperação.<br><br></div><div>Os profissionais da área da saúde e da educação tendem a subestimar a importância da violência familiar, sendo ainda muito precária a detecção de casos nas escolas, principalmente quando se leva em conta a elevada frequência do evento. Enfocando o cenário brasileiro, é necessário que se indague a respeito da situação atual, especialmente quando se considera uma história bem mais recente de estudos nesta área.<br> <br> Devemos estar atentos, também, para o fato de que a violência contra a criança só começará a diminuir quando ela for vista, respeitada e tratada como ser humano, sujeito de sua história de vida, sendo-lhe dada a capacidade de pensar, agir e reagir ante as adversidades do meio em que vive. Somente a partir desse momento será verdadeiramente respeitada<sup>.<br></sup><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-25 23:28:04 UTC</pubDate>
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         <title>Como Identificar possíveis sinais de abuso sexual em  crianças.</title>
         <author>taisbar33</author>
         <link>https://padlet.com/karen_kantorski/m4yprub8m2g1/wish/263748635</link>
         <description><![CDATA[<div>Tais Daniela <br>Segundo dados do disque 100 (disque direitos humanos) e do SUS ,mais de 120 mil casos são de abuso sexual em crianças e adolescentes , isto equivale a pelo menos três ataques por hora .<br>Mas como identificamos abuso sofrido por crianças e adolescente?<br>1- Mudança de comportamento : É o primeiro sinal a ser observado ,pois o comportamento destas crianças mudam bruscamente.<br>2- Proximidade excessiva :Geralmente a criança e o adolescente passam a ter rejeição pelo abusador .<br>3- Regressão : A criança passa  a fazer coisas que não fazia mais ,como fazer xixi na cama novamente ,chupar o dedo ou as vezes começa a chorar do nada sem motivos.<br>É possível perceber também que estas crianças e adolescentes mudem seus relacionamentos sociais.<br>4- Segredos : Para manter o silencio da vitima o abusador passa a fazer ameaças de violências físicas ou chantagens,dizendo que vai expor fotos ou videos em redes sócias.<br>5- Hábitos :Uma criança vitima também apresenta alterações de hábitos repentinas , as vezes esta criança passa ter uma aparência mais descuidada.<br>O que fazer quando desconfiarmos que alguma criança esta sofrendo abuso:<br>Devemos procurar ajuda de uma pessoa especialista que possa nos ajudar e orientar corretamente , lembrando que varias características acima citada podem ser de um adolescente em desenvolvimento por este motivo devemos sempre ter ajuda de alguém especialista  .<br>Devemos sambem acionar o conselho tutelar ou a vara de infância e do adolescente </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-25 23:54:37 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>COMO PODEMOS PREVENIR A VIOLÊNCIA?                           É de suma importância que tenhamos em mente que a prevenção da violência infantil é um dever de todos, e que para preveni-la devemos realizar ações coletivas, tais ações tem como parceiros fundamentais: Instituições de educação e ensino, Associações, Grupos formais e informais, Lideranças comunitárias e juvenis ... e que quanto mais cedo se inicia este processo, maiores são as chances de evitar a violência.No pré-natal deve-se trabalhar a aceitação da gestação promovendo vínculos afetivos e de cuidado e com o intuito de diminuir a frustração familiar acerca do desenvolvimento da criança é importante proporcionar que as famílias saibam reconhecer as fases de desenvolvimento da criança e entender seus comportamentos.  Somando-se a isso é imprescindível que identifiquemos situações familiares que possam gerar maior vulnerabilidade às práticas violentas, pelas dificuldades e desgaste que ocasionam. Tais situações requerem atenção redobrada à família no sentido de ajudá-la a lidar com tais adversidades e a minimizar a busca da violência como forma de enfrentá-las.Quando se trata de violência sexual, podemos abordar, com linguagem apropriada às faixas etárias, a questão dos toques corporais adequados e inadequados entre uma criança e alguém mais velho do que ela ou adulto.    Katiucia Antunes de Souza </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/karen_kantorski/m4yprub8m2g1/wish/263755098</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-05-26 02:38:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/karen_kantorski/m4yprub8m2g1/wish/263755187</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>QUAIS SÃO OS SINAIS QUE A VIOLÊNCIA ATINGINDO UMA CRIANÇA OU UM ADOLESCENTE?</strong></div><div><strong>Violência psicológica</strong></div><div>Sofrimento agudo, </div><div>Bloqueio do curso normal do desenvolvimento,</div><div>Angústia e ansiedade (que podem determinar problemas comportamentais, que fogem ao padrão habitual e motivam a procura dos serviços de saúde.),</div><div>Depressão, </div><div>Agressividade,</div><div>Problemas de saúde mental (destacando-se o transtorno de estresse pós-traumático – intenso medo, impotência ou horror, com revivência do episódio violento através de recordações e sonhos aflitivos, sofrimento intenso e fuga de situações relacionadas àquele evento.).</div><div> </div><div><strong>Violência física</strong></div><div>Inicialmente é necessário afastar a possibilidade de que as lesões ou cicatrizes apresentadas pela criança sejam consequentes de traumatismos não intencionais.</div><div>Observar:</div><div>·         Atraso na procura de atendimento ao trauma (sinal de: negligência / tentativa de ocultação da violência ...),</div><div>·         Histórias que são inconsistentes ou conflitantes / que vão sendo contadas de formas diferentes com o decorrer do tempo.</div><div>Além dos sinais gerais de danos emocionais há que se suspeitar de violência física quando a criança ou adolescente apresentar:</div><div>• Lesões ditas como “acidentais” não compatíveis com a idade ou desenvolvimento psicomotor da criança,</div><div>• Lesões que não podem ser explicadas pelo acidente relatado,</div><div>• Lesões em vários estágios de cicatrização ou cura,</div><div>• Lesões bilaterais ou simétricas,</div><div>• Lesões em áreas habitualmente cobertas ou protegidas do corpo.</div><div>Como sinais específicos de violência física, apresentam-se:</div><div> A) Lesões de pele - </div><div>• Lacerações, eritemas, hematomas ou queimaduras que reproduzem o instrumento agressor (marcas de fios, cinto, mãos, cigarro),</div><div>• Lesões circulares, como em pulseira, tornozeleira ou colar, indicando possíveis amarras,</div><div>• Queimaduras por líquidos quentes cuja distribuição na pele não respeita a ação da gravidade,</div><div>• Queimaduras em forma de luvas (nas mãos) ou meias (nos pés),</div><div>• Queimaduras em região de nádegas ou períneo: castigo aplicado em crianças que não conseguem controlar esfíncteres.</div><div>B) Fraturas -  </div><div>• Fraturas em região próxima às articulações,</div><div>• Fraturas em alça de balde, que são fraturas metafisárias por arrancamento em ossos longos,</div><div>• Fraturas em espiral,</div><div>• Fraturas de costela em crianças abaixo de 2 anos,</div><div>• Fraturas de arcos costais posteriores,</div><div>• Fraturas bilaterais de clavícula,</div><div>• Fraturas de escápula e esterno,</div><div>• Fraturas de vértebras, sem história de trauma não intencional de alto impacto,</div><div>• Fraturas diversas em estágios diferentes de cicatrização ou cura.</div><div>C) Lesões cranioencefálicas - </div><div>Síndrome do Bebê Sacudido</div><div>D) Lesões de face -</div><div>• Lesão biocular, especialmente quando sem lesão de nariz, </div><div>• Hemorragia de conduto auditivo, sem sinais de corpo estranho ou otites perfuradas, </div><div>• Lesões de orelha, por torções ou grandes puxões, </div><div>• Lesões dentárias,</div><div>E) Lesões abdominais -  </div><div>Podem levar a:</div><div>• Sangramentos e ruptura de vísceras maciças,</div><div>• Hemorragia digestiva,</div><div>• Hematoma de parede de intestino delgado, levando a síndromes de oclusão intestinal,</div><div>• Hemorragias de pâncreas, podendo desencadear a insuficiência do órgão e diabetes.</div><div>F) Envenenamentos e intoxicações.</div><div><strong> </strong></div><div><strong>Negligência</strong></div><div>A negligência e a omissão de cuidados.</div><div> </div><div><strong>Violência Sexual</strong></div><div>Provoca sinais e sintomas físicos e psíquicos.</div><div><strong>Sinais indiretos de erotização precoce</strong></div><div>• A falta de preocupação dos pais com a exposição da criança às intimidades do casal.</div><div>• A exposição a atitudes de exibicionismo, como falas inadequadas à idade sobre atitudes sexuais pessoais e de outros.</div><div>• Imagens ou outros materiais eróticos ou pornográficos.</div><div> • Incentivo ao desenvolvimento precoce sexual, através de vestimentas que expõem o corpo, brinquedos ou jogos que objetivam aguçar a curiosidade sexual, dentre outros.</div><div><strong>Sinais indiretos mais frequentes: </strong></div><div>• Atitudes sexuais impróprias para a idade.</div><div>• Demonstração de conhecimento sobre atividades sexuais superiores à sua fase de desenvolvimento, através de falas, gestos ou atitudes.</div><div>• Masturbação frequente e compulsiva, independente do ambiente em que se encontre.</div><div>• Tentativas frequentes de desvio para brincadeiras que possibilitem intimidades, a manipulação genital, ou ainda que reproduzem as atitudes do abusador com ela.</div><div>• Mudanças de comportamento.</div><div>• Infecções urinárias de repetição.</div><div><strong>Sinais da violência sexual:</strong></div><div>• Edema ou lesões em área genital, </div><div>• Lesões de palato ou de dentes anteriores,</div><div>• Sangramento vaginal em pré-púberes, </div><div>• Sangramento, fissuras ou cicatrizes anais, dilatação ou flacidez de esfíncter anal,</div><div>• Rompimento himenal,</div><div>• Doenças sexualmente transmissíveis,</div><div>• Gravidez,</div><div>• Aborto.</div><div>Katiucia Antunes de Souza<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-26 02:41:16 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Qual são nossos deveres diante a violência?           Tratar a criança e/ou adolescente como um indivíduo respeitando sua singularidade e seu tempo, zelando sempre pela sua saúde e bem estar, Informar as autoridades competentes                 Katiucia Antunes de Souza</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/karen_kantorski/m4yprub8m2g1/wish/263755516</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-05-26 02:53:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ALUNA: JORDANA KAUCH DA SILVA                                   Como podemos prevenir a violência?                                    </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/karen_kantorski/m4yprub8m2g1/wish/263778473</link>
         <description><![CDATA[<div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Receber crianças, adolescentes e famílias de forma empática e respeitosa, por qualquer membro da equipe;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Acompanhar o caso e proceder aos encaminhamentos necessários, desde a sua entrada no setor saúde até o seguimento para a rede de cuidados e proteção social;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Adotar atitudes positivas e de proteção à criança ou ao adolescente;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Atuar de forma conjunta com toda a equipe;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Orientar as famílias sobre a ressignificação das relações familiares em prol da tolerância e na formação de vínculos protetores;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Acompanhar e apoiar as famílias no processo de construção de novos modos de agir e de educar as crianças e adolescentes;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Buscar apoio de outros profissionais, quando julgar pertinente, e articular as ações desenvolvidas no serviço com a rede de cuidados e proteção social no território.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Quais são os sinais que a violência atingindo uma criança ou um adolescente?&nbsp;<br></strong><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Irritabilidade frequente, sem causa aparente;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Choros sem motivos, Tristeza, olhar indiferente e apatia;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Demonstrações de desconforto no colo;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Atraso no desenvolvimento ou déficit de atenção;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Dificuldades na amamentação/alimentação, podendo chegar à recusa alimentar;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Vômitos persistentes;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Distúrbios do sono;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Dificuldades de socialização e tendência ao isolamento;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Afecções de pele frequentes, sem causa aparente;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Agressividade ou destrutividade;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ansiedade ou medo ligado a determinadas pessoas, sexo, objetos ou situações;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Pesadelos frequentes, terror noturno;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Tiques ou manias;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Comportamentos obsessivos ou atitudes compulsivas;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Automutilação, escarificações, desejo de morte e tentativa de suicídio;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Sintomas de hiperatividade;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Uso abusivo de drogas;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Edema ou lesões em área genital, sem outras doenças que os justifiquem, como infecções ou traumas acidentais evidenciáveis;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Lesões de palato ou de dentes anteriores, decorrentes de sexo oral;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Sangramento vaginal em pré-púberes, excluindo a introdução pela criança de corpo estranho; Sangramento, fissuras ou cicatrizes anais, dilatação ou flacidez de esfíncter anal sem presença de doença que o justifique, como constipação intestinal grave e crônica;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Rompimento himenal;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Doenças sexualmente transmissíveis;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Gravidez;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Aborto.</div><div><strong>Qual são nossos deveres diante a violência?</strong></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Preencher a ficha de notificação;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Encaminhar a ficha ao Sistema de Vigilância de Violências e Acidentes (VIVA), da Secretaria Municipal de Saúde (SMS)&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Comunicar o caso ao Conselho Tutelar (CT), da forma mais ágil possível (telefone ou pessoalmente ou com uma via da ficha de notificação);&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Anexar cópia da ficha ao prontuário/boletim do paciente.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Acompanhar a criança ou adolescente e sua família até a alta, com planejamento individualizado para cada caso;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Acionar a rede de cuidados e proteção social, existente no território, de acordo com a necessidade de cuidados e de proteção, tanto na própria rede de saúde (Atenção Primária/ Equipes de Saúde da Família, Hospitais, Unidades de Urgências, e CAPS1 ou CAPSI2), quanto na rede de proteção social e defesa (CRAS3, CREAS4, Escolas, Ministério Público, Conselho Tutelar e as Varas da Infância e Adolescência, entre outros).</div><div>&nbsp;</div><div><strong>REFERENCIA:</strong> http://www.ensp.fiocruz.br/portal-ensp/consulta-publica/arquivos/1393133501.pdf</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-26 11:30:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>harumi_lj</author>
         <link>https://padlet.com/karen_kantorski/m4yprub8m2g1/wish/263794777</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Claudia Kotani</em><br><strong>Como podemos prevenir a violência?&nbsp; &nbsp; &nbsp;</strong><br>&nbsp;Nos primeiros anos de vida...<br>&nbsp;O profissional pode orientar sobre proteção contra acidentes, esclarecendo a respeito de formas seguras de explorar o ambiente e da importância de brincar, estimular a curiosidade e a criatividade. É importante também informar que o choro é um instrumento de comunicação na etapa pré-verbal que comunica necessidades que precisam ser atendidas. <br>&nbsp;No decorrer da infância...<br>&nbsp;comentar sobre a importância de colocar limites com firmeza, de forma amorosa e serena, uma vez que a criança já entende o “não” e, portanto, começa a diferenciar o permitido do não permitido. <br>&nbsp;No final da infância e no início da adolescência...<br>&nbsp;A Caderneta de Saúde do Adolescente e da Adolescente dispõe de um conjunto de orientações sobre o início da puberdade, as transformações do corpo e o início da sexualidade. É um instrumento importante para ajudar esse público no processo de autodescoberta e autocuidado. <br><strong>Quais são os sinais que a violência atingindo uma criança ou um adolescente? </strong>&nbsp;Choros sem motivo, aparente Irritabilidade frequente, sem causa aparente Olhar indiferente e apatia ,Tristeza constante, Demonstrações de desconforto no colo, Reações negativas exageradas a estímulos comuns ou imposição de limites, Atraso no desenvolvimento; perdas ou regressão de etapas atingidas Dificuldades na amamentação, podendo chegar à recusa alimentar; vômitos persistentes Distúrbios de alimentação Enurese e encoprese Atraso e dificuldades no desenvolvimento da fala Distúrbios do sono Dificuldades de socialização e tendência ao isolamento Aumento da incidência de doenças, injustificável por causas orgânicas, especialmente as de fundo alérgico Afecções de pele frequentes, sem causa aparente Distúrbios de aprendizagem...<br><strong>Qual são nossos deveres diante a violência?<br></strong>&nbsp;Preencher a ficha de notificação Encaminhar a ficha ao Sistema de Vigilância de Violências e Acidentes (Viva), da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Comunicar o caso ao Conselho Tutelar, da forma mais ágil possível (telefone ou pessoalmente ou com uma via da ficha de notificação). <br>&nbsp;Anexar cópia da ficha ao prontuário/boletim do paciente. Acionar o Ministério Público quando necessário, especialmente no caso de interrupção de gravidez em decorrência de violência sexual. <strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-26 16:09:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES</title>
         <author>brunaamestrete</author>
         <link>https://padlet.com/karen_kantorski/m4yprub8m2g1/wish/263802493</link>
         <description><![CDATA[<div>A prevenção deve ser feita através da promoção da saúde, de forma integral, avaliando o contexto social&nbsp; em que a criança ou adolescente está inserido, para realização de um acompanhamento programático através de politicas públicas de saúde, de maneira segura e confortável, livre de preconceito, aumentando a confiança entre o profissional e o usuário, para melhor diagnóstico da situação geral (social, domiciliar e escolar) . Caso profissional identifique algum sinal de violência, seja ela física, psicológica, sexual ou institucional, deve notificar o VIVA da secretaria municipal, comunicar o Conselho Tutelar , se necessário acionar o Ministério Público. A vitima deve&nbsp; ter seguimento na rede de cuidado e proteção social, para tratamento e prevenção de novos casos.<br><br><strong>Bruna Amestrete de Araújo.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-26 18:20:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Violência contra Adolescentes e Crianças</title>
         <author>renatagoff81</author>
         <link>https://padlet.com/karen_kantorski/m4yprub8m2g1/wish/263810590</link>
         <description><![CDATA[<div>Os profissionais de saúde devem atuar como moderadores e articuladores no apoio e proteção as vitimas, notificando os casos suspeitos e confirmados. É importante que o enfermeiro reconheça o pedido de socorro que muitas vezes não estão explicitas das vitimas de violência e perceber que com a omissão estaria compactuando com a violência.<br>Os sinais de violência se traduzem em consequências que podem ser distintas segundo a etapa do desenvolvimento. Quanto mais precoce e intensa ou prolongada a situação de violência, maiores e mais permanentes serão os danos para a criança e adolescente que podem ser relacionados a idade da vitima, o grau de desenvolvimento psicológico, o tipo de violência, a frequência e a duração das violações e o vinculo afetivo.<br>Todo o profissional de saúde tem momentos especiais de contato com a criança, o adolescente em suas famílias. Esses momentos são oportunos e criam condições favoráveis para que se observe a existência de sinais e sintomas que podem ser resultados de uma situação de violência.Possibilitam também a promoção dos cuidados necessários para a proteção e bem estas da criança / adolescente além da orientação ás famílias para a prevenção e superação da violência. <br><br>Renata Gonçalves de Freitas</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-26 19:58:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Violência contra crianças e adolescentes.                                             </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/karen_kantorski/m4yprub8m2g1/wish/263818069</link>
         <description><![CDATA[<div>                                                    <strong>Como prevenir a violência infantil/adolescente?</strong>         <br>                 <br>Primeiramente devemos abordar e acolher todos os membros da família de forma que se sintam seguros. Seguido do atendimento primário, devemos encaminhar e orientar aos orgãos necessários como rede de cuidados e proteção social. Incluir e sinalizar a equipe multidisciplinar e trabalhar de forma conjuta com a equipe, prol a relação da tolerância e na formação de vínculos protetores para a família.  Acompanhar e apoiar as famílias no processo de construção de novos modos de agir e de educar as crianças e adolescentes.<br><br><strong>Sinais e Sintomas</strong><br><br></div><ul><li>Choros sem motivo;</li><li>Irritabilidade frequente;</li><li>Olhar indiferente e apatia;</li><li>Desconforto no colo;</li><li>Retardo no desenvolvimento;</li><li>Edema ou lesões em área genital;</li><li>Lesões de palato;</li><li>Sangramento vaginal/anal;</li><li>Fissuras ou cicatrizes anais;</li><li>Rompimento himenal.</li></ul><div><br><strong>Quais são os nossos deveres diante a violência?</strong><br><br></div><ul><li>Preencher a ficha de notificação;</li><li>Encaminhar a ficha ao Sistema de Vigilância de Violências e Acidentes (Viva) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS);</li><li>Comunicar o caso ao Conselho Tutelar;</li><li>Anexar cópia da ficha ao prontuário/boletim do paciente;</li><li>Acionar o Ministério Público quando necessário.</li></ul><div><br><strong>Jonatas Machado de Lima</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-26 22:46:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Orientações para profissionais de saúde sobre violência contra crianças e adolescentes</title>
         <author>taiana_freitas</author>
         <link>https://padlet.com/karen_kantorski/m4yprub8m2g1/wish/263863476</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=7a-RBJzKvMM">https://www.youtube.com/watch?v=7a-RBJzKvMM&nbsp;</a><br><br>O vídeo ilustrativo, mostra bem o como os profissionais de saúde devem acolher a criança ou o adolescente e para isso, tem fundamental importância o registro das informações e o cuidado na abordagem do tema com a vitima . A consulta de enfermagem deve ser cuidadosa e o profissional deve transmitir confiança para formar o vinculo e ter um olhar abrangente para detectar esses casos de violência física e psicológica que normalmente não são escancarados. O profissional de saúde tem o dever de acolher e notificar situações de violência e entrar em contato com o conselho tutelar se precisar de mais suporte para intervir em determinada situação de violência.&nbsp;<br><br>Taiana Freitas Teixeira<br>Fonte: Youtube</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-27 14:42:23 UTC</pubDate>
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