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      <title>Inês de Castro by Aluna Laila Sola Fernandes</title>
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      <description>O amor mais trágico de portugal</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-04-24 14:25:52 UTC</pubDate>
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         <title>Inês de Castro </title>
         <author>lailafernandes1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Inês de Castro foi uma figura do século XIV em Portugal, conhecida por seu romance com o príncipe Pedro, desafiando convenções sociais da época. Seu assassinato, ordenado pelo rei Afonso IV, reflete a turbulência política e as rivalidades entre famílias nobres da época.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-26 13:17:59 UTC</pubDate>
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         <title>Contexto Histórico</title>
         <author>lailafernandes1</author>
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         <description><![CDATA[<p>  No século XIV, Portugal estava passando por mudanças significativas, incluindo instabilidade política e social. O país emergia como um reino independente, enfrentando desafios como a Crise de 1383-1385. As lutas de poder entre as famílias nobres eram comuns, criando um contexto turbulento que influenciou a história trágica de Inês de Castro.</p><p>  Essa é a época em que a violência praticada pelos homens contra as mulheres era vista como algo tolerável. Esposas consideradas adúlteras podiam ser agredidas por maridos ciumentos e a mancha na honra masculina era lavada com sangue feminino. A história portuguesa mostra alguns exemplos de mulheres que foram brutalmente assassinadas, como Maria Teles, morta por seu marido, o infante D. João, filho de D. Pedro I e Dona Inês.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-26 13:35:43 UTC</pubDate>
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         <title>Inês virou expressão?</title>
         <author>lailafernandes1</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Inês é morta" é uma <strong>expressão </strong>da língua portuguesa e significa "<strong>não adianta mais</strong>". Hoje em dia a frase é usada para expressar a inutilidade de certas ações.</p><p>Muitas vezes esta expressão completa é "<strong>Agora é tarde, Inês é morta</strong>", o que indica que é tarde demais para tomar alguma atitude a respeito de algo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-26 14:23:26 UTC</pubDate>
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         <title>Assassinato de uma dama</title>
         <author>lailafernandes1</author>
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         <description><![CDATA[<p>No dia 7 de janeiro de 1355, D. Afonso foi convencido pelas pressões de seus conselheiros e os acompanhou para o Mosteiro de Santa Clara. Aproveitando a ausência de Pedro, que estava em uma caçada, os conselheiros matam Inês de Castro quando ela estava próxima a uma fonte de água.</p><p>De acordo com a história, as pedras do leito da fonte são avermelhadas por conta da mancha do sangue de Inês Castro. Depois disso o lugar foi batizado como Fonte das Lágrimas.</p><p>A morte de Inês causou revolta a D. Pedro, quando coroado rei, ele perseguiu e matou todos os envolvidos na morte de sua amada. Tirando o coração deles e mandando o carrasco os parti ao meio.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-26 14:39:39 UTC</pubDate>
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         <title>O episódio </title>
         <author>lailafernandes1</author>
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         <description><![CDATA[<p> Inês de Castro é um episódio lírico-amoroso que simboliza a força e a veemência do amor em Portugal. O episódio ocupa as estâncias 118 a 135 do Canto III de Os Lusíadas e relata o assassinato de Inês de Castro, em 1355, pelos ministros do rei D. Afonso IV de Borgonha, pai de D. Pedro, seu amante. É narrado, em sua maior parte, por Vasco da Gama, que conta a história de Portugal ao rei de Melinde. Considerado um dos mais belos momentos do poema, é a um só tempo um episódio histórico e lírico: por trás da voz do narrador, e da própria Inês, percebe-se a voz e a expressão pessoal do poeta. Camões, através da fala de Vasco da Gama, destaca do episódio sua carga romântica e dramática, deixando em segundo plano as questões políticas que o marcam.</p><p> Inês de Castro é um episódio lírico-amoroso que simboliza a força e a veemência do amor em Portugal.<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-26 14:55:54 UTC</pubDate>
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         <title>O encontro</title>
         <author>lailafernandes1</author>
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         <description><![CDATA[<p>  Inês conhece Dom Pedro I aos 15 anos. Onde Pedro se interessa por ela logo quando a vê, pela jovem possuir uma beleza exuberante e loura. O homem a "queria bem" convidando assim a te-la como a madrinha de sua primeira criança com Dona Constança, que temia que o marido a traísse.</p><p>  Uma série de coisas trabalhavam para que o romance entre Pedro e Inês não fosse adiante. </p><ul><li><p>As tentativas de Dona Constança para os separar;</p></li><li><p>D. Luís morreu poucos dias depois de nascido (filho de Constança e D. Pedro);</p></li><li><p>Pouco interesse do rei D. Afonso IV que seu filho tomasse por amante uma dama que a família tinha tantas ganâncias, não só em Portugal em Castela (reino vizinho).</p></li></ul><p>  Com inúmeras complicações passadas por D. Afonso IV, de que a família de Dona Constança estava sendo desonrada, etc. Pai de Pedro I resolveu mandar a jovem para o exílio em Albuquerque. Ali, ela ficou novamente sob a proteção da tia, Dona Teresa, na época uma mulher viúva.</p><p> Contudo isso não impediu o romance, os apaixonados continuaram a manter contato por meio de recados, cartas. Enquanto D. Pedro falava secretamente com a amada por meio de mensageiros de sua confiança, ele retomou suas obrigações conjugais. De seu casamento com Dona Constança, nasceu a infanta Dona Maria e o futuro D. Fernando I de Portugal. As evidências apontam para a morte prematura da princesa, durante o parto de uma filha natimorta. Viúvo, o príncipe não viu mais impedimento para retomar suas relações com a exilada Inês, colocando-a sob sua proteção. A paixão logo se tornou pública, causando escândalo entre a nobreza da época e prejudicando as pretensões de D. Afonso IV de casar novamente seu filho com uma dama de sangue real.</p><p> Afonso IV aproveitando a ausência de D. Pedro, foi com Pero Coelho, Álvaro Gonçalves, Diogo Lopes Pacheco e outros para executarem Inês de Castro, conforme fora decidido em conselho. Os três assassinos esfaquearam Inês até à morte e acabaram por decapitá-la com as espadas, situação que foi testemunhada por um dos seus filhos.</p><p>  Após sua morte, seu amado, D. Pedro, assumiu publicamente que havia se casado em segredo com a exilada antes de sua morte. Em homenagem a falecida, ele a coroa, fazendo todos os homens nobres beijassem a mão do cadáver, se não, a sentença era a morte.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-29 13:25:14 UTC</pubDate>
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         <title>Rainha morta - Coroação</title>
         <author>lailafernandes1</author>
         <link>https://padlet.com/lailafernandes1/m3bbjiigc4ei9atx/wish/2973755672</link>
         <description><![CDATA[<p>D. Pedro assumiu publicamente que havia se casado em segredo com Inês de Castro antes de sua morte. Ele decidiu fazer uma homenagem digna a rainha de Portugal e a coroou, morta. Também obrigou todos os nobres a beijar a mão do cadáver que estava sentado no trono, quem negasse seria sentenciado à morte.</p><p>Em seguida o corpo da rainha foi levado ao túmulo, que é uma verdadeira obra de arte. D. Pedro foi enterrado na frente de sua amada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-29 13:28:26 UTC</pubDate>
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