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      <title>FEESP: Curso FE 1º.Marias - 1a. aula - A Experiência Filosófica. Memória.  Filosofia do especialista -  Filosofando - &#39;Marias&#39;. by Vera Braga</title>
      <link>https://padlet.com/vabraga/m33401xj9td3ivub</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-02-16 06:15:08 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-12-16 12:55:13 UTC</lastBuildDate>
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         <title>1/18. Filosofia do especialista Marias, p. 17 </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/m33401xj9td3ivub/wish/2885662836</link>
         <description><![CDATA[<p>Vera Braga: Quando falamos de fé, nós olhamos para nossos sentimentos, pois a fé  não requer prova científica. É assentir com  aquilo que não vemos, conforme diz Santo Agostinho, aqui trazido pela minha memória.   No entanto, quando nos propomos a falar de filosofia, no seu verdadeiro sentido, é preciso, como dizem as Marias, no item  Filosofia do especialista [...] <em><mark>ocupar-se com o rigor do conceito, o que pressupõe intimidade  com a história da filosofia</mark>.</em>[...]. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-16 06:24:21 UTC</pubDate>
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         <title>2. FILOSOFIA DO ESPECIALISTA</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/m33401xj9td3ivub/wish/2885721488</link>
         <description><![CDATA[<p>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Há diferença ente o que chamamos de filosofia de vida e a filosofia do especialista?</p><p>Sim, há diferença, pois a filosofia de vida é uma <strong>pré filosofia</strong>, é apenas uma <strong>disposição para o filosofar</strong>... já a filosofia do especialista ocupa-se <mark>com o rigor do conceito, o que pressupõe intimidade com a história da filosofia.</mark></p><p>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp; E como os filósofos são conhecidos desde a antiguidade?</p><p>Eles são conhecido por, diante do saber cotidiano, levantarem problemas, questionarem o que parece óbvio e criarem <strong>conceitos</strong> para compreender o que os surpreende. (p. 17, Marias. Caderno p. 5).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-16 07:46:59 UTC</pubDate>
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         <title>3. 1.    E qual é o tipo de pensar do filosofo?</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/m33401xj9td3ivub/wish/2885722170</link>
         <description><![CDATA[<p>É diferente dos outros, porque o filósofo se propõe a problematizar nossos pensamentos e nossas ações.</p><p>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp; E o que resulta da ação de <mark>problematizar</mark> nossos pensamentos e ações?</p><p>Dessa experiência resulta a experiência filosófica.</p><p>3.&nbsp;&nbsp;&nbsp; O que fazem os filósofos?</p><p><strong>Eles questionam o mundo e a si mesmos, e não aceitam certeza absolutas e soluções rápidas.</strong></p><p>4.&nbsp;&nbsp;&nbsp; E que os filósofos buscam?</p><p>Eles buscam delimitar os problemas que os intrigaram para procurar o <strong>sentido</strong> desses pensamentos e ações.</p><p>5.&nbsp;&nbsp;&nbsp; E o que diz o filosofo francês André Comte-Sponville?</p><p>Sponville pergunta: “ O que é um filósofo? E ele afirma: “é alguém que pratica a filosofia, em outra palavras, que se <strong>serve das razões</strong> para tentar pensar o mundo e a sua própria vida, a fim de se aproximar da sabedoria ou da felicidade [...] e isso tem de ser aprendido, já que ninguém nasce filósofo, e já que a filosofia e, <strong>antes de mais nada, um trabalho</strong> [...]. P. 17 Marias Comte Sponville, André. Dicionário Filosófico -. S. Paulo. Martins Fontes, 203, p. 252, apud, Marias.</p><p>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; É possível definir filosofia?</p><p>Explicitar o que é filosofia já é em sim, uma questão filosófica e mesmo quando as pessoas se arriscam a dar respostas, sabem que são sempre imprecisas e provisórias.</p><p>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;Qual é a etimologia da palavra filosofia?</p><p>Vem do grego philos “amor” , “amizade”, e sophia, “sabedoria”. Logos, significa “amor a sabedoria” ou “amizade pelo saber [...]&nbsp; p. 18 verbete Etimologia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-16 07:47:57 UTC</pubDate>
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         <title>4. FILOSOFIA NÃO É UM SABER  -</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/m33401xj9td3ivub/wish/2885722712</link>
         <description><![CDATA[<p>16.&nbsp; O que significa esta afirmação?</p><p><br></p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Significa que a filosofia não constitui uma doutrina, no sentido de uma teoria ou de um conjunto de conhecimentos estabelecidos de uma vez por todas.&nbsp;</p><p>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Então o que é o filosofar?</p><p>O filosofar é uma atitude que pressupõe constante disponibilidade para a indagação.</p><p>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Platão e Aristóteles afirmam qual é a primeira virtude do filosofo?</p><p>Sim. A primeira virtude do filósofo é <strong>admirar-se, ser capaz de ser surpreendido com o óbvio e questionar as verdades dadas.</strong> Então, pergunta-se o que isto significa? Esta é a condição para problematizar e problematizar é o que caracteriza a filosofia como <strong>busca da verdade</strong>, e não a sua posse.</p><p>18 . A filosofia está à margem da vida?</p><p>Não, pois a trama do pensar filosófico é formada pelos acontecimentos cotidianos e por isso a filosofia está no seio da história.</p><p>19. E há por isso um paradoxo que é enfrentado pelos filósofos?</p><p> &nbsp;&nbsp; Sim, porque a filosofia está mergulhada no mundo e fora dele, gerando o paradoxo a ser enfrentado pelo filósofo.&nbsp; FILOSOFIA NÃO SE CONFUNDE COM CIÊNCIA.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-16 07:48:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>5. O que chamamos de ciência grega fazia parte do corpo da filosofia?</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/m33401xj9td3ivub/wish/2885723261</link>
         <description><![CDATA[<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;Sim, e o sábio era aquele que refletia sobre todas os setores da indagação humana.</p><p><br></p><p>21. E como o sábio se debruçava sobre as questões da natureza, da physis, para os gregos?</p><p><br></p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O sábio se debruçava para a <em>physis</em> do ponto de vista filosófico.</p><p><br></p><p>22. E o que aconteceu no século XVII, com o método das ciências experimentais, iniciado por Galileu Galilei?</p><p><br></p><p>O método experimental, iniciado por Galileu Galilei, possibilitou a ruptura entre a filosofia e a ciência.</p><p><br></p><p>23.&nbsp; E qual foi a consequência dessa lenta ruptura?</p><p><br></p><p>Lentamente, constituíram-se as chamadas ciência particulares (física, astronomia, química, biologia) e há menos tempo, as ciências humanas (psicologia, sociologia, economia), entre outras.</p><p><br></p><p>24. E esta constituição das chamada ciência particulares nos permite indagar sobre o que restou à filosofia, já que ao longo dos anos, ela foi esvaziada de seus conteúdos?</p><p><br></p><p>Sim. A filosofia continua tratando da mesma realidade apropriada pelas ciências, mas as ciências se especializam o observam “recortes” da realidade e a filosofia analisa seu objeto do ponto de vista da totalidade, isto é, ela tem uma visão de conjunto, no qual o problema filosófico nunca é examinado parcial e isoladamente, mas sempre conforme a relação estabelecida com o contexto o geral. O problema se acha inserido, ou seja, em todos os setores do conhecimento e da ação humana, e a filosofia se apresenta como reflexão crítica e problematização do saber e do agir. Marias p. 19.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-16 07:49:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>6. Então, o que faz a filosofia?</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/m33401xj9td3ivub/wish/2885724467</link>
         <description><![CDATA[<p>A filosofia faz juízo de valor e não juízo de realidade, como faz a ética. </p><p>26. E do que parte o filósofo?</p><p>O filósofo parte da experiência vivida e vai além dessas constatações. O filosofo não vê apenas as coisas como são. Ele busca o significado delas.</p><p>27. Então, o que é a filosofia?</p><p>É dar sentido à experiência.</p><p>Observação: 3. Processo do filosofar; 4. Para que serve a filosofia. 5. Reflexão filosófica; 6. O exemplo de Sócrates – Ver fls. 08 verso do caderno. (só sei que nada sei). E ver ESE, Cap. VI item 4.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-16 07:51:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>7. VAMOS AO ITEM 6. O EXEMPLO DE SÓCRATES</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/m33401xj9td3ivub/wish/2885724984</link>
         <description><![CDATA[<p>28. O que Sócrates fazia?&nbsp;</p><p>Fazia perguntas aos que julgavam entender determinado assunto. O que é a coragem? O que á a beleza? O que é a justiça?</p><p>29. Quando Sócrates interpelava os transeuntes, que método ele usava para a indagação?</p><p>Sócrates, com suas indagações levava o interlocutor a reconhecer a própria ignorância.</p><p>30. E ao reconhecer a própria ignorância o que resultava para aquele que foi interrogado?</p><p>Esse reconhecimento da própria ignorância contribuía para que cada interlocutor abandonasse a sua doxa, que é um conhecimento impreciso e sem fundamento.</p><p>31. O abandono da doxa contribuía para que se alcançasse o conhecimento verdadeiro?</p><p>Sim, à medida que cada um reconhecia a própria ignorância, pois abandonava-se a doxa que é um conhecimento impreciso e sem fundamento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-16 07:51:49 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>8. que significa a máxima socrática “só sei que nada sei” (subitem do n, 6)</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/m33401xj9td3ivub/wish/2885726279</link>
         <description><![CDATA[<p>Essa máxima surgiu como ponto de partida para o filosofar.</p><p><br></p><p>33. O que podemos tirar desta máxima?</p><p><br></p><p>Que Sócrates está na praça pública e não é um pensador alheio ao mundo. Que o conhecimento não é um saber acabado, porque está em processo de se fazer e se conteúdo é a experiencia cotidiana; Sócrates guia-se pelo princípio de que nada sabe e dessa perplexidade primeira, inicia a interrogação sobre tudo o que parece óbvio; critica o saber dogmático. Desperta as consciências adormecidas, mas não se considera um "farol" que ilumina o caminho novo que deve ser construído pela discussão e pela busca as soluções.</p><p><br></p><p>34. Sócrates recebe apoio em sua atividade?</p><p><br></p><p>Não. Ele é considerado subversivo porque “desnorteia” , perturba “a ordem do conhecer e do fazer e isso incomoda tanto os poderosos; ele sofre o processo e a condenação&nbsp; já conhecidos por todos nós.</p><p><br></p><p>&nbsp;35. E o filósofo teria resposta para tudo?</p><p><br></p><p>Não. Esses diálogos nem sempre conduzem a uma resposta definitiva.</p><p><br></p><p>36. E qual o convite das autoras do livro ora estudado?</p><p><br></p><p>As autoras nos convidam a um primeiro contato com os filósofos, a fim de conhecer seus conceitos.</p><p><br></p><p>37. E como conhecemos os conceitos dos filósofos?</p><p><br></p><p>Trata-se de um exercício que poderá ser fecundo para seu filosofar autônomo. Marias, p. 23. Fim do Cap. 1, A experiencia filosófica. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-16 07:53:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>9. </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/m33401xj9td3ivub/wish/2885727944</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Então, o que faz a filosofia?</strong></p><p>A filosofia faz juízo de valor e não juízo de realidade, como faz a ética.</p><p>26. <strong>E do que parte o filósofo?</strong></p><p>O filósofo parte da experiência vivida e vai além dessas constatações. O filosofo não vê apenas as coisas como são. Ele busca o significado delas.</p><p>27. <strong>Então, o que é a filosofia?</strong></p><p>É dar sentido à experiência.</p><p>Observação: 3. Processo do filosofar; 4. Para que serve a filosofia. 5. Reflexão filosófica; 6. O exemplo de Sócrates – Ver fls. 08 verso do caderno. (só sei que nada sei). E ver ESE, Cap. VI item 4.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-16 07:55:49 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>10. VAMOS AO ITEM 6. O EXEMPLO DE SÓCRATES</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/m33401xj9td3ivub/wish/2885728565</link>
         <description><![CDATA[<p>28. O que Sócrates fazia?&nbsp;</p><p><br></p><p>Fazia perguntas aos que julgavam entender determinado assunto. O que é a coragem? O que á a beleza? O que é a justiça?</p><p><br></p><p>29. Quando Sócrates interpelava os transeuntes, que método ele usava para a indagação?</p><p><br></p><p>Sócrates, com suas indagações levava o interlocutor a reconhecer a própria ignorância.</p><p><br></p><p>30. E ao reconhecer a própria ignorância o que resultava para aquele que foi interrogado?</p><p><br></p><p>Esse reconhecimento da própria ignorância contribuía para que cada interlocutor abandonasse a sua doxa, que é um conhecimento impreciso e sem fundamento.</p><p><br></p><p>31. O abandono da doxa contribuía para que se alcançasse o conhecimento verdadeiro?</p><p><br></p><p>Sim, à medida que cada um reconhecia a própria ignorância, pois abandonava-se a doxa que é um conhecimento impreciso e sem fundamento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-16 07:56:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>11.  Esses textos envolvem uma combinação de temas espirituais e filosóficos, com foco no entendimento do pensamento espírita e sua relação com a filosofia.                                                                   Aqui estão algumas sugestões de pontos para análise e discussão de cada um dos textos citados:	          </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/m33401xj9td3ivub/wish/3305695984</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-01-27 14:23:26 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>12. O Cristo Consolador</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/m33401xj9td3ivub/wish/3305721212</link>
         <description><![CDATA[<p>1. Allan Kardec - O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. VI – O Cristo Consolador</p><p>•	Itens 1 e 2: O jugo leve </p><p>o	Como o conceito de “jugo leve” proposto por Jesus pode ser relacionado com a proposta do Espiritismo de aliviar o sofrimento humano?</p><p>o	O que significa que o jugo de Cristo é “leve” e como isso se conecta com a ideia de liberdade e felicidade prometida por Ele?</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-27 14:39:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>13. Itens 3 e 4: Consolador Prometido: 	</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/m33401xj9td3ivub/wish/3305724519</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>     O que Kardec entende por “Consolador Prometido” e qual é a relação entre o Espiritismo e a promessa de Jesus sobre a vinda do Consolador?</p><ul><li><p>Como o Consolador é visto como uma continuação do ensinamento de Cristo, e qual é o papel do Espiritismo na consolação das almas?</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-27 14:41:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>14. José Herculano Pires - Os 3 Caminhos da Hécate, Parte Filosofia, Capítulo ‘Filosofia de Vida’.•	Como Herculano Pires articula a filosofia de vida a partir dos três caminhos mencionados? Quais são os aspectos práticos da filosofia espírita que se destacam no capítulo, e como eles podem ser aplicados na vida cotidiana?</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/m33401xj9td3ivub/wish/3305736695</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-01-27 14:48:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>15. 3. Jefferson José Bui - Estudo da Filosofia Espírita, Cap. I – O que é Filosofia?                         Qual é a definição de filosofia segundo o Espiritismo?                                                                   Como a filosofia espírita se diferencia das outras correntes filosóficas tradicionais, e qual é o seu impacto nas questões existenciais e morais da vida humana?                                                  </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/m33401xj9td3ivub/wish/3305737868</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-01-27 14:49:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>16. 4. José Herculano Pires - Introdução à Filosofia Espírita, Cap. II – Filosofia e Espiritismo, item 1 – O que é Filosofia?•	O que significa o encontro entre Filosofia e Espiritismo para Herculano Pires?•	Qual a importância da filosofia para a construção do entendimento do Espiritismo e de sua aplicação no contexto moral e espiritual?</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/m33401xj9td3ivub/wish/3305738853</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-01-27 14:49:53 UTC</pubDate>
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         <title>17.5. José Herculano Pires - Os Filósofos, Preliminares•	Como Pires analisa os filósofos em relação ao cotidiano humano?•	Quais são as explicações filosóficas apresentadas para os eventos cotidianos e como elas podem ser enriquecidas com a visão espírita?</title>
         <author>vabraga</author>
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         <pubDate>2025-01-27 14:50:51 UTC</pubDate>
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         <title>18. Esses textos propõem uma análise profunda da interseção entre filosofia e Espiritismo. Uma discussão pode ser focada nas implicações práticas desses ensinamentos e na forma como os princípios filosóficos podem nos ajudar a compreender e a enfrentar as questões cotidianas da vida.</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/m33401xj9td3ivub/wish/3305740492</link>
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         <pubDate>2025-01-27 14:51:05 UTC</pubDate>
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