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      <title>Reunindo informações  by Jessica Ribeiro</title>
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      <description>Combustíveis Fósseis</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-06-16 15:44:03 UTC</pubDate>
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         <title>Instruções</title>
         <author>jessicaribeiro</author>
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         <description><![CDATA[<div>1. Pesquise uma manchete que envolva informações sobre Combustíveis Fósseis/Petróleo no Brasil;<br>2. Destaque:<br>- A redação da manchete;<br>- A imagem da manchete;<br>- A fonte de onde a manchete foi retirada.<br>3. Fique à vontade para distribuir "like" nas publicações que você julgar mais interessantes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-12 20:13:10 UTC</pubDate>
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         <title>Petróleo recua com receios sobre a demanda, após dados fracos dos EUA.</title>
         <author>eltonvinicius</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os preços do <a href="https://www.moneytimes.com.br/tag/petroleo/"><strong>petróleo</strong> </a>recuavam nesta terça-feira, no terceiro dia consecutivo de perdas, com estoques em alta nos <a href="https://www.moneytimes.com.br/tag/eua/"><strong>Estados Unidos</strong></a> que se somavam a riscos para a recuperação da demanda após diversos países incluindo <a href="https://www.moneytimes.com.br/tag/alemanha/"><strong>Alemanha</strong> </a>e <a href="https://www.moneytimes.com.br/tag/franca/"><strong>França</strong> </a>terem suspenso a aplicação de vacinas contra <a href="https://www.moneytimes.com.br/tag/coronavirus/"><strong>Covid-19</strong></a>.<br><br></div><div>O<a href="https://www.moneytimes.com.br/cotacao/ukoil/"><strong> petróleo Brent</strong></a> recuava 0,91 dólar, ou 1,32%, a 67,97 dólares por barril, às 8:08 (<strong>horário de Brasília</strong>). O petróleo dos Estados Unidos caía 0,86 dólar, ou 1,32%, a 64,53 dólares por barril. <br><br>Fonte Money Times: https://www.moneytimes.com.br/precos-do-petroleo-caem-por-estoques-e-novas-preocupacoes-de-demanda-por-covid-19/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 12:05:28 UTC</pubDate>
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         <title>Valor para ajudar produtos de petróleo, carvão mineral e gás superou o orçamento de Educação, aponta instituto de Estudos socioeconomicos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jessicaribeiro/m3ftg454fyv8uf0pp/wish/1320152336</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 12:06:03 UTC</pubDate>
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         <title>AIE eleva previsão para demanda global por petróleo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jessicaribeiro/m3ftg454fyv8uf0pp/wish/1320152482</link>
         <description><![CDATA[<div>     Previsões de um novo super ciclo do petróleo são exageradas, visto que os estoques globais da commodity permanecem bem acima dos níveis de um ano atrás, quando a pandemia de covid-19 começou a prejudicar a demanda, afirmou a AIE (Agência Internacional de Energia). Em relatório mensal publicado hoje, a AIE elevou sua projeção de aumento no consumo global de petróleo este ano em 100 mil barris por dia (bpd), a 5,5 milhões de bpd. Ao mesmo tempo, a agência previu que a produção dos EUA cairá 180 mil bpd em 2021, após sofrer queda de 600 mil bpd no ano passado<br> <br>-FONTE: https://www.bol.uol.com.br/noticias/2021/03/17/aie-eleva-previsao-para-demanda-global-por-petroleo.htm<br>-ALUNO:<br>°KAWARY<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 12:06:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Brasil produz média de 2,94 milhões de barris de petróleo por dia em 2020, diz ANP</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jessicaribeiro/m3ftg454fyv8uf0pp/wish/1320152914</link>
         <description><![CDATA[<div>Fonte: Reuters<br><br>A produção de petróleo do Brasil atingiu média 2,94 milhões de barris por dia (bpd) em 2020, informou a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis.<br><br>Já a produção de gás natural somou 127,4 milhões de metros cúbicos por dia no ano passado.</div><div>Somando a produção de petróleo e gás natural, o país extraiu um recorde de 3,74 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/d), volume 52,71% superior ao registrado em 2010</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 12:06:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A queima de combustíveis fósseis: E destacar semelhança e diferenças entre o ciclo da matéria e o fluxo de energia entre os componentes vivos e não vivos de um ecossistema.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jessicaribeiro/m3ftg454fyv8uf0pp/wish/1320156046</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 12:07:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Macron recua e suspende aumento de imposto sobre combustíveis fósseis</title>
         <author>luislima6</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>França suspende aumento de imposto e congela preço do gás de cozinha, eletricidade e impostos para apaziguar protestos que tomam conta do país https://www.oeco.org.br/tag/combustiveis-fosseis/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 12:07:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Segunda maior alta do ano, com ganhos de 40%, PetroRio ainda pode surpreender maisMesmo com o forte rali em 2021, Bradesco BBI acredita que PRIO3 ainda têm mais espaço para andar; banco elevou recomendação e preço-alvo dos papéis, vendo potencial de valorização de 26%</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jessicaribeiro/m3ftg454fyv8uf0pp/wish/1320158562</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://exame.com/invest/segunda-maior-alta-do-ano-com-ganhos-de-40-petrorio-ainda-pode-surpreender-mais/" />
         <pubDate>2021-03-17 12:07:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A contribuição do Conselho Nacional do Petróleo e da Petrobras na formação de profissionais para a exploração do petróleo no Brasil</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jessicaribeiro/m3ftg454fyv8uf0pp/wish/1320158892</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1864, um acontecimento singular e oficial iniciou e transformou o rumo das pesquisas relacionadas ao petróleo no Brasil: o Decreto n° 3.352-A, no qual, pela primeira vez, cita-se a palavra petróleo no corpo de um texto da Legislação Brasileira. Correlacionado a esse acontecimento, tem-se a criação da Escola de Minas de Ouro Preto em 1875, onde o ensino de Geociências no país começa a ser sistematicamente praticado. Embora formalmente titulados como engenheiros de minas, muitos atuaram na realidade como geólogos antes da existência de um curso específico de Geologia.<br><br>http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/286634<br><br>Lícia Mendonça Martins</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 12:07:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Combustíveis fósseis e insustentabilidade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jessicaribeiro/m3ftg454fyv8uf0pp/wish/1320160829</link>
         <description><![CDATA[<div>Graças ao petróleo (e, mais recentemente, ao gás natural), boa parte da humanidade se desenvolveu, nos últimos 120 anos, mais do que se tinha desenvolvido desde o início da era cristã, pelo menos materialmente. Para isso, foi consumida, nesses 120 anos, energia solar acumulada por fotossíntese ao longo de centenas de milhões de anos.</div><div>Agora, os mais respeitados geólogos do mundo – com raras divergências – colocam o pico da produção mundial de petróleo e gás em torno dos próximos 15 a 20 anos, o que significa que a "idade do petróleo" está chegando ao fim. Mas, antes de cair abruptamente, o consumo deverá passar por oscilações provocadas pelas crescentes dificuldades na exploração, com o conseqüente comportamento errático da demanda.</div><div>O petróleo e o gás abundantes e baratos tiveram uma influência decisiva sobre a criação e desenvolvimento das tecnologias industriais e agrícolas em que se esteiam os processos produtivos e, conseqüentemente, os modelos econômicos, os costumes e a cultura da sociedade moderna, que, em muitos países, é calcada num consumismo desenfreado.</div><div>Seria ilusório esperar que, no Brasil, onde as instituições ainda são frágeis, os processos produtivos possam ser modificados somente pela ação das forças do mercado.</div><div>Ocorre que, sem petróleo e gás, serão inúteis as modernas tecnologias agrícolas, industriais e de transportes, de modo que a produção da economia não será suficiente para sustentar os mais de 220 milhões de habitantes que o país deverá ter quando a oferta daqueles combustíveis estiver escasseando. Não é difícil prever a gravidade da revolução social que então se deflagraria. À vista disso, o princípio da precaução sugere que o governo comece desde já a estudar linhas de ação a serem adotadas pelo Estado, para que este, em sua função de disciplinador das atividades econômicas, adote medidas destinadas a modificar substancialmente a maneira como a energia é hoje consumida.<br><br>Fonte: http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?pid=S0009-67252008000300011&amp;script=sci_arttext</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 12:08:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Impactos no solo causados ​​pela mineração de carvão e resíduos de mina de carvão</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jessicaribeiro/m3ftg454fyv8uf0pp/wish/1320161328</link>
         <description><![CDATA[<div>A Bacia do Carvão de Santa Catarina está localizada entre os municípios de Araranguá e Lauro Müller e contém uma reserva de carvão mineral em torno de 4,3 bilhões de toneladas, correspondendo a 13% da exploração total do país. A mineração de carvão é feita em minas subterrâneas e de superfície, e ambos os processos levam a problemas ambientais. Até o final da década de 1990, o rejeito era, na maioria dos casos, depositado em áreas abertas próximas a locais de mineração ou beneficiamento de carvão. Com isso, uma área de aproximadamente 6.400 hectares foi degradada. Em janeiro de 2000, o Ministério Público ordenou que o Sindicato e o Sindicato das Indústrias Mineiras adotassem regras mais seguras para a reconstrução das áreas ainda mineradas e para a recuperação de áreas anteriormente degradadas pela atividade. A recuperação de tais áreas passa principalmente pelo conhecimento das principais questões que podem impedir a restauração das funções ecológicas dos solos impactados; essas funções dependem diretamente das propriedades físicas e químicas do solo. As propriedades químicas e físicas dos solos construídos pós-mineração de carvão refletem a variabilidade herdada de materiais geológicos, diferentes processos de construção, espessura e grau de compactação de camadas, grau de mistura de materiais da coluna geológica, grau de mistura de rejeitos e solo e presença ou ausência de drenagem ácida de minas. A interação desses fatores resulta na complexidade e diversidade de problemas encontrados na tentativa de recuperação de áreas degradadas de mineração de carvão no Estado de Santa Catarina, Brasil.<br><br>https://www.revistas.udesc.br/index.php/agroveterinaria/article/view/5301</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.noticiasdemineracao.com/w-images/e7aa20e5-183d-42b8-aca2-adee6750948d/1/carvao_sc-1024x475.jpg" />
         <pubDate>2021-03-17 12:08:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Biorremediação de solos contaminados por petróleo e seus derivados</title>
         <author>vitoriamarcolino</author>
         <link>https://padlet.com/jessicaribeiro/m3ftg454fyv8uf0pp/wish/1320163533</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>O que se tem notado, nas duas últimas décadas, é que a poluição causada por petróleo e seus derivados tem sido um dos principais problemas ao meio ambiente. Quando ocorre o derramamento de gasolina em solos, por exemplo, uma das principais preocupações é a contaminação das águas subterrâneas, que também podem contaminar, especialmente, os aquíferos que são usados como fontes de abastecimento de água para o consumo humano. De modo geral, a biorremediação baseia-se na degradação bioquímica dos contaminantes por meio da atividade de microrganismos presentes ou adicionados no local de contaminação.</blockquote><div><br></div><div>https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-46702010000300002&amp;script=sci_arttext</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 12:09:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Competitividade na Cadeia de Suprimento da Indústria de Petróleo no Brasil</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jessicaribeiro/m3ftg454fyv8uf0pp/wish/1320163857</link>
         <description><![CDATA[<div>O fim do monopólio da Petrobras, ocorrido em 1997, tem, por um lado,<br>atraído um significativo volume de investimentos para a indústria de petróleo brasileira e, por outro, provocado uma redução da participação dos supridores nacionais nas encomendas de bens e serviços para o setor.<br><br>Fonte:<br><a href="https://repositorio.ufba.br/ri/bitstream/ri/25708/1/A_Competitividade_na_Cadeia_de_Suprimento_da_Indus.pdf">https://repositorio.ufba.br/ri/bitstream/ri/25708/1/A_Competitividade_na_Cadeia_de_Suprimento_da_Indus.pdf</a><br><br>-angelo</div>]]></description>
         <pubDate>2021-03-17 12:09:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jessicaribeiro/m3ftg454fyv8uf0pp/wish/1320163857</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Hellen Souza</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jessicaribeiro/m3ftg454fyv8uf0pp/wish/1320165636</link>
         <description><![CDATA[<h1><strong>Preço do barril do petróleo vem subindo de volta ao nível em que estava antes da pandemia</strong></h1><div><br></div><div>Em março, abril, maio de 2020, vivemos num mundo que quase não gastava gasolina. Naquela época, os preços do petróleo despencaram no mercado internacional. Agora, o valor vem subindo de volta ao nível em que estava antes da pandemia.</div><div>Desde dezembro, o petróleo tipo Brent, referência internacional nos preços, vem tendo uma forte alta - subiu quase 35%, superando os US$ 60 por barril. Desde 2016, a Petrobras adota a política de preços em que essa variação no mundo se reflete no bolso do consumidor brasileiro.</div><div>Como a nossa capacidade de refinar combustíveis não atende toda a demanda, de cada quatro litros de diesel que o Brasil consome, um litro é importado; 10% da gasolina também vêm de fora do país.</div><div>“Para viabilizar essas importações, a Petrobras tem que praticar preços em linha com esses preços internacionais. Se isso não acontece, distribuidoras de combustíveis e outros agentes não vão importar porque ninguém vai importar prejuízo”, explicou o analista de Energia e Petróleo da XP, Gabriel Francisco.</div><div>Antes, a política era diferente - de 2011 a 2015, o preço na bomba foi mais estável porque o caixa da Petrobras absorveu esse prejuízo.</div><div>“A Petrobras assumir o ônus dessa variação é um caminho que a gente já tentou no passado e deu muito errado. A companhia quase quebrou por conta disso, as ações da companhia despencaram, os investidores perderam a confiança”, alertou Rafael Schiozer, professor da FGV-Eaesp.</div><div>Do preço final da gasolina na bomba, menos de um terço 🤬 com a Petrobras - a maior parcela é formada por impostos: 14% de impostos federais e, em média, 28% de ICMS, variando de acordo com o estado; 14% é o custo do etanol que é adicionado à gasolina; e 12% vão para as distribuidoras e os postos.</div><div>A formação do preço do diesel é parecida. A diferença é que Petrobras 🤬 com quase metade do valor e os impostos são menores.</div><div>“A redução de impostos faria o preço cair, mas a variação do preço continuaria ocorrendo, a gente não teria mais estabilidade de preços por conta de redução de impostos”, disse Rafael Schiozer.</div><div>A variação do dólar e outros fatores também afetam diretamente o preço final. Nos últimos dias, por exemplo, uma onda de frio diminuiu a produção nos poços no estado americano do Texas e ainda aumentou o consumo para aquecimento.</div><div>No mundo globalizado do petróleo, um dia de frio no Texas gera calafrios por aqui.<br>https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2021/02/19/preco-do-barril-do-petroleo-vem-subindo-de-volta-ao-nivel-em-que-estava-antes-da-pandemia.ghtml</div><div><br></div><div><br><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 12:09:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Petróleo como energia no Brasil.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jessicaribeiro/m3ftg454fyv8uf0pp/wish/1320165802</link>
         <description><![CDATA[<div>AS RESERVAS PROVADAS de petróleo no Brasil de 11.243 milhões de barris, equivalentes a cerca de vinte anos da atual produção, asseguram uma situação confortável para o país no curto e no médio prazos. Para os países da OCDE, as reservas equivalem a cerca de dez anos da produção, enquanto a média mundial é de quarenta anos.</div><div>As reservas provadas de gás natural, de 326,1 bilhões de metros cúbicos (m<sup>3</sup>), são 33% superiores às de 2003 e equivalem a dezenove anos da atual produção. Para os países da OCDE, as reservas equivalem a cerca quatorze anos da produção, enquanto a média mundial é de sessenta anos.</div><div>O país atingiu a auto-suficiência na produção de petróleo em 2006. Entre janeiro e setembro desse ano, a Petrobras produziu 1,763 milhão de barris por dia, volume 5% superior ao do ano anterior. A meta de produção é de 1,88 milhão de barris/dia. Contudo, as vendas internas de combustíveis só cresceram 2%. o país exporta 450 mil barris/dia de petróleo. Segundo a Agência Internacional de Energia, o consumo mundial de petróleo deve crescer 1,1% em 2006.<br><a href="https://doi.org/10.1590/S0103-40142007000100003">https://doi.org/10.1590/S0103-40142007000100003</a> </div><div>- Karimy Rocha</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 12:09:39 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Mortes pela queima combustíveis fósseis podem ser o dobro do estimado anteriormente</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jessicaribeiro/m3ftg454fyv8uf0pp/wish/1320166104</link>
         <description><![CDATA[<div>Respirar a poluição causada pela queima massiva de combustíveis fósseis não é boa para a saúde, todo mundo já sabia. Mas pode ser ainda pior do que se supunha até agora. Um estudo elaborado por pesquisadores de Harvard, do London College e de Birmingham estima que até um quinto de todas as mortes registradas no ano de 2018 estavam associadas à poluição do ar. Pelas contas dos pesquisadores, no mundo todo 8,7 milhões de pessoas perderam a vida de forma prematura em função de complicações de saúde causadas principalmente pela exposição do material particulado gerado pela queima de carvão, gás natural e derivados do petróleo. O novo número mais do que dobra a elaborada pelo Instituto de Métricas e Avaliação em Saúde cujo estudo Peso Global das Doenças estimava a mortalidade da poluição em 4,2 milhões em 2015.<br><br>https://conhecimentocientifico.r7.com/combustiveis-fosseis/<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://envolverde.com.br/wp-content/uploads/2013/07/combustiveis.jpg" />
         <pubDate>2021-03-17 12:09:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nova ameaça para o investidor: alta do petróleo desafia retomada</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jessicaribeiro/m3ftg454fyv8uf0pp/wish/1320166357</link>
         <description><![CDATA[<div>O salto dos preços do petróleo chama a atenção sobre como o aumento constante dos custos de energia ameaça criar um entrave à recuperação econômica global e alimenta temores de inflação entre os investidores.<br><br></div><div><a href="https://investpro.exame.com/produtos/olhar-macro-pro/?utm_source=conteudo&amp;utm_medium=editorial&amp;utm_campaign=olhar-macro-pro_invest&amp;utm_term=nova-ameaca-para-o-investidor-alta-do-petroleo-desafia-retomada&amp;utm_content=intention"><strong>Como o cenário macroeconômico impacta os seus investimentos? Entenda com a Exame Invest Pro<br></strong></a><br></div><div>Depois de subir mais de 30% neste ano com cortes da produção coordenados por grandes exportadores e demanda em recuperação após o mergulho com a crise de <strong>Covid-19</strong>, um ataque com míssil no domingo contra um importante terminal de exportação da Arábia Saudita fez o petróleo Brent ultrapassar US$ 70 o barril pela primeira vez desde janeiro de 2020.<br><br></div><div>Embora os preços tenham recuado desde então, o impacto sobre a inflação e recuperação global depende da duração do rali.<br><br></div><div><strong>Crescimento global<br></strong><br></div><div>Para economistas, o que importa é a causa dos preços mais altos, e não o preço em si. Os custos crescentes de energia devido à forte demanda normalmente indicam um crescimento sólido e resiliente, enquanto o aumento dos preços puxado pela oferta limitada pode pesar na recuperação. Economistas do Morgan Stanley estimam que a commodity precisaria ser negociada a US$ 85 o barril, em média, para a carga global do petróleo ultrapassar as médias de longo prazo.<br><br></div><div>“Como contexto, a carga global do petróleo ultrapassou pela última vez a média de longo prazo em 2005, mas com o cenário de forte crescimento global, as economias foram capazes de suportar o impacto da alta dos preços do petróleo até 2007, quando a expansão mundial já perdia força e, ainda assim, as cotações do petróleo subiam rapidamente”, escreveram economistas do banco na semana passada.<br><br>Fonte: https://exame.com/invest/nova-ameaca-para-o-investidor-alta-do-petroleo-desafia-retomada/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 12:09:47 UTC</pubDate>
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         <title>O que jornais falam sobre petróleo?</title>
         <author>victoraraujo</author>
         <link>https://padlet.com/jessicaribeiro/m3ftg454fyv8uf0pp/wish/1320167799</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://exame.com/invest/precos-do-petroleo-recuam-pelo-3-dia-seguido-com-estoques-em-alta-e-preocupacao-de-demanda/" />
         <pubDate>2021-03-17 12:10:07 UTC</pubDate>
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         <title>victor Rabelo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jessicaribeiro/m3ftg454fyv8uf0pp/wish/1320172376</link>
         <description><![CDATA[<div> A pesquisa caracteriza-se como exploratória, por meio de livros, artigos e reportagens. A abordagem utilizada foi qualitativa e quantitativa. A análise dos dados foi realizada por meio de informações obtidas durante a pesquisa documental dos biocombustíveis e convertidas em uma gama de possibilidade de matérias primas para se produzir biocombustíveis no Brasil de maneira sustentável e economicamente viável, trazendo resultados ambientais e econômicos positivos para a sociedade brasileira. Ao finalizar a pesquisa, pode-se concluir que a utilização de biocombustíveis ajudará o Brasil a atingir metas globais na redução de emissão de gases poluentes, colaborando com o desenvolvimento econômico e tecnológico do Brasil, uma vez que a demanda por combustíveis aeronáuticos aumentará consideravelmente, à medida que a população brasileira aumenta e em vista do grande potencial que o Brasil possuem em relação a produção de energias renováveis<br><br>BIOCOMBUSTÍVEIS SUSTENTÁVEIS PARA A AVIAÇÃO NO BRASIL<br>portaldeperiodicos.unisul.b<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 12:11:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jessicaribeiro/m3ftg454fyv8uf0pp/wish/1320172705</link>
         <description><![CDATA[. Procurando contribuir
para esse debate, este artigo apresenta
um diagnóstico sobre a forma como
os royalties têm sido distribuídos
e aplicados no Brasil. Observa que
os critérios de rateio vigentes não
atendem a qualquer objetivo de justiça
intergeracional e geram um excesso de
recursos em alguns governos locais,]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 12:11:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Governo concedeu em 2019 quase R$ 100 bilhões em subsídios para combustíveis fósseis, diz estudo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jessicaribeiro/m3ftg454fyv8uf0pp/wish/1320173291</link>
         <description><![CDATA[<div>diz estudo Valor para ajudar produtores de petróleo, carvão mineral e gás superou orçamento de Educação, aponta Instituto de Estudos Socioeconômicos. Nos EUA, plano de Biden é expandir energia limpa.</div><div>Por Alexandro Martello, G1 — Brasília</div><div><br></div><div>12/11/2020 04h00  Atualizado há 4 meses</div><div>Estudo do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) divulgado nesta semana informa que o governo federal concedeu R$ 99,39 bilhões em subsídios em 2019 para auxiliar os produtores de petróleo, carvão mineral e gás natural no país, uma alta de 16% frente aos R$ 85 bilhões do ano anterior.</div><div><br></div><div>Esses são recursos que saíram diretamente do orçamento da União para incentivar o setor e também quantias que o governo deixou de arrecadar em impostos, devido a regimes de tributação especiais e programas de isenção. O objetivo foi garantir aos consumidores um preço menor na aquisição dos produtos.</div><div><br></div><div>Os números mostram que os subsídios em 2019 superaram o orçamento do Ministério da Educação no mesmo período, que somou cerca de R$ 93 bilhões.</div><div><br></div><div>Também representaram, de acordo com o Inesc, três anos do Programa Bolsa Família (R$ 33,1 bilhões no orçamento de 2019) e a quase 29 vezes o orçamento total do Ministério do Meio Ambiente (R$ 3,44 bilhões no orçamento de 2019).</div><div><br></div><div>Na avaliação do Inesc, um "passo fundamental" para a solução da crise fiscal brasileira é a revisão dos subsídios aos combustíveis fósseis, o que poderia ajudar no alívio às contas públicas.</div><div><br></div><div>"A revisão também é fundamental para a transição para uma matriz energética limpa e expansão da energia solar e fotovoltaica no país, que não possuem a mesma estrutura de subsídios. Existem alternativas aos subsídios aos combustíveis fósseis, que estão, cada dia, mais próximas, como, por exemplo, a geração descentralizada de energia na Amazônia à base de energia solar ou biomassa", avaliou o instituto.</div><div><br></div><div>O G1 entrou em contato com o Ministério da Economia e com a Receita Federal, mas não houve comentários até a última atualização desta reportagem.</div><div><br></div><div><br></div><div>Estudo conclui que produção de combustíveis fósseis ficará acima do seguro para clima</div>]]></description>
         <pubDate>2021-03-17 12:11:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os combustiveis fósseis são por definição, o grupo de recursos naturais disponíveis na natureza utilizados para a produção de energia por meio de sua queima e oriundos de decomposição de material orgânico ao longo do tempo. Os três principais tipos de combustiveis fósseis sâo: Petróleo, o gás natural e o carvão mineral, embora existam outros, como o xisto betuminoso</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jessicaribeiro/m3ftg454fyv8uf0pp/wish/1320175514</link>
         <description><![CDATA[<div>Carlos Ed. Barboza Maciel</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 12:12:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Brasil produz média de 2,94 milhões de barris de petróleo por dia em 2020, diz ANP</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jessicaribeiro/m3ftg454fyv8uf0pp/wish/1320175634</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A produção de petróleo do Brasil atingiu média 2,94 milhões de barris por dia (bpd) em 2020, informou a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis.<br><br>Já a produção de gás natural somou 127,4 milhões de metros cúbicos por dia no ano passado.</div><div>Somando a produção de petróleo e gás natural, o país extraiu um recorde de 3,74 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/d), volume 52,71% superior ao registrado em 2010<br><br>Fonte: G1 Globo<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 12:12:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Danos decorrentes de vazamento de petróleo são graves</title>
         <author>mariacampos7</author>
         <link>https://padlet.com/jessicaribeiro/m3ftg454fyv8uf0pp/wish/1320175841</link>
         <description><![CDATA[<div>O vazamento de petróleo causa sérios danos ao ecossistema marinho. A fauna e flora que entram em contato com o óleo são prejudicados instantaneamente e a longo prazo. As algas, os peixes, mamíferos e aves têm a sua sobrevivência ameaçada. A presença da substância afeta a fotossíntese das algas e reduz a quantidade de gases necessários para a vida delas. Já os mamíferos, peixes e aves marinhas são intoxicados pela ingestão de hidrocarbonetos que estão presentes no petróleo, além de afetar o isolamento térmico destes animais e comprometer a capacidade de voar dos pássaros.<br>A presença do óleo nas praias nordestinas, por exemplo, também provoca prejuízos para a vida humana. Ele pode causar a irritação da pele e olhos dos indivíduos. Além disso, neste caso ele traz malefícios à economia da região, ao afetar o turismo  e as atividades pesqueiras.<br><br><a href="https://ambscience.com/vazamento-de-petroleo/#:~:text=Danos%20decorrentes%20de%20vazamento%20de%20petr%C3%B3leo%20s%C3%A3o%20graves&amp;text=As%20algas%2C%20os%20peixes%2C%20mam%C3%ADferos,necess%C3%A1rios%20para%20a%20vida%20delas.">https://ambscience.com/vazamento-de-petroleo/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 12:12:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pré-sal: riqueza, poder e discórdia</title>
         <author>anamendes4</author>
         <link>https://padlet.com/jessicaribeiro/m3ftg454fyv8uf0pp/wish/1320185271</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O petróleo não é uma commodity de abastecimento trivial: a garantia de fornecimento no médio prazo pode ser usada como uma arma política. Este artigo traça um panorama da dependência da economia mundial ao petróleo e da grande concentração das reservas em países em desenvolvimento. A expectativa de escassez e o conceito de “nacionalismo de recursos naturais” são postos em debate.</div><div><mark>https://revistas.uece.br/index.php/tensoesmundiais/article/view/672</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 12:14:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jessicaribeiro/m3ftg454fyv8uf0pp/wish/1320185901</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 12:14:49 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jessicaribeiro/m3ftg454fyv8uf0pp/wish/1320192840</link>
         <description><![CDATA[<h1>O mistério das manchas de petróleo nas praias do Nordeste</h1><div>Um relatório da Petrobras diz que o petróleo que atinge as praias do Nordeste vem da Venezuela. As razões do desastre e as possíveis consequências para as relações bilaterais entre Brasília e Caracas permanecem incertas.</div><div>    </div><div><br></div><div>Há cinco semanas, manchas de óleo começaram a atingir a costa brasileira. O vazamento chegou aos nove estados do Nordeste, afetando 138 praias da região. Um relatório da Petrobras divulgado pela imprensa brasileira concluiu que o material encontrado nas praias é uma mistura de óleos da Venezuela e que não é produzido, transportado ou comercializado pela estatal brasileira.</div><div>No entanto, ainda é incerto como o vazamento ocorreu. "É muito cedo ainda para dizer quem é o responsável", avalia o cientista político Oliver Stuenkel, da FGV. "Nem mesmo o governo brasileiro sabe exatamente como isso aconteceu. Mas é incrível quanto tempo leva [para se descobrir os responsáveis], já que o problema é claramente visível há algumas semanas."</div><div>Thiago Almeida, porta-voz do Greenpeace para assuntos de clima e energia, afirma que, independentemente de o óleo vir da Venezuela ou não, é preciso ter em mente os impactos negativos. "E a demora por uma resposta efetiva assusta muito", acrescenta. Ele diz que causa ainda surpresa o fato de o governo não ter reagido de forma mais rápida.</div><div>"Isso é uma pergunta que o governo tem que responder, pois ele levou mais de um mês para tomar providências. Como vai ser num caso de derramamento de petróleo?", pergunta Almeida. "Isso mostra como é falha a fiscalização e o trabalho de combate à poluição e ao derramamento de petróleo no Brasil. E isso só tende a piorar com essa agenda antiambiental do governo brasileiro."</div><div>Adriano Pires, diretor-fundador do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), defende ser preciso checar como vazou tamanha quantidade de óleo. "Meu palpite é que, pelo volume de petróleo que está nas praias, ocorreu vazamento em algum navio que saiu carregado de óleo da Venezuela em direção à Ásia. Você tem uma 'avenida' em frente ao Nordeste onde esses navios passam. Só tenho essa hipótese", frisa. Pires descarta um vazamento numa plataforma da Venezuela por não haver manchas de óleo na costa norte da América do Sul.</div><div>O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, apontou três possibilidades como origem do petróleo: um despejo criminoso, a possibilidade de um navio ter naufragado e um acidente durante a passagem de petróleo de uma embarcação para a outra em alto-mar. Devido à quantidade de óleo – até o momento, 133 toneladas foram removidas das praias – descartou-se como causa a limpeza de tanques de um navio.</div><div>Especialistas avaliam que, pelas correntezas, o vazamento se deu a 40 ou 50 quilômetros da costa brasileira, entre os estados de Pernambuco e Paraíba. Cerca de 140 navios passaram pela rota no período em questão, informou a Marinha brasileira. Este caso mostra como é difícil controlar a situação em alto-mar. Para Stuenkel, "o controle sobre essas áreas ainda é muito fraco e, por isso, é provável que não seja possível descobrir exatamente como isso aconteceu". </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 12:16:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Wando Junio </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jessicaribeiro/m3ftg454fyv8uf0pp/wish/1320813948</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>ONU pediu que bancos deixassem de financiar projetos de combustível fóssil</strong></div><div><br></div><div>O secretário-geral das Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, pediu aos bancos de desenvolvimento que interrompam o apoio a projetos de combustíveis fósseis, aumentando a pressão sobre os credores públicos antes de uma cúpula sobre mudança climática que a França realizará no mês que vem.</div><div><br></div><div>Guterres pediu uma reunião virtual de uma coalizão de ministros da Economia e formuladores de políticas econômicas de dezenas de países para garantir que os bancos de desenvolvimento eliminem os investimentos em combustíveis fósseis, aumentem rapidamente o suporte à energia renovável e apoiem projetos para ajudar os mais expostos aos impactos das mudanças climáticas.</div><div><br></div><blockquote>"Precisamos de velocidade, magnitude e liderança decisiva", disse Guterres em mensagem de vídeo. "Conto com essa coalizão para enfrentar o desafio." A França vai receber o que diz ser a primeira reunião global de todos os bancos públicos de desenvolvimento para discutir a mudança climática, chamada Finance in Common Summit, em 12 de novembro.<br><br></blockquote><div>FONTE: agência Brasil<br>^         ^           ^           ^</div>]]></description>
         <enclosure url="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2020-10/onu-pede-que-bancos-deixem-de-financiar-projetos-de-combustivel-fossil" />
         <pubDate>2021-03-17 14:16:19 UTC</pubDate>
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