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      <title>Diversidade Étnica dos Africanos by Ângela</title>
      <link>https://padlet.com/AngelaSiqueira/m2e2mn9ah0qf</link>
      <description>A diversidade étnica dos africanos vindos para o Brasil na época de escravidão.

Ângela, Isadora, Emanuelle e João França</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-19 23:40:13 UTC</pubDate>
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         <title>Escravidão </title>
         <author>AngelaSiqueira</author>
         <link>https://padlet.com/AngelaSiqueira/m2e2mn9ah0qf/wish/300084520</link>
         <description><![CDATA[<div> A escravidão pode ser definida como o sistema de trabalho no qual o indivíduo (o escravo) é propriedade de outro, podendo ser vendido, doado, emprestado, alugado, hipotecado, confiscado. Legalmente, o escravo não tem direitos: não pode possuir ou doar bens e nem iniciar processos judiciais, mas pode ser castigado e punido.<br> Não existem registros precisos dos primeiros escravos negros que chegaram ao Brasil. A tese mais aceita é a de que em 1538, Jorge Lopes Bixorda, arrendatário de pau-brasil, teria traficado para a Bahia os primeiros escravos africanos.<br> Eles eram capturados nas terras onde viviam na África e trazidos à força para a América, em grandes navios, em condições miseráveis e desumanas. Muitos morriam durante a viagem através do oceano Atlântico, vítimas de doenças, de maus tratos e da fome.<br> Os escravos que sobreviviam à travessia, ao chegar ao Brasil, eram logo separados do seu grupo linguístico e cultural africano e misturados com outros de tribos diversas para que não pudessem se comunicar.<br><br><strong>Curiosidade:</strong> O Brasil recebeu cerca de 38% de todos os escravos africanos que foram trazidos para a América, foi, de longe, o país que mais recebeu escravos no mundo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-03 16:48:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As &#39;&#39;nações&#39;&#39; africanas</title>
         <author>AngelaSiqueira</author>
         <link>https://padlet.com/AngelaSiqueira/m2e2mn9ah0qf/wish/300089091</link>
         <description><![CDATA[<div> Ao ser escravizado, o africano recebia uma denominação, atribuída pelo traficante, de acordo com algumas características específicas, como o local onde ele foi capturado ou embarcado, ou ainda algum aspecto cultural, religioso ou étnico que o identificasse. Essa denominação inseria o escravo em um grupo social chamado ''nação'', que não refletia necessariamente sua etnia de origem, mas que lhe servia como uma identidade no Brasil.<br> Graças a essa classificação genérica feita pelos portugueses um grupo classificado como único pelos portugueses poderia, de fato, abarcar diversas etnias dentro dele.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-03 17:29:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>AngelaSiqueira</author>
         <link>https://padlet.com/AngelaSiqueira/m2e2mn9ah0qf/wish/303004869</link>
         <description><![CDATA[<div>Pintura feita pelo alemão Johann Moritz Rugendas, em 1830, mostra interior de navio negreiro, que chegava ao Brasil com escravos africanos (Foto: Johann Moritz Rugendas/Creative Commons)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-11 16:44:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Nação de Angola</title>
         <author>AngelaSiqueira</author>
         <link>https://padlet.com/AngelaSiqueira/m2e2mn9ah0qf/wish/303007254</link>
         <description><![CDATA[<div>Grande parte dos Africanos trazidos ao Brasil vinha da região sudoeste da África Central denominada Angola. <br>Esta nação englobava diversas etnias, a maioria <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bantus"><strong>Bantus</strong></a> (grupo etnolinguístico  que engloba cerca de 400 subgrupos étnicos diferentes). Em geral, eram denominados Angola todos os escravos embarcados nos<strong> </strong>portos de<strong> </strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cabinda_(cidade)"><strong>Cabinda</strong></a><strong> </strong>(próximo a foz do<strong> </strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Congo"><strong>rio Congo</strong></a>) e<strong> </strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Luanda"><strong>Luanda</strong></a> atual, ambos na<strong>  </strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Angola"><strong>Angola</strong></a><strong>.</strong></div><div>Muitas palavras que usamos no a dia, como ''moleque'' e ''chamego'', são de origem kimbundu (língua falada no noroeste de Angola, incluindo a Província de Luanda). A capoeira, misto de dança e luta, também é um elemento da cultura afro-brasileira.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-11 16:59:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Negro da Angola.</title>
         <author>AngelaSiqueira</author>
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         <description><![CDATA[<div><em> </em>Ilustração de Johann Moritz Rugendas</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-11 17:09:16 UTC</pubDate>
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         <title>Nação de Mina</title>
         <author>AngelaSiqueira</author>
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         <description><![CDATA[<div> Os Minas eram escravos que vinham da África Ocidental, mais especificamente os embarcados na Costa da Mina.<br> Dentro desse grupo genérico eram incluídas etnias diversas, como os<strong> </strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nag%C3%B4">nagôs</a><strong>, </strong>jejes, fantis e axantis, gás e txis (minas), malês (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Isl%C3%A3"><strong>islamizados</strong></a>),<strong> </strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hau%C3%A7%C3%A1s"><strong>hauçás</strong></a>,<strong> </strong>kanuris, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nupe"><strong>tapas</strong></a>,<strong> </strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gurunsi"><strong>gruncis</strong></a>,<strong> </strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fulas"><strong>fulas</strong></a><strong> </strong>e<strong> </strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mandingas"><strong>mandingas</strong></a><strong>. </strong>Muitos destes escravos eram seguidores da religião<strong> muçulmana</strong>. Alguns deles sabiam ler e escrever em<strong> árabe</strong>, fato inusitado no Brasil colonial, onde a maioria da população, inclusive a elite, era<strong> analfabeta</strong>.<br>Sua presença no Brasil cresceu com a descoberta de ouro em Minas Gerais, pois esses povos eram conhecedores do trabalho de mineração, apesar disso, a Bahia tornou-se o principal mercado dos comerciantes de escravos da Costa da Mina tendo, sobre isso, muitas referências na literatura brasileira. <br>A influência islâmica desses escravos pode ainda ser vista em Salvador, sobretudo no vestuário das<strong> </strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Baiana_(vestu%C3%A1rio)"><strong>baianas</strong></a><strong>, </strong>com seu característico turbante muçulmano, saias largas e compridas, xales e mantras listradas.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-11 19:56:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>AngelaSiqueira</author>
         <link>https://padlet.com/AngelaSiqueira/m2e2mn9ah0qf/wish/303038143</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-11-11 20:12:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>AngelaSiqueira</author>
         <link>https://padlet.com/AngelaSiqueira/m2e2mn9ah0qf/wish/303042804</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-11-11 20:43:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências</title>
         <author>AngelaSiqueira</author>
         <link>https://padlet.com/AngelaSiqueira/m2e2mn9ah0qf/wish/303060646</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><a href="http://aadilsonde.blogspot.com/2013/07/etnia-negra.html?m=1">http://aadilsonde.blogspot.com/2013/07/etnia-negra.html?m=1</a></li><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bantus">https://pt.wikipedia.org/wiki/Bantus</a></li><li><a href="http://www.escravidaoeliberdade.com.br/site/images/Textos.6/danielesouza.pdf">http://www.escravidaoeliberdade.com.br/site/images/Textos.6/danielesouza.pdf</a></li><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Kimbundu">https://pt.wikipedia.org/wiki/Kimbundu</a></li><li>http://almanaqueurupes.com.br/atest/index.php/2017/05/16/trafico-de-escravos-os-africanos-trazidos-para-taubate/</li><li><a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2015/03/tecnica-permite-identificar-origem-de-escravos-enviados-america.html">http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2015/03/tecnica-permite-identificar-origem-de-escravos-enviados-america.html</a></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-11 23:01:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Negra Monjolo</title>
         <author>Lolikm</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ilustração de Johann Moritz Rugendas</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-11 23:16:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Nação de Monjolo</title>
         <author>Lolikm</author>
         <link>https://padlet.com/AngelaSiqueira/m2e2mn9ah0qf/wish/303062942</link>
         <description><![CDATA[<div>Denominação de certo contingente de negros escravizados no Brasil. Trata-se de um dos nomes porque foram conhecidos os Batequeses ou Tios, grupo étnico localizado na atual República do Congo, próximo a Stanley Pool. Monjolo parece ser um apelido criado na Diáspora: no contexto botânico monjolo refere-se a árvore da família das leguminosas mimosáceas.<br> Os monjolos tinham o hábito de fazer escarificações em seus corpos. Essas escarificações tinham um sentido cultural importante para eles, pois os diferenciavam das demais etnias africanas</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-11 23:20:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Nação de Rebolo</title>
         <author>Lolikm</author>
         <link>https://padlet.com/AngelaSiqueira/m2e2mn9ah0qf/wish/303063259</link>
         <description><![CDATA[<div>Nome dado a um grupo étnico africano que foram escravos no Brasil. Do vernáculo Libolo, povo do grupo etnolinguístico dos Bundos, estabelecido ao sul do curso interior do rio Cuanza.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-11 23:23:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>AngelaSiqueira</author>
         <link>https://padlet.com/AngelaSiqueira/m2e2mn9ah0qf/wish/303069351</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-11-12 00:16:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Nação de Moçambique</title>
         <author>AngelaSiqueira</author>
         <link>https://padlet.com/AngelaSiqueira/m2e2mn9ah0qf/wish/303193579</link>
         <description><![CDATA[<div>Eram os escravos que vinham da África O embarcados na costa de Moçambique<strong> </strong>(portos de<strong> </strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ibo"><strong>Ibo</strong></a><strong>, </strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Maputo"><strong>Lourenço Marques</strong></a><strong> </strong>e<strong> </strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inhambane_(cidade)"><strong>Inhambane</strong></a><strong> </strong>em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mo%C3%A7ambique"><strong>Moçambique</strong></a>). Nessa região africanos de diversas etnias (inclusive Bantus) eram vendidos aos portugueses. A utilização do coco em pratos da culinária afro-brasileira deve-se, em parte, á contribuição dos moçambiques</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-12 11:22:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>AngelaSiqueira</author>
         <link>https://padlet.com/AngelaSiqueira/m2e2mn9ah0qf/wish/303198728</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-11-12 11:38:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Nação de Benguela</title>
         <author>AngelaSiqueira</author>
         <link>https://padlet.com/AngelaSiqueira/m2e2mn9ah0qf/wish/303200598</link>
         <description><![CDATA[<div>Eram os escravizados que embarcavam no porto da cidade de Benguela, em Angola. O porto de Benguela foi um dos maiores portos exportadores de escravos para o Brasil. Ali era um dos centros de concentração, depósito de pretos arrancados dos sertões, de origens e etnias incontáveis. A passagem por Benguela, na Africa Austral, dava-lhes o sobrenome: preto Benguela.<br> Os umbundus, que formavam a maioria étnica dos escravos embarcados em Benguela, cultivavam produtos que podiam ser comercializados, como o milho. O angu consumido no Brasil, por exemplo, é uma adaptação feita pelos portugueses de um prato típico da cultura dos umbundus.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-12 11:45:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>AngelaSiqueira</author>
         <link>https://padlet.com/AngelaSiqueira/m2e2mn9ah0qf/wish/303205901</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-11-12 12:00:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Nação de Cabinda</title>
         <author>AngelaSiqueira</author>
         <link>https://padlet.com/AngelaSiqueira/m2e2mn9ah0qf/wish/303206796</link>
         <description><![CDATA[<div> Divisão territorial da Republica Popular de Angola, formando enclave entre o Congo e ex Zaire a Republica Democrática do Congo. Até o século XIX, a região foi um dos principais entrepostos portugueses de escravos. Os habitantes da região, no Brasil, eram conhecidos como Cabindas ou Cambindas. Se autodenominam Ba-vili e constituem um subgrupo dos Bacongos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-12 12:03:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Negro de Cabinda.</title>
         <author>AngelaSiqueira</author>
         <link>https://padlet.com/AngelaSiqueira/m2e2mn9ah0qf/wish/303207195</link>
         <description><![CDATA[<div><em> </em>Ilustração de Johann Moritz Rugendas</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-12 12:04:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Nação de Congo</title>
         <author>AngelaSiqueira</author>
         <link>https://padlet.com/AngelaSiqueira/m2e2mn9ah0qf/wish/303208740</link>
         <description><![CDATA[<div>Localizado na região centro-oeste da África, com uma pequena porção de costa no Oceano Atlântico, Um reino que foi um dos maiores portos exportadores de escravos para o Brasil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-12 12:09:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>AngelaSiqueira</author>
         <link>https://padlet.com/AngelaSiqueira/m2e2mn9ah0qf/wish/303209080</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-11-12 12:11:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Nação de Cassange</title>
         <author>AngelaSiqueira</author>
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         <description><![CDATA[<div> Cassange ou Kassange era um importante povoado situado no interior de Angola onde eram vendidos escravos em uma grande feira.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-12 12:14:58 UTC</pubDate>
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         <title>Cultura afro-brasileira</title>
         <author>AngelaSiqueira</author>
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         <description><![CDATA[<div><br> Denomina-se cultura afro-brasileira o conjunto de manifestações culturais do Brasil que sofreram algum grau de influência da cultura africana desde os tempos do Brasil Colônia até a atualidade. A cultura da África chegou ao país, em sua maior parte, trazida pela escravidão africana na época do tráfico transatlântico de escravos.<br> Traços fortes da cultura africana podem ser encontrados hoje em variados aspectos da cultura brasileira, como a música popular, a religião, a culinária, o folclore e as festividades populares. Os estados do Maranhão, Pernambuco, Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul foram os mais influenciados pela cultura de origem africana, tanto pela quantidade de escravos recebidos durante a época do tráfico como pela migração interna dos escravos após o fim do ciclo da cana-de-açúcar na região Nordeste.<br> Ainda que tradicionalmente desvalorizados na época colonial e no século XIX, os aspectos da cultura brasileira de origem africana passaram por um processo de revalorização a partir do século XX que continua até os dias de hoje.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-12 12:16:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>AngelaSiqueira</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-11-12 12:24:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>AngelaSiqueira</author>
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         <pubDate>2018-11-12 12:25:08 UTC</pubDate>
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