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      <title>Princípios de Empreendedorismo by Francisco Raí Bergamini Konopczyk</title>
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      <description>Temas:
A escola e a vida;
Giramundo;
Conhece-te a ti mesmo;
Eureka;
Segue o Líder; e
Conectai-vos à realidade.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-03 08:28:24 UTC</pubDate>
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         <title>Aula de 11/Fev</title>
         <author>franciscorbk31</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li>Tema: A escola e a vida.</li></ul><div>- Aula introdutória, para entender como funcionará a disciplina.</div><div>- Conceito de empreendedorismo e identificação das pessoas em relação ao assunto.</div><div>- O que se relaciona com o empreendedorismo?&nbsp;</div><div><br></div><div>Em toda a sociedade, o empreendedorismo é visto apenas como “montar o próprio negócio”. Contudo, entende-se que os valores comportamentais que se relacionam diretamente com o conceito, como a independência, a proatividade e a criatividade, são o que realmente importa quando pensamos nos princípios de ser um empreendedor.</div><div>E estes não se relacionam apenas no âmbito profissional, mas impactam em todos os ambientes que nossa vida permeia, visando promover a nossa qualidade de vida, de nossos pares e de toda a comunidade direta ou indiretamente ligadas ao nosso cotidiano.</div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-03 08:31:06 UTC</pubDate>
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         <title>Aula de 18/Fev</title>
         <author>franciscorbk31</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong><em>Tema: A escola e a vida</em></strong></div><div>- Atitude empreendedora = Comportamento profissional, direcionada à resolução de problemas.</div><div>- Cada vez que o tempo passa, o dinamismo social propõe mais escolhas e maior possibilidade de mudança no futuro das pessoas.</div><div>- Variabilidade profissional: Aterrorizante para a maioria das pessoas, mas que representa a possibilidade de mudar de carreira.&nbsp;</div><div>- As profissões estão muito mais conectadas e tais mudanças não são tão difíceis quanto eram antigamente.</div><div>- TED TALK (Michelle Scheneider): Palestra que explanou diversos prismas e conceitos relacionados ao profissional do futuro.&nbsp;</div><div><br></div><div>O que a palestrante dissertou sobre o profissional do futuro citava diretamente o LinkedIn, como ferramenta de trabalho e networking, mas também como lugar onde se deve ser quem se é e fazer com que isso cative as suas conexões de trabalho. As competências técnicas têm papel imprescindível para poder trabalhar com aquilo que se gosta, mas tão importante quanto é entender o propósito, o motivo pelo qual estejamos nos propondo a trabalhar com aquilo.</div><div>Isso tudo se relaciona diretamente à inteligência emocional e habilidades cognitivas, conhecimentos que não são explicados em sala de aula. E aprender este autoconhecimento e resiliência já se tornaram habilidades muito exigidas nos currículos empresariais, mesmo que implicitamente. Isso sem contar na capacidade de trabalhar em equipe, sabendo valorizar as habilidades técnicas de cada componente para todos conseguirem entregar o seu melhor.</div><div>Por fim, também percebemos que as profissões do futuro não são mais do futuro, mas sim do presente. As tendências de mercado estão demonstrando diversas oportunidades e ameaças aos ciclos profissionais, aceleradas graças ao contexto pandêmico. Isso tudo levou a diversas formas e razões de se empreender.</div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-03 08:31:30 UTC</pubDate>
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         <title>Aula de 25/fev</title>
         <author>franciscorbk31</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><em>Tema: A escola e a vida</em></li></ul><div>- Autocomunicação: Poder do Jovem e chave da evolução da sociedade. Mundo de cultura global em que há como conseguir e propagar informações com facilidade.</div><div>- Necessidade de reforma no sistema acadêmico. Pessoas aprendem pela internet e se comunicam com seus pares, entendendo a cultura escolar como um sistema analógico e obsoleto.</div><div>- Multitasking: Relacionado diretamente à criatividade. Incapacidade de focar/se aprofundar em determinada ação ou assunto, mas capacidade de (re)combinar informações.</div><div>- Criatividade: Vivências, ligadas ao protagonismo e à proatividade.&nbsp;</div><div>- Tecnologia digital -&gt; Colaboração, que leva ao desenvolvimento de ações e inovações mais rápidas e eficientes.&nbsp;</div><div>- Os processos de desenvolvimento inovadores e transformadores não acontecem de uma vez só, e valorizam muito mais percurso a percorrer do que no destino final.&nbsp;</div><div><br></div><div>Já percebemos que a nossa geração está mais propensa a valorizar o processo de criação, inovação ou transformação de um projeto do que o projeto e seu propósito final em si. E que o processo colaborativo, impulsionado pelo advento tecnológico e aprimoramento da comunicação é muito mais eficiente para entregarmos o nosso trabalho em menor tempo e com maior qualidade.</div><div>Contudo, essa mudança de comportamento geracional precisa ser valorizada pelos nossos pais e pelo sistema de ensino atual, que seguem padrões impostos no passado e tem dificuldade de adequar a sua maneira de pensar. Não que a anterior esteja errada, pois assim como os jovens inovadores e empreendedores atuais se entendem como tais devido às suas vivências, os jovens revolucionários do século passado também.&nbsp;</div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-03 08:31:56 UTC</pubDate>
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         <title>Aula de 4/mar</title>
         <author>franciscorbk31</author>
         <link>https://padlet.com/franciscorbk31/m452iczp5gm73sux/wish/2126999630</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><em>Tema: Giramundo</em></li></ul><div>Problemas e dificuldades levam o ser humano a inovar!&nbsp;</div><div>Grande invenções:</div><div>- Primeira: Criação de ferramentas com pedra</div><div>- Segunda: A roda</div><div>- Terceira: A agricultura = fim do nomadismo u</div><div>- Quarta: O domínio do fogo&nbsp;</div><div>- Quinta: Navegações&nbsp;</div><div>- Sexta: Criação do computador</div><div>- Sétima: Internet</div><div>- Oitava: Revolução genética&nbsp;</div><div>* Entrepreneur (em português: empresário ou empreendedor) -&gt; comprometido a fazer algo.</div><div><br></div><div>Desde os tempos antigos, os empreendedores já existiam, solucionando os problemas e dificuldades enfrentados pelos nossos antepassados. Grandes inovações foram idealizadas e descobertas, chegando a uma novidade absurdamente tecnológica na qual obtemos o domínio do genoma humano.</div><div>Analisando sob um prisma empreendedor, as grandes invenções só começaram a ser valorizadas e financiadas por grandes governantes após o&nbsp; consequente sucesso das navegações. A partir desse momento, adentramos em uma discussão importante, na qual percebemos que inovação é diferente de invenção.</div><div>A primeira só acontece quando o invento obtém uma aplicação prática. Por exemplo, Karl Benz que inventou o automóvel. Contudo, quando se é transformado e/ou aprimorado, trata-se de uma inovação, como foi&nbsp; o caso de Henry Ford, que levou ao público esta novidade.</div><div>Dado o exposto, concluímos que, com a evolução da humanidade, a maneira de se fazer algo é sistematicamente destruída e substituída por novas formas. Este processo é denominado pelo economista Joseph Schumpeter de “destruição criativa”.</div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-03 08:32:30 UTC</pubDate>
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         <title>Aulas de 11 e 18/mar</title>
         <author>franciscorbk31</author>
         <link>https://padlet.com/franciscorbk31/m452iczp5gm73sux/wish/2126999969</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li>Tema: Conhece-te a ti mesmo</li></ul><div>Atividade de reflexão colaborativa</div><div>Propor até 24 tópicos sobre o impacto das tecnologias digitais em nossas profissões e carreiras.</div><div><br></div><div><strong>1. Como utilizar dados de redes sociais de forma não invasiva em campanhas publicitárias?</strong></div><div><br></div><div>As empresas já estão propondo novidades, como a tecnologia cookieless e a mídia contextual para veicular anúncios. Essas soluções foram fortemente debatidas durante a aula.</div><div><br></div><div><strong>2. Como personalizar ainda mais a experiência do usuário por meio da tecnologia de big data?</strong></div><div><br></div><div>A personalização da experiência dos usuários tem ligação direta com o uso de dados sensíveis e pessoais. A tecnologia big data é extremamente eficiente nesse ponto, mas pode ser prejudicial à privacidade de todos que se propõem à “inserir seus dados nessa rede”.</div><div><br></div><div><strong>3. Quais foram os impactos que a tecnologia trouxe com o modelo Home Office?</strong></div><div><br></div><div>O tema em questão foi debatido pelo meu grupo. Foram abordados tanto aspectos psicológicos quanto econômicos e sociais que tiveram mudanças significativas em decorrência da pandemia e, consequentemente, do modelo home-office de trabalho.&nbsp;</div><div><br></div><div><strong>4. Quais ferramentas de tecnologia podem ajudar pessoas com deficiência?</strong></div><div><br></div><div>Foram debatidas diversas possibilidades de se atender às necessidades das PCDs, e o mais interessante foi o fato de que uma das alunas que faz parte desse grupo pode concluir ativamente para diversas das soluções&nbsp; propostas. Tanto ações singelas, como a legendagem de vídeos, quanto ferramentas mais específicas, como a readaptação de tecnologias que narram o uso de um celular foram citadas na discussão.&nbsp;</div><div><br></div><div><strong>5. Os avanços tecnológicos podem substituir os postos de trabalho/áreas devido a automatização?</strong></div><div><br></div><div>O grupo definiu que não, algumas das atividades humanas nunca poderão ser substituídas pela ação de máquinas. Exemplos citados foram cirurgias e trabalhos que se relacionam com aspectos emocionais.&nbsp;</div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-03 08:33:09 UTC</pubDate>
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         <title>Aula de 25/mar</title>
         <author>franciscorbk31</author>
         <link>https://padlet.com/franciscorbk31/m452iczp5gm73sux/wish/2127000376</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li>Tema: Conhece-te a ti mesmo</li></ul><div><strong>“Descubra seu ikigai”</strong></div><ul><li>Aquilo que for comum ao que você ama e ao que o mundo necessita pode ser a sua missão. O que for comum entre o que o mundo necessita e aquilo pelo que você pode ser pago seria a sua vocação. O encontro daquilo que você ama e aquilo em que você é bom seria a sua paixão e a combinação entre aquilo em que você é bom e aquilo pelo que pode ser pago pode se tornar a sua profissão. Por fim, é naquilo que contempla ao mesmo tempo a sua missão, vocação, paixão e profissão que pode estar o seu propósito de vida ikigai.</li></ul><div><br></div><div>Nesta atividade, tive a oportunidade de aprender minha missão, entender meus pontos fortes, valorizar aquilo que sou apaixonado e aplicar esses ensinamentos naquilo que me move, na minha profissão. Isso tudo me levou a encontrar meu ikigai e aprender mais sobre mim mesmo.</div><div>Agora, pretendo aplicar todo esse autoconhecimento no meu desenvolvimento pessoal e assim aprimorar o meu lado empreendedor.</div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-03 08:33:52 UTC</pubDate>
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         <title>Aula de 29 de Abril e 06 de maio.</title>
         <author>franciscorbk31</author>
         <link>https://padlet.com/franciscorbk31/m452iczp5gm73sux/wish/2202602276</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>• Tema: Segue o Líder</strong><br><br>O empreendedorismo enquanto área de investimento, estudo e exploração da criatividade, possui uma série de vertentes e abrange diversos tipos de negócio, fazendo com que as pessoas que desejam ou que já abriram os seus negócios possuam perfis de empreendedores diferentes, definidos levando em consideração principalmente seus objetivos e motivações.<br><br>Conseguimos dividir tais perfis em 6 tipos principais:<br><br><strong><em>1. O informal:</em></strong><br>O empreendedor informal visa trabalhar e investir em soluções empreendedoras por uma única motivação principal: sobrevivência. Movidos a preocupações e necessidades, essas pessoas não possui visão a longo prazo porque precisa atender às suas demandas <strong>agora</strong>.<br><br></div><div><br>O empreendedor que se enquadra neste perfil trabalha para garantir o seu sustento, tem um risco de investimento “baixo”, em ponto de vista mercadológico” e não planeja seu futuro.<br><br><strong><em>2. O individual</em></strong><br>Esse é como uma “evolução” do tipo anterior. Tendo se formalizado como MEI (Micro Empresário Individual), começa a estruturar mais burocraticamente uma empresa. <br><br>Contudo, mesmo que formalizado, não visa ascender exponencialmente. Como o primeiro, este perfil ainda está muito ligado à necessidade de sobrevivência e geralmente trabalha sozinho ou, no máximo, com mais um ou dois funcionários.<br><br><strong><em>3. O Franqueado e o Corporativo/Franqueador</em></strong><br>Este tipo é o menos valorizado no universo empreendedor. Contudo, devemos levar em consideração a sua iniciativa de comandar um negócio, mesmo se tratando de uma franquia. <br><br> Procuram, geralmente, uma renda mensal média e o retorno do seu investimento inicial. <br><br>Já o franqueador é responsável por construir uma rede por meio de sua marca. Dependendo do sucesso de sua marca, os demais tipos de empreendedor se tornam tal categoria.<br><br><strong><em>4. O social</em></strong><br>Como o próprio nome já aponta, sua motivação principal é pautada em fazer algo bom para o bem comum, alinhada à vontade de ganhar dinheiro! <br><br>Este tipo tem se tornado tendência entre os jovens que, ainda na faculdade, têm aberto o próprio negócio para resolver problemas que a área pública não consegue. <br><br>Trabalho em equipe é imprescindível, e o objetivo comum da empresa é transformar nosso mundo e inspirar outras pessoas a fazê-lo.<br><br>Por fim, também baseia suas decisões e investimentos em pensamentos a longo prazo e visa potencializar seus lucros continuamente.<br><br><strong><em>5. Do conhecimento</em></strong><br>Basicamente, caracteriza um empreendedor que é especialista em um assunto e dispõe deste conhecimento para lucrar. <br><br>Busca realizar-se profissionalmente e ser reconhecimento por isso. Também pauta suas ações a longo prazo e anseia altas lucratividades.<br><br><strong><em>6. Do negócio próprio</em></strong><br>Aproximando-se da definição de “visionário”, este tipo, por incrível que pareça, é o mais comum, e costuma abrir um negócio próprio por estilo de vida ou porque pensa diferente.<br><br>Dentro desse perfil, encontramos 3 subtipos:<br>- o empreendedor nato, com trajetória de negócio exemplar e ícone da genialidade, como Bill Gates;<br><br>- o serial, que cria negócios em sequência, pelo prazer de empreender. Não se apaixona pela empresa em si, mas sim pela generalização de investimentos e lucros. Acredita em potenciais de negócios diversos.<br><br>- o normal que, por óbvio, planeja visando minimizar seus riscos e seguir um raciocínio lógico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-27 22:17:47 UTC</pubDate>
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         <title>Aula de 13 de Maio</title>
         <author>franciscorbk31</author>
         <link>https://padlet.com/franciscorbk31/m452iczp5gm73sux/wish/2202949626</link>
         <description><![CDATA[<div>• <strong>Tema: Conectai-vos à realidade!</strong><br><em>O que é Design Thinking?</em><br><br>Design Thinking é uma abordagem de pensamento criativo. Com essa ferramenta, é possível gerar e organizar ideias, bem como promover soluções para resolver os problemas enfrentados por uma empresa.<br><br>Analisando a construção empresarial e sua hierarquização como um todo, podemos notar que a maioria dos cargos que envolvem tomadas de decisão são preenchidos por pessoas criativas e com raciocínio crítico.<br><br>Contudo, independente de sua capacidade criativa, qualquer gestor encontrará desafios para poder desenvolver seus pensamentos e criar soluções eficientes. Dado este fato, é dever da empresa proporcionar aos seus integrantes as condições necessárias para isso, envolvendo a estruturação de um processo de Design Thinking.<br><br><em>Estruturação e Aplicação da Ferramenta </em><br><br>A técnica não traz uma fórmula específica para sua implantação, mas sim proporciona as condições necessárias para maximizar a geração de insights e a aplicação prática deles. A ideia é que o processo seja realizado de forma coletiva e colaborativa, para que se reúna o máximo de perspectivas diferentes.<br><br>Suas aplicações são variadas: Em empresas, é comum utilizá-la para encontrar soluções para problemas de qualquer natureza. Ou então, na&nbsp; elaboração de novos produtos e serviços. Ao reunir representantes de todas as áreas da empresa, agregar-se-á valor aos novos itens em todos os quesitos, aumentando as chances de sucesso.<br><br><em>Por que investir no design thinking?</em></div><div><br></div><div>Todo empreendimento deve avaliar seus investimentos de acordo com o retorno que eles podem oferecer e para isso, o design thinking se destaca. Seu custo de implementação é extremamente reduzido, enquanto a vantagem competitiva que ele gera é enorme.</div><div><br></div><div>Sendo assim, essa abordagem pode ser o diferencial necessário para sua empresa se colocar à frente das concorrentes, adquirir uma fatia maior do mercado e, consequentemente, potencializar os lucros.</div><div><br></div><div>Para mais, por se tratar de um processo que deve envolver diversos pontos de vista, o design thinking agregará colaboradores de diversas especialidades, proporcionando um resultado muito positivo para a empresa.&nbsp;</div><div><br></div><div>Isso porque a valorização sentida pelos profissionais é essencial para a promoção da produtividade. E mais do que valorizados, os colaboradores vão se sentir mais integrados uns com os outros. Isso estimula um senso de empatia e colaboração que traz apenas impactos positivos para o andamento do negócio.</div><div><br></div><div>Por fim, a real vantagem da abordagem é que ela é extremamente eficiente em encontrar respostas para as questões mais importantes do negócio, o que é fundamental para sua excelência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-28 14:16:24 UTC</pubDate>
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         <title>Aula do dia 20 de maio</title>
         <author>franciscorbk31</author>
         <link>https://padlet.com/franciscorbk31/m452iczp5gm73sux/wish/2202958836</link>
         <description><![CDATA[<div>• <strong>Tema: Conectai-vos à realidade!</strong><br><em>ETAPAS DO DESIGN THINKING</em></div><div><br></div><div><em>Imersão e Empatia</em></div><div><br></div><div>A primeira etapa configura um mergulho em tudo o que envolve e afeta a sua empresa. É válido realizar uma análise SWOT, mapeando forças, fraquezas, oportunidades e ameaças, tando do ponto de vista interno quanto em um prisma externo.</div><div><br></div><div>Para isso, não hesite em coletar feedbacks de clientes, observar o desempenho de colaboradores e se aprofundar na política organizacional da organização. A partir de um conhecimento completo sobre o negócio, será possível criar soluções que sejam efetivamente utilizadas.</div><div><br></div><div>E o mais importante: Mais do que olhar para os processos internos da empresa, é preciso considerar a situação política e econômica do país, as ações dos concorrentes, etc.</div><div><br></div><div>Definição e <em>Ideação</em></div><div><br></div><div>Depois de concluída a imersão, você terá identificado os pontos que precisam ser aprimorados e produzirá ideias relevantes para realizar as melhorias necessárias.</div><div><br></div><div>Para esta etapa, é essencial trazer insights, obtidos com a utilização diversas técnicas, como a de big data, para que se aumente a chance de eficiência do processo. Reúna as equipes envolvidas e adote técnicas para aflorar a criatividade, como o brainstorming, para incentivar e valorizar o compartilhamento de ideias.</div><div><br></div><div><em>Prototipação ou Testagem</em></div><div><br></div><div>Após reunir ideias relevantes, é hora de imputar um filtro sobre elas e escolher as que você (ou os tomadores de decisão) considera com maiores chances de sucesso. Visando reduzir falhas, é recomendado criar protótipos do que foi idealizado antes de realmente investir em sua execução.</div><div><br></div><div>Se você está desenvolvendo um novo produto, por exemplo, essa é a hora de investir em uma versão beta, ou seja, não definitiva. A partir dos testes, você poderá decidir se a ideia está pronta para ser finalizada ou se ajustes ainda precisam ser feitos.</div><div><br></div><div>Agora, se o assunto em questão é um serviço, você pode montar protótipos mais abstratos, como representações gráficas que simulem ações reais.</div><div><br></div><div><em>Desenvolvimento e Monitoramento&nbsp;</em></div><div><br></div><div>Por fim, chega o desenvolvimento, hora de tirar tudo do papel. Caso tenha sido construído um produto a ser lançado, tome medidas para chamar a atenção do público. Nessa parte, entram em ação os setores de comunicação e publicidade da empresa, visando vender a solução ao público de modo que ela seja bem aceita.&nbsp;</div><div><br></div><div>Em todos os casos, este não é o fim do processo. É preciso manter um monitoramento constante a fim de identificar pontos de melhorias e avaliar o sucesso da operação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-28 14:33:04 UTC</pubDate>
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