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      <title>LINHA DO TEMPO  by juliana sirtori</title>
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      <description>HISTÓRIA DA TRADUÇÃO - BRASIL E NO MUNDO</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-04-11 13:49:15 UTC</pubDate>
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         <title>PERÍODO PRÉ COLONIAL</title>
         <author>julianasirtori</author>
         <link>https://padlet.com/julianasirtori/m4nxdwr6ptnvovt6/wish/2550202228</link>
         <description><![CDATA[<div>BRASIL<br><br>É o período antes da chegada dos portugueses.&nbsp;<br>Antes da invasão européia não há registros de tradução, porém, se estima que viviam no Brasil em torno de 6 milhões de habitantes ( indígenas) que falavam aproximadamente 1200 línguas diferentes.<br>Conclui se portanto, que muito possivelmente, a tradução entre as tribos já existiria.<br><br>MUNDO<br><br>A tradução começaria a surgir, de acordo com alguns teóricos, a partir do Séc 1 a.C, entre os Romanos.<br>Eles acreditavam que a sabedoria deveria ser transmitida e usavam da literatura e tradução para chegar a este fim.<br>Tradução era feita a partir do Grego e era dada muita importância ao sentido do texto "considerando os interesses dos leitores da língua meta." (pg.18).</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-11 13:53:03 UTC</pubDate>
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         <title>PERÍODO COLONIAL</title>
         <author>julianasirtori</author>
         <link>https://padlet.com/julianasirtori/m4nxdwr6ptnvovt6/wish/2550204325</link>
         <description><![CDATA[<div>BRASIL<br><br>No Período Colonial é onde teremos a Carta de Pero Vaz de Caminha, que é o primeiro documento escrito da história do Brasil Pós Descobrimento.<br><br>Surge a figura do Intérprete, chamados Língua, que eram os portugueses que conviviam com os indígenas para aprenderem as línguas locais e fazerem as traduções.<br><br>Posteriormente chegam os Jesuítas, como Manoel da Nóbrega e José de Anchieta. São os intérpretes religiosos, que difundem a palavra de Deus traduzindo as obras para a população local. Aqui era usada a Tradução Redução, onde o texto era reduzido para adaptar lo aos locais.<br><br>Temos o Plurilinguismo / Multilinguismo com a ocupação Holandesa, Francesa, a chegada dos africanos escravizados entre outros..&nbsp;<br>Em 1757 o Português se torna a língua oficial do Brasil.<br><br>MUNDO<br><br>A Igreja, com o objetivo de tornar a Bíblia um texto acessível a todos, usa da tradução para espalhar a palavra de Deus para o mundo.<br>O tradutor é levado pelos interesses da época.&nbsp;<br><br>Começam a surgir as primeiras Teorias da Tradução e a ressaltar a importância de que o tradutor deve entender o texto original para depois traduzi lo.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-11 13:54:15 UTC</pubDate>
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         <title>IMPÉRIO</title>
         <author>julianasirtori</author>
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         <description><![CDATA[<div>“Um ponto de inflexão importante foi a chegada da família real portuguesa e grande parte da corte ao Brasil, fugindo da ocupação napoleônica. De 1808 a 1821, o império português foi administrado a partir do Brasil pelo Príncipe Regente, logo mais coroado como Dom João VI. As mudanças foram amplas e profundas. Temos a criação de escolas, academias, bibliotecas, museus, bancos, teatros. Em relação à cultura, cabe destacar algumas medidas, com impacto direto na produção e circulação da tradução no país. Entre estas, temos a criação da Impressão Régia.<br>Com a instalação da Impressão Régia, o Brasil passa a editar e publicar, não apenas documentos legais e administrativos, mas também periódicos e livros em geral, dos mais variados assuntos. Segundo Castelo (2002: 43), a Impressão Régia, criada pelo Príncipe Regente em 1808 e que passou a ser a Imprensa Nacional, e em outras tipografias particulares estabelecidas no fim desse período, de 1808 a 1822, foram feitas cerca de 1251 publicações, incluindo-se periódicos; só na Impressão Régia, 1154. Encontra-se de tudo que traduz a situação geral e o pensamento da época: medicina, engenharia, matemática, economia política, direito, geografia, agricultura, gramática, filosofia, literatura, política, moral, pronunciamentos políticos.”&nbsp;<br>“Dom Pedro II viveu entre 1825 e 1891, Dedicou-¬se à leitura e estudou idiomas, dentre os quais grego, latim, inglês, francês, italiano, provençal, alemão, hebraico, sânscrito, além do tupi-¬ guarani. O seu trabalho como tradutor é pouco conhecido mesmo no mundo acadêmico, onde são exíguas as pesquisas a respeito. Traduziu poemas e textos religiosos de tradição judaica e católica, e fez traduções entre vários pares de línguas.” (DOM PEDRO II: O IMPERADOR TRADUTOR, ROMEU PORTO DAROS p. 229, 230).<br><br>Referências bibliográficas:<br>https://www.aieti.eu/enti/brazil_POR/entrada.html#titolo-03<br>https://periodicos.ufsc.br/index.php/scientia/article/view/1980-4237.2012n11p227</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-11 13:54:58 UTC</pubDate>
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         <title>REPÚBLICA</title>
         <author>julianasirtori</author>
         <link>https://padlet.com/julianasirtori/m4nxdwr6ptnvovt6/wish/2550206565</link>
         <description><![CDATA[<div>BRASIL<br><br>Dois nomes se destacam no período que podemos chamar de Brasil República, Rui Barbosa e Machado de Assis. A leitura de livros e periódicos se tornou popular entre 30 % da população que era alfabetizada. As traduções de peças teatrais também proliferaram, uma vez que as produções em língua portuguesa não conseguiam saciar a fome de cultura da população do Rio de Janeiro e das províncias.<br>Machado começou a traduzir em 1857, com apenas 18 anos, e continuou até 1894 (MASSA, 2008, p.19). Tendo morrido em 1908, pode-se dizer que as traduções o acompanharam por toda sua vida ativa. Os principais gêneros literários que traduziu foram o teatro, o ensaio literário e histórico, a poesia e o conto, remontando a um total de 46 textos. Entre os autores traduzidos estavam Shakespeare, Balzac, Alexandre Dumas, Lamartine, Schiller, La Fontaine, Victor Hugo, Edgar Allan Poe, sendo os idiomas dos originais o inglês, o alemão, o espanhol, o francês e o italiano. Pelas análises realizadas por Massa (idem, p. 37, 45), há dúvidas quanto ao domínio dessas línguas por parte de Machado, uma vez que, em vários trabalhos, observam-se falhas de compreensão que apontam para a falta de um conhecimento adequado delas. (in: SETTE, Lourdes. Machado tradutor de Assis: a identidade de um tradutor no século xix. Scientia Traductionis, [S.L.], n. 14, p. 84, 15 dez. 2013. Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). http://dx.doi.org/10.5007/1980-4237.2013n14p84. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/scientia/article/view/1980-4237.2013n14p84. Acesso em: 11 abr. 2023.)<br>Rui Barbosa(1849-1923), que tem uma obra variada e vastíssima, foi Presidente da Academia Brasileira de Letras, usou a tradução para alimentar diversos setores, da literatura à educação, importando autores e obras que foram incorporados ao sistema cultural brasileiro. Para efeito ilustrativo, Rui Barbosa traduz, por exemplo, um manual inglês de ensino elementar, Primeiras Lições de Coisas. Manual de Ensino Elementar para uso de paes e professores, de N. A. Calkins, publicado em 1886, pela Imprensa Nacional, do Rio de Janeiro. Já na “ficha catalográfica”, constatamos um cuidado em relação ao texto traduzido, quando vemos a informação da edição usada e a informação de que a tradução foi “adaptada as condições do nosso idioma e paizes que o fallam pelo conselheiro Ruy Barbosa” (Barbosa 1886: 4). (in: https://www.aieti.eu/enti/brazil_POR/entrada.html#titolo-03)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-11 13:55:40 UTC</pubDate>
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         <title>SÉCULO XX</title>
         <author>julianasirtori</author>
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         <description><![CDATA[<div>BRASIL<br><br>Início do século:&nbsp;<br><br>Haroldo de Campos: poeta e tradutor brasileiro, se tornou um dos principais teóricos da tradução no Brasil. Ele foi um dos fundadores do movimento concretista brasileiro (traduziu obras de Ezra Pound, James Joyce e Samuel Beckett). ·&nbsp;<br>Henriqueta Lisboa: Poetisa, crítica literária e tradutora brasileira, Henriqueta Lisboa é considerada uma das mais importantes tradutoras de poesia do país. (traduziu William Shakespeare, Walt Whitman, T. S. Eliot e Emily Dickinson, e foi uma das pioneiras na tradução de poesia modernista para o português brasileiro).<br>Lúcia Miguel Pereira: Crítica literária, escritora e tradutora brasileira (traduziu clássicos da literatura mundial, como a obra de Miguel de Cervantes e de Gustave Flaubert). Ela também foi uma das fundadoras da Sociedade Brasileira de Crítica Literária e escreveu importantes estudos sobre literatura brasileira e portuguesa.<br>Nina Ruffini: Jornalista, escritora e tradutora brasileira, Nina Ruffini é considerada uma das principais tradutoras de literatura infantil e juvenil no Brasil. (traduziu obras de autores como J. K. Rowling, Roald Dahl e Michael Ende, e ganhou diversos prêmios por suas traduções).<br>Cecília Meireles: poetisa e tradutora brasileira, começou a se destacar no cenário literário do país. (traduziu poetas como Emily Dickinson, Federico García Lorca e Rabindranath Tagore), além de ter sido uma das primeiras a traduzir contos de fadas para o português brasileiro.<br>João Cabral de Melo Neto: poeta e diplomata brasileiro, começou a se dedicar à tradução literária, principalmente de poesia. (traduziu obras de autores como Carlos Drummond de Andrade, Pablo Neruda e García Lorca).<br><br>Segunda metade do século:<br><br>Paulo Rónai, crítico literário e tradutor húngaro-brasileiro, se tornou um dos principais teóricos da tradução no país. Ele fundou a primeira escola de tradução literária do Brasil (traduziu obras de autores como Franz Kafka, Arthur Rimbaud e Marcel Proust).<br>Mirna Pinsky: Tradutora e intérprete brasileira, Mirna Pinsky se destacou na tradução de textos científicos e técnicos, especialmente na área de medicina e saúde. (traduziu obras de autores como Stephen Hawking, Daniel Dennett e Richard Dawkins, além de ter sido uma das fundadoras do Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução da Universidade Federal de Santa Catarina.<br>Denise Bottmann: Tradutora e crítica literária brasileira (traduziu Virginia Woolf, James Joyce e Samuel Beckett). Ela também escreveu importantes estudos sobre literatura e tradução, como o livro "A Tradução como Prática de Leitura".<br>Augusto de Campos, poeta e tradutor brasileiro, tornou-se um dos principais expoentes da poesia concreta e da tradução experimental no país. (traduziu obras de autores como James Joyce, Ezra Pound e Gertrude Stein).<br>Paulo Henriques Britto: poeta e tradutor brasileiro, começou a se destacar no cenário literário do país. (traduziu obras de autores como Charles Dickens, Virginia Woolf e Elizabeth Bishop) além de ter sido um dos fundadores do Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução da Universidade Federal do Rio de Janeiro.<br>Segundo John Milton em seu texto "HISTÓRIA DA TRADUÇÃO NO BRASIL: PERCURSOS SECULARES", "os paradigmas nas formas de pensar sobre a tradução também mudaram: no século XIX, vê-se as primeiras etapas da institucionalização da profissão, e a profissão de tradutor/intérprete como um trampolim para outras formas de emprego. O passo seguinte foi a institucionalização do ofício de intérprete e do tradutor no século XX com a criação de cursos universitários e uma teoria da tradução brasileira.<br><br>MUNDO:<br><br>A fundação da União Internacional de Tradutores em 1926<br>A Segunda Guerra Mundial<br>A criação do sistema de tradução automática em 1954<br>A globalização e a disseminação da tecnologia de comunicação</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-11 13:56:26 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>SÉCULO XXI</title>
         <author>julianasirtori</author>
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         <description><![CDATA[<div>BRASIL e o MUNDO:<br><br>O desenvolvimento contínuo da tecnologia de tradução automática<br>A popularização de plataformas de tradução online<br>A crescente demanda por serviços de tradução profissional<br>A expansão da tradução audiovisual, que inclui legendagem, dublagem e tradução para linguagem de sinais e games.</div>]]></description>
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