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      <title>Mulheres na Política  by Pablo Moises Andrade De Jesus</title>
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      <description>Trabalho de sociologia sobre mulheres importantes na política. Realizado pela turma de 2°B do Colégio Estadual Professor Luiz Bavarro de Brito.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-06-02 11:09:14 UTC</pubDate>
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         <title>Marielle Franco</title>
         <author>vanessagoncalves31</author>
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         <description><![CDATA[<div>Marielle Franco (1979-2018): Vereadora pela cidade do Rio de Janeiro e também socióloga, defendia o feminismo, os direitos humanos, e criticava a intervenção federal no Rio de Janeiro e a Polícia Militar, tendo denunciado vários casos de abuso de autoridade por parte de policiais contra moradores de comunidades carentes.<br>Franco foi executada com três tiros na cabeça e um no pescoço, por volta das 21h30min de 14 de março de 2018. Em 12 de março de 2019, a Polícia Civil prendeu um ex-policial militar e um policial militar reformado acusados de terem assassinado a vereadora e seu motorista. De acordo com a Polícia, o policial reformado Ronnie Lessa atirou contra a vereadora e o ex-militar Élcio Vieira de Queiroz dirigia o carro que perseguia Marielle.<br>O Instituto Marielle Franco foi criado por sua família, com o intuito de buscar justiça sobre o caso, além de defender a memória da vereadora e articular a formação política para mulheres, população negra e favelada. Durante o mês de março de 2020, o Instituto Marielle Franco organizou diversas atividades para lembrar os dois anos do assassinato de Marielle Franco e incentivou a manifestação de ações espontâneas e coletivas.&nbsp;<br><br>Aluna: Vanessa Santana Gonçalves&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-02 11:36:50 UTC</pubDate>
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         <title>Theodosina Rosário Ribeiro</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>foi à primeira deputada negra da Assembléia Legislativa de São Paulo. Nasceu em 29 de maio de 1930 na cidade de Barretos (SP). Quarenta anos depois, em 1970, a maior cidade da América Latina a elege como primeira vereadora negra da Câmara Municipal de São Paulo. E, em 1974, a primeira deputada negra da Assembléia Legislativa do Estado, onde ocupou também o cargo de vice-presidente.</div><div>Theodosina formou-se filósofa, pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da universidade de Mogi das Cruzes, e advogada, pela FMU – Faculdades Metropolitanas Unidas. Na vida pública, teve quatro candidaturas vitoriosas – uma como vereadora e três como deputada estadual.</div><div>Ela se tornou uma referência e estímulo para negras e negros. Depois dela, outras mulheres negras se engajaram na vida pública.<br><br>Aluna: Juliana crecencio da costa</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-02 11:44:38 UTC</pubDate>
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         <title>Antonieta de Barros</title>
         <author>maisareis10</author>
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         <description><![CDATA[<div>Antonieta de Barros (1901-1952): Foi uma jornalista, professora e política brasileira de origem pobre, Antonieta foi a primeira deputada estadual negra do país e também primeira deputada mulher do estado de Santa Catarina. Além disso, criou o Curso Particular Antonieta de Barros, com o objetivo de alfabetizar a população carente. É conhecida por lutar pelos seus ideais em um contexto onde as mulheres não tinham direito de opinar. tendo sido pioneira e inspiração para o movimento negro, apesar de um grande apagamento de sua história, que vem sendo retomada aos poucos.<br><br>Aluno(a): Maisa Nascimento Reis</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-02 11:49:17 UTC</pubDate>
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         <title>Benedita da Silva </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Benedita Souza da Silva Sampaio (também conhecida como Bené) é uma política ativista do movimento negro e feminista que ocupou uma série de cargos públicos importantes. Fundadora do PT, Benedita foi a primeira senadora negra do país e a primeira vereadora negra da Câmara Municipal do Rio de Janeiro.<br>Vencedora da eleição de 1982, Benedita da Silva, lutando contra o racismo e as discriminações sociais e de gênero, conquistou dois marcos importantes com o slogan “negra, mulher e favelada”.&nbsp;<br>No princípio dos anos oitenta ela se tornou a primeira mulher negra a ocupar uma cadeira na Câmara de Vereadores da sua cidade natal e virou a primeira vereadora eleita do PT.&nbsp;<br>A reeleição para um segundo mandato, que começou em 1986, foi uma legitimação do trabalho feito especialmente em defesa da mulher, da igualdade racial e social.<br><br>Aluno(a) Luana Andrade Matos</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-02 11:58:51 UTC</pubDate>
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         <title>Tainá de Paula</title>
         <author>luisamaral6</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Candidata a Deputada Estadual&nbsp;<br><br>Criada em uma das favelas da Praça Seca, na zona oeste do Rio de Janeiro, a arquiteta e urbanista Tainá de Paula, 35 anos, arquiteta e urbanista. feminista interseccional e mãe.<br>Hoje, Tainá é assessora técnica do Movimento de Trabalhadores Sem Terra do Rio de Janeiro e coordena o projeto Brasil Cidades.<br>Mestre em Urbanismo pela UFRJ, pesquisou a requalificação de áreas subutilizadas da cidade e a ocupação desigual de territórios.</div><div>Na Alerj, ela pretende garantir pautas relacionadas à mobilidade, habitação e “formas da gente se divertir, para além de existir na cidade”. Para ela, a relação da população pobre com a cidade precisa ser alterada.<br><br>Aluno(a): Luis Marcelo Almeida Amaral</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-02 12:19:18 UTC</pubDate>
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         <title>Olívia Santana</title>
         <author>liviasantos386</author>
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         <description><![CDATA[<div>Olívia Santana nasceu em Salvador no dia 25 de março de 1967, na comunidade do Alto de Ondina. É uma política,[1] Pedagoga, militante do movimento de mulheres negras e fundadora da União de Negros Pela Igualdade (UNEGRO).[2] Filiada ao PCdoB, foi eleita a primeira mulher negra deputada estadual na Bahia, com 57.755 mil votos. Olívia foi vereadora de salvador, Secretária municipal de Educação, além de Secretaria Estadual de Política para as Mulheres (SPM), e do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (SETRE).É filha de empregada doméstica e pai marceneiro. Sua mãe teve oito filhos, mas só sobreviveram três: ela e mais dois. Está no terceiro mandato do legislativo municipal para o qual foi eleita com 9.143 votos.<br>Aos 14 anos, a vereadora do PCdoB começou a trabalhar como servente em uma escolinha particular. Foi o pontapé para a escolha de sua carreira. Estudando sozinha, prestou vestibular e foi aprovada em Pedagogia na Universidade Federal da Bahia (Ufba).<br>Olívia começou a fazer política no movimento estudantil, mas conquistou posição de destaque na luta contra a discriminação racial. É dirigente da União de Negros pela Igualdade (Unegro) e foi secretária de Educação e Cultura do Município. Marcou sua gestão com ações como a implantação da matrícula informatizada e do estudo da cultura afro-brasileira.<br>Foi presidente do Diretório Acadêmico de Pedagogia e organizou um grupo chamado União da Juventude Negra, que discutia a participação dos negros na universidade. Em 2001, foi a delegada da comitiva brasileira e a única representante da Bahia a discursar na Conferência Mundial Contra o Racismo, evento realizado pela Organização das Nações Unidas (ONU).<br>Desde que assumiu uma cadeira no Legislativo, em 2003, defende o tombamento da Feira de São Joaquim como patrimônio cultural da Bahia e do Brasil. Defende a educação como a principal fonte de transformação social.<br>Candidatou-se à Câmara Federal em 2006, conquistando 37.803 votos. Em 2008, renovou seu mandato no legislativo municipal.<br>Mandato – Olívia Santana foi eleita ouvidora-geral da Câmara para o biênio 2011-2012. Além de ser membro das comissões de Finanças, Orçamento e Fiscalização e de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara Municipal de Salvador. A vereadora é ex-presidente da Comissão de Educação, Cultura, Esporte e Lazer.<br><br>ALUNA: Lívia Marianne Souza Santos</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-02 12:24:30 UTC</pubDate>
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         <title>Leolinda Daltro</title>
         <author>lannaoliveira6</author>
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         <description><![CDATA[<div>Leolinda Figueiredo Daltro (Bahia, 14 de julho de 1859 - Rio de Janeiro, 4 de maio de 1935) foi uma professora, sufragista e indigenista brasileira que lutou pela autonomia das mulheres. Em 1910, juntamente com outras mulheres, Leolinda fundou o Partido Republicano Feminino. Em 1917 liderou uma passeata exigindo a extensão do direito ao voto às mulheres.<br>Na vida política, Leolinda Daltro ficou conhecida através de uma congregação de mulheres que apoiavam a candidatura de Hermes da Fonseca para a presidência do Brasil, em 1909, com a fundação da Junta Feminil pró-Hermes. Esse grupo era uma associação política em que o objetivo era ser o ponto de partida para a ação do feminismo no Brasil.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Leolinda_Daltro#cite_note-10"><sup><br></sup></a><br></div><div>No ano de 1910, Leolinda renomeou a associação com o nome de Partido Republicano Feminino. Era um partido político composto por pessoas que não tinham direitos políticos. O partido foi fundado no dia 23 de dezembro de 1910 e registrado oficialmente em 18 de agosto de 1911. Leolinda dedicou-se em prol da emancipação feminina a partir da primeira década do século XX.</div><div><br>Em 1913, os jornais deram ampla publicidade ao movimento das suffragettes, quase sempre reforçando que este não era um comportamento que as brasileiras deveriam seguir. Em agosto de 1919, Leolinda Daltro lançou sua candidatura ao cargo de intentende municipal da cidade do Rio de Janeiro.<br><br></div><div>Na década de 1930, Leolinda ainda estava ativa na luta pela emancipação feminina, fazendo parte da Aliança Nacional de Mulheres. Leolinda, na maioria das vezes, foi mal compreendida e teve que suportar piadas e zombarias em relação à sua luta.<br><br>Aluna: Lanna Lemos de Oliveira</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-02 12:32:45 UTC</pubDate>
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         <title>Tereza de Benguela (século 18)</title>
         <author>marianasantos782</author>
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         <description><![CDATA[<div>Parceira de José Piolho, líder do maior quilombo do Mato Grosso, Tereza de Benguela assumiu o comando do refúgio após a morte do companheiro. Por duas décadas, ela esteve à frente das decisões políticas, econômicas e administrativas do grupo, que era formado por negros e indígenas que resistiam à escravidão. A estrutura do Quilombo do Quariterê (ou do Piolho) compreendia um parlamento para discutir questões da população local, sistemas de defesa e também de cultivo, como algodão, feijão e milho.</div><div><br></div><div>Com o sucesso da organização do quilombo, ela ficou conhecida como Rainha Tereza e se tornou símbolo de resistência. Desde 2014, é celebrado o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra em 25 de julho.<br>Aluna(o):Mariana Silva Santos&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-02 14:33:10 UTC</pubDate>
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         <title>Bertha Lutz</title>
         <author>denissonnascimento1</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Bertha Maria Júlia Lutz é conhecida como a maior líder na luta pelos direitos políticos das mulheres brasileiras. Ela se empenhou pela aprovação da legislação que outorgou o direito às mulheres de votar e de serem votadas.A segunda mulher a entrar no serviço público brasileiro. Ao lado de outras pioneiras, empenhou-se na luta pelo voto feminino e criou, em 1919, a Liga para a Emancipação Intelectual da Mulher, que foi o embrião da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino (FBPF).</div><div>Em 1922, Bertha representou as brasileiras na Assembleia-Geral da Liga das Mulheres Eleitoras, nos Estados Unidos, sendo eleita vice-presidente da Sociedade Pan-Americana. Somente dez anos depois do ingresso das brasileiras na Liga das Mulheres Eleitoras, em 1932, por decreto-lei do presidente Getúlio Vargas, foi estabelecido o direito de voto feminino.</div><div>Aluno: Dênisson David </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-02 16:48:18 UTC</pubDate>
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         <title>Alzira Soriano</title>
         <author>kiriaanjos</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong>Luiza Alzira Teixeira Soriano</strong> (1897 - 1963) foi uma política brasileira e a primeira mulher a ser eleita prefeita de um município na América Latina.&nbsp;<br> Numa época em que as mulheres brasileiras sequer tinham direito ao voto e política era assunto exclusivo do universo masculino, a jovem Alzira Soriano, de 32 anos, não apenas votou como disputou e venceu as eleições municipais daquele ano em Lajes, um pequeno município no interior do Rio Grande Norte.&nbsp;<br><br>A notícia, publicada no jornal norte-americano New York Times, chamava a atenção para o fato de Alzira ser a primeira mulher eleita prefeita em um país que ainda não havia permitido o sufrágio feminino.&nbsp;<br><br>Durante a campanha eleitoral de 1928, Alzira foi atacada com ofensas misóginas. Entretanto, foi eleita prefeita com mais de 60% dos votos, assumindo o cargo em 1929. Permaneceu no executivo municipal até o advento da Revolução de 1930 e só voltou a ocupar um cargo público, o de vereadora, em 1947.<br><br>Aluna: Kíria Góis<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-02 19:00:50 UTC</pubDate>
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         <title>Laudelina de Campos Melo</title>
         <author>pablojesus66</author>
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         <description><![CDATA[<div>Laudelina de Campos Melo (1904-1991) - empregada doméstica e ativista política<br>País com mais de 5 milhões de trabalhadores domésticos, o Brasil viu nascer o movimento sindical da categoria na cidade de Santos em 1936, por iniciativa de Laudelina de Campos Melo em busca de melhores condições de trabalho.<br>Laudelina nasceu na cidade mineira de Poços de Caldas em 12 de outubro de 1904, menos de 20 anos depois da abolição da escravatura no país, em 1888. Ela começou a trabalhar aos sete anos de idade, abandonou a escola para cuidar dos irmãos enquanto a mãe trabalhava e aos 16 anos passou a atuar de organizações sociais do movimento negro.<br>Atuação e perseguição política<br>Já morando em São Paulo, a trajetória de Laudelina ganhou contornos políticos na década de 1930, quando se filiou ao Partido Comunista Brasileiro (PCB) e militou pela Frente Negra Brasileira (FNB), entidade do movimento negro que também seria reconhecida como partido.<br>Ao mesmo tempo, fundou no início daquela década a primeira associação de trabalhadores domésticos do Brasil, em Santos. Naquela época surgiriam também outras entidades da categoria em território paulista.<br><br>"A situação da empregada doméstica era muito ruim. A maioria daquelas antigas trabalharam 23 anos e morria na rua pedindo esmola. Lá em Santos, a gente andou cuidando, tratou delas até a morte. Era um resíduo da escravidão, porque era tudo descendente de escravo", disse ela em entrevista à educadora Elisabete Pinto, publicada em sua dissertação de mestrado pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Mas essas entidades, o PCB, a FNB e tantos grupos políticos, culturais e classistas acabariam perseguidos e fechados durante a ditadura de Getúlio Vargas no Estado Novo. E mesmo a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que unificou em 1943 as leis trabalhistas existentes até então, não trariam benefícios para os trabalhadores domésticos.<br>Associação fundada por ela havia voltado a funcionar com o fim da ditadura varguista, em 1946, mas a trajetória de perseguições não havia acabado. Com o golpe militar de 1964, que instituiu novamente uma ditadura no país, a associação dos trabalhadores domésticos precisou se abrigar no partido UDN (União Democrática Nacional), cuja principal liderança era Carlos Lacerda, para não fechar as portas.<br>Laudelina morreu em 1991, aos 86 anos de idade, em Campinas.<br><br>E só em 2013, com a aprovação da chamada PEC das Domésticas, os trabalhadores domésticos passariam a ter direito a benefícios semelhantes aos de outras categorias profissionais, como jornada de trabalho de 44 horas semanais, com limite de oito horas diárias, e o pagamento de hora-extra.<br><br>"(A trajetória de Laudelina) foi fundamental para a organização da categoria na busca de direitos. Laudelina também levantou, através da sua atuação sindical, bandeiras contra o preconceito racial e contra a discriminação das mulheres", afirma a Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas.<br><br>Aluno:Páblo Moises Andrade de Jesus&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-02 20:27:16 UTC</pubDate>
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         <title>Carlota Pereira de Queirós </title>
         <author>maiaraalves15</author>
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         <description><![CDATA[<div>Carlota Pereira de Queiróz nasceu em São Paulo, em 1892. Em 1926, formou-se em medicina. Como chefe do laboratório de clínica pediátrica da Faculdade de Medicina de São Paulo, viajou para a Suíça, comissionada pelo governo para estudar dietética infantil, em 1929.&nbsp;<br>No dia 3 de maio de 1933, nas eleições para a Assembleia Constituinte, foi eleita pelo estado de São Paulo. Era a única representante do sexo feminino entre os 254 deputados. Após a promulgação da Constituição de 1934, teve o mandato prorrogado, permanecendo na Câmara até novembro de 1937, quando Getúlio Vargas fechou o Congresso Nacional, marcando o início do Estado Novo (1937-1945).<br>Em 2000, na Câmara dos Deputados, em projeto de iniciativa da deputada Laura Carneiro (PFL-RJ), sua memória foi relembrada ao ser escolhida para nomear o Diploma Mulher-Cidadã CARLOTA PEREIRA DE QUEIRÓZ. Na justificativa do projeto foram incluídas várias informações sobre a trajetória da médica e, uma das mais significativas, trata de seu ingresso na política partidária, que teria ocorrido após sua destacada atuação no tratamento dos feridos da Revolução Constitucionalista de 1932. Como parlamentar, teve atuação direcionada às questões sociais, basicamente na área da saúde pública.<br><br>ALUNA: MAIARA SANTOS ALVES</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-02 20:45:40 UTC</pubDate>
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         <title>Marina Silva </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Maria Osmarina Marina Silva Vaz de Lima, nasceu no Rio Branco em 8 de fevereiro de 1958, é uma ambientalista, historiadora, pedagoga e política brasileira. Foi senadora pelo estado do Acre durante 16 anos. Atualmente, está sem partido.<br>Foi Ministra do Meio Ambiente no Governo Lula do seu início (2003) até 13 de maio de 2008. Também foi candidata à Presidência da República em 2010 pelo Partido Verde (PV), obtendo a terceira colocação entre nove candidatos, com 19,33% da porcentagem total – expressivos 19.636.359 votos válidos em todo o território nacional. “Também sou negra, mas seria muito pretensioso da minha parte me apresentar como similar ao Obama”. Marina Silva, em entrevista durante a campanha para presidente.<br>Aluno: Raphael Aleixo da Silva</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-04 14:49:46 UTC</pubDate>
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         <title>Sônia Guajajara</title>
         <author>pedrocastro20</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sônia Bone de Souza Silva Santos, nome civil de Sônia Bone Guajajara, nasceu na Terra Indígena de Araribóia, no Maranhão, em 03/06/1974.&nbsp;<br>Sua militância em ocupações e protestos começou na coordenação das associações e articulações dos povos indígenas no Maranhão (COAPIMA) e levou-a à coordenação executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) antes disso ainda passado pela Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB).&nbsp;<br><br>Sônia é professora do ensino fundamental, auxiliar de enfermagem, liderança indígena feminista. Mas a sua força e coragem lhe levaram a alçar voos maiores, chegando a ser a primeira mulher indígena a concorrer numa chapa à presidência da República, em 2018, aos 44 anos.<br>Com 15 anos, Sônia saiu de casa para estudar em Minas Gerais convidada pela Funai, e hoje é mestra em Cultura e Sociedade pelo Instituto de Humanidades, Artes e Cultura pela Universidade Federal da Bahia. Em 2001 participou do primeiro evento nacional indígena, a pós-conferência da Marcha Indígena, para discutir o Estatuto dos Povos Indígenas em Luziânia, no estado de Goiás.&nbsp;<br>Em 2017, Alicia Keys, artista engajada com diversas causas sociais, cedeu seu espaço no palco principal do Rock in Rio para que a líder indígena Sônia Guajajara discursasse pela demarcação de terras na Amazônia, momento em que foi ovacionada pelo público ao som de "Fora Temer! ".&nbsp;<br>Aluno: Pedro Guilherme Souza de Castro</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-05 18:09:52 UTC</pubDate>
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         <title>Verônica Lima </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A luta de Verônica começou quando era ainda adolescente, fazia parte do movimento estudantil pelo passe livre e pela valorização da escola pública . Verônica foi eleita em 2012 a primeira mulher negra vereadora de Niterói.&nbsp;<br>O nome de Verônica esta associado a melhoria da qualidade de vida da população. Ela também foi responsável pela criação do banco municipal de alimentos Hebert de Souza, sendo o primeiro a ser criado no estado, que tem o objetivo de redistribuir alimentos que seriam desperdiçados por indústrias e empresas para instituições e famílias que estão cadastradas no programa.<br>Em 2018 ela se candidatou a deputada federal, mas infelizmente não foi eleita.<br>Aluna: Elis Vitória Carvalho Santana.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-05 18:22:14 UTC</pubDate>
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         <title>Jurema Batista</title>
         <author>luissilva517</author>
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         <description><![CDATA[<div>Destaque como mulher negra na política brasileira, Jurema da Silva Batista começou sua carreira como presidente da Associação de Moradores do Andaraí, em 1979. Formada em Português e Literatura pela Universidade Santa Úrsula, participou da criação do Partido dos Trabalhadores, no Rio de Janeiro, no início da década de 80. Em 2002, foi eleita deputada estadual e durante seu mandato na Assembléia Legislativa (Alerj), presidiu a Comissão de Combate à Discriminação de Etnia, Religião e Procedência Nacional.<br><br></div><div>Em 2005 foi uma das 1000 mulheres do mundo indicadas para ganhar o Nobel da Paz. Em 2007 foi convidada para presidir a Fundação para a Infância e Juventude (FIA) do governo do estado. Atualmente exerce o cargo de Gerente de Segurança Alimentar na Secretaria de Assistência Social, da qual é funcionária de carreira. É membro do Movimento Negro Unificado, onde exerce o cargo de coordenadora de formação política.<br><br></div><div>Entre seus projetos mais importantes estão a garantia da gratuidade do teste de DNA para famílias pobres, o projeto de lei que cria o Dia de Lembrança do Holocausto, o programa que mantém a Feira de Tradições Nordestinas em São Cristóvão e o projeto Rio Charme que permite a permanência do baile charme no Viaduto de Madureira. É autora da lei que garante 40% de negros na propaganda oficial do município, bem como, autora do Diploma Zumbi dos Palmares na Alerj e do Disque<br>&nbsp;Discriminação na mesma casa de Lei.<br><br>Luis Felipe Santos Silva<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 02:40:17 UTC</pubDate>
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