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      <title>Processos de Ensino e Aprendizagem by Larissy Alves Cotonhoto</title>
      <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1</link>
      <description>Disciplina Processos de Ensino e Aprendizagem do curso de Pós-graduação Lato Sensu em Práticas Pedagógicas</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-06-02 13:29:11 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title> As contribuições de Piaget, Vigotski e Rogers para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos</title>
         <author>larissyalves</author>
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         <description><![CDATA[<div>Tarefa 2 da disciplina Processos de Ensino e Aprendizagem</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-25 13:21:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>       JEAN PIAGET </title>
         <author>flaviomajeski</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Construção do conhecimento</mark></strong><br>- Assimilação<br>- Acomodação<br>- Equilíbrio<br><br>Piaget não desenvolveu um método de ensino, mas uma teoria de como o conhecimento ocorre entre os seres. Não existe um método de Piaget, apenas a teoria de Piaget. Para ele, primeiro vem o desenvolvimento, depois a ciência, porque a ciência depende do desenvolvimento. A proposta educacional baseada na concepção biológica do processo de construção do conhecimento dissemina que o indivíduo é capaz de aprender espontaneamente por conta própria, e o professor não pode interferir nesse processo, sendo secundário à sua participação no desenvolvimento humano. Este conceito também ignora as relações de poder típicas da sociedade capitalista.<br><br><br><strong><sub>Erivania Majeski- Centro Serrano</sub></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-12 01:18:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vygotsky</title>
         <author>flaviomajeski</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong><mark>Mediação simbólica</mark></strong><br><strong>- Processos Sociais<br>- Instrumentos e signos<br>- Método Genético experimental<br><br><br><br><br><br><br><br><br><br></strong><strong><sub>Erivania Majeski- Centro Serrano</sub></strong><strong>  </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-12 02:08:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>CARL ROGERS</title>
         <author>flaviomajeski</author>
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         <description><![CDATA[<div><mark>Ensinar            ≠               Educar<br></mark><strong>Ação                      facilitar um<br>de instruir              processo<br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br></strong><strong><sub>Erivania Majeski- Centro Serrano</sub></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-12 02:24:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Piaget e Suas Contribuições [Itapina-Dogmar]</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1302164528</link>
         <description><![CDATA[<div>Piaget não elaborou<strong> </strong>método de ensino, e sim, uma teoria<strong> </strong>de como ocorre o conhecimento entre os seres. Não existe método Piaget, apenas, a teoria de Piaget. <br><br></div><div>Para ele, primeiro acontece o desenvolvimento e depois a aprendizagem, pois, a aprendizagem depende do desenvolvimento. <br><br>Uma proposta educacional baseada na concepção biológica do processo de construção do conhecimento dissemina que o indivíduo é capaz de aprender espontaneamente, por si só e, o professor não deve atrapalhar esse processo, sendo secundária a sua participação no desenvolvimento do ser humano. Essa concepção também desconsidera as relações de poder próprias da sociedade capitalista. <br><br>Trazendo para os nossos dias,  o conhecimento é resultado das objetivações humanas e, portanto, deve ser transmitido às novas gerações, pois o ser humano para se humanizar deve se apropriar do patrimônio cultural acumulado pelo gênero humano. As características do gênero humano não são transmitidas hereditariamente, elas são criadas e desenvolvidas no decorrer do processo histórico. Portanto, o indivíduo se forma na mediação com outros indivíduos e, o professor tem função decisiva na educação escolar, pois será o responsável por dirigir a formação do educando. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-12 11:53:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>As contribuições de PIAGET - [Santa Teresa - Roberta Decarli Bof]</title>
         <author>robertadecarlibof</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1303801794</link>
         <description><![CDATA[<div>O conhecimento se dá por DESCOBERTAS, como resultado de uma INTERAÇÃO, na qual o sujeito é sempre um elemento ATIVO, que procura ativamente compreender o mundo que  cerca, e que busca RESOLVER AS INTERROGAÇÕES que esse mundo provoca. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-12 18:30:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1303958636</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-12 19:08:37 UTC</pubDate>
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         <title>Vigotsky - [Alegre - Dalila]</title>
         <author>dalilantnt</author>
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         <description><![CDATA[<div>As contribuições de Vigotsky</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-12 20:00:57 UTC</pubDate>
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         <title>Piaget - [Lucinete - Polo Viana]</title>
         <author>lucinetedaros</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-12 23:51:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vygotsky e suas contribuições - [ Juliana Nunes - Cefor]</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-13 01:17:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>         Vygotsky                   Teorias da  Aprendizagem </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Lev S. Vygotsky um dos maiores psicólogos século XX, nunca recebeu educação formal em psicologia. Morreu com 38 anos de idade, consagrando senão a uma dezena de anos seu trabalho científico e não pôde ver a publicação de suas obras mais importantes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-13 14:35:16 UTC</pubDate>
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         <title>Piaget </title>
         <author>rodrigoceltavermelho</author>
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         <description><![CDATA[<div>Piaget- Aprendizagem começa no desequilíbrio do sujeito com o objeto.<br>Conceitos fundamentais.<br>*<strong>Assimilação<br>*Acomodação<br>*Equilibração<br></strong>Escola ativa- o aluno(sujeito ativo) procura se desenvolver, por descobertas, pesquisas, interação com os colegas e o professor, o aluno quer descobrir com tentativas e pesquisa as respostas a cerca da aprendizagem. No modelo utilizado nas escolas  atuais, isso tem grande relevância. Vale salientar, que para Piaget a Educação deve se orientada para a autonomia.<br><br><br><br><br><strong><em>Rodrigo Laerte Espindula<br>Polo Centro Serrano</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-13 16:16:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title> Vygotsky </title>
         <author>rodrigoceltavermelho</author>
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         <description><![CDATA[<div>Psicologia Sócio-histórica.<br>Interação da criança com o meio/cultura.<br>Teoria interacionista<br><strong>Professor-</strong> mediador da aprendizagem.<br>* Meio<br>* Interação<br>*mediações<br>*Planos genéticos<br>*ZDP- Zona de desenvolvimento Proximal.<br><br><br><br><strong>Rodrigo Laerte Espindula<br>Polo Centro serrano</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-13 16:59:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>mayquelinetf</author>
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         <description><![CDATA[<div>Vygotsky Teoria da Aprendizagem (Mayqueline Trindade Faria) Polo Santa Teresa </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-13 17:51:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 2 - Vygotsky</title>
         <author>calinagrazielli</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-13 21:26:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-13 23:00:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Piaget e o Processo de Desenvolvimento Cognitivo</title>
         <author>neiagavarocha</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Para Piaget, o processo de desenvolvimento cognitivo da criança ocorre a partir da assimilação e da acomodação. O sujeito constrói esquemas de assimilação mentais para abordar a realidade. Além disso, a acomodação, por sua vez, leva à construção de novos esquemas de assimilação.<br><br>Néia Gava Rocha - Polo Cachoeiro de Itapemirim    <br><br></div>]]></description>
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      </item>
      <item>
         <title>SER DE DIÁLOGO (CEFOR - Reufe Souza)</title>
         <author>reufeoliveirasouza</author>
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         <description><![CDATA[<div>Cavalcanti e Ostermann (2011) "Para Vygotsky, É destacada, portanto, a importância da figura professor como identificação/modelo e como elemento chave nas interações sociais do estudante." <br>O ser humano é dotado de traços constitutivos que contemplam a sua existência e modo de convivência entre os indivíduos, a constituição do sujeito psicológico como estudado por alguns autores leva ao pleno consciente do indivíduo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-14 01:48:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Teoria Humanista de Carl Rogers e a Educação</title>
         <author>anacarlasilva</author>
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         <description><![CDATA[<div>Cefor - Ana Carla da Silva C da Cunha<br><br>https://www.youtube.com/watch?v=KiO-WhwVws0 <br><br>Carl Rogers (1902-1987) foi um psicólogo estadunidense que apesar de não ter sido educador contribuiu significativamente para a educação. Para ele a educação deve ser centrada na pessoa. Isso significa que o professor tem o papel de facilitador do processo de aprendizagem visando o desenvolvimento pleno dos educandos. O professor aceita o aluno como ele é. O estudante é visto como uma pessoa criativa. Cabe a escola proporcionar uma atmosfera favorável à aprendizagem. <br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-03-14 04:40:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Que foi Vigotsk? E suas Contribuições no processo de ensino e aprendizagem</title>
         <author>gersondmenezes311284</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1307158236</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo serra- Gerson Defante Menezes<br><strong><br>Lev Semionovitch Vigotski</strong>, Filho de uma próspera família <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Juda%C3%ADsmo">judia</a>, formou-se em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Direito">Direito</a> pela <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_de_Moscovo">Universidade de Moscou</a> em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1918">1918</a>. Durante o seu período acadêmico estudou simultaneamente <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura">Literatura</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria">História</a> na Universidade Popular de Shanyavskii.<br><br></div><div>Apesar de sua formação em Direito, destacou-se em sua época por suas críticas literárias e análises do significado histórico e psicológico das obras de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arte">Arte</a>, trabalhos que posteriormente foram incorporados no livro "Psicologia da Arte", escrito entre <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1924">1924</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1926">1926</a>, incluindo naturalmente a tese de doutorado sobre Psicologia da Arte, que defendeu em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1925">1925</a>.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lev_Vygotsky#cite_note-5"><sup>[5]</sup></a> O seu interesse pela Psicologia levou-o a uma leitura crítica de toda produção teórica de sua época, nomeadamente as teorias da "<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gestalt"><em>Gestalt</em></a>", da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Psican%C3%A1lise">Psicanálise</a> e o "<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Behaviorismo"><em>Behaviorismo<br></em></a><em>fonte:https://pt.wikipedia.org/wiki/Lev_Vygotsky<br><br></em><strong>Quais foram as principais contribuições de Lev Vygotsky para a educação?</strong></div><div><strong>Vygotsky</strong> atribui importância a linguagem, pois além da função comunicativa, ela é essencial no processo de transição do interpessoal em intramental; na formação do pensamento e da consciência; na organização e planejamento da ação; na regulação do comportamento e, em todas as demais funções psíquicas superiores  sujeito, como vontade, memória e atenção., qualidade social e avaliação emancipatória. <br>Fonte: https://editorarealize.com.br/editora/anais/enid/2014/Modalidade_1datahora_21_10_2014_11_19_57_idinscrito_1128_ccf7de608513238c406c24c46055c715.pdf</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-14 13:04:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mapa conceitual de Vigotsk</title>
         <author>gersondmenezes311284</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1307188889</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo serra- Gerson Defante Menezes<br>Fonte: http://psicologiadaeducacao-portfolio.blogspot.com/2013/02/mapa-conceitual-da-teoria-de-vigotsky.html</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-14 13:19:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Piaget e suas contribuições</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1307920667</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Polo linhares/cefor- Jessica Segantini Nunes<br><br>Piaget  foi um biólogo  e importante estudioso da psicologia, nascido em Neuchâtel, na Suíça, no dia 9 de agosto de 1896 vindo falecer em Genebra, na Suíça, no dia 16 de setembro de 1980. <br><br>Como grande contribuinte da psicologia ele desenvolveu um método clinico de investigação através de uma abordagem em que se concentra-se na estrutura cognitiva do sujeito, dividindo-a  em quatro estágios: <strong>a afetividade, o processo de assimilação e acomodação e a construção do conhecimento</strong>. Segundo ele, o indivíduo se <strong>torna autônomo, questionador, adaptativo e interativo, no final do processo evolutivo da aprendizagem</strong>.</div><div> </div><div>Em sua teoria, Piaget (1997) retrata o <strong>construtivismo</strong> como sendo o processo de aprendizagem do sujeito com interações e excitações do conhecimento em seu meio, considerando, como critério, a idade do indivíduo pertinente ao contexto. </div><div>Com base nessa teoria, a educação deve oferecer ao indivíduo descobertas e a construção do conhecimento através de atividades desafiadoras que provoquem desequilíbrios e reequilíbrios sempre respeitando sua maturação. <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1079594049/fbc5dfb67c3a23430d41962931cb3212/Bock_PSICOLOGIAS_13_ed_c_capa_p_ginas_127_176.pdf" />
         <pubDate>2021-03-14 19:21:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Contribuições da teoria Sócio-Histórica de Vygotsky nos dias atuais -Gabriel Abreu Moreira / Polo Cachoeiro de Itapemirim</title>
         <author>gabrielabreu17</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1307955168</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa teoria tem como objetivo: “caracterizar os aspectos tipicamente humanos do comportamento e elaborar hipóteses de como essas características se formaram ao longo da história humana e de como se desenvolvem durante a vida de um indivíduo” .<br><br>Vygotsky destaca em sua teoria que o processo de desenvolvimento humano é possível por conta da forte influência exercida pela interação social, ou seja, da mediação, que é a interação do homem com o meio em que ele vive.<br><br>A partir dessa interação e da ZPD (Zona de desenvolvimento proximal, esboçada na imagem no final da reflexão, a teoria de Vygotsky, dentre outras coisas, sustenta e serve como referência para o estudo e aprendizagem em redes, algo tão atual e moderno. <br><br>Além disso, Vygostky deixa outra contribuição importante para o dias atuais: é necessário que o professor entenda o contexto da escola o qual ele está inserido e perceba as relações que seus alunos fazem com aquele meio, levando esses aspectos para a sua prática docente. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-14 19:38:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jdeoliveira40</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1308015785</link>
         <description><![CDATA[<div>1 - CARL ROGERS – REVISITANDO CADA PERSONALIDADE <br><br></div><div>JULIO CEZAR DE OLIVEIRA – POLO: ALEGRE <br><br></div><div>vídeo: A Condição Humana / Psicologia Humanista (1902-1987) <br><br></div><div>Link <a href="https://www.youtube.com/watch?v=qCGyELK3slI">https://www.youtube.com/watch?v=qCGyELK3slI</a> (6min) <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-14 20:11:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2 - CARL ROGERS – REVISITANDO CADA PERSONALIDADE JULIO CEZAR DE OLIVEIRA – POLO: ALEGRE O não diretivismo facilitador da aprendizagem na aula, segundo Carl RogersLink: https://pgl.gal/o-nao-diretivismo-facilitador-da-aprendizagem-na-aula-segundo-carl-rogers/</title>
         <author>jdeoliveira40</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1308017010</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-14 20:12:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jdeoliveira40</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1308021700</link>
         <description><![CDATA[<div>3 - CARL ROGERS – REVISITANDO CADA PERSONALIDADE </div><div>JULIO CEZAR DE OLIVEIRA – POLO: ALEGRE </div><div>Artigo: Carl Rogers – Uma Análise crítica </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/386159560/81d6ef999d2a6cef488210615d77d2a0/Artigo___Aprendizagem_Centrada_na_Pessoa.pdf" />
         <pubDate>2021-03-14 20:15:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>4 - CARL ROGERS – REVISITANDO CADA PERSONALIDADE JULIO CEZAR DE OLIVEIRA – POLO: ALEGRE Imagem ilustrativa do pensamento Educacional - Rogers </title>
         <author>jdeoliveira40</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1308025485</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-14 20:17:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jdeoliveira40</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1308026698</link>
         <description><![CDATA[<div>5 - CARL ROGERS – REVISITANDO CADA PERSONALIDADE </div><div>JULIO CEZAR DE OLIVEIRA – POLO: ALEGRE </div><div>Link: <a href="http://carlrogers.com.br/alunos-da-escola-carl-rogers-se-solidarizam-com-a-campanha-vem-cuidar-de-mim/">http://carlrogers.com.br/alunos-da-escola-carl-rogers-se-solidarizam-com-a-campanha-vem-cuidar-de-mim/</a>  </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/386159560/9986fe2a257524275f51c03f8913d628/Artigo_Carl_Rogers.pdf" />
         <pubDate>2021-03-14 20:18:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jdeoliveira40</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1308028065</link>
         <description><![CDATA[<div>6 - CARL ROGERS – REVISITANDO CADA PERSONALIDADE </div><div>JULIO CEZAR DE OLIVEIRA – POLO: ALEGRE </div><div>Considerações Finais:</div><div>Pensar na teoria de Carl Rogers, na abordagem centrada na pessoa, faz-nos repensar as questões inconscientes do sujeito que ainda deve ser observada; pois sua abordagem apresenta os estudos nas diferenças Individuais, cada um apresenta sua individualidade e aberto as experiências em sociedade; o sujeito é o centro do processo educativo.</div><div>Compreender as ações diante da contemporaneidade e ser valorizado por um ambiente acolhedor e colaborativo, Escola com acolhimento e com recursos tecnológicos e voltado para motivar a pesquisa.</div><div>Pensamento Educacional, centrada na pessoa, a educação deve desenvolver a forças positivas do ser humano (professor x aluno), numa concepção de educação com critérios específicos de cada professor durante o ensino e aprendizagem, respeitando o desenvolvimento de cada faixa etária. </div><div>Assim, com esses estudos, percebe-se que segundo Carl Rogers, a Escola e o Professor devem oferecer condições para que o aluno busque (aceitar as pessoas como elas são – sem preconceitos; empatia – colocar no lugar do outro; ser autêntico). Na prática pedagógica em sala de aula, o professor compreendendo essa abordagem, pode estruturar intervenções durante o processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos, com o respeito as limitações de cada um, a sua cultura, o seu desenvolvimento moldado por adaptações para que o mesmo possa melhor desenvolver frente a contemporaneidade, se tornando um sujeito autêntico, proativo e autônomo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-14 20:19:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vigotsky e Construção do Significado - Cristiane Scarpat de Sá - POLO:VIANA-IFES</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1308336426</link>
         <description><![CDATA[<div>A teoria sociocultural de Vygotsky vê o desenvolvimento humano como um processo mediado socialmente no qual as crianças adquirem seus valores culturais, crenças e estratégias de resolução de problemas por meio de diálogos colaborativos com membros mais bem informados da sociedade. Ela é composta de conceitos como ferramentas específicas da cultura, discurso e a Zona de Desenvolvimento Proximal.  Também enfatizam o papel fundamental da interação social no desenvolvimento da cognição pois ele acreditava fortemente que a comunidade desempenha um papel central no processo de "construção do significado".<br><br>Ao contrário da noção de Piaget de que o desenvolvimento das crianças deve necessariamente preceder sua aprendizagem, Vygotsky argumentou, que a aprendizagem é um aspecto necessário e universal do processo de desenvolvimento cultural, especificamente da função da psicologia humana. Em outras palavras, a aprendizagem social tende a preceder (ou seja, vir antes) do desenvolvimento.<br><br>1: Vygotsky dá mais ênfase à cultura que afeta o desenvolvimento cognitivo.<br><br>2: Vygotsky dá muito mais ênfase aos fatores sociais que contribuem para o desenvolvimento cognitivo.</div><div> </div><div>3: Vygotsky dá mais ênfase ao papel da linguagem no desenvolvimento cognitivo. <br><br></div><div>4: De acordo com Vygotsky, os adultos são uma fonte importante de  desenvolvimento cognitivo.<br>Os adultos transmitem as ferramentas de adaptação intelectual de sua cultura que as crianças internalizam. Em contraste, Piaget enfatiza a importância dos pares, uma vez que a interação entre pares promove a tomada de perspectiva social.  <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-15 00:02:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de  Rogers para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos. ELINEIDE DE OLIVEIRA MENDONÇA- POLO LINHARES</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1308359460</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br>Ao tomar esta posição, temos em mente a afirmação de Carl Rogers de que o Sistema Educativo deverá ter sempre como objetivo o desenvolvimento das pessoas, de uma forma plena e, simultaneamente, que as conduza à sua auto-realização (1974: 380).<br><br></div><div>Não foi por acaso que o autor agora referido considerou que o homem educado é o homem que aprendeu a aprender (Rogers, 1986: 126), e que dentro do Sistema Educativo como um todo, deverá implementar-se um clima propício ao crescimento pessoal do aluno (Rogers, 1986:244). </div><div><br>Como propostas para este trabalho, são apresentadas os pressupostos fundamentais do modelo da Abordagem Centrada na Pessoa, assim como os seus princípios e atitudes aplicados à Educação, no modelo a que Rogers designou por Aprendizagem Centrada no Aluno.<br><br></div><div>Segundo o autor, sempre que esta consonância não se verifique, a pessoa entra em estado de incongruência, ou seja, gera-se um desequilíbrio entre a experiência real e a simbólica, o que se traduz num comportamento desajustado, conduzindo a estados de ansiedade, angústia e depressão, os quais, por sua vez, afetam a personalidade e o seu respectivo desenvolvimento.<br><br></div><div>Rogers definiu o conceito de Tendência atualizante através da seguinte preposição:<br><br></div><div>“Todo o organismo é movido por uma tendência inerente a desenvolver todas as suas potencialidades e a desenvolvê-las de maneira a favorecer sua conservação e enriquecimento. (…) A tendência atualizante não visa somente (…) a manutenção das condições elementares de subsistência como as necessidades de ar, alimentação, etc. Ela preside, igualmente, atividades mais complexas e mais evoluídas tais como a diferenciação crescente dos órgãos e funções; a revalorização do ser por meio de aprendizagens de ordem intelectual, social, prática…” (Rogers &amp; Kinget, 1977, citado por Gobbi et al., 1998: 144).<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-15 00:14:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de  Rogers para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1308626297</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong><em><sup>COLATINA - RODOLPHO M. FROSSARD</sup></em></strong></div><div><br>Todos os princípios da terapia centrada na pessoa são válidos na educação. A educação deve despertar o que há de melhor a no ser humano, para isso é necessário que a relação professor/ aluno seja boa. Segundo Rogers toda pessoa tem a tendência natural de caminhar por direções saudáveis, com isso o papel do professor é oferecer aos alunos as melhores condições para que se busque a realização pessoal.  <br><br></div><div>Para que o aluno consiga melhores condições de aprendizado é necessário que o professor crie um ambiente favorável, aplicando a tríade rogeriana que é: aceitação positiva incondicional, empatia e congruência. É necessário aceitar todas as pessoas como elas são, com suas dificuldades, defeitos e características pessoalizadas. É preciso ter a capacidade de se colocar no lugar do outro. É essencial ser verdadeiro com quem somos. Aplicando a tríade rogeriana consegue-se um ambiente agradável que vai ajudar a promover um bom aprendizado. <br><br></div><div>Para Rogers, ensinar é importante, porém o mais importante é favorecer as condições para uma boa aprendizagem. O professor precisa se preocupar em criar um ambiente convidativo, e não apenas se preocupar em transmitir o conteúdo ao aluno. A educação centrada na pessoa não é um método de ensino, ela é uma concepção de educação.<br><br></div><div>Rogers ainda diz que a responsabilidade da educação é do aluno, por isso que a educação é centrada nele. Ele precisa ter a capacidade de gerir, de fazer suas próprias escolhas. A escola deve dar assistência ao aluno para que ele se torne independente, responsável, determinado e que possa ter discernimento, enfim, que saiba buscar seu próprio crescimento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-15 01:59:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Contribuições de Vygotsky para a Educação</title>
         <author>josemoschem</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1309941827</link>
         <description><![CDATA[<div>José Luiz de Martim Moschem - Polo Piúma</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-15 10:29:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As Contribuições de Rogers Para a Educação </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1309974222</link>
         <description><![CDATA[<div><br><em>Mylena Simões Campos<br>Ifes campus Piúma</em></div><div><br>Para Carl Rogers, é a partir do contato que se educa. A auto aceitação e realização dos alunos e os interesses deles – o foco do processo educativo – vêm em primeiro lugar nessa abordagem de ensino. A educação sem a atuação do aluno é comparada ao adestramento, pois o mesmo precisa ser autor do seu próprio processo educativo, fazendo suas escolhas e refletindo sobre elas. Por isso, os alunos aprendem de forma livre, com autenticidade, aceitação, confiança e empatia. </div><div>O comportamento padronizado dos estudantes em sala de aula, oriundo da abordagem tradicional, principalmente, é deixado de lado aqui, dando lugar a liberdade e o respeito entre eles e entre as diferenças. Eles são estimulados, pelo professor a irem em busca de conhecimento, para assim não serem apenas sujeitos que o recebem, apenas. </div><div>O professor tem um papel fundamental, pois a partir da relação estabelecida entre ele e os alunos é que a educação se desenvolve, também.  É aconselhável, então, que a postura assumida por ele seja a de um terapeuta (não é de se espantar, visto que Carl Roger é psicólogo e, por isso, viveu grandes experiências nesse âmbito). Assim, o docente pode fazer uso de técnicas de empatia, respeito e autenticidade. Ele deve ser capaz de ouvir e acolher seus alunos, trabalhando com eles a autoaceitação, e ajudando-os a superar as dificuldades expressadas por eles. O professor é, portanto, um facilitador. A partir daí, é possível atribuir mais uma característica a figura docente: acolhedor. </div><div>O espaço da sala de aula não deve ser previamente estabelecido (como acontece nos dias de hoje), mas deve ser construído pelo professor e o aluno, pois ambos são vistos, aqui, como pessoas autênticas e capazes de se relacionar entre si, expondo seus desejos e interesses. <br> <br>Dessa forma:</div><ul><li>O aluno é o centro de todo o processo educativo;</li><li> Foco na auto realização, descoberta e aceitação dos alunos;</li><li>A aprendizagem se dá de forma livre, com aceitação, respeito e empatia;</li><li>Estímulo na busca e não no recebimento de conhecimento;</li><li>Valorização da relação professor-aluno.</li></ul><div><br></div><div><strong>Papel do professor </strong></div><ul><li>Professor facilitador;</li><li>Muito parecido a um terapeuta; </li><li>Ele deve ser um acolhedor, aquele que escuta os seus alunos e os ajuda a trabalhar a auto aceitação, realização e descoberta;</li><li>A dinâmica da sala de aula deve ser construída a partir do diálogo entre o professor e aluno;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-15 10:40:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rogers e a educação atual: quais as reflexões partem daí?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1310047160</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Mylena Simões Campos<br>Ifes campus Piúma<br><br></em>Conforme o outro post, os alunos são incentivados a buscar o seu próprio conhecimento, não apenas o receber. E mais, eles são o centro de todo o processo educativo. Isso nos faz lembrar de um conceito muito discutido nas instituições de formação de professores e também presentes em documentos educacionais importantes: o protagonismo docente. O aluno precisa ser levado (incentivado, estimulado) a construir o seu conhecimento e a participar desse processo de construção, mesmo em um sistema de ensino orientado por conteúdos programados. Essa teoria lança, então, uma proposta e um convite a reflexão sobre a prática letiva do professor. </div><div>Assim, para o cenário educacional atual, a teoria humanista inspira o diálogo entre os alunos e entre o professor e a preservação da relação professor-aluno, aspectos tão importantes para a aprendizagem. Traz a reflexão sobre as possibilidades de acolhimento e de um olhar zeloso do professor para o seu aluno, respeitando as diferentes que (claro!) existem e constituem o espaço escolar. </div><div><br>Parte daí a/o:</div><ul><li>Reflexão sobre o protagonismo discente: como levar o aluno para o centro de sua aprendizagem, em um sistema cujos conteúdos são estritamente programados?;</li><li>Incentivo a busca pelo conhecimento;</li><li>Inspiração para estabelecer o diálogo em sala de aula;</li><li>Reflexão sobre a importância da relação professor-aluno para a aprendizagem dos alunos;</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-15 11:08:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>PIAGET</title>
         <author>eloirgusmao</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1310484372</link>
         <description><![CDATA[<div>SERRA - ELOIR OLIVEIRA GUSMAO<br>Para ele, o professor deve orientar os estudantes no caminho da aprendizagem, de forma a favorecer a autonomia no aprender.As <strong>teorias de Piaget</strong> nos ajudam a compreender o que esperar das crianças, de que modo elas percebem o mundo a seu redor nas diferentes idades, e porque formulam perguntas e interpretam as informações por meios que podem parecer estranhos aos adultos, com suas pesquisas teve como pivô de pesquisa como as crianças.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-15 13:08:50 UTC</pubDate>
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         <title>VIGOTSKI</title>
         <author>eloirgusmao</author>
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         <description><![CDATA[<div>SERRA - ELOIR OLIVEIRA GUSMÃO<br>Através de suas Pesquisas, originou uma corrente de pensamento denominada Sócio Construtivismo, ou seja, a capacidade humana de unir a linguagem ao <strong>pensamento</strong> para organizar a realidade. Para <strong>Vygotsky</strong>, o <strong>pensamento</strong> deixa de ser biológico, como o dos primatas, para se tornar histórico-social, diferenciando o homem dos outros animais.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-15 13:24:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>ROGERS</title>
         <author>eloirgusmao</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1310639164</link>
         <description><![CDATA[<div>SERRA - ELOIR OLIVEIRA GUSMÃO<br>A tendência Pedagógica desenvolvida tem como proposta de metodologia, a não-diretividade <strong>é</strong> característica. <strong>É</strong> um método não estruturante de processo de aprendizagem, pelo qual o professor não interfere diretamente no campo cognitivo e afetivo do aluno.Uma das principais ideias da <strong>teoria de Carl Rogers</strong> é a da atualização humana: ele acreditava que o ser humano, em especial, tem uma forte tendência a se atualizar e se esforçar de modo contínuo para que se sinta realizado. Desse modo, o ser humano constrói pouco a pouco quem realmente é.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-15 13:37:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>nathalyeufrazia</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1312690314</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-15 20:15:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Piaget e suas descobertas que nos auxiliam para a compreensão/intervenção no processo de ensino e aprendizagem</title>
         <author>rosikeila</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1312747032</link>
         <description><![CDATA[<div>SERRA - Rosikeila Moreira Vieira Santos<br>Jean Piaget pesquisou o que gerou uma das grandes descobertas do século XX, a de que a criança tem uma forma própria de desenvolver o conhecimento. E este desenvolvimento acontece não apenas com a maturação neurológica, mas também com a ação direta da criança sobre o mundo a sua volta. Com isso, a escola tradicional passa a ser questionada. Será que o aluno é um mero receptor dos conteúdos que lhes são apresentados? Essa crítica foi sistematizada pela corrente pedagógica conhecida como Construtivismo, que é uma concepção teórica que parte do princípio de que o desenvolvimento da inteligência é determinado pelas ações mútuas entre o indivíduo e o meio. Isso trás a  ideia de que o homem não nasce inteligente, mas também não é passivo sob a influência do meio. Esta nova forma de enxergar o aluno, com um olhar diferenciado. Entendendo que cada um, e um ser único e compreende/aprende a sua maneira, faz com que nós docentes busquemos meios para proporcionar a eles a melhor forma de ensino-aprendizagem. Com vistas a buscar, uma interação entre o que lhes apresentamos e as possibilidades e oportunidades geradas a partir disso.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-15 20:33:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de Vygotsky para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos</title>
         <author>mariellaberger</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1313294021</link>
         <description><![CDATA[<div>Cefor - Mariella Berger Andrade<br><br>Lev Vygotsky defendia que o desenvolvimento do pensamento da criança tinha bases biológicas, entretanto, que era influenciado pela relação com o meio através das interações estabelecidas entre o sujeito e o ambiente social.</div><div><br></div><div>Nesse processo, um conceito chave é a mediação (ou seja, a ação de intermediar a aquisição do conhecimento), muito importante para planejar ações, conceber consequências, tomar decisões, imaginar, entre outros.</div><div><br></div><div>Para ocorrer a aprendizagem, a interação social deve acontecer dentro da Zona de Desenvolvimento Proximal - ZDP, que é a distância entre o atual estágio do sujeito (o desenvolvimento real) até o estágio que pode alcançar pela mediação de alguém (o desenvolvimento potencial).</div><div><br></div><div>Portanto, o professor deve ser o responsável por mediar a aprendizagem utilizando estratégias que levem o aluno a tornar-se independente e estimular o conhecimento potencial, de modo a criar uma nova ZDP, maior.</div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://educacaoinfantil.aix.com.br/teoria-de-vygotsky/" />
         <pubDate>2021-03-16 00:42:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As Contribuições de Carl Rogers</title>
         <author>ritarangelpa</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1313458541</link>
         <description><![CDATA[<div>Campus - Cachoeiro de Itapemirim - ES<br> Rita de Cassia R Rangel Pá<br><br>As idéias do norte-americano Carl Rogers (1902-1987) para a educação são uma extensão da teoria que desenvolveu como psicólogo. Nos dois campos sua contribuição foi muito original, opondo-se às concepções e práticas dominantes nos consultórios e nas escolas. A terapia rogeriana se define como não-diretiva e centrada no cliente (palavra que Rogers preferia a paciente), porque cabe a ele a responsabilidade pela condução e pelo sucesso do tratamento. Para Rogers, o terapeuta apenas facilita o processo. Em seu ideal de ensino, o papel do professor se assemelha ao do terapeuta e o do aluno ao do cliente. Isso quer dizer que a tarefa do professor é facilitar o aprendizado, que o aluno conduz a seu modo. <br><br>https://images.app.goo.gl/ZwESswGi3XisCDKv7</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=a0RYUICrnUE" />
         <pubDate>2021-03-16 01:39:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>As contribuições de Vygotsky para o ensino</title>
         <author>lucarvalhodesousa</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1313531985</link>
         <description><![CDATA[<div>Ifes - Campus Santa Teresa<br><br></div><div>Lucas Carvalho de Sousa<br><br></div><div>Sobre a teoria Sociointeracionista por Vygotsky:<br><br></div><div>-&gt; Aprendizagem é um processo interno, ativo e interpessoal.</div><div>-&gt; O professor é um facilitador para transmissão do conteúdo.</div><div>-&gt; O meio social é determinante para o desenvolvimento do aluno.</div><div>-&gt; A consciência vem a partir das interações por mediação da linguagem.</div><div>-&gt; O aluno é visto como transformador e é transformado no processo de aprendizagem.</div><div>-&gt; O professor interfere no processo de aprendizagem tanto quanto no desenvolvimento.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=BS8o_B5M9Zs" />
         <pubDate>2021-03-16 02:05:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Educação e a Teoria Humanista de Rogers</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1313561600</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Alegre – Maritza Gurgel<br><br>Para Carl Rogers a função do professor é ser um facilitador do ensino, onde os interesses dos alunos têm que ser levados em conta, onde seus comportamentos não devem ser padronizados, e sim vistos de forma individual, respeitando as diferenças, tendo confiança e empatia para estabelecer uma relação professor e aluno para além do ambiente escolar. O aluno deve ser capaz de guiar o seu processo de aprendizagem, ele deve ser estimulado a ser participativo e fazer questionamentos pela busca do conhecimento. A Escola deve favorecer um ambiente onde professor e aluno não se sintam pressionados ou censurados, para que os mesmos possam estabelecer uma relação de aprendizagem mútua, se abrindo para novas descobertas, estando em mudança constante.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-16 02:18:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de Rogers para o ensino e aprendizagem.</title>
         <author>lucieneosribeiro</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1315046340</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Linhares – Luciene O S Ribeiro<br></em></strong><br>Rogers recomenda mudar o foco do ensino para a facilitação da aprendizagem, ou seja, não se preocupar tanto com as coisas que o aluno deve aprender ou com aquilo que vai se ensinado, mas sim com o como, porque e quando aprendem os alunos, como se vive e se sente a aprendizagem, e quais as suas conseqüências sobre a vida do aluno.</div><div> Dessa forma, um sistema baseado no ensino centrado no aluno, numa abordagem não-diretiva, Rogers fala de aprendizagem como algo experiencial, que ocorre na experiência vivenciada, envolvendo emoções.</div><div> O professor deve ajudar o aluno a se organizar, visando facilitar aos alunos os meios de buscarem o conhecimento por si mesmos.</div><div> Neste sentido, Rogers mostra o que um professor que se propõe a ser facilitador da aprendizagem significativa deverá considerar:</div><div> –         liberdade para a curiosidade do aluno, permitindo que este se remeta a novas direções ditadas pelos seus próprios interesses e abrindo tudo ao questionamento e à exploração;</div><div> –         como qualidades que facilitam a aprendizagem, talvez a mais básica seja a atitude de autenticidade do facilitador. O professor sendo ele mesmo com os alunos, tendo uma atitude honesta e real quanto ao que sente e pensa em relação àquilo que é produzido pelos alunos, a probabilidade de obter sucesso é maior;</div><div> –         que o facilitador deve ter apreço, aceitação e confiança com relação ao aluno, suas opiniões e seus sentimentos. Isso faz com que o aluno sinta-se importante, um indivíduo diferenciado e não apenas mais um; </div><div> –         a compreensão empática, que significa colocar-se na posição do aluno para compreender suas reações frente àquilo que lhe é apresentado no processo de aprendizagem.</div><div> Como métodos de trabalho, indicados por Rogers, temos alguns abaixo:</div><div> –         trabalhar problemas significativos para os alunos;</div><div> –         colocar a disposição do aluno, os recursos relevantes a suas necessidades de aprendizagem: livros, artigos, revistas, espaço físico para trabalhar, laboratório, vídeos, músicas, mapas, palestras, pesquisas etc;</div><div> –         fazer contratos com os estudantes, nos quais estes estabeleçam seus objetivos e seus planos. Isto os ajuda a estabelecer metas que orientem o caminho a percorrer, e são úteis para solucionar dúvidas, reduzindo a insegurança do aluno;</div><div> –         inserção e envolvimento dos alunos com a vida e os problemas da comunidade;</div><div> –         incentivo à troca de experiência entre pares, onde eles possam se alternar no papel de facilitar a aprendizagem do outro. Permitir que os alunos escolham se querem trabalhar por sua conta, de forma auto-dirigida, ou pelo método convencional;</div><div> –         incentivar atividades de pesquisa, dando aos alunos orientações sobre métodos e técnicas de investigação;</div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-16 11:35:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vygostsky e a ZDP</title>
         <author>MariaPolianaSMonteiro</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1315069665</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Maria Poliana Silva Monteiro - Itapina<br><br>Vygostky viveu entre os anos de 1896 e 1934, pouco, porém contribuiu e muito com o seu conhecimento para várias áreas de estudos. Ele foi um dos percussores do desenvolvimento da aprendizagem e das relações sociais no processo de aprendizagem, tendo em vista o pensamento Sócio Construtivista.<br>Dentre várias teorias e estudos, uma delas ele acreditava que existiam três níveis de desenvolvimento: o real, potencial e o proximal. <br>No real, acredita-se que o indivíduo tem uma capacidade de solucionar sozinha as atividades que aparecem em sua vida.<br>No Potencial pensava-se que o indivíduo tem capacidade de resolver as atividades que podem ser propostas por uma pessoa que possui mais experiência que ele.<br>Já no proximal ou Zona de Desenvolvimento Proximal, é a interação do indivíduo com maior experiência para acontecer o aprendizado, sendo estimulado para o progresso.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-16 11:42:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rogers na contribuição da confecção do TCC </title>
         <author>bruna_aquino03</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1315274243</link>
         <description><![CDATA[<div>Campus Viana - Bruna Aquino de Souza <br><br>Através de preceitos como Autenticidade, Compreensão Empática, Aceitação e Confiança Incondicional, Rogers propôs uma nova teoria de aprendizagem onde o aluno fosse o centro do processo e tivesse o professor/ educador não como alguém detentor do conhecimento e que passasse tal conhecimento ao aluno como se ele fosse um jarro onde é despejado o conhecimento, mas sim como facilitador da relação de aprendizagem do aluno, buscando que ele siga aprendendo a aprender. <br><br></div><div>Acredito que um exemplo simples de como Rogers e suas propostas de aprendizagem se fazem presentes atualmente é no momento em que um aluno irá passar pelo processo de formulação do Trabalho de Conclusão do Curso (TCC), onde o mesmo tem o professor como facilitador na busca da aprendizagem de conceitos, técnicas e resolução do problema de pesquisa proposto e como o professor através dos preceitos de Rogers utiliza métodos estimulantes para que o aluno construa seja um Artigo ou Monografia que realmente tenha sido um processo de aprendizagem, sendo respeitado e colocado seus interesses em primeiro lugar. <br><br></div><div>Pode ser que o leitor leia o parágrafo acima e conclua que seu processo de confecção de TCC não tenha sido dessa forma, então, acredito que uma proposta conclusiva seja que os cursos possam adotar os preceitos de Rogers nesse processo de conclusão de curso, pois apesar de que provavelmente suas teorias não serem adotadas no processo de ensino-aprendizagem do currículo “normal” das escolas públicas, acredito que, um professor/facilitador de TCC consiga adotar tais preceitos ao orientar o aluno nessa busca por aprender na conclusão do curso. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-16 12:37:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Teoria de Carl Rogers X A Educação Profissional e Tecnológica.                   </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1316015794</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Viana - Magno Botacim Altoé. <br><br>Tendo o aluno como centro do processo educativo, a teoria de Rogers nos traz algumas contribuições para o cenário educacional, em específico, para a educação profissional e tecnológica.<br><br></div><div>Com o foco na formação integral do aluno, não é difícil perceber a associação desta teoria dentro da proposta da escola técnica e tecnológica sendo que o indivíduo deve ser capaz de reconhecer em si e no mundo a sua volta a sua própria existência enquanto ser que produz o espaço e dele se apropria.<br><br></div><div>Frente à escola tradicional burguesa que buscava delimitar as classes, bem como negar o aprendizado técnico às classes trabalhadoras a formação focada no aluno deveria ter o poder de transformação social. Tal abordagem ganhou forma baseada nas teorias de Marx.<br><br></div><div>Logo, com as mudanças sociais e o advento das técnicas e tecnologias, sobretudo ao longo do século XX, que alteraram as relações de trabalho, foi percebida a necessidade de se modificar também a relação dos jovens com sua formação. <br><br></div><div>Visto que o modelo tradicional de educação não correspondia mais aos anseios sociais, a educação dos jovens necessitou de uma revolução, buscando trazer aos jovem uma educação integral, principalmente para o conhecimento técnico e tecnológico a eles negado em outros tempos.<br><br></div><div>Baseado na Teoria Humanista e com a visão de uma educação integral, centralizada na pessoa, a construção de conhecimento por meios experimentais da teoria de Rogers tem influenciado hoje muito as práticas voltadas para o ensino técnico e tecnológico. <br><br></div><div>O “aprender fazendo” fornece a este modelo de educação uma formação que ultrapassa o ensino catedrático, e possibilita o aprendizado por meio de atividades reais e mais significativas para a realidade dos alunos.<br><br>Referência: https://periodicos.ifsertao-pe.edu.br/ojs2/index.php/semiaridodevisu/article/view/1066/270</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1083875381/5ce8efb13f844f782c0d3fc197386690/profissional.jpg" />
         <pubDate>2021-03-16 14:46:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>As contribuições de Piaget para a educação.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Márcia Giselle -Polo Colatina<br><br>Piaget era formado em biologia e usou a formação para explicar o desenvolvimento cognitivo. Ele demonstrou que em muitas vezes as crianças não pensam como os adultos por falta de habilidades. A criança pensa diferente do adulto tanto em grau quanto em classe. O desenvolvimento cognitivo depende de maturação, experiência, aprendizagem social e equilibração. O estudioso explica que fatos comprovados na explicação do desenvolvimento biológico são úteis à pesquisa do desenvolvimento cognitivo. Não se deve separar a Organização (atividade intelectual) e adaptação (atividade biológica), pois a atividade mental é parte do funcionamento do organismo. A adaptação do organismo ao meio é resultado de organizações cognitivas que consequências da relação sujeito/ambiente. Nesse processo temos os conceitos:<br><br></div><div> Esquemas, que são as estruturas mentais ou cognitivas, são as categorias ou conceitos que construímos a partir da relação com o meio. Assimilação que é o processo pelo qual se integra uma nova informação aos esquemas. Esta informação pode ser perceptual, motora ou conceitual. Acomodação, que é o processo pelo qual a informação assimilada passa a compor um esquema e Equilibração, que é por meio do processo de equilibração que a experiência externa é incorra experiência interna da criança.</div><div>A teoria de Piaget, nos possibilita refletir sobre múltiplos aspectos relacionados aos processos de desenvolvimento e aprendizagem humanos que, se observados, contribuem para o planejamento e execução de práticas pedagógicas.<br><br>Referência bibliográfica</div><div>Cord, Denise Psicologia educacional: desenvolvimento e aprendizagem   Florianópolis: LLV/CCE/UFSC, 2010. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/EnRlAQDN2go" />
         <pubDate>2021-03-16 15:06:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Os estágios de desenvolvimento (Jean Piaget)</title>
         <author>raquelvalani31</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1316535103</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Polo Alegre - Raquel Valani</em></strong><br><br>O foco de Jean Piaget (1896-1980) foi estudar a inteligência humana. Sua primeira obra a respeito foi em 1924 -  A Linguagem e o Pensamento da Criança.<br><br>Piaget buscava explicações científicas na existência psicológica humana relacionando o nexo lógico entre  a psicologia e a biologia.<br><br>Os estágios de desenvolvimento foram dividido em:<br><br> - Inteligência Sensório-Motora até 2 anos de idade<br> <br>- Inteligência Simbólica ou Pré-Operatória de 2 a 7-8 anos <br><br>- Inteligência Operatória Concreta de 7-8 anos a 11-12 anos<br><br> - Inteligência Operatória Formal a partir de 12 anos <br><br></div><div><strong>Referência </strong></div><div> Ferracioli, Laércio. Aspectos da construção do conhecimento e da aprendizagem na obra de Piaget;  UFES, 1999.<br><br>O vídeo a seguir irá apresentar os estágios de desenvolvimento humano: </div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/CRokAZi_RWM" />
         <pubDate>2021-03-16 16:10:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O desenvolvimento humano segundo Rogers</title>
         <author>baldottojulielza</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1318092470</link>
         <description><![CDATA[<div>Julielza Betzel Baldotto<br>Polo Centro-Serrano<br><br>Na evolução de uma pessoa, segundo as teorias humanistas, a interação entre indivíduos constitui papel essencial à aprendizagem. Rogers propõem nesse sentido, que a formalização da educação é de responsabilidade do próprio individuo e a escola tem o papel de proporcionar esse desenvolvimento. <br><br></div><div>Nesse modelo de facilitar o aprender no meio social, Rogers acredita em uma educação inclusiva embasada em um ambiente de aceitação das características pessoais, com empatia pelo próximo e disseminação de congruências. Assim, o ensino é capaz de ser realizado nas interações entre os indivíduos e a aprendizagem é possível de ser autogerada.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-16 22:15:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Contribuições de Piaget</title>
         <author>suelenckill</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1318182248</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Suelen Casagrande Kill-Polo Itapina    </em><strong>   </strong>                             Entende que os processos envolvidos nessa transformação é fator decisivo na compreensão.<br><br></div><div>Aprendizagem e do desenvolvimento. Todo conhecimento é construído na relação do sujeito com os objetos (entendidos como tudo aquilo com que entramos em contato, tais como coisas construídas e naturais. <br><br></div><div>Cooperação social e formação intelectual se estruturam mutuamente, numa relação de interdependência, este aspecto, particularmente, é um ganho importante para a compreensão e intervenção nas situações de aprendizagem, por um lado porque permite a criação de um espaço em que o indivíduo pode olhar as situações sob múltiplos pontos de vista, e por outro lado porque favorece a experimentação de pensamentos e sentimentos e, consequentemente, uma maior riqueza de reflexões.</div><div><strong> <br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-16 23:05:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Contribuições de Vygotsky</title>
         <author>suelenckill</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1318185862</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Suelen Casagrande Kill-Polo Itapina                                      </em>Considera decisivo para a aprendizagem, além da atividade mental e suas consequentes funções psíquicas, a realidade histórico-cultural do indivíduo, levando em conta seu tempo e seu espaço.<strong><br></strong>Acompanhá-lo através da zona proximal constitui-se, portanto, a possibilidade efetiva de catalisar o processo de desenvolvimento-aprendizagem, considerando<br>que nela se encontram presentes os desafios tangíveis que podem mobilizar o sujeito<br>adequadamente para que ele se envolva ativamente, além de que permite ao educador<br>“delinear o futuro imediato da criança e seu estado dinâmico de desenvolvimento, propiciando o acesso não somente ao que já foi atingido através do desenvolvimento, como também àquilo<br>que está em processo de maturação” (VYGOTSKY, 1998, p. 113), fornecendo elementos para uma redefinição e um redirecionamento do processo educativo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-16 23:07:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Contribuições de Carl Rogers</title>
         <author>suelenckill</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1318188079</link>
         <description><![CDATA[<div>S<em>uelen Casagrande Kill-Polo Itapina                                 </em>Defende a ideia de que cada pessoa possui um potencial inato para atualizar as capacidades e potenciais do seu eu, denominado em sua abordagem de SELF.</div><div><br></div><div>Como podemos perceber, o estudo e a compreensão da dinâmica dos indivíduos e dos grupos é condição fundamental para o domínio da tecnologia e a aplicação pertinente das técnicas de facilitação, a fim de que o efeito não seja apenas o de uma mera “atividade motivadora”, mas o de um recurso que possibilite a autorreflexão e a mudança autodirigida por parte dos participantes do grupo.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-16 23:09:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de Piaget, Vygotsky e Rogers para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos.    </title>
         <author>suelenckill</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1318191817</link>
         <description><![CDATA[<div>*Concepção de homem como um ser de relações, um ser que se constrói e é construído na sua relação com o mundo<br><br></div><div>*Percepção do ser humano como uma totalidade, envolvendo aspectos cognitivos, motores, afetivos, históricos e sociais.<br><br></div><div>*Compreensão do conhecimento como uma construção humana, constituído coletivamente nas interações intersujeitos e nas relações desses sujeitos com o mundo.<br><br>*Penso que as contribuições dessas teorias para a prática pedagógica passam necessariamente pela possibilidade de se compreender melhor a dinâmica dos processos que acontecem no ato de ensinar/aprender.<br><br>Suelen Casagrande Kill-Polo Itapina  <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-16 23:11:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de Piaget, Vigotski e Rogers para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem</title>
         <author>cardosorafael068</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1318314323</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Polo Itapina - Rafael Cardoso Frohelich<br><br><strong>Rogers:<br></strong><br></div><h1>Carl Rogers foi um psicólogo atuante na terceira força da psicologia e desenvolvedor da Abordagem Centrada na Pessoa, sendo provavelmente, o mais influente teórico no campo das teorias humanísticas e da personalidade.  Para Rogers,  é pelo contato que se educa e que o professor deve ser um educador-facilitador, uma pessoa realmente presente para seus alunos. O edu�cador não deve adotar um modelo único de facilitar o aprendizado, precisa colocar os interesses dos alunos em primeiro lugar, esse método consiste em o aluno seguir, apreendendo a aprender e o professor, sendo um facilitador dessa aprendizagem de forma singular e livre, com autenticidade, aceitação, confiança tanto em si como no aluno e compreensão empática. Há três condições básicas e simultâneas defendidas por Rogers como facilitadoras, no relacionamento entre professor/facilitador e a pessoa, para que ocorra a atualização desse núcleo essencialmente positivo existente em cada um de nós. São elas: a consideração positiva incondicional; a empatia e a congruência. Em linhas gerais, ter consideração positiva incondicional é receber a aceitar a pessoa como ela é e expressar uma consideração positiva por ela, simplesmente por que ela existe, não sendo necessário que existam outras condições para isso; a empatia, por sua vez, consiste na capacidade de se colocar no lugar do outro, ver o mundo através dos olhos dele e procurar sentir como ele sente; e a congruência, a coerência interna do próprio docente. Um dos pilares da abordagem centrada na pessoa é a forma com que é aplicado o seu método, que passa por um processo de amadurecimento do próprio professor, já que ele não pode simplesmente apropriar-se de uma <em>"técnica"</em>, ou <em>"receita de bolo", </em>mas que lhe seja próprio e natural agir conforme as condições desenhadas por Rogers. Outro ponto a considerar é que após longos estudos, Rogers chegou à conclusão de que as três condições são eficazes como instrumento de aperfeiçoamento da condição humana em qualquer tipo de relacionamento, tais como: na educação entre professor e aluno, no trabalho, na família, nas relações interpessoais em geral.<br><br></h1><div><strong>Piaget:<br></strong><br></div><h1>Jean Piaget foi um biólogo, psicólogo, epistemológico suíço. Defendia uma abordagem interdisciplinar para a investigação epistemológica e fundou a epistemologia genética, teoria do conhecimento com base no estudo da gênese psicológica do pensamento humano.</h1><div><br>Através da minuciosa observação de crianças, Piaget impulsionou a Teoria Cognitiva, onde propõe a existência de quatro estágios de desenvolvimento cognitivo no ser humano, sendo esses:<br><br></div><div>I<strong>nteligência sensório-motora</strong>: inteligência prática, manifesta em ações. </div><div><strong>Pré-operatória:</strong> Pensamento indutivo , presença do  animismo e do artificialismo no raciocínio, egocentrismo. </div><div><strong>Operatório concreto:</strong> Passagem intuição á lógica do concreto, início da descentração.</div><div><strong>Operatório formal ou abstrato:</strong> Acesso á lógica operatória abstrata, descentração  se completa. <br><br>Para ele, as crianças só podiam aprender aquilo para qual estavam preparadas a assimilar. Aos docentes, caberia aperfeiçoar o processo de descoberta dos discentes.</div><div><strong><br> Vigotski:</strong><br><br></div><h1>Lev Vygotsky foi um psicólogo, proponente da psicologia cultural-histórica. Foi pioneiro no conceito de que o desenvolvimento intelectual das crianças ocorre em função das interações sociais e condições de vida. Formulou o conceito de Zona de Desenvolvimento Proximal, que se relaciona com a diferença entre o que a criança consegue realizar sozinha (nível de desenvolvimento real) e aquilo que é capaz de aprender e fazer com a ajuda de uma pessoa mais experiente (nível de desenvolvimento potencial). Outro ponto de contribuição foi os estudos a cerca das relações estabelecidas entre o pensamento e a linguagem.</h1><div><br>REFERÊNCIAS<br><br>LIMA, Letícia Dayane de; BARBOSA, Zildete Carlos Lyra;  PEIXOTO, Sandra Patrícia Lamenha. TEORIA HUMANISTA: carl rogers e a educação. <strong>Cadernos de Graduação</strong>: Ciências Humanas e Sociais, Alagoas, v. 4, n. 3, p. 161-172, maio 2018.<br><br>PIOVESAN, Josieli <em>et al</em>. <strong>PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO E DA APRENDIZAGEM</strong>. Santa Maria - RS: UFSM, NTE, 2018. 161 p.<br><br> ZANETTI NETO, G. <strong>Tendências Pedagógicas. </strong>Apostila digital. Vitória: Ifes, 2021 <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1085288504/82e4b7f0111e02af7c215aada9b82de5/MD_Psicologia_do_Desenvolvimento_e_da_Aprendizagem.pdf" />
         <pubDate>2021-03-17 00:16:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As concepções de Carl Rogers sobre a educação.</title>
         <author>josynoletojn</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1321753219</link>
         <description><![CDATA[<div>CEFOR JOSILEIDE OLIVEIRA NOLETO DE SOUSA<br><br>Carl Ransom Rogers (1902-1987) é considerado como o mais influente teórico no campo das teorias humanísticas e da personalidade, também chamada de terceira força em psicologia. Sua pessoa e a sua obra marcaram de maneira duradoura a psicologia e a psicoterapia em geral.<br>A sua contribuição no campo científico evoluiu conforme suas teorias e experiências como terapeuta e psicólogo clínico. Publicou mais de duzentos e cinquenta artigos, cerca de vinte livros, elaborou documentos sonoros e vídeos sobre suas experiências. <br>Para Rogers é pelo contato que se educa e que o professor deve ser um educador-facilitador, uma pessoa realmente presente para seus alunos e seus interesses em primeiro lugar de forma singular e livre, não padronização de comportamentos, respeito as diferenças, sem adestramento; o aluno é ator de seu processo de aprendizagem.<br>Sendo assim, o professor necessita exprimir seus interesses,  percepções e  desejo sincero de ensinar, por meio de métodos estimulantes para colocar os conteúdos propostos e situar-se na sala de aula, bem como  ajudar seu aluno a entrar em contato com os seus interesses, objetivos e expectativas, incentivando-o a ser um agente da sua própria aprendizagem. <br>A aprendizagem auto iniciada proposta envolve a pessoa do aprendiz de forma holística, unindo sentimento e intelecto, desta forma se tornando ainda mais duradoura. Na obra “Torna-se Pessoa” Rogers enfatiza que o ensino e aprendizagem dependem do conhecimento autodescoberto, assimilada pela experiência  pessoal do aluno, e que nessa forma de aprendizagem o sujeito é orientado a se colocar mais aberto as suas experiências, vivenciando-as de forma integralizada.<br>O universo educacional teve sua atenção no ensino centrado no aluno, que precedeu a abordagem centrada na pessoa (ACP), compreende que o ato de aprender é individual, singular e peculiar de cada sujeito, de forma que a vivência subjetiva deve ser considerada, pois o aluno retém somente o que lhe convém, o que acredita ser muito importante e que se relaciona com seu contexto.<br><br></div><div>LIMA, Letícia Dayane de; BARBOSA, Zildete Carlos Lyra. PEIXOTO, Sandra Patrícia Lamenha. TEORIA HUMANISTA: CARL ROGERS E A EDUCAÇÃO. Ciências Humanas e Sociais | Alagoas | v. 4 | n.3 | p. 161-17 | Maio 2018 | periodicos.set.edu.br<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=KiO-WhwVws0" />
         <pubDate>2021-03-17 17:02:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>TEORIAS DA APRENDIZAGEM TABELA COMPARATIVA -RESUMO Jean Piaget - Lev Vygotsky -Carl Rogers</title>
         <author>lenagui</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1321850591</link>
         <description><![CDATA[<div> ROSILENE HERCÍLIA GUILHERME <br> POLO: PIÚMA<br>Contribuição no Quadro     TEORIAS DA APRENDIZAGEM -TABELA COMPARATIVA RESUMO - Em anexo<strong><br>TEORIA</strong> <strong>COGNITIVISTAS/ CONSTRUTIVISTAS</strong> <br><strong>JEAN PIAGET                <br>     1896 - 1980</strong> <br> COGNITIVISMO/ CONSTRUTIVISMO PSICOGENÉTICA/ EPISTEMOLOGIA GENÉTICA<br> ETAPAS  DE DESENVOLVIMENTO                1- SENSÓRIO-MOTOR (MOVIMENTOS ALEATÓRIOS)   2- PRÉ OPERATÓRIO (OBJETOS FISÍCOS).                      3- OPERATÓRIO CONCRETO (HABILIDADES VERBAIS E FENÔMENOS EXTERNOS,        4- OPERATÓRIO LÓGICO-FORMAL (HABILIDADES SISTEMÁTICAS, LÓGICA E ABSTRAÇÃO)<br>ASSIMILAÇÃO + ACOMODAÇÃO =EQUILIBRAÇÃO<br><strong><br> TEORIA</strong> <strong>COGNITIVISTAS/ CONSTRUTIVISTAS<br></strong> <strong>LEV VYGOTSKY                      1896 - 1934</strong><br>COGNITIVISMO/<strong> </strong>CONSTRUTIVISMO SÓCIO INTERACIONISTA/ INTERACIONISMO<br>1- PENSAMENTO SINCRÉTICO: (NEXO/DESCONEXO DO PENSAMENTO INFANTIL.         2- PENSAMENTO POR COMPLEXOS (COMPLEXOS ASOCIATIVO, DE COLEÇÃO, DE CADEIA, DIFUSO E PSEUDOCONCEITO.               3-  PENSAMENTO POR CONCEITO: ( O BIOLÓGICO SE TRANSFORMA EM SÓCIO-CULTURAL. HÁ CONCEITOS ESPONTÂNEOS E CIENTIFÍCOS<br> ZONA DE DESENVOLVIMENTO PROXIMAL<strong><br>TEORIA HUMANISTA</strong><br> <strong>CARL ROGERS                  1902-1987</strong><br>HUMANISMO - VISÃO HOLÍSTICAS ASPECTOS AFETIVOS E EMOCIONAIS<br>1-VALORIZAÇÃO DO SER HUMANO COMO PESSOA;        2- INTERAÇÃO SOCIAL ENTRE OS SUJEITOS;<br>3-CRESCIMENTO PESSOAL;  <br>4- PAPEL DO PROFESSOR COMO FACILITADOR DA APRENDIZAGEM;   <br> ESTUDANTE COMO PROTAGONISTA EM BUSCA DE AUTONOMIA PARA APRENDER A APRENDER.<br>A CONCEPÇÃO HUMANISTA DE APRENDIZAGEM É UMA ABORDAGEM FILOSÓFICA QUE COLOCA O SER HUMANO COMO FIGURA CENTRAL NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM.<br> <br><strong>REFERÊNCIAS</strong><br>Cotonhoto, Larissy Alves.; Teorias de Aprendizagem - Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021. Disponível em: https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961. Acesso em: 17 março 2021.<br><br></div><div>FERRAZ, Bianca<strong>; Carl Rogers biografia</strong>; <a href="https://querobolsa.com.br/enem/biografias/carl-rogers">https://querobolsa.com.br/enem/biografias/carl-rogers</a><strong>, </strong>publicado em 7/12/2018. Acesso em 17/03/2021 as 16:00hs<br>LIMA, Aparecida Parlarto; <strong>Contribuições da psicologia de Jean Piaget para a Educação: teoria da epistemologia genética</strong> <a href="https://siteantigo.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/contribuicoes-da-psicologia-de-jean-piaget-para-a-educacao-teoria-da-epistemologia-genetica/54079">https://siteantigo.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/contribuicoes-da-psicologia-de-jean-piaget-para-a-educacao-teoria-da-epistemologia-genetica/54079</a> Consulta em 17/03/2021<br><strong>Imagens retiradas dos links no Google abaixo citados em 17/03/2021:</strong><br>ESCOLA DE ESTUDOS SUPERIORES DE VIÇOSA (ESUV) PAG.1 ACESSO EM 11:13HS, 17/03/2021</div><div><a href="http://vygotskynoaprendizadoescolar.blogspot.com/2015http:/vygotskynoaprendizadoescolar.blogspot.com/2015">http://vygotskynoaprendizadoescolar.blogspot.com/2015http://vygotskynoaprendizadoescolar.blogspot.com/2015<br></a><a href="https://psicoativo.com/2016/08/incongruencia-na-psicologia-humanista-de-carl-rogers.html">https://psicoativo.com/2016/08/incongruencia-na-psicologia-humanista-de-carl-rogers.html<br></a><a href="https://www.youtube.com/watch?v=wFD_YlChtko">https://www.youtube.com/watch?v=wFD_YlChtko<br></a>http://www.mrherondomingues.seed.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=16<br><strong>TEORIAS DA APRENDIZAGEM -TABELA COMPARATIVA RESUMO - Em anexo Abaixo<br></strong><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/277850972/f9c7b41bf7cfcb7d88c767f598ac3fcb/PLANILHA_PADLET_TE_RICOS.pdf" />
         <pubDate>2021-03-17 17:20:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>CONTRIBUIÇÕES DE LEV VYGOTSKY E JEAN PIAGET PARA A EDUCAÇÃO</title>
         <author>franvieiradebrito</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1322032839</link>
         <description><![CDATA[<div>POLO COLATINA - FRANCIELLY VIEIRA DE BRITO<br><br></div><div># <strong>Contribuições de Piaget para a educação - </strong> <strong>Concepção Construtivista</strong></div><div>O conhecimento não pode ser concebido como algo predeterminado desde o nascimento (inatismo), nem como resultado do simples registro de percepções e informações (empirismo).</div><div>Resulta das ações e interações do sujeito com o ambiente onde vive.</div><div>Ao elaborar a Teoria Psicogenética, procurou mostrar quais as mudanças qualitativas por que passa a criança, desde o estágio inicial de uma inteligência prática (período sensório-motor), até o pensamento formal, lógico-dedutivo, a partir da adolescência.<br># P<strong>iaget e Vygotsky, pontos de semelhança e diferença.</strong></div><div><strong> SOCIOCONSTRUTIVISMO</strong></div><div><strong>SOCIOINTERACIONISMO</strong></div><div>Termos usados para fazer distinção entre a corrente teórica de Vygotsky e o construtivismo Jean Piaget.</div><div>Ambos são construtivistas em suas concepções do desenvolvimento intelectual.</div><div>Ou seja, sustentam que a inteligência é construída a partir das relações recíprocas do homem com o meio.</div><div> Para Vygotsky, a atividade do sujeito refere-se ao domínio dos instrumentos de mediação, inclusive sua transformação por uma atividade mental. Para ele, o sujeito não é apenas ativo, mas interativo, porque forma conhecimentos e se constitui a partir de relações intra e interpessoais</div><div>Vygotsky, teve contato com a obra de Piaget e, embora teça elogios a ela em muitos aspectos, também a critica, por considerar que Piaget não deu a devida importância à situação social e ao meio.</div><div>Ambos atribuem grande importância ao organismo ativo, mas Vygotsky destaca o papel do contexto histórico e cultural nos processos de desenvolvimento e aprendizagem, sendo chamado  de socio-interacionista, e não apenas de interacionista  como Piaget.</div><div> </div><div>Piaget coloca ênfase nos aspectos estruturais e nas leis de caráter universal ( de origem biológica) do desenvolvimento, enquanto Vygotsky destaca as contribuições da cultura, da interação social e a dimensão histórica do desenvolvimento mental.</div><div>Mas, ambos são construtivistas em suas concepções do desenvolvimento intelectual. Ou seja, sustentam que a inteligência é construída a partir das relações recíprocas do homem com o meio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 17:53:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>freitasdefreitas</author>
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         <description><![CDATA[<div>As contribuições de Vigotski para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos.<br><br></div><div> <strong>A MEDIAÇÃO EM VIGOTSKI</strong> <br><br></div><div>POLO DE VIANA: Daniel Alvarenga de Freitas <br>Na escola de Vigotski. A educação é entendida como o ato de produzir, direta e indiretamente, em cada indivíduo singular, a humanidade que é produzida histórica e coletivamente pelo conjunto dos homens. Em outros termos, isso significa que a educação é entendida como mediação no seio da prática social global. A prática social põe-se, portanto, como o ponto de partida e o ponto de chegada da prática educativa. Daí ocorre um método pedagógico que parte da prática social em que o professor e aluno se encontram igualmente inseridos, ocupando, porém, posições distintas, condição para que travem uma relação fecunda na compreensão e no encaminhamento da solução dos problemas postos pela prática social. Aos momentos intermediários do método cabe identificar as questões suscitadas pela prática social (problematização), dispor os instrumentos teóricos e práticos para a sua compreensão e solução (instrumentação) e viabilizar sua incorporação como elementos integrantes da própria vida dos alunos (catarse) (SAVIANI, 2007, p. 420).<br><br><strong>Referencia</strong></div><div> </div><div>SAVIANI, Demerval. <strong>História das ideias pedagógicas no Brasil</strong>. Campinas: Autores Associados, 2007.</div><div>Teorias de Aprendizagem. Disponível em: https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961. Acesso em: 17/03/2021.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 17:55:47 UTC</pubDate>
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         <title>As contribuições de Vigotski para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem </title>
         <author>leilanebruna</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1322138237</link>
         <description><![CDATA[<div>Piúma – Leilane Bruna Gomes dos Santos<strong><br><br></strong>Vigotski defende a ideia de que a aquisição do conhecimento ocorre através da interação e o professor é o mediador desse processo. Essa aprendizagem, segundo ele pode existir em três momentos: 1) a zona de desenvolvimento potencial, que é tudo que a criança ainda não domina, mas que se espera que ela seja capaz de realizar; 2) a zona de desenvolvimento real, que é tudo que a criança já é capaz de realizar sozinha; 3) a zona de desenvolvimento proximal, que é tudo que a criança somente realiza com o apoio de outras pessoas. Ou seja, quanto mais o aluno aprende mais ele pode aprender. Nesse sentido, o professor deve estimular a aprendizagem na zona do desenvolvimento proximal para que o aluno sempre avance. As atividades propostas para serem realizadas em grupo é uma forma de estímulo, pois ocorre a interação social.<br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-03-17 18:13:52 UTC</pubDate>
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         <title>Contribuições de Piaget</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1322204818</link>
         <description><![CDATA[<div>Santa Teresa - Claudia Decarli Bof<br>As descobertas de Piaget tiveram grande importância no processo de construção do sujeito. Para o cientista suíço, o conhecimento se dá por descobertas que a própria criança faz. Vem de Piaget a ideia de que o aprendizado é constituído pelo aluno e é sua teoria que inaugura a corrente construtivista. Educar, para Piaget, é “provocar a atividade”, isto é, estimular a procura do conhecimento.<br><strong>BIBLIOGRAFIA</strong></div><div>PIAGET, J. (1976). <strong>Psicologia e Pedagogia</strong>. Rio de Janeiro: Forense Universitária.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 18:27:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Contribuições de Carl Rogers  segundo a Teoria da Terapia centrada na pessoa para compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos alunos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1322270631</link>
         <description><![CDATA[<div>Fernanda Barboza Farias - Colatina. <br> Carl Rogers aborda a teoria da terapia centrada na pessoa, que é designada como uma concepção de educação, é importante a relação professor  e aluno, assim o professor deve  observar potencial de desenvolvimento de cada aluno, pois cada um é único.</div><div> </div><div>Os seres humanos tem tendência ao crescimento natural saudável e é pelo contato com professor que se educa e deve ser um educador-facilitador, que é uma pessoa realmente presente para seus alunos, para assim a teoria da terapia centrada na pessoa ocorra apresentando os três elementos da Tríade Rogeriana que são eles:</div><div> </div><div><strong>Aceitação Positiva Incondicional:</strong> É a capacidade do professor aceitar o aluno com todas as suas características, e também aquelas que precisam ser trabalhadas, sem preconceitos e observar que o aluno passa por processos.</div><div> </div><div><strong>Empatia:</strong> Deve - se compreender o mundo do aluno como sentimentos, desejos e aflições e também envolve a comunicação de ambos. </div><div> </div><div><strong>Congruência: </strong>Ser autêntico, não fingir e não levar o próximo ao fingimento.  </div><div> </div><div>A partir desses elementos alunos e professores apresentam condições  fundamentais para um bom ambiente educacional, além destas, o ambiente  deve ser convidativo, pois em um  ambiente hostil o aluno sente - se censurado, sua percepção diminuí em razão da ansiedade comprometendo sua aprendizagem , criatividade e sua auto confiança. </div><div> </div><div>A educação para Rogers é de responsabilidade do aluno e deve ser centrada nele, para que ele observe a forma de gerir e fazer escolhas em sua aprendizagem, a escola tem papel fundamental à esses alunos, para que busquem se tornar independentes, responsáveis e tenham o seu crescimento pessoal</div><div> </div><div>Dessa forma para que o processo de  compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos alunos ocorra, é necessário que cada aluno de forma única possa ser  colocado  como cento de tudo para  ser estudado e analisado de melhor forma, a fim de escolha do método para aplicação do conteúdo.<br><br>Fontes: <br>LIMA, Letícia Dayane de; BARBOSA, Zildete Carlos Lyra;  PEIXOTO, Sandra Patrícia Lamenha. TEORIA HUMANISTA: carl rogers e a educação. <strong>Cadernos de Graduação</strong>: Ciências Humanas e Sociais, Alagoas, v. 4, n. 3, p. 161-172, maio 2018<br>https://www.youtube.com/watch?v=MyAlsYo_7fw&amp;ab_channel=IfesCefor<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 18:41:35 UTC</pubDate>
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         <title>AS CONTRIBUIÇÕES DE LEV VIGOTSKI À EDUCAÇÃO DE SURDOS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1322587305</link>
         <description><![CDATA[<div>Itapina- Daiany Gomes Mesquita de Miranda.<br><br>Vigotski é um dos maiores teóricos da Psicologia, denominada de sócio histórica, e com grandes contribuições sobre a Psicologia da Aprendizagem e do Desenvolvimento, além da Educação. </div><div>No que diz respeito a educação de surdos um questionamento surge: quais as contribuições de Lev Vigotski para a Educação de Surdos dentro de seus pressupostos básicos e dos Fundamentos de Defectologia. Em sua obra, Vigotski abre espaço para discussão das pessoas com deficiência e claro, para a educação de surdos. </div><div>Para Vigotski, as formas culturais de comportamento são o único caminho para a educação da pessoa com deficiência. Ele aponta ainda que as pessoas que nascem surdas não sofrem diretamente a experiência da perda, mas, habitando um mundo cujos códigos sociais e demais parâmetros utilizados na vida diária são na maioria das vezes auditivos, não tardam a ter a experiência da deficiência.</div><div>A plenitude de sua vida e a amplitude de seu território existencial depende bastante dos cuidados e da estimulação que recebem, bem como das oportunidades que lhes são oferecidas. Sendo assim, na perspectiva vigotiskiana a estimulação precoce é essencial para o desenvolvimento do sujeito, uma vez que quanto mais cedo for estimulado à aprendizagem pode ocorrer com mais plenitude e facilidade. A inserção na cultura favorecerá o desenvolvimento – que se dará “de fora para dentro”, ou seja, primeiramente cultural depois internalizado pelo sujeito, portanto, é a partir da interação que há o desenvolvimento cognitivo.</div><div>Segundo Vigotski as formas culturais de comportamento serão os únicos caminhos para a educação da criança com deficiência. </div><div>Vigotski define e categoriza deficiência em duas: a deficiência primária, parte física do indivíduo (lesões orgânicas, cerebrais, malformações, alterações cromossômicas entre outras) e deficiência secundária, aquela que é social, deficiência na interação com a sociedade, pois, parte do pressuposto que o meio social esta organizado para as pessoas sem deficiência, o que causaria dificuldades de acesso às pessoas com deficiência.</div><div>Em sua teoria, Vigotski discute a compensação biológica que, miticamente, se tem noção de que os sujeitos com deficiência possuem, como por exemplo, pessoas surdas possuem uma visão superior ou pessoas cegas uma audição extraordinária. Para ele, não há uma compensação biológica, e sim, social, pois o sujeito poderá superar suas limitações como base em instrumentos que podem ser estratégias, meios e signos para compensar efetivamente a deficiência.</div><div>Vigotski (2012) faz uma crítica severa à escola especial, ao separar a criança surda do convívio com as demais crianças. Mesmo em meados de 1925, o autor já trazia em suas perspectivas que a melhor forma de educar essas crianças seria uma Pedagogia Social de Surdos. Para ele a língua oral nada acrescenta aos surdos como instrumento de acumulação da experiência cultural e participação na vida social;</div><div>Vigotski classifica a surdez como uma deficiência orgânica, considerada apenas do ponto de vista do desenvolvimento físico e formação da criança, não é vista como uma lacuna particularmente grave. Na maioria das vezes esta deficiência permanece mais ou menos isolada, sua influência direta sobre o desenvolvimento como um todo é relativamente pequena; geralmente não cria perturbações ou atrasos particularmente graves no desenvolvimento global. Além disso, enfoca que foi criada a língua de sinais, ou seja, o alfabeto digital e o discurso dos surdos.</div><div>Para Vigotski, uma criança cujo desenvolvimento é mais complicado por conta da deficiência não é simplesmente uma criança menos desenvolvida que os demais, mas com um desenvolvimento realizado de outra maneira, realizando uma crítica à forma de entender o desenvolvimento das crianças com deficiência somente de forma qualitativa.</div><div>No caso da Educação de Surdos, Vigotski alerta sobre os caminhos culturais e indiretos que os surdos precisam percorrer para que o desenvolvimento aconteça, além disso, faz uma crítica ao Oralismo e a metodologia severa utilizada, além de reconhecer a Língua de Sinais como forma de comunicação dos surdos.<br><mark>SUGESTÂO DE VÍDEO SOBRE AS CONTRIBUIÇÕES DE VIGOTKI:<br></mark>https://www.youtube.com/watch?v=ulYsHS1H-Yg<br><br><mark>REFERÊNCIA<br></mark>VERAS, Daniele Siqueira; DAXENBERGER, Ana Cristina Silva. <strong>UM OLHAR SOBRE AS CONTRIBUIÇÕES DE LEV VIGOTSKI À EDUCAÇÃO DE SURDOS</strong>. 2017. Disponível em: https://www.redalyc.org/jatsRepo/684/68460124006/html/index.html. Acesso em: 17 mar. 2021</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 20:01:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de Piaget, Vigotski e Rogers para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem</title>
         <author>giordanabarcellos</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1322606881</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Itapina – Giordana Dalmaso Barcellos</div><div> </div><div><strong>Rogers</strong></div><div>Carl Ransom Rogers (1902–1987) foi um psicólogo atuante na terceira força da psicologia e desenvolvedor da Abordagem Centrada na Pessoa, sendo provavelmente, o mais influente teórico no campo das teorias humanísticas e da personalidade.  <br>Para Rogers, é pelo contato que se educa e que o professor deve ser um educador-facilitador, uma pessoa realmente presente para seus alunos. O educador não deve adotar um modelo único de facilitar o aprendizado, precisa colocar os interesses dos alunos em primeiro lugar, esse método consiste em o aluno seguir apreendendo a aprender, e o professor sendo um facilitador dessa aprendizagem de forma singular e livre, com autenticidade, aceitação, confiança tanto em si como no aluno e compreensão empática. Há três condições básicas e simultâneas defendidas por Rogers como facilitadoras, no relacionamento entre professor/facilitador e a pessoa, para que ocorra a atualização desse núcleo essencialmente positivo existente em cada um de nós. São elas: a consideração positiva incondicional; a empatia e a congruência. <br>· A consideração positiva incondicional é receber a aceitar a pessoa como ela é e expressar uma consideração positiva por ela, simplesmente por que ela existe, não sendo necessário que existam outras condições para isso.</div><div>· A empatia consiste na capacidade de se colocar no lugar do outro, ver o mundo através dos olhos dele e procurar sentir como ele sente; </div><div>· A congruência é a coerência interna do próprio docente. <br>Um dos pilares da abordagem centrada na pessoa é a forma com que é aplicado o seu método, que passa por um processo de amadurecimento do próprio professor, já que ele não pode simplesmente apropriar-se de uma "técnica", ou "receita de bolo", mas que lhe seja próprio e natural agir conforme as condições desenhadas por Rogers.<br>Outro ponto a considerar é que após longos estudos, Rogers chegou à conclusão de que as três condições são eficazes como instrumento de aperfeiçoamento da condição humana em qualquer tipo de relacionamento, tais como: na educação entre professor e aluno, no trabalho, na família, nas relações interpessoais em geral.<br><br>REFERÊNCIAS<br> LIMA, Letícia Dayane de; BARBOSA, Zildete Carlos Lyra;  PEIXOTO, Sandra Patrícia Lamenha. TEORIA HUMANISTA: carl rogers e a educação. Cadernos de Graduação: Ciências Humanas e Sociais, Alagoas, v. 4, n. 3, p. 161-172, maio 2018.<br><br></div><div>PIOVESAN, Josieli et al. PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO E DA APRENDIZAGEM. Santa Maria - RS: UFSM, NTE, 2018. 161 p.<br> <br>QUEIROZ, Ana Carolina; SOARES, Alan; MOINHOS, Agatha; QUINTANA, Mariana Cassimiro; OLIVEIRA, Monalisa; MAZZINI, Nathalia. <strong>Assimilação e acomodação</strong>. 2012. Disponível em: https://piagetvygostky.wordpress.com/2012/09/29/assimilacao-e-acomodacao/. Acesso em: 17 mar. 2021.<br><br></div><div>ZANETTI NETO, G. Tendências Pedagógicas. Apostila digital. Vitória: Ifes, 2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 20:07:10 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>As contribuições de Piaget, Vigotski e Rogers para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem</title>
         <author>giordanabarcellos</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1322609567</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Itapina – Giordana Dalmaso Barcellos<br><br><strong>Vygotsky</strong></div><div>Lev Vygotsky Nascido na suíça, filho de pais intelectuais, foi um psicólogo, proponente da psicologia cultural-histórica. Foi pioneiro no conceito de que o desenvolvimento intelectual das crianças ocorre em função das interações sociais e condições de vida. Para Vygotsky o desenvolvimento cognitivo é totalmente dependente do meio social<br>Formulou o conceito de Zona de Desenvolvimento Proximal, Zona de desenvolvimento proximal define a distância entre o nível de desenvolvimento real, determinado pela capacidade de o indivíduo de resolver um problema sozinho, sem ajuda e o nível de desenvolvimento potencial determinado pelo potencial de resolver um problema sobre orientação.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 20:08:00 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>As contribuições de Piaget, Vigotski e Rogers para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem</title>
         <author>giordanabarcellos</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1322614124</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Itapina – Giordana Dalmaso Barcellos</div><div> </div><div><strong>Piaget</strong></div><div>Jean William Fritz Piaget (1896-1980) Jean Piaget foi um biólogo, psicólogo e epistemólogo suíço. Em seus estudos não teve como propósito desenvolver uma teoria de aprendizagem, mas uma teoria do desenvolvimento. Sua preocupação central era o sujeito epistêmico, ou seja, o estudo dos processos de pensamentos presentes desde a infância inicial até a idade adulta. Definida como Epistemologia Genética, que estuda os mecanismos e processos que conduzem o sujeito de um estado de menor conhecimento para estados de conhecimento mais avançados. Suas pesquisas sobre desenvolvimento cognitivo tinham a perspectiva de maturação biológica, com ênfase na experiência como elemento essencial ao desenvolvimento da aprendizagem.</div><div>Piaget debruçou-se a explicar a evolução cognitiva da criança, por meio da observação e do estudo da evolução das diferentes estratégias que ela utiliza para resolver situações problemas. </div><div>Para ele, o conhecimento é o resultado das ações e interações do sujeito com o ambiente onde vive. Sendo o conhecimento resultado da interação do sujeito com o objeto, por meio da ação que realiza sobre ele, o sujeito conhece-o, transforma-o, compreendendo o processo dessa transformação, e como resultado, entendendo como o objeto foi construído. </div><div>O surgimento das estruturas mentais necessita da interação do sujeito com o ambiente, tanto nos aspectos físicos como nos sociais. O aspecto físico proporciona à criança a possibilidade de manipulação dos objetos, exploração de lugares, observação de fenômenos que ocorrem na natureza, entre outros. Para Piaget o desenvolvimento cognitivo é mais<br> individual e endógeno ao sujeito.<br>Piaget dividiu o desenvolvimento da cognição humana em quatro estágios:<br>· <strong>Estágio Sensório-motor (0 a 2 anos): </strong> tem por característica o desenvolvimento da coordenação motora, a diferenciação, capacidade de agir sobre situações concreta e de identificar características e ordenar objetos.</div><div>· <strong>Estágio Pré-operatório (2 a 6 anos): </strong>é a fase de construção da linguagem. Desenvolve-se a capacidade de operar com imagens mentais.</div><div>· <strong>Estágio Operatório-concreto (6 aos 11): </strong>compreende a fase na qual ao pensamento egoísta, é acrescentada a capacidade de considerar o outro. Abarca as habilidades de agrupamento e classificação, e a realização de ações concretas, mas prescinde ainda da elaboração abstrata de realidade.</div><div>· <strong>Estágio Operações Formais (11 até a fase adulta): </strong>é o estágio relacionado ao pensamento científico. A habilidade da abstração se consolida,<br> permitindo o raciocino lógico sobre o real.<br>Para Piaget, a lógica do desenvolvimento é a busca do equilíbrio que ocorre por meio de mecanismos de adaptação do indivíduo ao meio. Assimilação e acomodação são processos complementares, diretamente ligados ao processo de adaptação. </div><div>· <strong>Assimilação:</strong> Mecanismos que incorporam novas informações, experiências em esquemas já existentes. </div><div>· <strong>Acomodação</strong>: é o mecanismo de ajustamento dos esquemas existentes, quando as nova informações e experiências não podem ser assimiladas.</div><div>· <strong>Equilibração:</strong> consiste em procurar um equilíbrio entre assimilação e acomodação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 20:09:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de  Rogers para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem </title>
         <author>ilianaottopilger</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1322770663</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Santa Teresa -<br>Iliana Otto Pilger Souza<br><br><strong>Rogers<br></strong>Carl Rogers (1902–1987) acreditava no ensino de forma holística, centrada na pessoa, unindo sentimento, emoções e o intelecto. O processo de ensino aprendizagem devia envolver empatia e um “clima adequado” para que ocorram assimilações e contextualizações entre os conteúdos estudados e os fatos cotidianos da vida do aluno. Essa aproximação torna a aprendizagem afetiva e concreta, fazendo com que o aluno esteja interessado em saber mais. Neste ponto Rogers também enfatiza que o professor deva ser um mediador-facilitador com habilidade de mostrar a capacidade que o aluno possui de ser autônomo e buscar ele mesmo o conhecimento de seu interesse. </div><div><br>Um de seus preceitos é aceitar a pessoa como ela é e se colocar no lugar do outro, nessa perspectiva Rogers também defendia que na educação inclusiva torna-se necessário que a escola vise o desenvolvimento pessoal e intelectual desse educando, e que seja realmente inclusiva, permitindo que tenha as mesmas oportunidades que os alunos ditos normais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 20:59:44 UTC</pubDate>
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         <title>Vygotsky e o conceito de aprendizagem mediada</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Polo - Colatina<br>Elci do Carmo Gamas<br><br> A reportagem abaixo “Vygotsky e o conhecimento de aprendizagem mediada”, destaca a importância do professor no processo de aprendizagem como mediador.</div><div>A teoria Sociocultural ou Interacionista defendida por Vygotsky, parte da ideia que é por meio da interação que ocorre a internalização dos conhecimentos, ou seja, o desenvolvimento cognitivo do aluno se dá por meio da interação com outras pessoas mais experientes, seja com o professor ou com os próprios colegas.</div><div>Um aspecto importante relatado no texto por Maria Tereza de Assunção Freitas, docente da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF); é um erro que ocorre quando o professor por acreditar que o desenvolvimento se dá somente na relação entre alunos, começa a planejar suas aulas voltadas apenas em atividades a ser realizadas em grupo; Maria Tereza deixa claro que não é porque o conhecimento se dá sobretudo através do contato com outro, que as aulas devem ser exclusivamente através da interação. A internalização é individual e precisa ser considerada na rotina das aulas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 21:08:03 UTC</pubDate>
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         <title>Teorias da Aprendizagem e nossas Práticas Educativas: contribuições de Vygotsky</title>
         <author>dpdevelly</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1322853353</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Colatina<br>David Paolini Develly<br><br>As Teorias da Aprendizagem são de extrema importância na tentativa de compreensão de como os sujeitos se apropriam do conhecimento. Entender esse processo mune alunos e, principalmente, professores e profissionais da educação na potencialização do aprendizado e na concepção de estratégias para o seu alcance.<br>Cada teórico possui a sua linha de pensamento, que não é dissociada ao contexto político, social e cultural de sua vida. Essa realidade é bastante perceptível nas Teorias da Aprendizagem de cada teórico. Porém, apensar das características singulares de cada teoria e criador, suas contribuições para o contexto educacional até os dias atuais é de extrema relevância.<br>A imagem abaixo resume muito bem a linha de pensamento da Teoria Sócio-Histórica de Vygotsky, isto é, a interação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 21:32:58 UTC</pubDate>
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         <title>Contribuições de Vygotsky para a Educação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1322870980</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Polo Linhares<br>Ítalo Roberto Câmara Ribeiro<br><br>É inegável a contribuição de Vygotsky para a educação; inegável também é a incrível aceitação e adequação de sua obra à nossa realidade brasileira. <br><br>Dentre os diversos ensinamentos deixados por este brilhante pensador, vale destacar a ideia de que é por meio da interação que ocorre a internalização do conhecimento.<br><br>Nesse sentido, é de suma importância que o professor atue como um mediador, de modo a transmitir e receber conhecimento.<br><br>Dentre as várias lições deixadas pelo mestre, cumpre destacar aquela que preconiza que o desenvolvimento cognitivo ocorre quando o sujeito se relaciona com o meio em que está inserido, deixando suas marcas e ao mesmo tempo assimilando tudo o que o cerca.<br><br>Referências Bibliográficas<br><br>Doris Anita Freire Costa. Superando limites: a contribuição de Vygotsky para a educação especial. Disponível em: http://www.revistapsicopedagogia.com.br/detalhes/378/superando-limites--a-contribuicao-de-vygotsky-para-a-educacao-especial. Acesso em 17 de março de 2021.<br><br>Vygotsky LS. Obras completas. Tomo cinco: Fundamentos de Defectologia. Havana: Editorial Pueblo Y Educación;1989.<br><br></div><div>Vygotsky LS. A formação social da mente. São Paulo:Martins Fontes;1984.<br><br></div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 21:40:45 UTC</pubDate>
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         <title>Contribuições de Vygotsky para a Educação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1322993852</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Polo Piúma<br>Patrícia Barcelos Marinho<br><br>Lev Vygotsky, filho de uma próspera família judia, formou-se em Direito em 1918. Durante o seu período acadêmico estudou simultaneamente Literatura e História.<br>Vygotsky é o grande fundador da escola soviética de psicologia histórico-cultural. Era necessária, na época, a construção de uma ponte que ligasse a psicologia "natural", mais quantitativa, à psicologia "mental", mais subjetiva.<br>Para Vygotsky, os signos, a linguagem simbólica, desenvolvida pela espécie humana, tem um papel similar ao dos instrumentos, pois tanto os instrumentos de trabalho quanto os signos são construções da mente humana, que estabelecem uma relação de mediação entre o homem e sua realidade. A linguagem é uma espécie de ferramenta, capaz de transformar decisivamente os rumos de nossa atividade, e a organização das funções psicológicas superiores (memória, atenção e pensamento).</div><div>Vygotski tem certo privilégio, pelo fato de ter esboçado uma teoria psicológica, e há muito tempo a psicologia tem sido um dos pontos de apoio da pedagogia. Às vezes até mesmo tornando-se quase o centro do pensamento pedagógico. Uma teoria se trata de uma tentativa de explicação da realidade, que nos faz enxergar de maneira diferente a realidade.</div><div>A teoria de Vygotski em relação a outras tantas que foram aproveitadas nos meios pedagógicos é que se trata de concepções dialéticas, ou seja, procura superar a visão linear que enfatiza o processo de desenvolvimento, ou mesmo de aprendizagem do sujeito, de fora para dentro ou de dentro para fora. Isso quer dizer que é uma teoria interacionista. É costume dizer-se que Vygotski é interacionista. Realmente Vygotski deu ênfase aos processos de trocas, ou seja, de interação do sujeito com seu meio, principalmente seu meio social e cultural.  </div><div>Existe a dificuldade de se compreender o que seja interação, já que a tradição ocidental, e, portanto também o senso comum se baseia em concepções lineares e não dialéticas. Um exemplo disso é a pergunta muitas vezes repetidas nas discussões pedagógicas e psicológicas: “o que tem mais peso: o que vem de dentro ou o que vem de fora?”.</div><div>A compreensão da realidade de forma dialética (interacionista) nos exige compreender que não se pode ficar procurando o vencedor na batalha entre o que é de dentro e o que é de fora. </div><div>Penso que a contribuição de Vygotski, para a prática pedagógica passa necessariamente pela possibilidade de se compreender melhor a dinâmica dos processos que acontecem no ato de ensinar/aprender.</div><div>Um dos conceitos mais importantes é o da Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP). Para Vygotsky, o segredo é tirar vantagem das diferenças e apostar no potencial de cada aluno. Define a distância entre o nível de desenvolvimento real, determinado pela capacidade de resolver um problema sem ajuda e o nível de desenvolvimento potencial determinado através de resolução de um problema sob a orientação de um adulto ou em colaboração com outro companheiro (uma criança mais velha). É a série de informações que a pessoa tem a potencialidade de aprender, mas ainda não completou o processo, conhecimentos fora de seu alcance atual, mas potencialmente atingíveis. </div><div>A Zona de Desenvolvimento Proximal define aquelas funções que ainda não amadureceram, mas que estão em processo de maturação, funções que amadurecerão, mas que estão, presentemente, em estado embrionário.</div><div>Para finalizar, reforço a ideia de que a teoria de Vygotski vai ser importante para a educação na medida em que nos ajudar a ver de modo diferente os fenômenos que envolvem a mesma. Ela não é de forma alguma o remédio dos problemas da educação. No entanto não acredito em nenhum caminho que se possa trilhar na educação, desde a Psicopedagogia, até a gestão escolar que não parta de princípios dialéticos, que entenda que a realidade não é explicável a partir de um esquema simplório de causa/efeito, ou antes/depois, mas sim de uma compreensão de que essa realidade se organiza como rede de relações, e que, portanto, toda iniciativa deve ter presente que não terá condições de mudar tudo, mas que não deixará de dar sua marca. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 22:40:39 UTC</pubDate>
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         <title>Vigotsky e o processo de ensino aprendizagem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1323022826</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Piúma<br>Suellen Lafrance Rodrigues Fernandes<br><br><strong>No que diz respeito à aprendizagem, Vigotsky rejeita tanto as teorias inatistas, quanto as empiristas e comportamentais. Seus estudos decorrem de como o ser se desenvolve em sua interação com o meio. Para Vigostsky o homem modifica o meio, e o meio modifica o homem, pois é nessa relação que o sujeito se desenvolve integralmente.</strong></div><div><strong>De acordo com o conceito da Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP) é possível entender a importância da interação do aluno com o outro, para a construção do seu processo de ensino aprendizagem. Para Vigotsky a ZDP é a distância entre o nível de desenvolvimento real, ou seja, a capacidade da criança resolver problemas sem precisar da ajuda de alguém, já o nível de desenvolvimento potencial, é a capacidade da criança de solucionar problemas com a ajuda de alguém mais experiente.</strong></div><div><strong>A partir dessa afirmação, vale ressaltar que a criança vai se desenvolvendo à medida que a relação entre desenvolvimento real e potencial vão se modificando, pois é na zona de desenvolvimento potencial que a aprendizagem ocorre de fato.</strong></div><div><strong> Por exemplo, quando uma criança realiza determinada tarefa com a mediação de um adulto, ela acaba desenvolvendo uma nova habilidade, depois de algum tempo a criança apropria-se dessa habilidade, e essa tarefa, que antes estava no nível de desenvolvimento potencial dessa criança, passa a estar no seu nível de desenvolvimento real. Assim, novas tarefas mais complexas passam a fazer parte do seu nível de desenvolvimento potencial. Dessa maneira, o aluno está sempre em constante desenvolvimento. </strong></div><div><strong>O professor nesse cenário atua como um mediador, entre o aluno e os conhecimentos que ele irá adquirir. O educador não será aquele que somente transmite conhecimentos de forma mecânica, ele será um personagem essencial para o desenvolvimento do processo de ensino aprendizagem dos educandos, pois cabe a ele facilitar o processo de construção do conhecimento dos alunos. </strong></div><div><strong> </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 22:56:45 UTC</pubDate>
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         <title>As contribuições de Rogers para a processo educacional</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1323134875</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Polo de Alegre<br>Munir de Sá Mussa<br><br></em>Rogers apresenta uma concepção de ensino em que que acredita no autoconhecimento do aluno, valorizando o aspecto psicológico e fortalecendo um processo de desenvolvimento interior do estudante (ZANETTI NETO, 2021).<br>O professor deve apresentar formas variadas de interação com os estudantes afim de permitir a expressão individual de cada sujeito. Deve-se entender as diferentes constituições psicológicas de cada estudante e dessa forma, compreender a facilidade de um aluno com determinado método e de outro aluno com outro método completamente diferente (COSTA e FERNANDES, 2020).<br>Uma das ideias centrais é que toda pessoa, sem exceção, pode aprender alguma coisa com o outro e cabe ao educador permitir-se realizar uma relação respeitável, próxima e com olhar atento às capacidades do ser humano de se reinventar. Isso constitui, ainda, uma oportunidade de crescimento pessoal ao educador (LIMA, BARBOSA e PEIXOTO, 2018).<br>Rogers enfatiza que o papel da escola deve ser proporcionar um ambiente favorável onde o estudante e os professores possam estar abertos e propícios a descobertas. Este ambiente sem pressões externas ou censuras permite maiores possibilidades ao professor e aluno de desenvolverem consciência crítica e desprenderem-se do modelo tradicional baseado em conteúdo, enciclopedista (LIMA, BARBOSA e PEIXOTO, 2018).<br><br><br></div><div>COSTA, C. M. FERNANDES, R. S. Aprendizagem centrada na pessoa: a atualidade da</div><div>proposta educacional de Carl Rogers. Comunicações Piracicaba | v. 27 | n. 2 | p. 21-40 |</div><div>maio-ago. 2020. Disponível em: https://www.metodista.br/revistas/revistasunimep/index.php/comunicacoes/article/view/4274/2433</div><div>LIMA, L. D. BARBOSA, Z. C. L. PEIXOTO, S. P. L. Teoria humanista: Carl Rogers e a</div><div>educação. Ciências Humanas e Sociais; Alagoas; v. 4; n.3; p. 161-17; Maio 2018;</div><div>periodicos.set.edu.br. Disponível em:</div><div>https://periodicos.set.edu.br/fitshumanas/article/view/4800</div><div>ZANETTI NETO, G. Tendências Pedagógicas. Apostila digital. Vitória: Ifes, 2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-17 23:54:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>CARL ROGER e o processo de ensino e aprendizagem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1325628585</link>
         <description><![CDATA[<div>Sua teoria aponta para uma profunda mudança no relacionamento entre professor e aluno, relacionamento esse capaz de provocar transformações intensas, tanto no comportamento de ambos como na busca dos saberes. Suas observações são instigantes e levam o professor a repensar a educação que é imposta atualmente (de cima para baixo, de acordo com o próximo plano político). <br>Ao olhar uma pessoa como um todo a ser considerado, ele quebra o paradigma do relacionamento formal e cria um relacionamento interpessoal, transportando para a educação esta convivência em busca de uma aprendizagem significativa e qualitativa.<br>Rogers defende a idéia de mudança de comportamento através da aprendizagem significativa, pois sua experiência no consultório como terapeuta lhe mostra que um aprendizado centrado no cliente é perene (provoca a transformação interna do homem). ROGERS (1997) entende que:”Por aprendizagem significativa entendo aquela que provoca uma modificação, quer seja no comportamento do indivíduo, na orientação da ação futura que escolhe ou nas suas atitudes e na sua personalidade”.<br>Rogers combate a aprendizagem do tipo “tarefas”, que só utiliza as operações mentais, não considerando o indivíduo como um todo. Esse tipo de aprendizado é esquecido com o tempo, pois não tem relevância com os sentimentos, as emoções e sensações do educando, e não provoca uma curiosidade que leve o indivíduo a aprofundar mais e mais.</div><div>Para Rogers, ensinar é mais que transmitir conhecimento – é despertar a curiosidade, é instigar o desejo de ir além do conhecido. É desafiar a pessoa a confiar em si mesmo e dar um novo passo em busca de mais. É educar para a vida e para novos relacionamentos.<br>Rogers considera o indivíduo como um todo: mente e corpo, sentimento e intelecto são partes integrantes do mesmo ser e são inseparáveis. Na educação moderna só está sendo valorizada a parte intelectual, como se o conhecimento cognitivo pudesse ser separado das vivências do ser humano. Um indivíduo que apresenta problemas emocionais não consegue reter um bom aprendizado, por isso é necessário considerar que a atmosfera psicológica é fundamental para o processo de aprendizagem.<br><br></div><div>É primordial aceitar que o ser humano não é estático, mas um ser em constante mudança. E assim sempre será qualquer lugar onde houver um ser humano. Todavia, para ousar transformar uma sala de aula, ou uma escola, o educador precisa aceitar a si próprio e ao educando em um processo de transformação vital. Neste processo de respeito e amor ao próximo, pode-se pensar em uma escola melhor.<br><br>https://elisakerr.wordpress.com/concepcao-de-aprendizagem-de-carl-rogers/<br><br>Renner Sartório Camargo<br>Polo Serra<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 14:09:22 UTC</pubDate>
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         <title>A primordialidade da mediação no processo de ensino-aprendizagem</title>
         <author>carlosantoniojacinto18</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1326147049</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Carlos Antonio Jacinto- Polo Cachoeiro do Itapemirim</em><br><br>É inegável as contribuições da Teoria Sócio Histórica de Lev Vygotsky para a Educação, mesmo que de forma indireta. Nesse sentido, no processo de ensino-aprendizagem, alguns conceitos vygotyskianos podem ser aplicados e possibilitam reflexões mais de cunho prático. Inicialmente, para o autor, a aprendizagem pode ser compreendida como um processo ativo, interno e interpessoal, não se restringindo apenas à visão tradicional de aprendizagem concebida. Em vista desse processo ser ativo, para que ocorresse o desenvolvimento humano era necessário um processo de aprendizagem dialético, que era influenciado por múltiplos sujeitos, objetos e artefatos culturais de uma sociedade específica. <br><br></div><div>De posse desses conhecimentos socialmente compartilhados, cabia ao sujeito examinar como inseri-los e adota-los em seu cotidiano. Ou seja, esse processo relacionava-se com o que é compreendido como internalização, isto é, a forma de se apropriar e internalizar culturas, ferramentas e transformar para si, um processo que vem do externo para o interno. Ainda nesse processo de construção, destaca-se também a importância da mediação. O professor coloca-se como agente de mediação, mediando e propiciando um movimento do aluno de modo que ele desenvolva a aprendizagem e construa o conhecimento. Contudo, o professor não é o único mediador possível, sendo exemplos de mediação todos os elementos presentes em uma cultura, tais como as diferentes linguagens e signos existentes em uma comunidade de prática. <br><br></div><div>Além do mencionado anteriormente, o professor busca também atuar e criar Zonas de Desenvolvimento Proximal, através da mediação e da intervenção, de modo a possibilitar avanços que o aluno não conseguiria realizar sozinho. Nesse sentido, é papel do professor propor atividade pedagógica que incentivem o aluno a aprender e se desenvolver em sua plenitude, isto é, o professor traz desafios, coloca andaimes para incentivar o desenvolvimento. Assim, cabe ao aluno o papel de protagonista nesse processo, ou seja, será o aluno que ativamente subirá os degraus da escada, será ele quem vencerá os andaimes. <br><br></div><div>Em suma, observamos a importância e que o professores e a escola se coloquem como mediadores do processo de ensino-aprendizagem dos aprendizes, buscando, com base na especificidade de cada discente, formas potenciais de construção de conhecimento, trazendo formas potenciais de aprendizagem e incentivando a construção de conhecimento com base nos objetivos e metas dos alunos. Como destacado anteriormente, é fundamental que o aluno se coloque como protagonista do seu aprendizado. Ao professor, cabe a função de propor desafios, de traçar andaimes e degraus que visem o desenvolvimento do aprendiz, sendo possível, nesse processo, o estabelecimento de diferentes recursos e instrumentos que podem ser adotados como mediadores.<br><br>Imagem disponível em:&lt; <a href="http://eeptancredoneves.blogspot.com/2018/10/homenagem-ao-professor-2018-escola.html">http://eeptancredoneves.blogspot.com/2018/10/homenagem-ao-professor-2018-escola.html</a>&gt; Acesso em: 18 mar. 2021. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 15:39:35 UTC</pubDate>
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         <title>As contribuições de Piaget, Vygotski E Rogers para a Educação.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1326387481</link>
         <description><![CDATA[<div>CEFOR  Polo Linhares<strong> / </strong>Professora Larissy Alves Cotonhoto<br><strong>Aluna: Rayane Gomes Girelli<br><br></strong>A prática educativa é campo dotado de diversas complexidades no que se refere ao ensino e a aprendizagens dos alunos. Por isso há muitas décadas se estudam através de teorias o comportamento humano, o sujeito nas relações com o outro, a relação do sujeito com o objeto e a sociedade, e a sociedade de modo em geral.<br><br></div><div>Lev Vygotsky em suas teorias denominadas como teorias da aprendizagem defendia que o sujeito, ou seja, o aluno não aprendia pelo simples fato da aquisição de informações que recebia e nem por essa associação de ideias que ele guardava em si, mas sim era através de um longo processo interior, individual ativo e nas relações. Por isso muitos estudiosos preferem chamar as teorias de Vygotsky de teorias sócio Históricas, pois a construção de conhecimento se dá nas relações construídas ao longo das experiências dos tempos. Ele acredita que o ser humano é um produto das relações sociais.<br><br></div><div>Isso reflete a práxis, pois os professores em sala de aula devem problematizar as situações para levar o aluno a reflexão, para tornar a aula uma construção nova e desafiadora, fazendo sempre referencias com o cotidiano do aluno no qual ele consiga assimilar a sua realidade social para a efetivação da aprendizagem.<br><br></div><div>As teorias de Piaget são classificadas como as teorias do desenvolvimento em que para cada fase humana há uma fase chamada de Estágio de aprendizagem a saber : Sensório-Motora até 2 anos de idade ;  Simbólica ou Pré-Operatória de 2 a 7-8 anos  Operatória Concreta de 7-8 anos a 11-12 anos;   Operatória Formal a partir de 12 anos. <br><br></div><div>Piaget focava seus estudos na gênese do conhecimento centrado na ação do sujeito. Ou seja, como o ser humano ao receber estímulo reage a esse fator.<br><br></div><div>Na área da educação o discente esta em constante relação direta com o professor, e esta relação deve ser de cooperação, parceria empatia, afetividade por o docente e este deve avaliar pontos positivos e negativos no aluno a fim de mostra-lhe o caminho para melhorias, instruindo e ensinando e mediando os conhecimentos , sempre na ideia de que  o professor não é o detentor de conteúdo e tampouco  o aluno o depósito de informação.<br><br></div><div>Nos estudos de Carls Rogers a contribuição da teoria Humanista foi de grande relevância para o universo da educação, pois realça as relações interpessoais na construção da personalidade do ser humano em um ensino que é centrado principalmente no discente. Ele afirma que o ato de aprender é algo particular  de cada um e que o aluno absorve aquilo que lhe convém o que ele acredita que faz parte do seu contexto, Carls defende ainda que o educando pode ser o gerente de seu próprio aprendizado, ou seja ter sua autonomia.<br><br></div><div>Na concepção de Carls Rogers no campo educacional o professor deve ser facilitador de conhecimento, mediador do conhecimento do aluno, dispor de recursos estimuladores da aprendizagem, desafiadores, colocar o aluno com centro do processo, o foco principal é o aluno.<br><br></div><div>Sendo assim todas as teorias de aprendizagens até aqui estudas tem excelentes contribuições e aportes para o âmbito da Pedagogia. Os professores e profissionais da área educacional, principalmente quem leciona em sala de aula devem estar em constantes estudos e reflexões sobre o tema. Evidenciando que o Professor é o principal instrumento mediador de aprendizagem do aluno, ele deve levar o aluno à reflexão, a serem questionadores, compreender as questões sejam elas sociais ou não, desenvolver neles os aspectos cognitivos, afetivos e emocionais, desenvolver a capacidades criativas, psicomotoras e dentre outros diversos aspectos.<br><br></div><div> <strong>REFERÊNCIAS<br></strong><br></div><div>de Lima, L. D. (2018). TEORIA HUMANISTA: CARL ROGERS E A EDUCAÇÃO. <em>Caderno De Graduação - Ciências Humanas E Sociais - UNIT - ALAGOAS</em>, <em>4</em>(3), 161. Recuperado de <a href="https://periodicos.set.edu.br/fitshumanas/article/view/4800">https://periodicos.set.edu.br/fitshumanas/article/view/4800<br></a><br></div><div>NEVES, Rita de Araujo; DAMIANI, Magda Floriana. Vygotsky e as teorias da aprendizagem. UNIrevista, v. 1, n. 2, p. 1-10, 2006. Disponível em: &lt;http://www.miniweb.com.br/educadores/Artigos/PDF/vygotsky.pdf&gt;. Acesso em: 18 mar. 2021.<br> <br><br></div><div><br></div><div><br><br></div><div><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div><br></div><div> <br><br></div><div><br><br></div><div> <br><br></div><div><br><br></div><div><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 16:22:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de Vygotsky para os dias atuais.</title>
         <author>jessicakf</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1326404924</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Colatina<br>Jéssica Klabunde Ferraz      <br><br>As Teoria de Aprendizagem influenciam nossas vidas diariamente. Todos os dias buscamos melhorar o processo de ensino e aprendizagem, para assim contribuir para a melhor formação dos alunos.<br><br>A Teoria de Vygotsky é de extrema importância para a escola. Ela nos mostra a importância da interação social dos indivíduos. Dessa forma, percebemos que mesmo após quase um século de sua elaboração, essa Teoria ainda nos ensina e nos orienta com relação ao processo de ensino.<br><br>Na minha opinião, essa interação que Vygotsky dava tanta ênfase se mostra extremamente importante e necessária nos dias atuais. Nós aprendemos muito durante a troca de informações. Percebo que muitas vezes, algo que o aluno tenha dificuldade para compreender sendo explicado pelo professor é facilmente compreendido quando os alunos sentam para debater o assunto entre si.<br><br>Com isso, percebo que a interação entre alunos e professores é essencial na vida da escola. A troca de informações, seja entre professor-aluno e entre aluno-aluno tem um excelente resultado no ensino teórico e também na vida pessoal, pois essa troca de conhecimentos e experiências agrega também na formação pessoal dos alunos.<br><br>Imagem disponível em: http://blogdoeliomar.com.br/2016/06/11/ha-82-anos-morria-o-psicologo-e-advogado-russo-lev-vygotsky/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 16:25:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Carl Rogers</title>
         <author>bnlsenac</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1326498710</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Polo</strong>: Piúma<br><strong>Aluna</strong>: Bruna Lacerda<br><strong>Autor</strong>: Carl Rogers <br><strong>Fonte:</strong> LIMA, L.; BARBOSA, S.; PEIXOTO, S. <strong>Teoria humanista: Carl Rogers e a educação. </strong>Alagoas, 2018.<br><br></div><div> <br>Embora criticado pela dificuldade de aplicação prática de seus conceitos, devido ao padrão tradicionalista da educação brasileira, identifico em minhas práticas docentes alguns princípios elencados por Carl Rogers, a começar pela ideia de ENSINO CENTRADO NO ALUNO. <br><br></div><div>Leciono em uma instituição que tem como lema “APRENDER FAZENDO” e que busca, nos planos de aulas e nas orientações aos pedagógicas, que os docentes estimulem ao máximo o desenvolvimento dos alunos: “mente, corpo, cognição, emoção, sentimentos e inteligência” (LIMA et al., 201, p. 168). Uma forma que encontramos é pela colaboração mútua e a autogestão das emoções em trabalhos em grupo.<br><br></div><div>Partindo de temas propostos pelo docente, que muitas vezes são debatidos antes em sala de aula para sugestão de todos, os conteúdos abordados buscam mais do que a simples memorização. Os alunos, em vários momentos têm o poder de escolha em como vão abordar o tema estudado, trabalhando a autorregulação e o gerenciamento do tempo, buscando o que autor como a não padronização do comportamento (LIMA et al., 2018, p. 164).<br><br></div><div>A aprendizagem por projeto também é constante, pois se acredita na importância das “relações interpessoais na construção da personalidade do indivíduo” (LIMA et al., 2018, p. 161). Porém busca-se estimular os alunos de maneira individualizada, mesmo quando se abordam atividades em grupo, característica da concepção de educação centrada na pessoas (ACP). <br><br></div><div>Também acredito que todos podem aprender uns com os outro. Eu mesma poderia citar diversos momentos que aprendi com alunos, desde temas simples do dia a dia (como um grupo musical) à conceitos mais específicos, como enologia. Sendo a atmosfera afetiva, apresentada nos preceitos de Rogers, fundamental para que haja o processo de troca entre docentes e alunos.<br><br></div><div>Assim como abordado por Rogers, é necessário ter em mente que o aluno retém aquilo que o convém, visando auxiliar o dia a dia dos docentes e instituições de ensino a pautar estratégias de maneira que ajudem seus alunos a desenvolverem suas potencialidades, de maneira afetiva e significativa para o aluno. Acredito que muitas instituições de ensino, inclusive a que leciono, ainda mantem um peso significativo ao método tradicional de ensino, privilegiando a nota final do aluno ao seu aprendizado. Mas vislumbro que há abertura e caminhos para se buscar os conceitos do autor.<br><br></div><div>Por fim, deixo como complemento uma entrevista de Carl Rogers comentando sobre “como se tornar um facilitador”.                                   </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 16:42:19 UTC</pubDate>
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         <title>Vygotsky e as teorias da aprendizagem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1326665775</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo: Alegre<br>Aluno: Victor Dias Pirovani<br><br>Fonte: Neves, R.A.; Damiani, M.F.  Vygotsky e as teorias da aprendizagem.<strong> UNIrevista</strong>, v.1.n.2, 10p. 2006. <br><br>A concepção de Vigotsky é estruturada no entendimento que a aprendizagem não é uma mera aquisição de informações, não acontece a partir de uma simples associação de idéias armazenadas na memória, mas de um processo interno, ativo e interpessoal <br><br></div><ul><li> o homem como um ser histórico é produto de um conjunto de relações sociais;</li><li>não se separam aprendizagem e desenvolvimento;</li><li> o homem é visto como alguém que transforma e é transformado nas relações que acontecem em uma determinada cultura;</li><li> o desenvolvimento humano é compreendido não como a decorrência de fatores isolados que amadurecem, nem tampouco de fatores ambientais que agem sobre o organismo controlando seu comportamento, mas sim como produto de trocas recíprocas, que se estabelecem durante toda a vida, entre indivíduo e meio, cada aspecto influindo sobre o outro. </li></ul><div><br>Disponível em: https://comunidadesebrae.com.br/lideranca/lideranca-de-maos-dadas-com-o-empreendedorismo<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 17:12:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Contribuições de Carl Rogers</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1326694768</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo: Alegre<br>Aluno: Victor Dias Pirovani<br><br>Fonte: Lima, L.D., Barbosa, Z.C.L., Peixoto, S.P.L.  Teoria Humanista: Carl Rogers e a Educação. <strong>Cadernos de Graduação</strong>, v.4, n.3, 12p. 2018. <br><br> Rogers estrutura seu trabalho na seguinte base: 1.  é pelo contato que se educa; 2. o professor deve ser um educador-facilitador, uma pessoa realmente presente para seus alunos; <br><br></div><ul><li>É fundamental a diversificação dos modelos de ensino para o aluno sempre aprender a aprender e o professor seja o facilitador nesse processo.</li><li>Aprendizagem livre, empática, autêntica, com confiança.</li><li> O educador-facilitador deve ajudar seu aluno a entrar em contato com os seus interesses, objetivos e expectativas, incentivando-o a ser um agente da sua própria aprendizagem.</li><li> O aluno deve ser estimulado a buscar o sucesso na sua busca por conhecimento para não se tornar um mero acumulador de informações.</li><li> instituições de ensino seja proporcionar uma atmosfera favorável onde estudante e professores se sintam livres para novas descobertas, sem sofrer pressões ou censuras externas, com autoaceitação, sendo apenas o que se é sem se enganar </li></ul><div><br>Disponível em: https://psicologiapersonal1.wixsite.com/teoriaspersonalidade/single-post/2015/11/03/a-aprendizagem-e-a-teoria-do-humanismo-de-carl-rogers<br><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 17:17:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Contribuições de Piaget</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1326728230</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo: Alegre<mark><br></mark>Aluno: Victor Dias Pirovani<br><br>Fonte: Ferracioli, L.   ASPECTOS DA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E DA APRENDIZAGEM NA OBRA DE PIAGET. Caderno brasileiro de ensino de física, v.16, n.2, 180-194. 1999<br><br></div><ul><li> A obra de Piaget se estrutura em alguns pontos: 1. o conhecimento não está no sujeito-organismo; 2.tampouco no objeto-meio,o conhecimento é decorrente das contínuas interações entre os dois. </li><li>A inteligência é relacionada à aquisição de conhecimento na medida em que sua função é estruturar as interações sujeito-objeto. </li><li>Todo pensamento se origina na ação, e para se conhecer a gênese das operações intelectuais é imprescindível a observação da experiência do sujeito com o objeto.</li><li>Construção do Conhecimento a partir de estágios:  o desenvolvimento mental do indivíduo é um processo contínuo de construção de estruturas variáveis, que, ao lado de características que são constantes e comuns a todas as idades, refletem o seu grau de desenvolvimento intelectual.</li><li>Desenvolvimento, Aprendizagem e Conhecimento:  a gênese do conhecimento centrado na ação do sujeito, ou de como se dá o desenvolvimento de sua inteligência, esta última é entendida não como a faculdade de saber, mas como um conjunto de estruturas momentaneamente adaptadas toda inteligência é uma adaptação.</li></ul><div><br><br>Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=wFD_YlChtko</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 17:24:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vigotski e seus feitos para a educação</title>
         <author>mariafilofurtado</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1326782199</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo de Cachoeiro de Itapemirim - Maria Felomena Furtado de Souza Baptistini<br><br></div><div>      Vigotski desenvolveu pesquisas na área do desenvolvimento e aprendizagem e das influências sociais nesse processo.  Foi considerado um teórico da abordagem sócio-histórica, por afirmar que o ser humano está inserido no tempo e no espaço, dentro de um contexto histórico, social, econômico,cultural e político; um ser completo nas suas relações com os outros. Vale ressaltar que a criança, antes mesmo de desenvolver a fala , já interage com o meio através do choro, do riso.</div><div>       Para Vigotski   o desenvolvimento, principalmente o psicológico, depende da aprendizagem, que é adquirida através das interações e experiências as quais as crianças são submetidas. Sendo a escola ,um ambiente propício para isso.</div><div>       Não há dúvidas que os estudos de Vigotski contribuiram e ainda continuam orientando os trabalhos relacionados a educação. Observando o conceito de ZDP -  Zona de Desenvolvimento Proximal, pode -se compreender a importância de analisar o que o aluno já sabe e o que ele está próximo de aprender e assim o professor pode direcionar a sua prática sendo um mediador entre a criança e o mundo,  visando um melhor resultado.  </div><div>       Observando os conceitos de Vigotski, o trabalho docente deve está voltado para as interações, mediações,estímulos para o aluno se desenvolver e aprender; lembrando que a criança nasce com potencial biológico que é desenvolvido com as interações e sofre influências do ambiente em que vive.</div><div>       Quando o professor conhece seu aluno, analisa suas especificidades ,observa todo o contexto onde a escola está inserida, é mais fácil direcionar o trabalho objetivando o sucesso de suas ações. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 17:34:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Contribuições de Piaget, Vigotski e Rogers no processo de ensino e aprendizagem</title>
         <author>epantaleao150</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1326834833</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo: Santa Teresa<br>Aluno: Elvis Pantaleão Ferreira<br><br>O processo de ensino e aprendizagem sob a perspectiva piagetiana é baseada nos estágios de desenvolvimento (Teoria da Epistemologia Genética), uma vez que em suas pesquisas defende que a aprendizagem está diretamente relacionada ao tempo (evolução – progredir de um nível de conhecimento) necessário para a aprendizagem, ou seja, a assimilação e empoderamento do conhecimento. Onde cada fase da vida quando criança estamos aptos a assimilar determinados conhecimentos, de um nível elementar para nível de conhecimento mais estruturado.</div><div><br>Nesta perspectiva, os estudos de Piaget descrevem que o processo de adaptação do sujeito à sua realidade, é compreendido pelos conceitos de Acomodação e Assimilação, que são indissociáveis. O primeiro refere-se ao momento em que ocorre a adaptação do sujeito aos objetos da sua realidade, exercendo assim modificações na sua estrutura. O segundo, ao contrário, refere-se ao momento em que o sujeito exerce a ação sobre os objetos da sua realidade. </div><div><br>Portanto, essa abordagem é relevante e imprescindível, uma vez que devemos sempre considerar que a assimilação e empoderamento do conhecimento, está diretamente relacionado ao estágio de desenvolvimento do sujeito.</div><div><br>Para Vigotsky, o desenvolvimento cognitivo do aluno se dá por meio de relações sociais, ou seja, de sua interação com outros indivíduos e com o meio (teoria sociointeracionista). O professor passar a atuar essencialmente como um elo intermediário entre o aluno e o conhecimento disponível no ambiente. De modo que o sujeito (a criança) assimila as interações com o ambiente e assim ocorre o desenvolvimento, que ocorre de fora para dentro. </div><div><br>Neste caso, a cultura passa a ser uma das principais influências para o desenvolvimento mental, ela indica os caminhos e também as particularidades da sua conexão com o mundo. É no ambiente escolar onde tudo isso será internalizado, ocasião em que a criança irá associar suas ações à concepção de mundo em que ela está inserida. </div><div><br>Na abordagem rogeriana a sugestão está baseada na Aprendizagem Significativa, em que está diretamente relacionada as atitudes do professor. Para ele o professor passa a transmitir o conhecimento de tal forma que este se torne pleno de significados para o aluno, isto é, enfocando a presença daquele conteúdo que está sendo trabalhado nas situações da vida prática do aluno ou de algo que lhe cause um conjunto de sensações e/ou percepções, abordagem centrado no sujeito. <br><br>Entende que a aprendizagem é auto-iniciada, de modo que, conceitos a serem aprendidos precisam possuir significado para que a assimilação pelo sujeito possa registrar a informação a ser aprendida de forma mais concreta e objetiva relacionando, assim, o que aprendeu com o contexto ao seu redor. Essa, portanto, torna-se muito relevante acerca da utilização da interdisciplinaridade em sala de aula com o fim de serem utilizados enquanto recurso metodológico essencial e muito importe de apoio ao processo de aprendizagem. <br><br> <strong>REFERÊNCIAS<br></strong><a href="https://educere.bruc.com.br/arquivo/pdf2015/17634_7769.pdf">https://educere.bruc.com.br/arquivo/pdf2015/17634_7769.pdf</a><br>https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1413-85572013000100010<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 17:44:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Contribuições de Piaget no processo de ensino e aprendizagem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1326919071</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo: Cachoeiro de Itapemirim<br>Aluno: Tiago Gomes Greggio<br><br> Reconhece-se que as teorias de Piaget muito contribuíram para a educação e continuam contribuindo, principalmente para pedagogos, a psicólogos, assistentes sociais, educadores especiais, entre outros. Comentar sobre ele é dizer que o mesmo revolucionou seu tempo com seus estudos destinados ao desenvolvimento da cognição humana, desenvolvendo o método clínico de investigação das ideias, não é exagero, ele ainda tem sido reconhecido mundialmente pelos seus estudos .<br> A partir dessa concepção, a tarefa de educar crianças no sentido do ensino formal não é só transmitir conteúdos, mas de favorecer a atividade mental do aluno, instigando-o apensar e elaborar o seu pensamento para que construa seu próprio conhecimento, suas próprias hipóteses e sua compreensão sobre determinado assunto .<br> Conhecer a obra de Piaget, portanto, pode (e deve) ajudar ao professor a tornar seu trabalho mais eficiente, pois na teoria piagetiana ele é um mediador, e não um mero transmissor do conhecimento. Além disso, o sujeito professor deve pesquisar sobre diferentes metodologias, a fim de entender o processo de desenvolvimento da criança. Importante lembrar que os modelos teóricos são sempre parciais e que, no contexto das ideias de Piaget em particular, não existem receitas para a sala de aula, mas sim a necessidade de se compreender o desenvolvimento biológico e maturacional das crianças, na tentativa de entender como a sua cognição se apropria das informações. <br> O professor é o mediador, o instigador, para desenvolver desafios para que o educando se lance a novas possibilidades, ampliando seu leque de habilidades e conhecimentos. No entanto, Piaget foi mal compreendido por alguns pesquisadores que entenderam que o educador deveria lançar a responsabilidade do aprendizado somente a criança, mas sabe - se que essa concepção é equivocada , porque o professor é um agente da aprendizagem como mediador e possui também função ativa na tarefa de ensinar. Nessa perspectiva, é fundamental criar desafios para as crianças, propor situações de aprendizagens que geram uma desacomodação das experiências já assimiladas, implica o envolvimento dos educadores, em estarem atentos ao desenvolvimento de seus educandos independente da área que atuem, e que esses ofereçam e busquem alternativas para que a criança amplie seu horizonte de desenvolvimento, formando sujeitos capazes, autônomos, participativos e atuantes na sociedade em que vivemos, sem discriminação, nem preconceito, valorizando as pessoas pelo que elas são e não pelo que elas têm. Cabe lembrar que Piaget foi precursor nos estudos sobre assimilação e acomodação, conceitos fundamentais para se compreender a aprendizagem, os quais não foram tratados nesse estudo. <br><br><br>REFERÊNCIAS:<br> GOMES, Ruth Cristina Soares GHEDIN, Evandro. Teorias Psicopedagógicos do Ensino Aprendizagem. O desenvolvimento cognitivo na visão de Jean Piaget. Boa Vista: UERR Editora, 2012, p. 215- 232. Disponível em:  Acessado em 12 de março de 2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 17:59:58 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Lev Vigotski - Desenvolvimento da linguagem</title>
         <author>nainhama</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1327257836</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo: Linhares<br>Aluno: Nainhama Souza Fernandes Caliman<br><br>O programa conta quem foi Lev Vigotski e quais são as idéias que influenciaram o pensamento sobre educação, principalmente sobre o desenvolvimento da linguagem.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=_BZtQf5NcvE&amp;t=104s" />
         <pubDate>2021-03-18 19:13:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A TEORIA DE APRENDIZAGEM DE VYGOTSKY</title>
         <author>ef_gilvan</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1327380316</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo: Colatina <br>Aluno: Gilvan Souza Silva<br><br>Lev Semyonovich Vygotsky (1896-1934) viveu intensamente a Revolução Russa de 1917, que implantou o socialismo e que daria origem ao bloco de países da União Soviética. <br><br>A teoria de Vygotsky tem como base o desenvolvimento humano através das relações sociais que estabelecemos aos longo da vida.  <br><br>Existem diferentes maneiras de se aprender e cada indivíduo tem seu próprio mecanismo  de interação, aceitação, processamento de estímulos e informação.<br><br>Diante da diversidade cultural encontrada nas escolas , a ideia central de Vygotsky pode ser importante no processo de aprendizagem dos alunos.<br><br><strong>Sociointeracionismo – Três Conceitos Centrais</strong></div><div><strong>Mediação</strong></div><div>Ação de intermediar a aquisição do conhecimento. Quando alguém faz a intermediação o entre o estudante e o conhecimento.<br><br></div><div><strong>Zona de Desenvolvimento Proximal</strong></div><div>Distância entre o atual estágio do sujeito (desenvolvimento real) até o estágio que pode alcançar pela mediação de alguém (desenvolvimento potencial).<br><br></div><div><strong>Relação Sujeito e Meio</strong></div><div>Relação dialética entre sujeito e o meio social, com a dimensão social influenciando a dimensão biológica.<br><br><strong>Nesse processo, um conceito chave do sociointeracionismo é a mediação</strong>.<br>Interação entre professor e aluno.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 19:46:14 UTC</pubDate>
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         <title>Carl Rogers, um psicólogo pensando no estudante</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1327537192</link>
         <description><![CDATA[<div> CEFOR_PAUL ANDRE<br><br><br>As idéias do Carl Rogers (1902-1987) para a educação são consideradas como uma extensão da sua teoria  desenvolvida como psicólogo. Apresentou contribuições muito originais tanto na área da educação como na área da psicologia, opondo-se às concepções e práticas dominantes nos consultórios e nas escolas. Na psicologia, sua terapia se define como não-diretiva e centrada no cliente porque cabe a ele a responsabilidade pela condução e pelo sucesso do tratamento. Para Rogers, o terapeuta apenas facilita o processo. Na mesmo forma, ele trouxe esta linha de pensamento para a educação, mostrando que, no ensino, o papel do professor se assemelha ao do terapeuta e o do aluno ao do cliente. Isso quer dizer que a tarefa do professor é facilitar o aprendizado, que o aluno conduz a seu modo. Deixou cloro que o aluno deve ter a liberdade de se formar. Trouxe uma pedagogia centrada no aluno, que tende a valorizar o desenvolvimento de atitudes e que dialoga fortemente com a dimensão psicológica do estudante. O foco está na auto-realização do sujeito através de um processo de desenvolvimento interior que tem a escola como suporte.  O papel da escola é criar condições para o desenvolvimento da personalidade do estudante e das características que lhe são<br>próprias. <br><br>Dessa maneira, as metodologias<br>de ensino, os materiais didáticos, a seleção dos conteúdos e os sistemas de avaliação tendem a serem orientados pelo objetivo final de criar um ambiente psicológico propício<br>ao desenvolvimento psicológico, interior, do self do estudante.  Nas escritas de Rogers, na sua abordagem pedagogia são os objetivos pessoais dos estudantes que orientam o planejamento do curso, de forma que suas expectativas e necessidades modulem o currículo a ser realizado.<br><br>O relacionamento entre o aluno e o professor é feito na base de dialogo e negociação. Segundo COSTA e FERNANDES (2020), o professor e a professora aceitam os alunos e as alunas<br>como são, permitem que expressem os seus sentimentos com liberdade e planejam atividades de aprendizagem com e não<br>para eles (para elas), o clima da sala de aula será diferente, livre de tensões e pressões emocionais e os resultados numa direção de objetivos democráticos”.<br><br>No campo da educação, alguns aspectos da abordagem de Rogers podem ser assim resumidos (LIMA, BARBOSA e PEIXOTO, 2018):<br>Ø Não é possível adotar um método único de ensino;<br>Ø Valorização dos interesses dos alunos;<br>Ø Docente como facilitador do processo educacional;<br>Ø Defesa de uma aprendizagem singular e livre; <br>Ø Relação empática com o estudante;<br>Ø Uso de metodologias de ensino estimulantes. <br> <br>  <br><br>  <br>  <br> <br> <br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 20:33:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>AS CONTRIBUIÇÕES DE PIAGET PARA A COMPRENSÃO DO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM NAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS</title>
         <author>elianemagnoler</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1327842381</link>
         <description><![CDATA[<div><br>POLO: SERRA<br>ALUNA: ELIANE ALVES LUZ MAGNOLER<br><br>Sinônimo da pedagogia (apesar de nunca ter sido pedagogo), Jean Piaget (1896-1980), dedicou sua vida a observação científica do processo de aquisição do conhecimento, pelo ser humano, particularmente da criança. Criador do campo denominado epistemologia genética (teoria do conhecimento centrada no estudar o raciocínio lógico matemático) Piaget contribuiu de forma significativa para o campo da pedagogia, principalmente, porque de acordo com esse estudioso “não há uma receita para a sala de aula”.<br><br>De acordo com Piaget, o conhecimento se dá por descobertas que a própria criança faz, tendo submetido esse mecanismo à comprovação prática. Tendo inaugurado a corrente construtivista, sua ideia é de que o aprendizado é construído pela criança. Corrobora com suas pesquisas e práticas grandes nomes da alfabetização, como Emília Ferreiro, que cita sua teoria na obra Psicogênese da língua escrita, ao analisar o desenvolvimento da criança.<br><br></div><div><strong>ASSIMILAÇÃO E ACOMODAÇÃO<br></strong>Para Piaget, educar é “provocar a atividade”, ou seja, estimular a procura desse conhecimento. Nesse sentido seu defensor Lino de Macedo conclui que “o professor não deve pensar no que a criança é, mas no que ela pode se tornar. Detentor dos mecanismos de <em>assimilação e</em> <em>acomodação</em>, Piaget deixa claro que as crianças se inserem nas regras, valores e símbolos da maturidade psicológica de forma gradual, observando-se assim que estas crianças não raciocinam como os adultos.<br><br></div><div> De acordo com Piaget a <em>assimilação </em>consiste em incorporar objetos do mundo exterior a esquemas mentais preexistentes e a <em>acomodação</em> se refere a modificações dos sistemas de assimilação por influência do mundo externo. Um conceito também essencial da epistemologia genética é o egocentrismo, que explica o caráter mágico e pré-lógico do raciocínio infantil. Ao abandonar gradualmente o egocentrismo, ocorre a maturação do pensamento rumo ao domínio da lógica, o que faz coque se adquira a noção de responsabilidade individual, que é indispensável para a autonomia moral da criança.<br><br></div><div><strong>ESTÁGIOS DO DESENVOLVIMENTO:<br></strong><br></div><div>Segundo Piaget, há quatro estágios de desenvolvimento cognitivo, conforme descritos abaixo:<br><br></div><div>1º.: Sensório-motor – que vai até os 2 anos de idade: Nessa fase, as crianças adquirem capacidade de administrar seus reflexos mais básicos para que gerem ações prazerosa ou vantajosas. Este período é anterior a linguagem, no qual o bebê desenvolve a percepção de si mesmo e dos objetos à sua volta; <br><br></div><div>2º.: Pré-operacional – que vai dos 2 aos 7 anos: Caracteriza-se pelo surgimento da capacidade de dominar a linguagem e a representação do mundo por meio de símbolos. Aqui a criança continua egocêntrica e não é capaz, moralmente, de se colocar no lugar do outro. <br><br></div><div>3º.:Estágio da operação concretas – dos 7 aos 11 ou 12 anos: tem como marca a noção de reversibilidade das ações. Surge lógica nos processos mentais e a habilidade de discriminar os objetos por similaridades e diferenças. A criança já pode dominar conceitos de tempo e número.<br><br></div><div>4º.: Estágio das operações formais – a partir dos 12 anos: Esta fase marca a entrada na idade adulta, em termos cognitivos. O adolescente passa a ter domínio do pensamento lógico e dedutivo, o que o habilita à experimentação mental. Implica, relacionar, entre outras coisas, conceitos abstratos e raciocinar sobre hipóteses.<br><br></div><div><strong>DESENVOLVIMENTO DO ALUNO<br></strong><br></div><div>A obra de Piaget conclui que educar criança não é apenas transmitir conteúdos, mas favorecer a atividade mental do aluno. Não é difícil perceber que as crianças de 2 a 3 anos, estão em plena descoberta da representação: brincam de ser outra pessoa, com imitações vistas em casa e de personagens de histórias. Nesse sentido, a escola fará bem em dar vazão a isso promovendo uma ampliação do repertório de referências, lembrando que modelos teóricos são parciais e que não existe receita para a sala de aula.<br><br></div><div>Tanto para Piaget, quanto para Vygotsky, o aprendizado se dá por interação entre estruturas internas e contextos externos, o que diferencia é que, segundo Vygotsky, esse aprendizado depende fundamentalmente da influência ativa do meio social, que Piaget tendia a considerar apenas uma "interferência" na construção do conhecimento.<br><br></div><div>Em relação a linguagem Piaget considera que primeiro se tem o conhecimento enquanto fala, depois é que se desenvolve a linguagem, enquanto que para Vygotsky, pensamentos e linguagem andam primariamente paralelos e posteriormente juntos (por volta dos 2 anos de idade) onde o significado, a partir de então, ocupa lugar central.<br><br></div><div><strong>O SER SOCIAL<br></strong><br></div><div>Para Piaget o ser social de mais alto nível é justamente aquele que consegue relacionar -se com seus semelhantes de forma equilibrada. A equação elaborada por Piaget é um <strong><em>agrupamento</em></strong> em que os <strong><em>interlocutores </em></strong>deverão também cada um do seu lado, serem capazes de pensar seguindo a mesma operação. Como esse agrupamento é a formalização dada por Piaget para descrever o pensamento operatório, deriva que tal equilíbrio das relações sociais somente é possível entre sujeitos que tenham atingido este estágio de desenvolvimento.<br><br></div><div>Dessa forma, a maneira de ser social do adolescente é diferente de uma criança de cinco anos, porque o adolescente é capaz de participar das relações descritas na equação, enquanto que a criança de cinco anos não, devido não ser capaz de participar de relações sociais que expressam um equilíbrio de trocas intelectuais.<br><br></div><div>Escreve Piaget:<br>“o homem normal não é social da mesma maneira aos seis meses ou aos vinte anos de idade, e por conseguinte, sua individualidade não pode ser da mesma qualidade nesses dois diferentes níveis”. (Apud La Taille et all, p. 12, 1992).<br><br></div><div>Dessa forma, a criança vai alcançar o que Piaget denominou de <strong><em>personalidade</em></strong>, a partir do estágio operatório, quando as trocas intelectuais começarão a se efetuar, pois até o estágio pré-operatório a criança ainda é definida por um grau de socialização precário, em relação a qualidade de suas trocais intelectuais.<br><br> Vale aqui uma pequena reflexão sobre a zona de desenvolvimento proximal ou próximo (ZDP) de Vygotsky, que identifica dois níveis de desenvolvimento: o <strong><em>real </em></strong>e o <strong><em>potencial.</em></strong> O nível <strong><em>rea</em></strong>l, de acordo com o autor, indica o “nível de desenvolvimento das funções mentais da criança que estabeleceram como resultado de certos ciclos de desenvolvimento já completados, ou seja, o conhecimento que o sujeito consegue articular operando sozinho, sem nenhum auxílio exterior, já o nível de desenvolvimento <strong><em>potencial é</em></strong> determinado a partir da solução de atividades realizadas sob orientação de uma outra pessoa, mas capaz. Essas áreas são importantes para a atuação docente e colegas, pois potencializa as interações sociais para o desenvolvimento das habilidades, por meio da colaboração entre pares. Dessa forma os três conceitos centrais (mediação, zona do desenvolvimento proximal e a relação sujeito e meio) do sociointeracionismo, vão contribuir para uma ação prática mais eficaz por parte do professor mediador.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Referências:<br><br></div><div>Taille, Y. de L. et al. Piaget, Vygotsky e Wallon: Teorias Psicogenéticas em discussão. Ed. Summus. São Paulo. 1992<br><br></div><div> <br><br></div><div>Ferreiro, Emília et al. Psicogênese da língua escrita. Artmed. Porto Alegre/RS. 1999.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 22:50:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>COMPREENDENDO O PAPEL DO SOCIOINTERACIONISMO DE VYGOTSKY NA EDUCAÇÃO ATUAL </title>
         <author>luizasimao</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1328275334</link>
         <description><![CDATA[<div>Campus Alegre<br>Mariana Simão<br><br>Um dos primeiros teóricos da aprendizagem Lev Vigotsky trouxe contribuições importantes para a educação ao reconhecer sua importância como papel social e os diferentes estágios do conhecimento do aluno dentro do seu desenvolvimento.<br><br></div><div>Alguns dos apontamentos feitos por ele repercutem até hoje em nossa educação, onde o principal foco era relacionar a influência do meio em que o aluno está inserido ao avanço do seu aprendizado. Fator que quando trazemos ao nosso cenário muito temos a discutir, por notarmos como diferentes realidades sociais e intelectuais impactam o aprendizado dos alunos.  <br><br></div><div>Encontramos em uma mesma sala de aula: alunos em diferentes níveis de acompanhamento escolar, estrutura familiar, ambiente de moradia, distanciamento geográfico (alunos que necessitam de transporte) todas elas muitas vezes sem a assistência devida. Lembrando-nos que cada aluno terá uma maneira diferente de assimilar um conteúdo e que sendo assim irá necessitar não só de ferramentas pedagógicas adequadas, mas como também uma atenção além da relação professor aluno para uma relação de cuidado com o próximo.  <br><br></div><div>Vygotsky declarava que o desenvolvimento da criança dependia de dois meios de interações, as espontâneas que podemos como o conhecimento prévio que ela carrega (conceitos iniciais) e as não espontâneas entendidas como a “criação” de um novo conhecimento transformado por etapas e experiências. Isso nos é completamente compreensível e nos trás um importante campo de análise, pois assim como o teórico apresentava cada um carrega um conhecimento gerado pelo meio em que se está presente e ele deve ser considerado ao abordar um nono conteúdo, lembrar de inseri-lo a realidade do estudante.<br><br></div><div>E este por sua vez isso nos guiará a construção do conhecimento (não espontâneas) conceito tão discutido atualmente, que se dará ao entendermos o contexto pessoal e intelectual de cada aluno, além de escolher as melhores abordagens e práticas para o aprendizado. Assim o professor assume e ocupa o papel de mediador no longo processo de educação em foco ao ensino contextualizado. <br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-19 01:58:42 UTC</pubDate>
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         <title>Vigotsky: um breve relato de uma vasta obra</title>
         <author>gemaelbl27</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1328313939</link>
         <description><![CDATA[<div>Gemael Barbosa Lima<br><br></div><div>Polo: Centro Serrano – Santa Maria de Jetibá<br><br></div><div> <br><br></div><div>Lev Semionovitch Vigotski, psicólogo russo que, foi o pioneiro no que se refere ao desenvolvimento intelectual da criança. Dentre suas ideias, destaca-se o aprendizado como peça fundamental e antecessor ao desenvolvimento, assim como insere a cultura no processo cognitivo, ou seja, considera sobremaneira a interação social da criança, valorizando a realização de atividades sempre de forma coletiva. Face ao exposto, uma sala de aula heterogênica conduz um ambiente fértil à aprendizagem, uma vez que os alunos podem se ajudar. <br><br></div><div>Outro fato importante que o renomado psicólogo defende é a figura do docente como mediador, em que o mesmo traz o conhecimento para que o aluno possa se interessar pela aprendizagem. Apesar da sua vasta obra em tão curto período de tempo – visto que Vigotski faleceu aos 37 anos – uma de suas teorias mais relevante é a Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP), isto é, a distância entre o nível de desenvolvimento real – capacidade da criança resolver um problema por ela mesma, sem a ajuda de terceiros – e a desenvolvimento potencial – resolução de problema com a ajuda de um adulto ou de outra criança mais velha.  A ZDP reporta as funções que ainda não afloraram na criança, todavia está em processo de maturação, reflete ainda àquelas funções presencialmente em estágio embrionário, mas que amadurecerão. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-19 02:15:29 UTC</pubDate>
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         <title>Carl Rogers</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1329165477</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo: Centro Serrano<br>Lessiani Meier Dallman<br><br>De acordo com Rogers, o professor deve ser um educador facilitador no processo de ensino aprendizagem, não deve adotar um único modelo de ensino, precisa instigar seus alunos a refletir e questionar, ajudando os a entrar em contato com seus interesses, objetivos e expectativas. O professor deve usar métodos estimulantes ao ministrar suas aulas criando assim mais interesse em seus alunos, deve estar aberto a novas experiências, assim "tudo que é aprendido de forma significante é o que se torna consciente e que alcançar a congruência é fundamental para elaborar um conteúdo aprendido em conteúdo consciênte, interferindo e causando mudanças significativas na personalidade do estudante" (ROGERS,1987).<br>Criador da abordagem centrada na pessoa, Rogers também defende a educação inclusiva, o indivíduo deve ser valorizado por completo, a criança deve ser valorizada não somente pelo raciocínio, mas também em suas habilidades linguísticas, físicas, musicais, cognitivas, corpóreas, interpessoais e intrapessoais.<br>Alguns educadores ainda são receiosos em relação a esse conceito de ensino, acreditam que seja completamente impraticável, porém em uma rápida passagem que tive por uma escola durante um estágio pude perceber que tudo é possível em sala de aula, tive a oportunidade de presenciar algumas aulas de uma professora que me chamaram atenção na qual todos os dias a mesma trazia para sala de aula algo diferente, o interesse dos alunos pelas aulas era evidente, a professora instigava seus alunos a pesquisas, demonstrava verdadeiro apreço pelos mesmos, deixando os livres sem cobranças e pressões durante a aula, foi ali que percebi que um professor não deve se comportar como uma autoridade em sala de aula e sim ser alguém que inspire seus alunos aceitando suas diferenças e ajudando a superá-las.<br><br><br>"Não sou perfeito, mas sou suficiente"</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-19 10:21:22 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Vygotsky e as contribuições para educação contemporânea</title>
         <author>sulyana_margotto</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1329686814</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo: Colatina<br> Sulyana Comério Margotto Borghi<br> <br> Vygotsky, por meio de suas concepções, contribui<br>com o estudo da Defectologia, que trata do desenvolvimento e da educação de<br>crianças com necessidades especiais.<br> Em seus estudos, Vygotsky valoriza os processos<br>psicológicos, à luz do contexto histórico-cultural. Fica claro durante as<br>leituras, o interesse pelas funções mentais superiores, cultura, linguagem por<br>meio da interação e da relação com ambiente social.<br> Talvez umas das contribuições dela seja a<br>relevância do processo de mediação. No contexto escolar, as atitudes do<br>mediador influenciam fortemente o ambientes em sala de aula.<br> Partindo desse pressuposto, como exemplo prático,<br>podemos contextualizar a inclusão de alunos com necessidades educacionais nas<br>turmas regulares, que requerem que as metodologias de ensino sejam repensadas,<br>para isso, é necessário investir na capacitação profissional do mediador.<br> Vygotsky compreendeu que não se separa<br>aprendizagem e desenvolvimento, visto que trata-se de um sujeito ativo que age<br>sobre o meio. Para ele, não há a "natureza humana", inicialmente<br>somos seres sociais e depois individualizamos.<br> De tal modo, percebemos a defesa da não segregação<br>dos alunos com necessidades especiais, tendo em vista que as interações sociais<br>em grupos heterogêneos são condições fundamentais para o desenvolvimento do<br>pensamento e da linguagem.<br><br>Fonte: Fonte: Neves, R.A.; Damiani, M.F. Vygotsky e as teorias da aprendizagem. Unirevista, v.1. n.2, 10p. 2006.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-19 13:25:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O desenvolvimento da aprendizagem segundo Vigotsky                                                                </title>
         <author>milaalves1313</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1330685220</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo: Colatina- Camila Aparecida Rosa Alves Vieira<br>   <br>   As abordagens e seus teóricos têm fundamental importância na educação, elas nos auxiliam na utilização de métodos, técnicas e recursos, pois procuram explicar através de diferentes enfoques como os indivíduos aprendem, além de nos dar embasamento teórico para melhorar nossas práticas educativas. <br><br></div><div>  Segundo Vigotski o homem não nasce humano, ele se humaniza a partir do contato com a cultura e com o grupo social. Um dos conceitos que norteiam a obra de Vigotski é a internalização, que aborda que não seria apenas a criança introjetar as coisas do meio para si, e sim internalizar todas as ferramentas e a cultura que o homem traz e fazer uma transformação dentro de si, ou seja, o aluno precisa de estímulos para absorver e consolidar o conhecimento. Isso se aplica na sala de aula, quando notamos que os alunos não aprendem da mesma forma, por isso a necessidade de buscar metodologias, técnicas e recursos diferentes para que o aluno aprenda, pois nem sempre o que funciona para um aluno poderá funcionar com o outro. <br><br></div><div>   Outro tópico da teoria de Vigotski é a mediação, que trata sobre a importância do professor como mediador, e ressalta que ele não pode ser visto como o único mediador, pois considera que todos os elementos que a criança tem acesso são mediadores, como os mapas, revistas, jogos, etc. No momento que levamos em consideração a intencionalidade pedagógica ao planejar nossas aulas, essa teoria se faz presente, pois vai além do simples planejamento de conteúdos. É planejar as aulas pensando nos objetivos a serem alcançados no processo ensino-aprendizagem. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-19 17:02:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de Rogers para os processos de ensino e aprendizagem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1330801550</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Ivne Franco Pires</div><div>Polo Linhares</div><div><br></div><div>Carl Ransom Rogers (1902-1987) foi o mais influente teórico no campo das teorias humanísticas. A sua contribuição no campo científico foi marcada por um trabalho árduo, suas teorias e estudos eram comprovados através de suas próprias observações e experiências como terapeuta e psicólogo clínico. <br><br></div><div>Segundo Rogers (1985), é pelo contato que se educa, e o professor deve ser um educador-facilitador, uma pessoa realmente presente para seus alunos, deve ajudá-los a entrar em contato com os seus interesses, objetivos e expectativas, incentivando-os a ser um agente da sua própria aprendizagem. Rogers (1985) afirma, ainda, que o desafio das instituições de ensino seja proporcionar uma atmosfera favorável onde estudante e professores se sintam livres para novas descobertas, sem sofrer pressões ou censuras externas<br><br></div><div>O professor deve desenvolver uma relação empática com os alunos aceitando-os como eles são, permitindo que expressem seus sentimentos com liberdade e segurança. Conforme Rogers (1985) o professor necessita exprimir, também, seus interesses, suas percepções e seu desejo sincero de ensinar, utilizando métodos estimulantes para colocar os conteúdos propostos e situar-se na sala de aula.<br><br></div><div>Os conteúdos de ensino devem ser flexíveis, coincidindo com os objetivos pessoais dos estudantes, voltado para as suas expectativas e necessidades. As formas de avaliação devem ser através de debates em sala de aula, experimentos, aula expositiva, leitura de artigos. Assim o aluno irá desenvolver sua capacidade de formular hipóteses, desenvolver habilidades cognitivas, expressar sua opinião, com realização pessoal e autodesenvolvimento.<br><br></div><div>Rogers apesar de não ser professor, através de seus estudos, contribuiu bastante para a evolução dos métodos de ensino, criando uma atmosfera de respeito mútuo e liberdade de expressão mútua em sala de aula onde o estudante é visto como ser humano, que pode se desenvolver e crescer. <br><br>Referencial teórico:<br>ROGERS, C.R. Liberdade de aprender em nossa década. Porto Alegre: <strong>Artes Médicas</strong>, 1985.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-19 17:27:44 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>As contribuições de Carl Rogers para a educação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1330892273</link>
         <description><![CDATA[<div>Júlio Cezar Machado Baptestini<br>Polo Alegre<br><br>As ideias do norte-americano Carl Rogers (1902-1987) para a educação são uma extensão da teoria que desenvolveu como psicólogo. Nos dois campos sua contribuição foi muito original, opondo-se às concepções e práticas dominantes nos consultórios e nas escolas. A terapia rogeriana se define como não-diretiva e centrada no cliente (palavra que Rogers preferia a paciente), porque cabe a ele a responsabilidade pela condução e pelo sucesso do tratamento. Para Rogers, o terapeuta apenas facilita o processo. Em seu ideal de ensino, o papel do professor se assemelha ao do terapeuta e o do aluno ao do cliente. Isso quer dizer que a tarefa do professor é facilitar o aprendizado, que o aluno conduz a seu modo.<br>https://novaescola.org.br/conteudo/1453/carl-rogers-um-psicologo-a-servico-do-estudante </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-19 17:47:42 UTC</pubDate>
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         <title> Piaget para a Educação: Entre Contribuições e Equívocos</title>
         <author>renafinacio</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1331006036</link>
         <description><![CDATA[<div>[Polo - Piúma]<br>Renata Ferreira Inácio <br><br>Quase um sinônimo de Pedagogia na segunda metade do século XX, Jean Piaget não postulou método, tampouco foi Pedagogo. Curioso biólogo, teve sua fama instituída por conta de suas investigações sobre o como ocorre a aquisição do conhecimento no ser humano.<br><br>Objetivamente, não teve como foco de pesquisa o Ensino. Entretanto, seus estudos e observações, uma vez adaptados para o campo educacional, promoveram contribuições e estabeleceram importantes mudanças. Principalmente, na concepção da função do professor e aluno no processo de aprendizagem.<br><br>A partir dessa adaptação, mesmo não tendo postulado qualquer metodologia para o ensino, as suposições de Piaget, entre outras coisas, resultaram em uma gama de posturas e condutas pedagógicas que levavam os professores a impulsionarem, de forma racional, o desenvolvimento dos alunos. <br><br>Contudo, nesse contexto de transposição de concepções epistemológicas para as pedagógicas, ocorreram importantes divergências de interpretação.<br><br>A exemplo disso, temos a colocação de Piaget de que a “criança constrói seu próprio conhecimento” (ícones dos enganos cometidos quanto às suas ideias). Foi interpretado que o processo de aprendizagem deveria ser deixado por conta da criança, não cabendo intervenção de nenhuma natureza.<strong><br><br></strong>Esse equívoco causou o fenômeno da “desmetodização”. Que significou por algum tempo, um período de abandono da sistematização do ensino - mais ou menos a transcrição: o método é não ter método.<br><br>Na atualidade, esse e outros enganos estão sendo superados.  Agora sabemos que o dito por Jean Piaget foi que é preciso gradativamente ir oferecendo à criança/aluno, oportunidades (objetos, experiências, situações, perguntas, proposições, etc.) para que interagindo, de forma sucessiva, passe de conhecimentos mais simples para os mais elaborados. Escalando os estágios do desenvolvimento, tutelado pelo mecanismo de assimilação, acomodação e equilibração: conhece, significa e re-significa o ambiente em que está inserido.<strong><br><br><br><br></strong>Imagem:https://amenteemaravilhosa.com.br/wp-content/uploads/2017/07/aprendizagem-300x222.jpg</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-19 18:15:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>As contribuições de Vigotski para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1331016135</link>
         <description><![CDATA[<div>Barbara Gomes do Carmo Paschoa<br>Polo Alegre<br><br>Lev Semenovich Vigotski, nascido em 1896, conhecido como teórico do ensino como processo social, foi um psicólogo pioneiro da visão sócio-histórica, a aprendizagem do indivíduo ocorre em função das interações sociais e condições de vida. Estudou a origem dos processos mentais, procurou entender o que cabe ao cérebro no processo de aprendizagem do sujeito.</div><div>Para ele aprendizagem não é uma mera aquisição de informações, mas um processo interno, ativo e interpessoal.</div><div>Em seus estudos aponta que é necessário conhecer o sujeito em sua integridade, percebendo quem é aquele sujeito em desenvolvimento, para conseguir identificar o que se sabe, o que se tem conhecimento de mundo e aquilo que é capaz de fazer, seu potenciais e suas fragilidades. Assim o professor torna-se um mediador da cena educacional, produzindo avanços que não aconteceriam de modo automático, reconhecendo </div><div>Trouxe a reflexão dos do desenvolvimento e educação da pessoa com deficiencia (defectologia).</div><div>Apontou três zonas de desenvolvimento:</div><div>Potencial: é tudo que a criança ainda não domina mas que se espera que ela seja capaz de realizar; </div><div>Real: é tudo que a criança já é capaz de realizar sozinha; e</div><div>Proximal, que é tudo que a criança somente realiza com o apoio de outras pessoas, como se pode interferir e modificar o desenvolvimento de uma pessoa de modo a ajudá-la.</div><div>De grande relevância, trouxe a reflexão de que erro não deve ser fonte de culpa mas servir como aprendizado, sem ser ignorado. O trabalho em grupo, além de estimular a interação social, pode ser um bom momento para o amadurecimento de ideias e aprimoramento dos conhecimentos</div><div>Em suma, destacou que o aluno precisa ser visto na sua totalidade: na multiplicidade de suas relações com outros, na sua especificidade cultural; na sua dimensão histórica, ou seja, em processo de construção e reconstrução permanente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-19 18:18:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Contribuições de Carl Rogers para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1331085781</link>
         <description><![CDATA[<div>Danieli Soares de Oliveira<br>Polo Cariacica<br><br>Para esta atividade foi escolhido um artigo da Revista Psicologia da Educação, do ano de 1999, de autoria de Laurinda Ramalho de Oliveira, cujo título é: "Contribuições da psicologia de Rogers para a educação: uma abordagem histórica". Achei interessante o artigo, no qual a autora retrata as contribuições de Carl Rogers para a educação, especialmente no estado de São Paulo. Nesse trabalho são verificados depoimentos de professores que trabalham com a abordagem rogeriana. Ao final é discutido a atualidade do pensamento de Rogers; acho importante enfatizar que, mesmo o artigo sendo de duas décadas atrás, as considerações da autora mostram que o pensamento de Rogers continua atual e contemporâneo, indicando que  suas ideias eram revolucionárias em seu tempo e permanecem relevantes até hoje.<br><br>Um ponto que considero que grande relevância e que foi levantado pela autora foi sobre a pergunta que norteou os estudos de Rogers: "Quais são as condições que permitem ao homem desenvolver seu autoconhecimento? Com o pressuposto de que o homem se conhecendo, dispõe adequadamente de sua vida". O aprender a ser, o aprender a viver junto, são o fio condutor da obra de Carl Rogers. Sempre que se enfocam relações entre pessoas (aluno*aluno, professor- aluno, professor-professor, dentre outras) Rogers tem uma contribuição importante para dar; mesmo os críticos mais ferrenhos a suas propostas sempre lhe deram crédito de ter colocado em discussão a problemática das relações interpessoais. <br><br>Um outro ponto importante é  discussão sobre fracasso escolar, sobre o desinteresse do aluno pela escola, que passa necessariamente pela discussão do clima da sala de aula e da escola. Um clima acolhedor, de consideração no qual o aluno sinta que é digno de respeito, que é compreendido, podem provocar uma auto-estima positiva e condições para superar suas dificuldades de aprendizagem. <br><br>Considero que estes tópicos nos levam a refletir sobre a importância das contribuições de Carl Rogers no processo de ensino e aprendizagem. <br><br><br>Almeida, L. (1999). Contribuições da psicologia de Rogers para a educação: uma abordagem histórica. <em>Psicologia da Educação, 0</em>(7/8). Recuperado de <a href="https://revistas.pucsp.br/index.php/psicoeduca/article/view/42865/28546">https://revistas.pucsp.br/index.php/psicoeduca/article/view/42865/28546</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://revistas.pucsp.br/index.php/psicoeduca/article/view/42865/28546" />
         <pubDate>2021-03-19 18:36:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Entre Piaget e os estilos de aprendizagem – o que podemos aprender a partir deles</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1331177297</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Piúma <br>Tamara dos Santos<br><br></div><div>Ao ler o texto base da disciplina Processo de Ensino e Aprendizagem, encontrei uma seção nele que me deixou um pouco inquieta – ou desacomodada – que foi sobre o tema estilos de aprendizagem. “Como assim, estilos?”, questionei para mim mesma durante a leitura, tentando elaborar em um possível momento de compreensão e acomodação. O principal ponto que fiquei com dúvidas foi que, durante a consulta ao material, conseguia me identificar com todas, ao mesmo tempo em que nenhuma delas era específica o suficiente para descrever meu estilo de aprender. <br><br></div><div>A partir disso, fiquei elaborando as informações e associando conexões com o que já conhecia, em conjunto com a teoria de Jean Piaget, para entender o que poderia significar. Nas próximas linhas, vou apresentar de maneira geral a teoria de Piaget. Em seguida, apresentarei brevemente alguns dos estilos de aprendizagem propostos e a conexão que estabeleci entre os dois.<br><br></div><div>Jean Piaget foi um teórico que estudava biologia e psicologia ao mesmo tempo. Em determinado momento de sua trajetória, houve um interesse em entender como acontecia o processo de aprender novos conhecimentos. Por isso, Piaget desenvolveu um estudo sobre o tema com a participação de suas filhas, que faziam testes e eram acompanhadas em seu desenvolvimento mental e biológico. A partir desse trabalho, Piaget elaborou a teoria das Fases do Desenvolvimento Humano, dividindo-o em quatro fases, a saber:<br><br></div><div>a)      Estágio sensório-motor</div><div>b)      Estágio pré-operatório</div><div>c)       Estágio operatório-concreto</div><div>d)      Estágio operações formais<br>(para saber mais, <a href="https://novaescola.org.br/conteudo/1709/jean-piaget-o-biologo-que-colocou-a-aprendizagem-no-microscopio">clique aqui</a>)<br><br></div><div>Tais fases estão submetidas também ao fator biológico, pois é necessário que haja o amadurecimento necessário para que se mude de nível, o que varia de pessoa para pessoa. Outra contribuição do autor é sobre o processo de aprendizado, a partir da criação e reorganização de esquemas mentais, que estruturam os dados na nossa cabeça. Em relação à isso, há as quatro etapas de construção de conhecimento a partir dos esquemas, que são:<br><br></div><div>Assimilação – objeto em contato com o sujeito<br><br></div><div>Acomodação – objeto em contato com o sujeito<br><br></div><div>Adaptação – sujeito estabelece analogias com o que conhece e adéqua-se aos novos dados<br><br></div><div>Equilibração – nova informação é incorporada ao arquivo<br><br></div><div>A partir desses processos podemos elaborar as novas informações a que temos acesso, em termos gerais. Esta explicação de Piaget fez com que pudesse observar os estilos de aprendizagem de outra maneira. Vamos a eles (<a href="http://www2.eesc.usp.br/aprende/index.php/2-geral/13-estilos-de-aprendizagem-e-estrategias-de-aprendizagem">para o detalhamento clique aqui</a>).<br><br></div><div>a) sensorial ou intuitiva<br><br></div><div>b) visuais ou verbais<br><br></div><div>c)indutiva ou dedutiva<br><br></div><div>d) ativa ou reflexiva<br><br></div><div>e) seqüencial ou global<br><br></div><div>A diversidade de estilos me deixou bastante oscilante em um primeiro momento. Na primeira leitura do material, pensei que me adequasse ao estilo verbal, de aprender através de sons e palavras, porém havia um “ou” que, no uso específico da linguagem utilizada naquele momento, é exclusivo, ou seja, é x ou y, uma coisa ou outra, sem conciliação, nem meio termo. Pensei certo tanto a respeito e acredito que, após alguns dias, cheguei à equilibração piagetiana do tema. <br><br></div><div>Como Piaget propôs, há vários processos que acontecem para que possamos nos apropriar das informações e utilizá-las, acumulando-as em acervos mentais. Mas, cabe perguntar, o que desencadeia estes processos? Pelo que pude entender, os estilos de aprendizagem são as formas mais particulares como tais processos são desencadeados em cada pessoa. Como cada um tem suas peculiaridades na hora do estudo e aprendizado, várias são as possibilidades de interagir com as informações, que desencardiam reações mais profundas de pensamento ou outras, mais superficiais. Por exemplo, sou uma pessoa bastante visual e auditiva, ao mesmo que tenho muita dificuldade de aprender com seminários, o que dá nuances para a classificação que poderia ser atribuída a mim. Isso faz com que aquele “ou” apontado acima não tenha necessariamente o fator de exclusão, mas de percepção do processo como um todo que pode interpor características. Outro ponto foi a coexistência de estilos, que podem desencadear o conhecimento ao funcionarem em diferentes momentos. Às vezes, sinto necessidade de atividades menos rigorosas (teoricamente falando) e talvez nestes momentos a oferta de atividades com estilos que visem habilidades diferentes das que estou mais acostumada, como atividades de escrita, sejam muito bem-vindas. Por isso, gostei bastante do conteúdo da apostila, que provocou este tanto de reflexão e internalização de questões pertinentes à vida profissional de qualquer professor, acredito eu, e resolvi compartilhar minha instigação com vocês. Espero que seja útil em algum sentido. Até a próxima oportunidade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-19 19:01:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os ensaios de Carl Rogers e sua contribuição para o processo de ensino e aprendizagem</title>
         <author>kaiogava</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1331222504</link>
         <description><![CDATA[<div>Kaio Gava Vitorino<br>Polo Cariacica<br><br>Carl Rogers é um dos principais autores da tendência pedagógica centrada no indivíduo. A elaboração de seu principal conceito põe o aluno no centro de suas observações e busca interpretar o desenvolvimento de atitudes e da personalidade do mesmo. Para Rogers, o papel da escola é contribuir para a auto-realização do sujeito, servindo como suporte aos estudantes que, por sua vez, devem buscar motivações distintas para atualizar e desenvolver sua capacidade intelectual e o seu potencial de aprendizagem. Nesse caso, o professor atua como um facilitador desse processo, buscando valorizar o interesse dos alunos e criando uma relação baseada na empatia, ou seja, o mais importe é estabelecer um diálogo negociável, livre de tensões e com objetivos democráticos. Na estrutura rogeriana os conteúdos devem atender as expectativas e necessidades dos estudantes, criando uma concepção dinâmica dentro do ambiente escolar. Por isso, os métodos de ensino devem levar em consideração uma ampla gama de interações e recursos (como o uso de artigos, documentários, imagens, seminários, aulas expositivas e outros). O mais importante para Rogers é a liberdade para aprender, pois é assim que o estudante consegue assimilar algumas características fundamentais como a autonomia, a criatividade, o auto-empenho e a capacidade de ensinar o outro. Como método avaliativo, Rogers propõe um modelo humanizado, onde o aluno seja capaz de estabelecer noções de respeito, confiança e conscientização do processo de ensino e aprendizagem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-19 19:14:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1331376679</link>
         <description><![CDATA[Lev Semyonovich Vygotsky (1896-1934) viveu intensamente a Revolução Russa de 1917, que implantou o socialismo e que daria origem ao bloco de países da União Soviética. 

A teoria de Vygotsky tem como base o desenvolvimento humano através das relações sociais que estabelecemos aos longo da vida.  

Existem diferentes maneiras de se aprender e cada indivíduo tem seu próprio mecanismo  de interação, aceitação, processamento de estímulos e informação.

Diante da diversidade cultural encontrada nas escolas , a ideia central de Vygotsky pode ser importante no processo de aprendizagem dos alunos.

Sociointeracionismo – Três Conceitos Centrais
Mediação
Ação de intermediar a aquisição do conhecimento. Quando alguém faz a intermediação o entre o estudante e o conhecimento.

Zona de Desenvolvimento Proximal
Distância entre o atual estágio do sujeito (desenvolvimento real) até o estágio que pode alcançar pela mediação de alguém (desenvolvimento potencial).

Relação Sujeito e Meio
Relação dialética entre sujeito e o meio social, com a dimensão social influenciando a dimensão biológica.

Nesse processo, um conceito chave do sociointeracionismo é a mediação.
Interação entre professor e aluno.]]></description>
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         <pubDate>2021-03-19 20:09:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Teoria da Aprendizagem de Piaget.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1331419957</link>
         <description><![CDATA[<div>Campus Centro-Serrano.<br><br>Bruna Raiane Ficke Dettmann Oliveira.<br><br>Jean Piaget (1896-1980), cientista suíço foi o nome mais influente no campo da educação durante a segunda metade do século XX. <br>Em suas pesquisas, buscava entender como ocorre o processo de conhecimento do ser humano, como aprende as crianças.<br>Piaget não criou um método específico, pois ele mesmo dizia que não existe um específico.<br>Entretanto, suas pesquisas contribuíram muito para a educação da época, e até hoje é muito utilizado por professores.<br>Trata-se da  teoria da construção do conhecimento, mais conhecida como Epistemologia genética,  o qual foi estudado pelo método clínico desenvolvido pelo próprio Piaget.<br>A teoria explica como o conhecimento é adquirido, desde pequenos até adultos.<br>A obra deste estudioso é reconhecida em todo mundo, pois contribui para compreensão da formação e construção da inteligência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-19 20:27:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A contribuição de Carl Rogers para a Educação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1331420884</link>
         <description><![CDATA[<div>João Leno Pereira <br>Polo Linhares<br><br>Carl Rogers foi um famoso psicólogo americano criador da teoria conhecida como “terapia centrada no cliente”, 1940. Voltado para a área da saúde e do bem estar, suas concepções até aquele momento, não refletia suas potencialidades para o meio educacional. <br><br>Inspirado em sua terapia, Rogers logo trouxe importantes contribuições para a educação. <br><br></div><div>Com as considerações de que o aluno deve ser o centro do processo de aprendizagem e o professor um norteador do desenvolvimento pessoal do educando, sua teoria contrasta com os nossos anseios no exercício do trabalho docente.<br><br></div><div>Carl Rogers pouco se preocupou com as questões práticas pedagógicas, seus apontamentos eram voltados para a relação aluno-professor. Talvez essa relação afetuosa empregada de respeito e confiança, seja nosso desafio para a formação dos sujeitos em todos os seus aspectos. <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-19 20:27:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Um pouco sobre as contribuições de Rogers</title>
         <author>clainer</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1331511140</link>
         <description><![CDATA[<div>[Polo Cariacica] - Clainer Bravin Donadel<br><br>De acordo com Rogers, todos os princípios da terapia centrada na pessoa são válidos. A educação deve despertar as forças positivas que existem no ser humano. Na visão de Rogers, todo ser humano possui uma tendência natural de crescimento em direções consideradas saudáveis, sendo papel do professor oferecer as melhores condições possíveis para que os alunos obtenham sua própria realização. Se os professores e estudantes são o que são, aceitam os demais e se colocam no lugar dos outros, as condições para um bom ambiente educacional estão postas. Para Rogers, o professor deve criar um ambiente propício à aprendizagem. Rogers considera que, quando o ambiente é hostil e crítico, o aluno tende à censura e sua capacidade de percepção diminui. A educação, para Rogers, é responsabilidade do próprio estudante, e deve ser centrado no aluno e sua capacidade fazer escolhas e que saibam buscar o próprio conhecimento.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-19 21:09:19 UTC</pubDate>
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         <title>A Tríade Rogeriana desenvolvida por Carl Rogers.</title>
         <author>rvcmadvocacia</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1331516844</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Piúma - Rafael Virgílio da Cunha Macedo.<br><br>Carl Rogers, psicólogo norte-americano, adota a teoria humanista no qual é criador da teoria da personalidade<a href="#_ftn1">[1]</a>. Defende que a educação tem a função de exteriorizar aquilo que há de melhor no ser humano, tudo aquilo que venha qualificá-lo.</div><div>Entende que a relação do professor com o aluno deve estar em perfeita sintonia, e desta relação, o indivíduo que está recebendo a educação por si só apresentará um crescimento saudável. Desta forma Rogers entende que o profissional da educação é responsável por ofertar condições dignas para que o aluno venha a desenvolver-se intelectualmente e subjetivamente bem, e deste viés, é citado à teoria da Tríade Rogeriana<a href="#_ftn2">[2]</a>. Tal teoria no ramo da psicologia recebeu este nome por nascer como uma terceira vertente de ensino, estando entre a psicanálise de Freud e o Behaviorismo de Skinner, daí dizer que Rogers era humanista. </div><div>A partir da nomeação de referida teoria, esta possui três pilares no qual o professor e escola devem proporcionar ao aluno a aceitação, a empatia e a congruência. Seguindo este modelo, temos a aceitação positiva e incondicional, no qual é o ato de aceitar as pessoas em sua essência natural; a empatia que é o ato de se colocar no lugar do próximo, ou seja, ajuda a compreender a subjetividade do aluno, sentimentos, seus medos e suas aspirações. E a congruência, que é o ato do indivíduo ser autêntico e não induzir ninguém ao erro aceitar-se como é e aceitar o próximo como ele é, sem ser egoísta.</div><div>Rogers afirma que a tríade estando completa em perfeita sintonia, a escola terá condições plenas para que o aluno venha a sentir-se apto e confirmar que o ambiente escolar é altamente convidativo para o desenvolvimento do saber. Rogers com a teoria humanista afirma que concepção de educação é um potencializador do desenvolvimento do estudante e com isto afirmar também que a sua concepção de educação não é um método de ensino e deixa bem claro que cada educador deva ter a sua maneira de ensinar e dentro deste ciclo, Rogers afirma que o aluno é o responsável pelo seu aprendizado, sabendo tomar as decisões que lhe serão úteis dentro de seu processo de aprendizagem.</div><div>A escola na visão humanista de Rogers deve proporcionar condições para que o aluno seja independente, responsável, saber descrever o que é melhor, tornando um adulto consciente de suas decisões, ou seja, uma pessoa ativa que irá contribuir para a sociedade. Partindo desta premissa, podemos concluir que Carl Rogers, foi um grande pensador, no qual ajudou a entender como o aluno deve ser tratado, não só como pessoa, mas também, como indivíduo a ser formado cientificamente e colocá-lo em condições de sobreviver na sociedade, e o professor ajudou a autoconhecer e desenvolver o seu potencial, sabendo explorar a essência da teoria humanitária abarcada na Tríade Rogeriana e aplicar no ambiente escolar aliada com a técnica mais adequada de ensino.<br><br></div><div><a href="#_ftnref1">[1]</a> LIMA; Letícia Dayane; BARBOSA; Zildete Carlos Lyra; PEIXOTO; Sandra Patrícia Lamenha. <strong>TEORIA HUMANISTA: CARL ROGERS E A EDUCAÇÃO. Psicologia, caderno de ciências humanas e sociais. </strong></div><h1><a href="#_ftnref2">[2]</a> Nova Escola; ROGERS Carl, “UM PSICÓLOGO A SERVIÇO DO ESTUDANTE”. Disponível em: &lt;https://novaescola.org.br/conteudo/1453/carl-rogers-um-psicologo-a-servico-do-estudante&gt;.  Acessado em: 19 de março de 2021.</h1>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-19 21:12:25 UTC</pubDate>
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         <title>Desenvolvimento de teorias de aprendizagem baseado nos estudos de Piaget</title>
         <author>profedulimapereira</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1331608402</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Polo Cefor - Eduardo Lima Pereira <br><br>Jean Piaget desenvolveu uma obra que foi base para muitos estudos na área do desenvolvimento da educação, pois sua busca pela forma como o conhecimento é construído permitiu a muitos teóricos da educação e da epistemologia formularem teorias de aprendizagem, que foram aplicadas a partir da obra dele.<br><br></div><div>Conforme o entendimento de suas análises, desde o nascimento até a idade adulta, o desenvolvimento mental do indivíduo é um processo contínuo de construção de estruturas variáveis, que, ao lado de características que são constantes e comuns a todas as idades, refletem o seu grau de desenvolvimento intelectual. Para Piaget, estruturas variáveis são maneiras de organização das atividades mentais, que englobam os aspectos motor ou intelectual e afetivo, tanto na dimensão individual como na social; já as características invariáveis são as funções de interesse, explicação, entre outras, que não variam com o nível mental do indivíduo.<br><br></div><div>Compreender o processo de evolução a partir das interações sociais permite aos professores elaborarem melhor suas atividades buscando assim alcançarem um grau de aproximação à realidade dos estudantes. Em sala de aula é sempre bem-vinda uma ideia que possa gerar uma aproximação com a realidade dos alunos. <br><br><strong><mark>"Quando alguém se interessa pelo que faz, é capaz de empreender esforços até o limite de sua resistência física."</mark></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-19 22:06:49 UTC</pubDate>
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         <title>Carl Rogers, a Educação Integral e as Habilidade do Século XXI</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1331627373</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Laís Costa de Oliveira. Polo Serra.</em></strong><br>Qualquer um que inicia os estudos sobre políticas de educação e práticas pedagógicas se deparará com inúmeras teorias educacionais e pedagógicas que compõem o complexo mundo da educação. Por muito tempo eu acreditei que existiam teorias melhores que outras, mas agora, um pouco menos leiga, posso afirmar que nenhuma teoria é superior ou mais eficaz a outra. O que acontece é que a educação, a sala de aula, os professores e os alunos são aspectos voláteis, sujeitos a todo um contexto histórico, social, econômico e político. Portanto, entendo que as teorias surgem de acordo com a necessidade histórica, por isso é importante “colocar os óculos” das pessoas de determinado tempo ou período histórico para compreender o surgimento de uma teoria. Por exemplo, num passado quando os procedimentos para gestão da informação ainda eram muito rudimentares, é justificável entender o ensino como uma forma de transmissão e conhecimento e entender que é necessário que o aluno acumule esse conhecimento. Principalmente devido ao fato de o acesso a informação ser restrito. Hoje, com a internet e toda a tecnologia, o entendimento de que o aluno precisa acumular conhecimento é inválido, pois com uma busca rápida no celular é possível acessar qualquer tipo de informação. O nosso desafio agora é ensinar os alunos a como manipular essas informações, como utilizá-las para resolver problemas reais e até mesmo como identificar informações verídicas de mitos ou sensos comuns.<br><br></div><div>Por isso, a teoria defendida por Carl Rogers se aplica mais do que nunca na sala de aula. Para Rogers (Lima et al., 2018) o professor deve ser um facilitador do ensino e aluno deve aprender a aprender. Esse professor deve explorar a pessoa criativa do aluno, criando um ambiente em sala de aula de respeito mútuo, liberdade de expressão e empatia. Para que isso aconteça, é necessário compreender que o processo de desenvolvimento cognitivo não acontece isoladamente ao aspecto afetivo. Além disso, é necessário que a singularidade e diferença de cada aluno seja reconhecida e incentivada, para que esses possam se conhecer, se desenvolver e interagir uns com outros, pois toda pessoa aprende com o outro.<br><br></div><div>Considerando esse resumo da teoria de Rogers, destaco a movimentação nacional e de muitos profissionais da educação para a inserção da chamada Educação Integral. Segundo o Instituto Ayrton Senna, no texto da BNCC a Educação Integral apresenta três elementos: visão do estudante (“promover uma educação voltada ao seu acolhimento, reconhecimento e desenvolvimento pleno, nas suas singularidades e diversidades” (BNCC, 2017, p.14)); desenvolvimento pleno (“desenvolvimento de competências para aprender a aprender, saber lidar com a informação cada vez mais disponível, atuar com discernimento e responsabilidade nos contextos das culturas digitais”); integração curricular(“educação que promova pontes entre o conhecimento e a vida”). <br><br></div><div>Portanto, concluo afirmando que a teoria de Rogers já é aplicada em muitas salas de aula do Brasil e que cada vez mais vem ganhando forças, principalmente por compreender o momento atual em que aluno não precisar ser somente um acumulador de conhecimento. Muitos dos aspectos afirmados por Rogers no passado, ganharam uma nova “cara” na educação integral e no ensino de habilidades socioemocionais, mais os princípios ainda são os mesmos. Por fim, abaixo deixo um resumo sobre quais as competências socioemocionais são trabalhadas na perspectiva do Instituto Ayrton Senna.<br><br></div><div>BNCC: EDUCAÇÃO É BASE. 2017. &lt;http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf&gt;<br>Instituto Ayrton Senna. Disponível em:&lt; <a href="https://institutoayrtonsenna.org.br/pt-br/BNCC.html">https://institutoayrtonsenna.org.br/pt-br/BNCC.html</a>&gt;<br>Instituto Ayrton Senna. Disponível em:&lt; <a href="https://institutoayrtonsenna.org.br/content/dam/institutoayrtonsenna/alfabetizacao360/guia/instituto-ayrton-senna-guia-educacao-integral-na-alfabetizacao-2019.pdf?utm_source=site&amp;utm_medium=banner-download">https://institutoayrtonsenna.org.br/content/dam/institutoayrtonsenna/alfabetizacao360/guia/instituto-ayrton-senna-guia-educacao-integral-na-alfabetizacao-2019.pdf?utm_source=site&amp;utm_medium=banner-download</a>&gt;<br>LIMA, L. D.; BARBOSA, Z. C. L; PEIXOTO, S. P. L. TEORIA HUMANISTA: CARL ROGERS E A EDUCAÇÃO. Ciências Humanas e Sociais, v. 4, n.3, p. 161-17, mai. 2018. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-19 22:20:42 UTC</pubDate>
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         <title>Vygotsky e ao sociointeracionismo.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1331651978</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Lorena Muttz <br>Polo Cariacica<br><br>Lev Semenovich Vigotski, <br>(1896), considerado intelectual pioneiro  em compreender que o desenvolvimento da mente é resultado das interações sociais desse indivíduo com o seu meio social.<br>Criador da Psicologia Histórico Cultural, influencia até hoje grandes pensadores da educação, como é o caso de Dermeval Saviani em sua construção da Pedagogia Histórico Crítica.<br>A partir de seus estudos desenvolveu-se a teoria sociointeracionista da aprendizagem, cujo conceito chave está na Mediação entre o conhecimento do sujeito e o ambiente de desenvolvimento deste. Vigostsky compreendia que o desenvolvimento do pensamento infantil tinha bases biológicas, como defende Piaget, mas cria que tais pensamentos eram influenciados pela relação com o meio. <br>Dessa forma  a relação com o mundo não se torna direta, mas mediada pelos sistemas simbólicos.<br>A essa mediação deu o nome de Zona de Desenvolvimento Proximal.<br><br>Referências presentes no infográfico.<br><br>Link para visualização:<br><br>https://view.genial.ly/6054f901df3a3f0d5645c305/interactive-content-lev-vygotsky<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-19 22:41:06 UTC</pubDate>
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         <title>Em busca do Autoconhecimento, Carl Rogers</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1331721923</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Polo Piúma<br>Karoline<br><br>Segundo a Teoria Humanista tendo Carl Rogers como o  seu principal estudioso, as concepções em relação ao Professor no processo de aprendizagem são de que ele é visto como educador- facilitador  agindo de forma empática com o aluno, com respeito e autenticidade, além disso, o professor respeita as diferenças entre os alunos e elabora múltiplos métodos de ensino sendo assim, o professor acompanha o processo de autoconhecimento do aluno, o guiando no processo de aprendizagem.<br><br>Já o aluno é visto como aquele que segue aprendendo a aprender aberto a novas descobertas sempre questionando, refletindo fazendo escolhas sendo o principal responsável pelo processo de aprendizagem, que é baseado no autoconhecimento. O aluno une o sentimento e o intelecto de forma holística tornando assim, a aprendizagem mais duradora. <br><br>O professor deve, portanto adotar como métodos de ensino  meios que estimulem o aluno,  sempre na busca de novos conhecimentos. Meios como documentários, filmes, atividades ao ar livre, palestras, áudios, vídeos e outros meios de ensino devem ser adotados a partir da metodologia formulado por Carl Rogers a Aprendizagem Centrada na Pessoa.<br><br>Segue abaixo um exemplo de meio de ensino que pode ser usado baseado na Aprendizagem Centrada na Pessoa.<br><br></div><ul><li>O método de ensino baseado na Aprendizagem Vivencial é um modelo que pode ser usado considerando as bases da teoria humanista onde o educador pode criar um ambiente alternativo, propício às relações dos alunos com o educador. Nesse, modelo o aluno se envolve em uma atividade, faz uma análise crítica e extrair dessa experiência um significado novo. Segue o link do site que demostra como aplicar esse método em sala de</li></ul><div><a href="https://andragogiabrasil.com.br/aprendizagem-vivencial/">https://andragogiabrasil.com.bbr/aprendizagem-vivencial/<br><br></a>Segundo Rogers, o desafio das instituições de ensino é o de criar uma atmosfera favorável onde os estudantes e os educadores se sintam livres para as novas descobertas. Criar um ambiente livre de pressões e censuras externas, aonde  a autoaceitação esteja presente em todo o contexto, as relações interpessoais sejam baseadas no respeito mútuo, liberdade de expressão mútua, valorização do afeto.<br><br>Esse tipo de ambiente é favorável também para os alunos com dificuldades especiais, pois não é valorizando somente o acúmulo de conhecimentos como meio de aprendizagem. <br><br>Outro desafio presente nessa abordagem é de que é preciso que o educador haja de forma autentica e verdadeira com os alunos, no entanto, na prática para tais atitudes positivas do professor é necessário que ele trabalhe esses princípios, visando adquirir uma atitude humanizada, evoluir como pessoa, a encontrar satisfação plena na sua relação com os alunos. <br><br>De acordo, com Carl Rogers o ensino baseado na metodologia de ACP Aprendizagem Centrada na Pessoa, mostrou resultados no sentido de que tudo que é aprendido de forma significante é o que se torna consciente, por isso, o professor deve elaborar conteúdos de ensino capazes de  provocar mudanças significativas na personalidade do estudante, nesse processo, o professor também se reinventa e aprende junto com o aluno provocando o seu próprio crescimento pessoal. <br><br>Por fim, ressalta-se que nessa metodologia os métodos de avaliação são baseados na auto-avaliação, podendo ser feito de forma individual ou em conjunto com os alunos<br><br></div><div><strong>O professor educador Guia o aprendizado </strong><br>https://pixabay.com/pt/service/license/ </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-19 23:40:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Contribuições de Vygotsky para a educação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1331723957</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Valéria Salles Freire Ferrari<br>Polo Piúma<br><br>O russo Lev Vygotsky trouxe grandes contribuições para a educação em uma perspectiva que considera o sujeito em um meio social e o momento histórico. <br><br></div><div> É o principal nome e criador da Psicologia Histórico-cultural, já que leva em consideração os contextos histórico, social, econômico, cultural e político no qual a pessoa está inserida e que tem como pontos centrais o desenvolvimento da linguagem e do pensamento da criança e a interação com o meio social.<br><br></div><div>De acordo com os estudos de Vygotsky, o desenvolvimento da criança se dá pela relação desta com o meio, através das interações estabelecidas, respeitando o universo de cada pessoa, ao interagir com o meio e processar as informações que serão internalizadas. Lembrando que cada ser (pessoa) possui estilos próprios de aprendizagem. E antes mesmo de falar, a criança se expressa através do choro e do riso. <br><br></div><div>Através da mediação, o repertório de experiência que a criança traz consigo é o início de novas e significativas elaborações de aprendizagem. <br><br></div><div>A mediação deu origem à zona de desenvolvimento proximal ou próximo, que é a distância entre o nível real (o que a pessoa sabe) e o nível potencial (saber construído através da interação com uma ou mais pessoas). <br><br></div><div>O professor deve conhecer seus alunos, deve estar atento à escolha de metodologias, de práticas que conduzam o aluno em seu processo de aprendizagem, proporcionando a ele acesso a saberes historicamente construídos. <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div>Cotonhoto, Larissy Alves. Teorias de Aprendizagem - Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória. 2021. Disponível em: <a href="https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961">https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961</a>. Acesso em: 19 março 2021.<br><br><br><br></div><div> Link para visualização do vídeo:<br><br>https://youtu.be/_BZtQf5NcvE<br><br></div><div> <br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/_BZtQf5NcvE" />
         <pubDate>2021-03-19 23:42:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A teoria humanista pela ótica de Carl Rogers: o ensino centrado na pessoa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1331797632</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Weverton Rocha da Silva<br>Polo Cariacica<br><br>Carl Roger é um importante autor da prática pedagógica pautada no ensino centrado na pessoa. Nessa linha de raciocínio o professor deve ser um facilitador e desenvolver uma relação de “aprender a aprender”, possibilitando que o aluno seja independente nesse processo. Dessa maneira cabe buscar as melhores condições possíveis para o aluno ter sucesso na sua busca por conhecimento.<br><br></div><div>A ideia Rogeriana é baseada em três elementos: a aceitação positiva incondicional, empatia e congruência. Se o professor e os alunos aceitarem seguir esses elementos, Rogers considera que estarão formando um bom ambiente educacional. <br><br></div><div>Para Rogers, o professor precisa criar um ambiente convidativo para à aprendizagem, logo estará criando condições que favorecem a relação ensino-aprendizagem e não apenas o processo tradicional de ministrar aulas. O ambiente precisa ser de afetividade, isso estimula o desenvolvimento criativo, autoconfiança, socialização, etc.<br><br></div><div>Rogers considera que a aplicação dessa prática é difícil e desafiadora, tendo em vista que os alunos estão acostumados a forma tradicional, portanto, devemos buscar implantar essas técnicas de forma gradual, já que isso é revolucionária frente a realidade.<br><br></div><div>A educação deve ser democrática, pois o aluno é o responsável pela sua educação, assim ele precisa tomar decisões e realizar escolhas pensadas no seu interesse.  Dessa forma, a escola é vista por Rogers como um local que fornece assistência para seu desenvolvimento independente, autodeterminante, responsável e com discernimento para buscar o próprio crescimento.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-20 00:54:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>robertadecarlibof</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1332825454</link>
         <description><![CDATA[

Rodrigo Laerte Espindula
Polo Centro Serrano
Vygotsky Teorias da Aprendizagem
         Vygotsky                   Teorias da  Aprendizagem 
Lev S. Vygotsky um dos maiores psicólogos século XX, nunca recebeu educação formal em psicologia. Morreu com 38 anos de idade, consagrando senão a uma dezena de anos seu trabalho científico e não pôde ver a publicação de suas obras mais importantes.

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Vygotsky e suas contribuições - [ Juliana Nunes - Cefor]
Vygotsky e suas contribuições - [ Juliana Nunes - Cefor]
Piaget - [Lucinete - Polo Viana]
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Vigotsky - [Alegre - Dalila]
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As contribuições de Vigotsky
Vazio
As contribuições de PIAGET - [Santa Teresa - Roberta Decarli Bof]
As contribuições de PIAGET - [Santa Teresa - Roberta Decarli Bof]
O conhecimento se dá por DESCOBERTAS, como resultado de uma INTERAÇÃO, na qual o sujeito é sempre um elemento ATIVO, que procura ativamente compreender o mundo que  cerca, e que busca RESOLVER AS INTERROGAÇÕES que esse mundo provoca. 
Piaget e Suas Contribuições [Itapina-Dogmar]
Piaget e Suas Contribuições [Itapina-Dogmar]
Piaget não elaborou método de ensino, e sim, uma teoria de como ocorre o conhecimento entre os seres. Não existe método Piaget, apenas, a teoria de Piaget. 

Para ele, primeiro acontece o desenvolvimento e depois a aprendizagem, pois, a aprendizagem depende do desenvolvimento. 

Uma proposta educacional baseada na concepção biológica do processo de construção do conhecimento dissemina que o indivíduo é capaz de aprender espontaneamente, por si só e, o professor não deve atrapalhar esse processo, sendo secundária a sua participação no desenvolvimento do ser humano. Essa concepção também desconsidera as relações de poder próprias da sociedade capitalista. 

Trazendo para os nossos dias,  o conhecimento é resultado das objetivações humanas e, portanto, deve ser transmitido às novas gerações, pois o ser humano para se humanizar deve se apropriar do patrimônio cultural acumulado pelo gênero humano. As características do gênero humano não são transmitidas hereditariamente, elas são criadas e desenvolvidas no decorrer do processo histórico. Portanto, o indivíduo se forma na mediação com outros indivíduos e, o professor tem função decisiva na educação escolar, pois será o responsável por dirigir a formação do educando. 
Vygotsky
Vygotsky

Mediação simbólica
- Processos Sociais
- Instrumentos e signos
- Método Genético experimental









Erivania Majeski- Centro Serrano  
CARL ROGERS
CARL ROGERS
Ensinar            ≠               Educar
Ação                      facilitar um
de instruir              processo













Erivania Majeski- Centro Serrano
JEAN PIAGET
       JEAN PIAGET 
Construção do conhecimento
- Assimilação
- Acomodação
- Equilíbrio

Piaget não desenvolveu um método de ensino, mas uma teoria de como o conhecimento ocorre entre os seres. Não existe um método de Piaget, apenas a teoria de Piaget. Para ele, primeiro vem o desenvolvimento, depois a ciência, porque a ciência depende do desenvolvimento. A proposta educacional baseada na concepção biológica do processo de construção do conhecimento dissemina que o indivíduo é capaz de aprender espontaneamente por conta própria, e o professor não pode interferir nesse processo, sendo secundário à sua participação no desenvolvimento humano. Este conceito também ignora as relações de poder típicas da sociedade capitalista.


Erivania Majeski- Centro Serrano
As contribuições de Piaget, Vigotski e Rogers para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos
 As contribuições de Piaget, Vigotski e Rogers para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos
Tarefa 2 da disciplina Processos de Ensino e Aprendizagem]]></description>
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         <pubDate>2021-03-20 17:22:45 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Contribuições dos estudos de Lev Vygotsky para a Educação</title>
         <author>g98909758</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1333061334</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>Gabriel Oliveira da Silva, </strong>polo Colatina<br><br>O psicólogo Lev Vygotsky, nascido na Rússia e que viveu entre os anos de 1896 a 1934, é um importante teórico que desenvolveu estudos relevantes, principalmente, para a psicologia e a pedagogia, com o intuito de compreender o desenvolvimento humano através da abordagem sócio-histórica, que está intimamente ligada à relação dialética entre ensino-aprendizagem. (NEVES e DAMIANI, 2006) Para o teórico, o desenvolvimento do sujeito, obrigatoriamente, passa pelo contexto social e por aspectos histórico-culturais. Assim, o processo de ensino-aprendizagem, como nos aponta Neves e Damiani (2006, p. 01), “não era uma mera aquisição de informações, não acontecia a partir de uma simples associação de ideias armazenadas na memória, mas era um processo interno, ativo e interpessoal.” Nesse sentido, a tríade interação, sociedade e cultura, tornam-se palavras chaves para a compreensão dos estudos do pesquisador, bem como a compreensão do sujeito que se constitui por um processo sócio-histórico e cultural. Entretanto, cabe ressaltar, ainda, o importante papel da linguagem que, segundo sua obra, irá mediar às relações que os sujeitos estabelecem entre si. <br><br>Tendo por referências esses pressupostos teóricos que constituem a Teoria Sócio-Histórica de Lev Vygotsky, é importante ressaltar que para o autor a criança não pode ser concebida enquanto um sujeito genérico ou universalizado, pois cada sujeito é dotado de especificidades que constituem sua subjetividade que está ”historicamente situada, mediatizada por ferramentas sociais – desde os objetos até os conhecimentos historicamente produzidos, acumulados e transmitidos.” (NEVES e DAMIANI, 2006, p. 08) Nesse sentido, vale destacar o enfoque dado pelo autor no que diz respeito ao papel do professor. Para Vygotsky, o docente, sujeito que detém mais experiência, deve atuar mediando o processo de construção do conhecimento do aluno, assim, propiciando a criação de <strong>Zonas de Desenvolvimento Proximal</strong> (ZDP) que potencializem o êxito em situações que poderiam não ocorrer de forma espontânea. Desta forma, Vygotsky, nas palavras de Neves e Damiani (2006, p. 09), “resgata a importância da escola e do papel do professor como agentes indispensáveis do processo de ensino-aprendizagem”, pois atua ativamente e de forma dialógica no processo de ensino-aprendizagem do discente, a fim de contribuir com a construção do conhecimento historicamente acumulado pela Humanidade. (NEVES e DAMIANI, 2006)<br><br>Sobre a ZDP, cabe ressaltar que a mesma encontra-se entre o nível de desenvolvimento real e nível de desenvolvimento potencial. Sendo estes, segundo Cotonhoto (2021), conceituados como: </div><div><br></div><ul><li><strong>Nível de desenvolvimento potencial:</strong> é representado por situações que precisam ser solucionadas com orientação, auxílio ou cooperação de outros sujeitos mais experientes; capazes.</li><li><strong>Nível de desenvolvimento real:</strong> representa os conhecimentos já consolidados que o sujeito consegue operar de forma independente; sozinho. </li></ul><div><br>Portanto, segunda a autora, a ZDP “é considerada a distância entre o nível de desenvolvimento real e o potencial, sendo assim, uma importante área de atuação dos docentes e entre os colegas, no sentido de potencializar as interações sociais para que habilidades possam ser desenvolvidas.” (Cotonhoto, 2021, p. 04)<br><br> <strong>Referências<br></strong><br></div><div>COTONHOTO, Larissy Alves. <strong>Teorias de Aprendizagem - Ambiente Virtual de Aprendizagem</strong>. Ifes: Vitória. 2021. Disponível em: <a href="https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961">https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961</a>. Acesso em: 19 março 2021.<br><br>NEVES, Rita de Araújo; DAMIANI, Magda Floriana. Vygotsky e as teorias da aprendizagem. <strong>UNIrevista.</strong> v. 1, n. 2, abr. 2006. Disponível em: http://repositorio.furg.br/bitstream/handle/1/3453/Vygotsky%20e%20as%20teorias%20da%20aprendizagem.pdf?sequence=1. Acesso em: 18 de março de 2021.</div><div> <br>                   <strong>Sugestão</strong><br>Para conhecer um pouco mais da história de Lev Vygotsky, sugiro o vídeo do Manuário Acadêmico do Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES), produzido em Libras e acessível para pessoas não surdas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-20 19:59:56 UTC</pubDate>
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         <title>Etapas cognitivas do desenvolvimento segundo Piaget	</title>
         <author>vnaquintas</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1333097766</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Viviana Nunes de Araújo Quintas<br></strong>Polo Serra<br>Enquanto educadora das séries iniciais e mãe de um menino de quatro anos, foi quase automática a minha escolha pelo teórico Piaget, para a execução dessa tarefa. Não que eu tenha compreensão total da dimensão de suas ideias, quem me dera, mas sou atraída por ser ele o grande nome em desenvolver pesquisas sobre o fato de que crianças não pensam como adultos.<br><br></div><div>Apesar de ele não ser pedagogo de atuação, creio que fosse de coração. Mas foi justamente da união de suas formações, biologia e psicologia, que Piaget criou a teoria de aprendizagem baseada no desenvolvimento do pensamento, reconhecida como Epistemologia Genética.<br><br></div><div>Em seus estudos, concluiu que o desenvolvimento cognitivo ocorre em quatro etapas qualitativamente distintas e que, segundo ele, representavam padrões universais de desenvolvimento: Sensório-motor; Pré-operatório; Operatório- concreto e Operatórios formais.<br><br></div><div>Cada um desses estágios são definidos por idades específicas e habilidades com elas compatíveis. E o conhecimento, à medida que desenvolvido, perpassa por três processos: Assilimação, Acomodação e Equilibração.<br><br></div><div>Piaget, diferente de Vygotsky, coloca como primordial o desenvolvimento biológico e cognitivo, para que posteriormente haja evolução de linguagem e pensamento, compreendendo assim que o desenvolvimento cognitivo é mais definido por fatores genéticos e individuais do que pelo meio social.<br><br></div><div>E nesse ponto é que ancoro meu pensamento. Aproximo-me de sua teoria à medida que meu filho é diagnosticado com altas habilidades/superdotação e posso reconhecer a influência biológica em seu desenvolvimento de aprendizagem, sobretudo no tocante ao raciocínio matemático, tão explorado por Piaget.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-20 20:28:33 UTC</pubDate>
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         <title>A pesquisa de Lev Vygotsky sobre o desenvolvimento humano e como ele contribui para a educação</title>
         <author>gabibarthc</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1333335995</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Santa Teresa – Gabriela Barth Carneiro<br><br><br></div><div>Lev Vygotsky foi um psicólogo interessado em compreender o desenvolvimento das funções psicológicas superiores (processos de pensamento, linguagem, memória, atenção). Para o autor, o homem passa pelo processo de se humanizar através do contato com a cultura e contexto social em que está inserido, e a partir destas interações desenvolverá essas funções que o caracteriza como um ser humano. Podemos apontar que são essas funções que nos diferenciam de um animal para um ser complexo.<br><br></div><div>A Teoria Sócio Histórica de Lev Vygotsky entendia que:<br><br></div><div><em>A aprendizagem não era uma mera aquisição de informações, não acontecia a partir de uma simples associação de idéias armazenadas na memória, mas era um processo interno, ativo e interpessoal. (NEVES E DAMIANI, 2006, P. 1).</em></div><div><br>As interações com o mundo, com o outro, a sociedade e a cultura, geram o aprendizado. É este aprendizado o responsável pela passagem do estágio de funções psicológicas elementares para funções psicológicas superiores.<br><br></div><div>Partindo desses pressupostos teóricos, não é possível se pensar em uma criança universalizada, como propõem outros autores pesquisadores do desenvolvimento. Nós precisamos pensar nas crianças considerando-as em suas especificidades de existência.&nbsp;<br><br></div><div>Devido a sua morte aos 37 anos, Vygotsky não chegou a desenvolver uma abordagem específica de sua abordagem. Contudo, seu desenvolvimento teórico é o suficiente para alimentar um olhar para a sala de aula diferenciado, onde o professor é capaz de modificar, de adaptar sua forma de mediação de acordo com a realidade ali apresentada.<br><br></div><div>Além da contribuição para um olhar que considere as individualidades de desenvolvimento a partir de contextos sociais particulares, onde dá destaque para o papel da cultura no processo de cognição, ele também traz um enfoque no papel do educador no desenvolvimento intelectual da criança, atuando como um mediador, viabilizando experiências sociais que exercem um papel importante no desenvolvimento das funções psicológicas superiores, já que essas experiências sociais requerem a participação e colaboração dos envolvidos.<br><br></div><div>Sobre o processo de desenvolvimento aprendizagem, Vygotsky trouxe os conceitos de Desenvolvimento Real, Desenvolvimento Proximal e Zona de Desenvolvimento Proximal. O Desenvolvimento Real se trata do conhecimento já consolidado, a qual se é capaz de fazer sozinho, sem a necessidade de ajuda. Já o Desenvolvimento Potencial se trata daquilo que ainda não é capaz de fazer sozinho, mas que se consegue realizar com o auxílio de um outro mais capaz (ou seja, que se encontra em Desenvolvimento Real) para a realização de determinada atividade.<br><br></div><div>Entre o Desenvolvimento Real e o Desenvolvimento Potencial, temos a Zona de Desenvolvimento Proximal – ou ZDP, que se trata da distância entre os níveis Real e Potencial. A ZDP é o caminho que será percorrido do Desenvolvimento Potencial até que se chegue no Desenvolvimento Real. Aqui, a criança buscará o apoio do outro até se tornar capaz de dominar a atividade e realizá-la sozinha. Ou seja, buscará nas relações, na mediação, tornar real o aprendizado que ainda é potencial.&nbsp;<br><br></div><div>É exatamente na ZDP que o professor tem um papel importantíssimo para a aprendizagem da criança: o de mediador entre o Desenvolvimento Potencial, para que ele venha a se tornar Real.&nbsp;<br><br></div><div>É com a percepção para a criança como específica, única, constituída pelo seu meio social, e com a atenção para a sua Zona de Desenvolvimento Proximal, que o professor pode se orientar em como fazer seu papel de mediador de forma a contribuir de forma significativa para o aprendizado, e assim o desenvolvimento do sujeito e suas funções psicológicas superiores.<br><br><br></div><div>REFERÊNCIA:<br><br></div><div>NEVES, Rita de Araújo; DAMIANI, Magda Floriana. Vygotsky e as teorias da aprendizagem. <strong>UNIrevista.</strong> v. 1, n. 2, abr. 2006.</div><div><br></div><div>OLIVEIRA, Marta Kohl de. <strong>Vygotsky: Aprendizado e Desenvolvimento:</strong> Um Processo Sócio-Histórico. 5. ed. São Paulo: Scipione, 2010.<br><br>Cotonhoto, Larissy Alves. <strong>Teorias de Aprendizagem - Ambiente Virtual de Aprendizagem</strong>. Ifes: Santa Teresa. 2021. Disponível em: <a href="https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961">https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961</a>. Acesso em: 20 março 2021.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-21 00:53:14 UTC</pubDate>
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         <title>As contribuições de Carl Rogers para o processo de Ensino e Aprendizagem </title>
         <author>janisantosramos</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1333592858</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><em>Polo Linhares - Jani Santos</em><mark><br></mark><br>O psicólogo norte americano Carl Rogers (1902-1987) contribuiu para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem ao desenvolver a teoria da tendência Pedagógica Centrada na Pessoa - Abordagem Humanista.<br><br>De acordo com Rogers todo ser humano tem a tendência natural para o crescimento na direção saudável, e para que isso ocorra é preciso oferecer as melhores condições socioambientais. Ele formulou a <em>Tríade Rogeriana</em> que é composta por três elementos essenciais para a construção da aprendizagem: a) empatia (se colocar no lugar do outro) - permite ao professor compreender o mundo interno dos alunos; b) aceitação positiva incondicional - é aceitar o aluno como ele é, sem reservas, preconceitos. Sabendo que há sempre questões que precisam ser trabalhadas, pois o ser humano está sempre em construção; c) congruência (ser autêntico) - ser o que é, e não fingir e não levar os outros a fingir, mas isso não dá brechas para a grosseria ou egoísmo.<br><br>Para Rogers, se os professores e alunos se comprometerem a ser o que são,  aceitar os demais e se colocar no lugar do outro, haverá condições fundamentais para um ambiente de aprendizagem.  Mais importante que ensinar, segundo o psicólogo, é criar as condições que favoreçam a aprendizagem.<br><br>Para ele a Educação Centrada na Pessoa não é um método de ensino, mas uma concepção de educação, pois não diz como o professor ensinará seus conteúdos. Rogers propõe que os professores vejam o processo educativo como o despertar do potencial de desenvolvimento de cada aluno. Para alcançar esse potencial é imprescindível que o ambiente de aprendizagem tenha uma atmosfera afetiva positiva (sem hostilidade, agressividade, pois isso traz a perda da autoconfiança do aluno). O clima favorável, da <em>Tríade Rogeriana</em>, desenvolve a aprendizagem porque promovem o crescimento e a realização do aluno.<br><br>Para Rogers a educação deve ser responsabilidade do aluno, por isso deve ser centrada nele. O estudante precisa ser capaz de gerir a própria aprendizagem e fazer escolhas. A escola democrática, na perspectiva de Rogers, deve dar assistência para que o aluno se torne uma pessoa independente, responsável, capaz de discernir e buscar o próprio crescimento, ou seja, formar cidadãos.<br><br>Referências:<br><br><strong>CARL ROGERS E A EDUCAÇÃO / TEORIA HUMANISTA.</strong> Vídeo produzido pelo Centro de Referência em Formação e em Educação a Distância (Cefor) do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes). Disponível em: &lt;https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/page/view.php?id=697224&gt;. Acesso em: 18/03/2021. <br><br>ZANETTI NETO, G. <strong>Tendências Pedagógicas.</strong> Apostila digital. Vitória: Ifes, 2021.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-21 05:33:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Teoria Piagetiana e o Processo de Desenvolvimento Cognitivo</title>
         <author>iagovdo</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1334228902</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Polo Cachoeiro - Iago Valentim de Oliveira<br><br>Piaget (1896-1980) foi um psicólogo, biólogo e epistemólogo suíço. Sua teoria e pensamentos contribuíram para o entendimento do desenvolvimento infantil e aprendizagem das crianças. Ele desenvolveu uma obra que serviu de base para diversos estudos envolvendo o desenvolvimento da educação, sempre buscando pela forma como o conhecimento é construído, o que permitiu a muitos teóricos da educação e da epistemologia formularem diversas teorias da aprendizagem. Na teoria piagetiana, o processo de desenvolvimento é influenciado por quatro fatores, sendo eles a maturação orgânica, as experiências e os exercícios, a transmissão educativa e a equilibração. A maturação orgânica compreende o fator endógeno e biológico do desenvolvimento humano, o qual influencia na evolução da inteligência. As experiências e os exercícios são os fatores exógenos, relacionado ao meio externo onde estão os objetos de conhecimento, podendo ser coisas ou pessoas). A transmissão educativa é o fator exógeno e tem caráter histórico, apresentando-se de modo assistemático, quando o conhecimento é transmitido informalmente, e sistemático, quando transmitido por escolas. A equilibração é considerada como fator interno, organizador e integrador dos demais fatores, atuando na passagem de um estágio a outro de evolução cognitiva. <br>Com isso, a educação na visão piagetiana, possibilita às crianças um desenvolvimento mais amplo e dinâmico em que o conhecimento é organizado visando sua adaptação, constituindo-se na modificação progressiva dos esquemas de assimilação.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-21 11:47:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Contribuições de Vygotsky na educação</title>
         <author>carlafracalossialves</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1334336151</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Polo Linhares - Carla Fracalossi Alves<br><br>Vygotsky atribui uma grande importância a linguagem, pois além da função comunicativa que é essencial no processo de transição do interpessoal em intramental na formação do pensamento e da consciência; na organização e planejamento da ação; na regulação do comportamento e em todas as demais funções psíquicas superiores.<br><br>Um dos conceitos mais importantes na teoria de Vygotsky é a Zona de Desenvolvimento Proximal (zdp) que mede exatamente a distância entre esses dois níveis, o efetivo e potencial.<br><br>A ZDP é fundamental por duas razões. Primeiro, porque não é toda criança que vai se beneficiar de uma intervenção.<br><br>Em segundo, percebe-se então a importância que Vygotsky atribui ao papel da interação social.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-21 12:47:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A relação professor versus aluno na Teoria da Aprendizagem Centrada na Pessoa (ACP) de Carl Rogers </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1334337369</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Iago Pereira dos Santos - Polo Piúma <br><br>Carl Rogers (1902-1987) foi um psicólogo norte-americano que com sua Teoria da Aprendizagem Centrada na Pessoa (ACP) contribuiu para os estudos teórico-práticos nas áreas de Psicologia, Educação, Ciências Humanas e Sociais. <br>A ACP, enquanto teoria humanista, caracteriza-se pela exaltação das relações interpessoais, construção da personalidade do indivíduo e pelo ensino centrado no aluno. Sendo assim, a teoria cunhada por Rogers "compreende que o ato de aprender é individual, singular e peculiar de cada sujeito, de forma que a vivência subjetiva deve ser considerada, pois o aluno retém somente o que lhe convém, o que acredita ser muito importante e que se relaciona com seu contexto (LIMA, BARBOSA e PEIXOTO, 2018, p. 161)". <br>Assim, aspectos que dizem respeito a pessoalidade, aos sentimentos e emoções do aluno devem ser levados em consideração no processo de ensino-aprendizagem, cabendo ao docente o papel de ser educador-facilitador da apreensão dos conhecimentos.<br>Nessa perspectiva, o professor deve tomar os interesses dos alunos como válvula propulsora da aprendizagem e selecionar variadas formas de métodos que vão ao encontro dos anseios de seus alunos. Para o psicólogo, o ensino é um ato de empatia por parte do docente para com o aluno.   <br>Logo, "o  educador-facilitador deve ajudar seu aluno a entrar em contato com os seus interesses, objetivos e expectativas, incentivando-o a ser um agente da sua própria aprendizagem (LIMA, BARBOSA e PEIXOTO, 2018, p. 164)". <br>Na abordagem da ACP, o aluno é concebido como aquele que é incentivado pelo docente a buscar por si mesmo os saberes, dessa forma, rompendo com a perspectiva tradicionalista que vê o aluno como mero receptor e acumulador de informações. <br>Para isso, a postura do professor se assemelha a de um terapeuta, em que são utilizadas técnicas de empatia e profundo respeito pelo discente. Conforme Lima, Barbosa e Peixoto (2018, p. 165) "o professor precisa ser capaz de acolher e compreender seu aluno com estima, partilhando os sentimentos de temor, desânimo e expectativa de forma empática, sempre experienciando junto com eles as descobertas de novos materiais". <br>Em resumo, é notória a contribuição de Rogers para as discussões que envolvem a relação do professor com o aluno, preconizando que o docente deve estar atento as questões sócio emocionais de seus alunos, de modo a levar estes ao pleno desenvolvimento de suas habilidades psicossociais, cognitivas, física e afetiva. <br><br>REFERÊNCIA <br>LIMA, Letícia Dayane de; BARBOSA, Zildete Carlos Lyra; PEIXOTO, Sandra Patrícia Lamenha. Teoria Humanista: Carl Rogers e a Educação. Revista Ciências Sociais e Humanas. Alagoas, v. 4, n. 3, p. 161-172, 2018. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-21 12:48:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Carl Rogers e a humanização do ensino.</title>
         <author>brunamrosario</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1334337566</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Cefor - Bruna Marcelo do Rosário<br><br>Carl Rogers traz para a sala de aula um olhar mais humano e direcionado para o aluno. Fazendo com que nós professores sejamos mais empáticos com os estudantes e proporcionemos um ambiente mais favorável à aprendizagem. <br><br>Dentro dessa perspectiva, ele nos apresenta a <em><mark>Tríade Rogeriana</mark></em> na qual são abordados os seguintes valores: <strong>Empatia</strong> - em que o professor compreende o mundo interno dos estudantes.<br><strong>Aceitação</strong>: capacidade do professor de aceitar o estudante com todas as suas características, entendendo que o ser humano está em processo.<br><strong>Congruência</strong>: estimular o aluno a ser o que se é, sem fingir e se comprometer a ser o que são, como também colocar essa habilidade em prática para si mesmo.<br>É importante destacar que essa teoria centrada no aluno não é um método, mas sim uma concepção de educação em que ajuda a despertar o potencial de desenvolvimento dos estudantes.<br>A tríade Rogeriana aplicada em sala de aula, faz com que os alunos se sintam motivados, se tornem independentes e obtenham discernimento para buscar seu conhecimento. Isso porque o professor possibilita um aprendizado mais convidativo, autônomo e com uma atmosfera afetiva desenvolvida.<br><strong><em>Tudo isso são condições fundamentais para um bom crescimento educacional.</em></strong><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-21 12:48:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Piaget -  suas contribuições para o ensino e formação do sujeito epistêmico</title>
         <author>jaci_lopes1981</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1334446924</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Jaciara Lopes  - Polo Colatina<br><br>Piaget (1896-1980)<br>Foi um estudioso suíço especialista na área da  psicologia evolutiva, e posteriormente dedicou-se aos estudos de epistemologia genética. Trouxe revolução a Educação, à partir de estudos que quebraram padrões da época padroes  relativos à aprendizagem. <br><br>Ainda hoje suas teorias continuam a ser aprofundadas e por todo o mundo aplicadas atraves de  propostas pedagógicas que difundem suas ideias por meio da  "metodologia de trabalho didático-pedagógica" adotadas por instituições de ensino que tem como objetivo aprimorar o  processo de ensino-aprendizagem. Ele defendia  "uma uma metodologia inovadora na busca de formação de cidadãos criativos e críticos", tendo  o professor como mediador neste processo com a função de  direcionar esse aluno em sua autonomia no processo ensino-aprendizagem.<br><br>Referências:<br> - <strong>Contribuições da psicologia de Jean Piaget para a Educação</strong>: teoria da epistemologia genética. Disponível em:<br>&lt;&lt;https://siteantigo.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/contribuicoes-da-psicologia-de-jean-piaget-para-a-educacao-teoria-da-epistemologia-genetica/54079&gt;&gt;&gt;Acesso em 21 de marco de 2021<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/387700953/30cdce0477a165fcd649140f3d49c894/Aspectos_da_constru__o_do_conhecimento_e_da_aprendizagem_na_obra_de_Piaget.pdf" />
         <pubDate>2021-03-21 13:42:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1334446924</guid>
      </item>
      <item>
         <title>As Contribuições de Carl Rogers para a Educação: a centralidade do aluno</title>
         <author>bruninhaalbano09</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1334515938</link>
         <description><![CDATA[<div>Bruna Albano Ramos Alvarenga<br>POLO: Centro Serrana</div><div> <br><br></div><div>Carl Rogers (1902 a 1987) foi um psicólogo norte-americano muito importante para a educação. Podemos dizer que foi o principal influenciador de uma tendência pedagógica que coloca o aluno no Centro do Processo Educativo, trata-se da Tendência Pedagógica Centrada na Pessoa.</div><div><br></div><div>No Brasil, as ideias de Rogers tiveram difusão na década de 70. Suas ideias procuraram se apartar do Comportamentalismo (Behaviorismo) de Skinner e Watson e também da Psicanálise de Freud. </div><div><br></div><div>A metodologia não-diretiva é característica na Tendência Pedagógica Centra na Pessoa. Trata-se de uma pedagogia centrada no aluno, que valoriza o desenvolvimento de atitudes e que está em diálogo com a dimensão psicológica do estudante. O professor e escola não  interferem diretamente no campo cognitivo e afetivo do aluno. Rogers pressupõe que professor e escola dirijam o estudante às suas próprias experiências, para que, ao se autodirija. Estes devem criar condições para o desenvolvimento da aprendizagem da criança, sem contudo interferir nas experiências dos alunos. Em outras palavras, professor e escola são meios. </div><div><br></div><div>O Currículo nesta concepção é moldado a partir das necessidades históricas, culturais, sociais dos estudantes, exclui-se ou inclui-se conteúdo a partir das necessidades e dos significados para os estudantes. <br><br>São conceitos fundamentais na teoria de Rogers a TRÍADE:</div><div><br><br></div><div>- ACEITAÇÃO POSITIVA INCONDICIONAL – aceitar as pessoas como elas são.</div><div>- EMPATIA – colocar-se no lugar do outro permite compreender o mundo interno do estudante</div><div>- CONGRUÊNCIA – aceitar e compreender a si mesmo.</div><div><br>Para maior compreensão da tríade e sua aplicação no ambiente educacional, ver o vídeo https://www.youtube.com/watch?v=KiO-WhwVws0<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-21 14:16:46 UTC</pubDate>
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         <title>Contribuições de Vygotsky para a educação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1334541826</link>
         <description><![CDATA[<div>Thales Mucelini Depes - Polo Cachoeiro<br><br>Lev Vygotsky foi um psicólogo bielo-russo teórico do ensino como processo social. Sua obra ressalta o papel da escola no desenvolvimento mental das crianças e é uma das mais estudadas pela pedagogia contemporânea.<br>A parte mais conhecida de sua extensa obra converge para o tema da criação da cultura. Vygotsky atribuía um papel predominante às relações sociais nesse processo, tanto que a corrente pedagógica que se originou de seu pensamento é chamada de socioconstrutivismo ou sociointeracionismo.<br>Vygotsky não formulou uma teoria pedagógica, embora seu pensamento com ênfase no aprendizado ressalte a importância da instituição escolar na formação do conhecimento. Para ele, a intervenção pedagógica provoca avanços que não ocorreriam espontaneamente. Ao formular o conceito de zona proximal, Vygotsky mostrou que o bom ensino é aquele que estimula a criança a atingir um nível de compreensão e habilidade que ainda não domina completamente, incitando nela um novo conhecimento.<br>O psicólogo considerava que todo aprendizado amplia o universo mental do aluno. O ensino de um novo conceito não se resume à uma habilidade ou conjunto de informações, mas amplia as estruturas cognitivas da criança.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-21 14:29:45 UTC</pubDate>
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         <title>Contribuições de Piaget, Vigotski e Rogers para compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos alunos</title>
         <author>jaquelinemoreira</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1334643274</link>
         <description><![CDATA[<div>Jaqueline Aparecida Moreira - Pólo Serra -ES<br><br> A tarefa dessa semana propõe que após leitura a apreciação dos vídeos dos autores Piaget,  Vigotski e Rogers seja feita uma reflexão sobre  a contribuição deles na nossa prática educativa cotidiana, citando um deles para exemplificar a realidade em sala de aula.<br>     Sendo assim, inicio essa análise  ponderando que todos esses autores trazem contribuições significativas para minha prática pedagógica. Os estudos dessas teorias possibilitam compreender melhor a dinâmica dos processos que acontecem no ato de aprender/ensinar. Isso acontece à medida que entendo melhor o sujeito da educação (ser epistemológico e psicológico), a partir disso posso escolher modelos metodológicos que potencializem o processo de aprendizagem. </div><div>    Achei pertinente essa introdução porque sou pedagoga de uma escola pública na cidade de Serra e a prática pedagógica que realizamos (eu e meus pares - professores) comunga com diversas inspirações teóricas. Não vou relatá-las aqui por não ser o objetivo dessa atividade, mas a análise desses teóricos (Piaget,  Vigotski e Rogers) foi enriquecedora para meu trabalho.</div><div>    Por conseguinte, vou eleger Piaget para minha análise das minhas práticas educativas cotidianas visto que o público com o qual trabalho são alunos de 10 a 15 anos de idade.</div><div>    Piaget estudou a construção do pensamento e para isso buscou entender os mecanismos mentais que o sujeito utiliza para captar o mundo.  Ele investigou o processo de construção do conhecimento.<br>    Segundo o autor a aprendizagem é um processo individual. O sujeito significa o mundo a partir de suas experiências, assim a criança possui papel ativo na formação do conhecimento. A fim de entender melhor o processo de aprendizagem por Piaget  assista os vídeos abaixo:<br><a href="https://youtu.be/VkpxLIRAvbQ">https://youtu.be/VkpxLIRAvbQ</a>  (Piaget e a aprendizagem - Dica Ana Vital)</div><div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=x--74EvyuBg">https://www.youtube.com/watch?v=x--74EvyuBg</a> (Piaget e as Fases de Desenvolvimento - Descomplica Professor #44)</div><div> Entendidos esse referenciais dados por Piaget conseguimos compreender a produção do conhecimento para o indivíduo, como ele passa de um estado de menor conhecimento para um maior. Quando eu sei como se dá o desenvolvimento do indivíduo posso elaborar estratégias de ensino adequadas a cada um. A partir daí saberei como fazer para ampliar o conhecimento do meu aluno.</div><div> Nossa prática educativa cotidiana se dá em um ambiente diverso em que é imprescindível considerar o aluno na sua totalidade. Piaget nos ajuda a compreender a aprendizagem como processo individual em que o sujeito faz uma interpretação pessoal do mundo a partir das suas vivências. Estudar e nos apropriar das ideias deste autor nos permite, dentre outras coisas,  conhecer a mente do aluno, pois a criança tem um papel ativo na construção do conhecimento.</div><div> No processo de ensino e aprendizagem realizado na escola temos o professor como responsável pela sistematização do conhecimento e para isso ele precisa organizar e pensar como sua produção será conduzida, quais experiências ele pode criar para que seu aluno explore cada vez mais e se torne crítico com relação ao conhecimento.                </div><div> Assim o professor comunica o saber ao aluno ao mesmo tempo em que junto com ele propõe situações problemas que o incentive a criar novos conhecimentos. Trata-se de um desafio e percebo que no dia a dia da escola isso já acontece de forma natural pelo professor que se preocupa com o tempo de aprendizagem do aluno. Entretanto é necessário termos referencias teóricos adequados para inspiramos e conduzirmos nossa prática pedagógica de acordo com as necessidades que surgem frequentemente no ambiente escolar já que este não é estático e nele temos múltiplos atores na produção conhecimento. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-21 15:18:27 UTC</pubDate>
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         <title>Carl Rogers: Uma visão de valorização do aluno</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1334653386</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Centro-Serrano <br>Daiane Cruz da Silva<br><br>O psicólogo Carl Ransom Rogers (1902-1987), foi um pesquisador muito importante no campo da educação, embora seu principal foco fosse a psicologia, se interessou por estudar a educação das pessoas. Uma das teorias mais famosas de Rogers foi a ACP (Abordagem Centrada na Pessoa), que vem a ser o ensino pensado na pessoa, ou seja, para ele o ensino deveria ser prazeroso para o aluno e o professor como um facilitador da aprendizagem, Rogers defende que a prática docente deveria ser presente na vida do aluno, estimulando-o a buscar o conhecimento.</div><div>Defendia que a escola deveria ser inclusiva, um lugar em que o educando fosse valorizado, bem como seus conhecimentos prévios e sua personalidade. As metodologias de ensino deveriam ser elaboradas com o propósito de estimular a aprendizagem do aluno, permitindo maior interação entre ambos. Para o autor <em> “Aprendizagem significativa entendo aquela que provoca uma modificação, quer seja no comportamento do indivíduo, na orientação da ação futura que escolhe ou nas suas atitudes e na sua personalidade. É uma aprendizagem penetrante, que não se limita a um aumento de conhecimentos, mas que penetra profundamente todas as parcelas da sua existência.” (Rogers,2017,p.8).</em> <br>Diante dessas colocações entendemos que Carl Rogers contribuiu e continua contribuindo em nosso fazer educação, o professor precisa ser amigo do aluno quando o ensina, a escola é comparada como uma segunda casa para a vida de uma pessoa, desse modo fica claro que precisamos ter uma relação intrínseca com o aluno, proporcionando uma busca efetiva para o conhecimento, a partir do ponto de que conheço o meu aluno, e sei valorizá-lo.<br><br><strong>Referências</strong></div><div>NETO, Giovani, Zanetti.  <strong>Tendências Pedagógicas</strong> - Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021. Disponível em: <a href="https://ava.cefor.ifes.edu.br/pluginfile.php/1254719/mod_resource/content/3/Texto%20Base%20-%20Tende%CC%82ncias%20Pedago%CC%81gicas.pdf">https://ava.cefor.ifes.edu.br/pluginfile.php/1254719/mod_resource/content/3/Texto%20Base%20-%20Tende%CC%82ncias%20Pedago%CC%81gicas.pdf</a> Acesso em: 21 março 2021. <br><br></div><div>ROGERS, C.R. <strong>Tornar-se Pessoa</strong>. São Paulo: WMF Martins Fontes,2017.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-21 15:23:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de Piaget para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1334669518</link>
         <description><![CDATA[<div>Elias Rocha Gonçalves Júnior - Polo Cefor.<br><br>Piaget fundamentou a sua teoria nos estudos da Biologia, da Filosofia, da Física, da Lógica, da Matemática, da Psicologia e, sobretudo, nos estudos da Teoria da Epistemologia. Ao realizar pesquisas que tinham como foco a compreensão sobre como o sujeito consegue progredir de um nível de conhecimento mais rudimentar a outro nível de conhecimento mais estruturado, este chegou a conclusão de que o desenvolvimento da inteligência está intrinsecamente relacionado à adaptação do sujeito ao meio, isto é, é suscitado devido à interação do sujeito com os objetos da sua realidade. Portanto, afirma-se que são construídas estruturas de inteligências, as quais têm por função possibilizar ao sujeito adaptar-se à sua realidade em um processo cada vez mais intenso.</div><div>Ainda nesta perspectiva, o processo de adaptação do sujeito à sua realidade, o qual é responsável pelo desenvolvimento da inteligência, é compreendido por dois conceitos: acomodação e assimilação. O primeiro refere-se ao momento em que ocorre a <em>adaptação </em>do sujeito aos objetos da sua realidade, exercendo assim modificações na sua estrutura. O segundo, ao contrário, refere-se ao momento em que o sujeito exerce a ação sobre os objetos da sua realidade. Embora sejam conceitos distintos, são indissociáveis.</div><div>Por conseguinte, é imprescindível ressaltar que o equilíbrio entre esses conceitos, durante o processo de adaptação, é responsável por fomentar a aprendizagem; o desequilíbrio, porém, por causar perturbações psíquicas, dificultando a aprendizagem.</div><div>Além do mais, embora tenha conseguido solidificar pressupostos sublimes concernentes ao desenvolvimento intelectual, Piaget, ainda, objetivou apreender como é que se dá o desenvolvimento dos valores ético-morais na criança, partindo da perspectiva de que a educação é, particularmente, a responsável por ressignificar os paradigmas da sociedade. Mais especificamente, que a construção da moral é, sobretudo, um processo de aprendizagem de valores, os quais irão direcionar a conduta do sujeito. </div><div>Em relação ao desenvolvimento da moral, percebe-se que o seu nível mais preponderante está relacionado ao estágio de autonomia, sendo esse a superação do estágio de heterônoma. Porém, um não exclui o outro; ao contrário, complementam-se.</div><div>Em suma, observa-se que a teoria piagetiana faz emergir mudanças acadêmicas e sociais, não desqualificando o sujeito tampouco o estigmatizando. Além disso, esta pode ser considerada educacional, porque os seus argumentos defendem que o sujeito desenvolve-se a partir das suas relações, e é ele um dos agentes principais para isso.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-21 15:30:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>📹Para fixar.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1334710036</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Centro-Serrano- Daiane Cruz da Silva</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=UamCu3BZUDE" />
         <pubDate>2021-03-21 15:49:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>As contribuições de Carl Rogers e sua teoria humanista</title>
         <author>daniimberti</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1334741626</link>
         <description><![CDATA[<div>Danieli Imberti<br>Polo: Cefor Linhares/ES. <br><br>Carl Rogers trouxe sua contribuição baseada no sentimento e intelecto. Ele defende ainda, que o professor precisar ter o sincero desejo de ensinar, tornando-o singular e livre à luz da aprendizagem dos alunos, que sendo intermediados terão uma forma amistosa no processo do ensino e aprendizado. <br><strong><em>"Um conteúdo aprendido é um conteúdo consciente, e isso transforma o comportamento do indivíduo".</em></strong><br>Essa colaboração de Rogers, se fez importante pois precisamos nos lembrar que ao lidar com o sentimentos dos alunos, estamos lidando com o nosso sentimento também, sobretudo, de forma afetuosa podermos transmitir esse conhecimento de vida aos próprios alunos.<br>O estudo deste teórico se faz presente em nossa prática de ensino o tempo todo, quando precisamos intervir com o coração à atitude negativa de algum aluno e que, intencionalmente estará contribuindo com a transformação da educação em sala de aula, promovendo uma reflexão crítica sobre como ele vai lidar com o outro e que este comportamento se leva para a vida. <br>Aprendizagem significativa, é um ponto forte na opinião de Rogers: o professor se destaca com congruência, empatia e respeito perante o aluno, o processo de ensino e aprendizagem se torna melhor aprimorado quando se trabalha com a realidade social do aluno, deixando-os expor as  histórias de sua práticas cotidianas, conquistando assim, uma liberdade de expressão mútua.<br>Rogers, acreditou que cada ser em si, tem o poder de autorregular. <br><br><strong><em><mark>"Sinto-me mais feliz simplesmente por ser eu mesmo, e deixar o outro ser ele mesmo."<br></mark></em></strong><mark>Carl Rogers</mark><br><br><br><br>https://www.infoescola.com/educacao/aprendizagem-significativa<br><br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-21 16:04:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de Piaget, Vigotski E Rogers para a Educação.</title>
         <author>areblim</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1334877083</link>
         <description><![CDATA[<div>Alex Reblim Braun<br>Polo: Centro-Serrano<br><br></div><div><strong><mark>Carl Rogers (1902 a 1987)</mark></strong></div><div>Ele é o líder do movimento Humanista, propõe um modelo educativo que estava fundamentado na valorização do aprendiz, onde é criando um ambiente de integração, respeito e valorização dos participantes. É uma educação onde coloca o estudante no centro do prática pedagógica. Dessa forma, o processo poderá sofrer diversas adaptações até que atenda a melhor forma para ocorrer a aprendizagem. Essa concepção de ensino busca incentivar a criação de condições que favoreçam a aprendizagem.
<strong><mark>Vigotski (1896 - 1934)</mark></strong></div><div>Para esse importantíssimo teórico, a aprendizagem ocorre por meio da aproximação do conteúdo com os conhecimentos prévios do estudante, com o apoio de um mediador que motive e fortaleça esse interesse.  O espaço e os agentes educativos devem considerar que a criança se desenvolverá por meio da relação com o meio. Esse processo acontecerá durante toda a vida. </div><div><br><br></div><div><strong><mark>Jean Piaget (1896-1980)</mark></strong></div><div>Sua pesquisa esteve voltada para investigação de como ocorria a aquisição do conhecimento no ser humano  por meio das ações e interações do sujeito com o ambiente onde vive. Para ele, a construção do conhecimento ocorre por meio da interação com o meio, motivada pelo próprio aluno.  Ele observa que o ser humano tem seu desenvolvimento atrelado aos estágios de aprendizagem (biologicamente),  sendo essas fases: 0 - 2 anos: sensório-Motora;  2 até 7-8 anos: simbólica ou Pré-Operatória; 7-8 anos a 11-12 anos: operatória Concreta; e; após os 12 anos:  Operatória Formal. </div><div><br>No vídeo abaixo é apresentado um resumo das teorias de cada pensador. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/-Q3JYymQTKE?t=272" />
         <pubDate>2021-03-21 17:12:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O conceito de aprendizagem e contribuições  em Vigotski.</title>
         <author>wendlerjulianacristina</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1334899739</link>
         <description><![CDATA[<div>Juliana Cristina wendler Alves<br>Polo: Santa Teresa<br> </div><div>Para Vigotski, as potencialidades do individuo devem ser levadas em conta durante o processo de ensino aprendizagem, o contato com uma pessoa mais experiente juntamente com os aspectos histórico cultural, as potencialidades do aprendiz são transformadas em situações que ativam esquemas processuais cognitivos ou comportamentais, e este convívio produz no individuo novas potencialidades, num processo dialético contínuo. <br><br></div><div>Onde para Vigotski,  o desenvolvimento cognitivo do aluno se dá por meio da interação social, no mínimo duas pessoas devem estar envolvidas ativamente trocando experiência e idéias e assim surge o conhecimento. <br><br></div><div>De acordo com Vigotski, esse aprendizado de vê ser sempre mediada pela utilização de instrumentos e signos, de acordo com os conceitos utilizados pelo próprio autor. Como a linguagem falada e a escrita. <br><br></div><div>Para  Vigotski para ocorrer a aprendizagem, a interação social deve acontecer dentro da zona de desenvolvimento proximal (ZDP), que seria a distância existente entre aquilo que o sujeito já sabe, seu conhecimento real, e aquilo que o sujeito possui potencialidade para aprender, seu conhecimento potencial é aquele que ele necessita do auxílio de outros para aplicar. E nesse aprendizado que o professor aparece utilizando estratégias que levem o aluno a tornar-se independente e estimule o conhecimento potencial, de modo a criar uma nova ZDP a todo momento. Sua orientação deve possibilitar a criação de ambientes de participação, colaboração e constantes desafios. <br><br><br>https://www.construirnoticias.com.br/contribuicoes-de-vygotsky-para-a-educacao/<br><br>https://jornadaedu.com.br/praticas-pedagogicas/teoria-de-vygotsky/#:~:text=A%20teoria%20de%20Vygotsky%20aponta,de%20planejamento%20e%20pensamento%20abstrato.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-21 17:23:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Carl Rogers e a humanização do ensino.</title>
         <author>brunamrosario</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1334900030</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Cefor - Bruna Marcelo do Rosário<br><br>Carl Rogers traz para a sala de aula um olhar mais humano e direcionado para o aluno. Fazendo com que nós professores sejamos mais empáticos com os estudantes e proporcionemos um ambiente mais favorável à aprendizagem. <br><br>Dentro dessa perspectiva, ele nos apresenta a <em><mark>Tríade Rogeriana</mark></em> na qual são abordados os seguintes valores: <strong>Empatia</strong> - em que o professor compreende o mundo interno dos estudantes.<br><strong>Aceitação</strong>: capacidade do professor de aceitar o estudante com todas as suas características, entendendo que o ser humano está em processo.<br><strong>Congruência</strong>: estimular o aluno a ser o que se é, sem fingir e se comprometer a ser o que são, como também colocar essa habilidade em prática para si mesmo.<br>É importante destacar que essa teoria centrada no aluno não é um método, mas sim uma concepção de educação em que ajuda a despertar o potencial de desenvolvimento dos estudantes.<br>A tríade Rogeriana aplicada em sala de aula, faz com que os alunos se sintam motivados, se tornem independentes e obtenham discernimento para buscar seu conhecimento. Isso porque o professor possibilita um aprendizado mais convidativo, autônomo e com uma atmosfera afetiva desenvolvida.<br><strong><em>Tudo isso são condições fundamentais para um bom crescimento educacional.</em></strong><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1414-98931988000100018" />
         <pubDate>2021-03-21 17:23:29 UTC</pubDate>
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         <title>A colaboração de Piaget na sala de aula</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1334914171</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Cristina Klippel Dominicini<br>Polo: Serra</mark><br>O cognitivismo desenvolvido por Jean Piaget (1896-1980) afirma que o desenvolvimento do pensamento e da linguagem é resultado da maturação biológica das estruturas cognitivas humanas (COTONHOTO, 2021). Nesta teoria, o desenvolvimento da mente é composto por estágios sucessivos, nos quais o sujeito evolui do pensamento concreto para o pensamento abstrato, conforme mostrado na figura abaixo.</div><div>Na palestra abaixo, a professora Orly Zucatto  da Unicamp, busca analisar a pergunta que Piaget tentou responder: como o ser humano passa de um estado de dependência total, no qual se encontra ao nascer, até um nível de capacidades intelectuais que lhe permitem assimilar as teorias científicas mais sofisticadas.</div><div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=GesqaIK68jo">https://www.youtube.com/watch?v=GesqaIK68jo</a><br>Piaget ainda explorou as seguintes fases de construção de conhecimento: assimilação, acomodação e equilibração. Assim, a teoria de Piaget investigou como novas informações ou situações são assimiladas e acomodadas de acordo com os esquemas de representação da realidade, podendo modificar os esquemas mentais existentes ou criar novos para criar um novo ponto de equilíbrio. <br>O entendimento dessas fases pode ser incluído nas nossas práticas educativas cotidianas para auxiliar na construção de conhecimento dos nossos alunos. Como exemplo, o professor Lino de Macedo da USP, apresenta a teoria de Piaget para os jogos, mostrando como se relacionam o Exercício, a Regra e o Símbolo.</div><div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=_vRgDIWT6Q4">https://www.youtube.com/watch?v=_vRgDIWT6Q4</a><br>É importante ressaltar que a teoria de Piaget não pode ser olhada de forma reduzida. Independente da teoria aplicada (MOREIRA, 2014), um pensamento simples pode não levar em consideração a complexidade de cada cada aluno em sala de aula.<br><strong>Referências</strong></div><div>COTONHOTO, L. A. Teorias de Aprendizagem - Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021. Disponível em: https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961. Acesso em: 21 março 2021.</div><div>MOREIRA, M. A. Teorias da aprendizagem. 2. ed. ampl. Reimp. São Paulo: E.P.U. 2014.Teorias da personalidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-21 17:30:08 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O jogo Torre de Hanói em um contexto psicogenético </title>
         <author>sandrofonsec</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-21 17:52:04 UTC</pubDate>
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         <title>Jean Piaget, o biólogo que colocou a aprendizagem no microscópio</title>
         <author>sandrofonsec</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335021121</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Alegre<br>Sandro Machado Fonseca<br><br>As descobertas de Piaget tiveram grande impacto na pedagogia, mas, de certa forma, demonstraram que a transmissão de conhecimentos é uma possibilidade limitada. Por um lado, não se pode fazer uma criança aprender o que ela ainda não tem condições de absorver. Por outro, mesmo tendo essas condições, não vai se interessar a não ser por conteúdos que lhe façam falta em termos cognitivos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-21 18:22:37 UTC</pubDate>
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         <title>Vygotsky e o Sociointeracionismo: o desenvolvimento da mente como resultado das interações sociais</title>
         <author>kellydominicini</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335062399</link>
         <description><![CDATA[<div>Kelly Cristina Ribeiro da Mota Dominicini<br>Polo: Colatina<br><br>O sociointeracionaismo estabelecido por Lev Semyonovich Vygotsky, pode ser uma excelente contribuição nas práticas pedagógicas das escolas atuais.<br><br></div><div>Uma vez que o sociointeracionismo busca estabelecer uma interação entre o mundo exterior e aquilo que através dele pode ser refletido no desenvolvimento interno de cada indivíduo, dessa interação podemos valorizar os aspectos sociais, culturais e históricos dos estudantes.<br><br></div><div>Em uma sala de aula, por exemplo, tendo por base as concepções do sociointeracionismo, o professor pode valorizar os trabalhos em que os alunos estabelecem interações uns com os outros, contribuindo assim para que cada aluno envolvido nessa atividade em grupo seja também responsável pelo desenvolvimento mental de seus colegas.<br><br></div><div>Vygotsky estabeleceu um conceito central na sua teoria sociointeracionista conhecido por zona de desenvolvimento proximal. Segundo Vygotsky, dentro dessa zona o indivíduo possui dois níveis de desenvolvimento a saber: nível de desenvolvimento real e nível de desenvolvimento potencial.<br><br></div><div>Por nível de desenvolvimento real, grosso modo, é entendido o nível de desenvolvimento das funções mentais que as crianças já desenvolveram no decorrer de certos ciclos de desenvolvimento já consolidados. Em outras palavras, o desenvolvimento real é aquele conhecimento que o indivíduo consegue desenvolver sozinho, sem que haja necessidade de auxílio exterior, tais como pistas, orientações etc.<br><br></div><div>No que se refere ao nível de desenvolvimento potencial, Vygotsky estabelece que este é determinado por sujeitos que solucionam atividades a partir da ajuda de alguém mais capaz, ou com auxílio de pessoas mais experientes.<br><br></div><div>Assim, devidamente conceituada acima a zona de desenvolvimento proximal, os professores podem ser os agentes que podem estar conduzindo as crianças e jovens ao aprendizado. Ademais, os professores também podem identificar desenvolvimentos mentais já consolidados em seus alunos e a partir deles conduzir os estudantes, através de suas orientações, a desenvolverem habilidades e competências que ainda não foram consolidadas, tais como decodificar significados, a interpretar textos e tonalidades da língua, a desenvolverem analogias etc.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-21 18:43:48 UTC</pubDate>
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         <title>As contribuições de Carls Rogers na educação</title>
         <author>iaradiashist</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335132189</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Iara Dias dos Santos<br>Polo Colatina<br><br>Carls Rogers é um dos principais influenciadores da Teoria Humanista, em que a pedagogia é centrada no aluno. De modo que "não podemos inculcar diretamente em outrem um saber ou uma conduta; o que podemos é facilitar sua aprendizagem." (ZIMRING, 2010, p.13).<br><br>Um psicólogo norte-americano que propôs um diferencial na educação.  Para tanto, motivava um processo de ensino e aprendizagem baseado na autorealização, valorização da experiência e interesses do educando.<br>Na teoria rogeriana a aprendizagem não é só acumulação de informações, mas a liberdade de aprender novos conhecimentos. <br><br>O ensino se da através de experiências, descobertas, acolhimento e por meio de um ambiente favorável ao desenvolvimento do educando. O professor passa a ser um facilitador e o aluno o protagonista do processo de ensino e aprendizagem. <br>Assim, o ensino é baseado em uma relação de construção coletiva que leva em consideração a empatia, o ouvir (sem pressão), o autodesenvolvimento e a realização pessoal do aluno.<br><br>As ideais de Cals Roger, a pedagogia renovada não-diretiva, tem grande contribuição no processo educacional por propor um ensino que valoriza o conhecimento do discente. Uma educação mais humanizada, no sentido de se preocupar não apenas com o intelecto, mas com os sentimentos (afetividade) e as experiências de vida do aluno.<br><br><br>Referência:<br>ZIMRING, Fred. Carl Rogers. Tradução e organização: Marco Antônio Lorieri. Recife: Fundação Joaquim Nabuco, Editora Massangana, 2010. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me4665.pdf<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-21 19:21:51 UTC</pubDate>
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         <title>Piaget: Epistemologia Genética</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335138538</link>
         <description><![CDATA[<div>Nicolly Siller Bromerschenkel</div><div>Polo: Centro-Serrano<br><br>São inúmeros os questionamentos presentes no dia a dia da escola, como por exemplo: De que maneira o indivíduo aprende? Como ocorre o processo ensino-aprendizagem? <br><br>De acordo com a teoria piagetiana, a Epistemologia Genética, preocupa-se em esclarecer a ordenação que o indivíduo passa no desenvolvimento das capacidades cognitivas no decorrer da sua vida, especialmente, aquelas que são adquiridas na ação do sujeito com o objeto. </div><div>Piaget, publicou sua teoria cognitiva, na qual revelou os quatro estágios de desenvolvimento cognitivo no ser humano: 1) sensório-motor (de 0 a 2 anos); 2) pré-operatório (de 2 anos até 6 ou 7 anos); 3) operatório concreto (de 7 ou 8 anos até 11 ou 12 anos) e; 4) operatório formal (de 11 ou 12 anos em diante). </div><div><br>1)      SENSÓRIO-MOTOR: O estágio sensório-motor inicia-se com o nascimento da criança e se caracteriza pelos reflexos ou mecanismos hereditários. O bebê não faz o uso da linguagem ainda, período conhecido como o da “inteligência prática”.</div><div><br>2)      PRÉ-OPERATÓRIO: Inicia-se com o aparecimento da linguagem: a criança passa a acrescentar a todas as suas ações concretas do período anterior a capacidade de reconstituir ações passadas e antecipar ações futuras por meio da representação verbal.</div><div><br>3)      OPERATÓRIO CONCRETO: A criança começa a formar conceitos de tempo, espaço, velocidade, ordem e casualidade, sendo capaz de relacionar diferentes aspectos e abstrair dados da realidade. Possui lógica consistente e habilidade de solucionar problemas concretos.</div><div><br>4)   OPERATÓRIO FORMAL: A criança chega ao mundo das operações formais. Essas novas operações aparecem pela generalização progressiva a partir das precedentes e a principal característica desta fase consiste em poder realizar estas operações sobre hipóteses e não somente sobre objetos.</div><div><br>A preocupação dos estágios piagetianos, faz com que reflitamos sobre as Teorias da Aprendizagem, no qual evidencia que a Teoria de Piaget seja a mais completa, tendo em vista que abrange a aquisição de conhecimentos pelo homem desde o nascimento até a fase adulta, bem como visa responde quais são esses processos.</div><div> </div><div><strong>REFERÊNCIAS</strong></div><div><br><strong>Contribuições da psicologia de Jean Piaget para a Educação</strong>: teoria da epistemologia genética. Disponível em &lt;<a href="https://siteantigo.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/contribuicoes-da-psicologia-de-jean-piaget-para-a-educacao-teoria-da-epistemologia-genetica/54079">https://siteantigo.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/contribuicoes-da-psicologia-de-jean-piaget-para-a-educacao-teoria-da-epistemologia-genetica/54079</a>&gt; Acesso em: 21 de março de 2021</div><div> </div><div>COTONHOTO, Larissy Alves. <strong>Teorias de Aprendizagem - Ambiente Virtual de Aprendizagem</strong>. Ifes: Vitória. 2021. Disponível em: &lt;<a href="https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961">https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961</a>&gt; Acesso em: 21 março 2021.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-21 19:25:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Piaget e Vygotsky e suas resoluções que contribuem na prática pedagógica </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335170368</link>
         <description><![CDATA[<div>Silvia Letícia Candida <br>Polo Vitória<br><br>Piaget e Vygotsky desenvolveram teorias cognitivas que contribuíram o campo educacional, na contemporaneidade há quem diga que os trabalhos realizados por eles seguem caminhos diferentes enquanto outros interpretam que existam semelhanças entre as teses. <br><br>Piaget (1982) acreditava que as crianças se desenvolveriam por conta própria criando problemas e confrontando - os. Mas isso só aconteceria se houvessem condições didáticas possíveis. Partindo do pressuposto de que o confronto provoca o pensamento. Esses seguiriam uma sequencia acompanhando os "estágios" em que cada criança estivesse.  <br>Vygotsky (1984) acredita que nem sempre o aprendizado precisa de intervenção pedagógica, a criança não precisa ter uma aula para identificar a função de uma cadeira, porém a interação com o meio fará com que se desenvolva, esse aconteceria dentro da "zona de desenvolvimento proximal", sendo o que a criança consegue realizar sozinha e o que acontece com a intervenção de um adulto.<br><br>Os estudos quanto ao desenvolvimento e a aprendizagem fizeram com que o processo de ensino = aprendizagem fosse repensado e discutido continuamente, buscando sempre nortear planejamentos ao refletir sobre como esse acontece nas crianças, embasando a prática pedagógica.<br><br>Referências <br>R. bras. Est. pedag., Brasília, v. 80, n. 194, p. 5-18, jan./abr. 1999.<br>DAMIANI, Magda Floriana e Rita de Araujo. Neves Vygotsky e as teorias da aprendizagem.  UNIrevista - Vol. 1, n° 2 : (abril 2006) <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-21 19:42:56 UTC</pubDate>
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         <title> 4 estágios segundo Jean Piaget</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335203757</link>
         <description><![CDATA[<div>Lídia Oliveira Viana.<br>Polo: Itapina.<br>Jean Piaget (1896-1980), ele chegou a quase se tornar  sinônimo da pedagogia, na metade do século 20, porém não atuou como pedagogo.<br><br></div><div>Segundo Piaget a criança até chegar na adolescência passa por 4 estágios:<br><br></div><div>0-2 Anos: Sensório Motor Esta é a fase em que a criança começa a refletir sobre si mesmo de maneira básica, os períodos prazerosos de sua vida, é a fase antes da linguagem, mas mesmo assim a criança começa a trabalhar suas percepções.<br><br></div><div>2-7 Anos: Estágio pré-operacional fase com que a criança consegue falar mais claramente, porém ainda se encontra pensando em si mesmo;<br><br></div><div>7-12 Anos: Estágio Pré-operacional a criança consegue reverter suas ações, a criança já está mais autônoma e consegue pensar logicamente, consegue ter habilidade para diferenciar os objetos ou até mesmo discriminar. Sabe diferenciar o tempo e os números sem se perder.<br><br></div><div>12 Anos Estágio das Operações Formais: A criança já está entrando na fase adulta, está mais evoluída em relação ao cognitivo, tem a dominação do pensamento lógico e dedutivo, faz com que a criança tenha habilidade de raciocinar hipóteses e relacionar conceitos abstratos.  <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-21 20:01:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>As contribuições de Jean Piaget para a educação</title>
         <author>luanaroncati</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335280373</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br></strong>Luana Roncati da Silva<br>Polo: Alegre<br><br>Jean Piaget considera 4 fatores essenciais para o desenvolvimento da criança, são eles: Biológico, experiências e exercícios, interações sociais e equilibração das ações. <br><br>Para Piaget, existem dois mecanismos para a elaboração de esquemas, sendo eles a assimilação e acomodação. A assimilação  ocorre quando novas experiências e informações são introduzidas na estrutura cognitiva da criança, não havendo modificações em suas estruturas mentais, na acomodação a criança modifica suas estruturas cognitivas para enfrentar o novo. Quando esses mecanismos ocorrem, a criança encontra-se em estado de acomodação. <br><br>Piaget vem dizer que o processo de aprendizagem ocorre através da interação do homem com o meio, a carga genética e o ambiente são grandes influenciadores neste processo, e a medida em que o homem é desafiado pelas condições do meio em que vivencia a aquisição de conhecimento ocorre. <br>A obra descrita pelo biólogo, permite algumas escola a elaborarem seu planejamento de acordo com estágios de desenvolvimento da criança, lembrando que o biólogo ressalta que o processo de aprendizagem não significa apenas transmissão de conhecimentos. Escolas de Educação Infantil, utilizam muito os estágios desenvolvimento descrito por Piaget, mas ele deixa bem claro que não existem receitas para sala de aula. Através dos estágios, serão propiciados experiências para as crianças, sendo estas voltadas para seu desenvolvimento. Para ele, o professor deve orientar os estudantes no caminho da aprendizagem, de forma a favorecer a autonomia no aprender. A sala de aula deve ser enriquecida com atividades que englobem discussão, reflexão e tomada de decisões; os alunos são os responsáveis pela defesa, pela justificativa e pelas ideias, sendo que o professor deve criar desafios que façam sentido para seus alunos, afim de desenvolver sua criticidade. <br>E quais são os estágios de desenvolvimento descritos por Piaget? <br><br>Sensório motor (0 a 2 anos): Caracteriza-se por uma atividade cognitiva que se baseia essencialmente na experiência imediata através dos sentidos. Acontece o desenvolvimento da permanência do objeto, ou seja, a criança compreende que existem coisas fora do seu campo de visão. <br>Pré-operatório (2 a 7 anos): O pensamento sofre uma transformação qualitativa em função das modificações gerais da ação. A criança não depende mais de sensações e dos seus movimentos, a criança se torna egocêntrica; existe explosão de linguagem; ausência de noção de conservação; fase dos porquês. Neste estágio a criança possui uma mente muito imaginativa. <br>Operatório concreto (7 a 11 anos): Caracteriza-se por uma capacidade lógica de compreender o mundo, por novas formas de organização e pelo surgimento de novas estruturas. Ocorre a diminuição das atitudes egocêntricas e o pensamento se torna reversível. <br>Operatório formal (11 anos em diante): Neste estágio, o sujeito é capaz de utilizar um pensamento hipotético-dedutivo que lhe permite raciocinar sobre conceitos que implicam um elevado grau de abstração, ou seja, nesse estágio irá ocorrer a construção do pensamento abstrato. <br><strong>Referências</strong><br>Nova escola. Jean Piaget, o biólogo que colocou a aprendizagem no microscópio. Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/1709/jean-piaget-o-biologo-que-colocou-a-aprendizagem-no-microscopio. Acesso em: 20/03/2021. </div><div><br>FOSSILE, Dieysa K. Construtivismo versus sociointeracionismo: uma introdução às teorias cognitivas. <em>Revista Alpha</em>, Patos de Minas, UNIPAM. 2010. Disponível em: https://livrozilla.com/doc/1310117/construtivismo-versus-s%C3%B3cio-interacionismo--uma---alpha. <br><br>VIEIRA, F.; LINO, D. <strong>As contribuições da teoria de Piaget para a pedagogia da infância. </strong>In OLIVEIRA-FORMOSINHO, J.; KISHIMOTO, T.M.; PINAZZA, M.A. (org) Pedagogia (s) da infância: Dialogando com o passado, construindo o futuro. Porto Alegre: Artmed, 2007.</div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-21 20:45:51 UTC</pubDate>
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         <title>As contribuições de Vigotski para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem.</title>
         <author>najapita</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335292975</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Najara Santana Pita - Polo Viana<br><br></div><div>Inicialmente, destacamos que Vigotski, em seus estudos, pensa o psiquismo em todas as suas dimensões e não necessariamente em uma psicologia escolar ou didática especificamente. Então, em sua obra encontraremos, por exemplo, tópicos de personalidade, atendimento clinico e neuropsicologia. E essa observação é importante para que entendamos que os elementos da psicologia são um arcabouço teórico do processo pedagógico, assim, não podemos deixar de levar em consideração a necessidade de fundamentos pedagógicos para se aliarem com a pisicologia.</div><div>Os estudos deixados por Vigotski compõe o que chamamos hoje de psicologia sócio-histórica, segundo a qual “o desenvolvimento humano se dá em relação nas trocas entre parceiros sociais, através de processos de interação e mediação.  “ (RABELO; PASSOS)<br><br></div><div>A perspectiva de Vigotsky apresenta como característica a mediação simbólica. Neste contexto toda a aprendizagem se dá através das inter-relações do indivíduo com seu ambiente histórico e os outros.<br> A relação entre linguagem e pensamento e, a interação com outros indivíduos, gera a aculturação que fomenta o conceito de desenvolvimento proximal, ou seja, a possibilidade da passagem de uma capacidade potencial para uma capacidade real de aprendizagem. O desenvolvimento é decorrente da aprendizagem e não o contrário. Para Vygotsky a cada construção de aprendizagem, o indivíduo se torna mais participante do processo histórico, social e cultural. A retenção da aprendizagem se dá em função do significado que esta tem para o universo do sujeito.<br><br><br><br></div><div><strong>Mas de que maneira a psicologia sócio-histórica auxilia o professor em sua prática pedagógica? </strong></div><div><br><br></div><div>O professor conhece o sujeito (estudante), identificando aquilo que a criança já sabe fazer, o seu conhecimento de mundo e o que pode fazer. Conhecendo a proposta da psicologia sócio-histórica deve compreender como se dá o desenvolvimento nessa perspectiva, conhecendo as funções psicológicas que estão em evidencia naquele momento, assim, ele é capaz de identificar e atuar na zona de desenvolvimento proximal, se adiantando ao desenvolvimento do aluno, e produzindo avanços que não ocorreriam de forma espontanea. “O professor pode interferir no processo de aprendizagem do aluno e contribuir para a transmissão do conhecimento acumulado historicamente pela Humanidade.” (NEVES; DAMIANI, 2006)</div><div><br>Deixo anexo uma representação que achei interessante sobre os conceitos de Zona de desenvolvimento real, proximal e potencial.</div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><strong>Referencias: </strong></div><div><br><br></div><div>RABELLO, E.T. e PASSOS, J. S.<strong> Vygotsky e o desenvolvimento humano. </strong>Disponível em &lt;http://www.josesilveira.com&gt; Acesso em: 21 de março de 2021.</div><div><br><br></div><div>NEVES, Rita de Araújo, DAMIANI, Magda Floriana. <strong>Vygotsky e as teorias da aprendizagem</strong>. UNIrevista (UNISINOS), São Leopoldo, v. 1,n.2, p. 1-10, 2006. Disponível em: &lt;https://ava.cefor.ifes.edu.br/pluginfile.php/1076698/mod_resource/content/2/Vygotsky%20e%20as%20teorias%20da%20aprendizagem.pdf&gt;  Acesso em: 21 de março de 2021<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-21 20:53:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Piaget e Vigotski e as contribuições no campo educacional </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335322371</link>
         <description><![CDATA[<div>Silvia Letícia Candida <br>Polo Vitória<br><br>Piaget e Vygotsky desenvolveram teorias cognitivas que contribuíram o campo educacional, na contemporaneidade há quem diga que os trabalhos realizados por eles seguem caminhos diferentes enquanto outros interpretam que existam semelhanças entre as teses. <br><br>Piaget (1982) acreditava que as crianças se desenvolveriam por conta própria criando problemas e confrontando - os. Mas isso só aconteceria se houvessem condições didáticas possíveis. Partindo do pressuposto de que o confronto provoca o pensamento. Esses seguiriam uma sequencia acompanhando os "estágios" em que cada criança estivesse.  <br>Vygotsky (1984) acredita que nem sempre o aprendizado precisa de intervenção pedagógica, a criança não precisa ter uma aula para identificar a função de uma cadeira, porém a interação com o meio fará com que se desenvolva, esse aconteceria dentro da "zona de desenvolvimento proximal", sendo o que a criança consegue realizar sozinha e o que acontece com a intervenção de um adulto.<br><br>Os estudos quanto ao desenvolvimento e a aprendizagem fizeram com que o processo de ensino = aprendizagem fosse repensado e discutido continuamente, buscando sempre nortear planejamentos ao refletir sobre como esse acontece nas crianças, embasando a prática pedagógica.<br><br>Assim, com as teorias a formação docente é orientada de forma apensar no processo e a escola se tornou um espaço que propicia auxílio a passagem dos estágios pelas crianças.<br><br>Referências <br>R. bras. Est. pedag., Brasília, v. 80, n. 194, p. 5-18, jan./abr. 1999.<br>DAMIANI, Magda Floriana e Rita de Araujo. Neves Vygotsky e as teorias da aprendizagem.  UNIrevista - Vol. 1, n° 2 : (abril 2006) <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-21 21:11:55 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>As concepções de Carl Rogers para a educação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335324624</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Maria Claudia Lima Couto<br>Polo Piúma<br><br>Carl Ransom Rogers (1902-1987) é considerado o mais influente teórico no campo das teorias humanísticas e da personalidade. Segundo as concepções do pesquisador a ensino deve ser centrado no aluno, o qual é o ator do seu processo de aprendizagem e o professor deve ser um educador-facilitador, que tenha desejo de ensinar por meio do diálogo e negociação, estimulando o aluno a buscar conhecimento e não se tornar um mero acumulador de informações.</div><div> </div><div>Os métodos de ensino não devem ser únicos e se devem buscar formas variadas de interação. O processo de aprendizagem deve ser singular e significativo. Para Rogers o ensino centrado no estudante deve ser baseado no conceito de “não-diretividade. Nesse processo o professor precisa ser capaz de acolher e compreender seu aluno com estima, e empatia. </div><div> </div><div>A escola por outro lado deve dar suporte a este processo e proporcionar um ambiente favorável, onde estudante e professores se sintam livres para novas descobertas, sem sofrer pressões ou censuras externas.<br><br><strong>Referências</strong></div><div>LIMA, L. D. DE;  BARBOSA, Z. C. L; PEIXOTO,S. P. L. Teoria humanista: Carl Rogers e a educação. <strong>Ciências Humanas e Sociais. Alagoas</strong>. v. 4,  n.3, p. 161-17, Maio 2018. Disponível em: <a href="https://periodicos.set.edu.br/fitshumanas/article/view/4800/2804">https://periodicos.set.edu.br/fitshumanas/article/view/4800/2804</a>. Acesso em: 20 mar. 2021. </div><div> </div><div>ZANETTI NETO, G.  <strong>Tendências Pedagógicas</strong> - Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021. Disponível em: <a href="https://ava.cefor.ifes.edu.br/pluginfile.php/1254719/mod_resource/content/3/Texto%20Base%20-%20Tende%CC%82ncias%20Pedago%CC%81gicas.pdf">https://ava.cefor.ifes.edu.br/pluginfile.php/1254719/mod_resource/content/3/Texto%20Base%20-%20Tende%CC%82ncias%20Pedago%CC%81gicas.pdf</a> Acesso em: 20 mar. 2021. </div><div> <br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/534012683/d55d2883f37a0b73f4d7ef6e78f60fdb/Cal_Roges.jpg" />
         <pubDate>2021-03-21 21:13:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ninguém é só uma ilha! O sociointeracionismo de Vigotski.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335328645</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Rodolfo Giacomim Mendes de Andrade</em></strong></div><div><strong><em>Polo: Serra</em></strong></div><div>O histórico das teorias de aprendizagem traz diversos modelos que discorrem de forma generalizada sobre a formação do sujeito psicológico (COTONHOTO, 2021). Geralmente esses modelos abordam alguns aspectos (e.g., cognitivo, afetivo, sócio-cultural e biológico), que não podem ser aplicados de forma reducionista sem considerar as particularidades do aluno.<br><br>No sociointeracionismo proposto por Lev Semyonovich Vygotsky (1896-1934), a mediação do professor tem papel fundamental para intermediar o estudante e a aquisição do conhecimento (COTONHOTO, 2021). Neste caso, existe a distância entre o desenvolvimento real, que caracteriza o estágio atual do estudante, e o desenvolvimento potencial, que define o estágio que o estudante pode alcançar pela mediação do professor.<br><br></div><div>O link abaixo faz um resumo sobre Lev Vigotski e as suas ideias que influenciaram o pensamento sobre educação, principalmente sobre o desenvolvimento da linguagem. O vídeo ressalta que, para Vygotsky, existia uma relação de dependência entre o desenvolvimento cognitivo e o meio social.</div><div>https://www.youtube.com/watch?v=_BZtQf5NcvE<br>Para Vygotsky, o professor cria Zonas de Desenvolvimento Proximal (ZDP's), atuando como elemento de intervenção e ajuda. Assim, o professor media o desenvolvimento dos alunos e provoca avanços que não ocorreriam sem a sua intervenção (NEVES E DAMIANI, 2006). A figura abaixo exemplifica esses conceitos.<br>Dessa forma, usando a teoria de Vygotsky podemos entender como nós professores podemos interferir no processo de aprendizagem do aluno e contribuir para a formação do conhecimento e fazer com que o desenvolvimento real de cada aluno possa se aproximar do ser desenvolvimento potencial.</div><div><strong>Referências</strong></div><div>COTONHOTO, L. A. Teorias de Aprendizagem - Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021. Disponível em: https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961. Acesso em: 21 março 2021.</div><div>NEVES, Rita de Araújo; DAMIANI, Magda Floriana. Vygotsky e as teorias da aprendizagem. UNIrevista. v. 1, n. 2, abr. 2006.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://psicoeduca.com.br/images/psicoartigo/zonas-desenvolvimento-vygotsky.jpg" />
         <pubDate>2021-03-21 21:16:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Jean Piaget – 4 estágios da criança até a adolescência</title>
         <author>wandreacremonini</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335337468</link>
         <description><![CDATA[<div>Wandréa Cremonini Pedroza Raposo Daré.<br>Polo: Piúma/ES.<br>Jean Piaget (1896-1980), defendia a tese de que a criança passava por 4 estágios, antes de chegar na adolescência, vejamos: <br> </div><div>Sensório Motor (0 a 2 anos): Fase em que a criança conhece a si mesma, tudo o que pega coloca na boca, e esta é uma forma de conhecer o mundo a sua volta. Trata-se de uma fase antes linguagem, ela apenas balbucia algumas palavras. </div><div> </div><div>Estágio Pré-operacional (2 a 7 anos): É quando a criança consegue se expressar melhor, pois fala mais claramente, contudo, reflete sobre si mesma. <br> </div><div>Estágio Pré-operacional (7 a 12 anos): Nesta fase a criança já é mais autônoma, manifesta suas opiniões, pensa com mais lógica, é empírica, reflete melhor suas atitudes, diferencia caracteres.</div><div> </div><div>Estágio das Operações Formais (12 anos): É o início da fase adulta. Seu cognitivo está mais apurado, pensa de forma mais lógica. A criança desenvolve habilidades e conceitos abstratos.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-21 21:22:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>wandreacremonini</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335341272</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-21 21:25:28 UTC</pubDate>
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         <title>Aprendizagem Significativa de Carl Rogers</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335345040</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-21 21:28:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335345040</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aprendizagem Significativa de Carl Rogers</title>
         <author>lucineias2leo</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335347751</link>
         <description><![CDATA[<div>Lucinéia Soares da Silva Assimakopoulos - Polo Itapina<br><br>A partir de seus estudos com a Aprendizagem Centrada da Pessoa (ACP) Carl Rogers deixou grandes contribuições para o campo da educação, pois tais estudos nos levam a entender que o educador precisa ser facilitador da aprendizagem do aluno, ao passo que “[...] O aluno deve ser estimulado a buscar o sucesso na sua busca por conhecimento para não se tornar um mero acumulador de informações” (LIMA; BARBOSA; PEIXOTO, 2018, p. 164).<br>Nesse sentido, o vídeo produzido por Ifes (2021) a respeito das pesquisas de Rogers nos leva a entender que o professor precisa criar ambientes convidativos facilitando a aprendizagem para que ela venha carregada de significados, para isso segundo Rogers é preciso haver empatia (exercitando diariamente a capacidade de se colocar no lugar do outro), a congruência (se aceitar como é, ser autêntico) e a aceitação positiva incondicional (aceitar o aluno sem estigmatizá-lo, somos seres inacabados).<br><br>Costa e Fernandes (2020, p. 23) citando as contribuições de Rogers explanam que,</div><div>"[...] Ele busca definir os elementos envolvidos nessa aprendizagem significativa ou experiencial: envolve a pessoa como um todo, tanto sob o aspecto sensível quanto sob o cognitivo; é autoiniciada e mesmo que o primeiro impulso seja externo à descoberta, o alcançar, o compreender vem de dentro; é penetrante e suscita mudanças no comportamento, nas atitudes e mesmo na personalidade do aprendiz ou da aprendiz; é avaliada pelo educando ou pela educanda, pois ele(a) é quem sabe se está indo no caminho do que deseja saber, do que necessita aprender em atenção à sua ignorância; o significado é a sua essência e se dá na sua experiência como um todo".<br><br>Dito isso o processo de aprendizagem precisa estar centrado no aluno e o professor pode ser o facilitador dessa aprendizagem criando ambientes favoráveis, aulas dinamizadas, que agucem a curiosidade para a busca de conhecimento, promovendo o crescimento cognitivo a partir das interações sociais e das experiências adquiridas com o outro.<br><br></div><div>A figura 1 a seguir representa uma explanação do que é e quais fatores determinam a aprendizagem significativa de Rogers para a educação.<br><br><br><strong>Referências<br></strong><br></div><div>IFES, Cefor. <strong>Carl Rogers e a educação:</strong> Teoria Humanista. Vídeo (9 min 50 s) produzido pelo Centro de Referência em Formação e em Educação a Distância (Cefor) do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), www.cefor.ifes.edu.br., 09 mar. 2021. Disponível em: &lt;https://www.youtube.com/watch?v=MyAlsYo_7fw&gt;. Acesso em: 20 mar. 2021. <br><br></div><div>COSTA, C. M.; FERNANDES, R. S. Aprendizagem centrada na pessoa: a atualidade da proposta educacional de Carl Rogers. <strong>Comunicações</strong>, v. 27, n. 2, p. 21-40, maio-ago. 2020.<br><br></div><div>LIMA, L. D.; BARBOSA, Z. C. L.; PEIXOTO, S. P. L. Teoria Humanista: Carl Roges e a educação.<strong>Caderno de Graduação-Ciências Humanas e Sociais-UNIT-ALAGOAS</strong>, v. 4, n. 3, p. 161, 2018.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-21 21:30:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vygotsky e a EJA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335374508</link>
         <description><![CDATA[<div>Lucillo de Souza Jr.<br>Polo Piúma<br><br><br>Na Educação de Jovens e Adultos percebemos que os alunos chegam à sala de aula com saberes adquiridos na interação com o meio social que vivem. Podemos citar as/os alunas/alunos trabalhadoras/trabalhadores e seus saberes profissionais, as/os adolescentes que são enviados à EJA após inúmeras reprovações e seus saberes escolares, as/os idosas/idosos que buscam a escola como espaço de socialização e seus cuidados com os mais novos. <br><br></div><div>Todos esses saberes foram constituídos por elas/eles em suas relações com o cotidiano. Para essa construção foi necessário refletir sobre cada ação e decisão a ser tomada dentro do grupo social ao qual faz parte.<br><br></div><div>Essas relações, ao adentrar o espaço escolar, são o suporte e o ponto de partida para o início do trabalho a ser desenvolvido. Esse conhecimento necessita receber a devida atenção da/do professora/professor para atrair a atenção das/dos estudantes. Também precisamos mostrar que estes conhecimentos, ao adentrar o espaço escolar, é passível de aprofundamento e ampliação e esse movimento será feito pela interação entre os conhecimentos escolares e os conhecimentos tragos pelas/pelos estudantes.<br><br><br><br>Fonte: Vargas, P. G.; Gomes, M. F. C..  <strong>Aprendizagem e desenvolvimento de jovens e adultos: novas práticas sociais, novos sentidos. </strong>Revista Educação e Pesquisa. São Paulo. Abril, 2013. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/ep/2013nahead/aop937.pdf. Acessado: 20/03/2021<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-21 21:48:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os processos de assimilação, acomodação e adaptação para o desenvolvimento cognitivo de acordo com Piaget.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335377821</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Polo Itapina - Cristiano Ruy Boguski<br></em><br></div><div>Com sua formação na área da psicologia, Piaget buscava sempre relacionar os processos mentais com elementos orgânicos no desenvolvimento cerebral. Ele postulava que o processo de inteligência não se dava por eliminação, mas sim mudanças nas características da criança. Como Piaget era psicólogo e não pedagogo, o mesmo não postulou sobre teorias de aprendizagem, pois o mesmo se interessava em descrever como a aquisição do conhecimento se dava, quais mecanismos eram necessários para que o conhecimento fosse construído. Pra ele, a aprendizagem dependia do desenvolvimento cognitivo do indivíduo. Apesar de descrever que os processos de formação do conhecimento e da inteligência são constantes e ocorrem durante toda a vida, Piaget dividiu a formação inicial da indivíduos em 4 estágios, nos quais a formação do conhecimento é diferente de acordo com a idade do indivíduo da infância à adolescência. Essa seriação da aprendizagem é explicada por ele, através dos processos orgânicos para que a assimilação ocorra em cada fase do desenvolvimento. Para ele, a escola tradicional erra quando entrega os conteúdos de forma direta para seus alunos. Segundo seus pensamentos, a criança necessita ser estimula/desafiada, para crie estratégias de aprendizagem vinculadas à um processo de assimilação-acomodação, e a partir disso, haja a formação do conhecimento. Ao descrever como o processo de formação do conhecimento acontecia, Piaget sempre discutia sobre os processos de assimilação, acomodação e adaptação ou equilíbrio. A assimilação ocorre quando um indivíduo é exposto à uma situação, e a partir dela, cria uma sequência de mapas mentais de investigação. Esses mapas podem ser descartados ou aceitos, de acordo com a interação e a perspectiva sobre a realidade. Em seguida ocorre o processo de adaptação, onde o indivíduo assimila o conhecimento, reestruturando seus conjuntos de ideias, acontecendo assim o desenvolvimento cognitivo. A última etapa é a adaptação, que seria o ponto de equilíbrio entre a assimilação e a acomodação, uma vez que o desenvolvimento cognitivo e constante, esse equilíbrio é frequentemente deslocado para um dos lados, buscando sempre a acomodação.<br><br></div><div>O vídeo a seguir apresenta um resumo sobre as principais ideias de Piaget.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=qDol8n6jsFA&amp;t=160s" />
         <pubDate>2021-03-21 21:51:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>edirleiaribeirodeoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335422015</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>As contribuições de Piaget, Vigotski e Rogers para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos.<br>Polo de Viana - Edirleia Ribeiro</strong></div><div> </div><div>Conforme esclarece Vieira e Lino (2007), Jean Piaget, por meio de seus estudos na área da biologia concluiu que o desenvolvimento biológico é um processo de adaptação ao meio em que vive o indivíduo, que depende da sua maturação tanto quanto das condições desse meio. O cientista leva esta concepção para estudos sobre o desenvolvimento humano, especialmente o cognitivo.</div><div>"Especialmente orientada para descrever e identificar os modos ou as formas de conhecer e pensar que emergem ao longo da octogênese humana, a teoria de Piaget dirige-se também para aspectos do desenvolvimento moral, linguístico e afetivo, concebendo-os sempre em estreita ligação com o desenvolvimento cognitivo " (VIEIRA; LINO, 2007, p. 199).</div><div> <br><br></div><div>Um dos conceitos mais importantes na teoria de Vygotsky é o de Zona de Desenvolvimento Proximal. O que significa esse conceito? Vygotsky afirma que, em qualquer pessoa, existem dois níveis de desenvolvimento: um nível de desenvolvimento efetivo, indicado pelo que o sujeito pode realizar sozinho e um nível de desenvolvimento potencial, indicado pelo que o indivíduo pode realizar com ajuda de outra pessoa mais velha ou mais experiente. As teorias de desenvolvimento, em geral, estudam somente o desenvolvimento efetivo, isto é, aquele que já ocorreu. A Zona de Desenvolvimento Proximal (zdp) mede exatamente a distância entre esses dois níveis, o efetivo e o potencial. É portanto, um guia para indicar como podemos interferir no desenvolvimento de uma pessoa e modificá-lo. Com isso, Vygotsky não quer dizer que devemos tutelar a criança totalmente, mas, que o desenvolvimento é resultado da interação da criança com o meio social em que está inserido e, se conhecermos melhor esse processo, teremos condição de intervir sobre o desenvolvimento da criança de modo a ajudá-la.</div><div>Qual a importância desse conceito? Segundo Oliveira (1993), a Zona de Desenvolvimento Proximal é fundamental por duas razões. Primeiramente, porque não é toda criança que vai se beneficiar de uma intervenção. Se ela não houver atingido a zdp, nenhuma intervenção será eficiente. Uma criança que ainda não compreendeu a função da escrita não será capaz de utilizá-la, embora possa aprender as letras. É somente quando percebe que a escrita é utilizada para registrar informações, que a criança pode se desenvolver de modo significativo com ajuda externa.</div><div> <br><br></div><div>No âmbito da educação, destaco a sua contribuição com os alicerces da psicologia não-diretiva. Nessa esfera, Rogers pondera que um dos objetivos da educação deveria ser mais a capacitação do aluno a aprender a lidar com dispostos atuais, descobrindo novas respostas, do que se apropriar de conteúdos acumulados por gerações pregressas.</div><div>O autor ainda defende que, por natureza, o indivíduo tende à procura por seu aprimoramento pessoal, ou seja, tem vocação, inclina-se à aprendizagem. Essa tendência estaria no cerne da motivação da espécie humana.</div><div>Ainda de acordo com Rogers, a educação “seria um encontro entre pessoas a fim de vivenciarem experiências significativas onde seriam criadas condições facilitadoras da aprendizagem do estudante com o objetivo de liberar sua capacidade de autoaprendizagem” (MACHADO et al., p. 216).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-21 22:22:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Contribuições de Vygotsky para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos alunos.</title>
         <author>rosangelalangam</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335442240</link>
         <description><![CDATA[<div>Rosangela Maioli Langa. <br>Polo: Centro-Serrano. <br><br>O Teórico bielo-russo Lev Semyonovich Vygotsky, nasceu em 1896 e morreu precocemente antes de completar 38 anos, em 1934. Embora sua vida tenha sido curta, deixou vários estudos sobre a aprendizagem e desenvolvimento humano que norteiam diferentes pesquisadores pelo mundo. </div><div> </div><div>Apesar desses estudos serem voltados para a área psicológica e não pedagógica educacional, eles são fundamentais para compreender como ocorre o processo de aprendizagem. A partir desse entendimento, pode-se pensar e planejar formas de intervenção para facilitar e mediar o processo de ensino no ambiente escolar.</div><div> </div><div>Vygotsky afirmava que a aprendizagem “não era uma mera aquisição de informações, não acontecia a partir de uma simples associação de ideias armazenadas na memória, mas era um processo interno, ativo e interpessoal.” (NEVES, R. A; DAMIANI, M. F. 2006, pág. 1). </div><div> </div><div>Assim, constitui-se como principal pensador da teoria sociointeracionista, destacando o papel da linguagem, o pensamento da criança e a influência do meio social no processo de ensino-aprendizagem.  Vygotsky, assegura a existência de uma inter-relação entre o desenvolvimento cognitivo, a dimensão biológica do sujeito e prega que o desenvolvimento cognitivo é dependente do meio social. (COTONHOTO, 2021).</div><div> </div><div>Entre os principais conceitos criados, pode-se destacar a Zona de Desenvolvimento Proximal, os processos de assimilação, acomodação e equilibração.</div><div> </div><div>O conceito de Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP), é a distância entre o conhecimento real e o conhecimento potencial de cada indivíduo durante o processo de aquisição de conhecimentos.  É através da criação dessa Zonas que o professor atua mediando a aprendizagem “de forma explícita, interferindo no desenvolvimento do aluno, provocando avanços que não ocorreriam espontaneamente.” (NEVES, R. A; DAMIANI, M. F. 2006, pág. 9).  Assim, é fundamental que o docente conheça seus alunos e possa escolher metodologias e técnicas pedagógicas que mais se adequam a realidade de cada indivíduo. <br><br><strong>Referências Bibliográficas</strong></div><div>COTONHOTO, Larissy Alves. <strong>Teorias de Aprendizagem</strong> - Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021. Disponível em: https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961. Acesso em: 08 de março 2021.<br><br></div><div>NEVES, R.A; DAMIANI, M.F. <strong>Vygotsky e as teorias da aprendizagem.</strong> In: UNIrevista. Rio de Janeiro, Vol. 1, n° 2: abril 2006.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-21 22:38:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335442240</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Alcione de Almeida Alves Polo-Alegre</title>
         <author>alcioneaalmeidaalves10</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335442591</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Contribuição de Piaget para as práticas pedagógicas</strong><br>Jean Piaget foi um biólogo e psicólogo suíço que se dedicou a investigar como se dá a<br>construção do conhecimento, através da observação de crianças desenvolveu a teoria da<br>Epistemologia Genética, segundo ele o ser humano passa por 4 estágios de<br>desenvolvimento, desde a infância até a adolescência, quando atingem a capacidade total<br>de raciocínio.<br>Esses estágios são:<br>Sensório-motor: compreende o período desde o nascimento até os 2 anos, nesta fase a<br>criança começa a se perceber, desenvolve a coordenação motora, capacidade de ordenar<br>objetos e perceber características;<br>Pré-operatório: entre 2 a 6-7 anos, fase de construção da linguagem;<br>Operatório-concreto: entre 7 e 11-12 anos nesta fase a criança começa a enxergar o<br>outro, dissolvendo o pensamento egocêntrico, tem uma compreensão de espaço;<br>Operações-formais: dos 12 anos até se tornar adulto, se consolida o pensamento<br>científico e o raciocínio lógico.<br>Para Piaget, essa construção do conhecimento se dá através da Assimilação (maneira<br>pela qual processamos as informações de acordo com a realidade que vivemos);<br>Acomodação (à medida que recebemos novas informações nossas as estruturas mentais<br>são modificadas ou acrescidas de novas informações); Equilibração (considera o<br>equilíbrio entre assimilação e acomodação).<br>Mesmo não tendo uma formação em pedagogia Piaget influenciou diretamente os<br>métodos pedagógicos, seus estudos orientam para as práticas docentes se tornarem mais<br>eficientes, discriminando conteúdos de acordo com a capacidade cognitiva dos<br>estudantes em conformidade com a idade e fase que eles se encontram.<br><br>Referência:<br>DA NÓBREGA, Eliza Viegas Brilhante. VYGOTSKY E PIAGET: UMA VISÃO PARALELA.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-21 22:38:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> As contribuições de Carl Rogers no processo ensino e aprendizagem.</title>
         <author>deysefsousa</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335484940</link>
         <description><![CDATA[<div>Deyse F. de Sousa  - Polo Viana<br><br>O humanismo parte do preceito de que o homem está no centro de todos os interesses, desta maneira, o professor integra-se efetivamente no ambiente escolar em que atua, de modo a se constituir em agente educador, cabendo-lhe a promoção do crescimento pessoal dos alunos, tendo em vista sua participação ativa na pratica social. O papel do professor enquanto, facilitador da aprendizagem é atuar de forma a explorar a criatividade dos estudantes desenvolvendo a liberdade de expressão entre os mesmos.<br><br></div><div>Principio básico de não pressionar e não intervir no crescimento do aluno. “A responsabilidade de tornar o curso interessante é problema individual” (ROGERS, 1973, p. 34). Os objetivos referentes á aprendizagem parte do aluno, daquilo que tem significado pra ele.<br><br></div><div>Trata-se da educação do homem em geral e não apenas da pessoa em situação escolar. Sendo assim, o individuo se torna capaz de se adaptar as mudanças que ocorrerão ao longo da vida, pois, alguns fatores da vida fazem parte de um processo continuo de mudanças. Todo ser humano é capaz de aprender alguma coisa com o outro e é com base nisso que Rogers diz que o professor facilitador deverá ter a capacidade de se reinventar e aprender para ajudar no crescimento do aluno e no seu próprio crescimento pessoal.<br><br></div><div>É importante destacar que o pensamento de Carl Rogers sofreu algumas evoluções ao longo do tempo, uma vez que, conforme a sociedade fosse se transformando, ele modificava o seu olhar para além de uma visão clinica. A construção das relações é extremamente importante para o desenvolvimento dessa teoria.<br><br></div><div>O pensador Carl Rogers sugere que o espaço da aula e do professor não seja previamente estabelecido, porém que venha sendo construído por um conjunto de pessoas que se comunicam e se relacionam entre si.<br><br></div><div>A proposta do autor é proporcionar um ambiente favorável e acolhedor de aprendizagem, ou seja, a empatia é pautada como algo positivo para que o processo de aprendizado seja a capacidade da pessoa em se colocar no lugar da outra.<br><br></div><div>A tendência pedagógica humanista foi muito relevante no que diz respeito aos aspectos educacionais, porque, nos mostrou que o ser humano pode ser entendido por completo. Sendo assim, ela difere totalmente de outras teorias comportamentalistas, na qual o professor é o centro do processo e o aluno é um ser que nada sabe. <br><br></div><div>Contudo, as contribuições de Rogers para a educação foi importante para dar “voz” aquele aluno, que antes não era ouvido, e, apesar de algumas criticas referentes à sua pratica de ensino, esta foi fundamental para o desenvolvimento do sujeito como um todo.<br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div><strong>REFERÊNCIAS<br></strong><br></div><div>ROGERS, C.R. <strong>Liberdade para Aprender</strong>. 2.ed. Belo Horizonte: Interlivros, 1973.<br><br></div><div>ROGERS, C.R. <strong>Liberdade de aprender em nossa décad</strong>a. Porto Alegre: Artes Médicas, 1985<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-21 23:15:07 UTC</pubDate>
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         <title>Piaget: Epistemologia Genética</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335507714</link>
         <description><![CDATA[<div>Nicolly Siller Bromerschenkel</div><div>Polo: Centro-Serrano<br><br>São inúmeros os questionamentos presentes no dia a dia da escola, como por exemplo: De que maneira o indivíduo aprende? Como ocorre o processo ensino-aprendizagem? </div><div>            <br>De acordo com a teoria piagetiana, a Epistemologia Genética, preocupa-se em esclarecer a ordenação que o indivíduo passa no desenvolvimento das capacidades cognitivas no decorrer da sua vida, especialmente, aquelas que são adquiridas na ação do sujeito com o objeto. </div><div><br>Piaget, publicou sua teoria cognitiva, na qual revelou os quatro estágios de desenvolvimento cognitivo no ser humano: 1) sensório-motor (de 0 a 2 anos); 2) pré-operatório (de 2 anos até 6 ou 7 anos); 3) operatório concreto (de 7 ou 8 anos até 11 ou 12 anos) e; 4) operatório formal (de 11 ou 12 anos em diante). </div><div><br>1)      SENSÓRIO-MOTOR: O estágio sensório-motor inicia-se com o nascimento da criança e se caracteriza pelos reflexos ou mecanismos hereditários. O bebê não faz o uso da linguagem ainda, período conhecido como o da “inteligência prática”.</div><div><br>2)      PRÉ-OPERATÓRIO: Inicia-se com o aparecimento da linguagem: a criança passa a acrescentar a todas as suas ações concretas do período anterior a capacidade de reconstituir ações passadas e antecipar ações futuras por meio da representação verbal.</div><div><br>3)      OPERATÓRIO CONCRETO: A criança começa a formar conceitos de tempo, espaço, velocidade, ordem e casualidade, sendo capaz de relacionar diferentes aspectos e abstrair dados da realidade. Possui lógica consistente e habilidade de solucionar problemas concretos.</div><div><br>4)   OPERATÓRIO FORMAL: A criança chega ao mundo das operações formais. Essas novas operações aparecem pela generalização progressiva a partir das precedentes e a principal característica desta fase consiste em poder realizar estas operações sobre hipóteses e não somente sobre objetos.</div><div><br>A preocupação dos estágios piagetianos, faz com que reflitamos sobre as Teorias da Aprendizagem, no qual evidencia que a Teoria de Piaget seja a mais completa, tendo em vista que abrange a aquisição de conhecimentos pelo homem desde o nascimento até a fase adulta, bem como visa responde quais são esses processos.</div><div> </div><div><strong>REFERÊNCIAS</strong></div><div><br><strong>Contribuições da psicologia de Jean Piaget para a Educação</strong>: teoria da epistemologia genética. Disponível em &lt;<a href="https://siteantigo.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/contribuicoes-da-psicologia-de-jean-piaget-para-a-educacao-teoria-da-epistemologia-genetica/54079">https://siteantigo.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/contribuicoes-da-psicologia-de-jean-piaget-para-a-educacao-teoria-da-epistemologia-genetica/54079</a>&gt; Acesso em: 21 de março de 2021</div><div> </div><div>COTONHOTO, Larissy Alves. <strong>Teorias de Aprendizagem - Ambiente Virtual de Aprendizagem</strong>. Ifes: Vitória. 2021. Disponível em &lt;<a href="https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961">https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961</a>&gt; Acesso em: 21 março 2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-21 23:34:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335507714</guid>
      </item>
      <item>
         <title>As contribuições da teoria da epistemologia genética de Jean Piaget no processo ensino e aprendizagem</title>
         <author>rodrigonegrelliguzzo</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335531622</link>
         <description><![CDATA[<div>Rodrigo Negrelli Guzzo <br>Polo: Centro-Serrano <br><br>Piaget foi um dos mais conceituados pensadores do século XX, por suas pesquisas e teorias nos campos da Biologia e Psicologia, com larga aplicação na área educacional. Ele queria entender como ocorre o processo de aprendizagem nas crianças.<br>Segundo Piaget, o desenvolvimento mental humano obedece a uma evolução psicogenética, é um tipo de específico de adaptação biológica que tem como base fundamental os processos de equlibração,  assimilação e acomodação. Essa evolução psicogenética é marcada por quatro grandes estágios:</div><div> </div><div>I. Estágio Sensório-Motor (criança de 0 até cerca de 2 anos ). <br>Etapa de reflexos inatos que vão se diferenciado para esquema de ação (puxar, sugar, jogar objetos). No final do estágio a criança começa a desenvolver a representação mental dos objetos, ou seja, se este é retirado do seu campo de ação, a criança consegue lembra do mesmo. <br><br></div><div>II. Estágio Pré-Operacional (criança de 2-7 anos).<br>Etapa marcada pela irreversibilidade do pensamento e ausência da transitividade. Desenvolvimento do função simbólica (momento do faz de conta) e da linguagem.  </div><div><br>III. Estágio das Operações Concretas (criança de 7-12 anos).<br>Desenvolvimento da lógica (noção de volume, peso, tempo, velocidade), pensamento indutivo e superação da irreversibilidade.  </div><div>IV. Estágio das Operações Formais (criança por volta dos 12 anos).<br>Desenvolvimento do raciocínio hipotético-dedutivo, com capacidade de formular hipóteses, raciocinar para resolver problemas e pensar abstratamente. </div><div> </div><div>As críticas que costumam ser feitas à psicologia genética de Piaget insistem num ponto fundamental: o pensamento piagetiano está impregnado de um caráter biológico-determinista. <br>O desenvolvimento mental do indivíduo está continuamente determinado por processos de maturação orgânica. Assim, o indivíduo e seu processo de maturação orgânico são considerados essenciais, desprezando-se para um segundo plano a enorme influência do contexto social.</div><div><em> </em></div><div><em>“Piaget não conseguiu admitir que as divergências entre um indivíduo e outro pudessem ser atribuídas (além de um potencial genético distinto) também a diferentes posições que os indivíduos assumiam na estrutura de classe”.<br><br></em><strong><em>REFERÊNCIA </em></strong></div><div><br>Aita, Elis Bertozzi. <strong>Psicologia de educação</strong>. Uberaba: Universidade de Uberaba, 2016. <br><br>Cotonhoto, Larissy Alves. <strong>Teorias de Aprendizagem - Ambiente Virtual de Aprendizagem</strong>. Ifes: Vitória. 2021. Disponível em &lt;<a href="https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961">https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961</a>&gt; Acesso em: 15 março 2021.</div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-21 23:52:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de Piaget, Vigotski e Rogers para intervenção no processo de ensino e aprendizagem</title>
         <author>esterborghardt</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335550361</link>
         <description><![CDATA[<div>Ester Januth </div><div>Polo: Centro-Serrano </div><div> </div><div>Jean Piaget (1896-1980) nunca atuou como pedagogo, antes de tudo, Piaget foi biólogo e dedicou a vida a submeter à observação científica rigorosa o processo de aquisição de conhecimento pelo ser humano, particularmente a criança. Piaget é tão importante para a Pedagogia quanto Einstein é para a Física, os seus ensinamentos englobam desde o estudo da Psicologia e outras áreas da educação. As teorias de Piaget ajudam a compreender o que esperar das crianças, como elas percebem o mundo a seu redor nas diferentes idades, e porque formulam perguntas e interpretam as informações por meios que podem parecer estranhos aos adultos. Em suas pesquisas teve como protagonismo de pesquisa como as crianças aprendem a conhecer e como organizam seu pensamento, desde o seu nascimento até a compreensão da linguagem social. </div><div>Lev Semenovich Vygotsky (1896-1934) foi também um importante pensador em sua área e época, foi pioneiro no conceito de que o desenvolvimento humano e intelectual das crianças ocorre em função das interações sociais e condições de vida. Segundo Vygotsky, a criança necessita de atividades específicas que proporcionem o aprendizado, pois seu desenvolvimento é dependente dessa aprendizagem por intermédio das experiências e interações em que foi submetida. O professor é o mediador<strong> </strong>desse processo. </div><div>Carl Rogers (1902-1987) tornou-se pastor e encaminhou os estudos para a teologia, quando começou a se interessar por psicologia.  estava convencido de que as pessoas só aprendem aquilo de que necessitam ou o que querem aprender. Rogers propõe a sensibilização, a afetividade e a motivação como fatores atuantes na construção do conhecimento. </div><div> </div><div>REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS: </div><div> </div><div>PIAGET, J. (s.d.) A Representação do Mundo na Criança. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura. [Le Représentation du Monde chez L Enfant, 1926] </div><div>  </div><div>ROGERS, C.R. <strong>Liberdade para Aprender</strong>. 2.ed. Belo Horizonte: Inter livros, 1973. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 00:04:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nayara Cabanêz de Castro OliveiraPólo -AlegrePiaget –Estágios do desenvolvimento</title>
         <author>nayaracastroc</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335559504</link>
         <description><![CDATA[<div>A contribuição de maior extensão da teoria piagetiana é a compreensão dos estágios do desenvolvimento cognitivo. Piaget demonstra as estruturas de conjunto que caracterizam cada estágio. Cada estágio corresponderá um tipo de estrutura cognitiva, que possibilitará diferentes formas de interação com o meio. Assim, o homem aprende o mundo de maneira diversa a cada momento de seu desenvolvimento<br><br></div><div>Estágios do desenvolvimento Piaget<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 00:10:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>As contribuições de Piaget.  Marciel da Silveira Polo - Itapina</title>
         <author>Marcielsilveira</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335597859</link>
         <description><![CDATA[<div>A contribuição de Piaget foi a estrutura cognitiva que segundo ele vai construindo-se concomitante à construção de novos conhecimentos, por meio da busca natural do homem de adaptar-se ao meio ambiente. Piaget concebe o homem como sujeito ativo dentro do processo de aprendizagem, por entender o conhecimento como o resultado da interação homem-meio.<br>Seus estudos derrubaram paradigmas  relacionados à aprendizagem. As ideias de Piaget continuam sendo estudadas e aplicadas no mundo todo.  Para ele, o professor deve orientar os estudantes no caminho da aprendizagem, de forma a favorecer a autonomia no aprender.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-22 00:27:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>AS CONTRIBUIÇÕES DE LEV SEMENOVITCH VYGOTSKY PARA A COMPREENSÃO E INTERVENÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM.</title>
         <author>luciheberto</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335602576</link>
         <description><![CDATA[<div><br>LUCIHÉBERTO RODRIGO MACHADO<br><br>PÓLO: CENTRO SERRANO<br><br>As contribuições de Lev Semenovitch Vygotsky para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos se dá tendo em vista que segundo Vigotsky, o desenvolvimento cognitivo do aluno ocorre por meio da interação social, de sua interação com outros indivíduos e com o meio, onde a interação entre os indivíduos ocasiona a geração de novas experiências e conhecimento. A aprendizagem é uma experiência social, a qual é mediada pela interação entre a linguagem e a ação. <br><br></div><div>Vygotsky enfatizava o papel da linguagem e do processo histórico social no desenvolvimento do indivíduo. Sua questão central é a aquisição de conhecimentos pela interação do sujeito com o meio. Nesse processo, chamado de sociointeracionismo, um conceito chave  é o conceito de mediação. Para Vygotsky, o professor é a figura essencial do saber por representar um elo intermediário entre o aluno e o conhecimento disponível no ambiente.<br><br></div><div>A aprendizagem ocorre devido a interação social que acontece dentro do que Vigotsky chamou de zona de desenvolvimento proximal (ZDP), que seria a distância existente entre aquilo que o sujeito já sabe, e aquilo que o aluno possui capacidade para aprender, seu conhecimento potencial.<br><br></div><div>A aprendizagem que para Vigotsky é uma experiência social mediada pela utilização de instrumentos e signos, ocorre no intervalo da ZDP, onde o conhecimento real é aquele que o sujeito é capaz de aplicar sozinho, e o potencial é aquele que ele necessita do auxílio de outros para aplicar.<br><br></div><div>Dessa forma, O professor deve levar o aluno aprendizagem utilizando estratégias que levem o leve a tornar-se independente e que estimule o conhecimento potencial, de modo a criar uma nova ZDP a todo momento.<br><br>COTONHO, Larissy Alves, Teorias de Aprendizagem - Ambiente Virtual de Aprendizagem. IFES: Vitória. 2021. disponível em: https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652952. Acesso em: 21/03/2021<br><br></div><div> <br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 00:29:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Construção do Conhecimento na visão de Vygotsky </title>
         <author>kelllllamaral</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335653018</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Raquel da Silva Amaral - Polo Cachoeiro de Itapemirim<br><br>“Na ausência do outro, o homem não se constrói homem” </div><div> </div><div>O autor dessa frase, que nos faz pensar, é Lev Vygotsky, um psicólogo bielorrusso que viveu entre 17 de novembro de 1896 a 11 de junho de 1934. Foi um importante pensador e sua ideia principal é que o homem é um ser que se forma em contato com a sociedade, ou seja, sua compreensão é que a formação do ser humano se dá entre a relação de indivíduo e sociedade. Vygotsky contribuiu muito para a compreensão intervenção no processo de ensino-aprendizagem de nossos alunos. <br>Um de seus principais conceitos é o chamado Zona de Desenvolvimento Proximal, que se baseia na existência de dois níveis de desenvolvimento, o efetivo (o que o sujeito pode realizar sozinho) e o potencial (o que pode realizar com a ajuda outro). <br>Dessa forma, Vygotsky afirma que que o desenvolvimento do homem, desde a mais tenra idade, é resultado de sua interação com a sociedade em que está inserido, e a partir do momento em que conhecemos esse processo, passamos a contribuir para a evolução da criança. Nesse sentido, o processo ensino aprendizagem envolve sempre aquele que aprende, o que ensina e a relação entre os dois. </div><div> </div><div>Portanto, Vygotsky contribuiu com sua teoria sócio-histórica nos mostrando que a criança já nasce em um mundo social e desde então forma sua visão de mundo por meio de interação com adultos ou outras crianças mais velhas, é o progresso do social para o individual. Além disso, seus estudos também informam que somos construídos socialmente e também construímos o conhecimento através de ações efetivas ou mentais que fazemos em relação aos conteúdos de aprendizagem. <br>Sendo assim, a concepção de ensino é baseada, principalmente, na organização do trabalho escolar com bases coletivas, maior investimento na qualificação profissional e maior compromisso com a superação do fracasso escolar. Esse ensino é auxiliado pelo professor, que assume o papel de equilibrador de situações de aprendizagem e de conflitos que podem ocorrer em sala de aula, cria situações provocadoras que possam caminhar para que o aluno tenha condições de gerar seus próprios conhecimentos e encoraja e aceitam a autonomia e iniciativa dos alunos. Por sua vez, os estudantes devem ser atentos a informações que seu ambiente proporciona e privilegiar a construção do conhecimento como um todo. <br>Para que exista esses dois lados, a relação entre docente e estudante devem ter como mediadoras as atividades didáticas, que precisam conter práticas grupais, interativas e contextualizadas, e tornar o conhecimento formalmente organizado. <br>Toda essa evolução acontece em sala de aula, onde precisa existir colaboração, troca, responsabilidade, ajuda mútua, e confronto. Por fim, a maneira de avaliar os alunos, segundo Vygotsky é formativa, pois busca avaliar as competências adquiridas. Também são integradas, permitindo que diversos conteúdos sejam envolvidos em uma única avaliação, sem limites artificiais e tem características mediadora e dialógica. O professor pode diagnosticar o raciocínio do aluno e, dessa forma, acompanhar o processo cognitivo, organizando o conteúdo, levando em conta esse processo, atuando como mediador, encorajando a reorganização do saber. <br> </div><div> </div><div>BECKER, F. 2003. Vygotsky versus Piaget - ou socio interacionismo e educação. In: R. L. L. BARBOSA (org.), </div><div>Formação de Educadores. Desafios e Perspectivas. São Paulo, Editora UNESP, n.7.</div><div> </div><div>DARSIE, M. M. P. 1999. Perspectivas Epistemológicas e suas Implicações no Processo de Ensino e de  Aprendizagem. Cuiabá, Uniciências.</div><div> </div><div>DUARTE, N. 1999. Educação escolar, teoria do cotidiano e a escola de Vygotsky. São Paulo, Autores  Associados.</div><div> </div><div>FREITAS, M. T. de A. 2000. As apropriações do pensamento de Vygotsky no Brasil: um tema em debate. In:  Psicologia da Educação. Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados em Psicologia da Educação. </div><div>Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 00:48:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lev Vygotsky e a Teoria Socio-Interacionista</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335675272</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Cariacica – Paolla Ferreira<br><br></div><div>Vygotsky foi um psicólogo precursor da psicologia histórico-cultural e da proposta pedagógica socio-interacionista. O socio-interacionismo estabelece que a relação entre o sujeito e o meio é sempre meadiada por produtos culturais, ou seja, a relação com o mundo não é uma relação direta. Na abordagem histórico-cultural/Socio-interacionista, o desenvolvimento ocorre no primeiro momento no plano social, nas relações sociais e depois no plano individual, no próprio sujeito. Desse modo é na relação com o outro que a criança vai internalizando as formas culturais de perceber a realidade por meio da linguagem e das significações. Para Vygotsky, a aprendizagem impulsiona o desenvolvimento. É através dessa análise que que ele criou um conceito importante: A zona de desenvolvimento proximal. Esse conceito afirma que a aprendizagem acontece no intervalo entre o conhecimento real e o conhecimento potencial. Em outras palavras, a ZDP é a distância existente entre o que o sujeito já sabe e aquilo que ele tem potencialidade de aprender. Seria exatamente nesse campo que a educação atuaria, estimulando a aquisição do potencial, partindo do conhecimento da ZDP do aprendiz, para assim intervir. O conhecimento potencial, ao ser alcançado, passa a ser o conhecimento real e a ZDP redefinida a partir do que seria o novo potencial.<br>Compreendo que nós professores, junto aos colegas e familiares somos os mediadores desse processo de aprendizagem, portanto, nosso papel na construção do conhecimento é atuar, principalmente, na zona de desenvolvimento proximal, tendo em vista que é necessário estarmos atentos a todas possíveis intercorrências e ao momento de interferir de forma ativa quando necessário. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 00:57:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Piaget x Vygotsky</title>
         <author>alexandrafranscisca</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335701272</link>
         <description><![CDATA[<div>Alexandra Francisca de Souza - Polo Viana.<br>Tanto Jean Willian Piaget, suíço, nascido em 09 de agosto de 1896, quanto Lev Seminovitch Vygotsky, russo, nascido em 17 de novembro de 1896. Ambos foram grandes epistemológicos no campo das teorias de desenvolvimento, deixando um grande legado com suas contribuições na área da educação. <br><br></div><div>Piaget, por também ser biólogo, estudava o desenvolvimento da criança através da parte biológica do sujeito, por intermédio de suas pesquisas, ele criou a teoria do desenvolvimento humana. Sendo elas em quatro estágio: <br><br></div><div>·         Sensório motor – do nascimento até os 2 anos;</div><div>·         Pré-operacional - dos 2 anos até os 7 anos;</div><div>·         Operacional concreto – dos 7 anos aos 12 anos;</div><div>·         Operacionais formais – a partir dos 12 anos.<br><br></div><div>Para Piaget, o sujeito vai desenvolvendo ou adquirindo o conhecimento conforme vai avançando os estágios de desenvolvimento. “a criança é um participante ativo no desenvolvimento do conhecimento, construindo seu próprio entendimento” (BEE, 2011, p. 167)<br><br></div><div>Em contradição com Piaget, Vygotsky se apõem a teoria de Piaget quando cita que a construção do conhecimento parte do individual para o social. Vygotsky acredita que a partir do momento que a criança nasce, ela já influenciada pelo meio que vive, desde modo, a aprendizagem vai do social ao encontro do sujeito. <br><br></div><div>No processo de ensino e aprendizagem, Vygotsky, considera a vivência do sujeito, sua cultura e experiências, surgindo a teoria de Zona de Desenvolvimento Proximal, onde leva-se em consideração o que a criança sabe fazer sozinha e o que ela é capaz de aprender com a intervenção do outro.  Considerando o meio social e suas experiências primordial para que ocorra a aprendizagem efetiva.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Referências:<br> BEE, Helen; BOYD, Denise. A criança em desenvolvimento. 12º ed. Tradução: Cristina Monteiro. Porto Alegre: Artemed, 2011 .<br><br></div><div>GONÇALVES, Renata “Piaget e Vygotsky – Diferença e Semelhanças”, Disponível em &lt; <a href="https://monografias.brasilescola.uol.com.br/psicologia/piaget-vygotsky--diferencas-semelhancas.htm#:~:text=Piaget%20privilegia%20a%20matura%C3%A7%C3%A3o%20biol%C3%B3gica,fixa%20e%20universal%20de%20est%C3%A1gios.&amp;text=Vygotsky%20discorda%20de%20que%20a,do%20individual%20para%20o%20social">https://monografias.brasilescola.uol.com.br/psicologia/piaget-vygotsky--diferencas-semelhancas.htm#:~:text=Piaget%20privilegia%20a%20matura%C3%A7%C3%A3o%20biol%C3%B3gica,fixa%20e%20universal%20de%20est%C3%A1gios.&amp;text=Vygotsky%20discorda%20de%20que%20a,do%20individual%20para%20o%20social</a>.&gt; Acessado sai 21 de março de 2021.<br><br></div><div><strong>SEM AUTOR,</strong> Teoria de Vygotsky: como os alunos aprendem?. Disponível em: &lt; <a href="https://jornadaedu.com.br/praticas-pedagogicas/teoria-de-vygotsky/">https://jornadaedu.com.br/praticas-pedagogicas/teoria-de-vygotsky/</a>&gt; Acessado em 21 de março de 2021.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 01:07:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de Vigotski para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos -------- Cefor - Gabriela Feller Sperandio</title>
         <author>sperandiogabriela</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335713156</link>
         <description><![CDATA[<div>----------------------------<br>A contribuição Vygotskyana através da teoria Sócio-Histórica da aprendizagem, demonstra que o desenvolvimento da mente se dá por meio de resultados das interações com o meio físico e sociais, já que o sujeito não é um ser passivo, fazendo com que não haja um estrutura cognitiva biologicamente imutável. <br>Desta forma, sua teoria possibilitou o entendimento do meio social, da escola e do professor como necessário para a aprendizagem, ou seja, o ser humano como ser histórico  que transforma e  é  transformado nas relações socais (NEVES, DAMIANI, 2006). <br>Assim, a aprendizagem está relacionada com o desenvolvimento humano ativo, produtor de conhecimento e não como algo inato.  <br>O professor tem papel de mediar o conhecimento historicamente sistematizado, que não seria aprendido de forma espontânea pelo aluno (FREITAS , 2000).<br><br></div><div>REFERENCIAS<br>FREITAS, M. T. de A. 2000. As apropriações do pensamen</div><div>to de Vygotsky no Brasil: um tema em debate.</div><div>In:</div><div>Psicologia da Educação. Revista do Programa de Estudo</div><div>s Pós-Graduados em Psicologia da Educação</div><div>. </div><div>Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, n.10/1</div><div>1: 9-28. </div><div><br>NEVES, Rita de Araujo; DAMIANI, Magda Floriana. Vygotsky e as teorias da aprendizagem. <strong>UNI</strong></div><div><strong>revista. </strong>Rio Grande do Sul, v. 1, n.2, abr. 2006.</div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 01:12:51 UTC</pubDate>
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         <title>Vygotsky e a educação </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335845540</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Polo Cariacica - Carolina Rodrigues Lopes<br><br>Vygotsky é um importante pesquisador soviético que traz alguns conceitos relevantes, como zona de desenvolvimento real e iminente e a mediação por meio do outro em sua perspectiva sócio histórica relacionada a educação.<br><br>Vygotsky acredita que as crianças, antes mesmo de ingressarem no contexto educacional, estão em constante aprendizado. Vale dizer que esses aprendizados ocorrem em diferentes espaços e grupos sociais. “De fato, aprendizado e desenvolvimento estão inter-relacionados desde o primeiro dia de vida da criança” (VIGOTSKI, 2000, p.110).<br><br>Sendo assim, além da aprendizagem que acontece na interação com a família e grupos sociais, é sabido a relevância do aprendizado sistematizado adquirido na escola. A fim de tratar sobre esse aprendizado sistematizado, Vygotsky apresenta dois níveis importantes:<br><br></div><div>O primeiro nível pode ser chamado de nível de desenvolvimento real, isto é, o nível de desenvolvimento das funções mentais da criança que se estabeleceram como resultado de certos ciclos de desenvolvimento já completados. Quando determinamos a idade mental de uma criança usando testes, estamos quase sempre tratando do nível de desenvolvimento real. Nos estudos do desenvolvimento mental das crianças, geralmente admite-se que só é indicativo da capacidade mental das crianças aquilo que elas conseguem fazer por si mesmas (VIGOTSKI, 2000, p.111).<br><br></div><div>O segundo nível, a zona de desenvolvimento iminente, é definido como<br><br></div><div>[...] distância entre o nível de desenvolvimento real, que se costuma determinar através da solução independente de problemas, e o nível de desenvolvimento potencial, determinado através da solução de problemas sob a orientação de um adulto ou em colaboração com companheiros mais capazes (VIGOTSKI, 2000, p.112).<br><br></div><div>Os avanços no desenvolvimento do aluno devem ser notados a partir da observação do adulto em verificar o que ele consegue fazer sozinho ou necessita da interferência do outro. Observando e orientando sempre para que ele vá adquirindo a independência e autonomia para a realização das mesmas completamente sozinho.  <br><br>Referências<br><br>VIGOTSKI, Lev Semenovitch. <strong>A formação social da mente:</strong> o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. 6.ed. São Paulo: Martins Fontes, 2000.<br><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 02:10:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>As contribuições de Lev Vygotsky para a educação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335879725</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Polo Cariacica - Wycthória Siqueira De Bruim<br><br>O pensamento de Lev Vygotsky contribui imensamente para a atuação do professor. Pode-se dizer que este autor parte da teoria sócio histórica – apesar de não ter criado, de fato, uma teoria específica e se basear no materialismo histórico dialético de Karl Marx –, concepções como: interação, cultura, mediação e linguagem compõem o seu arcabouço teórico.<br><br></div><div>A sua tônica está centralizada na socialização do ensino, ou seja, na prática baseia-se no relacionamento próximo e contínuo entre os alunos e também os professores. Um exemplo disso é quando o professor provoca diálogos, que logo se transformam em interações e por fim, têm se a troca informações.<br><br></div><div>Há também o conceito de desenvolvimento real, que condiz com qualquer tarefa que a criança consegue realizar sozinha e o desenvolvimento potencial, baseado no que a criança consegue fazer com a ajuda de alguém. A distância entre os dois conceitos é chamada de Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP), lugar em que a criança tem potencial para se desenvolver e o professor precisa atuar neste eixo. <br><br></div><div>Penso que sem essa concepção o processo de ensino aprendizagem torna-se um tanto quanto engessado, além de que é preciso repensar o papel do professor como mediador de conhecimentos, aquele que participa ativamente deste processo com o corpo discente, porém, não como o principal detentor do saber, mas aquele que também se coloca no lugar de aprendiz e que ao final, essa troca de experiências resultará em um novo aprendizado para ambos.<br><br></div><div>O sujeito para se constituir como um ser social, segundo Vigotsky é essencial que esteja inteirado ao meio em que vive. As interações sociais agregam em grande influência para os caminhos do desenvolvimento global dos seres humanos. O autor parte do ponto de que o desenvolvimento da linguagem acarretará na formação da consciência, ou seja, é por meio das palavras que ocorre o processo de transmissão de cultura.<br><br></div><div>De acordo com Neves e Damiani (2006) p. 07 “na abordagem vygotskyana, o homem é visto como alguém que transforma e é transformado nas relações que acontecem em uma determinada cultura”, ou seja, a interação humana é o fator principal para o desencadeamento de outras habilidades. Sendo assim, em muito o pensamento de Vygotsky agrega na atuação do professor, partindo do princípio da socialização da informação, democratiza-se o ensino.<br><br></div><div><br>REFERÊNCIA:<br><br></div><div>NEVES, Rita de A.; DAMIANI, Magda F. <strong>Vygotsky e as teorias da aprendizagem. </strong>UNIrevista - Vol. 1, n° 2 : (abril 2006). Disponível em:<br>&lt;<a href="https://ava.cefor.ifes.edu.br/pluginfile.php/1076698/mod_resource/content/2/Vygotsky%20e%20as%20teorias%20da%20aprendizagem.pdf">https://ava.cefor.ifes.edu.br/pluginfile.php/1076698/mod_resource/content/2/Vygotsky%20e%20as%20teorias%20da%20aprendizagem.pdf</a>&gt;. Acesso em: 20 de Mar. de 2021.<br><br></div><div><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 02:25:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições dos teóricos Piaget, Vigotski e Rogers na educação.</title>
         <author>felipemacedofj</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1335993570</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Felipe Macedo – Polo Piúma.<br><br></div><div>Os teóricos Piaget, Vigotski e Rogers contribuíram muito para a evolução do processo de ensino e aprendizagem, graças aos seus estudos, conseguimos enxergar a educação em um outro patamar, vejamos a seguir as principais contribuições desses teóricos.<br><br></div><div>Jean Piaget (1896 – 1980): Teórico que faz parte do grupo das Teorias Cognitivas, aborda em seus estudos o construtivismo, sua principal característica é o desenvolvimento do saber e o desenvolvimento cognitivo, ele acreditava que o conhecimento se desenvolvia a partir dos objetos (meio) que o cercam, logo, também havia a interação biológica, ele completava que a criança construía seu conhecimento através da relação/interação entre sujeito e o objeto. <br><br></div><div>Lev Semyonovich Vygotsky (1896 – 1934): Teórico que faz parte do grupo das Teorias Socioculturais, em suas pesquisas, nos apresenta a Teoria do Sociointeracionismo, ele acreditava que as crianças se desenvolviam de acordo com suas experiências sociais, desenvolvia seu intelecto de acordo com as experiências de troca. Ponto chave de seus estudos é a Zona de Desenvolvimento Proximal, onde uma criança apresenta certa incapacidade intelectual para realizar determinada atividade, mas com o auxílio de um adulto direta ou indiretamente ela consegue executar tal atividade. <br><br></div><div>Carl Rogers (1902 – 1987): Teórico que faz parte do grupo das Teorias Humanistas, em seus estudos ele não aborda o controle do comportamento, mas sim o desenvolvimento cognitivo e a formulação de um com currículo para o crescimento pessoal do aluno. Traz como ponto alto de seus estudos a Tríade Rogeriana, educação centrada na pessoa, onde nós temos:<br><br></div><ul><li>Empatia: capacidade de se colocar no lugar do outro, possibilita o professor conhecer o aluno de uma forma mais próxima, facilitando seu desenvolvimento.</li><li>Aceitação positiva incondicional: capacidade de aceitar o estudante de jeito que ele é, mesmo aqueles comportamentos indesejados que precisam ser trabalhadas para o crescimento pessoal dele, entender que o aluno é um ser em construção e desenvolvimento.</li><li>Congruência: aceitar a compreender a si mesmo, não fingir ser algo que você não é.</li></ul><div><br>Rogers defende que os estudantes precisam ser mais autônomos, capazes de fazer escolhas e ter a responsabilidade pelo seu próprio estudo. O objetivo educacional tem como principal característica facilitar a aprendizagem, criar ambientes favoráveis com atmosfera acolhedora. O papel da escola é dar assistência ao aluno para ele ser independente, assim a educação deve despertar as forças positivas de crescimento que existe em todo ser humano. <br><br></div><div><br>REFERÊNCIAS<br><br></div><div>CAVALCANTI, C. J. H; OSTERMANN, Fernanda; <strong>Teorias de Aprendizagem. </strong>Porto Alegre: Evangraf; UFRGS, 2011. Disponível em: &lt; http://www.ufrgs.br/sead/servicos-ead/publicacoes-1/pdf/Teorias_de_Aprendizagem.pdf&gt;. Acesso em: 04/03/2021.<br><br></div><div>INSTITUTO FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO – IFES. <strong>Teorias de aprendizagem. </strong>Obra coletiva dos servidores do Centro de Referência em Formação e em Educação a Distância (Cefor). Piúma, 2021. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 03:19:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições Vygotsky, Piaget e Rogers no processo de ensino e aprendizagem.</title>
         <author>talitabrum</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1336081083</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Nome: </strong>Talita Brum do Rosário.<br><strong>Campus: </strong>Cachoeiro de Itapemirim.<br><strong>Teoria Sociointeracionista: Lev Semyonovich Vygotsky.<br></strong>Lev Semyonovich Vygotsky (1896-1934) é conhecido como criador da Psicologia Cultural Histórica.<br><br></div><div>Vygotsky compreendia que o desenvolvimento do pensamento da criança tinha bases biológicas, mas que era totalmente influenciado pela relação com o meio, através das interações dialéticas estabelecidas entre o sujeito e o meio social. A noção contida na visão de Vygotsky é o das idéias espontâneas e idéias não espontâneas. A criança, ao educar-se na escola, não abandona seus conceitos iniciais (espontâneos), mas percorre – com eles – um novo caminho: da análise intelectual, da comparação e do pensamento lógico em direção aos conceitos científicos (não espontâneos). Para Vygotsky, os conceitos advindos do ambiente social (conceitos espontâneos) são deslocados na direção de uma nova relação cognitiva com o mundo, direção na qual os conceitos são transformados.<br><br></div><div>No caso o meio social influencia sobre o meio biologico.<br><br></div><div>O professor nesse processo desempenha o papel de mediador.<br><br></div><div>Os instrumentos de pensamento se modificam historicamente e origina novas estruturas mentais, o que implica que não há uma estrutura cognitiva biologicamente imutável. Sendo assim, o compartilhamento de experiências com os demais membros do grupo social – a realidade vivida coletivamente – é um fator central não só nos processos educativos, mas no próprio desenvolvimento cognitivo da criança.<br><br></div><div>Outro conceito defendido por Vygotsky é o conceito de Zona de Desenvolvimento proximal, onde existem dois níveis de desenvolvimento: o real e o potencial.<br><br></div><div>O real é o que a criança desenvolve sozinha e o potencial é aonde a criança pode chegar através da mediação de um individuo.<br><br></div><div>A Zona de Desenvolvimento Proximal seria a distância entre o desenvolvimento potencial e o real.</div><div><strong><br>Teoria Construtivista: Jean William Fritz Piaget.<br></strong>Jean William Fritz Piaget (1896-1980) foi o criador da teoria da aprendizagem baseada no desenvolvimento do pensamento – e posteriormente da linguagem – como resultado da maturação biológica das estruturas cognitivas humanas. Sua teoria ficou conhecida como Epistemologia Genética.<br><br></div><div>Os temas centrais do construtivismo são os estágios do desenvolvimento cognitivo, os processos de assimilação e acomodação e a construção do conhecimento.<br><br></div><div><strong>Piaget dividiu o desenvolvimento da cognição humana em quatro estágios:<br></strong><br></div><div><strong>Estágio Sensório-motor:</strong> Associado ao período entre o nascimento e os dois anos de idade, o <strong>Estágio Pré-operatório:</strong> Ente dois e seis ou sete anos de idade, o <strong>Estágio Operatório-concreto:</strong> Até os onze ou doze anos de idade e o <strong>Estágio Operações Formais:</strong> Dos onze ou doze anos de idade até a fase adulta<br><br></div><div>Vygotsky e Piaget utilizaram a mesma terminologia de idéias espontâneas e idéias não espontâneas. Por idéias espontâneas entendem-se as idéias ancoradas na realidade das crianças, e por idéias não espontâneas refere-se aquelas influenciadas pelo mundo adulto. Estabelece-se, assim, uma diferenciação entre desenvolvimento de conceitos cotidianos e desenvolvimento de conceitos científicos.<br><br></div><div>A principal diferenciação entre Piaget e Vygotsky é que Piaget acreditava que o fator biológico prevalecia sobre o histórico social, já Vygotsky defendia o ideário contrário.<br><br></div><div>A partir dessa distinção, compreende-se que em Piaget o desenvolvimento cognitivo é mais individual, e já em Vygotsky o desenvolvimento cognitivo é totalmente dependente do meio social.<br><br></div><div>Piaget ainda defendia a construção do conhecimento propostos pelos seguintes processos: <strong>assimilação, acomodação e equilibração.<br>Teoria Humanista: Carl Rogers.</strong> <br>Carl Ransom Rogers (1902-1987) é considerado, o mais influente teórico no campo das teorias humanísticas e da personalidade, também chamada de terceira força em psicologia. Segundo Hipolito (1999).<br><br></div><div>A teoria humanista enfatiza as relações interpessoais.<br><br></div><div>É uma abordagem centrada na pessoa, sendo que o aluno é o responsável pala aprendizagem.<br><br></div><div>Rogers (1985) afirma que é pelo contato que se educa e que o professor deve ser um educador-facilitador. Fica como papel do professor colocar os interesses dos alunos em primeiro lugar.<br><br></div><div>O professor é o facilitador dessa aprendizagem e ele é visto como o condutor para que o aluno venha a ter a realização pessoal.<br><br></div><div>Para Rogers três conceitos são fundamentais para o desenvolvimento de um individuo, sendo eles conhecidos como tríade Rogeriana apresentadas a seguir:<br><br></div><div><strong>Aceitação Positiva Incondicional:</strong> Que seria aceitar a pessoa como ela é.<br><br></div><div><strong>Empatia: </strong>Que é a capacidade de conseguir se colocar no lugar do outro, a partir deste aspecto o aluno se sente compreendido.<br><br></div><div><strong>Congruência:</strong> Ser autentico, não fingir e não levar as pessoas a fingirem.<br><br></div><div>A empatia permite ao professor compreender o mundo interno do estudante.<br><br></div><div>A aceitação Positiva Incondicional é a capacidade de aceitar o estudante com todas as suas características sem preconceito, inclusive aquelas que precisão ser trabalhadas.<br><br></div><div>A congruência é se aceitar e compreender a si mesmo, ou seja, ser o que se é, não fingir e não levar os outros ao fingimento.<br><br></div><div>Para Rogers ensinar é importante, mas o mais importante é criar situações que favoreçam a aprendizagem do aluno.<br><br></div><div>O ambiente de aprendizagem segundo Rogers também pode comprometer positiva ou negativamente a aprendizagem do aluno, sendo que se o ambiente for hostil, a aprendizagem do aluno poderá ser comprometida, pois por conseqüência a criança se sente insegura.<br><br></div><div>O educador-facilitador deve ajudar seu aluno a entrar em contato com os seus interesses, objetivos e expectativas, incentivando-o a ser um agente da sua própria aprendizagem.<br><br></div><div>O professor deve aceitar não somente aos alunos de forma empática, mas também a si mesmo.<br><br></div><div>Deve ser levado em conta também a não padronização dos comportamentos e o respeito à diferença. <br><br></div><div>Segundo Rogers o aluno deve ser responsável pela própria aprendizagem, por isso o processo da mesma deve ser centrado nele, sendo assim o aluno deve ser estimulado pelo professor a ser um agente da sua própria aprendizagem e não um mero acumulador.<br><br></div><div>O professor deve ser espontâneo e autentico. O aluno deve saber quem realmente é o professor na realidade e o professor deve tornar as aulas interessantes. A idéia defendida por Rogers sugere que deve ser construída uma relação autentica entre sujeitos que se comunicam entre si.<br><br></div><div>O autor também apresenta as dificuldades encontradas na escola para que tanto professores quanto alunos se sintam confortáveis para expressarem seu verdadeiro eu devido a influências externas.<br><br></div><div>Segundo Rogers o aluno deve estar aberto às experiências e “ao abordar as perspectivas sobre as influências das aulas no comportamento humano constatou, com base nas suas próprias experiências que, tudo que é aprendido de forma significante é o que se torna consciente e que alcançar a congruência é fundamental para elaborar um conteúdo aprendido em conteúdo consciente, interferindo e causando mudanças significativas na personalidade do estudante” (ROGERS, 1987).<br><br></div><div>A aplicação da psicologia Rogeriana nas escolas brasileiras se deu a partir dos anos 1970. Baseadas na proposta não-diretiva na educação uma série de escolas foram veemente criticadas por não haver uma compreensão adequada sobre os princípios do não diretivismo, causando opiniões do tipo, “os alunos fazem o que querem”, diante das admoestações de Rogers sobre a suspensão de processos avaliativos tradicionais como provas e notas, substituindo por um processo humanizado de conscientização, respeito e confiança no aluno, dificultaram a aceitação das mudanças sugeridas pelo modelo significativo de ensino.<br><br></div><div>Na antiguidade, principalmente na época em que a igreja detinha do monopólio os portadores de necessidades especiais eram vistos como pessoas que estavam nesta condição devido a forças demoníacas, com o passar do tempo foram criadas instituições onde nobres começaram a criar abrigos para amparar pessoas portadoras de deficiência e pobres. <br><br></div><div>O texto estudado pela presente disciplina apresenta a formalização da aprendizagem como fator de dificuldade para pessoas deficientes e com dificuldades. Um fator apresentado para que ocorra essa dificuldade é a falta de informação dos professores.<br><br></div><div>Um aspecto bem interessante é que na teoria defendida por Rogers o aluno deve ser um autônomo, o que é um aspecto importante, pois muitas vezes aplicamos uma atividade e verificamos que o aluno tem o conhecimento necessário para realizar tal atividade mais que apresenta insegurança em si mesmo e é ai que entra o papel do professor apenas como educador - facilitador.<br><br></div><div>Segundo Silva, Morais e Barbosa (2013) os conceitos de Carl Rogers valorizam o indivíduo por completo. Todavia na atualidade somente é valorizado o conceito intelectual, então ai vem à contribuição de Rogers para que esse paradigma seja vencido.<br><br></div><div>De acordo com Souza, Lopes e Silva (2013) a ACP de Carl Rogers, compreende que o ato de aprender é individual, singular e peculiar de cada sujeito, de forma que a vivência subjetiva deve ser considerada, pois o aluno retém somente o que lhe convém, o que acredita ser muito importante e que se relaciona com seu contexto. O facilitador de aprendizagem tem o dever de aceitar incondicionalmente os medos e hesitações que o estudante sente conforme compreende o aprendizado.<br><br></div><div>“Por meio do convívio social e das vivências as pessoas vão construindo e modificando sua visão, pensamento e concepção, bem como o modo com o qual se relaciona com a realidade”.<br><br></div><h1>A fim de aprofundar o estudo sobre a Teoria da aprendizagem centrada na pessoa, apresentaremos o seguinte vídeo intitulado CARL ROGERS - TEORIA DA PERSONALIDADE CENTRADA NA PESSOA, através do seguinte vídeo: &lt; <a href="https://www.youtube.com/watch?v=a0RYUICrnUE">https://www.youtube.com/watch?v=a0RYUICrnUE</a> &gt;.</h1><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 04:06:41 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Teoria Humanista de Carl Rogers e suas contribuições para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem.</title>
         <author>adoradoraanewill</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1336220772</link>
         <description><![CDATA[<div>Rosiane M. da Silva Coelho Polo Cachoeiro de Itapemirim<strong><br></strong><br></div><div><mark>A teoria humanista, enfatiza as relações interpessoais, considerando a capacidade de cada ser humano de aprender com o outro;  na construção da personalidade do indivíduo, de se descobrir na busca de seu crescimento pessoal e acadêmico; no ensino centrado no aluno, este precisa ter a tenção e o respeito do professor que deve atribuir os valores inerentes em uma relação de confiança e afetividade, bem como em suas perspectivas de composição e coordenação pessoal da realidade, e sua habilidade de operar como ser integrado.</mark></div><div><mark><br>A educação tem uma forte ligação com a terapia e para Rogers ambas devem despertar as forças positivas de crescimento que existem em todo ser humano, para tal, é fundamental considerar a qualidade da relação professor e aluno.</mark></div><div><mark><br>É papel do professor oferecer as melhores condições possíveis para que os alunos busquem sua própria realização. Para isso Rogers destaca três elementos essenciais:<br></mark><br></div><div><mark><br>Aceitação positiva incondicional - Aceitar as pessoas como elas são, ou seja, o professor aceita o aluno sem qualquer discriminação ou pré-julgamento, aceitar seus medos e hesitações mediante o aprendizado.<br></mark><br></div><div><mark>Empatia - Capacidade de conseguir se colocar-se no lugar do outro; nela o professor compreende o mundo interno do estudante, ou seja, seus sentimentos, desejos e emoções, a subjetividade do sujeito é considerada e compreendida pelo docente que o faz saber do quanto é importante esse envolvimento; <br></mark><br></div><div><mark>Congruência - Ser autêntico, não fingir e não levar as pessoas fingir; a relação deve ser íntegra e transparente. Tem a ver com a base da educação centrada na pessoa.<br></mark><br></div><div><mark>Vale destacar que na visão de Rogers o professor é um facilitador e deve ajudar o aluno a entrar em contato com seus interesses, sempre incentivá-lo a ser protagonista e gestor de sua aprendizagem. O aluno precisa ser colocado em primeiro lugar e ser motivado a aprender a aprender, e jamais ser um acumulador de informações.<br></mark><br></div><div><mark>As contribuições da teoria humanista para a educação considera o sujeito psicológico em sua integralidade, o aluno expõe suas experiências de vida, se sente seguro ao expor suas fragilidades, é acolhido, respeitado e o professor não atua de forma mecânica e parcial, mas se envolve na relação de companheirismo e autenticidade. Dentro do conceito de "não-diretividade" Rogers cita a postura do docente comparada a um terapeuta, que aplica técnicas de empatia, profundo respeito, e prioriza uma relação verdadeira e humanizada.<br></mark><br></div><div><mark>Outro fator que merece destaque é a contribuição do teórico na formação de professores facilitadores com objetivo de atuar de forma humana, com respeito e liberdade de expressão mútuos ao trabalhar com alunos com dificuldades educacionais especiais. Ressaltando ainda que, qualquer pessoa independente de sua limitação cognitiva ou biológica, sendo instruída no modelo de ensino centrado na pessoa é capaz de se adaptar as mudanças que ocorrem durante a vida. <br></mark><br></div><div><mark>Finalizando, sem contudo, não deixar de mencionar que por meio do convívio social e das vivências as pessoas vão construindo, modificando e ressignificando seu modo de pensar e agir,  e na visão de Rogers, uma aprendizagem significativa contribui indiscutivelmente para o desenvolvimento humano. </mark><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 05:11:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Contribuições de Vygotsky para o entendimento e intervenção no processo de ensino e aprendizagem.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1336386373</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Colatina <br>Geely Rocha<br><br>Conhecido como criador da Psicologia Cultural Histórica, (1896-1934) Lev Semyonovich Vygotsky foi um psicólogo soviético que se dedicou a estudar o desenvolvimento do sujeito, sua linguagem e pensamento e sua interação com o meio social.</div><div><br></div><div>Para o psicólogo, o desenvolvimento do pensamento do sujeito se dá a partir de <strong>interações com o meio</strong> em que vive e é construído a partir de conceitos iniciais de bases biológicas que vão se transformando na medida em que se relacionam cognitivamente com o mundo.</div><div><br></div><div>Vygotsky também apregoa que o relacionamento do sujeito com o mundo se dá através de <strong>interações mediadas</strong>, processo  este  que é muito ilustrado pelas relações na sala de aula entre o professor, o estudante e o conhecimento. “O professor atua de forma explícita, interferindo no desenvolvimento dos alunos, provocando avanços que não ocorreriam espontaneamente” (Neves e Damiani, 2006, p. 9).</div><div><br></div><div>Esta provocação a que se refere as autoras, é explicada pelo conceito de <strong>zona de desenvolvimento proximal (ZDP)</strong> estudado por Vygotsky. Trata-se de um estudo sobre níveis de desenvolvimento, um real e outro potencial e a distância entre estes dois, denominada ZDP.</div><div><br></div><div>Conforme Cotonhoto (2021), o nível real é aquele em que o sujeito consegue operar o conhecimento sem auxílio, enquanto que o potencial é estabelecido a partir da operação do conhecimento com intervenção de outra pessoa com mais experiência. </div><div><br></div><div>Muito embora não fosse do campo educacional, este teórico trouxe contribuições importantes para o ensino e aprendizagem. Ao estudar o aspecto neurológico e o desenvolvimento do sujeito e como ele se relaciona e responde às interações sociais, contribui para que o educador entenda como funcionam estes importantes aspectos nos alunos e tenha condições de intervir e mediar a aprendizagem a partir destes conhecimentos.<br><br></div><div>Conforme as autoras do podcast ressaltam, é importante não tentar simplesmente aplicar os estudos de Vygotsky na sala de aula, porque, apesar de ter contribuído com o campo educacional, os estudos deste teórico foram desenvolvidos a partir de um olhar da psicologia. Desta forma, é um erro transportar os estudos direto para a sala de aula  sem os devidos ajustes e filtros pelas lentes pedagógicas.</div><div><br><br><br>Referências:<br><br>COTONHOTO, Larissy Alves. <strong>Teorias de Aprendizagem</strong> - Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021. Disponível em: https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961. Acesso em: 12 março 2021.</div><div><br></div><div>NEVES, Rita de Araújo; DAMIANI, Magda Floriana. <strong>Vygotsky e as teorias da aprendizagem</strong>. UNIrevista - Vol. 1, n° 2 : (abril 2006). Disponível em <a href="https://ava.cefor.ifes.edu.br/pluginfile.php/1076698/mod_resource/content/2/Vygotsky%20e%20as%20teorias%20da%20aprendizagem.pdf">https://ava.cefor.ifes.edu.br/pluginfile.php/1076698/mod_resource/content/2/Vygotsky%20e%20as%20teorias%20da%20aprendizagem.pdf</a>. Acesso em 21 mar, 2021.<br><br>Podcast: <strong>Piaget e Vigotsky: contribuições para o campo educacional</strong>. <a href="https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/resource/view.php?id=730044">https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/resource/view.php?id=730044</a>. Acesso em 22 mar, 2021.</div><div><br></div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-03-22 06:19:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1336386373</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Reflexões de Rogers para um ensino humanista</title>
         <author>promessa1401icmviolinolibras</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1336561487</link>
         <description><![CDATA[<div>Clara Marques Bodart<br>Polo Cefor<br><br>Ancorados na leitura proposta da semana 6, notamos quão rica é a proposta de melhoria do processo de ensino e aprendizagem que Carl Rogers trás, simultaneamente com uma situação bem desafiadora para o professor que está acostumado com a tendência tradicional de ensino, pois aplicar um planejamento de ensino individualizado (buscando atender as necessidades do aluno e as formas que esse melhor aprende), sem acreditar no potencial do aluno em desenvolver autonomia em seus estudos a partir de um planejamento em conjunto mediante um diálogo de propostas de ensino, assusta um professor, pois ele pensa que terá que elaborar um plano de ensino individualizado para uma turma de cerca de 40 alunos (por classe que leciona).<br>Mas a visão de Rogers vem justamente para ajudar a potencializar o processo de ensino e aprendizagem mais inclusivo, no âmbito de não envolver somente o professor, mas fazer que o foco da aprendizagem seja o aluno.<br>Rogers propõe que haja uma comunicação clara do professor com o aluno, primeiramente do professor ouvir o que o aluno tem interesse em aprender, e posteriormente o docente precisa expor quais são as suas intenções e objetivos de ensino, para que assim ambos (professor e aluno) possam estabelecer um plano de ensino e estratégias de aprendizagem, de modo que o professor será um guia para que o aluno posteriormente possa ser contextualizado na área de conhecimento que o professor lhe introduzirá, e dessa forma, possa de forma autônoma buscar aprender e ter uma caminhada independente no processo de ensino a aprendizagem, consultando sempre ao professor se em algum momento possa estar se desviando da proposta de ensino, e a este cabe não somente com avaliações somativas, mas com avaliações qualitativas, conduzir ao aluno ao objetivo da aprendizagem daquela determinada área de conhecimento.<br><br>Referências:<br><br>LIMA, L. D.; BARBOSA, Z. C. L.; PEIXOTO, S. P. L. Teoria Humanista: Carl Roges e a educação.<strong>Caderno de Graduação-Ciências Humanas e Sociais-UNIT-ALAGOAS</strong>, v. 4, n. 3, p. 161, 2018.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 07:28:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Rogers e a intervenção no processo de ensino aprendizagem.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1337025803</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><strong><mark>Cristiano Hehr Garcia</mark></strong></blockquote><div>Informação biográfica: <br>1- Carl Rogers (1902-1987) foi um psicólogo norte-americano. Desenvolveu a Psicologia Humanista, também chamada de Terceira Força da Psicologia. Foi um dos principais responsáveis pelo acesso e reconhecimento dos psicólogos ao universo clínico, antes dominado pela psiquiatria médica e pela psicanálise. Sua postura enquanto terapeuta sempre esteve apoiada em sólidas pesquisas e observações clínicas.<br>2 - Linhas gerais sobre a teoria: A terapia rogeriana se define como não-diretiva e centrada no cliente (palavra que Rogers preferia a paciente), porque cabe a ele a responsabilidade pela condução e pelo sucesso do tratamento. Para Rogers, o terapeuta apenas facilita o processo. Em seu ideal de ensino, o papel do professor se assemelha ao do terapeuta e o do aluno ao do cliente. Isso quer dizer que a tarefa do professor é facilitar o aprendizado, que o aluno conduz a seu modo. <br>3 - Com a palavra o psicólogo: <strong>"</strong><strong><em>"Por aprendizagem significativa entendo uma aprendizagem que é mais do que uma<br>acumulação de fatos. É uma aprendizagem que provoca uma modificação,<br>quer seja no comportamento do indivíduo, na orientação futura que escolhe ou nas suas<br>atitudes e personalidade. É uma aprendizagem penetrante, que não se limita a um aumento<br>de conhecimentos, mas que penetra profundamente todas as parcelas da sua existência."<br></em></strong><em>4 -</em><strong><em> </em></strong>Como proposta de metodologia, a não - diretividade a característica. É um método não estruturante de processo de aprendizagem, pelo qual o professor não interfere diretamente no campo cognitivo e afetivo do aluno. Na verdade, Rogers pressupõe que o professor dirija o estudante às suas próprias experiências, para que, a partir delas, o aluno se autodirija. Rogers propõe a sensibilização, a afetividade e a motivação como fatores atuantes na construção do conhecimento. Uma das ideias mais importantes na obra de Rogers é a de que a pessoa é capaz de controlar seu próprio desenvolvimento e isso ninguém pode fazer para ela.<br><br>O registro foi feito com base em leituras aleatórias sobre a o autor e sua teoria.<br>Webgrafia:<br>https://www.scielo.br/scielo.phpscript=sci_arttext&amp;pid=S1413-85572013000100010 - acesso em 22 de março de 2021.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.researchgate.net/profile/Maria_Kleba/publication/311664000/figure/fig1/AS:439598611472385@1481819884412/Figura-1-Diagrama-ilustrativo-da-reorientacao-do-ensino-no-SUS-Dessa-maneira-cada-um_Q320.jpg" />
         <pubDate>2021-03-22 10:04:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Piaget, Vigotski e Rogers.</title>
         <author>silvaneizahn</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1337210992</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em><mark>Silvanei Zahn</mark></em></strong><em><mark>  <br>Polo Centro-Serrano.</mark></em></div><div><br>A tabela a seguir apresenta, de forma resumida, as principais contribuições dos pensadores em questão, no campo da educação.<br><br>Baseado nas informações da tabela, podemos mencionar, que o entendimento da aprendizagem é um processo complexo. E o conhecimento de cada teoria permite direcionar o individuo para o processo de aprendizagem. Penso que a soma dos pensamentos pode trazer um grande avanço no processo de aprendizagem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 11:02:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Palavras-chave</title>
         <author>felixjaciara</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1337236046</link>
         <description><![CDATA[<div>Jaciara da Costa<br>Polo Linhares<br><br>Afeto – atitude – responsabilidade – autoconfiança – autoconhecimento – escuta sensível – inclusão – professor mediador – aluno sujeito – behaviorismo – humanismo  - empatia - pedagogia centrada na pessoa</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-22 11:11:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mapa Mental</title>
         <author>felixjaciara</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1337240507</link>
         <description><![CDATA[<div>Jaciara da Costa<br>Polo Linhares<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 11:12:42 UTC</pubDate>
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         <title>O SELF E A AUTORREALIZAÇÃO</title>
         <author>felixjaciara</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1337244905</link>
         <description><![CDATA[<div>Jaciara da Costa<br>Polo Linhares</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=taAa4jYAqL4" />
         <pubDate>2021-03-22 11:14:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>“Na Ausência do outro, o homem não se constrói homem”. Vigotsky</title>
         <author>caro_artista</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1337447370</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Polo Cefor - Carolina Stussi</strong><br><br>Em outras palavras, podemos dizer que Vigotsky pretendia com a frase expor que o homem só se constitui homem por meio da interação social entre os seus pares. Para ele o processo de interação social seria o responsável pela apropriação das coisas e objetos. Assim o conhecimento passa a ser adquirido por meio de um processo de mediação em que enxergamos o mundo por meio dos olhos dos outros e assim por diante. E ao nos relacionarmos com outros sujeitos passamos a construir o conhecimento, sendo um ação que se constrói de fora para dentro. <br><br>Dentro desse processo interacional, temos a escola como um ambiente essencial para que os sujeitos construam esses espaço de internalização da interação social e consequentemente o conhecimento. Para a ampliação dessas possibilidades a escola e os professores tem nas brincadeiras e nos brinquedos uma importante ferramenta para acessar o o mundo simbólico das crianças, e criar formas para transformar essas representações mentais em pensamentos e na própria linguagem.  Criando assim pontes para estabelecer um processo interacional entre os sujeitos que culmina na relação entre cultura, mundo simbólico e a fala, portanto, na construção do conhecimento.<br><br><strong>Teoria:</strong><br><br>"A teoria de Vygotsky aponta que a criança nasce com funções psicológicas elementares e que com o aprendizado da cultura e as experiências adquiridas, essas funções tornam-se funções psicológicas superiores, que são o comportamento consciente, a ação proposital, capacidade de planejamento e pensamento abstrato."<br><br>"A relação entre pensamento e linguagem não nasce com a criança. Em um determinado momento do desenvolvimento a linguagem é sua primeira função, ela e pensamento se unem, representando uma importante parte do funcionamento psicológico."<br><br></div><div>"Portanto, a criança nasce em um ambiente falante, a língua é externa ao indivíduo, é um processo que ocorre de fora para dentro, dessa forma, ocorre o que Vygotsky chama de fala socializada, a fala da criança para os outros e com os outros. Quando passa a frequentar a escola, a criança participa de um intercâmbio social, dando novos sentidos às palavras, através da intervenção do professor e as interações sociais com os colegas." <br><br>Referência:<br><br><strong>Teoria de Vygotsky: como os alunos aprendem? </strong>Disponível em: &lt;&lt;</div><div>https://jornadaedu.com.br/praticas-pedagogicas/teoria-de-vygotsky/&gt;&gt;</div><div><br></div><div><strong>Pontos Principais:</strong><br><br></div><ul><li>O cérebro é um sistema aberto, pois é mutável. Suas estruturas são moldadas ao longo da história do homem, de seu desenvolvimento individual e nas relações com o meio;</li><li>O funcionamento psicológico tem como base as relações sociais, dentro de um contexto histórico e cultural;</li><li>A cultura é parte essencial do processo de construção da natureza humana;</li><li>A relação homem-mundo é uma relação mediada por sistemas simbólicos (signos). Entre o homem e o mundo existem elementos mediadores, que são ferramentas auxiliares da atividade humana.</li></ul><div><br>Referência:<br><br></div><h1><strong>Pensadores que inspiram: Vygotsky e o desenvolvimento das crianças</strong>. Disponível em: &lt;&lt;</h1><div>https://www.inteligenciadevida.com.br/pt/conteudo/pensadores-que-inspiram-vygotsky-e-o-desenvolvimento-das-criancas/&gt;&gt;</div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=evlupc4iDvQ" />
         <pubDate>2021-03-22 12:18:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Contribuições de Piaget para o processo de ensino e aprendizagem. </title>
         <author>jenaynapereira2</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1337603805</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Alegre - Jenayna de Fátima Pereira Radael<br>Os temas centrais da teoria piagetiana são os estágios do desenvolvimento cognitivo, a afetividade, os processos de assimilação e acomodação e a construção do conhecimento. Ele dividiu o desenvolvimento da cognição humana em quatro estágios: Sensório-motor, pré-operatório, operatório-concreto e operações finais. Para Piaget, o desenvolvimento cognitivo é mais individual e endógeno ao sujeito, com essa proposta ele representa os processos de construção do conhecimento através da assimilação, acomodação e equilibração.<br>Assimilação: seria o processo de agregar novas informações aos esquemas mentais existentes.<br>Acomodação: um esquema mental existente é provocado por novas informações recebidas advindas do contato com novos objetos ou contextos.<br>Equilibração: o novo conhecimento é assimilado e acomodado, implicando em novo equilíbrio do sistema de processamento de informações dos sujeitos.<br><strong>Referência:</strong><br>Cotonhoto, Larissy Alves. (<strong>Teoria de Aprendizagem</strong>). Ambiente Virtual de Aprendizagem. Apostila Digital. Ifes:Vitória, 2021.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 12:53:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Piaget, Vigotsky e Wallon</title>
         <author>larasossai</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1337609218</link>
         <description><![CDATA[<div>(Campus Viana - Lara Sossai)<br><br>Um compilado em resumo dos três maiores teóricos sobre a temática onde dois deles, <em>Piaget</em> e <em>Vigotsky</em>, são retratados nos artigos. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/ZBHIbMA9MzE" />
         <pubDate>2021-03-22 12:54:06 UTC</pubDate>
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         <title>Vigostky</title>
         <author>larasossai</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1337637722</link>
         <description><![CDATA[<div>(Campus Viana - Lara Sossai)<br><br><br></div><ul><li>Linguagem como mediadora do processo de comunicação;</li><li>Troca de saberes: ao mesmo tempo que eu <strong>internalizo</strong>, eu externalizo. É assim que o sujeito aprende.</li><li>Experiência partilhada; interação.</li></ul><blockquote><strong>Por meio da linguagem eu afeto o outro.<br></strong>Você aprende mais e melhor com um amigo ou um estranho? Lógico que é com um amigo, pois há interação (premissa de Vygotsky).</blockquote><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 12:59:41 UTC</pubDate>
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         <title>Rogers</title>
         <author>larasossai</author>
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         <description><![CDATA[<div>(Campus Viana - Lara Sossai)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 13:09:48 UTC</pubDate>
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         <title>Rogers e sua contribuição para </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 13:14:00 UTC</pubDate>
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         <title>Carl Rogers e suas contribuições para a educação</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div> (Campus Cariacica -  Lara  Paixão Reis) <br><br><br>* A tendência pedagógica centrada na pessoa defendida por Carl Rogers, tem diversos aspectos relevantes para pensar e problematizar o ensino e aprendizagem. <br><br>* Seu foco principal é o sistema psicológico do sujeito. <br><br>*Vale ressaltar que não é um método de ensino, pois não tem uma metodologia pronta em que o professor irá aplicar, e sim uma concepção para compreender a educação. <br><br>*Carl Rogers, defendia que a escola deve criar condições para o desenvolvimento do estudante pois ele é um sujeito carregado de singularidades. <br><br>*A instituição escola tem um papel social, e nessa corrente não seria diferente. Sendo assim, ela deve prestar assistência para o aluno se tornar independente, responsável, auto determinado, e também buscar seu auto desenvolvimento. <br><br>* <strong>Então... qual o papel do professor? </strong><br>   ° Mediar e facilitar a aprendizagem;<br>   ° Oferecer o melhor para o estudante encontrar sua própria realização;<br>   ° Criar um ambiente atrativo e instigante;<br>   ° É necessário valorizar o interesse dos alunos;<br><br>* <strong>E o aluno? <br></strong>° É o autor e responsável pelo seu processo de aprendizagem;<br> ° Aprende através da variedade de materiais e recursos.<br><br>* O processo de aprendizagem deve ser convidativo, sendo assim o aluno irá despertar interesse no conteúdo, caso seu o ambiente esteja baseado na "tríade Rogeriana":<br>   <br>  ° Um local onde as pessoas são aceitas;<br>  ° Relações baseadas na empatia;<br>  ° Interação verdadeira, sem fingir ser o que não é.<br><br>* Diante de toda a abordagem citada por Carl Rogers, ainda podemos encontrar algumas características dessa corrente nas nossas escolas, hoje em dia. Sabemos que um ambiente convidativo é relevante para todos os sujeitos (Dentro da escola, ou não). Sendo assim, é uma atitude para o professor que é de extrema relevância adotar. <br>* Quanto ao desenvolvimento dos alunos, reconhece que a sua autonomia é importante, mas o estudante precisa de uma referência e uma mediação maior do docente. Somos seres que vivem de interação, e todo conhecimento produzido deve ser mediado, questionado, revisado e problematizado. Sozinho, o aluno encontrará dificuldades. <br><br>*Outra característica presente na tendência centrada na pessoa, é a participação efetiva do estudante nos processos da escola. Hoje, muitas redes de ensino defendem um posicionamento ativo do estudante, um protagonismo estudantil. <br><br>*No que se refere a avaliação, compreendo que devemos realizar uma reflexão no que é defendido pelo autor. Pois de acordo com Carl Rogers, é necessário uma auto avaliação. Destaco que a avaliação, faz parte do processo educativo, sendo assim ela deve estar ligada não apenas na auto avaliação, mas sim problematizada e repensada. Hoje encontramos avaliações de larga escala, por isso ele deve estar ambientado com esses tipos de avaliação. Vale ressaltar que não podemos interpretar a avaliação apenas como " prova", e sim como objetivo de avaliação da metodologia aplicada pelo professor e também como um momento de reflexão dos estudantes. <br><br>* Todo tendência pedagógica deixou seu legado e marca na educação atual. Assim, cabe a nós como bons profissionais adotar e fazer escolhas conscientes do nosso objetivo maior, discutir os conhecimentos construídos socialmente. <br><br>Teoria Carl Rogers- <a href="https://www.youtube.com/watch?v=-V4BGYmarxo">https://www.youtube.com/watch?v=-V4BGYmarxo</a><br><br> <br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 13:18:50 UTC</pubDate>
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         <title>Piaget e a Interação Social</title>
         <author>flaviabernardo21</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Campus Cachoeiro de Itapemirim - Flavia Bernardo da Silva<br><br></div><div>Jean William Fritz Piaget, suíço, biólogo, psicólogo, desenvolveu em suas pesquisas, a Teoria do Conhecimento, a qual seu foco principal é o sujeito Epistemológico. </div><div>Outro ponto de abordagem em seu trabalho é o desenvolvimento cognitivo da criança. Piaget relata que "a capacidade cognitiva humana nasce e se desenvolve, não vem pronta". E tem origem na interação sujeito-objeto.</div><div>No artigo, <strong><mark>O Lugar da Interação Social na Concepção</mark></strong> de Jean Piaget, escrito por Yves de La Taille, publicado no livro Teorias Psicogenéticas em Discussão, a autora propõe a análise da seguinte questão: <em>o homem é um ser essencialmente social, impossível, portanto, de ser pensado fora do contexto da sociedade em que nasce e vive. Em outras palavras, o homem não social é considerado como molécula isolada do resto de seus semelhantes, o homem visto como independente das influências dos diversos grupos que freqüentam, o homem visto como imune aos ligados da história e da tradição, esse homem simplesmente não existe.</em></div><div>Nessa proposta, a autora propõe uma reflexão, acerca da visão piageana que o homem é um ser social e para que haja equilíbrio, os interlocutores devem cumprir determinadas regras de interação social em elas sejam possíveis dentro de um determinado grupo<em>.</em></div><div><em>Nesta sequencia, Taille, com base na teoria de Piaget, afirma que a socialização afetiva inicia-se a partir da aquisição da linguagem e o ser social é construído ao longo do desenvolvimento humano passando por diversos graus e pode ser representado pelo conceito de personalidade.</em></div><div><em>Nesse processo, cabe destacar as ações do sujeito sobre os objetos para a construção dos conhecimentos.</em></div><div><em>Neste cenário, o papel dos fatores interindividuais no desenvolvimento cognitivo está representado nas operações mentais, as quais permitem que o indivíduo tenha conhecimento objetivo dos diversos elementos presentes na natureza e na cultura, permitindo a inteligência e a objetividade. Porém, estas somente serão possíveis a partir de uma comunicação e uma relação social do indivíduo.</em></div><div><br></div><div><em>Fonte: La Taille, Yves de; Oliveira, Marta Kohl et al. Piaget, Vygotsky, Wallon: Teorias Pisicogenéticas em discussão </em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 13:23:49 UTC</pubDate>
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         <title>Lev Semyonovich Vygotsky</title>
         <author>raquel_ps</author>
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         <description><![CDATA[<div>Polo Linhares <br>Raquel Pereira dos Santos Simões<br>Contribuições de Vygotsky para a intervenção no processo de ensino aprendizagem.<br><br>Lev Semyonovich Vygotsky teve uma excelente contribuição para a nossa aprendizagem, sua teoria era baseada na construção (socio construtivista) ou seja “a convivência social era fundamental para transformar o homem de ser biológico em ser humano social” (VYGOTSKY, 1991).<br><br></div><div>Em resumo, segundo a teoria de aprendizagem de Vygotsky, a criança nasce inserida em um meio social (sua família) e nele estabelece suas primeiras relações com a linguagem a partir da interação com os outros. Afinal, segundo ele, o homem se produz na e pela linguagem. Essa relação é mediada por instrumentos e signos.<br><br>Quanto ao "professor vygotskyano", Freitas (2000) explica que é aquele que, detendo mais experiência, funciona intervindo e mediando a relação do aluno com o conhecimento. Ele está sempre, em seu esforço pedagógico, procurando criar Zonas de Desenvolvimento Proximal (ZDP's), isto é, atuando como elemento de intervenção, de ajuda. Na ZDP, o professor atua de forma explícita, interferindo no desenvolvimento dos alunos, provocando avanços que não ocorreriam espontaneamente. Vygotsky, dessa forma, resgata a importância da escola e do papel do professor como agentes indispensáveis do processo de ensino aprendizagem. O professor pode interferir no processo de aprendizagem do aluno e contribuir para a transmissão do conhecimento acumulado historicamente pela Humanidade. É nesse sentido que as ideias de Vygotsky sobre a Educação constituem-se em uma abordagem da transmissão cultural, tanto quanto do desenvolvimento.<br><br></div><div>FREITAS, M. T. de A. 2000. As apropriações do pensamento de Vygotsky no Brasil: um tema em debate. In: Psicologia da Educação. Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados em Psicologia da Educação. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, n.10/11: 9-28.<br><br></div><div><br><br></div><div>Diante dos estudos aprofundados por Vygotsky existem três degraus de desenvolvimento: Nível de Desenvolvimento Real, Nível de Desenvolvimento Potencial e Zona de Desenvolvimento Proximal. Assista ao vídeo para entender a sua abordagem. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 13:26:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Contribuições de Vygotsky para o processo de ensino e aprendizagem</title>
         <author>jenaynapereira2</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1337822995</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Alegre - Jenayna de Fátima Pereira Radael<br>Vygotsky aborda temas centrais como temas centrais o desenvolvimento da criança e a influência do meio social. Para ele, o pensamento da criança se desenvolve a partir das relações com o meio, através das interações dialéticas entre o sujeito e o meio social. O compartilhamento de experiências com os demais membros do grupo social é um fator central além dos processos educativos, mas também no próprio desenvolvimento cognitivo da criança.<br>Conceitos centrais do Sociointeracionismo:<br>Mediação: ação de intermediar a aquisição do conhecimento.<br>Zona de desenvolvimento proximal (ZDP): distância entre o desenvolvimento real do sujeito até o desenvolvimento potencial que ele pode alcançar através da mediação com alguém.<br>Relação sujeito e meio: relação dialética entre o sujeito e o meio social, com a dimensão social influenciando a dimensão biológica.<br>Em Vygotsky o desenvolvimento cognitivo é totalmente dependente do meio social.<br><strong>Referências:</strong><br>Cotonhoto, Larissy Alves.(<strong>Teorias de aprendizagem</strong>)<br>Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021.<br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 13:32:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>felipeccunha</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1337919276</link>
         <description><![CDATA[<div>Carl Rogers foi um psicólogo norte americano que desenvolveu a aprendizagem centrada na pessoa (ACP)</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-22 13:48:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Piaget </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 13:49:51 UTC</pubDate>
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         <title>Hora do poema</title>
         <author>juliannepalmeira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Julianne Castello Hora Palmeira- POLO CEFOR<br>Escolhi retratar as contribuições de Vygotsky para o processo de ensino e aprendizagem através do poema abaixo.<br><br>POEMA SOCIOINTERACIONISTA</div><div><br></div><div>Brigam para saber quem é mais importante na educação;</div><div>Se é quem ensina, se é quem aprende, quem será o campeão?</div><div>Mas como o ensino e a aprendizagem continuam dando as mãos;</div><div>Não encontro nessa disputa alguma razão.</div><div><br></div><div>aprender com o outro desde o nascer</div><div>é algo que precede o conhecer</div><div>Pois na troca há compreensão</div><div>ensino e aprendo quando interajo então</div><div><br></div><div>Sei que há conhecimento a se buscar, </div><div>mas existe outro que já está em seu lugar</div><div>entre o real e o potencial há um chão a percorrer</div><div>Mas não se preocupe, podem a mim recorrer</div><div>Ah! esqueci de me apresentar, por essa falha peço perdão;</div><div>Prazer  eu sou a mediação.</div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 13:51:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Contribuições de Carl Rogers para a educação</title>
         <author>felipeccunha</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1337947252</link>
         <description><![CDATA[<div>Felipe Costa Cunha - polo CEFOR<br><br>Carl Rogers foi um psicólogo norte americano que desenvolveu, em meados dos do século passado, a aprendizagem centrada na pessoa (ACP). Essa proposta tem como foco principal a qualidade na relação entre o professor e o aluno e a criação de uma atmosfera psicológica positiva mo ambiente de ensino.<br><br>Os princípios basilares da proposta de Rogers formam a tríade rogeriana que são:<br>- aceitação positiva incondicional do aluno;<br>- empatia;<br>- congruência.<br><br>O professor, nesse sentido, tem o papel de criar condições favoráveis à educação provendo recursos que ajudem o aluno a gerir a própria educação unindo seus sentimentos e seu intelecto. Rogers defende que o comportamento do professor se assemelhe com o de um terapeuta. O processo de auto-gerenciamento do aluno envolve a liberdade de se fazer escolhas, mas o leva a se responsabilizar por elas fazendo com que lide com as consequências dessas escolhas.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 13:52:37 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Contribuições de Vygotsky para os processos de Ensino e Aprendizagem atuais. (LARYSA - CAMPUS VIANA).</title>
         <author>larysarc</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1337981690</link>
         <description><![CDATA[<h1>Vygotsky, foi pioneiro na construção da linha de pensamento Sociointeracionista, por enxergar a necessidade de estruturar a educação, preparando-a para os desafios políticos e estruturais existentes. Suas contribuições são tão essenciais, que está atrelado até os dias atuais. Podemos encontrá-las na BNCC, documento homologado no ano de 2017, que traz concepções a respeito de Educação pelo olhar do teórico citado, nos seus eixos estruturantes. </h1><div>A perspectiva Vygotskyana, nos leva a pensar a constituição do indivíduo através das experiências com a cultura em que ele está inserido e as influências do meio. Acreditando que o sujeito biológico se converte em sujeito humano a partir da interação social. É importante pontuarmos que ele não desconsidera o fato de sermos seres biológicos, mas considera que o papel da interação social e da cultura, que chega até a nós pela interação social, é determinante para nos tornarmos o somos hoje.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 13:58:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Contribuições de Carl Rogers para o processo de ensino e aprendizagem</title>
         <author>jenaynapereira2</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1338009457</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Alegre - Jenayna de Fátima Pereira Radael<br>A abordagem psicológica de Rogers se afasta dos conceitos mecanicistas do Behaviorismo. Os estudos de Carl Rogers o levaram a defender que a consciência do auto conhecimento, o discernimento pessoal e a auto responsabilidade são mais importantes para o comportamento do sujeito do que a influência do seu ambiente familiar e social. seus textos influenciaram uma perspectiva educacional na qual o auto desenvolvimento e a realização pessoal são foco do processo de ensino e aprendizagem. A metodologia de ensino e todos os meios de ensino e avaliação tendem a serem orientados pelo objetivo final de criar um ambiente psicológico propício ao desenvolvimento interior do aluno. (ZANETTI NETO, 2021)<br>Características:<br>Relação empática com o professor;<br>Defesa de uma aprendizagem singular e livre;<br>Docente como facilitador;<br>Valorização dos interesses do aluno;<br>Uso de metodologias de ensino estimuladores.<br><strong>Referências:</strong><br>ZANETTI NETO, G. Tendências pedagógicas. Apostila digital. Vitória: Ifes, 2021</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 14:02:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1338015156</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=-V4BGYmarxo" />
         <pubDate>2021-03-22 14:03:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>AS CONTRIBUIÇÕES DE VYGOTSKY PARA O ENSINO E APRENDIZAGEM DE LÍNGUA PORTUGUESA</title>
         <author>camilaportugues</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1338088356</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Camila Moreira de Oliveira- Campus Viana.<br></strong><br>A escolha de Vygotsky para representar o método que mais se assemelha as minhas práticas de ensino, está ligada ao fato do psicólogo trazer para a discussão a concepção de linguagem. É importante ressaltar que percebo que as nossas práticas de ensino não se limitam a apenas uma linha, mas, para o presente momento,&nbsp; escolhi o enfoque sóciointeracionista como principal contribuição.<br><br>Vygotsky é conhecido como o criador da Psicologia Histórico-Cultural, em seus postulados, os temas centrais abordados são: desenvolvimento da linguagem e do pensamento da criança e a influência do meio social.<br><br>De acordo com a perspectiva vygotskyana, <mark>o desenvolvimento da criança possui bases biológicas, mas ele é totalmente influenciado pela relação com o meio social, </mark>sendo, assim, as crianças constituídas por ideias espontâneas e ideias não espontâneas. Dessa forma, <mark>ao entrar na escola, a criança não abandona seus conceitos iniciais (espontâneos), ela percorre um novo caminho da análise intelectual, da comparação e do pensamento lógico em direção aos conhecimentos científicos (não espontâneos).</mark> Esse processo de conhecimento não é dado diretamente com a realidade, mas sim pelas interações mediadas por outros sujeitos.<br><br>Logo, o sujeito para desenvolver o seu conhecimento necessita da mediação de outro sujeito com o meio. Vygotsky afirma que a constituição do desenvolvimento intelectual se dá através de dois níveis:<mark> o nível de desenvolvimento real, consistindo no conhecimento que indivíduo consegue articular sozinho; e o nível de desenvolvimento potencial, determinado a partir da solução de atividades realizadas sob orientação de outra pessoa. A zona de desenvolvimento proximal consiste na distância entre o atual estágio do sujeito (real) e o estágio que ele pode alcançar pela mediação de alguém (potencial).</mark><br><br><mark>Em relação à linguagem, Vygotsky afirma que o meio social é determinante para a aprendizagem da linguagem, que é feita por meio da imitação. </mark>Logo, segundo o psicólogo, os signos linguísticos agem internamente no homem, provocando-lhe transformações internas, transformando-o de ser biológico para ser sócio-histórico. Dessa forma, não existem signos internos, na consciência, que não tenham sido inseridos na trama ideológica semiótica da sociedade. Daí vem a minha grande reflexão diária para o ensino e para mim mesma: O que veio antes, a linguagem ou o pensamento?&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 14:15:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Piaget e suas contribuições para a educação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1338522247</link>
         <description><![CDATA[<div><em><mark>Renata Oliveira Nascimento Improta - Campus Linhares</mark></em><br><br>As teorias de Jean Piaget vem sendo estudada e aplicada há muitos anos, com uma metodologia que incita o aluno a criatividade e criticidade.<br>Piaget se baseava em duas grandes áreas do conhecimento, a científica (epistemologia) e a gênese (genética).  Sua defesa era de que o desenvolvimento biológico é um processo de adaptabilidade do meio em que se vive. <br>Dessa forma, enfatizou a importância das práticas pedagógicas  propiciarem experiências educativas com um olhar para as características do desenvolvimento humano, promovendo condições para a edificação de estruturas cognitivas que as sejam facilitadoras do conhecimento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 15:26:50 UTC</pubDate>
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         <title>Jean Piaget - As contribuições do Epistemólogo para a Educação.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Eduarda Barboza de Figueiredo - Campus Alegre </div><div><br></div><blockquote>"A inteligência é o que você usa quando não sabe o que fazer." (Jean Piaget)</blockquote><div><br>A despeito dos estudos de Piaget não objetivarem o desenvolvimento de uma Teoria Pedagógica, mas sim de compreender o desenvolvimento do processo cognitivo do ser humano, notório é que o referido pesquisador contribuiu consideravelmente com a Educação.</div><div><br>Piaget entende que o sujeito aprende através da interação com o meio (objeto) com que se relaciona e por etapas, isto é, gradualmente. As novas informações deparam-se com o conhecimento pré-existente e provocam mudanças cognitivas de forma que passa-se de um estado de menor conhecimento para um estado de maior conhecimento, sucessivamente.<br><br></div><div>A aplicação destes estudos ao campo da educação propiciou o entendimento de que é preciso oferecer ao aluno oportunidades e experiências diversas para que, a partir destas, o mesmo desenvolva o conhecimento de forma progressiva. </div><div> </div><div><strong>REFERÊNCIAS</strong></div><div> <br>COTONHOTO, Larissy Alves. <strong>Teoria de Aprendizagem </strong>– Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021. Disponível em: https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php/id=652961. Acesso em 22/03/2021.</div><div> </div><div>FERRACIOLI, Laércio. Aspectos da construção do conhecimento e da aprendizagem na obra de Piaget. <strong>Caderno Brasileiro de Ensino de Física</strong>, v. 16, n. 2, p. 180-194, 1999. Disponível em: https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=5165924. Acesso em 22/03/2021.</div><div> </div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 15:41:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aprendizagem humanista orientada por Carl Rogers.</title>
         <author>smunareto</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1338689936</link>
         <description><![CDATA[<div>Campus Serra – Saul Munareto <br><br>Carl Ransom Rogers (1902-1987) foi um psicólogo americano com importantes estudos no campo das teorias humanísticas.<br><br></div><div>Baseado numa pedagogia não-diretiva, em suas concepções para educação, Rogers afirma que o aluno é o senhor de sua aprendizagem, refletindo sobre e questionando-a, afinal, para o humanista, a aprendizagem é significante quando se tem consciência do que é aprendido . Ainda, ao professor cabe somente ser empático, estar atento aos interesses do aluno, facilitar a aprendizagem e apresentar aulas estimulantes que incentivem o aluno a ser atuante de forma responsável na sua própria aquisição do conhecimento. Assim, o aluno e o professor devem comunicar-se livre e democraticamente. Quanto ao papel da escola, esta deve ser um espaço sem censura e que sirva de suporte para o pleno desenvolvimento do aluno na busca da auto realização.<br> <br>Diante das concepções apresentadas acima, acredito que um momento perfeitamente adequado a uma intervenção humanista é o da elaboração do trabalho de conclusão de curso, o TCC. Pois, é no TCC que aluno tem a oportunidade de escolher e estudar um tema de seu intimo interesse. E a posição do professor-orientador deve ser precisamente a de um facilitador da aprendizagem e necessariamente a de alguém que deve estar atento aos interesses do orientando, estimulando-o e incentivando-o de forma cognitiva e afetiva. Consequentemente, essas atitudes naturalmente obrigam o par orientando-orientador a estabelecer uma comunicação franca, sem censura e democrática. E neste contexto, a escola deve disponibilizar biblioteca, sala de reuniões e laboratórios para promover e propiciar um ambiente favorável ao autodesenvolvimento do aluno.<br><br><strong>Referências:</strong><br><br></div><div>LIMA, L. D.; BARBOSA, Z. C. L.; PEIXOTO, S. P. L. Teoria Humanista: Carl Rogers e a educação. Cadernos de Graduação, Ciencias Humanas e Sociais, Alagoas, v.4, n. 3, p. 161-172, Maio de 2018.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 15:54:52 UTC</pubDate>
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         <title>Carl Rogers</title>
         <author>camilafjacobsen1</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1338722635</link>
         <description><![CDATA[<div>Camila Furlan Jacobsen- Campus Cariacica<br><br>Rogers sustentava que o organismo humano - assim como todos os outros, incluindo o das plantas - possui uma tendência à atualização, que tem como fim a autonomia. Em sua teoria, essa é a única força motriz dos seres vivos. No caso particular dos seres humanos, segundo Rogers, o processo constante de atualização gerou a sociedade e a cultura, que se tornam forças independentes dos indivíduos e podem trabalhar contra o desenvolvimento de suas potencialidades.<br>Acreditava ser impossível comunicar diretamente a outra pessoa o conhecimento que realmente importa e que ele definiu como "a verdade que foi captada e assimilada pela experiência pessoal". Além disso, Rogers estava convencido de que as pessoas só aprendem aquilo de que necessitam ou o que querem aprender. Sua atenção recaiu sobre a relação aluno-professor, que deve ser impregnada de confiança e destituída de noções de hierarquia.Instituições como avaliação, recompensa e punição estão completamente excluídas, exceto na forma de auto-avaliação. Embora anticonvencional, a pedagogia rogeriana não significa abandonar os alunos a si mesmos, mas dar apoio para que caminhem sozinhos, criando sua independência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 16:00:35 UTC</pubDate>
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         <title>Teorias da Aprendizagem</title>
         <author>elianarocon</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1338801197</link>
         <description><![CDATA[<div>Eliana Cassia Rocon - campus Cefor<br><br>A toeria da aprendizagem segundo Vygotsky,  não é apenas uma aquisição de informações, não acontece a partir de uma simples associação de ideias armazenadas na memória, mas em um processo interno, ativo e interpessoal. <br>Atribui o desenvolvimento intelectual das crianças, as interações sociais e as condições de vida.<br> Vygotsky definiu a Zona de Desenvolvimento Proximal  e  apresentou a relação entre o pensamento e a linguagem.<br><br>A teoria humanista enfatiza as relações interpessoais, na construção da personalidade do indivíduo, no ensino centrado no aluno, em suas perspectivas de composição e coordenação pessoal da realidade, bem como em sua habilidade de operar como ser integrado. <br>Segundo Rogers, o professor tem o sentido de orientar e facilitar a aprendizagem do aluno, dessa forma ele terá liberdade, conhecimento de si próprios e mais chances de alcançar o sucesso, além de uma relação de confiança entre os indivíduos envolvidos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 16:13:59 UTC</pubDate>
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         <title>A contribuição de Carl Rogers à luz da Tendência Centrada na Pessoa para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos.</title>
         <author>fabriziobastazini</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1338888092</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Viana - Fabrizio Bastazini de Silva<br><br>O psicólogo norte americano Carl Rogers, mesmo não sendo educador, obteve a maior notoriedade e influência teórica educacional no campo das teorias humanísticas. Tais teorias na educação formaram uma tendência intitulada como: Tendência Centrada na Pessoa ou Liberal Renovada Não-Diretiva. A ideia é justamente a construção coletiva do processo de ensino e aprendizagem através do dialogo entre seus docente e estudantes</div><div>Para Rogers, os principais aspectos presentes a esta tendência são: </div><div>Ø    Incapacidade de um único método. Sabemos que temos como principal ator a pessoa do aluno. É de notório saber que não existem pessoas iguais em nenhuma caraterística existente, somente pessoas afins. Portanto, se as pessoas não são iguais, não há forma de métodos universais e sim ímpares. </div><div>Ø Valorização dos interesses dos alunos. Quanto mais favorável for a ambientação educacional proporcionada pela aceitação positiva incondicional, empatia e congruência, maior será a motivação do aluno ao meio e a seu educador.</div><div>Ø Docente como facilitador do processo educacional. Como dito anteriormente, se há liberdade de expressão, diálogo das partes envolvidas nos processos, a construção do ensino-aprendizagem torna-se automática por conveniência. </div><div>Ø Defesa de uma aprendizagem singular e livre. Sendo uma composição da junção de compreensão dos sujeitos e meio existentes no processo, ambiguamente haverá uma construção ímpar no que tange ao aluno e suas particularidades, embora permeadas pela permissão de uma mediação concedida pelo aluno em função de harmonização.</div><div>Ø Relação empática com o estudante. A aptidão de conseguir colocar-se no lugar do outro, facilita a compreensão da interiorização do estudante, seus sentimentos, desejos e  aflições.</div><div>Ø Uso de metodologias de ensino estimulantes. Ser capaz de despertar o potencial de desenvolvimento de cada aluno utilizando de métodos personalizados através da percepção individual centrada na pessoa é possível criar uma metodologia por provocações de graus aceitáveis singulares a uma sólida construção educacional. </div><div> </div><div>A tendência da educação centrada na pessoa não é um método de ensino mas uma concepção de educação, não impõe ao professor como vai ensinar seus conteúdos essa escolha metodológica é critério do professor, o que é a proposta dessa tendência é despertar do potencial de desenvolvimento de cada aluno. <br><br></div><div>O desafio das instituições de ensino seja proporcionar uma atmosfera favorável onde estudante e professores se sintam livres para novas descobertas, sem sofrer pressões ou censuras externas, com auto aceitação, sendo apenas o que se é sem se enganar” (LIMA, BARBOSA e PEIXOTO, 2018, p. 164).</div><div> <br>Referências<br><br></div><div>LIMA, L. D. BARBOSA, Z. C. L. PEIXOTO, S. P. L. Teoria humanista: Carl Rogers e a educação. Ciências Humanas e Sociais; Alagoas; v. 4; n.3; p. 161-17; Maio 2018; periodicos.set.edu.br. Disponível em: https://periodicos.set.edu.br/fitshumanas/article/view/4800 </div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 16:28:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Contribuição de Piaget, Vygotsky e Rogers para a compreensão e intervenção no processo ensino aprendizagem dos alunos </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1338897767</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Serra - Mayara Marta Ribeiro<br><br>As teorias da aprendizagem servem para analisar como os sujeitos aprendem, ou seja, como operam os processos mentais nesses desenvolvimento, de que forma  o meio social e cultural interferem e como acontecem as interações dos envolvidos. <br>O Construtivismo teve como principal teórico o suíço Jean Piaget (1896-1980) que defendia a maturação intelectual do sujeito como resultado da ação desse sobre o meio, partindo  durante o processo de aprendizagem do individual para o social. <br>O Sociointeracionismo contou com a grande contribuição do psicólogo Vygotsky (1896-1934) que usou muito dos conceitos de Piaget, porém enfatiza que o desenvolvimento da mente humana é resultado das interações sociais e defende que o processo de aprendizagem do sujeito parte do social para o individual.<br>A teoria Humanista teve grande contribuição do norte-americano Carls Rogers (1902-1987) que destacava na postura do professor a aceitação positiva e incondicional do seu aluno, ter empatia e congruência, criando um ambiente convidativo a aprendizagem.<br>Esses teóricos, apesar de épocas, contextos e teorias formadoras diferentes conseguem conversar entre si. Dessa forma conhecer cada uma dessas teorias nos leva, como educadores (as), a uma análise crítica para a nossa prática e desenvolvimento de estilos de aprendizagem que conversem com cada uma das teorias, já que muitas das nossas escolas optam por seguir, mesmo que de forma plural, um desses pensamentos.<br><br>Vamos assistir a esses vídeos que nos falam um pouco mais sobre esses três teóricos.<br><br>https://tornarsepessoa.com.br/videos/<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=rTqWOsAjPeI" />
         <pubDate>2021-03-22 16:30:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>VYGOTSKY E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A EDUCAÇÃO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1339156612</link>
         <description><![CDATA[<div>Patrick Storch Sório - Polo Serra<br><br>O trabalho de Vygotsky é um marco para a Psicologia da Educação, pois traz uma nova concepção quanto ao desenvolvimento, à experiência consciente e à aprendizagem do ser humano.<br><br>Vygotsky estabelece alguns pilares básicos que são:<br>(i) as funções psicológicas têm um suporte biológico, pois são produtos da atividade cerebral, sendo o cérebro um sistema aberto de grande plasticidade, moldado ao longo da história da espécie e do desenvolvimento humano; <br>(ii) o funcionamento psicológico fundamenta-se nas relações sociais entre o indivíduo e o mundo exterior, as quais desenvolvem-se num processo histórico;  <br>(iii) a relação homem/mundo é uma relação mediada por sistemas simbólicos.<br><br>O aprendizado está relacionado como desenvolvimento. Existe um percurso do desenvolvimento determinado pela maturação do organismo, mas é o aprendizado que permite despertar processos internos de desenvolvimento, que não ocorreriam sem o contato do indivíduo com certo ambiente cultural. É a relação com o seu ambiente sócio-cultural que permitirá o pleno desenvolvimento do indivíduo. <br><br>Existem dois níveis de desenvolvimento a serem considerados: o nível de desenvolvimento real, que implica na capacidade de realizar tarefas de forma independente e o nível de desenvolvimento potencial, que implica na capacidade de desempenhar tarefas com a ajuda de adultos ou companheiros mais capazes. A capacidade de se beneficiar de uma colaboração vai ocorrer num certo nível de desenvolvimento, mas não antes. Decorre disso o conceito de zona de desenvolvimento proximal, que seria:<br>“[...] a distância entre o nível de desenvolvimento real, que se costuma determinar por meio da solução independente de problemas, e o nível de desenvolvimento potencial, determinado pela solução de problemas sob a orientação de um adulto ou em colaboração com companheiros mais capazes”. (VYGOTSKY apud OLIVEIRA, 1995).<br><br>Por isso temos a importância da interação social, pois o contexto da sala de aula não se<br>restringe ao professor. Os colegas presentes podem ser importantes mediadores entre o indivíduo e o objeto do conhecimento. A importância da atuação dos outros membros do grupo social na mediação entre a cultura e o indivíduo na promoção dos processos interpsicológicos que se desenrolarão não pode ser subestimada. <br><br>Acredita se que unir as  capacidades já consolidadas no aluno não implica em atuar efetivamente no papel de educador. Na perspectiva de Vygotsky, os processos de aprendizado movimentam os processos de desenvolvimento.<br><br>Por fim o professor deve, por fim, lembrar do seu papel de mediador. Mais do que um transmissor de informações prontas, seu papel deve ser o de oferecer um meio social favorável ao pleno desenvolvimento do aluno, por meio da mediação da relação deste com o objeto do conhecimento, numa interação social adequada e planejada de acordo com as condições potenciais e proximais da criança.<br><br>OLIVEIRA, M. K. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento, um processo sócio-histórico. 2 ed. São Paulo: Scipione, 1995<br><br>VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. 3.ed. São Paulo: Martins Fontes, 1989.<br><br>______. Interação entre aprendizado e desenvolvimento. In: L. S. Vigotski. A Formação social da Mente. São Paulo: Martins Fontes, 2007. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 17:13:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Carl Rogers e a Abordagem Centrada na Pessoa </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1339179111</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Itapina - Luiz Felipe Martins Candido<br><br><br><br>Carl Rogers foi um importante psicólogo do século XX. Ele desenvolveu uma abordagem psicológica que se preocupava em criar condições para o desenvolvimento psicológico e a promoção da saúde mental. Sua abordagem centrada na pessoa tinha como objetivo principal a realização das potencialidades do indivíduo, seu desenvolvimento e realização pessoal. <br><br>Dada esta visão da psicologia individual de Rogers, ele buscou estendê-la para os processos educativos. Diferente de outros teóricos do desenvolvimento psicológico e cognitivo, Rogers abordou  problema da aplicação dos seus conhecimentos psicológicos ao campo educacional. De certa forma, a mesma abordagem que ele defendia para seus pacientes, era também a que ele acreditava ser capaz de produzir melhores resultados educacionais, tendo em vista que, para ele, o objetivo maior da educação deveria ser o próprio desenvolvimento individual. <br><br>Rogers defendeu que assim como na prática psicoterápica, também na educação os professores deveriam aceitar positivamente seus estudantes, serem empáticos e concruentes. Isto é, os professores deveriam receber seus estudantes como eles são, ser capazes de compreender suas motivações, anseios, desejos, angústias etc., e, também serem autênticos em sua inserção no processo educativo. <br><br>Dado que o objetivo educacional maior é o desenvolvimento pessoal, são importantes para o processo educativo na visão de Rogers que este considere a autonomia, a autorresponsabilidade, a autoconsciência dos estudantes. Para isso, toda uma revisão do processo é necessária, de modo que a abordagem rogeriana considera que não se deve trabalhar com currículos pré-definidos, mas que a educação trabalhe os conteúdos educacionais a partir dos interesses e visões dos estudantes, de forma democrática e livre. Além disso, os métodos devem levar em conta essas peculiaridades, fazendo com que o ensino precise ser bastante personalizado, já que o que se visa é o desenvolvimento pessoal, e isso não seria possível se dirigindo a todos os alunos e entregando conteúdos de forma indiferenciada. <br><br>Esta abordagem também tem implicações para a avaliação educacional, que precisa levar em conta o processo de desenvolvimento pessoal de cada um e que, por isso, precisa ser conduzida pelo menos em parte na forma de uma autoavaliação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 17:17:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Piaget: cultura e natureza no desenvolvimento do individuo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1339215091</link>
         <description><![CDATA[<div>Cefor - Sara Abreu Passoni<br><br></div><div>- O que torna os indivíduos únicos entre si?<br><br></div><div>- Existe uma relação determinante entre o organismo e o meio, entre a biologia e o mundo;<br><br></div><div>- A criança é a fonte primária de estudos sobre seu desenvolvimento intelectual;<br><br></div><div>- Estádios de desenvolvimento:<br><br></div><div>. Inteligência Sensório-Motora : ate os 2 anos. Estrita ao real, coordenação e integração dos estímulos através dos sentidos;<br><br></div><div>. Inteligência Simbólica ou Pré-Operatória : de 2 a 8 anos. Função simbólica, representação dos objetos , aquisição de linguagem e símbolos coletivos;<br><br></div><div>. Inteligência Operatória Concreta : de 8 a 12 anos. Intuições se tornam operações, e surgem as noções de tempo, causalidade, conservação, etc, mas ainda condicionadas ao mundo concreto;<br><br></div><div>. Inteligência Operatória Formal : 12 em diante. Independência do real, construção de reflexões e teorias;<br><br></div><div>- O desenvolvimento acontece através de uma busca por equilíbrio, ou seja, uma adaptação dos esquemas existentes ao mundo exterior;<br><br></div><div>- Diferenciação entre desenvolvimento, aprendizagem e conhecimento<br><br></div><div>. desenvolvimento : se relaciona com as estruturas de conhecimento construídas<br><br></div><div>. aprendizagem : ocorre como função do desenvolvimento total<br><br></div><div>. conhecimento: interação  do sujeito sobre o estímulo e do estímulo sobre o sujeito<br><br></div><div>- No campo da educação escolar, Piaget contribui para a noção de que o conhecimento não é algo que pode ser impresso sobre o indivíduo, mas deve partir da experiencia e da interação entre o indivíduo e o meio e vice versa, tornando cada individuo um ser distinto dos demais em sua formação.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 17:24:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de Carl Rogers para a compreensão e intervenção no processo de ensino aprendizagem </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1339259174</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Cachoeiro de Itapemirim – Lucas Gaspar Gróla<br><br><br></div><div>A teoria Humanista de Carl Rogers enfatiza uma visão holística do sujeito psicológico, e contribui para a pedagogia centrada na pessoa, que tem como enfoque o aluno no centro do processo de ensino aprendizagem.<br><br></div><div>Rogers afirma que as pessoas tem uma tendência ao crescimento saudável, e que é o papel do professor e do aluno possibilitarem um ambiente de ensino significativo e agradável, com empatia, congruência e aceitação positiva incondicional. Assim, o professor deve ser um educador facilitador na aprendizagem desse aluno em crescimento, ajudando-o a entrar em contato com seus próprios interesses.<br><br></div><div>Lima, Barbosa, Peixoto (2018, p.164) expõem que “[...] a relação aluno professor deve transcender a sala de aula porque a educação sem atuação é comparada ao adestramento, na prática educativa o aluno precisa ser ator do seu processo de aprendizagem, refletindo, questionando e fazendo escolhas.”  O professor como facilitador desse processo precisa, então, de coesão, harmonia, ser sincero, expor seus interesses, partilhar com seus alunos os sentimentos de forma empática, vivenciando com eles as novas descobertas de maneira harmônica, possibilitando a consciência da aprendizagem, e assim, interferindo e causando mudanças na personalidade. <br><br></div><div>LIMA, Letícia Dayane de; BARBOSA, Zildete Carlos Lyra; PEIXOTO, Sandra Patrícia Lamenha. <strong>Teoria Humanista</strong>: Carl Rogers e a Educação. Ciências Humanas e Sociais: Alagoas. v. 4, n.3, p. 161-17, maio 2018. Disponível em: <a href="https://periodicos.set.edu.br/fitshumanas/article/view/4800">https://periodicos.set.edu.br/fitshumanas/article/view/4800</a> <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/xFrMY71FMW0" />
         <pubDate>2021-03-22 17:31:19 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1339287959</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 17:36:12 UTC</pubDate>
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         <title>Vygotsky e a teoria socioconstrutivista</title>
         <author>daniellerocha221</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1339319451</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><br></div><div>Danielle Ramos Rocha Conceição</div><div>Polo: Cachoeiro de Itapemirim</div><div><br></div><div>As contribuições trazidas pelo psicólogo bielo-russo Lev Semenovitch Vygotsky transformaram a perspectiva de muitas escolas, enfatizando o papel do educador no processo de ensino aprendizagem e ressaltando a interação social.</div><div>A teoria Vygotskyana baseia-se no socioconstrutivismo, isto é, na interação social, onde ocorrem as trocas entre o sujeito e a sociedade. Segundo ele, o sujeito modifica o ambiente e o ambiente modifica o sujeito.</div><div>Foi Vygotsky quem trouxe ao nosso entendimento o papel importantíssimo que o professor possui, que é o de mediador do processo ensino aprendizagem, pois cabe a ele transmitir aos alunos informações ainda desconhecidas. Os aprendizes por sua vez, apropriam-se e desenvolvem tal conhecimento.</div><div>Esse modo de ensino refere-se a um de seus principais conceitos: zona de desenvolvimento proximal, haja vista que, segundo o teórico, o aprendizado vem antes do desenvolvimento.</div><div>O modelo de aula ideal segundo Vygotsky é largamente utilizado atualmente, podemos usar como exemplo uma metodologia de ensino denominada sala de aula invertida, do inglês, fleepped classroom; onde o aluno estuda a matéria sozinho e o professor o auxilia caso surjam dúvidas,  e esclarecendo sempre que necessário.</div><div><br></div><div>Se quiser saber mais:</div><div><br></div><div>Nova Escola Lev Vygotsky - Intervenção pedagógica </div><div><a href="https://youtu.be/9i5s85TpViI">https://youtu.be/9i5s85TpViI</a></div><div><br><br></div><div>Sala de aula invertida</div><div>https://porvir.org/sala-de-aula-invertida-faz-os-alunos-aprenderem-de-forma-livre/</div><div><br><br></div><div><strong>Referências</strong></div><div><br></div><div><strong>Lev Vygotsky</strong>, o teórico do ensino como processo social disponível em</div><div>https://novaescola.org.br/conteudo/382/lev-vygotsky-o-teorico-do-ensino-como-processo-social#_=_ acesso em 22 de março de 2021.</div><div><br><br></div><div><strong>OLIVEIRA</strong>, José Fabiano de Araújo. As contribuições de Vygotsky para a psicologia e a educação. Faculdade de Ciências Humanas da Paraíba, 2014.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-03-22 17:41:22 UTC</pubDate>
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         <title>As contribuições de Vygotsky para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem</title>
         <author>vandaoranjos</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1339321315</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo: Santa Teresa <br>Vanilda de Oliveira Laurete dos Anjos (Vanda)<br><br></div><div><strong>Lev Semenovitch Vygotsky</strong> (1896-1934) psicólogo bielo-russo que se dedicou a pesquisas na área do desenvolvimento da aprendizagem na criança e sua interação nas relações sociais, fazendo emergir uma corrente de pensamento conhecida como <strong>Sociointeracionista</strong>. Onde seu interesse e objetivo, está em desvendar e entender como as crianças aprendem e qual a função da linguagem e das relações sociais nesse processo. </div><div><br></div><div>Vygotsky diz que temos duas linhas de desenvolvimento, uma biológica e outra social. Que o sujeito só se desenvolve, se tiver em constante interação com o outro. Daí a importância do planejamento consciente das ações que favoreçam o aprendizado como um todo, com interação entre todos os processos cognitivos, capazes de trazer novas experiências e experimentações. Tanto na linguagem falada e escrita, como na forma que organiza seus pensamentos. O que ele nomeia de funções psicológicas superiores. Baseado nisso, ele afirma que o professor tem a função de <strong>mediador</strong>, que com suas <strong>intervenções</strong> consciente, conduz o aluno a uma aprendizagem estruturada e critica, capaz de dar forma ao seu pensamento abstrato, produzindo assim um novo conceito ou reforçando, o que ele chama de ideias espontâneas, que é todo conhecimento que traz para a escola. E é através da escola e das relações sociais, que a crianças percorre um novo caminho. O caminho da produção do saber e do desenvolvimento social, que ele diz ser “não espontâneo". Esse processo é conhecido como <strong>Zona de desenvolvimento proximal.</strong></div><div><strong><br></strong><br></div><div><strong>REFERENCIAS BIBLIOGRAFICA<br></strong><br></div><div>Vídeo  <a href="https://ava.cefor.ifes.edu.br/%20https:/www.youtube.com/watch?v=9i5s85TpViI">Nova Escola | Pensadores: Lev Vygotsky - intervenção pedagógica<br></a><br></div><div>https://jornadaedu.com.br/praticas-pedagogicas/teoria-de-vygotsky- acesso em 20 de março de 2021</div><div><br> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 17:41:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1339661623</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>A GRANDE INFLUÊNCIA DOS PENSADORES NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM<br><br>Polo: </strong>Cefor- Campus de Alegre-ES. Josâinia<strong> </strong>de Castro Monteiro<br><br></div><div>      A contribuição dos pensadores impactou significativamente na educação e no processo de ensino e aprendizagem ao longo dos anos. Atualmente grande parte do docente utiliza desta  sabedoria para desenvolver seus métodos.</div><div>       De acordo com Lins (2005), a educaç deão na visão das contribuições da teoria de  Piaget para a educação justifica-se nos aspectos social, cognitivo,  afetivo e moral. A interação social é um dos aspectos fundamentais no processo cognitivo para as crianças e adolescentes. O processo cognitivo devido sua complexidade, Lins (2005), comenta: "A cognição se afirma cada vez mais evoluída pelas estruturas mais complexas que foram construídas pelo próprio sujeito por meio de suas atividades contínuas." Quanto aos processos afetivos, Piaget descreve que se a inteligência funciona, faz-se necessário um motor que é o afetivo.</div><div>     A contribuição de Piaget para a Educação Moral destaca: "O desenvolvimento moral é visto como similar ao desenvolvimento cognitivo, porém diverso dele na função: ao passo que este último  funciona com respeito ao mundo físico, a função do desenvolvimento  moral é ordenar o mundo social. (LINS, 2005  <em>apud</em>  BIGGS, 1980, p. 229).</div><div>   Segundo Drago Rodrigues (2009), outro aspecto vinculado à educação são as emoções ditadas por Vygotsky em vários momentos de suas publicações, ele associou o processo de desenvolvimento em comportamento ao processo interno entre organismo e o meio que influencia as emoções, sendo associadas ao processo educacional, as emoções têm o papel de influenciar sobre todas as formas do comportamento humano.</div><div>    A contribuição de Carl Rogers para a educação, foi baseado na humanidade, com sua visão <br>holística, ecológica, organísmica e sistêmica do indivíduo. Rogers acreditava que cada ser tinha a capacidade de adquirir sua própria personalidade de auto se  regular em busca de saúde e bem-estar como estudante, sendo seu único gestor no seu processo de ensino aprendizagem, podendo  ser multiplicador de experiência e motivador de mudança. (DE LIMA; PEIXOTO; BARBOSA, 2018).<br><br><br><br></div><div><br><strong>BIBLIOGRAFIA</strong></div><div><br></div><div>DE LIMA, Letícia Dayane<strong>; </strong>PEIXOTO, Sandra Patrícia Lamenha; BARBOSA, Zildete Carlos Lyra.<strong>  Teoria humanista:</strong> Carl Rogers e a educação. Caderno de Graduação-Ciências Humanas e Sociais-UNIT-ALAGOAS, v. 4, n. 3, p. 161, 2018.</div><div><br></div><div>DRAGO, Rogério; RODRIGUES, P. da S. <strong>Contribuições de Vygotsky para o desenvolvimento da criança no processo educativo:</strong> algumas reflexões. Revista FACEVV, Vila Velha, n. 3, p. 49-56, 2009.</div><div><br></div><div>LINS, Maria Judith Sucupira da Costa.<strong> Contribuições da teoria de Piaget para a educação.</strong> Revista Educação e Cultura Contemporânea, v. 2, n. 4, p. 11-29, 2018.</div><div><br></div><div>LINS, Maria Judith Sucupira da Costa.<strong> Contribuições da teoria de Piaget para a educação.</strong> Revista Educação e Cultura Contemporânea, v. 2, n. 4, p. 11-29, 2018. Apud de BIGGS, J.B. A educação e o desenvolvimento moral. In: VARMA, V. P.; WILLIAMS, P. (Org.).Piaget, psicologia e educação. Tradução Octavio Cajado. São Paulo: Cultrix, 1980. p. 209-232.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 18:44:08 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões sobre o teórico Lev Vygotsk e suas contribuições para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos alunos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1339672256</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Claudia Basilio do Rosario Oliveira<br></strong><br></div><div><strong>Polo – Alegre<br></strong><br></div><div>Vygotsk em suas contribuições afirma que o ser humano é um ser social, fruto de inúmeros fatores que contribuem para a sua formação, num processo de interação. O autor afirma que o ser humano não nasce humano, ele se humaniza através do meio social.</div><div>O Autor sustenta que o homem é um ser histórico-dialético e que por isso sofre muitas transformações com as vivências em seu meio e que necessita de cooperação e participação, com mediação, e essa mediação, também tem quer estar na escola.</div><div>No ambiente escolar o autor enfatiza o papel do educador no desenvolvimento da criança. Ele não destaca um método específico, mas valoriza as intervenções com foco na condição do homem em movimento, que é histórico e se modifica constantemente. </div><div>Vygotsk defende que o homem alcança a sua individualidade, faz as suas escolhas, a partir de suas interações sociais, da cultura, e tem na linguagem a base da própria consciência.</div><div>Em suas obras o autor assevera ainda sobre o conceito de internalização que é a apropriação ativa da cultura que transforma, e o conceito de mediação que é o trabalho do professor com a transmissão do conhecimento, em que podem ser usadas ferramentas diversas, instrumentos e signos.  </div><div>Essas breves reflexões sobre Vygotsk enriquecem o nosso conhecimento e nos provoca a nos aprofundarmos ainda mais nas obras desse autor que tanto tem contribuído com o desenvolvimento do ser humano e com o desenvolvimento educação. </div><div> </div><div><strong>Referências:<br></strong><br> COTONHOTO, Larissy Alves. <strong>Teorias de Aprendizagem</strong> - Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021. Disponível em: <a href="https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961">https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961</a>. Acesso em: 20 março 2021.<br> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div><strong> <br></strong><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 18:46:02 UTC</pubDate>
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         <title>O Biólogo que Revolucionou a Educação!</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1339743848</link>
         <description><![CDATA[<div>Cassius Zanetti Resende <br>Polo Serra<br><br>Sim, realmente um biólogo revolucionou a educação. Esse pesquisador foi Jean William Fritz Piaget (1896-1980), que além de biólogo foi também psicólogo. <br><br></div><div>Segundo (COTONHOTO, 2021), a dupla formação de Piaget forneceu a base para o mesmo criar sua teoria da Epistemologia Genética.<br><br></div><div>Segundo (FERRARI, 2021), as descobertas de Piaget tiveram grande impacto na pedagogia, mas, de certa forma, demonstraram que a transmissão de conhecimentos é uma possibilidade limitada. Por um lado, não se pode fazer uma criança aprender o que ela ainda não tem condições de absorver. Por outro, mesmo tendo essas condições, não vai se interessar a não ser por conteúdos que lhe façam falta em termos cognitivos.<br><br></div><div>Piaget considerava que o desenvolvimento cognitivo é mais individual e endógeno modelado por 3 processos de construção do conhecimento: assimilação, acomodação e equilibração. Segundo (COTONHOTO, 2021):<br><br></div><div> - Assimilação:  seria o processo de agregar novas informações aos esquemas mentais existentes, até alcançar o último estágio do pensamento abstrato e científico. <br><br></div><div>- Acomodação: no processo de acomodação um esquema metal existente é provocado por novas informações recebidas. Há então duas possibilidades: ou se modifica o modelo mental para acomodar a nova informação, ou se cria um novo esquema.<br><br>- Equilibração: frente a uma situação, um esquema mental pode sofrer um desiquilíbrio. No processo de equilibração, o novo conhecimento é assimilado e acomodado, implicando em novo equilíbrio do sistema de processamento de informações dos sujeitos.<br><br></div><div> Esse assunto intrigante e fascinante não se encera aqui, uma sugestão de continuidade de estudo é a leitura das duas referências utilizadas na elaboração deste resumo.<br><br></div><div><strong>Referências:</strong><br><br>COTONHOTO, Larissy Alves. <strong>Teorias de Aprendizagem</strong> - Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021. Disponível em: https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961. Acesso em: 12 março 2021.<br><br></div><div> FERRARI, Márcio. Jean Piaget, o biólogo que colocou a aprendizagem no microscópio. Nova Escola, 2021. Disponível em: &lt;https://novaescola.org.br/conteudo/1709/jean-piaget-o-biologo-que-colocou-a-aprendizagem-no-microscopio#&gt;. Acesso em: 22, março de 20121.<br><br></div><div><br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 19:00:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>As Contribuições de Vygotsky para a educação: Reflexões à luz da psicologia.</title>
         <author>wemersonsouza23610</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1339785601</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Polo:</strong> IFES Colatina<br><strong>Alunos</strong>: Wemerson Souza Ferreira<br><br>A teoria de Lev Vygotsky é uma teoria de transmissão do conhecimento da cultura para a criança, os indivíduos interagem com agentes sociais mais lecionados, como professores e colegas. As crianças constroem e internalizam o conhecimento que esses seres instruídos possuem. Enquanto que Piaget, não acreditava que a transmissão direta desse tipo fosse viável. Para ele as crianças adquirem uma forma própria de se desenvolver no social, mediante a construção pessoal desse conhecimento.</div><div>Vygotsky trata a aquisição da linguagem do meio social como o resultado entre raciocínio e pensamento em nível intelectual e psicológico. </div><div>Vygotsky atribui importância a linguagem, pois além da função comunicativa, ela é essencial no processo de transição do interpessoal em intramental; na formação do pensamento e da consciência; na organização e planejamento da ação; na regulação do comportamento e, em todas as demais funções psíquicas superiores do sujeito, como vontade, memória e atenção. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 19:10:14 UTC</pubDate>
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         <title>Contribuições de Rogers no processo de ensino e aprendizagem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1339831527</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Bianca Paulini da Silva Nunes de Macedo – Polo Colatina</strong><br><br>De acordo com as colaborações de LIMA, BARBOSA e PEIXOTO (2018) e IFES CEFOR (2021), um dos teóricos de grande influência na teoria humanista, o psicólogo estadunidense Carl Ransom Rogers (1902-1987), acreditava que cada indivíduo tem a capacidade de ser o gestor de seu próprio aprendizado, logo, a educação deve ser responsabilidade do próprio estudante e centrada no mesmo, para que seja desenvolvida no estudante a sua capacidade de fazer escolhas e gerir sua própria aprendizagem, sendo, portanto, individual, singular e peculiar de cada sujeito, o ato de aprender, cabendo ao(à) professor(a)  aceitar, compreender e valorizar a si e aos estudantes como realmente são, respeitando as diferenças; ter empatia, sabendo, consequentemente, colocar-se no lugar dos demais, compreender o mundo interno do estudante (seus sentimentos, aflições e desejos) e comunicar tal compreensão ao estudante; ter congruência (caráter verdadeiro, sendo o mais humano possível), não fingindo ou levando pessoas a fingir; criar condições (ambientes) que favoreçam a aprendizagem ao invés de preocupar-se apenas em ministrar conteúdos, sendo, portanto, um(a) educador(a)-facilitador(a), sem adotar um único modelo de facilitar o aprendizado, mas colocando os interesses dos(as) alunos(as) em primeiro lugar (suas motivações, entusiasmos e o que realmente querem aprender), de modo a despertar todo o potencial de desenvolvimento de cada estudante, para que os(as) alunos(as) busquem seus próprios objetivos, interesses e expectativas, aprendendo o que necessitam e/ou o que querem aprender, havendo assim, uma relação aluno(a)-professor(a) com confiança, incentivo à criatividade e à produção intelectual, sem censura. Dessa forma, ao valorizar o indivíduo por completo, Rogers incentiva e contribui para que a escola promova a inclusão, proporcionando igualdade, respeito e condições favoráveis para a aprendizagem entre todos da escola; e forneça assistência para que os(as) alunos(as) se tornem pessoas independentes, com discernimento, responsáveis, autodeterminadas, com autonomia para buscar o próprio crescimento, alcançando sucesso em sua busca por conhecimento. Porém, esse processo de aprendizagem tem sido difícil e angustiante para muitos professores, que ao gerar mudanças significativas por desenvolver esse modelo de educação, muitas vezes sofrem com o preconceito e questionamentos dos próprios colegas de trabalho.</div><div><br></div><div>REFERÊNCIAS:<br><br></div><div>BRANDÃO, Lucas. Carl Rogers, o psicólogo do humano. <strong>Comunidade cultura e arte</strong>, 2017. Disponível em: &lt;https://www.comunidadeculturaearte.com/carl-rogers-o-psicologo-do-humano/&gt;. Acesso em 22 mar. 2021.<br><br></div><div>IFES CEFOR. Carl Rogers e a educação – Teoria humanista. <strong>Youtube</strong>, 09 mar. 2021. Disponível em: &lt; https://www.youtube.com/watch?v=MyAlsYo_7fw&gt;. Acesso em: 22 mar. 2021.<br><br></div><div>LIMA, L. D.; BARBOSA, Z. C. L.; PEIXOTO, S. P. L. Teoria Humanista: Carl Rogers e a educação. <strong>Cadernos de Graduação - Ciências Humanas e Sociais.</strong> Alagoas, v. 4, n. 3, p. 161-172, maio. 2018.<br><br></div><div>ZIMRING, Fred. <strong>Carl Rogers. </strong>Tradução e organização: Marco Antônio Lorieri. Recife: Fundação Joaquim Nabuco, Editora Massangana, 2010. 142 p. (Coleção Educadores). Disponível em: &lt;http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me4665.pdf&gt;. Acesso em 22 mar. 2021. ISBN 978-85-7019-545-6</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 19:20:45 UTC</pubDate>
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         <title>A Concepção de Educação de Carl Rogers</title>
         <author>englorenasecchin</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1339892174</link>
         <description><![CDATA[<div>Lorena Ferrari Secchin - Polo Cariacica<br><br>Um psicólogo que propõe três requisitos para que as condições do ambiente educacional favoreçam a aprendizagem, a Tríade Rogeriana.<br>O primeiro pilar é a aceitação do aluno como ele e o que ele traz de características.<br>O segundo é a empatia, em que nos colocamos no lugar do outro.<br>O terceiro pilar é a congruência, não fingir nem levar o outro a fingir.<br>Seguindo essa tríade, a Escola consegue criar criar esse clima afetivo que propicia o despertar do potencial de desenvolvimento do aluno.<br>Um dos aspectos interessantes dessa teoria é que ela não impõe um método de ensino, uma vez que ele será escolhido pelo professor, que atua como facilitador do processo de busca e aquisição dos conhecimentos.<br>É interessante perceber que quando aceitamos o aluno como pessoa, também aceitamos o meio social em que ele está inserido, o que faz que as Teorias de Piaget e Vigotsky também contribuam, mesmo que de forma restrita, à Teoria Humanista de Rogers.<br>Na minha prática docente tento aplicar a Tríade Rogeriana mas percebo entraves nos métodos de avaliação. Mesmo os alunos precisam de orientação para serem protagonistas e responsáveis desse processo de aprendizagem.<br>Acredito que a Escola têm evoluido mas depende muito do pensamento dos gestores para que isso se torne realidade <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 19:35:38 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>AS CONTRIBUIÇÕES DA TENDÊNCIA PEDAGÓGICA CENTRADA NA PESSOA  - CARL ROGERS PARA O PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM</title>
         <author>frodriguesom</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1339910198</link>
         <description><![CDATA[<div>    Flávia Santos Rodrigues<br>                            Polo Piúma<br>As ideias do norte-americano Carl Rogers (1902-1987) como uma concepção de educação foi uma extensão desenvolvida a partir de estudos como terapeuta e psicólogo clínico.  A corrente de Rogers ficou conhecida como humanista em que, enfatiza as relações interpessoais na construção do sujeito. <br>No campo educacional destacou-se no ensino centrado no aluno e um modelo de aprendizagem significativa, ou seja, aprender aquilo que faz sentido para a sua vida cotidiana e que contribua para a sua realização enquanto pessoa por meio de uma construção coletiva e dialógica no processo de ensino e aprendizagem. <br>A seguir, destacaremos alguns aspectos relevantes da contribuição de Carl Rogers para pensamento educacional. O <strong>Papel da Escola</strong> como um<strong> </strong>modelo significativo de ensino visando um processo educacional humanizado com igualdade de direitos, independentemente de suas limitações possibilitando interações com um ambiente favorável e acolhedor ao aluno. Além de, proporcionar um currículo dinâmico com uma preocupação social e que faça sentido para a vida desse aluno em que, posteriormente haja uma transformação social. <br>No que se refere aos <strong>Conteúdos de Ensino</strong>, demonstra-se conteúdos conscientes para que ocorram mudanças significativas e baseadas na experiência, na valorização das atitudes e interesses dos alunos.<br>Os <strong>Métodos de Ensino </strong>são formas variadas de interações que promovam  estímulos e engajamentos através de discussões em sala de aula, aulas expositivas, leituras de artigos (de acordo com o tema), visitas e outros. Assim como, a não padronização do ensino em observância em que cada sujeito aprende de formas distintas e possuem as suas especificidades. Diante disso, as formas de <strong>Avaliação</strong> são utilizadas a partir da consciência promovendo uma autoavaliação.<br>Na <strong>Aprendizagem </strong>o foco principal é centrado no aluno, bem como, significativa e experiencial, de forma livre, contínua e dinâmica considerando os sentimentos e o cognitivo sendo indissociáveis. <br>O <strong>Aluno Ativo </strong>é gestor da sua aprendizagem e desenvolve nesse processo educacional a liberdade do pensar, o discernimento pessoal, o autodesenvolvimento, a autorresponsabilidade, a autonomia, o ser autocrítico, além de atitudes como aceitação incondicional, empatia, respeito, criatividade, caridade, confiança, congruência e olhar positivo. <br>O<strong> Professor </strong>é um educador/facilitador desse processo educacional com atitudes humanizadas, no estímulo a busca por conhecimento, mas que também, precisa demonstrar seus interesses, suas percepções e seus desejos. O saber educar e ensinar vão de encontro à qualificação profissional por meio de domínio técnico e metodológico, conhecimento, saberes e linguagem crítica. Portanto, um ambiente convidativo à aprendizagem. <br>Na <strong>Relação Professor x Aluno Ativo </strong>pretende-se que seja dialógica, íntegra, de respeito e liberdade de expressão mútua, de liberdade para novas descobertas no experienciar juntos e para além do chão da sala de aula. O compreender e o se fazer compreendido nos tornam sujeitos em processo de construção e transformadores sociais. <br>Enfim, nesta perspectiva, a Tendência Pedagógica Centrada na Pessoa nos envolve em abordar questões da prática e vivenciá-las no cotidiano para a construção de um sujeito integral, sendo ele, o centro do processo educativo e protagonista de suas ações. <br><br><strong>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁGICAS<br><br></strong>CARL ROGERS E A EDUCAÇÃO – TEORIA HUMANISTA. Disponível em:&lt; <a href="https://www.youtube.com/watch?v=MyAlsYo_7fw">https://www.youtube.com/watch?v=MyAlsYo_7fw</a>&gt; Acesso em 18 de março de 2021.</div><div> </div><div>DE LIMA, L. D. TEORIA HUMANISTA: CARL ROGERS E A EDUCAÇÃO. <strong>Caderno de Graduação - Ciências Humanas e Sociais - UNIT - ALAGOAS</strong>, <em>[S. l.]</em>, v. 4, n. 3, p. 161, 2018. Disponível em: &lt;<a href="https://periodicos.set.edu.br/fitshumanas/article/view/4800">https://periodicos.set.edu.br/fitshumanas/article/view/4800</a>&gt;. Acesso em: 21 mar. 2021.</div><div> </div><div>ZANETTI NETO, G. <strong>Tendências Pedagógicas</strong>. Apostila digital. Vitória. Ifes, 2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 19:40:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de Vygotsky para a Educação: Refxões á Luz da Psicologia (2)</title>
         <author>wemersonsouza23610</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1339925975</link>
         <description><![CDATA[<div>P<strong>olo</strong>: IFES Colatina <br><strong>Aluno </strong>Wemerson Souza Ferreira </div>]]></description>
         <enclosure url="https://editorarealize.com.br/editora/anais/enid/2014/Modalidade_1datahora_21_10_2014_11_19_57_idinscrito_1128_ccf7de608513238c406c24c46055c715.pdf" />
         <pubDate>2021-03-22 19:44:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>frodriguesom</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1339976176</link>
         <description><![CDATA[<div>AS CONTRIBUIÇÕES DA TENDÊNCIA PEDAGÓGICA CENTRADA NA PESSOA - CARL ROGERS PARA O PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM<br>         Flávia Santos Rodrigues<br>                                Polo Piúma<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/948693721/7dd12406806b64e0b6920e4e9b486128/ATIVIDADE_PADLET___FL_VIA_SANTOS_RODRIGUES.pdf" />
         <pubDate>2021-03-22 19:58:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Jean Piaget  e a teoria construtivista sua contribuição para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem.</title>
         <author>vandaoranjos</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Polo: Santa Teresa<br>Vanilda de Oliveira Laurete dos Anjos (Vanda)<br><br><strong>Jean William Fritz Piaget</strong> (1896-1980) foi psicólogo e biólogo e foi devido as suas formações, que nasce a curiosidade em saber  como se desenvolve a inteligência humana. Sua pesquisa teve inicio  com a observação e analise do comportamento de seus filhos e de outras crianças da comunidade.<br>Sua teoria se baseia na <strong>Epistemologia Genética</strong>, que tem como objeto de estudo, a forma como construímos  nosso conhecimento. <br>para Piaget , não precisamos de ações pensadas para obter conhecimento, mas que ele surge naturalmente a medida que interagimos com o meio onde vivemos. e que a medida com que crescemos, vamos sendo capazes de formular conhecimentos mais elaborados, pois estamos passando de uma etapa para outra da nossa evolução. Ele dividiu e nomeou essas etapas em P<strong>eríodos do desenvolvimento </strong>e subdividi-os em:<br> * S<strong>ensório-motor (0 a 2 anos),<br>* Pré-operatório (2 a 7 anos),<br>* Concreto (7 a 11 ou 12 anos) e * Operatório formal (11 ou 12 anos em diante). </strong><br>Surge o Construtivismo de Piaget, que pouco tem em comum com a forma que nos foi apresentada na década de 90, num conceito equivocado de liberdade de aprendizagem. A proposta de Piaget é que a criança construa o seu conhecimento de acordo com as fases que se encontra, interagindo com outras pessoas e objetos.<br><br><a href="https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961&amp;chapterid=29880">https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961&amp;chapterid=29880</a>   disciplina : Teoria da aprendizagem <br><br>http://www.gestaoescolar.diaadia.pr.gov.br/modules/galeria/detalhe.php?foto=447&amp;evento=10<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 20:20:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O sujeito como agente do próprio saber e as contribuições de Carl Rogers para educação: Um olhar pessoal</title>
         <author>gabrielalvandrade</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1340055901</link>
         <description><![CDATA[<div>Gabriela Lopes Vasconcellos de Andrade <br>Polo Cefor<br><br>A prática pedagógica proposta por Carl Rogers pauta-se em uma pedagogia centrada na pessoa. Dessa forma, para pensar sobre as contribuições do autor para a educação, resolvi inscrever a minha vivência no processo de realização dessa colagem, tentando mesclar conhecimento acadêmico com conhecimento vivido. Para isso, montei um pequeno esquema visual, que me ajuda no processo de aprender e na minha atuação em sala de aula, assim como um vídeo contando um pouco da minha experiência de vida.<br><br>Segue o link do video:<br>https://youtu.be/xtYjqi1XPUo<br><br>O esquema visual está aqui:</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 20:21:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>IMPLICAÇÕES EDUCACIONAIS DA PSICOLOGIA HISTÓRICO-CULTURAL (Monique Coêlho - Pólo Cachoeiro de Itapemirim</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1340058457</link>
         <description><![CDATA[<div>Para Vygotsky o único bom ensino é aquele que se adianta ao desenvolvimento, como isso, temos a valorização da intervenção pedagógica, onde a participação do professor é fundamental. Numa conduta de parceria, dando assistência e instruindo  o aluno de maneira sistemática e constante. O professor como mediador, propicia suporte concreto e interferência adequada para que o aluno transforme as funções mentais que estão na ZP em funções consolidadas. Remetendo assim, à importância da escolarização na vida dos indivíduos.</div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-22 20:22:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Contribuições de Rogers para o processo de ensino e aprendizagem</title>
         <author>apolinario_nr</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1340135494</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Nabylla Apolinario – Polo Serra<br></strong><br></div><div>Licenciado em psicologia e história, Carl Rogers nasceu em 1902, na cidade de Chicago. Tornou-se Doutor em 1928 em Teachers College da Universidade de Columbia. Seu trabalho obteve reconhecido no ano de 1946 após sua candidatura de presidente da Associação americana de Psicologia. Seus pensamentos sobre educação é fruto de pesquisas vivenciais, dentro de seu consultório terapêutico.<br><br></div><div>“O único homem que se educa é aquele que aprendeu como aprender: que aprendeu como se adaptar e mudar; que se capacitou de que nenhum conhecimento é seguro, que nenhum processo de buscar conhecimento oferece uma base de segurança”. (ROGERS apud COELHO e JOSÉ, 1993 p.9)<br><br></div><div>Carl Rogers foi o teórico mais influente no campo da teoria humanista e da personalidade. Sua contribuição para a educação foi enfatizar a igualdade e sentimento de cultura como desenvolvimento de competências individuais.<br><br></div><div><strong>A Prática pedagógica de Rogers </strong>é<strong> </strong>pautada na<strong> </strong>Formação do indivíduo como ser livre, ativo e social. Desta maneira, sua contribuição pedagógica criou a prática pedagógica renovada não-diretiva, conhecida como a Escola Nova. E a tendência de ensino era fazer com que o professor e os conteúdos da disciplina saíssem do centro do processo pedagógico e o educando se tornasse um elemento fundamental, que deve ter curiosidade, inventividade, criatividade e estimulo do professor na facilitação desse processo.<br><br></div><div>“Do ponto de vista da Escola Nova, os conhecimentos já obtidos pela ciência e acumulados pela humanidade não precisariam ser transmitidos aos alunos, pois acreditava-se que, passando por esses métodos, eles seriam naturalmente encontrados e organizados” (FUSARI e FERRAZ, 1992, p. 28).<br><br></div><div>Assista ao vídeo sobre Carl Rogers e a educação I Teoria humanista: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=KiO-WhwVws0">https://www.youtube.com/watch?v=KiO-WhwVws0<br></a><br></div><div><strong>De acordo com a teoria de Rogers o processo educacional deve possuir as seguintes características:<br></strong><br></div><div><strong>“Papel da Escola:</strong> Adequar as necessidades individuais ao meio, propiciando experiências, cujo centro é o aluno.<br><br></div><div><strong>Papel do aluno:</strong> buscar, conhecer, experimentar.<br><br></div><div><strong>Relação professor-aluno:</strong> Clima democrático, o professor é um auxiliar na realização das experiências.<br><br></div><div><strong>Conhecimento:</strong> algo inacabado, a ser descoberto e reinventado, baseado em experiências cognitivas de modo progressivo em consideração aos interesse.<br><br></div><div><strong>Metodologia:</strong> Aprender experimentando, aprender a aprender.<br><br></div><div><strong>Conteúdos:</strong> Estabelecidos pela experiência.<br><br></div><div><strong>Avaliação:</strong> foco na qualidade e não na quantidade, no processo e não no produto (QUEIROZ e CORDEIRO, 2007).”<br><br></div><div>Desta maneira, podemos aferir que a contribuição de Carl Rogers foi um difusor de águas na tendência pedagógica buscando centralizar o sujeito aluno, como o interessado na aprendizagem das descobertas, momentos de experiências e construção do conhecimento, a partir do próprio interesse.<br><br></div><div> </div><div><strong>REFERÊNCIA<br></strong><br></div><div> </div><div><strong>AS melhores frases em educação</strong>. Disponível em: https://unibhpedagogia.wordpress.com/2013/06/03/as-melhores-frases-em-educacao/. Acesso em: 22. Mar. 2021.<br><br></div><div><strong>CARL Rogers e a educação | teoria humanista</strong>. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=KiO-WhwVws0. Acesso em: 22. Mar. 2021.<br><br></div><div>FUSARI, Maria Felisminda de Rezende &amp; FERRAZ, Maria Heloisa. <strong>Arte na educação escolar</strong>. São Paulo: Cortez, 1992. Page 14. Tendência Idealista Liberal.<br><br></div><div>IMAGEM – Carl Rogers. Disponível em: https://unibhpedagogia.wordpress.com/2013/06/03/as-melhores-frases-em-educacao/. Acesso em: 22. Mar. 2021.<br><br></div><div>QUEIROZ, Cecília Telma Alves Pontes de; CORDEIRO, Filomena Maria Gonçalves da Silva. <strong>Fundamentos sócio filosóficos da educação</strong>. Moita: Campina Grande; Natal: UEPB/UFRN, 2007.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 20:46:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de Carl Rogers para o processo de ensino e aprendizagem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1340193894</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Eduardo Carlos Theotônio - Polo Cariacica</strong><br><br>Carl Rogers (1902 a 1987) foi um psicólogo norte-americano, principal autor da abordagem psicológica Centrada na Pessoa e um dos fundadores da Psicologia Humanista. </div><div>No universo da educação, contribuiu consideravelmente para a construção da psicologia não-diretiva. Nessa esfera, mesmo não sendo educador, Rogers propõe uma perspectiva educacional na qual o autodesenvolvimento e a realização pessoal são os focos do processo de ensino e aprendizagem.  </div><div><br>O autor defende que o sujeito tende a procurar, institivamente, por seu aprimoramento pessoal e que essa tendência estaria na essência da motivação da espécie humana. Nesse sentido, o papel da escola é criar condições para o desenvolvimento da personalidade do estudante e das características que lhe são próprias. Dado isso, os objetivos pessoais dos estudantes norteiam as práticas educacionais, e, para isso, a escola deve ser um ambiente onde professores e alunos tenham liberdade para atuar. </div><div><br>Nesse processo, não se pode adotar um único método de ensino e os materiais didáticos devem ser diversos. A seleção dos conteúdos e os sistemas de avaliação devem visar um ambiente que valorize o  desenvolvimento psicológico individual do aluno.  </div><div><br>Para Rogers, o professor deve ser um facilitador da aprendizagem colocando os interesses dos alunos em primeiro lugar. A figura do professor passaria dos moldes autoritários do “senhor do saber” para um facilitador autêntico das relações que facilitam a aprendizagem onde o aluno é protagonista do seu processo de aprendizagem, refletindo, questionando e fazendo escolhas.  </div><div>Portanto, se faz necessário o uso de metodologias e materiais diversos para permitir a expressão individual de cada sujeito, suspendendo processos avaliativos tradicionais como provas e notas, substituindo por um processo humanizado de conscientização, respeito e confiança no aluno, </div><div><br>De acordo com Rogers, a educação “seria um encontro entre pessoas a fim de vivenciarem experiências significativas onde seriam criadas condições facilitadoras da aprendizagem do estudante com o objetivo de liberar sua capacidade de auto-aprendizagem” (MACHADO et al., p. 216). <br><br></div><div>Rogers propõe uma construção coletiva do processo de ensino e aprendizagem através do diálogo entre professores e alunos, de forma empática e afetuosa. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 21:05:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Processo de Ensino aprendizagem segundo Vygotsky</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1340254024</link>
         <description><![CDATA[<div>Luciana Barros Sales- Polo Colatina<br><br>As teorias de aprendizagem nos ajuda a entender que existem várias maneiras de como os indivíduos aprendem.<br>Segundo Vigotsky o desenvolvimento cognitivo do indivíduo  se da por meio da interação social com outros indivíduos e com o meio. A aprendizagem e o desenvolvimento tem uma relação complexa, para Vigotski primeiro a aprendizagem é que irá prover o desenvolvimento, desse modo, o desenvolvimento é percebido de forma paralela às práticas culturais educativas, incluindo, portanto,o processo de aprendizagem.<br>A criança é interativa , pois adiquire conhecimentos à partir de relações intra e interpessoais e de troca com o meio, à partir do processo de mediação.<br>Em sala de aula, quando percebemos que os alunos não apredem da mesma maeira  é importante a busca de diversos recursos para que o aluno aprenda, por que nem sempre o que funciona com um não funciona com outro, po isso, cabe ao professor elaborar um planejamneto tendo base as interações que os alunos realizarão para levá -los ao conhecimento fazendo com que alcance os objetivos no processo aprendizagem<br>Vale dizer que a mediação segundo Vigotski é muito importante para entender que o professor não é o unico mediador na vida  da criança pois ela está sempre em contato com outros elementos mediadores.<br>O professor deve adotar o paple  de facilatodor, não de provedor de conteúdo. O aluno que vai construir seu próprio caminho e o professor é quem acompanha ao longo do caminho. O que a criança pode fazer hoje com ajuda será capaz de fazer por si mesma amanhã.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 21:28:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vygotsky – Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1340334297</link>
         <description><![CDATA[<div>Ingrid Janini R. Oliveira<br>Polo Piúma<br><br>Zona de Desenvolvimento Proximal ou ZDP, foi um conceito desenvolvido por Levy Vygotsky, que contribui para refletirmos como ocorre a aprendizagem dos alunos. Para pensarmos sobre o assunto, vamos partir da perspectiva de dois conhecimentos, o “conhecimento real” e o “conhecimento potencial”. O conhecimento real é o conhecimento que já temos, a nossa visão de mundo, os conhecimentos já adquiridos. O conhecimento potencial é o que ainda não sabemos, mas temos potencial em aprender. Se formos refletir sobre conteúdo aplicados durante o processo escolar, eles seguem uma linha de aprendizagem, o conhecimento que o aluno de 2º ano tem em resolver questões de adição irá ajuda-lo a compreender e resolver questões de multiplicação quando for aprender. O que ocorre entre o conhecimento real e o conhecimento potencial é a Zona de Desenvolvimento Proximal.<br><br></div><div>Para Vygotsky aprendemos por meio da interação social, no caso da relação professor-aluno/ensino-aprendizagem, o professor é aquele que tem conhecimento e experiência, e tem como papel ser o mediador na relação do aluno com o conhecimento, criando assim zonas de desenvolvimento proximal. <br><br></div><div> <br><br></div><div>NEVES, Rita de Araujo. DAMIANI, Magda Floriana. Vygotsky e as teorias de aprendizagem. UNIrevista – Vol.1, nº2, abril, 2006.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 22:03:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de Vygotsky para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos.</title>
         <author>carlospge10</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1340373412</link>
         <description><![CDATA[<div>Carlos Augusto da Silva Alves<br>Polo Cariacica<br><br>Para Vygostsky o processo de ensino aprendizagem inclui sempre aquele que aprende, aquele que ensina e a relação entre as pessoas. Um dos conceitos mais importantes na teoria de Vygotsky é o de Zona de Desenvolvimento Proximal.  Vygotsky afirma que, em qualquer pessoa, existem dois níveis de desenvolvimento: um nível de desenvolvimento efetivo e um nível de desenvolvimento potencial.<br><br></div><div>As teorias de desenvolvimento, em geral, estudam somente o desenvolvimento efetivo, isto é, aquele que já ocorreu. A Zona de Desenvolvimento Proximal mede exatamente a distância entre esses dois níveis, o efetivo e o potencial. Para Vygostsky o desenvolvimento é resultado da interação da criança com o meio social em que está inserido e, se conhecermos melhor esse processo, teremos condição de intervir sobre o desenvolvimento da criança de modo a ajudá-la.<br><br></div><div>                                                <br><br></div><div><strong>Referência:<br></strong><br></div><div><strong>vhttps://www.construirnoticias.com.br/contribuicoes-de-vygotsky-para-a-educacao/ acesso 21/03/2021 – 23h</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 22:23:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Carl Rogers e a Educação: um olhar significativo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1340490159</link>
         <description><![CDATA[<div>Maria Tatiana Lima Costa - Polo Alegre<br><br>Carls Rogers foi um psicólogo norte-americano que desenvolveu a Psicologia Humanística. <br><br>De acordo com  Lima, Barbosa e Peixoto (2018), autoras do artigo: Carl Rogers e a Educação,  "a abordagem centrada na pessoa (ACP) de Carl Rogers compreende que o ato de aprender é individual, singular e peculiar de cada sujeito, de forma que a vivência subjetiva deve ser considerada, pois o aluno retém somente o que lhe convém, o que acredita ser muito importante e que se relaciona com seu contexto".<br><br></div><div>Para o estudioso, o professor ou professora, em sala de aula, atua como um facilitador presente, que constrói uma atmosfera favorável, criando não somente um, mas diversos modelos para facilitar a aprendizagem dos educandos. Empatia, aceitação, confiança e compreensão formam os pilares que sustentam a postura do professor numa perspectiva rogeriana de pensar.<br><br></div><div>O aluno é visto como sujeito singular no processo de ensino e aprendizagem. Assume uma postura ativa, autônoma do seu processo de ensino, pensando, refletindo, questionando, problematizando os conteúdos formativos. <br><br></div><div>A relação aluno-professor é marcada por um laço que deve transcender a sala de aula. E neste espaço, o professor-facilitador assume um papel fundamental porque deve auxiliar o aluno a conhecer os seus interesses, expectativas, objetivos, tornando-o protagonista do processo educativo no qual está inserido. <br><br></div><div>Aqui o desafio da escola é construir um ambiente agradável, favorável às novas descobertas e às experiências significativas dos alunos em sala de aula. Rogers acredita no conhecimento adquirido por meio da autodescoberta, isto é, o conhecimento obtido no diálogo entre as práticas formativas e a vivência dos próprios estudantes que auxiliam e resultam em novas observações. É o mundo sendo pintado pelo aluno. <br><br></div><div>Diante do exposto, entendemos que Rogers traz contribuições significativas para o campo da Educação no instante em que orienta a construção de atitudes de intervenção que podem ser desenvolvidas na prática docente por todos aqueles que formam e colaboram para com o processo educativo.<br><br>"Não podemos ensinar a outra pessoa diretamente; só podemos facilitar sua aprendizagem". <br><br>Carl Rogers</div><div><a href="https://www.pensador.com/autor/carl_rogers/"><br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 23:28:03 UTC</pubDate>
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         <title>As contribuições de Piaget para a educação</title>
         <author>schirleymarvila</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1340491829</link>
         <description><![CDATA[<div>Schirley Marvila Ribeiro Neves - Polo Centro Serrano<br><br>Ao contrário do que muitos pensam, é necessário esclarecer que Jean Piaget não era professor, e que suas pesquisas não possuem nenhum cunho pedagógico. Portanto, seus conceitos não podem ser vistos como proposta pedagógica. Ele não formulou nenhum “método piagetiano”, ainda que seu maior objetivo fosse à busca do entendimento de como o conhecimento é construído. A propósito, convém destacar que, em seus estudos, criou um campo de investigação que denominou <strong>epistemologia genética</strong>, uma teoria do conhecimento centrada no desenvolvimento natural da criança.</div><div>Piaget enfatiza que a lógica, a moral, a linguagem e a compreensão de regras sociais são inatos, construídos por cada um dos indivíduos ao longo do seu desenvolvimento. Nesse contexto, o desenvolvimento cognitivo origina-se de dentro para fora, num processo de maturação do sujeito. A propósito, ele realça que a criança cresce passando por sucessivos estágios.<br>Vale ressaltar que, para Piaget, o sujeito é um organismo que possui estruturas e que, ao receber os estímulos do meio, dá uma resposta em função destas estruturas. Ele chega a dizer que a resposta já existia no sentido de que o estímulo só será estímulo, se for significativo e será significativo somente se é uma estrutura que permita sua assimilação, uma estrutura que possa integrar esses estímulos, mas que ao mesmo tempo apresente uma resposta.</div><div>Assim, procurando entender como essa estrutura age sobre o estímulo para fornecer a resposta, o biólogo baseia sua explicação justamente no processo de equilibração, assimilação e acomodação, sendo estes, fatores importantes do desenvolvimento intelectual.</div><div>Nesse ínterim, é mister destacar, também, a distinção entre <strong>aprendizagem, </strong>que é a  aquisição de um conhecimento novo e específico derivado do meio, e <strong>desenvolvimento da inteligência</strong>, que corresponde à totalidade das estruturas do conhecimento construídas.</div><div>Os estudos e pesquisas de<strong> </strong>Piaget nos dão embasamento sobre o modo que as crianças percebem o mundo ao seu redor, o que esperar delas frente às essas interpretações. É evidente que suas idéias são utilizadas como diretrizes para uma metodologia de trabalho, mas, jamais devemos aludi-la a uma postura didática.<br><br><em><sub><sup>Fonte: Aspectos da construção do conhecimento e da aprendizagem na obra de Piaget/ disponível em </sup></sub></em><a href="https://ava.cefor.ifes.edu.br/course/view.php?id=12097"><em><sub><sup>https://ava.cefor.ifes.edu.br/course/view.php?id=12097</sup></sub></em></a></div><div><br><strong>Agora, vamos interagir? </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 23:29:01 UTC</pubDate>
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         <title>CARL ROGERS E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A EDUCAÇÃO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1340508128</link>
         <description><![CDATA[<div>Rosangela dos Santos Rodrigues - Polo Linhares<br><br></div><div>A Educação viveu grandes transformações no decorrer de sua história, conhecendo diversas fundamentações de teoricos que se disposeram a empenhar suas vidas em pesquisar e compatilhar seus conhecimentos sobre o desenvolvimento e comportamento humano. Assim, foi a vida de Carl Rogers, que dedicou a maior parte de seus 85 anos, a compreender o comportamento do sujeito, durante sua profissão como pscologo, mas que forneceu grandes contribuições para a area da educação até hoje apregoado nos contextos educacionais.<br>Seus fundamentos são base nas diversas Leis e pareceres que contemplam a area educacional no Brasil e no Mundo, como por exemplo a Constituição Federal, a Leis de Diretrizes Basicas da Educação Nacional, bem como o Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação (ARAUJO; VIEIRA, 2013). Tendo como mais recente documento para base educacional a Base Nacional Comum Curricula (BNCC) que enfantiza o papel emergente da educação de um olhar integral ao aluno, levando o aluno a "aprender a aprender"(BRASIL, 2018).<br>Tendo elaborado teses, consideradas além de seu tempo, Rogers é autor da teoria humanista, e viveu nos dois campos de atuação (pscologia e docência) a abordagem centrada na pessoa, sendo este o foco de sua teoria, as bases são as relações humans, o sujeitos com um processo continuo de desenvolvimento e valorização do respeito pelo ser humano. Ele defendia que um ambiente facilitador são essenciais para o processo de aprendizagem, devendo o docente assumir atitudes humanista frente ao alunos e em suas praticas pedagógicas (ARAÚJO; VIEIRA, 2013)<br>De acordo com Lima, Barbosa e Peixoto (2018), Rogers tinha como objetivos a integralidade no desenvolvimento da criança, tanto no campo academico, como profissional, além de presar o desenvovilmento da autonomia do processe de aprendizagem. Outro aspecto importante de sua teoria relaciona-se a aprendizagem significativa, pois para o teorico, cada sujeito tem sua aprendizagem de forma individula, singular e peculiar, retendo somente o que considera importante ao seu contexto.<br>Quanto ao docente, Rogers relata que o profissional necessita ter caracteristica para torna-se um facilitador: Autencidade, aceitatabilidade e empatia. A primeira o teorico apropria-se do termo congruência, considerada como a mais basica, se refere a capacidade do docente mostrar-se como pessoa real, com transparencia em sua relação com o aluno, a segunda dita como "aceitação positiva incondicional" é compreendido como capacidade de aceitar o aluno, seus sentimentos e opniões, valores e culturas, traduzido com uma confiança no organismo humano e nas suas capacidade e por fim "compreensão empática" é a capacidade de aceitar o aluno sem jugamento, com suas limitações e disavenças, fazendo-o sentir-se aceito e compreendito em sua totalidade (ARAUJO; VIEIRA, 2013).<br>Assim, Araújo e Vieira (2013) resume que para a teoria humanista a qualidade na aprendizagem depende da relação pedagógica baseada na aceitação e compreensão do aluno, e do pressoposto de que o alunos tem potencialidade para aprender e pode tem motivação para o fazer, e que neste o docente como facilitador deve estimula o desenvolvimento das potencialidades de seus alunos e simultaneamente motiva-lo ao crescimento e desenvolvemento pessoal.<br>O que até aqui foi exposto é infimo das diversas caracteristica da teoria de Rogers, mas pontual o quão presente está seus fundamentos na educação atual, que o desenvolvimento do aluno autonimo e ativo se faz tal necessário. Assim, como a contribuição de Rogers, segundo Almeida (2019) encontra-se nas discussões centrais da escola relacionada a cidadenia e a convivencia na sociedade, esta convergente com base fundamental da relação interpessoal na formação do sujeito segundo a teoria humanista. Assim, depois de década, sua contribuição se extende graça há diverso profissionais que adotam sua abordagem como direção para sua atuação na educação, mesmo que em misto com outras abordagem (ALMEIDA, 2019).<br><br><strong>REFERÊNCIAS </strong><br><br>DE LIMA, L. D. TEORIA HUMANISTA: CARL ROGERS E A EDUCAÇÃO. Caderno de Graduação - Ciências Humanas e Sociais - UNIT - ALAGOAS, [S. l.], v. 4, n. 3, p. 161, 2018. Disponível em: https://periodicos.set.edu.br/fitshumanas/article/view/4800. Acesso em: 22 mar. 2021.<br>ALMEIDA, L.. Contribuições da psicologia de Rogers para a educação: uma abordagem histórica. 2019. Psicologia da Educação, 0(7/8). Disponível em: &lt;https://revistas.pucsp.br/index.php/psicoeduca/article/view/42865/28546&gt;. Acesso em: 22 mar. 2021<br>ARAUJO, Eliana Silva Cassimiro de; VIEIRA, Vânia Maria de Oliveira. Práticas docentes na Saúde: contribuições para uma reflexão a partir de Carl Rogers. Psicol. Esc. Educ.,  Maringá ,  v. 17, n. 1, p. 97-104,  June  2013 .   Available from &lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1413-85572013000100010&amp;lng=en&amp;nrm=iso&gt;. access on  22  Mar.  2021.  http://dx.doi.org/10.1590/S1413-85572013000100010.<br> BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018. Disponivel em:&lt;http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf&gt;. Acesso em: 22 mar. 2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 23:38:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A ATUAÇÃO DO PROFESSOR DIANTE DO PROCESSO DE INCLUSÃO E AS CONTRIBUIÇÕES DE VYGOTSKY</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Alessandro Poleto Oliveira<br>Polo - Cefor<br><br> <mark>O contexto escolar é um ambiente estimulador para várias aprendizagens por apresentar elementos que influenciam favoravelmente no desenvolvimento dos alunos. Dentre esses elementos destacamos a importância do professor, no processo de ensino e aprendizagem e do grupo de alunos, enquanto participantes ativos nos processos de construção do conhecimento. 4127 Atualmente, encontramos muitos professores que temem receber em suas salas de aula alunos com necessidades educacionais especiais, eles dizem não estar preparados para atuar em salas tão heterogêneas. Pensamos que é fundamental que eles tenham uma atitude mais pró-ativa com relação às situações que vivenciam no contexto escolar, especialmente quando são responsáveis por atuar junto a crianças que apresentam necessidades especiais. Com a perspectiva de buscar subsídios para a prática docente junto a essa população, fazermos uma reflexão tendo como ponto de partida as contribuições de L. S. Vygotsky. Entendemos que algumas de suas idéias podem contribuir para uma nova compreensão e, consequentemente, para proposição de novas práticas pedagógicas, acerca da questão da deficiência. Antes, porém, achamos importante fazer algumas considerações acerca do movimento em torno da inclusão e da formação dos professores, para, em seguida, fazermos uma articulação com as idéias de Vigotski, servimo-nos de suas contribuições e dos conceitos que desenvolveu. Desenvolvimento Quem incluir? De quem estamos falando? O termo inclusão abarca uma série de grupos diferentes, também denominados como minoria. Aqui estaremos nos referindo apenas a um destes grupos, o dos que apresentam deficiência, também denominados pessoas com necessidades educacionais, ou educativas especiais. É importante termos clareza de quem estamos falando a respeito tanto da responsabilidade do trabalho a ser desenvolvido com essas pessoas, quanto das dificuldades implicadas nos processos de sua aprendizagem e desenvolvimento. Entendemos que essas duas dimensões vêm mobilizando os professores na busca de alternativas para atuarem no contexto da inclusão, uma vez que eles podem apresentar diferentes necessidades que devem ser reconhecidas e superadas. Além disso, falar deste grupo de pessoas implica também reconhecer que ele é bastante heterogêneo, composto por uma variedade de pessoas com características próprias que os diferenciam uns dos ouros. Afinal de quem estamos falando quando nos referimos a pessoas com necessidades educacionais especiais? Quem são esses sujeitos? 4128 Pires (2002) refere-se a esses sujeitos, abrangendo, de modo amplo, desde aqueles denominados “alunos problemas”, por não se dedicarem à tarefa escolar, sendo impertinentes, desobedientes, até aqueles alunos com síndromes ou outros comprometimentos orgânicos ou neurológicos que afetam áreas como: percepção sensorial, capacidade de pensar, capacidade de relacionar-se com outros ou com o ensino e alunos com deficiência física. Para Marchesi (2004, p. 20), O conceito de “necessidades educativas especiais” começou a ser usado na década de 60. Para ele, essa expressão reflete o fato de que os “alunos com deficiência ou dificuldades significativas de aprendizagem” podem apresentá-las de forma variável, tanto no tempo quanto na gravidade. Outra característica do conceito necessidades educativas especiais - NEE tem o caráter relativo e contextual. Isso significa reconhecer que a questão da deficiência não se esgota nela mesma, mas implica outras dimensões, como, por exemplo, a inserção social do deficiente, seu acolhimento por parte da sociedade, etc. Marchesi, ao reportar-se ao ambiente social, afirma: “Os problemas de aprendizagem dos alunos são determinados, em grande medida, por seu ambiente familiar e social e pelas características da própria escola.” (MARCHESI, 2004, p. 20). Tal perspectiva se aproxima muito do que afirma Vygotsky (1997), a saber, que a criança deficiente não sente diretamente sua deficiência, percebe as dificuldades que derivam dela e, em conseqüência sofre o rebaixamento de posição social. Portanto, e a família a escola devem estar atentas aos vínculos pessoais estabelecidos. Estes devem proporcionar-lhe confiança em suas potencialidades e condições de superação, levando-as a investir além do limite aparente. Ao tratar da defectologia, o autor defende a não segregação dos alunos com necessidades especiais, visto que as interações sociais entre grupos heterogêneos são condições fundamentais para o desenvolvimento do pensamento e da linguagem. “Ir a uma ‘escola para tontos’ significa estar em uma difícil posição social” (VYGOTSKI, 1997, p. 18). O preparo do professor em face da inclusão Sabemos que a boa vontade dos professores e sua preparação são condições necessárias, mas não suficientes para garantir uma escola inclusiva. Marchesi (2004) apresenta uma visão semelhante ao comentar que criar escolas inclusivas requer muito 4129 mais que boas intenções, declarações e documentos oficiais, requer que a sociedade, escolas e professores tomem consciência das tensões e organizem condições para criação de escolas inclusivas de qualidade. Além disso, para este autor, a preparação do professor também se constitui condição necessária para o processo de inclusão dos alunos com NEE. “É muito difícil avançar no sentido das escolas inclusivas se os professores em seu conjunto, e não apenas professores especialistas em educação especial, não adquirirem uma competência suficiente para ensinar todos os alunos.” (MARCHESI, 2004, p. 44) Observa-se que entre os professores da educação básica, principalmente nas séries iniciais do ensino fundamental, alguns se encontram em formação, ainda há professores leigos, professores frutos de uma formação “aligeirada e utilitarista” (MICHELS, 2006), professores de outras licenciaturas sem especialização e, somandose a estes, estão, também, os pedagogos, os formados em outras licenciaturas com especialização, os formados no curso Normal do Ensino Médio e/ou Superior (em serviço). Percebemos que as séries iniciais do ensino fundamental contam com um grupo de professores bastante heterogêneos em suas formações. Além disso, o que ocorre, também em todos os níveis de ensino, é que cada um traz consigo, suas histórias e expereências, ou seja, suas crenças e culturas para sua prática. Tardif, (apud. CUNHA, 2005) nos a alerta que os saberes são plurais, diversificados e nos chama a atenção para a complexidade da profissão que envolve saberes, valores, senso comum, saberes cotidianos. Este autor afirma que nos últimos 30 anos tem havido um conflito de valores que “parecem ainda mais graves nas profissões cujos ‘objetos de trabalho’ são seres humanos, como ocorrem no magistério” (TARDIF apud. CUNHA, 2005, p. 86). Sabemos que escolas recebem a cada ano um maior número de alunos que apresentam NEE e que alguns professores vêm atuando sem estarem preparado, devendo lidar com as precárias condições oferecidas pela escola para atender as necessidades variadas e peculiares dos diferentes alunos. Tardif, Lessard &amp; Lahye, 1991, (apud. CUNHA, 2005, p.83) nos chamam a atenção para a importância de considerar que os professores são produtores de saberes e que estes são plurais na sua constituição e natureza. As mudanças necessárias para o acolhimento das crianças com NEE requerem professores com uma nova visão sobre essa população, um acolhimento que se paute em princípios éticos, igualitários e solidários. Nesse sentido, Martins afirma: “O educador ético é reflexivo, analisa os porquês da sua ação, por isso sabe o que faz, para que faz, 4130 por que o faz, para o que faz e analisa, seleciona e escolhe os meios de concretizar o seu fazer.” (MARTINS, 2006, p. 44-45). Torna-se necessário ao professor, já em serviço, refletir sobre sua formação, seu preparo para atuar nessa escola que está para todos. Do professor espera-se que desempenhe de forma adequada sua prática pedagógica e promova de fato uma educação de qualidade, considerando a heterogeneidade do grupo. (Freitas, 2006, p . 40) “[...] preventivamente, cabe examinar a formação inicial de todos os professores, de modo a assumirem a perspectiva da educação para todos ao longo de toda a trajetória profissional, aliando qualidade com equidade.” Pensamos que não basta receber tais alunos para a mera socialização, o que seria mais uma forma de exclusão, é necessário um atendimento que oportunize o desenvolvimento efetivo de todos, para isso, torna-se primordial que o professor tenha uma prática reflexiva e fundamentada. Que busque capacitar-se, visto que somente a formação inicial pode não ser suficiente para o enfrentamento de questões tão sérias e por vezes difíceis de lidar. O art. 18 Diretrizes Nacionais para Educação Especial na Educação Básica dispõe sobre os professores e sua formação para atuar no contexto inclusivo: “[...] professores capacitados e especializados, conforme previsto no artigo 59 da LDBEN [...] a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura de graduação plena. (BRASIL, 2001, p.77). Independente de como está a formação do professor, o aluno com NEE continuará chegando às escolas, estejam elas preparadas ou não. Então, devemos refletir o que este aluno estará fazendo na sala de aula e como o professor estará atuando para promover a aprendizagem, considerando suas características, limitações ou altas habilidades. Estaria este aluno posto no “meio” apenas para socializar-se ou deixado a sua própria sorte, tentando por si só adaptar-se nesse “meio”? Diante de tais indagações, encontramos a perspectiva de Silva (2004, p. 34) que afirma: “[...] é o aluno que se adapta ao novo conhecimento e só ele é capaz de regular o seu processo de construção intelectual”. Discordamos dessa colocação. Se fosse assim, não precisaríamos repensar a escola, sua estrutura. Os professores, segundo essa nesta perspectiva, estariam livres do compromisso de garantir a aprendizagem desse aluno, bastando recebê-lo em sua sala de aula, o que seria sem dúvida aliar-se a uma idéia equivocada e excludente. Contribuições de Vigotski para a atuação do professor em face da inclusão 4131 Vigotski nos deixou um importante legado referente às formas como as aprendizagens ocorrem, as quais devem contribuir para o desenvolvimento do sujeito, através das relações sociais. Entre tantos estudos voltados ao conhecimento do desenvolvimento humano, ele dedicou também a investigar o desenvolvimento da criança deficiente. Pensamos que este autor nos ajudará a compreender como essas questões podem refletir sobre a atuação do professor no processo de inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais. Na obra de Vigotski que trata da defectologia (Vygotski, 1997), percebemos a defesa da não segregação dos alunos com necessidades especiais, tendo em vista que as interações sociais entre grupos heterogêneos são condições fundamentais para o desenvolvimento do pensamento e da linguagem. Na Obras Escogidas V, o autor trata dos fundamentos da defectologia, apresenta um capítulo que aborda a relação entre o defeito e a compensação, tratando-a como teoria da supercompensação, que serve de base psicológica para a teoria e a prática da educação de crianças deficientes. Apresenta a tese central da defectologia cujo teor é: “Todo o defeito cria um estímulo para elaborar uma compensação. [...] junto com as deficiências, estão dadas as forças, as tendências, as aspirações a superá-lo ou nivelá-lo.(VYGOTSKI, 1997, p.14 - 15). Diante dessa perspectiva, novas possibilidades se abrem ao professor quando este entende que a deficiência não é só uma carência, uma debilidade, mas também uma potência, uma grande força e atitudes, o que em certo sentido é positivo. Diante disto, espera-se que os professores tenham a habilidade de perceber as compensações possíveis, visto que é necessário considerar a capacidade de oferecer os recursos para que uma nova aprendizagem seja possível. Adler (apud Vygotski, 1997) afirma que a insuficiência decorrente dos órgãos e funções deficientes desenvolve um estímulo permanente que eleva o desenvolvimento. Nesta mesma direção, Pavlov (apud. Vygotski, 1997, p. 16) diz que “a existência de obstáculo é a condição principal para se alcançar o objetivo”. Para esses autores, é muito importante que o aluno perceba suas capacidades; aqui cabe ao professor e à família torná-las evidentes, visto que todos apresentam potencial para desenvolver-se. Ocorre, porém, que algumas crianças são expostas tantas vezes, a experiências de fracasso, que acabam acreditando na incapacidade. Percebemos que a compensação é algo intrínseco; o sujeito torna-se mais criativo para compensar a fraqueza existente. Vigotski cita exemplos comparando crianças cegas ou surdas com crianças normais em situação de aprendizagem; ocorre que as cegas ou surdas 4132 conseguem realizar a mesma aprendizagem por caminhos diferentes, o que demonstra a lei de compensação. Oliveira (2007) aponta três idéias básicas de Vigotski relacionadas ao ensino escolar. A primeira consiste no olhar prospectivo sobre o desenvolvimento psicológico e considera que o sujeito tem uma trajetória a ser percorrida, e nela ocorrerão transformações a partir do que o sujeito já sabe fazer com autonomia e o que ainda virá a fazer; está ligada à zona de desenvolvimento proximal. A segunda idéia refere-se ao movimento dos processos de aprendizagem e de desenvolvimento, sendo o desenvolvimento impulsionado pela aprendizagem; este se dá de fora para dentro, através da internalização de processos interpsicológicos. A terceira idéia refere-se à atuação do outro, através da mediação entre a cultura de um grupo e o indivíduo, geradora de processos interpsicológicos que serão internalizados. Temos então a idéia de zona de desenvolvimento proximal, a idéia da relação entre aprendizagem que gera desenvolvimento e finalmente a idéia da mediação. Todas essas idéias estão diretamente relacionadas ao processo de ensino e aprendizagem, o que implica que o professor conheça o aluno e saiba o que ele já é capaz de fazer e o que ainda poderá fazer, visto que a aprendizagem efetivada promove o desenvolvimento, que se dá através da ação mediadora do professor, de alguém do grupo, dos instrumentos utilizados e até mesmo através da reflexão sobre as aprendizagens anteriores. Garcia (1999, p. 42) afirma que para Vigotski o desenvolvimento se apresenta em dois níveis, o real e o potencial; o primeiro representa aquilo que a criança pode realizar sozinha, e o segundo o que ela só conseguirá com a ajuda de outra pessoa mais capacitada ou realizará através da imitação. Desse modo, aprender ou não aprender na escola está relacionado com as interações entre os sujeitos que compõem este cenário. Quanto ao que apresenta esta autora, percebemos que ela não se refere à zona de desenvolvimento proximal que, para nós, estaria justamente aí, entre a zona de desenvovimento real e a zona de desenvolvimento potencial, que acontece através da mediação ou intervenção do professor ou de outra situação mediadora, que adianta o nível potencial, e o torna real, através da internalização da aprendizagem, desencadeando novamente o processo e gerando novas aprendizagens e, consequentemente, o desenvolvimento. Baseada em Vigotski, Góes (2007, p.74) referese a uma visão dinâmica e prospectiva do desenvolvimento. Segundo a autora, devemos superar ações educativas limitadas nos diagnósticos tradicionais que servem de base para o encaminhamento do aluno aos programas especializados e acabam por receber, 4133 ao longo do tempo, pequenos ajustes. Somos favoráveis a essa colocação, visto que os alunos, ao serem avaliados para ingresso demonstram nos testes avaliativos aquilo que já sabem, isto é, o que está na zona do desenvolvimento real. Devemos considerar, ainda, que pode haver alguns testes que indicam apenas o que os alunos não sabem. Pensamos que após algum tempo de intervenção, este aluno mereça ser reavaliado, uma vez que ele passou por um processo de aprendizagem e certamente por várias zonas de desenvolvimento, portanto, é provável que tenham ocorrido consideráveis avanços.Dessa forma, as transformações ocorridas devem ser avaliadas para reorientações mais adequadas ao novo momento afim de que o aluno continue a desenvolver-se. Percebemos que as avaliações apresentam, em seus relatórios, o aluno numa perspectiva de passado, através da anamnese de históricos escolares e resultado de desempenho num determinado momento presente. Dependendo do resultado, este é encaminhado aos atendimentos sem o prognóstico necessário para que o professor possa trabalhar acreditando que o aluno tenha potencialidades a serem desenvolvidas. Padilha (2004) nos chama a atenção aos métodos de investigação vigentes; para ela estes deveriam ser modificados radicalmente “[...] será preciso uma nova leitura semiótica e, portanto, uma nova abordagem psicológica, o que implica também mudanças na prática pedagógica”. (PADILHA, 2004, p. 46). A atuação do professor no contexto da sala de aula Sabendo que as interações sociais entre grupos heterogêneos são condições fundamentais para o desenvolvimento do pensamento e da linguagem, pensamos que quanto maior o grupo de relações em que a criança participar, melhor será seu desenvolvimento. Sendo assim, a escola torna-se um espaço social capaz de desenvolver um papel de estimulação ao relacionamento, na qual decorrem as trocas entre os pares, o que certamente facilita ao professor proporcionar atividades desafiadoras, nas quais ele também será o mediador das situações favoráveis ao desenvolvimento cognitivo, social, emocional e linguístico. Beyer (2006) nos lembra que Vigotski opõe-se à proposta de formação de grupos homogêneos “quanto a critérios de desempenho intelectual acadêmico”, preferindo grupos heterogêneos, pois as trocas psicossociais contribuem para o crescimentos de cada grupo. Este autor nos fala do modelo ontogenético vigotskiano, dizendo que tal modelo 4134 [...] se pauta pela concepção de que a emergência de novas estruturas cognitivas e lingüísticas – e as correspondentes competências intelectuais e afetivas – decorre das mediações semióticas. A criança desenvolve novas competências por causa da aproximação dos outros sociais, esses outros entendidos, por um lado, como as novas apropriações semióticas (linguagem fundamentalmente) que a criança faz no grupo cultural, e, por outro, o adulto ou o par mais desenvolvido como mediador das novas competências. (BEYER, 2006, p. 12). Esta citação reforça a importância da figura do mediador, que poderá ser o professor ou outro adulto, mas também outra criança mais desenvolvida, além dos instrumentos que são disponibilizados. Dessa forma, o professor ao preferir trabalhos em grupo e oferecer materiais diversificados estará oportunizando a aprendizagem de todos e consequentemente o desenvolvimento de cada um. O professor deverá estar atento ao compor esses grupos de trabalhos, para que sejam compostos por alunos com diferentes níveis de competência, assim os mais adiantados, servirão de mediadores para os demais. Pimentel (1999, p. 18) diz que para Vigotski “a aprendizagem antecede o desenvolvimento, que é exatamente na e pela zona do desenvolvimento proximal.” Nessa direção encontramos a idéia de Vygotsky, segundo a qual o único ‘bom ensino’ é o que promove o desenvolvimento. Nesse sentido, Camargo (1999) aborda a relação entre os níveis de desenvolvimento no âmbito da zona de desenvolvimento proximal Para esta autora, o sujeito realiza uma determinada atividade de forma independente, depois que o outro o tenha auxiliado nesta atividade, num momento anterior. Assim, “níveis diferenciados de desenvolvimento cognitivo possibilitam intercâmbios mais ricos e interessantes, permitindo trocas de conhecimentos e habilidades na apreensão do mundo e na resolução de problemas diversos.” (CAMARGO, 1999, p. 69). A autora, embasada nos fundamentos teóricos de Vigotski, ressalta a importância do intercâmbio de alunos com diferentes níveis cognitivos. Esta colocação vem ao encontro do processo de inclusão que está sendo vivenciado nas escolas regulares – escolas que se veem diante da questão da heterogeneidade e da diversidade. Nesse contexto, cabe ao professor valorizar a diversidade existente em sua sala de aula, pois, como vimos, esta diversidade proporciona trocas de conhecimentos e habilidades, além de permitir o desenvolvimento de valores importantes no reconhecimento de que somos diferentes, aprendemos de 4135 formas diferentes e todos contribuímos de alguma forma para construção social e histórica da realidade. Mainardes (1999) relata uma experiência de trabalho de alunos de 2ª etapa do CBA, em que o foco era a produção de textos, estando explícita a importância do papel das mediações. “A ação partilhada e resolução conjunta desencadeava operações de troca, “empréstimos”, colaborações mútuas, estímulo à produção (escrita, neste caso). Assim, intervenções do outro, (professor, alunos) e fornecimento de pistas explícitas mostraram-se eficazes [...].” (MAINARDES, 1999, p. 39). Esta experiência retrata a importância da ação do professor possibilitar o trabalho de grupo, ao oferecer pistas, incentivando os alunos a arriscarem-se a escrever, sem medo de errar. O professor com esta atitude gera um clima de confiança, pois os alunos encontram nesse profissional alguém que os conduzirá aos acertos. O autor relata que os erros eram encarados com naturalidade, como conseqüências possíveis de novas intervenções. Ao referirmos à atuação do professor, pressupomos uma ação conjunta, com o envolvimento da escola, que disponibiliza os recursos necessários, bem como os apoios de equipe pedagógica, que lhe deem o suporte adequado para ensinar todos os alunos que compõem a heterogeneidade da sala de aula. Para Padilha: “À escola cabe, porém, dispor de recursos e procedimentos não uniformes para que os alunos tenham possibilidades de caminhar além de seus limites.” (PADILHA, 2004, p. 77). Quando nos referimos aos processos de interações, devemos de ter claro que esses não acontecem apenas entre as pessoas como: entre aluno e alunos, alunos e professor, mas também entre alunos e materiais e equipamentos, recursos pedagógicos e o próprio sujeito com suas aprendizagens anteriores. “[...] a transformação de um processo dá se de um funcionamento interpessoal (social) para o intrapessoal, isto é, de que as ações do sujeito são sempre mediadas pelo outro e passam ao plano intrapessoal pelo processo de internalização.” (PADILHA, 2004, p. 54). A sala de aula, dependendo de como o professor a conduz, poderá ser um ambiente rico; o “problema” torna-se estímulo para o desenvolvimento, através da compensação social, criando-se condições para o “deficiente” apropriar-se da cultura. Nesse caso, devemos considerar as interações com o meio, com os recursos ou instrumentos externos que o sujeito utilizará para a compensação da deficiência. O professor deverá estar atento para não se prender às aparentes limitações do aluno, e compreender que as limitações podem estar na sua compreensão sobre a deficiência. Portanto, o professor deve conhecer seu aluno de forma integral, conhecendo as 4136 questões orgânicas, a história de vida do aluno, o contexto social em que está inserido, e dessa forma, verificar se está sendo possibilitado o processo de compensação. Conclusão Nas últimas décadas, os debates sobre a inclusão ganham força e percebe-se que é necessário haver uma mudança no sistema educacional, para que seja possível a efetivação de uma educação de qualidade a todos os alunos, não pela imposição de leis, mas por reconhecimento de que a exclusão fere os direitos humanos. A prática pedagógica adequada em face do processo de inclusão é de fundamental importância, sendo necessário que o professor se perceba como um agente facilitador dos processos de aprendizagem. Que ele veja cada aluno como um sujeito singular, que tem uma história própria, que traz consigo conhecimentos anteriores à vida escolar, e que se constrói através das relações sociais existentes no contexto social. O professor deve considerar que, além do limite aparente, há possibilidades de aprendizagens e desenvolvimento, o que dependerá em boa parte da sua atuação, lembrando-se que junto com o”defeito” vem a “compensação”, isto é, uma força motriz capaz de levar o aluno a compensar suas deficiências. Sendo assim, a principal função desse profissional está na “zona do desenvolvimento proximal” do aluno. É importante que cada criança seja mediada com recursos que promovam a aprendizagem, desenvolvendo-se plenamente, já que todas são capazes de superar-se, desde que sejam ofertadas as condições necessária. A escola sendo o cenário da educação inclusiva, deve contemplar uma estrutura adequada onde seja possível vislumbrar toda a riqueza possível e nela se realizar, em razão da diversidade que possibilitam salas de aulas heterogêneas, com grupos de diferentes níveis cognitivos trabalhando juntos, apropriando-se dos conhecimentos historicamente construídos, como se fosse algo novo, que ganha sentido porque são capazes de relacioná-lo com sua vida, suas histórias, e que juntos, com suas diferenças, são capazes de se desenvolverem quando a zona do desenvolvimento proximal é ativada, possibilitando a alavancagem da aprendizagem e do desenvolvimento. Pensamos que as contribuições de Vigotski são altamente relevantes para a atuação de professor no processo de inclusão. Ao embasar-se neste autor, o professor será impelido a ter um olhar diferenciado para o grupo de alunos, considerando a subjetividade de 4137 cada um e seu potencial. Assim, poderá sentir-se mais seguro para realizar uma prática pedagógica que seja efetiva. REFERÊNCIAS BEYER, Hugo Otto. A Educação Inclusiva: ressignificando conceitos e práticas da educação especial. INCLUSÃO – Revista da Educação Especial, SEESP/MEC; ago/2006, p. 8 – 12. BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Nacionais para a educação especial na educação básica. Secretaria de Educação Especial – MEC; SEESP, 2001. CAMARGO, Janira Siqueira. A Interação Professor aluno: A Escola como Espaço Interativo. In: MARTINS, João Batista (org.). Na perspectiva de Vygotsky. São Paulo: Quebra Nozes/ Londrina CEFIL, 1999. p.67-79. CAP, Centro de Apoio Pedagógico às Pessoas com deficiência visual, Lendo e escrevendo em Braille. Londrina: CAP, 2006. CARVALHO, Rosita Egler. Removendo Barreiras para a aprendizagem: Educação inclusiva. Porto Alegre: Mediação, 2000. CASTORINA, José Antonio. Piaget – Vygotsky. Novas contribuições para o debate. José Antonio Castorina (org.). Tradução Claudia Schilling. 6 ed. São Paulo: Editora Afiliada ABDR, 2006. CUNHA, Maria. Isabel da, As políticas e docência na universidade. CUNHA, Maria Isabel et al. (org.) Formatos avaliativos e concepções de docência. Campinas: Autores Associados, 2005, p. 69-91. FREITAS, Soraia Napoleão; Uma escola para todos: reflexões sobre a prática educativa. Inclusão. Revista da Educação Especial. Brasília, Ano 2, n. 3, dez/2006.. GARCIA, Rosalba Maria Cardoso Garcia. A Educação de Sujeitos considerados Portadores de Deficiência: Contribuições vygotskianas. Revista Ponto de Vista. v.1, n.1, jul/dez/1999, p. 42-46. GÓES, Maria Cecília Rafael de. LAPLANE, Adriana Lia Friszman de. (orgs).Políticas e práticas da educação inclusiva. 2 ed. Campinas, SP: Autores Associados, 2007. MAINARDES, Jeferson. Cenários de Aprendizagem: Instâncias Iterativas na Sala de Aula. In: MARTINS, João Batista (org.). Na perspectiva de Vygotsky. São Paulo: Quebra Nozes/ Londrina CEFIL, 1999. p. 27- 49. MARCHESI, Álvaro. Da linguagem da deficiência às escolas inclusivas. In: COLL, César; MARCHESI, Álvaro; PALACIOS, Jesús; (Orgs.). Desenvolvimento psicológico e educação. Trad. Fátima Murad, Porto Alegre : Artmed, 2004. MARTINS, Lucia de Araújo Ramos et all. Inclusão. Compartilhando saberes. Petrópolis, RJ : Vozes, 2006. 4138 MAUÉS, O. Implicações das políticas de educação superior no trabalho docente. In. SILVA, Aida Maria Monteiro Silva et all (orgs.). Educação formal e não formal, processos formativos, saberes pedagógicos, desafios para a inclusão social. Recife: ENDIPE, 2006. MENDES, E.G. Deficiência Mental: A Construção Científica de um conceito e a realidade educacional. Tese de Doutorado. Universidade de São Paulo, 1995. MICHELS, Maria Helena. Gestão formação docente e inclusão: eixos da reforma educacional brasileira que atribuem contornos à organização escolar. Revista Brasileira de Educação, v. 11 n. 33 set../dez. 2006. OLIVEIRA, Marta Kohl de. Pensar Educação. Contribuições de Vigotsky. In: CASTORINA, José Antonio. Piaget – Vygotsky. Novas contribuições para o debate. José Antonio Castorina [org.]. Tradução Claudia Schilling. 6 ed. São Paulo: Editora Afiliada ABDR, 2006, p. 51 – 84. PADILHA, Anna Maria Lunardi. Possibilidades de história ao contrário, ou, como desencaminhar o aluna da classe especial. 3 ed. São Paulo: Plexus Editora, 2004. PIMENTEL, Alessandra. Intersubjetividade e Aprendizagem Escolar. In: MARTINS, João Batista (org.). Na perspectiva de Vygotsky. São Paulo: Quebra Nozes/ Londrina CEFIL, 1999.p. 13-24. PIRES, Luciana. The inevitability of. Comunication: questions raised by the work with preverbal autistic and mentally delayed patients. British Journal of Psychotherapy, Londres, v. 16, p. 477- 488, 2000. PRABLALA, Anna. Editora Chefe do anúncio oficial da Americam Association on Intellectual na Developmental Desabilities - AAIDD. Boletim de 02/11/2006. www.planeta educacao.com.br/novo/artigo.asp?artigo =1320. Acesso: 17/05/2009 – 15h:50m. SILVA, Pedro Jorge de Melo e (org.). O Acesso de Alunos com Deficiência às Escolas e Classes Comuns da Rede Regular. 2ª ed. Brasília: Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, 2004. UNESCO. Declaração mundial de educação para todos. Plano de ação para satisfazer as necessidades básicas de aprendizagem. Tailândia, 1990. VYGOTSKI, Lev. S. Fundamientos da Defctologia: Obras Escogidas V. Madri: Visor, 1997. VYGOTSKY, Lev. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1988. <br><br>https://youtu.be/i6NQ1S_SDUw</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-23 01:34:59 UTC</pubDate>
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         <title>As contribuições de Vygotsky para a educação</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Polo Cefor - Simone Izoton<br><br> Vygotsky (1896 - 1934) foi um psicólogo russo que estudou como as funções psíquicas se desenvolvem no ser humano, entre elas, a cognição. Para entender as contribuições para a educação, precisamos observar as seguintes considerações de Vygostsky:<br>- O homem é um ser social que só se constitui como sujeito na interação com o meio social. O ser humano não nasce humano, ele vai se humanizar a partir do relacionamento com o outro, numa relação dialética. É um ser inacabado, pois essa constituição ocorre durante toda a vida nessa relação com o meio.<br>- O homem é um ser histórico e devemos levar em consideração o contexto sócio e histórico no qual o sujeito está inserido.<br><br>Para a aprendizagem, temos os seguinte conceitos de  Vygotsky:<br>- Internalização - o sujeito internaliza a cultura e a transforma para si.<br>- Mediação - o professor ou outros elementos podem atuar como mediadores do conhecimento histórico acumulado. A mediação é uma experiência social que requer participação e colaboração.<br>- Zona de desenvolvimento proximal - é a distância do nível em que o estudante chegou na aprendizagem e o nível que este pode chegar com o apoio de um mediador.<br><br>Esses conceitos traduzem a necessidade de se olhar o estudante de forma individualizada, pois a aprendizagem é um processo interno, ativo e interpessoal e também que, o professor deve interferir no processo de aprendizagem do estudante, atuando como mediador, de forma a contribuir para a transmissão do conhecimento.<br><br><strong>Referências</strong><br><br>COTONHOTO, Larissy Alves. <strong>Teorias de Aprendizagem - Ambiente Virtual de Aprendizagem</strong>. Ifes: Vitória, 2021. Disponível em: https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961.<br><br>NEVES, M. F.; DAMIANI, R. A. Vygotsky e as teorias da aprendizagem. <strong>UNIrevista</strong>, São Leopoldo, v. 1, n. 2, p. 1-10, 2006. Disponível em: &lt;http://www.miniweb.com.br/Educadores/Artigos/PDF/vygotsky.pdf&gt; </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-23 02:32:40 UTC</pubDate>
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         <title>Contribuições de Carl Rogers para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos.</title>
         <author>luizseverinoneto</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1342950043</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Cefor - Luiz Severino<br><br>As ideias de Carl Rogers são ideias centradas no aluno, sendo o professor um facilitador do processo educacional e a escola um suporte promovendo o autodesenvolvimento e a realização pessoal, prioriza os problemas psicológicos opondo-se ao pedagógico e o relaxamento das normas disciplinares, sem abandonar o aluno ou fechar os olhos para as intercorrências disciplinares, mas apoiando suas decisões e refletindo suas ações. </div><div><br></div><div>A relação professor-aluno é autêntica e pessoal, o professor deve ter postura íntegra, confiável, receptiva e intervir o mínimo possível na aprendizagem do aluno. </div><div><br></div><div>O aluno, por sua vez, é o centro da teoria, tendo a responsabilidade pela sua trajetória e o resultado.</div><div><br></div><div>A teoria Rogeriana tem como método de ensino os seguintes pontos:</div><div><br></div><ul><li>Contato com a realidade: aprendizagem significativa, através das experiências e motivação do aluno;</li><li>Congruência: A postura do professor como pessoa integrada e coerente;</li><li>Aceitação positiva: O professor aceita os sentimentos do aluno;</li><li>Empatia: Compreender o sentimento do outro para entender o seu próprio sentimento.</li></ul><div><br></div><div>A forma de avaliação se dá através de debates, seminários, mural pedagógico, trabalhos em grupo e atividades que valorizam o conhecimento e a desenvoltura do aluno.</div><div><br></div><div>Referência:</div><div><br></div><div>FERRARI, Márcio. <strong>Carl Rogers, um psicólogo a serviço do estudante</strong>. Nova Escola. 2008. Disponível em: &lt;<a href="https://novaescola.org.br/conteudo/1453/carl-rogers-um-psicologo-a-servico-do-estudante#_=_r">https://novaescola.org.br/conteudo/1453/carl-rogers-um-psicologo-a-servico-do-estudante#_=_r</a>&gt;. Acesso em: 23 mar. 2021. </div><div><br></div><div>PARANÁ, Secretaria da Educação. <strong>OTP - Pedagogia Liberal - Tendência Pedagógica Escola Nova Não-Diretiva</strong></div><div>. Dia a Dia Educação. Disponível em: &lt;<a href="http://www.gestaoescolar.diaadia.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=356">http://www.gestaoescolar.diaadia.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=356</a>&gt;. Acesso em: 23 mar. 2021. </div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-23 13:54:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1344094874</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Contribuições de Vygotsky para educação<br><br>Polo de Alegre - Ana Paula Macedo Castro<br></strong><br></div><div>Foi o principal representante da teoria <strong>histórico-cultural</strong> que permitem compreender a complexidade do processo pedagógico e, nesse sentido, podem contribuir para a proposição de novos procedimentos pedagógicos que façam frente a alguns problemas vividos na sala de aula. </div><div> Conforme a teoria histórico-cultural, aptidões, capacidades, habilidades e funções tais como as percepções, a memória, a atenção, a linguagem oral e escrita, o desenho, o cálculo, o pensamento, a conduta que constituem a inteligência e a personalidade humanas se configuram no processo de educação em que o homem aprende socialmente a ser o que é.</div><div>Suas idéias  trazidas à psicologia e à educação revolucionam o pensamento docente e a ação a partir dele estruturada. </div><div> De acordo com sua teoria, aptidões, capacidades, habilidades e funções tais como as percepções, a memória, a atenção, a linguagem oral e escrita, o desenho, o cálculo, o pensamento, a conduta que constituem a inteligência e a personalidade humanas se configuram no processo de educação em que o homem aprende socialmente a ser o que é, assim, a escola tem papel fundamental na formação dos intelectuais, é nela que se transmite cultura. <br><br><strong>Referências<br></strong><br>MELLO, S.A. <strong>Linguagem, Consciência e Alienação.</strong> Marília: Unesp-Marília-Publicações, 2000. </div><div> VYGOTSKY, L.S. <strong>Obras Escogidas</strong>, Vol. III. Madrid: Visor, 1995. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-23 17:03:22 UTC</pubDate>
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         <title>As contribuições de Piaget  para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem </title>
         <author>esterborghardt</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1344221973</link>
         <description><![CDATA[<div>Ester Januth<br>Polo Serrano<br><br>Jean Piaget (1896-1980) nunca atuou como pedagogo, antes de tudo, Piaget foi biólogo e dedicou a vida a submeter à observação científica rigorosa o processo de aquisição de conhecimento pelo ser humano, particularmente a criança. Piaget é tão importante para a Pedagogia quanto Einstein é para a Física, os seus ensinamentos englobam desde o estudo da Psicologia e outras áreas da educação. As teorias de Piaget ajudam a compreender o que esperar das crianças, como elas percebem o mundo a seu redor nas diferentes idades, e porque formulam perguntas e interpretam as informações por meios que podem parecer estranhos aos adultos. Em suas pesquisas teve como protagonismo de pesquisa como as crianças aprendem a conhecer e como organizam seu pensamento, desde o seu nascimento até a compreensão da linguagem social.</div><div> </div><div>REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS:</div><div> </div><div>PIAGET, J. (s.d.) A Representação do Mundo na Criança. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura.  1926]</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-23 17:23:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Contribuições e reflexões de Vygotsky para a educação</title>
         <author>sarinhah1111</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1344724323</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Cachoeiro de Itapemirim<br>Sara Gomes<br><br></div><div>Para Vygotsky, o homem para se desenvolver precisa de interação com outros indivíduos, pois a relação com o mundo permite que o indivíduo aprenda. De acordo com essa teoria, quando nascemos apresentamos somente as funções psicológicas elementares, e através da cultura, das relações sociais, das experiências, essas funções transformam-se em funções psicológicas superiores, ou seja, o homem não nasce humano, ele se humaniza mediante as interações com o mundo e com o outro, dando ao conhecimento um sentido social e histórico.<br>Desse modo a convivência com o outro, permite que esse homem se complete como ser humano, dessa forma o ser biológico se transforma em ser humano social. Essas relações interpessoais com o mundo possibilitam a construção de conhecimentos novos, dando aos indivíduos características individuais e particulares, produzidas historicamente e internalizadas pelo homem.<br>Para este autor é fundamental a troca de conhecimentos, pois possibilita o ser humano a crescer e se desenvolver. Dessa forma, o processo de ensino-aprendizagem deve se pautar na valorização dos conhecimentos já produzidos, e por meio deste, auxiliar na construção de novos conhecimentos. A construção do saber se dá mediante a linguagem e a comunicação, que através da interação com o outro, potencializa o desenvolvimento real do sujeito. <br>Nos processos de ensino-aprendizagem, um dos conceitos importantes para Vygotsky é a internalização, onde o sujeito seleciona e transforma todo conhecimento disponível e internaliza o que é significante para si, afirmando que ninguém constrói conhecimento da mesma forma. Desde modo, este autor destaca o papel do educador, a partir da mediação, o professor visto como um facilitador/mediador desse conhecimento. Criando ambientes favoráveis para o aprendizado.<br>O professor traz todo esse conhecimento adquirido pela humanidade e propicia meios para que o aluno se interesse e se desenvolva a partir dessa relação mútua. Entretanto, não se aprende somente com os educadores, mas também com as relações colaborativas entre alunos. Portanto, se faz necessário, ações planejadas para favorecer e potencializar o processo de ensino-aprendizagem, ressaltando a importância de uma atividade pedagógica que motive o aluno a aprender, independente do acerto ou erro. <br>Desde modo, mesmo não criando uma metodologia específica, suas contribuições para a educação são riquíssimas, uma vez que transformou a visão de muitos educadores enxergarem os alunos, pensando no aprendizado como um processo de construção e reconstrução, profundamente social, cultural e histórico.<br><br>Referência:<br>PINO, Angel. <em>As marcas do humano: às origens da constituição cultural da criança na perspectiva de Lev S. Vigotsky</em>. São Paulo: Cortez, 2005.<br><br></div><div>VYGOTSKY, L.S. <em>A formação social da mente</em>. São Paulo: Martins Fontes, 1991.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-23 18:57:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>AS CONTRIBUIÇÕES DE ROGERS PARA A COMPREENSÃO E INTERVENÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DOS NOSSOS ALUNOS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1345300535</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Rayanne Laura Farias Firme</strong></div><div><strong>Polo Montanha</strong></div><div><br></div><div>Dentro da teoria humanista, Carl Ransom Rogers (1902-1987), teórico que teve o maior papel de influência, abordou uma pedagogia centrada no aluno, com um olhar sensível para o sujeito,valorizando o autoconhecimento e o desenvolvimento de atitudes do mesmo. (DE LIMA, 2018). A teoria baseia-se em 3 elementos essenciais, denominado de Tríade Rogeriana:</div><div><strong>1. Aceitação positiva incondicional:</strong> A escola e o professor devem aceitar as pessoas como elas são;</div><div><strong>2. Empatia: </strong>Colocar-se no lugar do outro;</div><div><strong>3. Congruência:</strong> Ser verdadeiro. Não fingir nem levar o outro a fingir.<br><br></div><div>Quanto às funções, a escola possui um papel de proporcionar um ambiente favorável a um aprendizado sem pressões ou censuras externas, onde o aluno e o professore sintam-se livres para novas descobertas. O professor por sua vez, tem o papel de educador-facilitador, auxiliando o aluno a encontrar seus interesses, objetivos e expectativas, incentivando-o a ser o agente da sua própria aprendizagem. (NETO, 2021)</div><div>Assim, como na dança, onde o par precisa estar entrosado, com um mesmo objetivo, interpretando a música da mesma maneira, professor e aluno, precisam estar conectados, focados na aprendizagem do sujeito, a partir das características singulares dele, para que ambos obtenham sucesso em seu objetivo.</div><div>Esta teoria revolucionou a forma de ensinar e aprender. Muitos ainda acham que é uma teoria totalmente fora da caixa, difícil de ser aplicada. Implantá-la à risca, de fato é um desafio real e requer uma série de condicionantes para esta adequação de ensino, entretanto, observa-se que a obsolescência do ensino está gritando por socorro; seja no desinteresse dos alunos, na dificuldades de aprendizado ou no atraso em adequá-lo ao avanço da tecnológico. </div><div>Apesar de não ser via de regra, quando pensamos em Educação Especial (EE) e Educação de jovens e Adultos (EJA) a teoria humanista de Rogers surge como um refúgio pois nestas modalidades o professor compreende que não é o aluno que precisa se adequar a ele, e sim ele ao aluno, caso contrário, ambos nunca encontrarão um modo de dançar a mesma dança.</div><div><br><strong>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS<br></strong>DE LIMA, Letícia Dayane.<strong> Teoria humanista: Carl Rogers e a educação. </strong>Caderno de Graduação-Ciências Humanas e Sociais-UNIT-ALAGOAS, 2018.Disponível em: &lt;https://periodicos.set.edu.br/fitshumanas/article/view/4800/2804&gt;. Acesso em: 23 mar.2021.<br><br></div><div>NETO, Giovani Zanetti. <strong>Tendências Pegdagógicas</strong> - Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021. Disponível em: &lt;https://ava.cefor.ifes.edu.br/pluginfile.php/1181341/mod_resource/content/2/Texto%20Base%20-%20Semana%203.pdf&gt;. Acesso em: 23 mar. 2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-23 21:38:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>COMPREENSÃO E INTERVENÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM – CARL ROGERS</title>
         <author>carollcassandri</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1345450854</link>
         <description><![CDATA[<div> CAROLINA AP. C. GONÇAVES – POLO CACHOEIRO DO ITAPEMIRIM<br><br>Carl Rogers é o mais influente teórico no campo das teorias humanísticas e da personalidade, chamada, em psicologia, de terceira força. Ao longo de sua carreira escreveu mais de duzentos e cinquenta artigos, cerca de vinte livros, elaborou documentos e vídeos sobre suas experiências tanto na clínica, como na agricultura, nas relações com grupos, no seu trabalho com famílias, na escola, na arte a na religião. Além disso, colaborou para a regulamentação das práticas da psicologia atual. <br> A abordagem centrada na pessoa de Carl Rogers, compreende que o ato de aprender é individual, singular e peculiar de cada um, tal que a vivência subjetiva deve ser considerada. Rogers afirma que é pelo contato que se educa e que o professor deve ser um educador facilitador, sem modelo único de facilitar o aprendizado, colocando os interesses dos alunos em primeiro lugar. A relação aluno x professor deve transcender a sala de aula. O professor deve ajudar o aluno a entrar em contato com os seus interesses, objetivos e expectativas, utilizando métodos estimulantes para ensinar os conteúdos propostos. Na prática educativa, o aluno precisa ser ator do seu processo de aprendizagem, refletindo, questionando e fazendo escolhas, buscando o conhecimento para não se tornar um acumulador de informações. A proposta de Rogers é a aprendizagem autoiniciada, onde o aluno une sentimento e intelecto, incorporando dentro de si um processo de mudança, aberto a novas experiências e busca pelo conhecimento. Qualquer pessoa, independente de suas limitações, cognitivas ou biológicas, instruídas no processo autoiniciado, aprende e se torna capaz de se adaptar às mudanças que ocorrem ao longo da vida. No Brasil, as ideias de Rogers foram aplicadas nas escolas a partir dos anos 1970 sob diversas críticas, por não haver compreensão sobre os princípios do não diretivismo, causando opiniões como, “os alunos fazem o que querem”, o que dificultou a aceitação de mudanças sugeridas no modelo significativo de ensino. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-23 22:51:42 UTC</pubDate>
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         <title> As contribuições de  Vygotsky para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos.</title>
         <author>reginafase</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1347196390</link>
         <description><![CDATA[<div>Regina Faria Sessa- Polo Linhares.<br>Um dos conceitos&nbsp; importantes na teoria de Vygotsky é o de Zona de Desenvolvimento Proximal. Ele afirma que, em qualquer pessoa, existem dois níveis de desenvolvimento: um nível de desenvolvimento efetivo, indicado pelo que o sujeito pode realizar sozinho e um nível de desenvolvimento potencial, indicado pelo que o indivíduo pode realizar com ajuda de outra pessoa mais velha ou mais experiente.<br><br>A Zona de Desenvolvimento Proximal, mede exatamente a distância entre esses dois níveis, o efetivo e o potencial. Com isso, Vygotsky não quer dizer que devemos tutelar a criança totalmente, mas, que o desenvolvimento é resultado da interação da criança com o meio social em que está inserido e, se conhecermos melhor esse processo, teremos condição de intervir sobre o desenvolvimento da criança de modo a ajudá-la.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 10:37:59 UTC</pubDate>
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         <title>Contribuições de Jean Piaget para a construção do conhecimento.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1347804425</link>
         <description><![CDATA[<div>Marilane Campista Gonçalves &nbsp; ( Pólo Centro Serrano)<br>Jean Piaget foi biólogo e dedicou sua vida a observar cientificamente o processo de aquisição de conhecimento do seu humanos, em especial da criança e&nbsp; revolucionou o modo de encarar a educação de crianças ao mostrar que elas não pensam como os adultos e constroem o próprio aprendizado.</div><div>Piaget&nbsp; criou um campo de investigação chamado epistemologia genética que consistia em uma teoria do conhecimento centrada no desenvolvimento natural da criança. O pesquisador diz que primeiro acontece o desenvolvimento e depois à aprendizagem. O conhecimento se dá pelas descobertas que a própria criança faz, ou seja, o aprendizado é construído pelo aluno.</div><div>Com base na teoria de Jean Piaget, a educação deve oferecer a criança a descoberta e a construção do conhecimento através de atividades desafiadoras.</div><div><br></div><div>&nbsp;</div><div>Fonte: <a href="https://novaescola.org.br/conteudo/1709/jean-piaget-o-biologo-que-colocou-a-aprendizagem-no-microscopio">https://novaescola.org.br/conteudo/1709/jean-piaget-o-biologo-que-colocou-a-aprendizagem-no-microscopio</a><br>https://pedagogiaaopedaletra.com/o-metodo-clinico-experimental-de-jean-piaget-como-referencia-para-o-conhecimento-do-pensamento-infantil-na-avaliacao-psicopedagogica/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 13:22:31 UTC</pubDate>
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         <title>Teoria Humanista e a Educação: professor-facilitador</title>
         <author>nicetecnico</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1347905658</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div>Eunice das Neves Louzada – Polo Alegre</div><div>&nbsp;<br><br></div><div>A teoria humanista que tem como precursor Carl Rogers enfatiza uma Tendência Centrada na pessoa, cujo o seu principal foco é no ensino centrado no aluno. Visa valorizar no aprendiz o sujeito psicológico na qual tende a desenvolver atitudes e diálogos.&nbsp;</div><div>O papel da escola tem por objetivo desenvolver características e personalidade que fazem com que o aluno busque sua própria identidade. Carl acreditava que a personalidade do sujeito era formado através de seu autoconhecimento, discernimento pessoal e a auto responsabilidade.</div><div>O Ato de aprender para o autor era singular, individual e peculiar dentro dessas concepções o aluno só absorveria o conhecimento que lhe convém. O currículo e o planejamento seriam articulados de acordo com os objetivos dos alunos, visando as suas necessidades, desta forma o currículo tornava-se dinâmico.</div><div>O papel do professor nesse processo era o de facilitador do processo educacional garantindo uma relacionamento pessoal e autêntico. Diante de um docente-facilitador para Rogers o professor deveria colocar os interesses do seus alunos em primeiro plano, desta forma ele estava buscando neles comportamentos de visavam a sua autenticidade, aceitação, confiança.</div><div>O aluno dentro da prática educativa precisa ser o protagonista buscando suas escolhas, questionando e se tornando um ser reflexivo. O mediador deve estimular o discente a se tornar agente da sua própria aprendizagem para que o conhecimento adquirido por ele não fique acumulado e sem sentido.</div><div>Portanto em relação a teoria humanista trabalha-se a construção da personalidade do aluno através das relações interpessoais. Trabalha-se com o psicológico e a parte afetiva do sujeito buscando a percepção de si para a realidade seja individual ou coletiva.<br>Referências Bibliográficas:<br>LIMA, Leticia Dayane de; BARBOSA, Zildete Carlos Lyra; PEIXOTO, Sandra Patrícia Lamenha.&nbsp; Teoria humanista: Carl Rogers e a Educação. In: Caderno De Graduação - Ciências Humanas E Sociais. Alagoas, v. <em>4, n. </em>3, p. 161-172, 2008.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 13:40:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>AS CONTRIBUIÇÕES DE PIAGET PARA A COMPREENSÃO E CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1348179708</link>
         <description><![CDATA[<div>(Shirlei Ferreira França Santiago - Pólo Centro Serrano).<br>Para Piaget, ninguém nasce com conhecimento inerente. Ele também não acreditava que apenas o meio em que a criança vive e convive transforme sua vida. Para ele, a criança precisa ser estimulada corretamente, para adquirir o conhecimento no que ele chamava de “maturação das estruturas de pensamento”. Assim ele dividiu os estágios de desenvolvimento em 4 estágios:</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 14:28:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>As contribuições de Carl Rogers para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem.</title>
         <author>genivalfilho</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1348853577</link>
         <description><![CDATA[<div>Genival Teixeira Vasconcelos Filho - Pólo Viana<br><br>Carl Rogers é um dos principais estudiosos e pesquisadores da Teoria Humanista. A partir da Abordagem Centrada na Pessoa, Rogers concebe a escola como suporte para o&nbsp;<br>desenvolvimento da personalidade, levando em consideração que os conteúdos de ensino precisam dar conta de estimular o autodesenvolvimento e promover os objetivos&nbsp;<br>pessoais dos estudantes.<br><br>No que diz respeito às relações interpessoais, as contribuições de Carl Rogers apontam o professor como um facilitador na relação do aluno com o conhecimento, estimulando também o desenvolvimento da expressão individual. O pesquisador concebe o estudante como possuidor de uma motivação inata, qual seja desenvolver suas capacidades e seu potencial, tanto nos aspectos biológicos quanto psicológicos.<br><br>Rogers baseia-se no desenvolvimento psicológico e na noção de self, colocando como pressusposto da aprendizagem os interesses do indivíduo e promovendo, assim, uma&nbsp;<br>aprendizagem livre. Isso implica o uso de metodologias estimulantes, valorizando a criatividade e o autoconhecimento.<br><br>Considerando a oportunidade de expressão e de interação proporcionada pelos Padlets, aproveito a ocasião para compartilhar o mapa mental que desenvolvi na disciplina&nbsp;<br>"Tendências Pedagógicas", pois acredito que tudo está conectado e as disciplinas do nosso curso estão dialogando de maneira muito bem articulada.&nbsp;<br><br>Referências Bibliográficas<br><br>DE LIMA, L.D.; BARBOSA, Z.C.L; PEIXOTO, S.P.L. Teoria Humanista: Carl Rogers e a Educação. In: Ciências Humanas e Sociais | Alagoas | v. 4 | n.3 | p. 161-17, 2018. Disponível em: &lt;https://periodicos.set.edu.br/fitshumanas/article/view/4800/2804&gt;. Acesso em: 24 mar.2021.&nbsp;<br><br>NETO, Giovani Zanetti. Tendências Pegdagógicas - Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021. Disponível em: &lt;https://ava.cefor.ifes.edu.br/pluginfile.php/1181341/mod_resource/content/2/Texto Base - Semana 3.pdf&gt;. Acesso em: 24 mar. 2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 16:24:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de Rogers para compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1348949287</link>
         <description><![CDATA[<div>Gizelhe da Vitória Bigossi&nbsp;<br>&nbsp;Pólo Piúma<br><br>O Psicólogo norte americano cujo a teoria da personalidade deixou uma contribuição muito importante para o pensamento educacional. De acordo com Rogers "todos os princípios da terapia centrada na pessoa são validos para educação, ou seja, a educação desperta as forças positivas de crescimento que tem dentro de todo ser humano para tal é fundamental o considerar a qualidade da relação professor-aluno."&nbsp;<br><br>Todo o individuo de acordo com Rogers tem uma tendência natural para o crescimento em direção saudável então ele considera que é o papel do terapeuta assim como do professor oferecer as melhores condições possíveis para que as pessoas busquem sua própria realização.<br><br>Nesse processo três elementos são fundamentais: &nbsp;</div><ul><li><strong><mark>.Congruência</mark></strong>-aceitar e compreender&nbsp; a si mesmo.</li><li><strong><mark>Aceitação Positiva Incondicional -</mark></strong> aceitar o estudante com todas as suas limitações, características principalmente aquele que precisa ser trabalhado.</li><li><strong><mark>Empatia - </mark></strong>aprender a se colocar no lugar do outro, permite que o professor compreenda melhor o mundo interno do aluno, seus sentimentos desejos e aflições.</li></ul><div><br>Educação centrada na pessoa não é um método de ensino, mas uma concepção de educação, ou seja Rogers não diz como os educadores ensinará, a metodologia fica a critério de cada professor, o que Rogers propõem é que cada professor encare o processo educativo como o despertar do potencial do desenvolvimento de cada estudante e isso não é um método de ensino e sim uma concepção de educação.<br><br>A educação para Rogers deve ser de responsabilidade do próprio estudante ela deve ser liberada nele, deve procurar liberar sua capacidade de gerir a própria aprendizagem, fazer suas próprias escolhas. Para Rogers "educação é provavelmente a mais autoritária e presumivelmente estamos criando cidadãos para viver na democracia. É absurdo porque eles não têm a chance de funcionar democraticamente em uma escola tradicional. Eles não fazem escolhas, e não agem com responsabilidade eles têm que fazer o que é mandado e não os que estão mais interessados este é um ambiente muito rígido e autoritário.." <br><br>Portanto na visão de Rogers os alunos devem ser independentes, responsáveis autodeterminados e que tenham discernimento e que saibam buscar o próprio crescimento.<br><br>Referências Bibliográficas<br><br>LIMA, Leticia Dayane de; BARBOSA, Zildete Carlos Lyra; PEIXOTO, Sandra Patrícia Lamenha.&nbsp; Teoria humanista: Carl Rogers e a Educação. In: Caderno De Graduação - Ciências Humanas E Sociais. Alagoas, v. <em>4, n. </em>3, p. 161-172, 2008.<br><br>NETO, Giovani Zanetti. Tendências Pedagógicas - Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Piúma, 2021. Disponível em: &lt;<a href="https://ava.cefor.ifes.edu.br/pluginfile.php/1181341/mod_resource/content/2/Texto">https://ava.cefor.ifes.edu.br/pluginfile.php/1181341/mod_resource/content/2/Texto</a> Base - Semana 3.pdf&gt;. Acesso em: 24 mar. 2021.<br>imagem retirada da internet: maestrovirtude.com</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 16:42:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Contribuições de Carl Rogers para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos alunos.</title>
         <author>lorenagomesprof</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1349924229</link>
         <description><![CDATA[<div>Lorena Gomes Santos- Pólo Linhares.<br><br>Carl Rogers para a educação são um alcance da teoria que desenvolveu como psicólogo. Nos dois campos sua contribuição foi muito original, opondo-se às concepções e práticas dominantes nos consultórios e nas escolas. A terapia rogeriana se determina como não-diretiva e centrada no cliente (palavra que Rogers preferia a paciente), porque compete a ele a responsabilidade pela direção e pelo sucesso do tratamento. Para Rogers, o terapeuta apenas facilita o processo. Em seu ideal de ensino, o papel do docente é semelhante ao do terapeuta e o do estudante ao do cliente. Isso quer dizer que o trabalho do professor é facilitar o aprendizado, que o aluno conduz a seu modo.&nbsp;<br><br></div><div>Todos os seres humanos na visão de Rogers têm uma tendência natural para o crescimento em direções saudáveis, então ele considera que é papel do terapeuta, assim como do professor oferecer as melhores condições possíveis para que as pessoas busquem sua própria realização. Nesse processo três elementos são essenciais (são chamadas de Tríade Rogeriana): aceitação positiva incondicional (aceitar as pessoas como elas são), empatia (capacidade de conseguir colocar-se no lugar do outro) e a congruência (ser autêntico, não fingir nem levar as pessoas a fingir).<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Empatia: permite ao professor compreender o mundo interno do estudante, seus sentimentos, desejos e aflições, também permite que o professor comunique ao estudante que ele é compreendido.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Aceitação positiva incondicional: é a capacidade de aceitar o estudante com todas as suas características, inclusive aquelas que precisam ser trabalhadas, aceitar o aluno sem reservas, sem preconceito de qualquer espécie e entendendo o ser humano como alguém que está sempre em processo nunca acabado, essa deve ser a postura do professor.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Congruência: é aceitar e compreender a si mesmo, ou seja, ser o que se é, não fingir nem levar os outros a fingir, isso não significa que se deve agir como bem entende, de forma grosseira, egoísta, pois isso seria falta de empatia.<br><br></div><div>Se os professores e estudantes se comprometem a ser o que são, aceitar os demais como eles são e saber a se colocar no lugar do outro, então na visão de Rogers as condições fundamentais para um bom ambiente educacional estão postas.<br><br></div><div>Para Rogers, ensinar é importante, mas o mais importante é criar as condições para favorecer a aprendizagem. O professor na perspectiva Rogeriana deve criar um ambiente que seja convidativo à aprendizagem, invés de se preocupar apenas em ministrar conteúdo. A educação centrada na pessoa não é um método de ensino, mas uma concepção de educação, ou seja, não diz como o professor ensinara seus conteúdos, essa escolha metodológica fica a critério de cada professor, o que Rogers proponha é que o professor encare o processo educativo como o despertar do potencial de desenvolvimento de cada estudante, e isso não é um método de ensino, mas uma concepção de educação.<br><br></div><div>A atmosfera afetiva do ambiente escolar pode favorecer ou dificultar a aprendizagem, Rogers considera que quando o ambiente é severo ou agressivamente crítico, o estudante teme a censura, sua capacidade de percepção diminui por conta da ansiedade, comprometendo a aprendizagem, a produção intelectual e a criatividade, como consequência o estudante perde a autoconfiança e passa a descrer do seu próprio valor. Se o clima está permeado pelos elementos Tríade Rogeriana, os estudantes sentem-se apoiados, livres de censura, trabalham descontraídos e focam no seu crescimento e realização.&nbsp;<br><br></div><div>A educação para Rogers, deve ser responsabilidade do estudante, por isso ela deve ser centrada nele, procurar liberar sua capacidade de gerir a própria aprendizagem e fazer escolhas. A escola na visão de Rogers deve dá assistência para que os alunos se tornem pessoas independentes, responsáveis, autodeterminadas e que tenham discernimento e que saibam buscar o próprio crescimento.&nbsp;<br><br></div><div>Referência Bibliográfica:<br><br></div><div>ZANETTI NETO, G. Tendências Pedagógicas. Apostila digital. Vitória: Ifes, 2021.<br><br></div><div>FRAZÃO, Dilva. Biografia de Carl Rogers.ebiografia, 2021. Disponível em: &lt; https://www.ebiografia.com/carl_rogers/&gt;. Acesso em: 24 de março 2021.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 20:03:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>VYGOTSKY E O SOCIOINTERACIONISMO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1350381230</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fabrícia Fanttini Ervati Perovane&nbsp;<br>Polo Linhares<br></strong><br></div><div>A Teoria sociointeracionista foi concebida a partir dos pensamentos e pesquisas de Lev Semyonovich Vygotsky (1896-1934), que entende o homem e seu desenvolvimento numa perspectiva sociocultural, ou seja, percebe que o homem se constitui na interação com o meio em que está inserido. Nela o professor tem o papel de promover os avanços dos alunos criando zonas de desenvolvimento proximal, concebendo esse aluno não só como sujeito ativo no processo de aprendizagem, mas aquele que aprende também a partir de sua interação com o grupo social a qual pertence.<br><br></div><div>Para Vygotsky, o professor é figura essencial do saber por representar um elo intermediário entre o aluno e o conhecimento disponível no ambiente, por isso, devem utilizar estratégias para tornar esses alunos independentes, observando suas habilidades já desenvolvidas e o que necessitam ainda aprender, estimulando suas potencialidades e crescimento, assim criando novas zonas de desenvolvimento proximais.&nbsp;<br><br></div><div>A teoria de Vygotsky valoriza a escola, a ação pedagógica e a intervenção. Ele considera a escola como um ambiente colaborativo, propício para troca de ideias e trabalhos em grupos, o que propicia que os alunos também construam seu conhecimento a partir da interação com os colegas. O diálogo entre professor e aluno também é de fundamental importância nesse processo.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 22:40:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de Lev Vygostky para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos.   </title>
         <author>esterfbatista</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1350498034</link>
         <description><![CDATA[<div>Ester Ferreira Batista<br>Polo Alegre<br><br>O pensamento do psicólogo russo Lev Vygostsky se destaca em enfatizar o papel da cultura no processo de cognição, dando ênfase ao papel do professor no desenvolvimento humano. Ele também criou o conceito de mediação descrita como uma experiencia social que requer participação e colaboração.&nbsp;<br><br></div><div>Segundo Vigotsky a criança não nasce humanizada, ela se humaniza no decorrer da vida de acordo com o meio em que ela vive, internalizando os conteúdos do meio em que vive, criando assim, seu aspecto humanístico.&nbsp;<br><br></div><div>Um dos importantes conceitos da obra de Vigotsky é o conceito de mediação que é realizado por meio do professor, visto como mediador do conhecimento, sendo o agente que traz todo o conhecimento que foi acumulado pela humanidade, propiciando o trabalho com o estudante no qual ele se interesse em desenvolver a aprendizagem. Vigosty, não aponta somente a figura do professor como único mediador, mas também as ferramentas e elementos que estão presentes na cultura, no meio em que a criança vive são considerados mediadores. &nbsp;<br><br></div><div><strong>Zona de Desenvolvimento Proximal<br></strong><br></div><div>Vigotsky propõe a existência de dois níveis de desenvolvimento infantil: o primeiro, é o nível de desenvolvimento real, que engloba as funções mentais que já estão desenvolvidas e/ou adquiridas pela criança, ou seja, são as habilidades que a criança consegue desenvolver sozinha. O segundo é o nível de desenvolvimento potencial, que é a aprendizagem que a criança consegue desenvolver com a ajuda de uma outra pessoa, um mediador. A Zona de Desenvolvimento Proximal é a distância entre o que a criança já sabe o que que ela é capaz de aprender com o auxílio de um mediador.&nbsp;<br><br></div><div>Se o professor, como mediador, entender o conceito da zona de desenvolvimento proximal, olhando o aluno de forma individualizada, este perceberá que será a forma mais favorável para se chegar no processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos.<br><br>Referência Bibliográfica</div><div><br>Paganotti, Ivan. Vygostsky e o conceito de zona de desenvolvimento proximal. 2011. Disponível em &lt;<a href="https://novaescola.org.br/conteudo/1972/vygotsky-e-o-conceito-de-zona-de-desenvolvimento-proximal#:~:text=%C3%89%20justamente%20a%C3%AD%20%2D%20na%20dist%C3%A2ncia,do%20conceito%20na%20%C3%BAltima%20p%C3%A1gina).">https://novaescola.org.br/conteudo/1972/vygotsky-e-o-conceito-de-zona-de-desenvolvimento-proximal#:~:text=%C3%89%20justamente%20a%C3%AD%20%2D%20na%20dist%C3%A2ncia,do%20conceito%20na%20%C3%BAltima%20p%C3%A1gina).</a>&gt; Acesso em 24 mar. 2021.&nbsp;</div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 23:41:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>As contribuições de Piaget para a compreensão da construção do conhecimento e da aprendizagem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1350667823</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Itapina - Ana Paula Keffler Soares&nbsp;<br><br></div><div>Jean Piaget é um grande estudioso da natureza humana, em especial da inteligência humana. Em suas obras apresenta que o pensamento infantil acontece desde o nascimento até a adolescência, em um processo contínuo por meio da assimilação e da acomodação. Piaget dividiu esse desenvolvimento em estádios conhecidos como Inteligência Sensório-Motora, Inteligência Simbólica ou Pré-Operatória, Inteligência Operatória Concreta e Inteligência Operatória Formal.
<br></div><div>Conforme Ferracioli (1999, p.187) apresenta sobre as ideias de Piaget “o conhecimento adquirido não é devido a uma ação unilateral do meio (estímulo) sobre o sujeito passivo, mas sim a uma interação nos dois sentidos: do estímulo sobre o sujeito e ao mesmo tempo do sujeito sobre o estímulo”. Piaget afirma que até mesmo a transmissão de conteúdos realizada pela escola tradicional, também necessita de uma atividade interna de assimilação-acomodação a ser desenvolvida pelo aluno, pois não é algo que se “digere” de forma automática. Por isso, diante de suas ideias foram desenvolvidas muitas propostas pedagógicas para auxiliar na compreensão do processo de ensino-aprendizagem.</div><div><br></div><div>FERRACIOLI, Laércio. Aspectos da construção do conhecimento e da aprendizagem na obra de Piaget. <strong>Caderno Brasileiro de Ensino de Física</strong>, v. 16, n. 2, p. 180-194, 1999.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-25 00:50:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Conceitos que norteiam a obra de Piaget</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1350754554</link>
         <description><![CDATA[<div>Edivardo de Sousa Sales</div><div>Polo Santa Teresa&nbsp;</div><div><br>Ao assistir o vídeo do professor Lino de Macedo, achei interessantes como os autores Gruber e Vonèche, que escreveram o Livro The Essential Piaget, citados nos vídeos, descrevem a figura do Ser professor(a).</div><div>Na obra, o professor Lino, relata que os autores dividiram a teoria de Piaget em quatro modelos, de bastante relevância para educação.&nbsp;</div><div>1.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O primeiro deles, é denominado de Taos, no qual o(a) grande professor(a), é um artesão, que possui um grande repertório de propostas de ensino, que serão utilizadas no processo de aprendizado dos(as) alunos(as);&nbsp;</div><div>2.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O segundo, chama-se Paris: um(a) professor(a), consegue colocar um grupo de alunos(as), numa roda de conversa, fazendo com que todas(as) tenham uma conversa sobre um determinado conteúdo estando de numa condição de iguais. Nesse modelo, o(a) professor, é um mediador da conversa, guiado os(as) alunos(as) no processo de aprendizagem;&nbsp;</div><div>3.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O terceiro é chamado de Atenas:&nbsp; um(a) professor é aquele(a) que sabe fazer um bom questionamento e reflete sobre um determinado conteúdo, na frente dos(as) alunos(as). Tonando-se uma referência para o(a) aluno(a), quando se trata de gerar indagações, que possam levá-los a refletirem, implicando na busca pelo conhecimento;</div><div>4.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O quatro, é o Eldorado: Nesse modelo, o(a) professor(a) é também um(a) aprendiz, que estuda e aprende junto com o(a) aluno(a).&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Foi interessante assistir esse trecho do vídeo, pois comecei a refletir sobre minha prática, me indagando “que tipo de professor eu sou, levando em consideração esses quatro modelos?”. Bom, após refletir, cheguei conclusão que as necessidades tanto do(a) aluno(a), como de nos professores(as), fazem com que transitemos entre esses quatro modelos, uma vez que, em minha opinião, os quatros se complementam, implicando em inúmeras possibilidades de ensino no processo de aprendizado.</div><div>&nbsp;</div><div>PENSADORES NA EDUCAÇÃO: JEAN PIAGET. LINO DE MACEDO. Instituto Claro. <strong>YouTube. </strong>16 de jan. de 2018. Disponível em: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=MwKEO2pkLP8">https://www.youtube.com/watch?v=MwKEO2pkLP8</a>. Acessado em: 24 de março de 2021.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-25 01:23:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de Piaget para a compreensão da construção do conhecimento e da aprendizagem</title>
         <author>anaisabeladias</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1353445406</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Ana Isabel Almeida Dias<br>Polo Serra<br><br>Piaget foi um grande biólogo, psicólogo e epistemólogo suíço que tinha como objeto de estudo o desenvolvimento cognitivo, a ordem epistemológica do conhecimento. É importante ressaltar que Piaget nunca se propôs a construir uma teoria pedagógica ou uma teoria da aprendizagem. Apesar de seus registros estarem fortemente presentes no âmbito educacional, não foram elaborados para serem aplicados no processo de ensino-aprendizagem.<br><br></div><div>Piaget desenvolveu a teoria da epistemologia genética, que é uma teoria baseada na construção do conhecimento e que busca responder como o homem constrói seu conhecimento e quais processos e etapas são necessários para isso. Mas seu maior reconhecimento foi em relação ao desenvolvimento cognitivo da criança. E assim chegou aos estádios da inteligência, que explica o comportamento do indivíduo desde o seu nascimento, centrando-se especialmente no desenvolvimento infantil.<br><br></div><div>Para Piaget, o conhecimento é adquirido e aprimorado através do processo de adaptação, que é realizado sob operações mentais: a assimilação, a acomodação e a equilibração. A assimilação é o mecanismo que incorpora novas informações e experiências, a acomodação é o mecanismo de ajustamento de esquemas novos e já existentes quando as novas informações não podem ser assimiladas e a equilibração consiste em procurar estabelecer um equilíbrio entre a assimilação e a acomodação.<br><br></div><div>Apesar de não ter direcionado suas pesquisas exatamente para o campo educacional, diversos autores utilizaram a obra de Piaget e a adaptaram para sua utilização no contexto escolar. Ele realizou suas pesquisas com foco no sujeito ideal, com etapas e processos bem marcados na linha do tempo, porém sabe-se que cada sujeito é único e singular, cheio de subjetividades. Logo encontraremos na prática docente várias etapas e vários processos que deveremos valorizar e aprender em conjunto lidar com as diferenças encontradas no âmbito escolar e sociocultural.<br><br></div><div>Referências bibliográficas<br><br></div><div>ANDRADE, Edson Francisco de. Contribuições da psicologia para a proposta construtivista de ensino-aprendizagem. Disponível em: &lt; <a href="http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/17495/1/2010_art_efandrade.pdf">http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/17495/1/2010_art_efandrade.pdf</a>&gt;. Acesso em: 25&nbsp; Mar. 2021.<br><br></div><div>FERRACIOLI, Laércio. Aspectos da construção do conhecimento e da aprendizagem na obra de Piaget. Disponível em: &lt;<a href="https://ava.cefor.ifes.edu.br/pluginfile.php/1201960/mod_resource/content/2/Aspectos%20da%20constru%C3%A7%C3%A3o%20do%20conhecimento%20e%20da%20aprendizagem%20na%20obra%20de%20Piaget.pdf">https://ava.cefor.ifes.edu.br/pluginfile.php/1201960/mod_resource/content/2/Aspectos%20da%20constru%C3%A7%C3%A3o%20do%20conhecimento%20e%20da%20aprendizagem%20na%20obra%20de%20Piaget.pdf</a>&gt;. Acesso em: 23 Mar. 2021.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-25 15:26:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A teoria Vygotskiana e suas contribuições  para a educação contemporânea  </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1353598363</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Geam Felipe Lima Santos <br>Polo Alegre <br><br>Construí um infográfico através do canva para representar as principais ideias da teoria de Vygotsky e suas contribuições para educação atual. Utilizei a apostila da disciplina como referência:<br><br>Cotonhoto, Larissy Alves. <strong>Teorias de Aprendizagem</strong> - Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021. Disponível em: https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961. Acesso em: 12 março 2021.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-25 15:53:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Compreendendo o processo de ensino e aprendizagem segundo a teoria de Vigotski</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1354307882</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Maria Leticia Soares Santos<br>Polo Piúma<br><br>Vigotski foi um psicólogo, que teve um papel importante nas relações sociais e no desenvolvimento intelectual. Segundo ele o homem é um ser que se forma em contato com outro indivíduo ou com o meio em que vive. Através desta relação, o homem consegue se modificar e modificar o ambiente. Desta forma a importância da sua teoria será mais eficaz, ao momento em que o professos faça esta interação entre o conhecimento vindo do aluno e a mediação estimulativa do professor. Sendo assim uma integração de ambas as partes afim de descobrir e questionar novos aprendizados.&nbsp; Devemos nos lembrar que segundo Vigotski a criança nasce com funções psicológicas elementares e que com o aprendizado da cultura e as experiências adquiridas, essas funções tornam-se funções psicológicas superiores, que são o comportamento consciente, a ação proposital, capacidade de planejamento e pensamento abstrato.<br>Podemos usar como exemplo uma criança que está com dificuldade para aprender a ler. O professor trabalha com ela a pronúncia das palavras e também o reconhecimento destas, através de textos e músicas que fazem parte do cotidiano. Os brinquedos e as <strong>brincadeiras </strong>são importantes, pois por meio deles a criança entra num mundo simbólico, onde ocorrem representações mentais e relações entre linguagem e pensamento fazendo com que ela se desenvolva a partir do que é apreendido por meio das interações com o meio cultural no qual está inserida.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-25 18:02:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>VYGOTSKY</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1354700602</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Cristiane Castro<br>Pólo Colatina</div><div><br><br></div><div>Nutro profundo respeito pelo trabalho de Lev Vygotsky. Acredito que ele tocou em um ponto muito sensível da aprendizagem ao destacar a importância 1º) de considerar as vivências e meio social do educando e 2º) ao demarcar a importância da afetividade nas relações de aprendizagem. Muitas pesquisas realizaram-se partindo da premissa "Qual o impacto da afetividade nos processos cognitivos?" e entendo inegável e inafastável a correlação entre empatia e cognição, entendendo que imbricada à prática pedagógica se encontram os recortes afetivos. E quem hoje abraça a docência não o fez influenciado por um grande educador? Influência esta que nasceu da admiração, do respeito... das relações de afeto.</div><div>Outro ponto muito importante a meu ver, é o quanto a orientação e o apoio durante a execução de tarefas trazem um reverberar no resultado final. O discente ao receber o suporte pedagógico necessário durante o seu período de construção de saberes consegue romper mais facilmente com os obstáculos que se lhe apresentam, de igual modo passa a construir uma identidade fortalecida de competência e valor. Esta ideia de Vygotsky encontra hoje eco na Avaliação Mediadora, defendida por expoentes da educação moderna, como a professor Jussara Hoffman; que defende que a avaliação transcenda a conhecida (e temida) prova escrita. Consoante a ideia central, todas as suas ações e interações são respostas no processo ensino-aprendizagem e devem ser consideradas, bem como a forma como o educando internaliza e converte em ações as orientações recebidas.&nbsp;</div><div>O objetivo é prioriza o protagonismo do discente, respeitando suas especificidades e condições particulares de desenvolvimento e a formação de sua base apropriativa de saberes. É um pensar "fora da caixa", entendendo que a soma da leitura de mundo de todos os atores envolvidos no processo será fundante para um resultado que se traduza em emancipação.</div><div>Modernamente privilegia-se um lúdico como ferramenta de mediação de processos educacionais, Vygotsky defendia isso no século passado! Entendendo que o ato puro de brincar permite que a criança experiencie realidades, externalize medos, desejos e anseios. Creio não ser casual que a maioria das anamneses considere a produção de pinturas e a interação em brincadeiras, com fins de observação da criança e uma maneira de se apropriar de verdades, talvez inconscientes ou difíceis demais para serem processadas e suportadas; mas que permeiam seus pensamentos e fomentam suas inseguranças.</div><div><br><br></div><div>Cristiane Castro – Pólo Colatina</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-25 19:28:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de Vygotsky para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1354920260</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Laís Guidolini Borghi<br>Polo Linhares<br><br>Os estudos de Vygotsky são baseados na ideia de que o desenvolvimento e a aprendizagem se dão a partir da interação do indivíduo com o meio social e pela sua experiência individual e coletiva. Esses pensamentos acabaram por transformar a visão e os métodos ultrapassados de muitos educadores, passando a utilizar recursos e meios para o desenvolvimento global do aluno, enriquecendo o processo de aprendizagem.<br><br></div><div>Vygotsky defendia a importância da valorização dos diferentes tipos de conhecimento, que eles estão em constante transformação e que não existe um desenvolvimento pronto e previsto dentro dos sujeitos, e que a interação entre o sujeito e o objeto de conhecimento é fundamental para obter um ensino mais significativo, tanto para que aprende quanto para quem ensina, pois para ele, os sujeitos se desenvolvem a partir do exercício da linguagem, seja ela verbal ou não-verbal. Essa percepção transforma a maneira de compreender o aluno, contribuindo de fato com a educação.<br><br></div><div>Falando um pouco sobre o papel do professor, na visão de Vygotsky, o professor deve atuar como mediador durante o processor, oferecendo meios favoráveis para o total desenvolvimento do aluno. O bom professor não é mais aquele que domina a matéria, como pregado na pedagogia tradicional, e sim aquele que busca novas formas de ensinar, de compreender o aluno e ainda estar presente em sala de aula. É claro que existe uma trajetória para o amadurecimento do organismo em geral, mas é o aprendizado que aflora os processos internos de desenvolvimento, e o contato com o ambiente cultural e social contribui com isso.<br><br></div><div>Sobre o desenvolvimento infantil, Vygotsky aborda a existência de dois níveis de desenvolvimento, o desenvolvimento real, que é a capacidade do aluno em realizar tarefas sozinho, e o desenvolvimento potencial, que é capacidade do aluno realizar tarefas com a ajuda de outra pessoa, um mediador. A distância entre esses dois níveis de desenvolvimento é chamada de zona de desenvolvimento proximal.&nbsp;<br><br></div><div>Diante disso, percebemos a importância da interação social, pois os colegas de sala, assim como outros membros da sociedade, também podem atuar como mediadores entre a criança e o objeto de conhecimento, contribuindo com o processo de desenvolvimento e aprendizagem.<br><br>REFERENCIAS<br><br></div><div>KAULFUSS, Marco Aurélio. Vygotsky e suas contribuições para a educação. Disponível em: <a href="http://fait.revista.inf.br/imagens_arquivos/arquivos_destaque/CbhpvBukokmetSx_2017-1-21-11-30-48.pdf">http://fait.revista.inf.br/imagens_arquivos/arquivos_destaque/CbhpvBukokmetSx_2017-1-21-11-30-48.pdf</a>. Acesso em 25 de março de 2021.<br><br></div><div>OLIVEIRA, José Fabiano de Araújo. As contribuições de Vygotsky para a psicologia e educação. 2014. Disponível em: <a href="https://editorarealize.com.br/editora/anais/enid/2014/Modalidade_1datahora_21_10_2014_11_19_57_idinscrito_1128_ccf7de608513238c406c24c46055c715.pdf">https://editorarealize.com.br/editora/anais/enid/2014/Modalidade_1datahora_21_10_2014_11_19_57_idinscrito_1128_ccf7de608513238c406c24c46055c715.pdf</a>. Acesso em 25 de março de 2021.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-25 20:31:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de Carl Rogers para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1354997425</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Wagner Santana Barros</strong></div><div><strong>Pólo Viana<br><br></strong>Mesmo não sendo um educador, mas um psicólogo, Rogers foi e ainda é muito citado e requisitado devido as sua teoria humanista para a educação. Relações interpessoais na construção da personalidade e o ensino centrado no estudante são dois dos conceitos da abordagem centrada na pessoa (ACP).</div><div><br><br></div><div>Segundo este teórico a educação centrada no aluno propõe que o educador deve ser um facilitador da aprendizagem, sensível aos sentimentos de cada estudante. Assim sendo, este poderá atingir o auto desenvolvimento e realização pessoal. Pois segundo Rogers, “o resultado de uma boa educação é muito semelhante ao de uma boa terapia”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-25 20:56:58 UTC</pubDate>
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         <title>Carl Rogers e suas contribuições no contexto educacional.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1355069870</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Polo Viana - Natiele Broedel Meira</strong><br><br>Carl Rogers, com toda sua dedicação e estudos, marcou historicamente a psicologia e psicoterapia, trazendo contribuições importantíssimas nessas áreas. E essas contribuições surtiram efeito na educação, apontando que os princípios da Terapia Centrada na Pessoa se encaixam também no processo de ensino aprendizagem. Rogers foi inovador e ousado, chegando a afirmar que "os resultados do ensino ou não têm importância ou são perniciosos", acreditando que as pessoas só aprendem aquilo que precisam ou o que querem.&nbsp;<br><br></div><div>O conceito principal na teoria de Rogers para a educação é oferecer meios para que o aluno forme a sua personalidade, fazendo da escola uma instituição formadora de atitudes, proporcionando ao estudante um ambiente que seja favorável as suas mudanças internas. Aponta o professor como o facilitador deste processo, oferecendo condições para que o aluno busque a sua própria realização, além disso o professor aceita o aluno como ele é, em todas as suas dimensões. Já o estudante, por sua vez, deve construir um processo de mudanças, procurando conhecimento, estando aberto a novas experiências e aprendendo a aprender.<br><br></div><div>As ideias de Carl Rogers são importantes porque, para ele, a relação professor-aluno ultrapassa a sala de aula. A aprendizagem acontece por meio da motivação, resultando no desejo de adequação pessoal, onde aprender é modificar suas próprias percepções. O aluno é participativo no processo de aprendizagem, interage, questiona, investiga, reflete e se posiciona. E o professor exerce um comportamento de respeito e empatia, assim o aprendizado é construído em conjunto.<br><br></div><div>Toda pessoa sem exceção pode aprender alguma coisa com o outro, é com base nessa premissa que Rogers salienta que o educador-facilitador que se permite se relacionar de maneira respeitável, autoconfiante, com aceitação e um olhar positivo quanto à capacidade do ser humano de se reinventar e aprender a aprender contribui não apenas no crescimento do seu aluno, entretanto no seu próprio crescimento pessoal. (LIMA, PEIXOTO e BARBOSA, 2008, p.166)<br><br></div><div>A concepção rogeriana, apesar de pouco convencional, não exprimi a ideia de desamparar os alunos, e sim apoiá-los para que evoluam por conta própria.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Referências<br><br></div><div>LIMA, Leticia Dayane de; PEIXOTO, Sandra Patrícia Lamenha; BARBOSA, Zildete Carlos Lyra.&nbsp; <strong>Teoria humanista: Carl Rogers e a Educação</strong>. In: Caderno De Graduação - Ciências Humanas E Sociais. Alagoas, v. 4, n. 3, p. 161-172, 2008.<br><br></div><div>Ifes Cefor. <strong>Carl Rogers e a Educação | Teoria Humanista [Libras]. </strong>2021. (9m50s). Disponível em: &lt;https://youtu.be/MyAlsYo_7fw&gt;. Acesso em: 25 mar. 2021.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-25 21:26:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As Contribuições de Vygotsky para a compreensão e intevenção no processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos.</title>
         <author>soniaofd</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1355928853</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Polo</strong> <strong>Serra - Sônia Oliveira</strong><br><br></div><div>Em sua teoria, Vygotsy nos fornece o apoio para uma educação onde o estudante possa ser visto na sua dimensão: na multiplicidade de suas relações com outros, na sua individualidade cultural e no seu espaço histórico. A Teoria de Vygotsky tem grande importância na cultura, na linguagem e nas relações sociais dos nossos dias. Na educação sua visão foi mais voltada para o estudo das funções psicológicas superiores, esses sendo mediados por esquemas que leva ao pensamento, memorização ativa, atenção voluntária pensamento abstrato e outros. Assim permitindo a discussão sobre instrumentos e signos, linguagens e pensamentos.&nbsp;<br><br>Segundo Vygotsk, devemos avaliar continuamente. O mais importante não é a aprendizagem que já ocorreu, mas aquela que está acontecendo em nossas escolas no dia a dia, pois o aluno é um agente ativo. Enfatiza ainda que o professor é um mediador muito importante, é ele que a partir dos espaços, da matéria, do conteúdo a ser exposto e da sala de aula, possibilita as experiências adequadas para o desenvolvimento e conhecimento do aluno.<br><br>Defende ainda que a formação acontece na interação entre sujeito e sociedade. Esse sujeito ativo, constrói e reconstrói seu conhecimento. Para ele, “no desenvolvimento cultural da criança, todas as funções ocorrem duas vezes: primeiro no nível social e depois no nível individual; primeiro entre pessoas (interpsicológica) e depois no interior da criança (intrapsicológica)” (Vygotsky, 1984).<br><br>Aprendizagem não é apenas aquisição de informação, vai muito além. Não é somente depositar conteúdo na cabeça do sujeito. É sim interação, é troca de informações.<br><br><br><br></div><div><strong>Referências Bibliográficas</strong></div><div><br></div><div>NEVES, R. A.; DAMIANI, M. F. Vygotsky e as teorias da aprendizagem. <strong>UNIrevista,</strong> v. 1, n. 2, 2006. Disponível em: &lt;https://ava.cefor.ifes.edu.br/pluginfile.php/1076698/mod_resource/content/2/Vygotsky e as teorias da aprendizagem.pdf&gt;. Acesso em: 16 março 2021.<br><br></div><div>NÓBREGA, E. V. B. Vygotsky e Piaget: Uma Visão Paralela. <strong>Graphos</strong>: João Pessoa, Ano Vl. nº.2/1, Jun./Dez.,2004. Ddisponível em: &lt;https://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/graphos/article/view/9553&gt;. Acesso em: 20 março 2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 03:44:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de Carl Ransom Rogers para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1358124285</link>
         <description><![CDATA[<div>[Dean Lima - Viana]<br><br>“A ditadura do conteúdo sufoca a liberdade de aprender”<br><br></div><div>Carl Ransom Rogers (1902-1987)<br><br></div><div>Carl Rogers (1902-1987), psicólogo de carreira, trouxe grandes contribuições para a educação, em especial para o processo de ensino e aprendizagem dos alunos. Desenvolveu a denominada abordagem centrada na pessoa (ACP), mostrando a importância de uma visão holística e sistêmica das pessoas, uma vez que sua defesa era a de que o estudante pode e deve ser o gestor de seu próprio aprendizado.<br><br></div><div>Em suas palavras, “não pode ocorrer verdadeira aprendizagem a não ser à medida que o aluno trabalhe sobre problemas que são reais para ele; tal aprendizagem não pode ser facilitada se quem ensina não for autêntico e sincero” (ROGERS, 1959, p. 232), ou seja, é na troca, interação que se aprende. A figura do professor deve ser a de um educador-facilitador, a fim de permitir que o aluno trilhe um caminho com autonomia e apreenda a aprender.<br><br></div><div>Em resumo, como bem assinala Fonseca (2009),<br>“a pedagogia rogeriana reside no fato de considerar que os alunos aprendem melhor, são mais assíduos, interessados, motivados e participativos, são mais criativos e capazes de resolver problemas, se os professores lhes proporcionarem um clima humano, quer sob o ponto de vista relacional, quer afetivo, e um ambiente de confiança, facilitador da aprendizagem”.<br><br></div><div>Referências<br><br></div><div>FONSECA, M.J.M. <strong>Carl Rogers: uma concepção holística do homem</strong>, 2009. Disponível em: &lt; <a href="http://www.ipv.pt/millenium/Millenium36/4.pdf">http://www.ipv.pt/millenium/Millenium36/4.pdf</a>&gt;. Acesso em: 24 maç 2021.<br><br></div><div>ROGERS, C.R. <strong>Significant learning in therapy and in education</strong>. Alexandria, VA: Educational Leadership, n. 16, p. 232-242, 1959.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 17:05:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>luanabreinholz</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1358240685</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Carl Rogers e a atualidade<br></strong><br></div><div>Polo Santa Teresa – Luana Beatriz Reinholz Barbosa<br><br></div><div>O psicólogo norte americano Carl Rogers (1902-1987), com uma visão holística do ser humano, criou a Abordagem Centrada na Pessoa que influenciou diversos segmentos da sociedade, tendo grande contribuição para o campo educacional em que a concepção da Educação Centrada na Pessoa trouxe a tona questões importantes para o entendimento da educação, escola, professor e aluno.&nbsp;<br><br></div><div>Assim, como Rogers diz em uma entrevista com professores no ano de 1984, “o mais básico de tudo é o desenvolvimento da pessoa”, desenvolvimento este que vai além da apreensão de conteúdo, deve visar a independência e responsabilidade. A ideia então, é preparar os alunos com uma educação democrática para viver em sociedade, espaço em que deverão ser críticos, questionadores e responsáveis por suas atitudes e consequências. Para isso, o professor adota o papel de facilitador do processo e deve, a partir dos anseios e necessidades dos alunos, encontrar os métodos e materiais mais adequados. Existe uma maior maleabilidade dos conteúdos abordados de acordo com o que seja significativo e socialmente útil para os alunos, já que eles são responsáveis pela sua aprendizagem contínua (são os atores do processo de aprendizagem); sendo a educação única, individual e peculiar a cada sujeito.&nbsp;<br><br></div><div>Para que essa concepção saia da teoria e se torne prática efetiva, existem três conceitos primordiais, a “tríade rogeriana”:&nbsp;<br><br></div><div>-<mark>Aceitação positiva incondicional: </mark>Está ligado a aceitar os demais com todas as suas características, inclusive as que devem ser trabalhadas;<br><br></div><div>-<mark> Empatia</mark>: Se colocar no lugar do outro, respeitando seus medos e angústias. O professor&nbsp; deve ter atitude humanizada, acolhendo e compreendendo seus alunos;<br><br></div><div>-<mark>Congruência</mark>: Ser o que se é e permitir que os outros sejam o que são, sem precisar fingir.<br><br></div><div>Essa tríade permitirá uma atmosfera afetiva e acolhedora onde o aluno se sentirá à vontade para aprender, sem medo de julgamentos. &nbsp;<br><br></div><div>Por esses motivos, a concepção de Carl Rogers vai de encontro a ideia de educação inclusiva, com recursos que garantam a democratização do conhecimento e valorização da expressão da inteligência para além de somente o raciocínio, que é massivamente cobrado nas escolas.<br><br></div><div>No Brasil esse movimento se iniciou em 1970, mas teve muitas críticas pela falta de compreensão de como ela deveria acontecer (por não ser uma metodologia, mas sim uma concepção de educação). Apesar disso, até hoje é possível ver a influência em Planos Políticos Pedagógicos e atuação de professores. O fato de Rogers ter demonstrado que o afeto e a compreensão são importantes e podem ser aliados no processo de aprendizagem, contrariou a teoria tradicional de ensino, mas tornou a educação mais humanizada. Não é fácil para um professor de escola regular colocar em prática toda a teoria do psicólogo, pois há barreiras culturais, administrativas e avaliativas; mas o professor pode buscar utilizar da “tríade rogeriana” em sua atuação. Muitas vezes encontramos alunos fragilizados pelo contexto social, familiar e/ou econômico e esse contato que extrapole a relação autoritária e mostre para o aluno que ele é valorizado pode mudar toda a forma que ele irá encarar a relação com o professor e sua aprendizagem.&nbsp;<br><br></div><div><strong>REFERÊNCIAS<br></strong><br></div><div>COTONHOTO, Larissy Alves. <strong>Teorias de Aprendizagem</strong> - Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021. Disponível em: <a href="https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961">https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961</a>. Acesso em: 17 de março 2021.<br><br></div><div>LIMA, Leticia Dayane de; PEIXOTO, Sandra Patrícia Lamenha; BARBOSA, Zildete Carlos Lyra.&nbsp; <strong>Teoria humanista: Carl Rogers e a Educação</strong>. In: Caderno De Graduação - Ciências Humanas E Sociais. Alagoas, v. 4, n. 3, p. 161-172, 2008.<br><br></div><div><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 17:30:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A aprendizagem do teórico Jean Piaget </title>
         <author>eduardaoliveiradesouzacordeiro</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1359039774</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Campus Itapina-&nbsp; Eduarda Oliveira de Souza Cordeiro&nbsp; &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>Jean Piaget nasceu em Neuchâtel no dia 9 de Agosto de 1896 e faleceu em Genebra, em 16 de Setembro de 1980. Estudou Biologia, na Suíça, e posteriormente se dedicou à área de Psicologia, Epistemologia e Educação. Foi professor de psicologia na Universidade de Genebra de 1929 a 1954, e ficou conhecido principalmente por organizar o desenvolvimento cognitivo em uma série de estágios<br>Para Piaget, o conhecimento construído pelo homem é resultado do seu esforço de compreender e dar significado ao mundo. Nessa tentativa de interação e compreensão do meio, o homem desenvolve equipamentos neurológicos herdados que facilitam o funcionamento intelectual. O organismo do homem é essencialmente seletivo por organizar os alimentos que lhe podem ser útil; esses alimentos vão sendo adaptados, de acordo com as necessidades biológicas. À medida que o homem seleciona os alimentos e inicia a adaptação destes ao organismo, acontece à assimilação, ou seja, a estrutura biológica acomoda os alimentos para satisfazer as necessidades do corpo (GOULART, 1995).<br><br>Segundo Piaget, esse esquema de organização, assimilação e adaptação feito pelo organismo pode ser aplicado ao processo de aprendizagem, que se dá na estrutura cognitiva. A organização seletiva que a cognição realiza dá-se em um processo permanente de interação do homem com o meio ambiente, por meio da apreensão do que é útil e necessário à adaptação do homem no mundo. O conhecimento deve ser visto como uma construção em constante processo. Isso pressupõe entender que a criança é capaz de criar, recriar e experimentar de forma autônoma, impulsionando seu próprio desenvolvimento.&nbsp;<br>Uma das principais consequências deste conhecimento é um questionamento da escola tradicional, voltada para a transmissão de conhecimentos e pelo papel passivo do aluno como receptor de conteúdos. Essa crítica foi sistematizada pela corrente pedagógica conhecida como Construtivismo, que é uma concepção teórica que parte do princípio de que o desenvolvimento da inteligência é determinado pelas ações mútuas entre o indivíduo e o meio. A ideia é que o homem não nasce inteligente, mas também não é passivo sob a influência do meio. Ao contrário, responde aos estímulos externos agindo sobre eles para construir e organizar o seu próprio conhecimento, de forma cada vez mais elaborada. Ou seja, esta concepção propõe novas formas de organizar a escola a partir dos conhecimentos desenvolvidos por Piaget sobre a criança.<br>Nesse sentido, o ato de errar não pode ser visto como falha e, sim, como um momento necessário da aprendizagem; a ausência do erro denuncia a ausência da experimentação e, consequentemente, a ausência da aprendizagem.<br>Se observamos que no Construtivismo o aluno é ativo e o professor é um orientador, um mediador. A função do professor deve ser a de criar situações favorecedoras de aprendizagem, a construção do conhecimento pelos alunos é fruto de sua ação, o que faz com que eles se tornem cada vez mais autônomos intelectualmente.<br>Partindo desse conhecimento e das implicações da teoria de Piaget para o trabalho na escola citarei três ações pedagógicas que devem ser levadas em consideração no trabalho com as crianças. Entre uma série de atitudes de um educador construtivista busca em relação ao trabalho com crianças, destacarei: trabalhar com as relações afetivas e emocionais; possibilitar a participação de todas as crianças nas diferentes atividades, mesmo que os níveis de competência, conhecimento e interesses forem diferenciados (no construtivismo a busca pelas questões levantadas pelos alunos é altamente valorizada) encorajam os estudantes a dialogar com o professor e entre si.<br>Assim a aprendizagem para Piaget e um processo de reorganização cognitiva e é dependente do processo de desenvolvimento, assim a pedagogia deve promover a construção do conhecimento, já em relação a educação o desenvolvimento progressivo das estruturas intelectuais nos torna capazes de aprender. Portanto&nbsp; ainda para Piaget podemos afirma que a escola deve&nbsp; propor atividades desafiadoras e o professor deve ser facilitador de experiências e estimulador . O aluno e um ser ativo, mais o erro da criança deve ser respeitado como um momento do processo de elaboração do conhecimento. Educar não se refere a transmissão de conteúdos mas a favorecer a atividade mental do aluno usando o método da aprendizagem por meio de descoberta, tendo como abjetivo de esta centrado no aluno.<br><br>Referencias: https://siteantigo.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/pedagogia/as-contribuicoesteoricas-de-jean-piaget/32647<br>https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/pedagogia/os-conceitos-piaget-papel-professor.htm<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/z-FfrQLVyN8" />
         <pubDate>2021-03-26 22:10:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de Carl Rogers para a educação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1359187208</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><strong>Por Fernando Machado de Souza<br>Polo Alegre</strong></blockquote><div><br>Psicólogo por formação, Carl Rogers (1902 – 1987), realizou um extensivo trabalho ao longo de sua carreira e hoje é considerado o maior influente teórico no campo das teorias humanistas e da personalidade, contribuindo de maneira significativa também para a educação. A teoria humanista aborda as relações interpessoais como significativas para a construção da personalidade e para o ensino centrado no aluno, auxiliando fortemente para a construção de uma visão mais holística e sistêmica da pessoa. A abordagem centrada na pessoa (ACP) aponta que o ato de aprender é individual e singular, de maneira que a vivência subjetiva do aluno deve ser levada em consideração no ato de aprender, pois ele retém somente o que convém e o que se relaciona com o seu contexto. <br><br>Para Rogers, o professor deve ser um educador-facilitador e um incentivador para que o aluno seja o agente da sua própria aprendizagem (aprendendo a aprender). Sugere ainda a singularização dos comportamentos e o respeito às diferenças. Segundo Fonseca (2009): “a pedagogia rogeriana reside no fato de considerar que os alunos aprendem melhor, são mais assíduos, interessados, motivados e participativos, são mais criativos e capazes de resolver problemas, se os professores lhes proporcionarem um clima humano, quer sob o ponto de vista relacional, quer afetivo, e um ambiente de confiança, facilitador da aprendizagem”. Dessa a forma, a escola também é desafiada a proporcionar uma atmosfera favorável para que essa troca aconteça. <br><br>Na prática, esse movimento sofreu muita crítica por parte dos “tradicionalistas”, mas apesar disso, ainda hoje é possível ver a influência do pensamento de Rogers em Planos Pedagógicos e na atuação de professores. Acredito que seria muito difícil aplicar a teoria humanista nas escolas, seja por questões políticas, sociais ou econômicas, porém o fato é que as pesquisas e estudos de Rogers comprovam a importância do afeto e da educação inclusiva no processo de aprendizagem. E que sem sombra de dúvidas, tornou a educação mais humanizada.&nbsp; <br><br><mark>REFERÊNCIAS</mark><br> <br>COTONHOTO, Larissy Alves. <strong>Teorias de Aprendizagem</strong> - Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021. Disponível em: <a href="https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961">https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961</a>. Acesso em: 17 de março 2021.<br> <br>LIMA, Leticia Dayane de; PEIXOTO, Sandra Patrícia Lamenha; BARBOSA, Zildete Carlos Lyra.&nbsp; <strong>Teoria humanista: Carl Rogers e a Educação</strong>. In: Caderno De Graduação - Ciências Humanas E Sociais. Alagoas, v. 4, n. 3, p. 161-172, 2008.<br><br> <br><br>FONSECA, M.J.M. <strong>Carl Rogers: uma concepção holística do homem</strong>, 2009. Disponível em: &lt; <a href="http://www.ipv.pt/millenium/Millenium36/4.pdf">http://www.ipv.pt/millenium/Millenium36/4.pdf</a>&gt;. Acesso em: 24 maç 2021.<br> <br>Ifes Cefor<strong>. Carl Rogers e a Educação | Teoria Humanista</strong> [Libras]. 2021. (9m50s). Disponível em: &lt;<a href="https://youtu.be/MyAlsYo_7fw">https://youtu.be/MyAlsYo_7fw</a>&gt;. Acesso em: 25 mar. 2021. <br> <br>ZANETTI NETO, G. <strong>Tendências Pedagógicas</strong>. Apostila digital. Vitória: Ifes, 2021.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=KiO-WhwVws0" />
         <pubDate>2021-03-27 00:19:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de Vygotsky  para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1359232666</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Polo Serra - Thayara Pereira dos Santos S B Nunes<br><br></em>Lev Vygotsky (1896-1934) – Um psicólogo Russo, nascido em uma pequena cidade na Rússia, morreu bem cedo devido uma tuberculose, mas que deixo grande legado para o processo de aprendizagem.<br>Suas principais características: Ressaltar o papel cultural no processo de cognição; Dar ênfase ao papel do educador no desenvolvimento intelectual da criança; Criar o conceito de mediação, descrita como uma experiência social.<br>Na Perspectiva teórica de Vygotsky, o desenvolvimento das funções psicológicas superiores (processos de pensamentos, linguagens, memória, atenção) devem ser entendidas na sua totalidade, não apenas a cognição humana. Não sendo apenas de uma forma linear, mas como um todo que se processa numa dimensão social.<br>Vygotsky diz que o homem não nasce humano, ele vai se humanizar. Ele acrescentou que através do contato da criança com a cultura ou grupo social que está inserido ela irá se humanizar. Alguns dos seus conceitos: Internalização, Mediação, Zona de desenvolvimento proximal.<br>Sua teoria pode ser utilizada nos dias atuais, pois precisamos entender como educadores que nossos alunos possuem fatores internos e externos que podem influenciar no aprendizado. Nós como mediadores do conhecimento precisamos ter uma visão ao entender o contexto social e o desenvolvimento real (onde esse aluno está) e desenvolvimento potencial (onde esse aluno poderá chegar).&nbsp;</div><div><em><br></em><strong><em>Referências</em></strong></div><ul><li>ALBERTO, Maria de Fátima Pereira; SANTOS, Denise Pereira dos. Trabalho infantil e desenvolvimento: reflexões à luz de Vigotski. <strong>Psicologia em estudo</strong>, v. 16, n. 2, p. 209-218, 2011.</li><li>Livro: Teorias de Aprendizagem - Centro de Referência em Formação e em Educação a Distância (Cefor).</li><li>Vídeos sobre Vygotsky - Pensadores na Educação: Vygotsky.</li></ul><div><br></div><blockquote><mark>"</mark><em><mark>O conhecimento é o produto da interação entre a pessoa e o meio, mas o meio entendido como algo social e cultural, não apenas físico." Vygotsky</mark></em></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-27 01:06:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vygotsky e as teorias da aprendizagem - Apontamentos teóricos e contribuições para o processo ensino aprendizagem.</title>
         <author>patricia_faraujo5</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1359242504</link>
         <description><![CDATA[<div><br>[ Patrícia Fernanda de Araújo - Polo Linhares ]<br><br>Ao refletirmos sobre&nbsp; as contribuições teóricas de Vygotsky para a educação podemos considerar como ponto de partida suas criticas as teorias que separam a aprendizagem do desenvolvimento. Fundamentada no método dialético de Marx, na teoria vygotskyana o processo de aprendizagem não ocorre através da somatória entre fatores inatos e adquiridos, mas da interação dialética entre o sujeito e o contexto social na qual está inserido. Para Vygotsky somos antes de tudo sujeitos sociais, ou seja, não podemos ser compreendidos fora do âmbito social.&nbsp; No campo do &nbsp; ensino e aprendizagem, ele rejeita os modelos baseados nas determinações biológico e no sujeito como resultado de um determinismo cultural. Para Vygotsky a aprendizagem não consiste em aquisição de informação, e nem a partir de associação de ideias armazenadas, a aprendizagem consiste em um processo interno, ativo e interpessoal.</div><div>Diante desses apontamentos, vale ressaltar que são muitos os estudos e teorias sobre a aprendizagem. Algumas seguem e se orientam por abordagens empirista ou racionalista, o importante aqui é considerar suas contribuições e impacto no processo ensino aprendizagem.&nbsp;</div><div>Toda prática educativa traz em si uma teoria do conhecimento. São as teorias e seus apontamentos que orientam, transformam, colaboram, impactam&nbsp; e estão presentes em nossas práticas docente no dia a dia da sala de aula.&nbsp;</div><div>A partir das teorias de Vygotsky o papel do professor, da escola e a participação do aluno no processo ensino aprendizagem são ressignificados. Nesse sentido, cabe ao professor interferir no processo de construção e transmissão do conhecimento acumulado historicamente pela Humanidade. Sendo essa uma tendência e presentes em nossas práticas cotidiana, intervindo e intermediando a relação do aluno com o conhecimento.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-27 01:16:22 UTC</pubDate>
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         <title>As contribuições de Rogers para formação dos Professores</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Polo Cachoeiro - Matheus Prado Cardoso<br><br>Carl Ransom Rogers é considerado o mais influente teórico no campo das teorias humanísticas e da personalidade.&nbsp; Mesmo não sendo um educador, Carl Rogers escreveu sobre o tema e seus textos influenciaram uma perspectiva educacional na qual o autodesenvolvimento e a realização pessoal são o foco do processo de ensino e aprendizagem. Dessa forma, as metodologias de ensino, os materiais didáticos, a seleção dos conteúdos e os sistemas de avaliação tendem a serem orientados pelo objetivo final de criar um ambiente psicológico propício ao desenvolvimento psicológico, interior, do self do estudante. (Zanetti Neto, 2021)<br>Rogers (1985) afirma que é pelo contato que se educa e que o professor deve ser um educador-facilitador, uma pessoa realmente presente para seus alunos. O educador não deve adotar um modelo único de facilitar o aprendizado, precisa colocar os interesses dos alunos em primeiro lugar, esse método consiste em o aluno seguir, apreendendo a aprender e o professor, sendo um facilitador dessa aprendizagem de forma singular e livre, com autenticidade, aceitação, confiança tanto em si como no aluno e compreensão empática. Sugere ainda a não padronização e a universalização dos comportamentos e sim a singularizarão e o respeito às diferenças, a relação aluno professor deve transcender a sala de aula porque a educação sem atuação é comparada ao adestramento, na prática educativa o aluno precisa ser ator do seu processo de aprendizagem, refletindo, questionando e fazendo escolhas. Para Rogers o professor necessita exprimir seus interesses, suas percepções e seu desejo sincero de ensinar, utilizando métodos estimulantes para colocar os conteúdos propostos e situar-se na sala de aula. A principal diferença que Rogers indica é que o ambiente da aula e do professor não seja previamente estabelecido, porém que venha sendo construído por um conjunto de pessoas autenticas que se comunicam e se relacionam entre si.<br>Para Almeida (2002) as contribuições de Rogers na formação de professores facilitadores que atuam, explorando a pessoa criativa dos estudantes, tornam possível estender uma atmosfera de respeito mútuo e liberdade de expressão mútua em sala de aula, para que seja igualmente aplicado com os alunos com dificuldades educacionais especiais. Professores de escolas inclusivas podem adotar a mesma atmosfera de valorização do afeto, porque aprender não é apenas acumular conhecimento e os aspectos cognitivos não são abrangentes ou separados dos aspectos afetivos no processo de aprender.<br><br>REFERÊNCIAS<br><br>&nbsp;ALMEIDA, L.R. Contribuições da psicologia de Rogers para a educação: uma abordagem histórica. In: PLACCO, V.M.N.S. (Org.). <strong>Psicologia &amp; educação</strong>: revendo contribuições. 5.ed. p.63-95. São Paulo: Educ, 2002. <br><br> ROGERS, C.R.<strong> Liberdade de aprender em nossa década</strong>. Porto Alegre: Artes Médicas, 1985. <br><br> ZANETTI NETO, G. <strong>Tendências Pedagógicas.</strong> Apostila digital. Vitória: Ifes, 2021.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-27 02:02:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vygostky e a Construção do Pensamento e da Linguagem </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1359901458</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Polo Piúma - Helena Aparecida R Gomes&nbsp;<br><br>O pensamento do indivíduo começa na infância, pois é o primera&nbsp; processo de desenvolimento do conceito lógico.&nbsp; Se observarmos as primeiras palavras de uma criança, veremos que, por seu significado, elas efetivamente se aproximam desses conceitos potenciais. Estes são potenciais, em primeiro lugar, por sua referência prática a um determinado círculo de objetos e. em segundo, pelo processo de abstração isoladora que lhe serve de base. Eles são conceitos dentro de uma possibilidade e ainda não realizaram essa possibilidade. Não é um conceito mas alguma coisa que pode vir a sê-lo.&nbsp; &nbsp;<br>&nbsp;"Na fala das crianças surdas-mudas essa circunstância deixa de valer, porque essas crianças não têm comunicação falada com os adultos e, entregues a si mesmas, formam livremente os complexos que são representados por uma mesma palavra. Graças a isto, as peculiaridades do pensamento por complexos manifestam-se em primeiro plano na linguagem delas com uma nitidez particular. "&nbsp;<br>O professor não é o único mediador do conhecimento.&nbsp;<br>O desenvolmento da criança é dividido em duas partes, a que ele consegue fazer sozinha e aprendizem com ajuda de outro interlocutor.&nbsp;<br>Ele nos mostra que é preciso vê a criança de forma indivudal.&nbsp;<br>REFERÊNCIA&nbsp;<br>&nbsp;A Construção do Pensamento e da Linguagem L. S. V i g o t s k i&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-27 14:35:53 UTC</pubDate>
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         <title>[Serra - Filipe Mutz]</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1360097633</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Piaget e a Intervenção no Processo de Ensino e Aprendizagem</strong><br><br>As principais contribuições de Piaget são de cunho epistemológico e relacionadas ao <mark>entendimento do processo de desenvolvimento intelectual</mark> [1]. <br><br>Além de identificar<mark> fases do desenvolvimento associadas, em média, à certas idades e suas características</mark>, Piaget propôs novas explicações para o processo de desenvolvimento usando os conceitos de <mark>assimilação</mark>, <mark>acomodação</mark> e <mark>equilibração majorante</mark> [2]. Posteriormente, estendeu a teoria com o conceito de abstração reflexionante que descreve melhor a evolução dos processos de manipulação de símbolos.<br><br>Como ilustrado na figura abaixo, Piaget identificou quatro principais fases no desenvolvimento de indivíduos [1, 2]:</div><ul><li><strong>Estádio sensório-motor ou pré-verbal (até 2 anos)</strong>: no qual a criança procura <mark>coordenar e integrar as informações que recebe pelos sentidos</mark> e, <mark>elaborar um conjunto inicial de subestruturas cognitivas ou esquemas de assimilação</mark>, que servirão de base para a evolução futura. &nbsp;</li><li><strong>Estádio pré-operatório - inteligência simbólica (2 a 7-8 anos)</strong>: <mark>surge a função simbólica</mark>, que consiste no poder de representação de objetos ou acontecimentos, tomando possível, por exemplo, a aquisição da linguagem ou de símbolos coletivos.</li><li><strong>Estádio de Operações Concretas - inteligência operatória concreta (7-8 anos a 11-12 anos):</strong> são desenvolvidas <mark>operações</mark>, e.g, classificação, ordenamento, correspondência além de se observar o surgimento das noções de tempo, causalidade, conservação, entre outras.&nbsp;</li><li><strong>Adolescência - inteligência operatória formal (&gt; 12 anos)</strong>: nesta fase, surge a capacidade de realizar <mark>operações formais </mark>que permitem ao indivíduo a <mark>construção de</mark> <mark>reflexões e teorias</mark>. O pensamento toma-se então hipotético-dedutivo.</li></ul><div><br>Os resultados da pesquisa de Piaget têm impacto direto na escolha de tendências e práticas pedagógicas a serem utilizadas, principalmente com alunos nos ensinos fundamental e médio. <br><br>Eles nos levem à compreender que existem <mark>fases apropriadas para abordar certos conteúdos</mark> e que a capacidade dos alunos de aprender (no sentido abrangente do termo) certos conteúdos está mais relacionada com <mark>a maturidade e estágio de desenvolvimento&nbsp; de suas estruturas interna</mark>s do que com a capacidade cognitiva inata do estudante ou com a capacidade didática do docente. <br><br>A escola deve, portanto,<strong> </strong><strong><mark>buscar prover ao aluno estímulos apropriados ao&nbsp; seu estágio de desenvolvimento</mark></strong> de forma à maximizar o crescimento intelectual instantâneo e futuro.</div><div><br>Vale notar, contudo, que a pesquisa de Piaget se baseou em indivíduos ideais (chamados de <mark>indivíduos epistemológicos</mark>) e simplistas, no sentido de que <mark>apenas as características cognitivas foram consideradas</mark>. Alunos reais são <mark>complexos</mark> [3] e é impossível analisar o seu desenvolvimento sem considerar, além do fator cognitivo, as características biológicas, afetivas e sociais, e a relação entre estes. <strong><mark>O sucesso do processo de ensino-aprendizagem depende não apenas das capacidades cognitiva do estudante e da didática do professor, mas da satisfação de todos estes outros fatores</mark></strong>.<br><br></div><div><br><strong>Referências</strong> <br><br>[1] Ferracioli, L. (1999). Aspectos da construção do conhecimento e da aprendizagem na obra de Piaget. Caderno Brasileiro de Ensino de Física, 16(2), 180-194.<br><br>[2] Piaget, J., &amp; Duckworth, E. (1970). Genetic epistemology. American Behavioral Scientist, 13(3), 459-480.<br><br>[3] Morin, E., &amp; Lisboa, E. (2007). <em>Introdução ao pensamento complexo</em> (Vol. 3). Porto Alegre: Sulina.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-27 17:03:13 UTC</pubDate>
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         <title>CONTRIBUIÇÕES DE CARL ROGERS NA EDUCAÇÃO</title>
         <author>brunelegoncalves</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1360340466</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Serra - Brunele Gonçalves de Albiais<br><br>Trata-se de uma educação <a href="https://www.youtube.com/watch?v=KiO-WhwVws0">centrada no aluno</a>, que tende a valorizar o desenvolvimento de atitudes e que dialoga fortemente com a dimensão psicológica do estudante. O foco está na auto realização do sujeito através de um processo de desenvolvimento interior que tem a escola como suporte.</div><div>O autor defende que a consciência do autoconhecimento, o discernimento pessoal e a auto responsabilidade são mais importantes para o comportamento do sujeito do que a influências do seu ambiente familiar e social.<br><br></div><div><strong>PRINCIPAIS VERTENTES:<br></strong>- Não é possível adotar um método único de ensino;<br>-&nbsp; Valorização dos interesses dos alunos;<br>- Docente como facilitador do processo educacional; <br>- Defesa de uma aprendizagem singular e livre;<br>- Relação empática com o estudante;<br>- Uso de metodologias de ensino estimulantes.<br><br><strong>CONTRIBUIÇÕES EM RESUMO: </strong><br>·&nbsp; <strong>Conceito principal<br></strong>Auto realização do sujeito, atitudes que dialogam com&nbsp; dimensão psicológica.<br>·&nbsp; <strong>Papel da escola<br></strong>Desenvolver alunos independentes, responsáveis, auto determinados e com discernimento.</div><div>·&nbsp; <strong>&nbsp;Conteúdos de ensino<br></strong>Foco no autodesenvolvimento e realização pessoal – ambiente propício para o desenvolvimento psicológico.&nbsp;</div><div>·&nbsp; <strong>Métodos de ensino<br></strong>Perspectiva que direciona formas variantes de interação com estudantes – expressão individual. <br>·&nbsp; <strong>Relação entre professor e aluno<br></strong>Diálogo. Criar ambiente convidativo e afetivo (aceitação positiva, congruência e empatia).</div><div>· <strong>Pressupostos de aprendizagem<br></strong>&nbsp;Uso de metodologias de ensino estimulantes.<br>· <strong>Formas de avaliação</strong><br>A ideia é justamente a construção coletiva do processo de ensino e aprendizagem através do dialogo entre seus docente e estudantes.<br><strong>· A função do docente<br></strong>Criar ambiente convidativo e afetivo (aceitação positiva, congruência e empatia).<br><br>&nbsp;ZANETTI NETO, G. <strong>Tendências Pedagógicas.</strong> Apostila digital. Vitória: Ifes, 2021.<br>Livro: Teorias de Aprendizagem - Centro de Referência em Formação e em Educação a Distância (Cefor).</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-27 20:11:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Polo Viana- Katielly Terra</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1360394557</link>
         <description><![CDATA[<h1>OS CONCEITOS DE PIAGET E O PAPEL DO PROFESSOR</h1><div>Piaget pesquisou o que acabou sendo uma das grandes descobertas do século XX, a de que a criança tem uma forma própria de desenvolver o conhecimento (sujeito epistêmico ou cognoscente), que vai se desenvolvendo não apenas com a maturação neurológica, mas também com a ação direta da criança sobre o mundo a sua volta.<br><br></div><div>Uma das principais consequências deste conhecimento é um questionamento da escola tradicional, voltada para a transmissão de conhecimentos e pelo papel passivo do aluno como receptor de conteúdo. Essa crítica foi sistematizada pela corrente pedagógica conhecida como Construtivismo, que é uma concepção teórica que parte do princípio de que o desenvolvimento da inteligência é determinado pelas ações mútuas entre o indivíduo e o meio. A ideia é que o homem não nasce inteligente, mas também não é passivo sob a influência do meio. Ao contrário, responde aos estímulos externos agindo sobre eles para construir e organizar o seu próprio conhecimento, de forma cada vez mais elaborada. Ou seja, esta concepção propõe novas formas de organizar a escola a partir dos conhecimentos desenvolvidos por Piaget sobre a criança.<br><br></div><div>Partindo desse conhecimento e das implicações da teoria de Piaget para o trabalho na escola citarei três ações pedagógicas que devem ser levadas em consideração no trabalho com as crianças. Entre uma série de atitudes de um educador construtivista busca em relação ao trabalho com crianças, destacarei: trabalhar com as relações afetivas e emocionais; possibilitar a participação de todas as crianças nas diferentes atividades, mesmo que os níveis de competência, conhecimento e interesses forem diferenciados (no construtivismo a busca pelas questões levantadas pelos alunos é altamente valorizada) encorajam os estudantes a dialogar com o professor e entre si.&nbsp;<br><br><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-27 20:59:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lev Vygotsky e suas contribuições no Processo de Ensino e Aprendizagem</title>
         <author>giovaneoliveira1</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1360606725</link>
         <description><![CDATA[<div>Giovane Marçal de Oliveira<br>Polo Santa Teresa<br><strong><em><br></em></strong><strong><mark>Zona de desenvolvimento proximal de Vygotsky</mark></strong><mark><br></mark><br></div><div>Vygotsky descreveu a zona de desenvolvimento proximal como "a distância entre o nível de desenvolvimento real, conforme determinado pela resolução independente de problemas, e o nível de desenvolvimento potencial, conforme determinado por meio da resolução de problemas sob a orientação de um adulto, ou em colaboração com pares mais capazes."<br><br></div><div>Isso explica as crianças que parecem não ter certas habilidades, quando testadas, mas têm um desempenho mais competente na presença de alguém que possua o conhecimento necessário. As habilidades apresentadas neste contexto social, mas não em um ambiente isolado, enquadram-se na zona de desenvolvimento proximal. Este conceito sustenta que um indivíduo com mais conhecimento fornecerá suporte para promover o desenvolvimento cognitivo de uma criança.<br><br><strong><mark>O pensamento e a fala, segundo Vygotsky</mark></strong><mark><br></mark><br></div><div>O trabalho de Vygotsky examinou a relação entre o desenvolvimento da linguagem e o processo de pensamento. Ele acreditava que as crianças mais jovens usavam a fala principalmente para pensar "em voz alta". Gradualmente, essa prática evoluiria para uma "fala interior" silenciosa, à medida que adquiriam conceitos mentais e consciência cognitiva.<br><br></div><div>De acordo com Vygotsky, a fala interior, apesar de derivar da linguagem oral, desenvolve-se à medida que os conceitos são internalizados e é uma versão mais condensada da fala normal.<br><br>Vygotsky acreditava que a linguagem se desenvolvia a partir de interações sociais, para fins de comunicação. Via a linguagem como a maior ferramenta do homem, um meio de comunicação com o mundo exterior.<br><br></div><div>De acordo com o autor, a linguagem desempenha dois papéis críticos no desenvolvimento cognitivo:<br>1. É o principal meio pelo qual os adultos transmitem informações às crianças.<br>2. A própria linguagem se torna uma ferramenta muito poderosa de adaptação intelectual.<br><br></div><div><strong><mark>Para saber mais<br></mark></strong><br>Sugiro dois links: o primeiro, um texto que fala sobre as contribuições de Vygotsky, no processo de ensino e aprendizagem; o segundo, um pouco sobre a vida e os pensamentos do mesmo autor.<br><br>https://siteantigo.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/as-contribuicoes-teoricas-de-lev-vygotsky-para-a-aprendizagem/32650<br><br>https://www.youtube.com/watch?v=BS8o_B5M9Zs<br><br><strong><mark>Referências Bibliográficas<br><br></mark></strong>Bertrand, Y. (2001). Teorias Contemporâneas da Educação (2.ªed.). Lisboa: Instituto Piaget.<br><br>Bessa, V. (2008). Teoria da Aprendizagem. Curitiba: IESDE, Brasil S.A.&nbsp;</div>]]></description>
         <pubDate>2021-03-28 01:39:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1360606725</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Polo Linhares - Thais de Oliveira Bispo - As contribuições de Vygotsky  para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem.</title>
         <author>thaiscuringa</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1360620441</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Vygotsky se tornou um principais teóricos no campo educacional. Apesar de ter morrido no ano de 1934, seus escritos em muito contribuem para o pensamento educacional em nossos dias atuais, principalmente para os estudos da Defectologia, Sendo um teórico histórico cultural afirma que o indivíduo desenvolve de acordo com meio social ao qual se encontra inserido, neste sentido se o sujeito recebe estímulos em seu meio de convivência, consequentemente obterá um desenvolvimento maior do que outro que não é estimulado. No campo da aprendizagem ele nos apresentou a ZDP (Zona de Desenvolvimento Proximal), processo no qual através das interações o sujeito e impulsionado a passar de uma zona para a outra, ou seja, a criança através da mediação do meio social e principalmente do professor (mediador) ela tem a possibilidade de sair da zona de uma zona de desenvolvimento para a outra. A criança que se encontra na Zona de desenvolvimento real sendo devidamente estimulada ela tem grandes possibilidades de desenvolvimento, passando assim para a zona de desenvolvimento potencial. Todo esse processo de desenvolvimento depende da influencia do meio social na qual se encontra inserido.<br>Ele também nos explica o conceito de desenvolvimento e aprendizagem, para ele o sujeito primeiramente aprende e posteriormente se desenvolve.&nbsp;<br>Para tanto, seus estudos nos mostram que o desenvolvimento do sujeito está intimamente ligado com o meio social ao qual se encontra inserido, esse processo acontece de fora para dentro, em que o sujeito internaliza sua cultura, sua historia e consequentemente aprende e a partir disso se desenvolve.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/m2LDJ-KGpCQ" />
         <pubDate>2021-03-28 02:01:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1360620441</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1360647217</link>
         <description><![CDATA[
A inteligência depende do próprio meio para sua
construção, graças às trocas entre organismo e o meio, que se dão através da ação.]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-28 02:41:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ensino e Aprendizagem pela lente de Vygostky👨‍👩‍👧‍👧👩‍🏫👨‍💻👨‍🔬👷‍♂️👩‍⚕️🤝👂</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1360719125</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>[ Bruna Maria O S Campos - Polo Santa Teresa]</mark><br><br>O psicólogo bielo-russo Lev Semenovitch Vygotsky (1896-1934) contribuiu sobremaneira com pesquisas que permitiram compreender a relação favorável que há entre o homem e seu meio social. A esta teoria, pensada em conformidade histórica, deu-se o nome de Sociointeracionismo.</div><div><br></div><div>Na proposta sociointeraccionista de Vygotsky, o desenvolvimento do pensamento e da linguagem da criança possui bases biológicas, mas estes poderiam ser totalmente influenciados através do meio social e da interação destes. Esta interação não se dá de forma direta, pois há necessidade de uma mediação de sistemas simbólicos que permitirão a ocorrência da experiência entre homem-mundo. <mark>(</mark><strong><mark>Veja em fig 1)</mark></strong></div><div><br></div><div>Não sendo o homem um ser passivo, temos outro conceito elaborado dentro desta concepção de Vygotsky: Níveis de Desenvolvimento - quando a criança sai da sua zona de desenvolvimento real (o que você sabe) e passa, com auxílio do professor ou outro mediador, para a zona de desenvolvimento potencial (o objeto de conhecimento a ser alcançado) está caracterizando a zona de desenvolvimento proximal (distância entre nível real e proximal). <strong><mark>(Veja em fig 2)</mark></strong></div><div><br></div><div>ZANETTI NETO, G. Tendências Pedagógicas. Apostila digital. Vitória: Ifes, 2021.<br>Livro: Teorias de Aprendizagem - Centro de Referência em Formação e em Educação a Distância (Cefor).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 04:21:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>CONTRIBUIÇÕES DE CARL ROGERS PARA A EDUCAÇÃO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1361135538</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Aluno Gustavo Soares da Rocha.</strong></div><div><strong>Curso de Pós Graduação Latu Sensu Práticas Pedagógicas do Instituto Federal do Espírito Santo - Polo Santa Teresa - ES</strong></div><blockquote><br><sub>As idéias do norte-americano Carl Rogers (1902-1987) para a educação são uma extensão da teoria que desenvolveu como psicólogo. Nos dois campos sua contribuição foi muito original, opondo-se às concepções e práticas dominantes nos consultórios e nas escolas. A terapia rogeriana se define como não-diretiva e centrada no cliente (palavra que Rogers preferia a paciente), porque cabe a ele a responsabilidade pela condução e pelo sucesso do tratamento. Para Rogers, o terapeuta apenas facilita o processo. Em seu ideal de ensino, o papel do professor se assemelha ao do terapeuta e o do aluno ao do cliente. Isso quer dizer que a tarefa do professor é facilitar o aprendizado, que o aluno conduz a seu modo. A teoria rogeriana - que tem como característica um extenso repertório de expressões próprias - surgiu como uma terceira via entre os dois campos predominantes da psicologia em meados do século 20. De um lado havia a psicanálise, criada por Sigmund Freud (1856-1939), com sua prática balizada pela ortodoxia, e, de outro, o behaviorismo, que na época tinha B. F. Skinner (1904-1990) como expoente e se caracteriza pela submissão à biologia. A corrente de Rogers ficou conhecida como humanista, porque, em acentuado contraste com a teoria freudiana, ela se baseia numa visão otimista do homem.</sub></blockquote><div><br></div><blockquote><sub>Para Rogers, a sanidade mental e o desenvolvimento pleno das potencialidades pessoais são tendências naturais da evolução humana. Removidos eventuais obstáculos nesse processo, as pessoas retomam a progressão construtiva. "Ele chamou a atenção para a formação da pessoa, a importância de viver em busca de uma harmonia consigo mesma e com o entorno social", diz Ana Gracinda Queluz, pró-reitora adjunta de pesquisa e pós-graduação da Universidade Cidade de São Paulo.</sub></blockquote><div><br></div><blockquote><sub>Rogers sustentava que o organismo humano - assim como todos os outros, incluindo o das plantas - possui uma tendência à atualização, que tem como fim a autonomia. Na teoria rogeriana, essa é a única força motriz dos seres vivos. No caso particular dos seres humanos, segundo Rogers, o processo constante de atualização gerou a sociedade e a cultura, que se tornam forças independentes dos indivíduos e podem trabalhar contra o desenvolvimento de suas potencialidades.</sub><strong><sub>O saudável é natural</sub></strong></blockquote><div><br></div><blockquote><sub>Uma crença básica de Rogers é que o organismo humano sabe o que é melhor para ele e para isso conta com sentidos aprimorados ao longo da evolução da espécie. Tato, olfato e paladar reconhecem como prazeroso (sabor e cheiro agradáveis, por exemplo) o que é saudável. Igualmente, nossos instintos estão prontos a valorizar a "consideração positiva", conceito rogeriano que engloba atitudes como cuidado, carinho, atenção etc.&nbsp;</sub></blockquote><div><br></div><blockquote><sub>Até aqui, tudo bem - as pessoas sabem o que é bom para elas e podem encontrar aquilo de que necessitam na natureza e na família. O problema, segundo Rogers, é que a sociedade e a cultura desenvolvem mecanismos que contrariam essas relações potencialmente harmoniosas. Entre os mais nocivos está a "valorização condicional", o hábito que a família, a escola e outras instituições sociais têm de apenas atender às necessidades do indivíduo se ele se provar merecedor. Decorrem disso a "consideração positiva condicional" - cujo exemplo típico é o carinho dos pais dado como recompensa por bom comportamento - e a "autoconsideração positiva condicional" - originada pela tendência que as pessoas têm a absorver os valores culturais e utilizá-los como parâmetro para a valorização de si mesmas.</sub></blockquote><div><br></div><blockquote><strong><sub>Funcionalidade plena</sub></strong></blockquote><div><br></div><blockquote><sub>Do conflito entre o indivíduo ("sou") e o que se exige dele ("devo ser") nasce o que Rogers chama de incongruência, que gera sofrimento. Esse é o processo que, para ele, define neurose. Ao se ver pressionada a corresponder às expectativas sociais, a pessoa se vê numa situação de ameaça, o que a leva a desenvolver defesas psicológicas.</sub></blockquote><div><br></div><blockquote><sub>Diante disso, o objetivo do terapeuta e do professor é permitir que seus clientes e alunos se tornem pessoas "plenamente funcionais", ou seja, saudáveis. As principais marcas desse estado de funcionalidade são a abertura a novas experiências, capacidade de viver o aqui e o agora, confiança nos próprios desejos e intuições, liberdade e responsabilidade de agir e disponibilidade para criar.</sub></blockquote><div><br></div><blockquote><sub>Já que se tornar uma pessoa saudável é, basicamente, uma questão de ouvir a si mesma e satisfazer os próprios desejos (ou interesses), as melhores qualidades de um terapeuta ou de um professor são saber facilitar esses processos e interferir o menos possível. É esse o significado do termo "não-diretivo", a marca registrada do rogerianismo. Para que o terapeuta ou o professor seja capaz de exercer tal papel, três qualidades são requeridas: congruência - ser autêntico com o cliente/aluno; empatia - compreender seus sentimentos; e respeito - "consideração positiva incondicional", no jargão rogeriano. "O difícil na teoria rogeriana é mudar a postura diante do outro e não se surpreender com o que é humano", diz Ana Gracinda. Em grande parte, para Rogers, a chave do ensino produtivo é uma questão de ética.</sub></blockquote><div><br></div><blockquote><strong><sub>O mais importante é a relação aluno-professor</sub></strong></blockquote><div><br></div><blockquote><sub>No campo da educação, Carl Rogers pouco se preocupou em definir práticas. Chegou a afirmar que "os resultados do ensino ou não têm importância ou são perniciosos". Acreditava ser impossível comunicar diretamente a outra pessoa o conhecimento que realmente importa e que ele definiu como "a verdade que foi captada e assimilada pela experiência pessoal". Além disso, Rogers estava convencido de que as pessoas só aprendem aquilo de que necessitam ou o que querem aprender. Sua atenção recaiu sobre a relação aluno-professor, que deve ser impregnada de confiança e destituída de noções de hierarquia. Instituições como avaliação, recompensa e punição estão completamente excluídas, exceto na forma de auto-avaliação. Embora anticonvencional, a pedagogia rogeriana não significa abandonar os alunos a si mesmos, mas dar apoio para que caminhem sozinhos.</sub></blockquote><div><br></div><blockquote><strong><sub>Biografia</sub></strong></blockquote><div><br></div><blockquote><sub>Carl Ransom Rogers nasceu em Oak Park, perto de Chicago, em 1902. Teve uma infância isolada e uma educação fortemente marcada pela religião. Tornou-se pastor e encaminhou os estudos para a teologia, quando começou a se interessar por psicologia. Na nova carreira, o primeiro foco de trabalho foram crianças submetidas a abusos e maus-tratos. Por essa época começou, por observação, a desenvolver suas teorias sobre personalidade e prática terapêutica. Aos 40 anos publicou o primeiro livro. Seguiram-se mais de 100 publicações destinadas a divulgar suas idéias, que ganharam seguidores em todo o mundo. Rogers quis provocar uma ruptura na psicologia, dando a condução do tratamento ao cliente, e não temeu acusar de autoritários a maioria dos métodos hegemônicos na área. O pilar da terapia rogeriana são os "grupos de encontro", em que vários clientes interagem. Rogers foi um dos primeiros a gravar e filmar as sessões de terapia. Morreu de um ataque cardíaco em 1987, em San Diego, Califórnia.</sub></blockquote><div>DISPONÍVEL EM: https://novaescola.org.br/conteudo/1453/carl-rogers-um-psicologo-a-servico-do-estudante<br><br><mark>Para Carl Rogers, sua teoria defende que o ser humano é dotado de uma natureza essencialmente positiva, e que nos movemos constantemente em busca da auto-realização. Rogers era um fenomenologista, por isso entendia que cada indivíduo percebia o mundo de maneira única. E com isso desenvolve o foco centrado na pessoa.</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 11:09:20 UTC</pubDate>
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         <title>Carl Rogers e a Tendência Pedagógica Centrada na Pessoa</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Mariellen Marim de Souza - Polo Cariacica<br></strong><br>Carl Ransom Rogers (1902-1987) foi um psicólogo estadunidense criador da abordagem psicológica centrada na pessoa, que no campo educacional deu origem à Tendência Pedagógica Centrada na Pessoa. Nessa tendência, o processo educativo deve auxiliar no desenvolvimento da personalidade do estudante e das características que já lhe são próprias. Trata-se de uma tendência pedagógica não-diretiva, ou seja, não é o professor ou a escola que direcionam os assuntos a serem estudados, mas sim os própios alunos. O papel do professor é ser um facilitador do processo de aprendizagem, valorizando os interesses do estudante e estabelecendo uma relação de empatia e respeito, entendendo as singularidades de cada um.&nbsp;<br><br></div><div>Segundo Rogers, um bom ambiente de aprendizagem resulta de uma boa interação humana, da afetividade entre professor e aluno. A chamada tríade rogeriana diz que o professor deve ter empatia, aceitar incondicionalmente o aluno e ser autêntico, e assim se criam condições favoráveis para a aprendizagem.&nbsp;<br><br></div><div>Analisando a minha prática em sala de aula, percebo a importância de criar laços afetivos com os alunos. E que sim, isso ajuda no processo de aprendizagem deles. Quanto mais eu olho com afeto para o meu aluno, mas ele se sente acolhido e confiante para se abrir ao processo de aprender.&nbsp; Com relação ao não-diretivismo, existe uma grande dificuldade em tornar realidade em sala de aula devido às exigências do sistema educacional ao qual estamos submetidos e ao atendimento de um currículo já determinado.&nbsp;<br><br><br>REFERÊNCIAS<br><br></div><div>ZANETTI NETO, G. Tendências Pedagógicas. Apostila digital. Vitória: Ifes, 2021.<br><br></div><div>LIMA, Leticia Dayane de; PEIXOTO, Sandra Patrícia Lamenha; BARBOSA, Zildete Carlos Lyra.&nbsp; Teoria humanista: Carl Rogers e a Educação. In: Caderno De Graduação - Ciências Humanas E Sociais. Alagoas, v. 4, n. 3, p. 161-172, 2008.<br><br></div><div>FERREIRA, Maria Clemência Pinheiro de Lima; MORAES, Janayna Priscila Resplandes Pessoa. A afetividade e sua relação com a aprendizagem. In:<a href="http://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/1450">http://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/1450</a>. 2018<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 12:30:44 UTC</pubDate>
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         <title>Vygotsky em nossas práticas educativas e cotidiano da escola</title>
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         <description><![CDATA[<div>Adriano Marcio Sgrancio</div><div>Polo Serra&nbsp;<br><br>Linguagem&nbsp;</div><div>A linguagem é um dos principais recursos presente na prática da comunicação professor-aluno. Ela é muito importante e deve permitir que o aluno tenha uma postura ativa de desenvolvimento na construção do conhecimento. E o professor deve buscar a adequação da linguagem e recursos a cada aluno ou grupo de alunos, considerando o social na aprendizagem, pois são os elos do sujeito com o meio.</div><div>&nbsp;</div><div>Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP)</div><div>A aprendizagem de cada aluno deve considerar que cada aluno tem a sua ZDP. O professor deve sempre buscar conhecer, em cada aluno, a distância de desenvolvimento do real e aquilo que ele tem de potencial para aprender. Somente expor os estudantes aos conteúdos não é suficiente para promover a aprendizagem, sendo necessário operar em uma zona potencial de aprendizagem para efetivamente promover uma aprendizagem significativa. Deve-se ter uma aprendizagem que resulte em modificações nos conceitos internos dos estudantes.</div><div>&nbsp;</div><div>Mediação</div><div>O aprendizado deve ser sempre mediado pelo professor. Ele vai auxiliar o aluno nas descobertas. E a função do professor é mediar o conhecimento, planejando e executando as intervenções. As teorias da aprendizagem são baseadas na mediação, valorizam a dimensão interna: cognitiva e afetiva dos estudantes. No dia a dia, a participação do aluno na aprendizagem deve ser ativa, e não somente um indivíduo que recebe o conhecimento sem interação social.</div><div>&nbsp;</div><div>Interações Sociais&nbsp;</div><div>Em nossas práticas, o professor deve refletir que o conhecimento é construído quando o sujeito interage e está em contato como o meio social. Com isto, deve promover as interações sociais. E considerar que o homem pode modificar o meio e ser modificado por ele. A aprendizagem não é restrita aos momentos na escola. No cotidiano, a aprendizagem é mediada socialmente. Ela envolve interações da escola-professor-aluno-pedagogo-pais-amigos-tecnologia-recursos, etc. E estas interações promovem modificações nas abordagens de ensino e aprendizagem nas escolas.</div><div>&nbsp;</div><div>ZANETTI NETO, G. <strong>Tendências Pedagógicas.</strong> Apostila digital. Vitória: Ifes, 2021.<br> Livro: Teorias de Aprendizagem - Centro de Referência em Formação e em Educação a Distância (Cefor).</div><div>&nbsp;</div><div>FACIN, E. (2017). <strong>Reflexões Sobre os Modelos Epistemológicos e Pedagógicos de um Grupo de Educadores</strong>. Criar Educação. 6. 10.18616/ce.v6i1.1648.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 13:26:01 UTC</pubDate>
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         <title>A teoria Humanista de Rogers e sua contribuição para a Educação</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Aluna: Ana Paula Verli Marquesini</strong></div><div><strong>Curso de Pós Graduação Lato Sensu em Práticas Pedagógicas - Polo Colatina &nbsp;<br></strong><br></div><div>Diante da leitura dos materiais disponibilizados, podemos perceber a miscelânea de teorias e tendências pedagógicas presentes em nossas práticas educativas, que se desenrolam desde a Educação Infantil até os cursos de pós-graduação. Venho, porém, enfatizar neste momento, Rogers e sua perspectiva humanista para a Educação.<br><br></div><div>Este teórico traz para cenário atual da educação, visto que seu trabalho passou influenciar o cenário brasileiro a partir da década de 70, a concepção de uma Abordagem Centrada na Pessoa (ACP), partindo do pressuposto de que cada educando possui um jeito individual e peculiar de aprender, como também que este individuo aprende de fato o que tem relevância para si.<br><br></div><div>Esta abordagem rompe com o paradigma da transmissão de conhecimento trazida pelos métodos tradicionais onde prevaleciam a transmissão enciclopédica de conteúdos, a memorização, as punições, propondo uma nova organização do trabalho pedagógico e novas estratégias de avaliação.<br><br></div><div>Nesse contexto, o professor deixa de ser o detentor do conhecimento e passa a ser um facilitador. Seu papel é fazer com que o aluno se descubra, o que requer atitudes de aceitação, respeito e empatia; e a partir disso, busque novos conhecimentos, que aliando-se aos anteriores serão atualizados, dando espaço para novas aprendizagens.<br><br></div><div>Temos então a ideia de um currículo aberto, com conteúdos contextualizados e significantes para o educando, com atividades que prezam pela colaboração e participação ativa dos estudantes.<br><br>REFERÊNCIAS<br>LIMA, Létícia Dayane de; BAROBOSA, Zildete Carlos Lima; PEIXOTO, Sandra Patrícia Lamenha. Teoria Humanista: Carl Rogers e a Educação. Cadernos de Graduação - Ciências Humanas e Sociais, v.4, nº 3. Maceió, AL, 2018</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 14:06:28 UTC</pubDate>
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         <title>As contribuições de Carl Rogers nas nossas práticas de ensino</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Polo Colatina - Daniela de Paula<br><br>No campo das teorias humanistas, o teórico Carl Rogers defende que o desenvolvimento do indivíduo dialoga com a sua dimensão psicológica, levando em conta os aspectos afetivos e cognitivos dos sujeitos. Esta teoria tem como idéia principal o aluno no centro do processo de ensino, compreendido de forma holística e unindo sentimento e intelecto (LIMA; PEIXOTO; BARBOSA, 2008). Apresenta como foco principal o desenvolvimento do sujeito e a sua realização pessoal.<br><br></div><div>Considero que as colaborações da abordagem humanista de Carl Rogers estejam presentes principalmente na relação professor x aluno. Para Rogers, o professor age como um facilitador deste processo, orientando os alunos na realização dos objetivos traçados por eles e na busca do conhecimento (COTONHOTO, 2021). Além disso, tanto a escola como o professor, na visão humanista tem o propósito de criar o ambiente favorável ao ensino, acolher o aluno, compreendendo o seu mundo, respeitando-o e aceitando suas características, especificidades, deficiências, qualidades e habilidades, de forma empática. Cabe ao professor instigar o aluno e fazer com que ele se sinta interessado a aprender.&nbsp;<br><br></div><div>Já o aluno assume uma posição de destaque: ele é o centro do processo de ensino, se sente compreendido, aceito e desta forma, livre e confiante para aprender, direcionando seu aprendizado. O estudante assume uma postura ativa: discute, analisa e faz suas escolhas, responsabilizando-se por elas (CARL ROGERS E A EDUCAÇÃO).<br><br></div><div>Acredito que os conceitos, princípios e abordagens da teoria defendida por Carl Rogers estão presentes no dia a dia das práticas escolares quando nós, professores, planejamos uma atividade ou aula não encerrada em si, mas sujeita à interferências e construções conjuntas que vai tomando rumos a partir dos interesses e expectativas dos alunos guiados por seus educadores, gerando maior comprometimento e interação dos mesmos com os conteúdos a serem descobertos. Outro exemplo é quando nos apoiamos em diversos e variados métodos de ensino que se adequam às características, singularidades e formas ou estilos de aprendizagem específicos de cada um, respeitando as diferenças e preferências dos alunos. E, principalmente, quando incorporamos métodos estimuladores como debates, discussões, rodas de conversa, visitas em campo, etc.&nbsp;<br><br></div><div>A crítica que muitos docentes fazem da proposta humanista, apesar de já bastante difundida, provavelmente, se baseia na familiaridade com modelos tradicionais de ensino que valorizam demasiadamente os conteúdos, suas formas e representações. A ênfase nas questões psicológicas dos alunos, o excesso de liberdade, as formas de avaliação fundamentadas em um processo humanizado de conscientização, respeito e confiança que desconsidera provas e notas, faz com que muitos veem as práticas humanistas com ressalvas. Lima, Peixoto e Barbosa (2008) destacam que uma série de escolas baseadas na proposta não diretiva foram criticadas, por não haver uma compreensão adequada dos princípios rogerianos, resultando em opiniões do tipo: “os alunos fazem o que querem”.<br><br></div><div>Enfim, considero como uma das grandes contribuições da proposta de Carl Rogers, a visão humanizada sobre o processo educacional: o olhar sensível sobre o estudante, de forma que ele se sinta acolhido, compreendido e estimulado diante de contextos e realidades familiares, econômico-sociais e culturais tão distintas. &nbsp;<br><br></div><div>COTONHOTO, L. <strong>Teorias de Aprendizagem</strong> - Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021. Disponível em: <a href="https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961">https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961</a>. Acesso em: 17 de março 2021.</div><div>&nbsp;</div><div>LIMA, L. D. de; PEIXOTO, S. P. L.; BARBOSA, Z. C. L.&nbsp; <strong>Teoria humanista: Carl Rogers e a Educação</strong>. In: Caderno De Graduação - Ciências Humanas E Sociais. Alagoas, v. 4, n. 3, p. 161-172, 2008.</div><div>&nbsp;&nbsp;</div><div>CARL ROGERS E A EDUCAÇÃO: Teoria Humanista. Ifes. <strong>Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). </strong>09min50s Disponível em:&nbsp; <a href="https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/page/view.php?id=697224">https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/page/view.php?id=697224</a>. Acesso em: 22 mar. 2021.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 14:10:46 UTC</pubDate>
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         <title>Carl Rogers e sua contribuição para educação</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Alana Felipe Scheidegger de Aguiar<br>Polo Linhares<br><br>Carl Rogers, foi um psicólogo estadunidense que realizou grandes contribuições para educação sendo a principal delas, o desenvolvimento da abordagem centrada na pessoa. Rogers ao longo de sua vida experienciou diversas situações na área clínica e educacional que fizeram com este pesquisador tivesse uma opinião extremamente crítica em relação ao cenário escolar. Nesse sentido, Goulart (2003) destaca algumas frases que deixam explícito a ideia de Rogers sobre o sistema educacional durante o período em que viveu, mas que vale também para os dias atuais. Entre essas frases destacamos: “Sistema de ensino público ossificado que não supre as necessidades sociais”; “A inovação é sufocada e os inovadores são deprimidos”; “É provável que nossas escolas sejam mais prejudiciais do que benéficas ao desenvolvimento da personalidade”; “É provável que exerça uma influência negativa sobre o pensamento criador”; “[..] instituições destinadas a confinar e vigiar o jovem, a fim de mantê-lo afastado do mundo adulto”, entre outras. Como podemos observar, ele não estava nada satisfeito com o sistema educacional da época, que privava o aluno e o professor de suas liberdades.</div><div>Foi nesse contexto de insatisfação que desenvolveu sua abordagem centrada na pessoa. Para Carl, cada pessoa tem suas características e individualidades que os fazem únicos e, portanto, para que essas pessoas possam aprender, é necessário que essa aprendizagem seja significativa, marcante, experiencial. Para tal, o professor deve ser um educador-facilitador, colocando os interesses dos estudantes como prioridade, trabalhando com empatia, autenticidade, aceitação e confiança. Ou seja, o foco da abordagem centrada na pessoa de Carl Rogers, não é o que ensinar e sim como facilitar e criar o melhor ambiente para que a aprendizagem aconteça. E para Carl, essa facilitação só acontece quando os alunos participam desse processo de aprendizagem, escolhendo o que querem aprender, discutir, compartilhar, etc.</div><div>Nesse sentido, a perspectiva educacional Rogeriana coloca o autodesenvolvimento e a realização pessoal no foco do processo de ensino e aprendizagem. Por se tratar de uma abordagem educacional, Carl Rogers não criou nenhuma metodologia que possa ser aplicada para que a aprendizagem significativa aconteça. Porém, a escola ou professor que&nbsp; se encontram fundamentadas em suas ideias, podem buscar metodologias de ensino, materiais e recursos didáticos, sistema de avaliação que visam promover a facilitação da aprendizagem e o desenvolvimento do estudante.</div><div>Por fim, podemos observar que embora as críticas de Roger em relação ao sistema educacional tenham sido fundamentadas e construídas em sua época, suas ideias ainda são relevantes para a atualidade. Todas as suas críticas ao sistema público educacional são pertinentes para nossa realidade uma vez que esse sistema é pautado, em grande maioria, em currículos fixos, com aulas expositivas, testes padronizados de avaliação, etc. Os pensamentos de Rogers nos fazem refletir sobre esse sistema e sobre nossas práticas pedagógicas dentro da sala de aula. Será que realmente está funcionando? Os alunos estão realmente aprendendo ou apenas absorvendo o conteúdo?&nbsp; Além disso, precisamos também ter o cuidado na interpretação de suas ideias. Uma vez mal interpretadas, podem justificar modificações infundadas no sistema educacional, como podemos citar a reforma de ensino proposta no Brasil. Essa nova proposta trouxe à discussão a presença ou não de disciplinas importantes e necessárias para educação e para o desenvolvimento do aluno como pessoa crítica. Acredito que a abordagem centrada na pessoa deva ser realizada com bastante cuidado, avaliando e refletindo sobre o contexto histórico-social da população e do sistema educacional em questão.<br><br>Literatura consultada:<br><br>GOULART, I.B. <strong>Psicologia da Educação:</strong> fundamentos teóricos e práticas pedagógicas. 10ª edição. Petrópolis, Ed. Vozes, 2003.<br><br>LIMA, L. D.; PEIXOTO, S. P. L.; BARBOSA, Z. C. L.&nbsp; Teoria humanista: Carl Rogers e a Educação<strong>.</strong> <strong>Ciências Humanas e Sociais</strong>, Alagoas, v. 4, n. 3, p. 161-172, 2008.<br><br> ZANETTI NETO, G. <strong>Tendências Pedagógicas.</strong> Apostila digital. Vitória: Ifes, 2021.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 14:16:15 UTC</pubDate>
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         <title>Carl Rogers: prática clínica na Educação</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Maria Helizabeth Ferreira de Castro<br>Polo Santa Teresa<br><br>Carls Rogers (1902-1987), foi um psicólogo norte-americano, com grande atuação na psicanálise clínica.<br><br></div><div>Sua experiência clínica influenciou foi a base das suas ideias para o campo educacional, onde é possível perceber a forte influência dos aspectos da terapia, como a valorização da abordagem centrada na pessoa (ACP), na postura do professor em relação ao aluno similar à postura de um terapeuta.<br><br></div><div>Nesse sentido, o professor exerce o papel de facilitador da aprendizagem, criando as condições necessárias para que o aluno possa se desenvolver de forma autônoma. Para isso o professor precisa ter uma postura sensível e empática, a fim de desenvolver uma relação de confiança com o aprendente, onde este possa expressar seus interesses e desejos e elaborar sua própria <em>percepção do eu</em>.<br><br></div><div>As práticas de ensino adotadas pelo professor devem ser estimulantes e não-diretivas e os conteúdos devem ser propostos a partir das experiências de vida e desejos do alunado. Para tanto o currículo deve ser dinâmico a fim de comportar a espontaneidade das metodologias adotadas e a flexibilidade dos conteúdos orientados pelos interesses dos alunos<br><br></div><div>Uma das metodologias adotadas é a “comunidade de aprendizagem”, onde de forma coletiva o grupo formado a partir de interesses comuns, realiza a autogestão de sua aprendizagem, a partir de discussões, encontros e assembleias.<br><br></div><div>Dessa maneira, a avaliação não deve ter caráter burocrático e de poder, a aferição da aprendizagem deve partir do próprio aluno, com autocrítica e responsabilidade.<br><br></div><div>Apesar das contribuições significativas da psicologia da aprendizagem de Rogers para a educação, há críticas severas à sua abordagem, principalmente relacionadas à ideia da aprendizagem como um processo individual e o foco nas questões psicológicas do aluno, que na visão de alguns autores, como Georges Snyders, relegou o contexto social da escola e a formação político-social dos alunos.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Referência Bibliográfica<br><br></div><div>ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. <strong>Filosofia da Educação. </strong>3 ed. São Paulo: Moderna, 2006.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 14:40:57 UTC</pubDate>
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         <title>Um pouco sobre a contribuição de Jean Piaget para a educação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1361437299</link>
         <description><![CDATA[<div>Jéssica Ferreira de Assis<br>Polo Linhares<br><br>&nbsp; &nbsp; Piaget deixou muitas contribuições para a educação uma delas está relacionada à educação infantil, a Teoria da Aprendizagem em que cada indivíduo possui um processo de assimilação, acomodação e equilibração.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Segundo Piaget (WADSWORTH, 1996), a teoria da equilibração, de uma maneira geral, trata de um ponto de equilíbrio entre a assimilação e a acomodação, e assim, é considerada como um mecanismo auto-regulador, necessária para assegurar à criança uma interação eficiente dela com o meio-ambiente.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp;A equilibração é um processo de equilibrar a assimilação e a acomodação e criar um esquema para que a criança se ajuste ao ambiente, é o fator preponderante na evolução, no desenvolvimento mental, na aprendizagem da criança.</div><div>A acomodação é a criação de novos esquemas ou a modificação de velhos esquemas, o organismo se transforma para poder lidar com o ambiente. Já a assimilação refere-se ao processo em que não o organismo, mas o objeto que é transformado e se torna parte do organismo. (PIAGET, 1975).</div><div>&nbsp; Então os mecanismos de interação e adaptação do indivíduo ao meio são eles a assimilação e a acomodação. A acomodação é uma atividade na qual os esquemas de ação e do pensamento modificam-se em contato com o objeto um exemplo seria a criança em contato com a boneca pela primeira vez ela pode associá-la com uma pessoa, mas depois que começar a brincar com ela perceberá que não é, pois a boneca possui cabelos diferentes e corpo com texturas diferentes de uma pessoa de verdade assim entenderá que se trata de um objeto novo que ela ainda não conhecia.&nbsp;</div><div>&nbsp; Já a assimilação pode ser considerada um processo cognitivo no qual o indivíduo integra um novo dado as suas estruturas cognitivas previas, um exemplo seria quando a criança passa por novas experiências onde ela pode ver ouvir coisas novas dessa forma ela tenta adaptar esses novos estímulos, um exemplo fácil de compreensão&nbsp; seria quando a criança vê uma boneca pela primeira vez ela pode associar essa boneca a uma pessoa, pois ela compreende algo novo com base no conhecimento prévio que ela já possui.</div><div>&nbsp; &nbsp;Portanto se o professor quer que a criança se desenvolva e gerando aprendizagem ele precisa criar estímulos, situações e fazer com que ela reflita, pense e com que ela se desenvolva onde é muito uma questão de adaptação a novos ambientes onde novos hábitos são gerados reflexos e esquemas que desenvolvem na criança e permite que ela entenda padrões e consiga se comportar e faça com que o que parecia um grande desafio antes não seja mais. Um exemplo de atividade que o professor pode aplicar em sala de aula, seria fazer o plantio de plantas e observar seu desenvolvimento ensinando como cuidar das plantas e do meio ambiente assim dessa forma desenvolvendo o senso ecológico na criança entre muitas outras atividades.<br><br></div><div><strong>REFERÊNCIAS&nbsp;</strong></div><div>PIAGET, J. A. <strong>Formação do símbolo na criança</strong>: imitação, jogo e sonho, imagem e representação. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1975.&nbsp; &nbsp;<br><br></div><div>WADSWORTH, Barry. <strong>Inteligência e Afetividade da Criança</strong>. 4. Ed. São Paulo : Enio Matheus Guazzelli, 1996. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 14:51:40 UTC</pubDate>
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         <title>Carl Rogers e o reflexo de seus pensamentos na atualidade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1361469530</link>
         <description><![CDATA[<div>Gabriel Mauri – Polo Colatina<br><br></div><div>De acordo com as premissas de Rogers podemos tirar alguns pensamentos para a realidade da educação hoje. Se, nós professores basearmos os planos de aula, de modo a pensar nas particularidades individuais de cada aluno, levaríamos muito mais tempo para planejar e seria praticamente impossível repetir um planejamento em outra turma, levando em conta que haverá alunos e percepções diferentes. Deve se pensar então, até que ponto essa visão particular em cada estudante é viável, uma vez que não há muitos professores interessados nessa visão, por vezes um mesmo professor dá aula de outras disciplinas, em outras escolas, em outros turnos, para tentar alcançar um salário melhor. &nbsp;<br><br></div><div>Seria realmente interessante, se fosse possível, uma educação centrada em cada aluno, mas não vejo essa realidade na educação pública brasileira.&nbsp;<br><br></div><div>Seria papel das autoridades educacionais almejar um modelo educacional eficaz, selecionando professores e alunos que desejem sobretudo a aprendizagem mútua, não tendo o professor como único portador do conhecimento e tendo as relações pessoais do aluno sendo levadas em conta.&nbsp;<br><br></div><div>Por fim, Rogers descreve em suas teorias que cada pessoas vive em seu próprio mundo, e só aprende aquilo que lhe convém; isso faz muito sentido para o professor quando ele percebe que sua estratégia de ensino não está funcionando com todos da turma, daí ele precisa assumir as implicações que Rogers explicita, ou seja, avaliar e levar em conta a vida pessoal daquele estudante, e só assim, será possível para aquele aluno, aprender de verdade. <br><br>Literatura consultada:<br><br>LIMA, L. D.; PEIXOTO, S. P. L.; BARBOSA, Z. C. L.&nbsp; Teoria humanista: Carl Rogers e a Educação<strong>.</strong> <strong>Ciências Humanas e Sociais</strong>, Alagoas, v. 4, n. 3, p. 161-172, 2008.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 15:11:46 UTC</pubDate>
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         <title>Vygotsky e o Sociointeracionismo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1361479725</link>
         <description><![CDATA[<div>Bianca Aparecida Borges - Polo Colatina<br><br>Lev Vygotsky fez parte dos intelectuais que perceberam a importância de se produzir ciência alinhada aos desafios, na década de 20, sendo conhecido então como o criador da Psicologia Cultural Histórica.<br><br></div><div>Vygotsky compreendia que o desenvolvimento do pensamento do aluno tinha bases biológicas, mas que era influenciado pela relação com o meio, através das interações lógicas estabelecidas entre o sujeito e o meio social.<br><br></div><div>Para Vygotsky o indivíduo se constitui na interação com o meio que está inserido, não só internalizando as formas culturais que recebe, mas também intervindo nelas e as transformando em seu processo de desenvolvimento.<br><br></div><div>Assim sendo, o sociointeracionismo tem como base as relações sociais dentro de um contexto histórico, levando em consideração que o aprendizado se dá de forma ativa, de maneira que o conhecimento é construído tendo como protagonista o próprio indivíduo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 15:18:14 UTC</pubDate>
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         <title>Vigotski e suas contribuições no processo de ensino e aprendizagem</title>
         <author>yvinabaldo</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1361495409</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;[Cefor - Yvina Pavan Baldo]<br><br></div><div>Para Vigotski o conceito de aprendizagem traduz-se em um processo interno, ativo e interpessoal. Além disso, ele também afirma que o meio social é fundamental para o desenvolvimento do sujeito. Esse desenvolvimento ocorre por meio das trocas, entre o sujeito e o meio, numa influência recíproca.&nbsp;<br><br>Assim, é possível dizer que o sujeito&nbsp; “transforma e é transformado nas relações que acontecem”. Sua concepção de social vai além da interação entre pessoas, constitui-se em intermediar a aquisição do conhecimento, que acontece dentro de um contexto e por meio de conhecimentos existentes na sociedade (NEVES &amp; DAMIANI, 2006).&nbsp;</div><div>Nessa perspectiva, a escola é o lugar propício para que o processo de ensino e aprendizagem aconteça de forma intencional e sistematizada. E as contribuições de Vigotski podem ser notadas no processo de mediação feito pelo professor na relação do aluno com o conhecimento. Podemos perceber o papel do professor que acontece na ótica da Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP), onde ele influencia o desenvolvimento do aluno, a partir de sua experiência e conhecimentos acumulados, provocando nos alunos progressos na sua aprendizagem.<br>Para aprofundar mais nessa temática, sugiro um vídeo e uma edição da revista Fórum Linguístico (https://periodicos.ufsc.br/index.php/forum/issue/view/2444)</div><div><strong>Referências: </strong><br>Materiais disponíveis na disciplina de Processos de Ensino e Aprendizagem.<br>NEVES, R. A.;DAMIANI, M. F. Vygotsky e as teorias da aprendizagem. In: UNIrevista - Vol. 1, n° 2 : (abril 2006).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 15:27:55 UTC</pubDate>
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         <title>As contribuições de  Vygotski  para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1361502291</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Gabriel Nunes Mota - Cefor<br><br>Lev Vygotsky foi um estudioso Bielorusso que viveu entre os anos 1896 até 1934, apesar do pouco tempo vivido, suas contribuições foram importantes para área da educação e segue contribuindo nos dias atuais.</div><div><br></div><div>Vygotsky aponta o contexto social e desenvolvimento cognitivo como interligados. Para ele, o homem é um ser biológico que vai humanizando e tornando- se cada vez mais homem e ser humano de acordo com suas conquistas sociais.</div><div><br></div><div>Desenvolvedor da teoria sociointeracionista, que defende que a aprendizagem é uma atividade que acontece através das relações colaborativas, ou seja, a aprendizagem é construída socialmente. Sendo assim, o papel fundamental do professor como uma figura essencial do saber, em virtude de, o professor ser o elo entre o aluno e o conhecimento já existente no ambiente. O professor desenvolve todo esse processo de construção do conhecimento juntamente com os alunos através da mediação de signos e símbolos sociais, os signos dizem respeito aos objetos e os símbolos sociais são os nomes que são atribuídos aos objetos e suas funções, o conhecimento portanto, é conhecimento social. Avançando na sua teoria, Vygotsky desenvolveu o conceito de zona de desenvolvimento proximal (ZDP), conceito no qual relaciona a distância entre o desenvolvimento real e o desenvolvimento potencial. Conhecimento real é o conhecimento que a criança já tem, assim desenvolve atitudes e ações, andar de bicicleta por exemplo, depois que a criança aprende a andar de bicicleta ela consegue executar essa ação sozinho, sem necessidade de um mediador. O conhecimento potencial é todo o conhecimento que a criança é capaz de desenvolver e de aprender, porém, ela só se desenvolve com auxílio de um mediador. Todo conhecimento potencial pode se tornar real, mas dependerá muito das intervenções e das interações. Para Vygotsky, o caminho entre o objeto e a criança e a criança e objeto perpassa por outra pessoa. O nível de desenvolvimento real caracteriza o desenvolvimento mental retrospectivamente, enquanto que&nbsp; a zona de desenvolvimento proximal caracteriza o desenvolvimento mental prospectivamente.<br><br>O ambiente de estudo deve ser estimulador e favorável. O professor deve ser afetuoso e paciente com seus alunos, além de buscar conhece-los, o meio em que vivem, as relações vividas pelo aluno nesse meio. Vygotsky se posiciona contra uma “pedagogia diretiva e autoritária”, para ele a intervenção no desenvolvimento da criança tem maior preocupação com o meio cultural e as relações entre os indivíduos. Vygotsky, em sua teoria sociointeracionista, é a favor da reelaboração e reconstrução do conhecimento.&nbsp;</div><div><br><br><strong>BIBLIOGRAFIA</strong><br><br>Materiais disponíveis na disciplina de Processos de Ensino e Aprendizagem.<br>NEVES, R. A.;DAMIANI, M. F. <strong>Vygotsky e as teorias da aprendizagem</strong>. In: UNIrevista - Vol. 1, n° 2 : (abril 2006).<br><br> ZANETTI NETO, G. <strong>Tendências Pedagógicas.</strong> Apostila digital. Vitória: Ifes, 2021.&nbsp;<br><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-03-28 15:32:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Contribuições de Vigotski no processo de ensino aprendizagem de neurotípicos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1361571152</link>
         <description><![CDATA[<div>Veridiana Basoni Silva- Polo Alegre<br><br>Para Vigotski para que o aprendizado ocorra, a criança necessita de interagir, trocar, partilhar socialmente, isso só é possível através da linguagem, grande ferramenta social de contato que a partir da interação com o outro permite que a criança se&nbsp; complemente.<br>Visualizo bem isso, quando vejo os desafios encontrados por uma criança autista perante a aprendizagem e a capacidade de interação com o mundo.<br>As neurotípiticas autistas possuem dificuldade em traduzir a linguagem e se expressar da mesma forma que uma criança típica pode fazer, as causas de porque isso ocorre ainda não foram elucidadas pela ciência, mas essa pode ser também a causa dos déficits que essa apresenta nas interações sociais.<br>Déficit esse que dificulta a aprendizagem atingindo outro conceito também criado por Vigosky a <strong><em>zona de desenvolvimento proximal.<br></em></strong>Para entendermos esse conceito precisamos entender outros dois:<strong><em> </em></strong>A <strong><em>capacidade de desenvolvimento real</em></strong> que é traduzida como o conhecimento que a criança consegue articular operando sozinho, sem nenhum tutor e a <strong><em>capacidade de desenvolvimento potencial</em></strong> que infere no desenvolvimento que essa mesma criança consegue atingir sob a orientação de uma outra pessoa, ou em cooperação com colegas mais capazes ou experientes. A <strong><em>zona de desenvolvimento proximal</em></strong>,&nbsp; nada mais é que a distância entre o nível de desenvolvimento real e o potencial.<br>Entendo que esses conceitos colaboram com a educação hoje quando estimula que professores, diretores e pedagogos criem um ambiente escolar prazeroso ao aluno.&nbsp;</div><div>Quando o aluno não consegue sentir e viver a escola como espaço de trocas, de alegria, de crescimento, de conquista, de estímulo, de descoberta, significa que eles estão vivendo uma afetação negativa, e nesse caso tudo converge para a diminuição da potência de pensar e agir o que reduz a capacidade de desenvolvimento proximal do aluno (Marques e Carvalho, 2017) .&nbsp;</div><div>Assim é portanto, nas relações sociais que essa potência pode ser aumentada ou diminuída. Nesse sentido, o que professores e alunos vivenciam na escola converte-se em fonte de afetos que levam à produção de novos sentidos. Na escola, professores e alunos são afetados de diversas maneiras, fato que impulsiona aumentando ou diminuindo a potência de pensar e agir de cada um, o que contribui tanto para o sucesso como para o fracasso das ações educativas (Espinosa, 2008).&nbsp;</div><div>A forma que Vigosky está presente em nossas práticas educativas na escola é quando nós professores utilizamos técnicas pedagógicas que propicie essa interação entre os colegas de turma como brincadeiras, trabalhos em grupo e mesmo algumas estratégias que permita essa interação com o professor atuando aqui como mediador ou o sujeito colaborativo, considerando a educação de neurotípicos autistas, esse último exemplo é crucial para que haja a aprendizagem do aluno. <br>Uma outra contribuição de Vigotski para a educação&nbsp; é que as avaliações aqui não são daquilo que a criança já aprendeu e sim daquilo que a criança está aprendendo.<br><br>Literatura consultada:<br><br>MARQUES, E. S. A.; CARVALHO, M. V. C. Prática educativa bem sucedida na escola: reflexões com base em L. S. Vigotski e <br>Baruch de Espinosa.<strong> Rev.&nbsp; Bras. de Educação</strong>, v. 22, n.71, 2017<br><br>ESPINOSA, B. <strong>Tratado da reforma do entendimento</strong>. São Paulo: Escala, 2007.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 16:14:43 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Vygotsky e o desenvolvimento dos nossos alunos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1361717054</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Serra – João Duque<br><br>A contribuição da obra do psicólogo russo Lev Vigotski se tornou atemporal e marcou o campo do estudo dos processos de ensino e aprendizagem em todo o mundo. Vigotski foi um dos precursores no estudo da relação existente entre o desenvolvimento intelectual das crianças e a interação delas com a universo ao seu redor. Tendo iniciado os seus estudos investigando a psicologia da arte, a sua obra se expande para o campo da linguagem, da aprendizagem e dos instrumentos psicológicos. Um grande exemplo da genialidade de Vigotski se torna evidente quando olhamos para a área de exatas, por exemplo. O ensino e a aprendizagem da matemática é um bom ponto de partida para se analisar a relação entre a obra de Vigotski e a formação dos nossos estudantes em tempos atuais. Linguagem inteiramente simbólica, desenvolvida pelos homens, a matemática é uma língua universal cujo conhecimento acumulado passa de geração para geração e se aperfeiçoa a cada dia. O ensino e a aprendizagem da matemática começam ainda nas fases iniciais de desenvolvimento cognitivo da criança, em casa, e é aperfeiçoado na escola, conectando as pessoas e as civilizações. Esse exemplo pode ser expandido e destaca a grandeza da obra de Vigotski que chama a atenção para o papel da cultura no processo de cognição do ser, chamando a atenção para o papel do educador nesse processo como mediador responsável por facilitar essa conexão. Outros pensadores, como por exemplo, Piaget, Rogers, Dewey, Paulo Freire, dentre vários, também deram grandes contribuições para o entendimento do processo de desenvolvimento dos seres, cada um em sua área de atuação e em diferentes momentos da nossa história.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>Tabela:&nbsp;</div><h1>Concepções de aprendizagem.</h1><div>Fonte: https://pontodidatica.com.br/aprendizagem-piaget-vygotsky-wallon/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 17:43:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aprendizagem: processo de aquisição do conhecimento sob a ótica de Jean Piaget.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1361873553</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Piúma - Karina Prucoli<br><br>Em uma perspectiva mais ampla, aprendizagem pode ser entendida como um processo de aquisição do conhecimento a partir de diferentes experiências e mediada por fatores endógenos (para dentro) e fatores exógenos (para fora). Esses fatores podem ser físicos, mentais, ambientais e sociais. Desta forma, e tendo como base nossos teóricos da educação, essas contribuições subsidiam uma reflexão crítica sobre a prática docente, temos, então, a pergunta: <strong>como se dá o processo de aquisição do conhecimento?&nbsp;<br></strong><br></div><div>O desenvolvimento cognitivo do sujeito está dividido em dois aspectos:<br><br></div><div><br><strong>• Aspecto psicológico/espontâneo: </strong>características orgânicas do<br>&nbsp;indivíduo, relacionado com suas habilidades como um ser vivo.<br><br></div><div>•<strong>Aspecto psicossocial: </strong>caracterizada pelas relações sociais que o<br>&nbsp;indivíduo estabelece ao longo de seu desenvolvimento (com a família, com os amigos, na escola etc.). O aspecto psicológico/espontâneo é valorizado, indicando que é preciso esperar o desenvolvimento da criança (aspecto espontâneo) para submetê-la a determinadas aprendizagens por transmissão (aspecto psicossocial).<br><br></div><div>Portanto, em síntese, as contribuições do teórico Jean Piaget para o<br>&nbsp;contexto educacional, são que o aprendizado deve respeitar os níveis de desenvolvimento das crianças na escola, e situações desafiadoras e relevantes devem ser proporcionadas para possibilitar a aprendizagem.<br><br></div><div><strong>Referencial bibliográfico:<br></strong><br></div><div>MOREIRA, M. A. Teorias da aprendizagem. 2. ed. ampl. Reimp. São Paulo: E.P.U. 2014.Teorias da personalidade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 19:15:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A TEORIA PIAGETIANA NA EDUCAÇÃO ATUAL</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1361885015</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Linhares - Élida de Souza<br><br>Muitas são as implicações pedagógicas que podem ser extraídas do construtivismo piagetiano. Piaget considera que o trabalho em equipe é muito importante para a promoção da aprendizagem.<br>Quando os estudantes trabalham em grupo, precisam trocar ideias, negociar pontos de vista e isso faz com que cada estudante perceba que existem várias formas diferentes de ver uma mesma situação, mesmo que nenhum estudante tenha&nbsp; a resposta correta para um determinado problema. O simples fato de entrar em contato com explicações diferentes das suas, favorecem a capacidade de explorar o mesmo problema por ângulos diferentes.<br>É essencial aguçar a curiosidade do estudante, desequilibrá-lo. Segundo Piaget, é importante que toda atividade tenha como ponto de partida algo que já seja conhecido pelo estudante, ou seja, algo que possa ser compreendido sem grandes dificuldades. Mas a atividade também deve ter algo desafiador, que ele desconheça e que precise investigar para poder resolver a atividade.<br>É necessário mesclar as duas coisas. Um ponto de partida familiar e um ponto de chegada desconhecido, instigante, desafiador.<br>Ao encadear elementos que são conhecidos e desconhecidos pelos estudantes, o professor estará fazendo uso da assimilação e da acomodação, onde um ponto de partida conhecido faz uso da assimilação, dando segurança ao estudante, enquanto que um ponto de chegada desconhecido, demandará, a acomodação, o que pode estimular a curiosidade.<br><br><strong>REFERÊNCIA:<br></strong>PIAGET, J. <strong>Aprendizagem e Conhecimento.</strong> In: PIAGET, J.; GRÉCO, P. Aprendizagem e Conhecimento. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1974. [Apprentissage et Connaissance, 1959]&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 19:22:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>As contribuições de Lev Vygostky para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1361916265</link>
         <description><![CDATA[<div>Bruno Abraão de Souza - Polo Cachoeiro Itapemirim <br><br>Em sua compreensão, Vygotsky, salienta que para que o homem tenha compreensão de como um ser, seria de forma a ter contato com a sociedade.<em>"Na ausência do outro, o homem não se constrói homem".</em> A formação se dá numa relação dialética entre o sujeito e a sociedade a seu redor - ou seja, o homem modifica o ambiente e o ambiente modifica o homem.</div><div><br></div><div>Os temas centrais dessa abordagem são o desenvolvimento da linguagem e do pensamento da criança e a influência do meio social.</div><div><br></div><div>A noção contida na visão de Vygotsky é o das ideias espontâneas e ideias não espontâneas. A criança, ao educar-se na escola, não abandona seus conceitos iniciais (espontâneos), mas percorre – com eles – um novo caminho: da análise intelectual, da comparação e do pensamento lógico em direção aos conceitos científicos (não espontâneos).&nbsp;</div><div><br>Entre as funções complexas se encontram a consciência e o discernimento. <em>"Uma criança nasce com as condições biológicas de falar, mas só desenvolverá a fala se aprender com os mais velhos da comunidade",</em> diz Teresa Rego.<br><br>Com isso leva a significar que que somos em fases iniciais do desenvolvimento, como tábuas rasas, com pouca experiência de mundo, com sentidos menos aguçados, conforme vamos adquirindo impressões, formamos massas mais complexas, tornando novas formas de ver e conhecer ao redor. &nbsp;</div><div><br>A importância do papel do professor, foi muito defendida e referenciada em obras de Vygotsky, por ser um desenvolvedor psíquico das crianças, pois defende que apresente formas e ferramentas às crianças formas de pensamento. <br><br>Cotonhoto, Larissy Alves. Teorias de Aprendizagem - Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021. Disponível em: https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961. <br><br>Ferrari, Márcio. Lev Vygotsky, o teórico do ensino como processo social. Disponível em: <a href="https://novaescola.org.br/conteudo/382/lev-vygotsky-o-teorico-do-ensino-como-processo-social">https://novaescola.org.br/conteudo/382/lev-vygotsky-o-teorico-do-ensino-como-processo-social</a> , acesso 25/03/2021</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 19:42:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O pensar de Lev Vygotsky sobre as relações sociais e o processo de ensino e aprendizagem</title>
         <author>romuloflegler10</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1361939407</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Serra - Rômulo Soares Marcos Flegler<br><br>Em seu trabalho, Vygotsky empenhou-se em tecer estudos acerca da consciência, em como o meio social é determinante nos processos psicológicos do indivíduo, de forma que as relações interpessoais por meio dialética influenciam o processo de aprendizagem. Para Vygotsky, o homem é um ser histórico concebido por meio das diversas relações sociais em sua vida.<br><br>Conhecido como sociointeracionismo, o modelo de Vygotsky então acreditava que o processo de aprendizagem e o desenvolvimento do pensamento da criança era influenciado pelo meio social, no qual a criança possui conceitos e aprendizados iniciais, mas também era nutrido de informações e conceitos advindos do meio social, de forma a estabelecer uma relação transformadora entre si.&nbsp;<br><br></div><div>Em sua contribuição para a educação, Vygotsky acreditava na mediação como ponto central do processo de aprendizagem, de tal maneira que para o autor o conhecimento não se daria de uma relação direta com o mundo, mas sim por meio de relações mediadas por outros sujeitos.&nbsp;<br><br></div><div>Para aprofundar-se no conceito da mediação, Vygotsky desenvolvei o conceito de Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP), na qual no qual ele estabelece a relação entre o <strong>nível de desenvolvimento real</strong>, que consiste no conhecimento já adquirido pela criança (atual estágio da criança) e que ela consegue operar sem necessidade de auxílios externos e o <strong>nível de desenvolvimento potencial</strong> (estágio que a criança pode alcançar), que consiste no desenvolvimento da criança através da sua relação com pessoas mais capazes e experientes, que atual como mediadores/orientadores no processo de solução de atividades.&nbsp;<br><br></div><div>Portanto, a ZDP consiste na distância entre o nível de desenvolvimento real e o nível de desenvolvimento potencial. Dessa forma, Vygotsky acredita que a ZDP é uma zona de extrema importância no processo do desenvolvimento da aprendizagem da criança, onde o professor deve atuar como mediador, de forma intervencionista, onde ao se potencializar as interações sociais da criança é potencializa-se o desenvolvimento da mesma. &nbsp;<br><br></div><div><strong>Referências Bibliográficas<br></strong><br></div><div>Cotonhoto, Larissy Alves. Teorias de Aprendizagem - Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021. Disponível em: https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961. Acesso em: 17 março 2021.<br><br></div><div>NEVES, Rita de Araujo. DAMIANI, Magda Floriana. Vygotsky e as teorias de aprendizagem. UNIrevista – Vol.1, nº2, abril, 2006.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 19:57:37 UTC</pubDate>
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         <title>Carl Rogers e seus princípios de aprendizagem</title>
         <author>blezercontato</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1362016918</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Ricardo Cézar Blezer<br>Campus Cefor</em></div><div><br>Entre as várias questões que perpassam os processos de ensino e aprendizagem, é importante destacar duas delas: a primeira é a busca por fazer com que o os alunos vejam sentido no que estudam; a segunda, que haja relação entre conteúdos de diferentes disciplinas (o que acaba facilitando, por sua vez, que o sentido do que se aprende seja mais facilmente percebido).<br>Sobre esses dois temas da educação, a proposição de uma tarefa que solicita "as contribuições de Piaget, Vigotsky e Rogers para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos" é, por si só, instigante, na medida em que estudar estes autores pressupõe compreender e aceitar que eles fazem sentido em uma formação em práticas pedagógicas - ao mesmo tempo em que, de várias maneiras, se interrelacionam.<br>Quando o foco sobre tais autores se dá em dois componentes curriculares distintos (Processos de Ensino e Aprendizagem / Tendências Pedagógicas) no mesmo período, certamente os alunos acabam por apreender melhor as ideias e conceitos apresentados, tornando a aprendizagem mais efetiva.<br>Entre os três autores, Carl Rogers é, sem dúvida, o menos conhecido nos cursos de licenciatura - diferentemente de Piaget e Vigotsky, sempre presentes nas bibliografias básicas e complementares. Essa ausência, de fato, é uma lacuna que retira dos licenciandos a possibilidade de encontrar, em um autor, elementos que são disseminados de maneira dispersa em vários componentes curriculares ao longo dos cursos.<br>O conceito de aprendizagem rogeriano é bastante interessante, e se baseia, conforme expõe Moreira (2018, p. 140-141), em uma série de "princípios de aprendizagem":<br><em>1. Seres humanos têm uma potencialidade natural para aprender;<br>2. A aprendizagem significante ocorre quando a matéria de ensino é percebida pelo aluno como relevante para seus próprios objetivos;<br>3. A aprendizagem que envolve mudanças na organização do eu - na percepção de si mesmo - é ameaçadora e tende a suscitar resistência;<br>4. As aprendizagens que ameaçam o eu são mais facilmente percebidas e assimiladas quando as ameaças externas se reduzem a um mínimo;<br>5. Quando é pequena a ameaça ao eu, pode-se perceber a experiência de maneira diferenciada e a aprendizagem pode prosseguir;<br>6. Grande parte da aprendizagem significante é adquirida por meio de atos;<br>7. A aprendizagem é facilitada quando o aluno participa responsavelmente do processo de aprendizagem;<br>8. A aprendizagem autoiniciada que envolve a pessoa do aprendiz como um todo - sentimentos e intelecto - é mais duradoura e abrangente;<br>9. A independência, a criatividade e a autoconfiança são todas facilitadas quando a autocrítica e a autoavaliação são básicas e a avaliação feita por outros é de importância secundária;<br>10. A aprendizagem socialmente mais útil, no mundo moderno, é a do próprio processo de aprender, uma contínua abertura à experiência e à incorporação, dentro de si mesmo, do processo de mudança.<br></em><br>Embora alguns dos princípios contenham conceitos muito mais caros e próximos à psicologia do que a educação, é inegável o quanto conhecê-los pode colaborar com a formação teórica e prática de professores nos mais variados níveis e modalidades.<br>Ademais, alguns dos pressupostos que permeiam a obra de Rogers se relacionam a conhecer o "estilo de aprendizagem" dos alunos (outra ideia muito mencionada nas licenciaturas, mas pouco trabalhada), para que o professor aja, de fato, como um facilitador. Sobre o tema (Estilos de Aprendizagem), há um material da ENAP (Escola Nacional de Administração Pública), cuja conteudista é Andrea Filatro, que dialoga com várias das questões discutidas, ampliando-as e tornando-as ainda mais significativas (<a href="https://repositorio.enap.gov.br/handle/1/2363">disponível neste endereço</a>).<br><br>MOREIRA, Marco Antonio. <strong>Teorias de aprendizagem.</strong> São Paulo: E.P.U., 2018.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 20:53:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lev Vygotsky e suas contribuições para a Educação</title>
         <author>dnascimento</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1362031370</link>
         <description><![CDATA[<div>Delza Nascimento<br>Campos Centro- Serrano<br><br>Lev Vygotsky nasceu na Rússia, no ano de 1896, filho de uma família&nbsp; judia com&nbsp; grandes posses, estudou nos primeiros anos com tutor, iniciou o curso de&nbsp; Medicina, mas logo trocou por Direito onde se formou, mas não parou por aí, estudou História e Filosofia, depois se dedicou no estudo da Psicologia, morreu com 37 anos e nos deixou grandes obras, destacando sua&nbsp; pesquisa onde queria compreender não somente a cognição mas sim como as funções psíquicas funcionam em um todo, para ele&nbsp; o homem se humaniza de acordo com suas interações com o meio, é importante&nbsp; que levemos em conta&nbsp; a história de cada criança e suas ferramentas culturais para que possamos conhecê-la e assim contribuir para que a troca de conhecimentos aconteça de forma significativa.&nbsp;</div><div>Vygotsky nos traz ainda seus conceitos:</div><div>&nbsp;Internalização: conhecimentos acumulados do homem que se transformam em cada criança de forma diferente.&nbsp;</div><div>&nbsp;Mediação: o professor é um dos mediadores no processo de ensino aprendizagem, proporcionando momentos de interações que façam com que o estudante tenha interesse no que é proposto, os elementos existentes no meio em que a criança vive também são mediadores que colaboram para que tudo aconteça, assim como as propostas planejadas pelo professor.</div><div>Zona de Desenvolvimento Proximal: para o desenvolvimento acontecer precisa -se&nbsp; compreender onde a criança parou e onde poderá chegar no conhecimento, dentro desse conceito ele apresenta dois níveis de desenvolvimentos,&nbsp; o Real onde&nbsp; a criança consegue alcançar sozinha seu aprendizado e o Potencial, que a criança precisa da ajuda de outra pessoa para poder alcançar o objetivo.</div><div>Respeitar a história da criança e sua cultura é proporcionar momentos ricos de interações, conhecimentos e aprendizados.&nbsp;</div><div>Para conhecermos mais sobre Vygotsky sugiro os dois vídeos aqui anexados. <br><br>https://www.youtube.com/watch?v=BS8o_B5M9Zs<br><br>https://www.youtube.com/watch?v=tvNwrfCy74g<br><br><br><br><br><br><a href="https://novaescola.org.br/conteudo/12136/como-a-musica-ajuda-no-desenvolvimento-cognitivo-das-criancas">https://novaescola.org.br/conteudo/12136/como-a-musica-ajuda-no-desenvolvimento-cognitivo-das-criancas</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 21:04:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>CONTRIBUIÇÕES PARA A COMPREENSÃO E INTERVENÇÃO DE ENSINO E APRENDIZAGEM</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1362039887</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>LEV VYGOTSKY</strong><br><br>Christiana C. Neves de Barros<br>Polo Cefor<br><br><strong>Zona de desenvolvimento proximal define aquelas funções que ainda não amadureceram, mas que estão em processo de maturação, funções que amadurecerão, mas que estão, presentemente, em estado embrionário" (Vygotsky. 1984, p. 97).<br></strong><br></div><div><strong>Consciência critica- professor aluno. fim da relação opressora<br></strong><br></div><div><strong>Ensino aprendizagem é mútuo, os homens se educam entre si.<br></strong><br></div><div><strong>Homem sujeito atuante. transforma a natureza e a si mesmo.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 21:10:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>LEV VYGOTSKY</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1362054253</link>
         <description><![CDATA[<div>Allisson Roberto Isidorio&nbsp;<br>Polo Colatina&nbsp;<br><br>De acordo com Vygotsky, apenas as funções mentais básicas são descritas como reflexos. Somente por meio do aprendizado podemos formar e desenvolver os processos mentais mais complexos - ou funções mentais superiores, que distinguem os humanos de outros animais. Funções complexas incluem consciência e insight..<br><br><br>A criança internaliza a interação com o meio ambiente, e assim se desenvolve, e esse desenvolvimento ocorre de fora para dentro. A cultura é um dos principais fatores que influenciam o desenvolvimento da inteligência, pois mostra o caminho e as particularidades de sua conexão com o mundo.<br><br><br>Na escola, tudo isso será vivenciado, e a criança associará seu comportamento ao conceito do mundo em que vive. Vygotsky acredita que as crianças precisam realizar atividades específicas para proporcionar o aprendizado, pois seu crescimento depende de sua experiência e aprendizado interativo. O professor é o mediador desse processo porque é a pessoa mais experiente e planeja suas próprias intervenções.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-28 21:21:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ACP - Carl Rogers</title>
         <author>brenojosesaa1</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1362063673</link>
         <description><![CDATA[<div>Centro Serrano - Breno Flor.<br><br>Como uma peça de um quebra-cabeça ou uma pedra espalhada pelo mundo, os(as) alunos são seres individuais e singulares, não existindo nenhum(a) outro(a) com características totalmente equivalentes as dele(a).&nbsp;<br><br></div><div>As relações interpessoais, de acordo com essa teoria, estão presentes no processo de construção da personalidade do indivíduo. E tem um ensino voltado para o(a) aluno(a). O autoconceito é utilizado para o crescimento de uma percepção legitima de si.&nbsp;<br><br></div><div>A abordagem centrada na pessoa (ACP), de Carl Rodgers, acredita que o ato de aprender é <strong>individual</strong>, <strong>singular</strong> e <strong>peculiar</strong> de cada SUJEITO,&nbsp; e valoriza uma vivência subjetiva e considera que o(a) aluno(a) detém somente aquilo que lhe convém, ou seja, sua aprendizagem está relacionada com o seu contexto.&nbsp;<br><br></div><div>Apresenta um visão mais holística, ecológica, organísmica e sistêmica da pessoa. Tendo o(a) estudante como gestor do seu próprio aprendizado, pois acredita na capacidade de cada aluno(a), atribuindo a ele(a) essa responsabilidade.&nbsp;<br><br></div><div>Essa abordagem, assim como todas as outras, veio para se opor a anterior. Assim, foi contra um monopólio estabelecido na sua época, onde a prática terapêutica era exclusiva da classe médica.&nbsp; A ACP auxilia a psicologia escolar e educacional, a pedagogia, a psicologia social, dentre outras. Espera-se, que dentro dela seja valorizada uma atitude inclusiva por difundir a concepção que estamos em um processo de <strong>aprendizagem contínua. <br><br></strong>Por fim, a valorização do sujeito da sua singularidade, do seu protagonismo, dentre outras, são as caracteristicas da ACP para o processo educacional.&nbsp; <br><strong><br>Referência: </strong>LIMA, Letícia Dayane de; BARBOSA, Zildete Carlos Lyra; PEIXOTO, Sandra Patrícia Lamenha. Teoria Humanista: carl rogers e a educação. <strong>Ciências humanas e sociais</strong>, Alagoas, v. 4, n. 3, p. 161-172, maio 2018.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 21:30:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1362063673</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A ação no contexto educacional pelo olhar de Vygotsky</title>
         <author>mayaracadorini</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1362075261</link>
         <description><![CDATA[<div>Mayara Archanjo Cadorini<br>Polo Cefor<br><br>Vygotsky contribui de forma significativa para a educação por meio de um método histórico-dialético ou da psicologia histórico-cultural, quando ele sinaliza para o desenvolvimento de processos de pensamento, linguagem e memória como fruto das interações sociais, ou seja, o homem é reflexo da sua vivência, logo, o seu cognitivo pode assumir diferentes características dependendo do contexto social em que ele está inserido.&nbsp;<br><br></div><div>Essa concepção que também é historicamente situada, já que, uma criança que viveu na década de 30 é completamente diferente da criança que vive nos dias atuais, considerando por exemplo, a evolução da tecnologia e como ela interfere nesse desenvolvimento. Ainda, Vygotsky não desconsidera o fator biológico, o sujeito pode ter alguma predisposição seja ela de cunho físico ou biológico, no entanto, esse não é um determinante para a aprendizagem.<br><br></div><div>Assim como Vygotsky não desconsiderou o aspecto biológico, Piaget em sua teoria também considerou o meio social, a diferença é que Piaget&nbsp; atribui o conceito endógeno biológico ou o inatismo&nbsp; como o tema central em sua teoria para explicar a conduta do sujeito. Considerando o pensamento de Vygotsky, o <strong>AGIR </strong>e o <strong>PROBLEMATIZAR </strong>são fundamentais para a construção do conhecimento, logo, o ensino e o aprender se deslocam de uma posição engessada, ou seja, práticas, metodologias e condutas que não estimulam a reflexão nem a contextualização de determinado assunto, para uma posição em movimento que estimula a troca entre o indivíduo e o meio, em um processo que dura a vida inteira.<br><br></div><div>No contexto educacional, é sensato pensar sobre a importância de um exercício repetitivo (método aplicado por diferentes docentes) seja de uma fórmula matemática ou um conceito químico, por exemplo. Desse modo, o AGIR (citado acima) poderia ser incluído na prática educativa ao contextualizar determinado assunto frente ao cotidiano do aluno. Assim, além do conhecimento científico, esse aluno teria a oportunidade (fator muito importante, pois muitas vezes essa oportunidade não é concedida) em aplicar tal conhecimento em seu contexto social, inclusive modificando sua realidade e de outras pessoas.<br><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 21:40:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1362075261</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Carl Rogers</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1362110118</link>
         <description><![CDATA[<div>João Gomes dos Santos<br>Polo Itapina<br><br><strong>As contribuições de Rogers para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos.</strong></div><div>&nbsp;</div><div>Rogers propõe a sensibilização, a afetividade e a motivação como fatores atuantes na construção do conhecimento. Uma das ideias mais importantes na obra de Rogers é a de que a pessoa é capaz de controlar seu próprio desenvolvimento e isso ninguém pode fazer para ela</div><div>&nbsp;</div><div>Segundo Rogers (1985), “(…) O único homem instruído é aquele que aprendeu como aprender, como se adaptar à mudança; o que se deu conta de que nenhum conhecimento é garantido, mas que apenas o processo de procurar o conhecimento fornece base para a segurança” (p.65).</div><div>&nbsp;</div><div>Ele recomenda mudar o foco do ensino para a facilitação da aprendizagem, ou seja, não se preocupar tanto com as coisas que o aluno deve aprender ou com aquilo que vai se ensinado, mas sim com o como, porque e quando aprendem os alunos, como se vive e se sente a aprendizagem, e quais as suas consequências sobre a vida do aluno.</div><div>&nbsp;</div><div>Dessa forma, um sistema baseado no ensino centrado no aluno, numa abordagem não-diretiva, Rogers fala de aprendizagem como algo experiencial, que ocorre na experiência vivenciada, envolvendo emoções.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Rogers (1985, p.125-132) mostra o que um professor que se propõe a ser facilitador da aprendizagem significativa deverá considerar:</div><div>&nbsp;</div><div>§&nbsp; Liberdade para a curiosidade do aluno, permitindo que este se remeta a novas direções ditadas pelos seus próprios interesses e abrindo tudo ao questionamento e à exploração;</div><div>&nbsp;</div><div>§&nbsp; Que o facilitador deve ter apreço, aceitação e confiança com relação ao aluno, suas opiniões e seus sentimentos. Isso faz com que o aluno sinta-se importante, um indivíduo diferenciado e não apenas mais um; e</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Como métodos de trabalho, indicados por Rogers (1985, p.155-168), temos alguns abaixo:</strong></div><div>&nbsp;</div><div>§&nbsp; Trabalhar problemas significativos para os alunos;</div><div>&nbsp;</div><div>§&nbsp; Colocar à disposição do aluno, os recursos relevantes a suas necessidades de aprendizagem: livros, artigos, revistas, espaço físico para trabalhar, laboratório, vídeos, músicas, mapas, palestras, pesquisas etc;</div><div>&nbsp;</div><div>§&nbsp; Fazer contratos com os estudantes, nos quais estes estabeleçam seus objetivos e seus planos. Isto os ajuda a estabelecer metas que orientem o caminho a percorrer, e são úteis para solucionar dúvidas, reduzindo a insegurança do aluno;</div><div>&nbsp;</div><div>§&nbsp; Inserção e envolvimento dos alunos com a vida e os problemas da comunidade;</div><div>&nbsp;</div><div>§&nbsp; Incentivo à troca de experiência entre pares, onde eles possam se alternar no papel de facilitar a aprendizagem do outro. Permitir que os alunos escolham se querem trabalhar por sua conta, de forma autodirigida, ou pelo método convencional;</div><div>&nbsp;</div><div>§&nbsp; Incentivar atividades de pesquisa, dando aos alunos orientações sobre métodos e técnicas de investigação;</div><div>&nbsp;</div><div>§&nbsp; Eventualmente a instrução programada pode ser utilizada como ferramenta para aquisição de informações tais como: operar microscópio, introdução à estatística etc.;</div><div>&nbsp;</div><div>§&nbsp; Utilizar a auto avaliação, que se constitui em um dos meios para tornar a aprendizagem auto iniciada também uma aprendizagem responsável. O facilitador e os alunos chegam a um acordo sobre as maneiras de cada um se avaliar, incluindo critérios a serem seguidos, percepção de pontos fortes e fracos etc.<br><br>Carl rogers - teoria da personalidade centrada na pessoa <a href="https://youtu.be/a0RYUICrnUE">https://youtu.be/a0RYUICrnUE</a></div><div>&nbsp;</div><div><strong>&nbsp;Referencias</strong><br><br></div><div>SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO PARANA. Organização do Trabalho Pedagógico - Pensadores da Educação - Carl Rogers</div><div><a href="http://www.gestaoescolar.diaadia.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=329#:~:text=Rogers%20prop%C3%B5e%20a%20sensibiliza%C3%A7%C3%A3o%2C%20a,ningu%C3%A9m%20pode%20fazer%20para%20ela">http://www.gestaoescolar.diaadia.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=329#:~:text=Rogers%20prop%C3%B5e%20a%20sensibiliza%C3%A7%C3%A3o%2C%20a,ningu%C3%A9m%20pode%20fazer%20para%20ela</a>.</div><div>&nbsp;</div><div>INSFRÁN, Fernanda Fochi Nogueira. As contribuições de Carl Rogers e Paulo Freire para a educação: o caso de um pré-vestibular comunitário</div><div><a href="https://www.apacp.org.br/diversos/artigos/as-contribuicoes-de-carl-rogers-e-paulo-freire-para-a-educacao-o-caso-de-um-pre-vestibular-comunitario/">https://www.apacp.org.br/diversos/artigos/as-contribuicoes-de-carl-rogers-e-paulo-freire-para-a-educacao-o-caso-de-um-pre-vestibular-comunitario/</a></div><div>&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 22:12:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Educação centrada no aluno de Carl Rogers</title>
         <author>rzanigarcia</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1362118766</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Por Renata Garcia<br>Polo Stª Tereza<br><br>Carl Roger (1902 – 1987)</div><div>Psicólogo americano que desenvolveu a Psicologia Humanista, que se baseia numa perspectiva otimista do homem.</div><div>• Para a educação os estudos de Rogers nos oferece uma concepção de desenvolver o potencial do estudante, para ele não importava o método, pois este o professor teria liberdade em escolher de acordo com as necessidades do educando.</div><div>• A educação centrada no aluno deve ser estabelecida nos preceitos de afetividade e confiança, mas sem perder a hierarquia, pois o discente ainda está em processo de desenvolvimento e precisa da autoridade (nesse caso não confundir com autoritarismo).</div><div>• A Tríade Rogeriana estão baseadas na empatia, aceitação positiva e condicional, e na congruência, isto é, se eu tenho empatia pelo educando, se eu o aceito com suas características, e compreendo a mim mesmo; desse modo está criado o ambiente para que a aprendizagem aconteça.</div><div>• Educador-facilitador: para Rogers o professor precisa criar condições</div><div>Seus estudos, para a educação, contribuíram para uma educação centrada no aluno e nesta abordagem o professor-facilitador irá orientar o sujeito na busca de seus próprios interesses, suas aprendizagens.<br><br><br>Referência:</div><div>LIMA, L.D.; BARBOSA, Z.C.L.; PEIXOTO, S.P.L. Teoria Humanista: Carl Rogers e a Educação. Psicologia: Cadernos de Graduação – ciências humanas e sociais. Alagoas. v. 4 n.3 p. 161-17. Maio 2018.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-03-28 22:20:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A contribuição da teoria socio-histórica de Vygotski para o processo de ensino e aprendizagem. (Santa Teresa - Jordana P. C. Albertassi). </title>
         <author>jordanaplotegher</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1362128081</link>
         <description><![CDATA[<div>"Na ausência do outro, o homem não se constrói homem".&nbsp; Lev S. Vygotsky. <strong><br></strong><br>A teoria socio-histórica, pensada principalmente por Vygotski no contexto de pós-revolução de 1917 foi influenciada pelo projeto de construção de uma nova sociedade. <br>Nesta teoria destaca-se o conceito da apropriação, entendida como um processo cujo objetivo é a reprodução pelo individuo das características, faculdades e modos de comportamento formados historicamente. Esse desenvolvimento das faculdades é histórico-social ao invés de natural e universal (EIDT; PASQUALINI, 2013). <br>Sendo assim, o ensino escolar é muito importante, uma vez que proporciona intervenção intencional do educador no intuito de garantir a transmissão e apropriação do conhecimento acumulado historicamente pela humanidade. Ao professor cabe dirigir o processo de ensino e aprendizagem, intervindo e mediando a relação do aluno com o conhecimento. <br>Segundo Damiani e Neves (2006, p. 7) “na abordagem vygotskyana, o homem é visto como alguém que transforma e é transformado nas relações que acontecem em uma determinada cultura [...]. Ainda, conforme aponta as autoras o desenvolvimento se dá por uma interação dialética entre ser humano, o meio social e a cultura. <br>O professor deixou de ser aquele que apenas transmite informação sem levar em consideração os fatores que influenciam a aprendizagem do aluno, como por exemplo os aspectos sociais e culturais. A ele é demandado a utilização de métodos e metodologias de ensino diversificadas para o alcance da aprendizagem. A relação entre o professor e o aluno e entre esses últimos tornou-se parte do cotidiano escolar, sendo que observamos isso quando o professor utiliza metodologias de interação entre os educandos para construir o conhecimento, como os trabalhos em grupos. Assim, conclui-se que os estudos de Vygotsky estão presentes no ensino e aprendizagem no cotidiano escolar nos nossos dias.<br><br><strong>Referência:</strong>&nbsp;<br>EIDT, M. N; PASQUALINI, C. J. A relação professor-aluno à luz de diferentes abordagens da psicologia. Horizontes: Revista de Educação. Dourados, MS, nº 1, v 1, jan. a jun. de 2013.<br><br>DAMIANI, M. F.; NEVES, R de A. Vygotsky e as teorias da aprendizagem. UNIrevista – Vol.1, nº2, abril, 2006. Disponível em: &lt;https://ava.cefor.ifes.edu.br/pluginfile.php/1076698/mod_resource/content/2/Vygotsky%20e%20as%20teorias%20da%20aprendizagem.pdf&gt; . Acesso em: 25 de março de 2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 22:29:54 UTC</pubDate>
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         <title>As contribuições de Carl Rogers para o processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos.  Simone de Souza Christo – Pólo Piúma</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1362148156</link>
         <description><![CDATA[<div>A abordagem centrada na pessoa é a característica principal que marca a obra de Carl Rogers. Nela, o teórico afirma que é pelo contato que se educa, que o professor deve atuar como um facilitador do processo, que os interesses dos alunos devem vir em primeiro lugar, que o professor deve utilizar modelos diversificados no processo de ensino, dentre muitas outras premissas. Rogers sugere, também, o respeito às diferenças e a singularização do ensino em contraponto à padronização, visto que os indivíduos são únicos em suas necessidades e anseios.</div><div>Dessa forma, na visão de Rogers, o processo de ensino-aprendizagem extrapola o ambiente escolar, uma vez que o aluno precisa colocar em prática na sua vida cotidiana os conteúdos aprendidos em sala de aula. Deste modo, o professor deve estar atento a realidade do aluno e disposto a auxiliá-lo a ser o agente ativo de sua aprendizagem.<br>Todavia, as teorias de Rogers também sofrem críticas, tendo em vista que muitos educadores acreditam ser impossível adotar técnicas de ensino individualizadas, uma vez que o sistema educacional não possui pessoal suficiente para isso. A essa crítica, especificamente, Rogers responde dizendo que crianças podem ser autônomas no processo de aprendizagem desde que recebam os estímulos corretos.&nbsp;</div><div>Hoje, percebe-se a influência das teorias de Rogers, assim como de outros teóricos, na educação brasileira. Tais influências podem ser vistas quando professores buscam aproximar-se dos seus alunos visando compreender o contexto em que vivem, quando buscam adotar metodologias que proporcionam mais autonomia para o aluno, aulas mais dialogadas do que expositivas, enfim, quando os docentes atuam de forma a facilitar o processo de ensino-aprendizagem.&nbsp;</div><div>As discussões sobre os processos de ensino-aprendizagem fazem com o docente possa refletir sobre seu papel na educação, sobre como ele pode ser positivo na formação e na vida dos seus alunos, e é isso que faz com que a educação esteja sempre em constante evolução. <br>Referências: <br>LIMA, L. D. de, BARBOSA, Z. C. L., PEIXOTO, S. P. L. Teoria humanista: Carl Rogers e a educação. <strong>Cadernos de Graduação. Ciências humanas e sociais.</strong> Alagoas, v.4, n.3, p. 161-17, Maio 2018.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 22:49:01 UTC</pubDate>
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         <title>Vigotski </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1362243962</link>
         <description><![CDATA[<div>Psicólogo&nbsp; que viveu intensamente a revolução Russa e&nbsp; procurou, assumidamente, construir uma psicologia marxista, buscando as bases dessa teoria para explicar a formação da mente .<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 00:08:27 UTC</pubDate>
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         <title>A contribuição de Lev Vigotski para o processo de ensino e aprendizagem </title>
         <author>selmaoferreira</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1362316137</link>
         <description><![CDATA[<div>Por Selma O. F. Siqueira<br>Polo Serra<br><br></div><div>Lev&nbsp; Vigotski (1896-1934), foi um psicólogo russo que utilizou como centro de seus estudos o psiquismo humano.</div><div><br></div><div>Vigotski observou que o ser humano é um complexo de informações absorvidas do meio em que está inserido demarcando a inegável relação entre sujeito e sociedade.<br><br>Influenciado pelas ideias de Karl Marx (Zanella, 2004), o psicólogo teorizou que os contextos sociais influenciam os homens que coletivamente organizam a sociedade que por sua vez influenciam as ações humanas. A partir disto, Vygotsky amplia o entendimento de ser social e confere ao ser humano uma existência ao mesmo tempo biológica, psicológica, antropológica, histórica e essencialmente cultural criando assim a teoria da Psicologia Histórico-Cultural.<br><br>Com isto, o docente deixa de ser o detentor/transmissor do saber e é entendido como ser participante do mesmo processo de transformação da sociedade que o aluno, possibilitando a ampliação dos debates críticos existentes na sociedade. Assim,  considera-se os diferentes contextos sociais de inserção dos alunos no processo de ensino aprendizagem.<br><br>NEVES , R. A., DAMIANI, M. F. <strong>Vygotsky e as teorias da aprendizagem.</strong> 2006. UNIrevista.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 00:42:32 UTC</pubDate>
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         <title>Carls Rogers e as suas contribuições para a aprendizagem centrada no estudante</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1362339283</link>
         <description><![CDATA[<div>Por Haryany S. Rocha<br>Polo Serra<br><br>Carls Rogers foi um psicólogo e estudioso do comportamento<br>humano. Seus estudos se tornaram também abrangentes na área da educação,<br>através da abordagem centrada na pessoa.&nbsp;<br><br></div><div>O foco principal desta abordagem está centrado no estudante, com o objetivo de gerar nele autonomia, criticidade e emancipação, sendo esse ensino significativo e que envolva o sujeito como um todo, unindo sentimento e intelecto. Nesta abordagem o estudante é o sujeito do seu aprendizado e tem a liberdade para aprender o que lhe faz sentido e o que lhe gere significado. Já o professor é um facilitador deste processo, colocando os interesses dos estudantes em primeiro lugar, utilizando para isso métodos estimulantes e agindo com empatia, aceitação, apreço, confiança e autenticidade.&nbsp;<br><br></div><div>Essa relação estudante professor/facilitador deve se dar por meio da escuta compreensiva, onde o professor deve estar aberto, fornecendo as condições necessárias e suficientes para atender os estudantes.<br><br></div><div>O método de ensino utilizado é o não-diretivo, ou seja, o professor não interfere no ensino do estudante. Ele deve agir como um facilitador, sendo que o estudante aprende a aprender e vai em busca de conhecimentos e aprendizagens úteis para o seu ser como um todo. Os conteúdos são escolhidos por intermédio dos estudantes a fim de atender esses desejos de aprendizagem.<br><br></div><div>O papel da escola é ser um ambiente facilitador e próprio para que esta aprendizagem ocorra, e que o estudante consiga se desenvolver integralmente rumo a sua maturidade psicossocial.<br><br></div><div>Por fim, a forma de avaliar os estudantes se dá por meio das autoavaliações, que consistem no próprio estudante avaliar a sua aprendizagem de variadas formas, como pela construção das próprias questões, de forma individual escrita, oral com discussão com a turma, com conceito de aprovado e reprovado e escrita com justificativa.<br><br></div><div>Carls Rogers contribuiu no campo das teorias humanísticas mudando assim pensamentos arraigados onde o estudante era um mero “receptor” de conteúdos, não podendo participar ativamente do seu processo de ensino e aprendizagem, e esta contribuição influencia a educação até hoje.<br><br></div><div>COSTA, C. M.; FERNANDES, R. S. <strong>Aprendizagem centrada na pessoa: a atualidade da proposta educacional de Carl Rogers. </strong>In: Comunicações Piracicaba - Centro Universitário de Jaguariúna (UniFAJ), Jaguariúna-SP, Brasil 2 Centro Universitário Salesiano de São Paulo (UNISAL), Americana-SP, Brasil. v 27, n. 2, p. 21-40, 2020.<br><br></div><div>LIMA, L. D. de; PEIXOTO, S. P. L.; BARBOSA, Z. C. L.&nbsp; <strong>Teoria humanista: Carl Rogers e a Educação</strong>. In: Caderno De Graduação - Ciências Humanas E Sociais. Alagoas, v. 4, n. 3, p. 161-172, 2008.</div><div>&nbsp;<br>SILVA, J. R. B. da. <strong>Disciplina centrada no estudante: contribuições da abordagem centrada na pessoa e escuta compreensiva na escola. </strong>In. Revista Conhecimento Online – Universidade FEEVALE. Rio Grande do Sul, v 2, n. 2, p. 79-98, 2010.&nbsp;<br><br></div><div>ZANETTI NETO, G. <strong>Tendências Pedagógicas.</strong> Apostila digital. Vitória: Ifes, 2021. Livro: Teorias de Aprendizagem - Centro de Referência em<br> Formação e em Educação a Distância (Cefor).</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 00:51:39 UTC</pubDate>
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         <title>A Abordagem Centrada na Pessoa – Carl Rogers</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1362470251</link>
         <description><![CDATA[<div>Ivan Luiz Resende – Centro-Serrano<br>A teoria humanista ao enfatizar as relações interpessoais, aprimora ainda mais o conceito do ser humano como ser social e participante ativo, inserido na sociedade, que atua constantemente na construção da sua personalidade.<br><br></div><div>A abordagem centrada na pessoa (ACP) proposta por Carl Rogers, onde devemos permitir e criar condições para quê as pessoas busquem sua própria realização, através da utilização de elementos como: aceitar as pessoas como elas são; ter empatia, ou seja, nos colocarmos nas condições de outras pessoas, e perceber suas limitações ou dificuldades; e sermos sempre congruentes, ou seja sermos nós mesmos, e ensinar isso para que outros façam o mesmo, não devemos fingir o que não somos, nossa autenticidade, é o nosso eu. Esses comportamentos usados em conjunto são a base da educação centrada na pessoa. Vamos explicar isso um pouco mais, referindo ao ambiente escolar...<br><br></div><div>Na Aceitação positiva incondicional, ficará claro para o aluno, que o professor o aceitará de forma incondicional, sem preconceitos, aceitando sua posição, sem reservas, com um ser em evolução. Ao ser congruente o professor deixa bem claro para o aluno que todos nós devemos ser sempre nós mesmo, sem fingimentos, assumindo nossas dificuldades e, buscando sempre o aprendizado e superação de nossas limitações. E a Empatia permiti que o aluno veja o professor se colocando no lugar de cada um, e permitindo assim que percebam que são compreendidos.<br><br></div><div>Então levando essa tríade de conceitos para o ambiente escolar, estaremos criando condições de promover um ambiente mais saudável, onde o ensino aprendizagem terá melhores chances de acontecer. Sendo assim e acontecendo dessa forma, estarão criadas as condições fundamentais para um bom ambiente educacional.<br><br></div><div>A educação centrada na pessoa não é um método de ensino, mas sim uma concepção de educação, pois tão importante quanto ensinar, e criar condições para que isso aconteça.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 01:47:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aprendizagem segundo Vygotsky</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1362565308</link>
         <description><![CDATA[<div>Para Lev Vygotsky a aprendizagem humana passa pelo meio cultural em que está inserido (interpessoal). O homem é um ser ativo em seu processo de aprendizagem pois é capaz de interagir e modificar o ambiente cultural a que pertence. &nbsp;<br><br></div><div><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>https://www.passeidireto.com/arquivo/66368852/slides-vygotsky-introducao<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>IFES Cariacica / Jader de Oliveira<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 02:31:08 UTC</pubDate>
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         <title>Contribuições de Carl Ransom Rogers para a aprendizagem</title>
         <author>italomarcolino2018</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1362587160</link>
         <description><![CDATA[<div>Ítalo Alexandre da Silva Marcolino<br>Polo Linhares<br><br>Foi um psicólogo estadunidense. Sendo um dos principais teóricos no campo das teorias humanísticas e da personalidade. Rogers coloca o aluno como o centro do processo educativo. O professor deve ser um facilitador desse processo. A escola deve ser um espaço em que o aluno possa desenvolver sua personalidade e características que lhe são próprias. O autodesenvolvimento e a realização pessoal são o foco do processo de ensino e aprendizagem. Para Rogers é pelo contato que se educa, e o professor precisa ser um educador-facilitador, um professor que se mostre verdadeiramente presente para seus alunos, um professor que se importe com eles. O professor não pode adotar um único modelo de facilitar a aprendizagem, necessita colocar o interesse de seus alunos em primeiro lugar, esse método constitui-se em o aluno ir aprendendo a aprender, e o professor sendo facilitador dessa aprendizagem de modo singular e livre, de forma autêntica, com aceitação, confiança tanto em si como no aluno e compreensão empática. Diferente do Behaviorismo Carl Rogers sugere que os comportamentos não podem ser padronizados e universalizados, pois cada aluno é único e deve ter suas características respeitadas. É importante que a diversidade esteja presente na escola e com isso a inclusão de todos os alunos, de modo que todos sejam aceitos do jeito que são. Cada aluno aprende no seu tempo e da sua forma, o ato de aprender é individual, singular e peculiar de cada sujeito. O professor deve incentivar seu aluno a ser autor de sua própria aprendizagem. Para Rogers o espaço da aula e do professor não pode ser antecipadamente estabelecido, mas sim ser construído pelas pessoas que se comunicam e se relacionam entre si.</div><div>&nbsp;</div><div>LIMA, L. D. de; PEIXOTO, S. P. L.; BARBOSA, Z. C. L.&nbsp; <strong>Teoria humanista: Carl Rogers e<br>a Educação</strong>. In: Caderno De Graduação - Ciências Humanas E Sociais.<br>Alagoas, v. 4, n. 3, p. 161-172, 2008.</div><div>&nbsp;</div><div>ZANETTI NETO, G. <strong>Tendências Pedagógicas.</strong> Apostila digital. Vitória: Ifes, 2021.<br> Livro: Teorias de Aprendizagem - Centro de Referência em<br>Formação e em Educação a Distância (Cefor).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 02:40:49 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Aprendizagem segundo Vygotsky</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1362595880</link>
         <description><![CDATA[<div>Para Lev Vygotsky a aprendizagem humana passa pelo meio cultural em que está inserido (interpessoal). O homem é um ser ativo em seu processo de aprendizagem pois é capaz de interagir e modificar o ambiente cultural a que pertence. &nbsp;<br><br></div><div>IFES Cariacica / Jader de Oliveira<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 02:50:14 UTC</pubDate>
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         <title>Desenvolvimento da cognição humana por Piaget</title>
         <author>jrclaudio19</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1362653552</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Claudistone Pereira da Rocha <br>Cefor </em><br><br>Jean William Fritz Piaget (1896-1980) foi psicólogo e biólogo. Dessa dupla formação, resultou uma teoria da aprendizagem baseada no desenvolvimento do pensamento – e posteriormente da linguagem – como resultado da maturação biológica das estruturas cognitivas humanas. Sua teoria ficou conhecida como Epistemologia Genética.<br><br></div><div>O contexto sócio histórico de Piaget foi bem distinto do de Vygotsky. Nascido na suíça, filho de pais intelectuais, aos onzes anos já tinha publicado um relato científico. De formação protestante, estudou filosofia e teve contato com a produção psicanalítica – Freud, Jung – de sua época. Por fim, dirigiu seus esforços para a formação de uma Teoria Cognitiva. Seu principal objeto de observação foram crianças – aí incluindo seus próprios filhos.<br><br></div><div>Os temas centrais do construtivismo são os estágios do desenvolvimento cognitivo, os processo de assimilação e acomodação e a construção do conhecimento.<br><br></div><div><strong>Piaget dividiu o desenvolvimento da cognição humana em quatro estágios:<br></strong><br></div><ul><li><strong>Estágio Sensório-motor:</strong> Associado ao período entre o nascimento e os dois anos de idade, tem por característica o desenvolvimento da coordenação motora, a diferenciação eu-outro/s. Contempla a capacidade de agir sobre situações concreta e de identificar características e ordenar objetos.<br><br></li><li><strong>Estágio Pré-operatório:</strong> Ente dois e seis ou sete anos de idade, é a fase de construção da linguagem. Desenvolve-se a capacidade de operar com imagens mentais. &nbsp;<br><br></li><li><strong>Estágio Operatório-concreto:</strong> Até os onze ou doze anos de idade, compreende a fase na qual ao pensamento egoísta – característico das fases anteriores – é acrescentada a capacidade de considerar o outro. Abarca as habilidades de agrupamento e classificação, e a realização de ações concretas, mas prescinde ainda da elaboração abstrata de realidade.<br><br></li><li><strong>Estágio Operações Formais:</strong> Dos onze ou doze anos de idade até a fase adulta, é o estagio relacionado ao pensamento científico. A habilidade da abstração se consolida, permitindo o raciocino lógico sobre o real.<br><br></li></ul><div>Vygotsky e Piaget utilizaram a mesma terminologia de ideias espontâneas e ideias não espontâneas. Por ideias espontâneas entendem-se as ideias ancoradas na realidade das crianças, e por ideias não espontâneas refere-se aquelas influenciadas pelo mundo adulto. Estabelece-se, assim, uma diferenciação entre desenvolvimento de conceitos cotidianos e desenvolvimento de conceitos científicos.<br><br><strong>Referências <br></strong><br>Cotonhoto, Larissy Alves. Teorias de Aprendizagem - Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021. Disponível em: Cotonhoto, Larissy Alves. Teorias de Aprendizagem - Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 03:20:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Contexto no Processo de Ensino e Aprendizagem </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1362786128</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Allan Kelisson - IFES COLATINA&nbsp;</strong></li></ul><div><br></div><div>&nbsp;As teorias interacionistas de Piaget e Vigotsky, embora não tratem diretamente da contextualização no ensino, dá a ela sustentação teórica ao discutir as interações entre o organismo e o meio no desenvolvimento cognitivo ou na aquisição do conhecimento. &nbsp; Dewey, ao propor que o conhecimento é concebido como um processo social, e Stein que, na aprendizagem situada, apregoa que o ensino deve oferecer ambientes que propiciem a vivência de situações reais, dão a esta proposta também suporte científico (KATO; KAWASAKI, 2011). De igual maneira, Novak e Ausubel definem que a aprendizagem se torna significativa quando um novo conhecimento é ancorado (ou seja, contextualizado) a um conceito subsunçor (prévio). &nbsp; Os Parâmetros Curriculares Nacionais, por sua vez, marcaram um dos primeiros posicionamentos oficiais do Ministério da Educação perante a proposta contextualizadora, entretanto, não compreendê-la é tão grave quanto omiti-la. Não se pode, por exemplo, acreditar que na dificuldade ou impossibilidade de contextualizar, não se deve ensinar (SILVA; ESPÍRITO SANTO, 2004). Algumas “análises críticas” são encontradas na literatura quanto à contextualização. Há quem diga, por exemplo, que contextualizar e integrar o currículo corresponde a adequar o aluno ao mercado produtivo e não, necessariamente, leva-lo a compreender o mundo em uma perspectiva crítica e transformadora (TRINDADE; CHAVES, 2005). Não se pode incorrer na prática desse equívoco! A contextualização não pode ser desprovida de conceituação, comparação, inferência e análise.&nbsp; Por fim, embora soe estranho, não se pode ignorar totalmente o também contexto “conteúdo pelo conteúdo”, em uma compreensão mais formalizadora. Especialmente na Educação Básica regular, não é possível identificar quais alunos utilizarão os conteúdos numa abordagem profissional, acadêmica ou cotidiana. Assim como não se deve ser exclusivamente “tradicional”, não se deve também ignorar essa prática por completo. Isso não implica em defender, implicitamente, uma vertente conteudista (no sentido metodológico), tampouco dizer que se deva fazer de tudo (contextualizar nas suas mais diferentes possibilidades e ao mesmo tempo ser tradicional). E aqui novamente reside a complexidade do ser docente. Assim como na adaptação (ou não) dos Estilos de Aprendizagem, a sensibilidade e experiência docente permitirá a dosimetria necessária para a variação metodológica – no formato e momento adequados. Em geral, adaptar o formalismo e a contextualização, conforme o estágio de entendimento, pode ser uma estratégia para conduzir a aprendizagem.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 04:43:04 UTC</pubDate>
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         <title>Carl Rogers e a visão Humanista da aprendizagem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1362798407</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Monalisa Miranda - CEFOR<br><br>Carl Rogers acredita no potencial humano. Para esse autor, o ser humano nasce com potencialidades que devem ser desenvolvidas ao longo de sua vida. Nesse sentido, para que o ser humano se desenvolva de forma autêntica, há muita importância nas relações interpessoais, pois é nelas que o sujeito consegue se conhecer melhor: o outro tem papel essencial no desenvolvimento pessoal.&nbsp;<br><br>Para desenvolver seu potencial humano, os sujeitos devem ser considerados em uma perspectiva holística. É preciso contemplar os diversos aspectos do desenvolvimento e da aprendizagem humana. Dessa forma, em relação à área pedagógica, é possível direcionar melhor a relação de aprendizagem a partir do direcionamento das metodologias de ensino utilizadas. &nbsp;<br><br>Para Rogers, o educador deve ser um facilitador. É preciso analisar os interesses e potencialidades individuais para que a relação se estabeleça de forma genuína e proveitosa.&nbsp; O objetivo disso é fazer o aluno se sentir mais acolhido e se perceber como participante em seu processo de construção do conhecimento. É preciso significar o que é aprendido.&nbsp;<br><br>Sabe-se que, devido às demandas escolares, é difícil aplicar essa perspectiva. Ainda assim, Rogers entende que ela é possível e que valoriza muito o processo de aprendizagem dos alunos e o trabalho do educador.<br><br>É importante perceber que Rogers valoriza muito o indivíduo dentro das relações. No ambiente escolar, essa perspectiva se torna um diferencial para o olhar do professor. Embora seja preciso ensina um conteúdo único e cumprir certas regras curriculares, o professor pode criar estratégias que contemplem os alunos de forma individual: por meio de dinâmicas que tragam o conteúdo, mas também permitam ao aluno dar um significado pessoal à sua vivência escolar. Trazer atividades mais abertas e participativas, permitir que os alunos escolham, alternadamente, os modelos de atividades a serem realizados. É importante permitir a criatividade e a participação efetiva dos alunos durante as atividades escolares.<br><br>Nota-se, portanto, que para Rogers a escola deve ser adaptar aos alunos, tentando contemplar ao máximo suas diferenças e dificuldades.&nbsp; É preciso estabelecer um ambiente favorável aos sentimentos e percepções do aluno para que ele possa desenvolvê-los e perceber o processo de aprendizagem é uma construção conjunta, em que ele é valorizado. É preciso valorizar não só o conteúdo acadêmica, mas também o sujeito aprendiz, afinal, ele precisa transformar as informações em conteúdos significativos, não apenas teóricos, mas também aplicáveis ao mundo concreto.<br><br>Quando o professor faz esse esforço contribui para o desenvolvimento da potencialidade de seus alunos e permite que durante o período escolar eles também possam desenvolver habilidades relativas ao seu aspectos humano, social e cidadão.<br><br>&nbsp;LIMA, Letícia Dayane de ; BARBOSA, Zildete Carlos Lyra; PEIXOTO, Sandra Patrícia Lamenha. Ciências Humanas e Sociais | Alagoas.,v. 4, n.3, p. 161-17,Maio 2018.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 04:50:11 UTC</pubDate>
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         <title>Aprendizagem Centrada na Pessoa - Carl Rogers</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1363531436</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Lucilene Pereira de Araujo - Ifes Santa Teresa.<br><br>De acordo com Rogers a educação deve despertar as forças positivas de crescimento que existe em todo ser humano, para tal é fundamental considerar a qualidade da relação professor/aluno.<br>É papel do professor oferecer as melhores condições possíveis para que as pessoas busquem sua própria realização. Nesse processo três elementos são essenciais e compõem a Tríade Rogeriana:<br>- Aceitação positiva e incondicional (aceitar as pessoas como elas são);<br>- Empatia (capacidade de conseguir colocar- se no lugar do outro);<br>- Congruência (ser autentico);<br>Se os professores e estudantes se comprometem a ser o que são, aceitar os demais como eles são e a saber se colocar no lugar dos outros então, na visão de Rogers as condições fundamentais para um bom ambiente educacional estão postas.<br>A educação centrada na pessoa é uma concepção de educação onde os professores devem encarar o processo educativo&nbsp; como o despertar do potencial de desenvolvimento de cada estudante.<br><br><br>LIMA, L. D. de, BARBOSA, Z. C. L., PEIXOTO, S. P. L. Teoria humanista: Carl Rogers e a educação. <strong>Cadernos de Graduação. Ciências humanas e sociais.</strong> Alagoas, v.4, n.3, p. 161-17, Maio 2018.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 10:38:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title> Intracionismo                                                                                            Socioteracionismo                </title>
         <author>elilangasoares</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1364235979</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><blockquote><br>Elizangela Soares- Campus Viana.&nbsp;</blockquote></blockquote><div><br><strong><mark>No processo de aprendizagem tanto as teorias de&nbsp; Vygotsky e Piaget, abordam teorias distintas sobre aprendizagem, para PIAGET&nbsp; o Intracionismo&nbsp; construtivista , ou seja&nbsp; os indivíduos se transforma com o contexto biológico , já <br>para Vygotsky o desenvolvimento de aprendizagem vai&nbsp; além do contexto biológico&nbsp; está atrelado ao social e cultural o sujeito aprende com a interação de outro sujeito, para&nbsp; Vygotsky o sujeito aprende por esta no meio social cultural.</mark></strong><br><br><em>"AS CARACTERÍSTICAS HUMANAS NÃO ESTÃO PRESENTE DESDE O NASCIMENTO DO INDIVÍDUO, NEM SÃO MERO RESULTADO DAS PRESSÕES DO MEIO EXTERNO. ELAS RESULTAM DA INTERAÇÃO DIALÉTICA DO HOMEM E O SEU MEIO SÓCIO-CULTURAL. A LINGUAGEM É UM SIGNO MEDIADOR POR EXCELÊNCIA"</em>.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 14:20:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Perspectiva Sócio Histórica de Vygostky</title>
         <author>pittyescobarsocial</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1364237978</link>
         <description><![CDATA[<div>Bruna Pitty Oliveira Gusmão</div><div><strong>(Polo Viana)</strong><br><br><strong>Antecedentes</strong></div><div><strong><em>Lev Semenovich Vygostky</em></strong> foi um psicólogo nascido na Bielo Rússia em 1896. Inicialmente cursou Medicina – curso a qual veio a abandonar – posteriormente formando-se em Direito. Grande estudioso de temas relacionados Linguística, Filosofia, Ciências Sociais, Psicologia e Artes, falecendo em 1934 em decorrência da Tuberculose.<br><br><strong><em>“O homem não nasce humano; ele vai se humanizar.”<br><br></em></strong>Na perspectiva sócio histórica de Vygostky, identificamos pontos chaves de sua teoria para significância do processo aquisição do conhecimento dos indivíduos. Destarte ressaltamos:<br><strong><em>a)&nbsp; Desenvolvimento mental da criança é um processo contínuo de aquisição de controle ativo sobre funções inicialmente passivas</em></strong></div><div><strong><em>b)&nbsp; Desenvolvimento intelectual e linguístico da criança relacionado à interiorização do diálogo em fala interior e pensamento</em></strong></div><div><strong><em>c)&nbsp; Desenvolvimento do agrupamento conceitual das crianças, onde inicialmente há um amontoado de conceitos, depois um complexo de conceitos, pseudoconceitos e, finalmente, conceitos verdadeiros</em></strong></div><div><strong><em>d)&nbsp; A capacidade de impor estruturas superiores no interesse de ver as coisas de modo mais simples e profundo é tida como um dos poderosos instrumentos da inteligência humana. Essa capacidade evita que, ao contato com novos conceitos, a criança tenha de reestruturar os conceitos já incorporados</em></strong></div><div><strong><em>e)&nbsp; O brinquedo é o mundo imaginário onde a criança pode realizar seus desejos</em></strong></div><div><strong><em>f)&nbsp; &nbsp; Zona de desenvolvimento proximal - distância entre Desenvolvimento Real e Desenvolvimento Potencial criança</em></strong></div><div><strong><em>g)&nbsp; Materialismo Dialético - simultaneidade entre corpo e alma. Todo fenômeno tem uma história, que se modifica quantitativa e qualitativamente e essa mudança pode explicar a evolução dos processos psicológicos elementares em processos complexos</em></strong></div><div><strong><em>h)&nbsp; Materialismo histórico - mudanças na sociedade produzem mudanças no ser humano. Vygotsky desenvolveu a teoria de que a sociedade afeta diretamente a evolução dos processos psicológicos superiores do homem</em></strong><br><strong><em>i)&nbsp; Mediação – o professor mediador do conhecimento <br><br><br></em></strong>Fontes:<strong><br>https://www.ufrgs.br/psicoeduc/chasqueweb/vygotsky/conhecendo-vygotsky.htm<br><br></strong>Sugestão de Vídeo Complementar:<br><strong>https://www.youtube.com/watch?v=BS8o_B5M9Zs<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 14:20:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>elilangasoares</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1364243667</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 14:22:13 UTC</pubDate>
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         <title>Contribuições de Carl Rogers e a Teoria Humanista para a Aprendizagem.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1364262969</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Linhares - Silvana Nascimento Pereira<br><br></em>Os estudos realizados por Carl Rogers no campo da Educação, afirmam que para ocorrer a aprendizagem se faz necessário que ocorra um relacionamento interpessoal entre professor e alunos de forma afetuosa, sincera. E nesse processo o professor tem a importante missão de ser o facilitador, aquele que promove estímulos para que a aprendizagem significativa de fato aconteça. A Tendência Centrada na Pessoa traz a idéia de que se o aluno estiver em um ambiente onde ele seja, respeitado, encorajado, estimulado, a aprendizagem significativa se torna uma realidade.</div><div>Trazendo para nossa realidade temos o exemplo da rede estadual de ensino do Espírito Santo, que adotou o turno integral, nesse sistema além do conteúdo “regular” de cada série, existem as atividades extras, onde os alunos decidem o que querem fazer, têm autonomia para optarem por conteúdos que tenham significado para eles, são inseridos nas atividades que visam despertar o projeto de vida de cada um, após os estudos conclui que esse modelo de ensino possui algumas das características da teoria de Carl Rogers.&nbsp;</div><div>Eu sou professora na Educação Infantil, nosso parâmetro é a BNCC (Base Nacional Comum Curricular) no tocante à Educação Infantil ela enfoca muito das teorias de Rogers, nosso planejamento deve acolher as vivências e os conhecimentos construídos pelas crianças no ambiente da família e no contexto de sua comunidade, e articulados nas propostas pedagógicas. Os educadores tem a missão de ampliar o universo de experiências, conhecimentos e habilidades das crianças, explorando seus direitos de participação e a autonomia, estimulando a auto-organização, expressa no planejamento das ações cotidianas. Devemos nos pautar sempre em trabalhar instigando os sentidos das crianças, estimulando-as para que se sintam confiantes, independente e tenham prazer em estar no ambiente escolar. Sendo assim, os professores devem proporcionar um ambiente acolhedor, utilizando a maneira lúdica de ensinar, ensinar brincando para que as crianças tenham uma aprendizagem significativa.</div><div>Rogers propõe um ensino diferenciado que leva a facilitação da autorrealização do aluno desenvolvendo-o integralmente, por meio do envolvimento pleno do educando com seu objeto de estudo.</div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Referências:<br></strong><br></div><div>ZANETTI NETO, G. <strong>Tendências Pedagógicas. </strong>Apostila digital. Vitória: Ifes, 2021<br><br></div><div>BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018. Disponível em: <a href="http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf">http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf</a>, acesso em 27/03/2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 14:26:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de Vygotsky no processo de ensino-aprendizagem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1364281476</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Polo de Santa Teresa – Marilza Possatti<br><br></em>De acordo com Neves e Damiani (2006), Vygotsky “entendia que a aprendizagem não era uma mera aquisição de informações”, mas um processo interno que envolve uma relação entre duas ou mais pessoas de forma ativa. Ele também acreditava que o homem é um ser histórico e se constitui através das relações sociais. Sendo assim, a partir das relações que as pessoas estabelecem entre si, elas passam a ter transformações internas, fazendo com que o indivíduo passa de “ser biológico” para “ser sócio-histórico”.<br><br></div><div>Contudo, as teorias que fazem uma separação entre aprendizagem e desenvolvimento eram criticadas por Vygotsky. Ele acreditava que a aprendizagem e o desenvolvimento acontecem juntos, pois o indivíduo aprende por meio do convívio em sociedade e é transformado a partir das relações com outros sujeitos.<br><br></div><div>Ainda, segundo Vygotsky, existem diferenças (físicas ou genéticas) entre os indivíduos, mas isso não é fator determinante para a aprendizagem de cada um. Também, era contrário à idéia de que o ser humano é um sujeito vazio e passivo no processo de aprendizagem. Para ele, o sujeito é ativo e capaz, e não uma tábua rasa, pois primeiro as pessoas são sociais e depois passam a ser individuais. E ainda, tanto a escola quanto o professor são agentes indispensáveis e importantes para o processo de ensino-aprendizagem.<br><br></div><div>Saber mais sobre “As contribuições de Vygotsky para a psicologia e educação”, leia em:&nbsp;</div><div><a href="https://editorarealize.com.br/editora/anais/enid/2014/Modalidade_1datahora_21_10_2014_11_19_57_idinscrito_1128_ccf7de608513238c406c24c46055c715.pdf">https://editorarealize.com.br/editora/anais/enid/2014/Modalidade_1datahora_21_10_2014_11_19_57_idinscrito_1128_ccf7de608513238c406c24c46055c715.pdf</a>.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 14:30:48 UTC</pubDate>
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         <title>As contribuições de Carl Rogers para a Tendência Centrada na Pessoa: Um olhar humanista sobre a educação</title>
         <author>andersonarchanjo</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1364592795</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Anderson Barros Archanjo – Polo Alegre<br><br></em>O psicólogo estadunidense, Carl Ransom Rogers (1902-1987) foi o teórico humanista mais influente nesta área. Suas contribuições para o campo científico foram provenientes das suas próprias experiências como terapeuta e psicólogo clínico. Foi ele o principal responsável pela abordagem centrada na pessoa e os aspectos holísticos dessa psicoterapia humanizada auxilia outras áreas das Ciências Sociais, incluindo os campos da educação.</div><div><br>A teoria humanista enfatiza as relações interpessoais, na construção da personalidade do indivíduo, no ensino centrado no aluno, em suas perspectivas de composição e coordenação pessoal da realidade, bem como em sua habilidade de operar como ser integrado.</div><div><br>Para Rogers, é pelo contato que se educa e o professor deve ser um educador -facilitador, ou seja, o professor deve ser presente para os seus alunos. Ele aborda ainda que não se adote um modelo único, que o método seja singular e livre, onde o aluno siga aprendendo a aprender e que seus interesses estejam em primeiro lugar.</div><div><br>O aluno deve entrar em contato com os seus interesses, objetivos e expectativas e o educador-facilitador deve incentivá-lo a ser um agente da sua própria aprendizagem. No entanto, o professor ainda assim necessita exprimir seus interesses, percepções e desejo de ensinar, fazendo isso com a utilização de métodos estimulantes e situar-se na sala de aula.</div><div><br>Assim, o professor deve oferecer aos alunos as condições mais favoráveis possíveis para que eles (alunos) busquem a sua realização própria. Nesse contexto, Rogers apresenta três elementos essenciais para que o professor ofereça essas condições. São eles: (1) Aceitação – deve aceitar as pessoas como elas são de maneira positiva e incondicional; (2) Empatia - professor precisa ser capaz de acolher e compreender seu aluno com estima; (3) Congruência - é fundamental para elaborar um conteúdo aprendido em conteúdo consciente, interferindo e causando mudanças significativas na personalidade do estudante.</div><div><br>Em resumo, a Tendência Pedagógica Centrada na Pessoa, que surgir da abordagem centrada na pessoa, é uma relação mais humanista do processo educativo. Nela o professor é responsável por aflorar e despertar nos alunos os seus desejos e objetivos, mas sempre de acordo com o potencial de desenvolvimento de cada estudante.</div><div><br><strong>Fonte:</strong></div><div>LIMA, L.D; BARBOSA, Z.C.L; PEIXOTO, S.P.L. Teoria Humanista: Carl Rogers e a Educação. <strong>Cadernos de Graduação</strong>, v. 4, n. 3, p. 161-172, 2018.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Para saber mais sobre a Abordagem Centrada na Pessoa, de Carl Rogers, assista os vídeos abaixo:</strong></div><div>Carl Rogers (1) – Tendências Formativa e Atualizadora - Abordagem Centrada na Pessoa</div><div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ysvEHhYjHo4">https://www.youtube.com/watch?v=ysvEHhYjHo4</a></div><div>Carl Rogers (2) – O Self e a Autorrealização – Abordagem Centrada na Pessoa</div><div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=taAa4jYAqL4">https://www.youtube.com/watch?v=taAa4jYAqL4</a></div><div>Carl Rogers (3) – Consideração Positiva e Condições de Valor – Abordagem Centrada na Pessoa</div><div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ot28H66wzIA">https://www.youtube.com/watch?v=ot28H66wzIA</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 15:40:04 UTC</pubDate>
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         <title>As influências de Vygotsky para a dinâmica da aprendizagem</title>
         <author>misdesouza08</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1364635615</link>
         <description><![CDATA[<div>Mislene S. Souza Moraes<br>Polo Serra/ES<br>A partir dos referencias, entende-se como aprendizagem o processo interativo e dinâmico da criança e os diversos fatores externos que compreendem o mundo ou o seu universo, que lhe garantem a sua apropriação de estratégias a adaptativas a partir dos seus estímulos, que são impulsionados pela iniciativa e interesses no seu meio social. Reforçando, encontramos na fala de Marta Darsie (1999, p. 9): que diz "Toda prática educativa traz em si uma teoria do conhecimento. Esta é uma afirmação incontestável e mais incontestável ainda quando referida à prática educativa escolar". Em sumo, para Vygotsky, o desenvolvimento cognitivo do aluno se dá por meio de relações sociais, ou seja, de sua interação com outros indivíduos e com o meio. Para Vygotsky, o professor é figura essencial do saber por representar um elo intermediário entre o aluno e o conhecimento disponível no ambiente.&nbsp;<br>Hoje temos como uma das influências de Vygotsky, a interação onde a criança internaliza as interações com o ambiente e assim ocorre o desenvolvimento, que acontece de fora para dentro. A cultura é uma das principais influências para que ocorra o desenvolvimento mental, ela indica os caminhos e também as peculiaridades da sua conexão com o mundo.&nbsp;</div><div>No ambiente escolar onde tudo isso é vivenciado e onde a criança associa suas ações à concepção de mundo em que ela está inserida. <br><strong>Referencia:</strong><br>DARSIE, M. M. P. 1999. Perspectivas Epistemológicas e suas Implicações no Processo de Ensino e de Aprendizagem. Cuiabá, Uniciências, v3: 9-21.&nbsp;</div><div><strong>Leitura Complementar:</strong><br><em>https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-65642010000400006</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 15:49:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de  Vigotski para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1364830528</link>
         <description><![CDATA[<pre>ALUNA JOELMA CAMPOS DA FRAGA, POLO SERRANO/ES</pre><div><br></div><div><strong>Teoria de Lev Semionovich Vygotsky que&nbsp; nasceu em Orsha,&nbsp; Bielorússia, em 17 de novembro de 1896.<br>Estão presentes em nossas práticas educativas cotidianas e é a única que oferece, ao menos em princípio, a possibilidade de se conceituar, de modo científico, os processos metacognitivos, que permite vincular essa dimensão do desenvolvimento cognitivo ao desenvolvimento geral e compreender a origem dessa capacidade de o sujeito controlar seus próprios processos interiores</strong></div><div><strong>A tese de uma sociabilidade primária, em parte geneticamente determinada, tem quase o estatuto de fato científico estabelecido em razão da convergência de duas correntes de pesquisa</strong></div><div><strong>Trata-se da famosa tese sobre a “transformação de fenômenos inter psíquicos em fenômenos intrapsíquicos”</strong></div><div><strong><br>&nbsp;É uma “teoria sócio-histórico-cultural do desenvolvimento das funções mentais superiores”, ainda que ela seja chamada mais frequentemente de “teoria histórico-cultural”.</strong></div><div><strong>Durante uma prodigiosa década (1924-1934), que Vygotsky, cercado por um grupo de colaboradores apaixonados como ele pela elaboração de uma verdadeira reconstrução da psicologia, cria sua teoria histórico-cultural dos fenômenos psicológicos.</strong></div><div><br></div><div><strong>A pesquisa exemplar sobre a apropriação dos instrumentos culturais que se tornam técnicas interiores diz respeito à formação de conceitos: estudos comparativos sobre os conceitos experimentais, conceitos espontâneos e conceitos científicos.</strong></div><div><br></div><div><strong>Na concepção o sistema de conceitos científicos é um instrumento cultural portador, ele também, de mensagens profundas e, ao assimilá-lo, a criança muda profundamente seu modo de pensar.</strong></div><div><strong>A noção vygotskyana de “zona de desenvolvimento proximal” tem, de início, uma marca teórica. Na concepção sociocultural de desenvolvimento, a criança não deveria ser considerada isolada de seu contexto sociocultural, em uma espécie de modelo RobinsonCrusoé-criança.</strong></div><div><br></div><div><strong>&nbsp;Se a criança é exposta a aprendizagens novas, justamente na zona de desenvolvimento proximal. Nessa zona, e em colaboração com o adulto, a criança poderá facilmente adquirir o que não seria capaz de fazer se fosse deixada a si mesma.</strong></div><div><strong>A capacidade de aquisição da linguagem pela criança é fortemente determinada pela hereditariedade, no âmbito da interação social.</strong></div><div><br></div><div><strong>A colaboração, o adulto introduz a linguagem que, apoiada na comunicação pré-verbal, aparece, de início, como um instrumento de comunicação e de interação social&nbsp;</strong></div><div><strong>A compreensão da linguagem consiste em uma cadeia de associações, que surgem na mente sob a influência das imagens semióticas das palavras. A expressão do pensamento na palavra é um movimento inverso, pelas mesmas vias associativas, dos objetos representados no pensamento às designações verbais desses mesmos objetos.</strong></div><div><strong>Compreendem, entre outras, a aprendizagem cooperativa, a aprendizagem guiada, a aprendizagem fundada no conflito sociocognitivo, a construção de conhecimentos em comum, etc.</strong></div><div><br></div><div><strong>A contribuição da aprendizagem deve-se ao fato de que ela coloca à disposição do indivíduo um instrumento poderoso: a língua. No processo de aquisição, este instrumento se torna parte integrante das estruturas psíquicas do indivíduo (evolução da linguagem interior). Mas, há algo mais: as aquisições novas (a linguagem), de origem social, entram em interação com outras funções mentais, o pensamento, por exemplo.<br>file:///C:/Users/master/Downloads/Lev%20S.%20Vygotsky.pdf</strong></div><div><br></div><div><strong>Referências Bibliográficas</strong></div><div><strong>&nbsp;Cotonhoto, Larissy Alves. Teorias de Aprendizagem - Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021. Disponível em: </strong><a href="https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961"><strong>https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961</strong></a><strong>. Acesso em: 29março 2021.</strong></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 16:34:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de Carl Ransom Rogers para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1364970033</link>
         <description><![CDATA[<div>André Santos de Souza/Polo Colatina-ES<br><br>O pensamento educacional centrado na pessoa contribui para a desenvolvimento da educação. A educação desperta forças positivas no crescimento do ser humano e está ligada, diretamente, a qualidade da relação do professor e aluno. O ser humano tem tendência de crescimento em direções saudáveis logo o papel do professor e estimular esse desenvolvimento baseando-se em três pontos importantes: congruência, empatia e aceitação positiva incondicional através das melhores condições possíveis. Todos esses fatores contribuem para a formação de um bom ambiente educacional. Da mesma forma, cada professor tem sua metodologia de ensino, cuja importância é o despertar do desenvolvimento de cada estudante. O aluno deve criar com o processo de ensino responsabilidade, capacidade de gerir e fazer suas próprias escolhas durante o aprendizado. Desta forma, a escola se torna assistente na conquista de independência, autodeterminação, discernimento e busca do crescimento pessoal.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Referências<br><br></div><div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=KiO-WhwVws0">https://www.youtube.com/watch?v=KiO-WhwVws0</a>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 17:05:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A contribuição de Piaget,  para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1365178077</link>
         <description><![CDATA[<div>Ícaro Gonçalves Amaral/ Polo Piúma-ES<br><br><strong>Piaget</strong> contribuiu muito para as práticas educativas com suas pesquisas sobre o desenvolvimento humano, como os estágios do conhecimento e a construção da moralidade. <br>O cientista suíço <strong>Jean Piaget</strong> realizou muitas pesquisas que o fizeram tornar-se um teórico muito utilizado na área da educação. Em suas pesquisas demonstrava interesse na construção do conhecimento, buscando compreender como uma pessoa passava de um grau de conhecimento menor para um grau, chegando à conclusão de que o aprendizado é construído, disso temos o nome construtivismo para a sua abordagem teórica. O trabalho com o conhecimento é o pilar da escola, por isso, a pesquisa de <strong>Piaget </strong>tem grande relevância na área escolar.<br>Na busca de uma explicação científica da existência psicológica do homem, Piaget procura estabelecer um nexo lógico entre a psicologia e a biologia.<br>&nbsp;Desde o nascimento até a idade adulta, o desenvolvimento mental do indivíduo é um processo contínuo de construção de estruturas variáveis, que, ao lado de características que são constantes e comuns a todas as idades, refletem o seu grau de desenvolvimento intelectual. Para Piaget (1967), estruturas variáveis são maneiras de organização das atividades mentais, que englobam os aspectos motor ou intelectual e afetivo, tanto na dimensão individual como na social; já as características invariáveis são as funções de interesse, explicação, entre outras, que não variam com o nível mental do indivíduo.<br>Os temas centrais desenvolvidos por Piaget são os estágios do desenvolvimento.<br>São eles: <br><strong>Sensório Motor (0 a 2 anos): </strong>Uso de reflexos inatos (sucção, visão, audição, fonação, preensão);<br><br></div><div><strong>Estágio Pré operatório – Piaget (2 a 7 anos): </strong><br>Nesta fase temos o início da construção dos esquemas simbólicos, dentre eles a linguagem passa a desenvolver-se. A criança começa a ter uma visão do mundo egocêntrica e centrada no seu ponto de vista. <br><strong><br>Estágio Operatório concreto – Piaget (7 a 11 anos)<br></strong>É o estágio em que há o nascimento das operações (lógico – matemática). A criança consegue compreender a partir do concreto algumas abstrações como os números e as próprias relações sociais.<br><strong>Estágio Operatório formal – Piaget (11 até o fim):</strong><br>Neste estágio o conhecimento já acontece a partir das hipóteses, tendo o operatório concreto e operatório formal como fases em que a criança passa a estabelecer relações e percebe pontos de vista diferente do seu, com isso ela inicia a realização de operações mentais.<br><br>Através desses processos, o educador se baseia para melhor entendimento das fases do seu aluno, inclusive se deve ou não intensificar seus métodos de ensino e/ou até mesmo mudá-lo. <br><br></div><div><br><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 17:52:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As influências de Vygotsky para a dinâmica da aprendizagem</title>
         <author>mcjunior</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1365184363</link>
         <description><![CDATA[<div>Mislene S. Souza Moraes<br>Polo Serra/ES<br>A partir dos referencias, entende-se como aprendizagem o processo interativo e dinâmico da criança e os diversos fatores externos que compreendem o mundo ou o seu universo, que lhe garantem a sua apropriação de estratégias a adaptativas a partir dos seus estímulos, que são impulsionados pela iniciativa e interesses no seu meio social. Reforçando, encontramos na fala de Marta Darsie (1999, p. 9): que diz "Toda prática educativa traz em si uma teoria do conhecimento. Esta é uma afirmação incontestável e mais incontestável ainda quando referida à prática educativa escolar". Em sumo, para Vygotsky, o desenvolvimento cognitivo do aluno se dá por meio de relações sociais, ou seja, de sua interação com outros indivíduos e com o meio. Para Vygotsky, o professor é figura essencial do saber por representar um elo intermediário entre o aluno e o conhecimento disponível no ambiente.&nbsp;<br>Hoje temos como uma das influências de Vygotsky, a interação onde a criança internaliza as interações com o ambiente e assim ocorre o desenvolvimento, que acontece de fora para dentro. A cultura é uma das principais influências para que ocorra o desenvolvimento mental, ela indica os caminhos e também as peculiaridades da sua conexão com o mundo.&nbsp;</div><div>No ambiente escolar onde tudo isso é vivenciado e onde a criança associa suas ações à concepção de mundo em que ela está inserida. <br><strong>Referencia:</strong><br>DARSIE, M. M. P. 1999. Perspectivas Epistemológicas e suas Implicações no Processo de Ensino e de Aprendizagem. Cuiabá, Uniciências, v3: 9-21.&nbsp;</div><div><strong>Leitura Complementar:</strong><br><em>https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-65642010000400006</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 17:54:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As influências de Vygotsky para a dinâmica da aprendizagem</title>
         <author>mcjunior</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1365184807</link>
         <description><![CDATA[<div>Mislene S. Souza Moraes<br>Polo Serra/ES<br>A partir dos referencias, entende-se como aprendizagem o processo interativo e dinâmico da criança e os diversos fatores externos que compreendem o mundo ou o seu universo, que lhe garantem a sua apropriação de estratégias a adaptativas a partir dos seus estímulos, que são impulsionados pela iniciativa e interesses no seu meio social. Reforçando, encontramos na fala de Marta Darsie (1999, p. 9): que diz "Toda prática educativa traz em si uma teoria do conhecimento. Esta é uma afirmação incontestável e mais incontestável ainda quando referida à prática educativa escolar". Em sumo, para Vygotsky, o desenvolvimento cognitivo do aluno se dá por meio de relações sociais, ou seja, de sua interação com outros indivíduos e com o meio. Para Vygotsky, o professor é figura essencial do saber por representar um elo intermediário entre o aluno e o conhecimento disponível no ambiente.&nbsp;<br>Hoje temos como uma das influências de Vygotsky, a interação onde a criança internaliza as interações com o ambiente e assim ocorre o desenvolvimento, que acontece de fora para dentro. A cultura é uma das principais influências para que ocorra o desenvolvimento mental, ela indica os caminhos e também as peculiaridades da sua conexão com o mundo.&nbsp;</div><div>No ambiente escolar onde tudo isso é vivenciado e onde a criança associa suas ações à concepção de mundo em que ela está inserida. <br><strong>Referencia:</strong><br>DARSIE, M. M. P. 1999. Perspectivas Epistemológicas e suas Implicações no Processo de Ensino e de Aprendizagem. Cuiabá, Uniciências, v3: 9-21.&nbsp;</div><div><strong>Leitura Complementar:</strong><br><em>https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-65642010000400006</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 17:54:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Contribuições de Vigotski nos processos de ensino e aprendizagem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1365243967</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>Cariacica - Damaris Santos de Souza</strong><br><br></div><div>Vigotski, de acordo com a abordagem sociointeracionista, apresenta em sua teoria que é na relação com o outro e com o meio que a criança vai internalizando as formas culturais de perceber a realidade, através da linguagem e das significações, pois o processo de desenvolvimento do sujeito acontece na perspectiva de fazer junto, de compartilhar.<strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div>A abordagem sociointeracionista tem como particularidade analisar a influência do meio social no processo de desenvolvimento do sujeito, sendo que este ao nascer já trás consigo uma história, não é como se fosse uma página em branco, nesse sentido Freitas (2002), destaca que:&nbsp;<br><br></div><div>Assim, ao se estudar o homem é necessário compreendê-lo a partir da interação dialética dessas duas linhas de desenvolvimento: a natural e a cultural. Portanto, os estudos que focalizam o ser humano, buscando compreendê-lo, não podem ser examinados fora dessa relação com o social e nem de uma forma estática (FREITAS, 2002).<br><br></div><div>Compreendendo a importância de possibilitar vínculos entre todos os envolvidos no ambiente escolar, tal abordagem pode contribuir aos professores que já têm em mente o valor de se estabelecer uma boa prática durante o processo de desenvolvimento das crianças, para que as mesmas sintam-se protagonistas do processo educativo. Para os demais profissionais da educação é uma maneira de se familiarizar com um ambiente plural, diversificado e que valoriza os múltiplos aprendizados. E para os alunos é uma forma de perceber o processo educativo como possibilitador de aprendizagens significativas.&nbsp;<br><br></div><div><br>FREITAS, Maria Teresa. <strong>A abordagem sócio-histórica como orientadora da pesquisa qualitativa</strong>. Cadernos de Pesquisa, n. 116, p. 21-39, Minas Gerais: 2002. Disponível em: <a href="https://doi.org/10.1590/S0100-15742002000200002">https://doi.org/10.1590/S0100-15742002000200002<br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 18:08:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Moacyr Correa Jr - Campus Cariacica</title>
         <author>mcjunior</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1365381350</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Vygotsky e as teorias da aprendizagem – colaborações e confrontos&nbsp;<br></strong><br></div><div>&nbsp;Entre as diversas teorias ou estudos teóricos científicos sobre a aprendizagem, encontramos a Teoria Sócio-Histórica de Lev Vygotsky, que foi um psicólogo bielo-russo (1896-1934). Para muitos sua teoria não é sobre como aprendemos, mas sobre o desenvolvimento humano. Entretanto, difícil é dissociar o desenvolvimento humano de seu processo de aprendizagem. Para ele, e em contraponto ao pensamento da época, a aprendizagem não era uma mera aquisição de informações, não acontecia a partir de uma simples associação de ideias armazenadas na memória, mas, era um processo interno, ativo e interpessoal. Como o ponto essencial da escola de Vygotsky reside justamente na abordagem historicizadora do psiquismo humano, para essa escola, somente uma psicologia marxista poderia realizar isso plenamente, pois seria imprescindível a compreensão do psiquismo humano, senão por meio do materialismo histórico dialético. Nas palavras de Teresa Cristina Rego (2002, p. 98), apud Rita de Araujo Neves em sua tese de mestrado em educação, ao descrever a Teoria Vygotskyana:<br><br></div><div>&nbsp;“Em síntese, nessa abordagem, o sujeito produtor de conhecimento não é um mero receptáculo que absorve e contempla o real nem o portador de verdades oriundas de um plano ideal; pelo contrário, é um sujeito ativo que em sua relação com o mundo, com seu objeto de estudo, reconstrói (no seu pensamento) este mundo. O conhecimento envolve sempre um fazer, um atuar do homem. (grifo meu)”<br><br></div><div>Concluindo e em atrito com outras teorias, Vigotsky coloca o desenvolvimento humano em consonância com a aprendizagem, cujo desenvolvimento terá sua assimilação no tempo e espaço na medida em que o aprendizado traz desenvolvimento, que traz aprendizado e que continuará num ciclo permanente de crescimento.<br><br></div><div>&nbsp;Bibliografia: NEVES, Rita de Araújo, Trabalho de dissertação de mestrado em educação, UFRS, Vol. 1, n° 2: (abril 2006)<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-29 18:40:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Contribuições de Vygotsky acerca do desenvolvimento/ ensino-aprendizagem</title>
         <author>julienypita</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1365394001</link>
         <description><![CDATA[<div>Julieny Pita de Oliveira/ Polo Cariacica - ES<br>No artigo intitulado “Vygotsky e o desenvolvimento humano”, nos traz um pouco do entendimento de desenvolvimento que não está desassociado da evolução, que por sua vez, se faz presente em diversas áreas tais como “cognitiva, social e motora”. Não sendo determinado apenas por processo de “maturação biológicos ou genéticos”. Na abordagem de Vygotsky, o desenvolvimento humano, ocorre pela troca entre os indivíduos sociais, em um processo de interação e mediação. Segundo o artigo supracitado acima, Vygotsky dava ênfase ao processo histórico-social e importância ao papel da linguagem para o desenvolvimento do indivíduo, onde a questão central da aquisição do conhecimento dava-se pela interação do indivíduo com o meio em que estava inserido, assim adquirindo conhecimento a partir das relações intra e interpessoais. Em sua abordagem procurou a síntese do “homem como ser biológico, histórico e social”.<br><br></div><div>A perspectiva abordada por Lev Vygotsky, enfatiza que o desenvolvimento e aprendizagem está associado ao fato do indivíduo está inserido em um convívio social, sendo motivador para estes dois processos, caminhando de maneira conjunta não de forma paralela. Para o teórico o meio e práticas especificas são propicias para a aprendizagem, não sendo assim suficiente o aparato biológico do indivíduo. Trazendo para a realidade da escola, segundo essa abordagem, é preciso pensar que o aluno/criança apenas com o tempo não será capaz de desenvolver-se, uma vez que a mesma não possui com ela todo aparato para tal, suas aprendizagens se dará mediante as experiências a que foi colocada. Logo devemos preparar nossos espaços escolares, de modo a acolher os alunos para que possam vivenciar e trocar experiências, onde nosso papel como mediador, favoreça sua aprendizagem.<br><br>Bibliografia: RABELLO, E.T. e PASSOS, J. S. Vygotsky e o desenvolvimento humano. Disponível<br>em&lt;http://www.josesilveira.com&gt; no dia 29 de março de 2021.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 18:44:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A aprendizagem significativa segundo Vygotsky                         Polo Santa Teresa - Alexandre Neiva de Araujo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1365495629</link>
         <description><![CDATA[<div>O avanço na compreensão dos mecanismos envolvidos no processo de aprendizagem e a reflexão sobre os desafios impostos pelo mundo contemporâneo indicaram a necessidade de considerar concepções mais sistêmicas e complexas, no que se refere à construção do conhecimento e à formação humana. Nessa direção, os currículos transcenderam à mera seleção dos conteúdos a serem ensinados para instituir princípios que orientassem a intencionalidade do tratamento pedagógico e promovessem a formação de um sujeito capaz de intervir em seu meio social.<br><strong>Metodologia</strong><br>Para tanto foi preciso, também, conceber metodologias coerentes com tais proposições, isto é, que superassem a transmissão mecânica de conhecimentos e a formação tecnicista em direção à práxis pedagógica, com vistas à formação de um sujeito ético, reflexivo e humanizado.<br><strong>Formação</strong><br>Essa formação não é possível sem que os estudantes produzam sentidos e significados acerca de suas aprendizagens, de maneira contextualizada e protagonista, levando em conta o conhecimento prévio que trazem da esfera escolar e para além dela, aspectos que se observam na leitura dos relatos de prática dos professores.<br><strong>Mediação</strong><br>Dessa maneira, o material e a mediação são fundamentais, visto que o estudante pode não ter conhecimentos prévios adequados para atribuir os significados aceitos no contexto do componente. Por um lado, essa condição reforça a necessidade da predisposição para aprender, que, como esclarece Marco Antônio Moreira em sua obra, não é uma simples questão de motivação ou identificação com o componente, mas uma predisposição para relacionar-se com novos conhecimentos atribuindo significados. Por outro lado, essa condição convida o docente a acolher as ideias prévias dos estudantes, ainda que sejam insatisfatórias, para, a partir delas, construir situações de aprendizagem capazes de promover a atribuição de significados aos temas tratados.<br><strong>Bibliografia<br>BNCC.</strong>http://basenacionalcomum.mec.gov.br/implementacao/praticas/caderno-de-praticas/aprofundamentos/191-aprendizagem-significativa-breve-discussao-acerca-do-conceito<strong><br></strong>MOREIRA, M. A. <strong>O que é afinal aprendizagem significativa?</strong> Revista cultural La Laguna Espanha, 2012. Disponível em: <a href="http://moreira.if.ufrgs.br/oqueeafinal.pdf">http://moreira.if.ufrgs.br/oqueeafinal.pdf</a>. Acesso em: 29/03/2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 19:10:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A aprendizagem significativa segundo Vygotsky                         Polo Santa Teresa - Andressa Garcia Castilho</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1365554008</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Lev Vygostki contribuiu com a Educação ao pesquisar sobre o <strong>desenvolvimento intelectual</strong> e a sua relação com a cultura.&nbsp; Sua teoria nos ajuda a entender como podemos atingir uma aprendizagem significativa pensando em nosso aluno (Vale ressaltar que esse autor não escreveu diretamente ao campo da Educação) . Por sua obra ser extensa apesar da sua biografia vou&nbsp; centralizar algumas dessas contribuições para os processos de alfabetização com a leitura e da escrita em desenvolvimento da criança. <br>O autor ao considerar que somos seres historicamente sociais ele demonstrou que a interação é a maneira pela qual nos apropriamos daquilo que ocorre no mundo. <br>Dessa forma, uma contribuição para aprendizagem do ser social é&nbsp; ampliar as oportunidades de <strong>interação</strong> e mediação nos <strong>processos de ensino aprendizagem. <br></strong><br><strong>ESCOLA</strong><br><br>Na escola uma importante contribuição foi o estudo&nbsp; sobre a linguagem. Por isso, autores como Ana Smolka e muitos alfabetizadores utilizam os princípios da Psicologia Histórico Cultural e Pedagogia Histórico Crítica para propiciar a criança um ampliação do seu repertório. Nos como docentes podemos utilizar tais teorias para alavancar o repertório cultural de nossos alunos e frutificar a possibilidade de transição nas zonas de aprendizagem.<br><br>Abaixo das referências estão elencadas mais possibilidades no mapa conceitual sobre essa teoria sócio cultural.<br><br><br>Referência complementar:<br>https://www.ugr.es/~recfpro/rev102COL2port.pdf<br><br>vídeo recomendado sobre as contribuições:<br>https://www.youtube.com/watch?v=UddkORw_P5M<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 19:27:59 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>INTERAÇÕES SOCIAIS E O DESENVOLVIMENTO METAL, SEGUNDO VYGOTSKY</title>
         <author>conradocmachado</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1365561529</link>
         <description><![CDATA[<div>COLATINA- CONRADO MACHADO<br><br>Após realizar os estudos acerca de algumas teorias de Aprendizagem, é possível concluir que há diversas maneiras de aprender e que cada estudante/pessoa aprende à sua maneira.&nbsp;</div><div>Diante disso, vale apresentar a abordagem sociointeracionista de Lev Semyonovich Vygotsky. Mas ainda, é preciso salientar: Quem foi Vygotsky? Acesse o link e aprofunde seus conhecimentos: <a>(https://novaescola.org.br/conteudo/382/lev-vygotsky-o-teorico-do-ensino-como-processo-social</a>).</div><div>Agora que já relembramos ou aprendemos sobre quem foi Lev Semyonovich Vygotsky, podemos discorrer brevemente sobre sua teoria no campo da educação.</div><div>Vygotsky defendia que o desenvolvimento cognitivo da criança tinha bases biológicas assim como compreendia, o renomado suíço Piajet, ao defender os estágios do desenvolvimento cognitivo. Entretanto, Vygotsky ressaltava que o desenvolvimento do ser humano, dava-se exclusivamente a partir da interação com meio, levando em consideração seus conceitos espontâneos e posteriormente com a mediação do professor transformado em conceitos não espontâneos, ou seja, à análise intelectual, da comparação e do pensamento lógico em direção aos conceitos científicos.</div><div>Essa abordagem defendida por Vygotsky está plenamente presente no nosso cotidiano escolar, ou deveria estar. Enquanto educadores deveram explorar os conhecimentos prévios dos alunos, pois esses não são como uma tábua rasa, muito pelo contrário, apresentam conhecimentos advindos do meio social em que vivem, chamados de conceitos espontâneos por Vygotsky, e assim a partir desse conhecimento, nós educadores, por meio da mediação, aprofundaremos esse conceitos junto com os estudantes, demonstrando sua aplicabilidade no dia a dia.&nbsp;</div><div>Em suma, percebemos a importância do estudo e do entendimento em relação às teorias da Aprendizagem e o impacto que determinada abordagem quando aplicada pode causar no aprendizado dos estudantes. Vimos também, que Vygotsky contribuiu muito com sua teoria de aprendizagem, ao afirmar que a interação e mediação são fortes aliadas para a sistematização do conhecimento, como de fato são. E ainda, ao entender as teorias de aprendizagem e sua aplicabilidade, vale uma boa reflexão da prática docente, como o professor ensina? Como a criança aprende? Essas perguntas devem sempre ser a bússola do professor, para assim, corrigir as rotas de não aprendizagem.<br><br><strong><sup>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</sup></strong></div><div>Cotonhoto, Larissy Alves. Teorias de Aprendizagem - Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021. Disponível em: <a href="https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961">https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961</a>&nbsp; Acesso em:29/03/2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 19:30:23 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>As contribuições de Vygotsky no processo de ensino e aprendizagem          </title>
         <author>mh1997santos</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1365690500</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Polo Itapina- Maria Helena<br></strong><br>No âmbito das contribuições do Sociointeracionismo Lev Semyonovich Vygotsky, entendia, junto com os cientistas da época, a necessidade de produzir uma ciência pertinente ao momento histórico, neste sentido os temas centrais da abordagem de Vygotsky são o desenvolvimento da linguagem e do pensamento da criança, bem como a influência do meio social no processo de formação do sujeito.<br>Para Vygotsky, a criança não chega ao meio escolar vazia, mas carrega consigo os conceitos espontâneos adquiridos a partir do meio social onde vive. Ao trilhar o caminho escolar, ela não abandona esses conceitos, contudo passa a agregar novos, sendo estes os conceitos científicos, ou ainda não espontâneos. <br>O conceito central da teoria de Vygotsky é a mediação e a partir dela, originou-se outro conceito: a zona de desenvolvimento proximal. Aqui identifica-se dois níveis de desenvolvimento: o real e o desenvolvimento potencial. Por nível de desenvolvimento real, temos aquele conhecimento que o sujeito consegue operar sozinho, já o potencial, é aquele que o sujeito pode atingir se o mesmo for auxiliado por alguém. Por fim, a zona de desenvolvimento proximal é a distância entre os níveis de desenvolvimento, real e o potencial. <br>De acordo com as contribuições de Vygotsky, faz-se saber que o sujeito é temporal, datado. Os alunos estudados por ele, possuem um contexto sócio histórico diferente dos alunos que frequentam as nossas salas de aula na atualidade, portanto é necessário transformar e adequar as contribuições do passado, visando aprimorar o futuro.<br><br> <strong>REFERÊNCIAS</strong><br>Cotonhoto, Larissy Alves. Teorias de Aprendizagem - Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021. Disponível em: Cotonhoto, Larissy Alves. Teorias de Aprendizagem - Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021.&nbsp;<br><br>No mapa conceitual abaixo veremos de forma resumida a teoria de Vygotsky.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 20:12:30 UTC</pubDate>
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         <title>Carl Rogers e a Escola inclusiva</title>
         <author>raphaelilario</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1365695191</link>
         <description><![CDATA[<div>RAPHAEL ILARIO - CEFOR POLO VIANA<br><br>A proposta humanista do Carl Rogers muitas vezes, como também foi descrito no texto de LIMA, BARBOSA, PEIXOTO (2018) encontra dificuldades para ser implementada em escolas que ainda possuem uma proposta tradicional como a pública. Não que seja impossível fazer com que a Atenção Centrada na pessoa seja implementada, mas como nós professores podemos mudar a estrutura de uma escola e o sistema escolar para fazer com que isso aconteça. Nesse mesmo raciocínio, LIMA, BARBOSA, PEIXOTO (2018)&nbsp; colocam em questão a importância da proposta humanista de Rogers para a educação inclusiva. Por algumas vezes vi que esses alunos foram tratados com indiferença com relação a outros alunos, como é de praxe em escolas tradicionais. E esses alunos acabam se prejudicando por não conseguirem acompanhar os outros. O professor humanista, que compreende a situação do aluno, que compartilha experiências, que busca com o aluno as melhores formas de desenvolver atividades, acaba não somente ajudando o aluno, mas a si mesmo, sendo um profissional que saiba lidar com a diversidade de uma sala de aula e desenvolver métodos que nenhum aluno ficará de fora.<br>&nbsp;Segundo LIMA; BARBOSA e PEIXOTO (2018, pg. 169): "Sendo assim, é dever da escola assegurar uma educação adequada e dirigida para o desenvolvimento das competências da criança, compreendendo os níveis físico, emocional, social e afetivo. Corresponde a uma<br>&nbsp;metodologia educativa que englobe o desenvolvimento pessoal do estudante e não<br>&nbsp;apenas o intelectual." Portanto o aluno deve ter todos os meios possíveis para desenvolver-se intelectualmente e também socialmente no ambiente escolar, e uma dessas possibilidades é mudando o ambiente escolar sendo mais atrativo ao aluno, desenvolvendo nele a capacidade de desenvolver sua própria gestão acadêmica, sua capacidade de argumentar, de propor conteúdos, de ser mais participativo e contribuir com o andamento de uma disciplina promovendo uma troca com o professor. Citando um exemplo pessoal, quando era estagiário em uma escola os alunos não prestavam atenção ou não se interessavam pelo conteúdo que estava lecionando. Somente após propor a participação deles com debates, atividades interativas e trocas de experiências, as aulas se tornaram mais dinâmicas e os alunos mais participativos e independentes.<br><br><strong>REFERÊNCIAS<br></strong>DE LIMA, L. D.; BARBOSA, Z.C.L.; PEIXOTO, S.P.L.; &nbsp; TEORIA HUMANISTA: CARL ROGERS E A EDUCAÇÃO. <strong>Caderno de Graduação - Ciências Humanas e Sociais - UNIT - ALAGOAS</strong>, <em>[S. l.]</em>, v. 4, n. 3, p. 161, 2018. <br>FONSECA, M.J.M.; CARL ROGERS: UMA CONCEPÇÃO HOLÍSTICA DO HOMEM - Da terapia centrada no cliente a pedagogia centrada no aluno. <strong>Millenium</strong>.&nbsp; Ed. N.º 36 (14): maio de 2009&nbsp;<br><br></div><div><strong><br>Fonte: Razões para Acreditar</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 20:13:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições da abordagem centrada na pessoa de Rogers para no processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos.</title>
         <author>vfcampana</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1365701895</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Vitor Faiçal Campana - Polo Serra</strong></div><div>Baseado na teoria humanista, que está focada nas relações interpessoais, na construção da personalidade do indivíduo, ensino centrado no aluno Carl Ransom Rogers (1902-1987) trás a abordagem centrada na pessoa, que considera o ato de aprender algo individualizado de cada sujeito. Rogers é considerado na literatura o mais influente teórico no campo das teorias humanísticas.&nbsp; A sua contribuição no campo científico foi caracterizado por seu trabalho intenso que evoluiu conforme suas próprias experiências confirmavam suas teorias atuando como terapeuta e psicólogo clínico. Ao longo de sua carreira publicou mais de duzentos e cinquenta artigos, cerca de vinte livros (Lima, 2018). Suas ideias defendem o papel do professor como facilitador do processo de ensino,&nbsp; o educador-facilitador deve ajudar seu aluno a encontrar seus próprios interesses, objetivos e expectativas (Lima, 2018).</div><div>Seus pensamentos e estudos são bem atuais e percebidos no contexto que vivemos, principalemtne quando entramos no universo da eduacão à distancia, mediada por tecnologia, que permite a materialização do pensamento que os estudantes possuem rítmos, estágios e interesses diferentes, particularidades e que em cursos ofertados por meio de recursos tecnológicos, emplataformas digiatais o papel do docente como mediador e o ensino orientado ao aluno está bem presente.<br>Referência:<br>LIMA, L.D., BARBOSA, Z. C.L. e PEIXOTO, S.P.L. Teoria Humanista: Carl Rogers e a Educação. Caderno de Graduação. Ciencias Humanas e Sociais. Alagoas. v.4, n3, p.161-173, Maio de 2018. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 20:16:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de Carl Rogers para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem    </title>
         <author>cwborges16</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1365728723</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Por: Caio Wesley Borges <br>Polo Santa Teresa</strong><br><br>Carl Rogers (1902 a 1987), a partir do desenvolvimento da abordagem centrada na pessoa (ACP) introduziu uma nova concepção de aprendizagem no âmbito educacional, apresentando uma visão holística da pessoa, considerando o indivíduo como único e responsável pela construção do seu próprio conhecimento.&nbsp;<br><br></div><div>Para Rogers, a aprendizagem é individual e inerente de cada sujeito, sendo que o aluno retém a informação que julga importante e que se relaciona com seu contexto. Desta forma, a ACP trabalha com o conceito de não-diretividade, pressupondo que quando os indivíduos estão ávidos a aprender, são capazes de gerir seu próprio aprendizado.<br><br></div><div>Neste contexto, o papel do educador é de facilitador da aprendizagem, fornecendo subsídios para que os alunos possam construir o seu próprio conhecimento. Os professores aceitam as subjetividades dos alunos e permitem que os mesmos se expressem com liberdade, planejando as atividades de forma conjunta, considerando as necessidades de cada aluno. Assim, o autodesenvolvimento e a realização pessoal são o foco do processo de ensino e aprendizagem.<br><br></div><div>A teoria humanista de Rogers está muito presente em nossas práticas de ensino. Atualmente, muitas escolas buscam propiciar uma atmosfera favorável dentro da sala de aula, com o mínimo de tensões e pressões emocionais. Muitos professores se preocupam em apresentar conteúdos conexos com a realidade e compreendem a importância das relações interpessoais, na construção da personalidade do indivíduo. Ainda, a partir do uso de metodologias ativas, inserindo-se no papel de educador-facilitador, objetivam colocar os alunos como protagonistas na construção do conhecimento, formando indivíduos autônomos e contribuindo para a autodescoberta.<br><br></div><div><br></div><div>REFERÊNCIAS<br><br></div><div>LIMA, L. D. de; BAROBOSA, Z. C. L.; PEIXOTO, S. P. L. Teoria Humanista<strong>: </strong>Carl Rogers e a Educação. <strong>Cadernos de Graduação</strong><em> </em>- Ciências Humanas e Sociais, v.4, nº 3. Maceió, AL, 2018.</div><div>&nbsp;</div><div>ZANETTI NETO, G. <strong>Tendências Pedagógicas</strong>. Apostila digital. Vitória: Ifes, 2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 20:26:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Validação do modelo de Vygotsky na formação profissional moderna</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1365796206</link>
         <description><![CDATA[<div>Por: Rafael Emerick Z de Oliveira - Polo Serra<br><br>É fácil entender Vygotsky, ou pelo menos se aproximar disso, quando olhamos o processo real de formação profissional moderno no setor de Tecnologia.<br><br>Conforme ideias originárias de Marx, na divisão do sistema de produção, a relação de criação de valor por meio do trabalho ganha destaque. <br><br>É muito comum o estagiário desenvolver uma Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP) com o Analista Júnior ou Pleno, a caminho da posição de Analista Júnior. O Analista pleno, por sua vez, já passou, geralmente pelas posições anteriores, torna-se um profissional mais completo pelos conjuntos de experiências acumulados nas trocas com seus pares mais experientes. Quando chegada a posição Sênior, o profissional é capaz de contribuir de forma plena na formação de toda a cadeia profissional da área.<br><br>Assim acontece na maioria das profissões: do ajudante&nbsp; ao encarregado ou Metre de obras; Do ajudante ao Mestre cuca; Do <em>trainee</em> ao presidente da empresa. As melhores formações ocorrem nas ZDPs.<br><br>Trazer essas oportunidades de troca para o ambiente de ensino é fundamental para que o estudante se adapte precocemente a esse modelo de formação, ajudando seus pares, e contribuindo com o Analista Sênior da sala de aula, que é o seu Professor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 20:54:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A</title>
         <author>alziradasneves</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1365817440</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 21:04:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Contribuição de Carl Ransom Rogers com a nossa educação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1365827244</link>
         <description><![CDATA[<div>Por: Juliana Dalbó<br>Polo: Alegre&nbsp;<br><br>Carl Ransom Rogers (1902-1987) é um influente teórico no campo das teorias humanísticas e da personalidade, no qual traz a visão do ato de aprender ser individual, singular e peculiar de cada sujeito.&nbsp;<br><br></div><div>Ele enfatiza as relações interpessoais, na construção da personalidade do indivíduo e no ensino centrado no aluno. Também aborda as perspectivas de composição e coordenação pessoal da realidade, bem como a habilidade de operar como ser integrado. &nbsp;<br><br></div><div>Este pensamento contribui para uma visão mais holística, ecológica, organísmica e sistêmica do aluno. Ainda colabora para novas abordagens que auxiliam a psicologia escolar e educacional, bem como a pedagogia e a psicologia social, a ter uma atitude inclusiva de que nós estamos num processo de aprendizagem contínua e que somos multiplicadores dessa aprendizagem.&nbsp;<br><br></div><div>Além disso, o teórico contribui para uma aprendizagem simples, livre de tensões e pressões emocionais, com métodos e conteúdo de ensino estimulantes, no qual permite a expressão individual de cada aluno. Também podemos observar sua contribuição na formação do docente como facilitador do processo educacional, bem como o dialogo e a interação como base do relacionamento entre professor e aluno.&nbsp;<br><br></div><div>Referências:<br><br>LIMA, L. D.; BARBOSA, Z. C. L; PEIXOTO, S. P. L.<strong> </strong>Teoria Humanista: Carl Rogers e a Educação.<strong> </strong>Ciências Humanas e Sociais. v. 4, n.3, p. 161-17, 2018.&nbsp;<br><br>ZANETTI NETO, G. Tendências Pedagógicas. Apostila digital. Vitória: Ifes, 2021.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 21:08:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições da teoria sociointeracionista de Vygotsky no processo de ensino-aprendizagem</title>
         <author>mayaramodenesi</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1365832983</link>
         <description><![CDATA[<div>MAYARA MODENESI CORTI - POLO SANTA TERESA<br><br>A teoria desenvolvida por Vygotsky aborda o sociointeracionismo, no qual o desenvolvimento da linguagem e do pensamento da criança e a influência do meio social estão presentes no processo de aprendizagem.<br>A criança se relaciona ativamente com o meio em que está inserida, carregando consigo os conceitos previamente desenvolvidos em seu meio social. Através da mediação, se direciona a formação de novos conhecimentos e habilidades, sem que se abandone o conteúdo já adquirido.&nbsp;<br>Esta prática se aplica no cotidiano escolar, quando se permite que os estudantes explorem materiais e construam o próprio saber através do direcionamento do professor. Assim, criam-se seres capazes de desenvolver reflexões acerca de vários temas, aprofundando sempre mais seus conhecimentos.<br><br></div><div><strong><em>Referências</em></strong><br>1. Cotonhoto, Larissy Alves. Teorias de Aprendizagem - Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021. Disponível em: <a href="https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961">https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961</a>&nbsp; Acesso em 29 de março de 2021.<br><br>2. Vídeo: Nova Escola | Pensadores: Lev Vygotsky - intervenção pedagógica. Disponível em: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=9i5s85TpViI">https://www.youtube.com/watch?v=9i5s85TpViI</a> Acesso em 29 de março de 2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 21:10:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Carl Rogers e a abordagem humanista: como essa abordagem colabora com a nossa educação nos dias atuais? </title>
         <author>ArleneFariasKlein</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1365873903</link>
         <description><![CDATA[<div>Por: Arlene da Penha Farias Klein<br>Polo: Viana<br><br><br><em>A abordagem centrada na pessoa (ACP) de Carl Rogers compreende que o ato de aprender é individual, singular e peculiar de cada sujeito, de forma que a vivência subjetiva deve ser considerada, pois o aluno retém somente o que lhe convém, o que acredita ser muito importante e que se relaciona com seu contexto.<br></em><br></div><div><em>(Ciências Humanas e Sociais | Alagoas | v. 4 | n.3 | p. 161-17 | Maio 2018 | periodicos.set.edu.br)<br></em><br></div><div>Ao analisarmos a forma como a educação vem caminhando nos dias atuais,<strong> </strong>as contribuições da abordagem humanista, que nos são perceptíveis são: a necessidade da reinvenção do ensinar e aprender; a reestruturação do que entendíamos e praticávamos como processo de ensino e aprendizagem, devido aos acontecimentos atuais (Pandemia da Covid-19/Ensino remoto), percebemos então, o quanto a abordagem de Carl Rogers tem significância, mais do que nunca.<br><br></div><div>Se:&nbsp;<br><br></div><div><em>[...todos os princípios da terapia centrada na pessoa são válidos para a educação.]<br></em><br></div><div><em>(Carl Rogers)<br></em><br></div><div>Então, passamos a compreender que o papel do professor muda. Pois, de acordo com essa concepção, devemos ofertar as melhores condições de desenvolvimento ás pessoas para que possam manifestar seu potencial (<strong>forças positivas de crescimento</strong>).&nbsp;<br><br></div><div>Ao colocar em prática o que é denominada como a <strong>Tríade Rogeriana:<br></strong><br></div><div>· Aceitação positiva incondicional<br><br></div><div>· Empatia<br><br></div><div>· Congruência<br><br></div><div>Temos a possibilidade de compreender o estudante enquanto ser humano, aceitá-lo sem reservas e com todas as suas características; Colocarmo-nos em seu lugar; Além de compreender e aceitarmos a nós mesmos. Essas atitudes, de acordo com Rogers criam um bom ambiente para o processo de aprendizagem.<br><br></div><div>A importância da atmosfera afetiva, um ambiente convidativo onde não haja censura, permite um desenvolvimento com a percepção de si, menos ansiedade e aumento da autoconfiança. Isso nos ajuda a compreender o porquê Rogers afirma: “Ensinar é importante, porém, criar condições que favoreçam o aprendizado é melhor.”<br><br></div><div>Percebemos a presença da abordagem de Rogers especialmente na dinâmica de organização e funcionamento da educação na modalidade EaD, especialmente, no cumprimento desta tarefa,pois é necessário que sejamos:<br><br></div><div>· Responsáveis pela nossa produção;<br><br></div><div>· Fazer boa gestão do tempo/ uso dos recursos;<br><br></div><div>·&nbsp; Fazer escolhas.<br><br></div><div>Outro fator que o autor nos chama a atenção, é a reflexão quanto às metodologias empregadas em nossas práticas enquanto docentes, quando questiona que: se estamos formando pessoas para exercer a democracia; a aplicação de metodologias de ensino tradicional vai à contra mão da mesma. Pois não incentivam a independência, responsabilidade, autodeterminação e o discernimento. Objetivos que tendência humanista busca atingir como características nos alunos assistidos através dessa concepção de educação.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://jovempan.com.br/opiniao-jovem-pan/comentaristas/renato-casagrande/novos-tempos-da-educacao-abrem-espaco-para-metodologias-inovadoras-de-ensino.html" />
         <pubDate>2021-03-29 21:30:07 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Contribuições da teoria sócio-histórica de Vygotsky no processo de ensino e aprendizagem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1365902251</link>
         <description><![CDATA[<div>Willa Buecker - Polo Centro Serrano<br><br>Os estudos de Vygotsky apontam para uma aprendizagem que se da por meio da interação com&nbsp; a sociedade. Como bem já dizia: <em>"</em>Na ausência do outro, o homem não se constrói homem<em>".<br></em>Em sua concepção a aprendizagem não é mera aquisição de conhecimento que se dá apenas pela associação de uma ideia armazenada na memória, mas é um processo interno, ativo e interpessoal. <br>Vygotsky&nbsp; coloca em xeque diferentes abordagens teóricas, como por exemplo o empirismo que difundi uma concepção de que o professor é o centro do processo de ensino-aprendizagem e o estudante é um "recipiente vazio";&nbsp; e o racionalismo,&nbsp; que defende a ideia de que o conhecimento já existe no estudante e o professor apenas o auxilia a entendê-lo; <br>Para tanto, de acordo com (GIUSTA, 1985), chega-se à conclusão de que as práticas pedagógicas pautadas na teoria interacionista deve se basear em dois fatos básicos: todo conhecimento vem da prática social e retorna à prática social; o conhecimento é um empreendimento coletivo e não pode ser produzido na solidão do sujeito, mesmo que seja impossível por causa da solidão. <br><br><strong>Referências: </strong><br>FERRARI, Marcio. Lev Vygotsky, o teórico do ensino como processo social. <strong>Nova Escola</strong>,2008. Disponível em: &lt;https://novaescola.org.br/conteudo/382/lev-vygotsky-o-teorico-do-ensino-como-processo-social&gt;. Acesso em 29 de março de 2021.<br>COTONHOTO, Larissy Alves. Teorias de Aprendizagem - Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021. Disponível em: <a href="https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961">https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961</a>&nbsp; Acesso em 29 de março de 2021.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 21:45:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Contribuições para o processo no desenvolvimento cognitivo.</title>
         <author>marciaquintino</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1365944801</link>
         <description><![CDATA[<div>Márcia Pereira de Souza - Polo Colatina<br><br>Jean Willian Fritz Piaget (1896 - 1980), biólogo, psicólogo, pensador suíço contribuiu com uma teoria relacionada no desenvolvimento humano e cognitivo. Seu estudo defende a ideia que o ser humano nasce e se desenvolve em quatro estágios, divididos por faixa etária: 1- Inteligência sensório - motora (0-2 anos); 2 - Estágio pré-operatório (2-7 anos); 3 - Estágio das operações concretas (7- 12 anos); 4 - Estágio das operações formais ( a partir de 12 anos).<br>Seus estudos influenciou fortemente na educação com as faixas etárias e estágios de desenvolvimento da criança.<br>A escola exerce influências extraordinárias na criança e no adolescente nesses estágios, por estar no processo de aprendizagem<br><br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 22:12:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O impacto da obra de Vygotsky </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Valeria Carvalho - Polo Vitória<br><br>&nbsp;O impacto se produz pela integração emergente que ele faz do individual e do social, no intuito de criar sua “nova psicologia” num contexto onde tal relação indivíduo/sociedade se olhava de forma morna e desconexa, tanto pela própria psicologia como pelas demais ciências antropológicas e sociais. Não obstante os desacertos que possamos encontrar nas colocações originais de Vygotsky, reconhecidamente justas pela fundamentação objetiva que delas se faz. O processo de aprendizagem e seus transtornos, podemos nos dedicar mais a extrair seus acertos sempre que não entrem em contradição com seus desacertos no tema a que nos dedicamos: a aprendizagem.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-29 22:25:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Algumas contribuições de Jean Piaget no processo de ensino e aprendizagem </title>
         <author>thaisdalapicola</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1365994470</link>
         <description><![CDATA[<div>Thaís Dalapicola Feliciano&nbsp;<br>Polo Viana<br><br>Com enfoque em compreender como o sujeito consegue progredir de um nível de conhecimento mais rudimentar a outro nível de conhecimento mais estruturado, chegando à conclusão de que o desenvolvimento da inteligência está intrinsecamente relacionado à adaptação do sujeito ao meio devido à interação do sujeito com os objetos da sua realidade. Assim compreendemos os estudos de Jean Piaget e sua contribuição para compreensão e intervenção de ensino e aprendizagem dos alunos.&nbsp;<br><br>Nesta perspectiva, o processo de adaptação do sujeito à sua realidade, o qual é responsável pelo desenvolvimento da inteligência, é compreendido por dois conceitos, o da acomodação e o da assimilação.&nbsp;<br><br>A acomodação refere-se ao momento em que ocorre a adaptação do sujeito aos objetos da sua realidade, exercendo assim modificações na sua estrutura. Já a assimilação ocorre o contrário ao referir-se ao momento em que o sujeito exerce a ação sobre os objetos da sua realidade. Dois conceitos distintos, porém indissociáveis, no qual seu equilíbrio é capaz de fomentar a aprendizagem do indivíduo.<br><br></div><div>Com isso, Piaget originou uma teoria chamada <strong>Construtivismo</strong>, onde afirma que o conhecimento é resultado da construção pessoal do aluno; o professor é um importante mediador do processo ensino-aprendizagem. A aprendizagem não pode ser entendida como resultado do desenvolvimento do aluno, mas sim como o próprio desenvolvimento do aluno<br><br></div><div>Piaget também contribui para os estudos educacionais ao dividir o desenvolvimento cognitivo em <strong>quatro estágios</strong>:<br><br></div><ul><li>Sensório-motor</li><li>Pré-operatório</li><li>Operatório concreto</li><li>Operatório formal</li></ul><div><br></div><div>Essas são apenas das muitas contribuições de Jean Piaget para o campo educacional. Ao apresentar que o conhecimento nunca deve ser apresentado ao sujeito de maneira determinativa, suas teorias são postas em práticas nas escolas mesmo nos tempos atuais, que vemos espaços mais abertos ao diálogo, o professor como mediador e não como detentor absoluto do saber e aplicando os recursos tecnológicos em sala de aula.<br><br><strong>REFERÊNCIAS:<br></strong><br></div><div>FOSSILE, Dieysa K. Construtivismo versus sociointeracionismo: uma introdução às teorias cognitivas. Revista Alpha, Patos de Minas, UNIPAM. 2010.<br><br></div><div>NUNES, Therezinha. Construtivismo e alfabetização: um balanço crítico. Educ. Revista, Belo Horizonte, 1990.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 22:44:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>As visões de Lev Vygotsky e a aprendizagem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1365999961</link>
         <description><![CDATA[<div>Carlos A. V. Fraga Jr. - Centro Serrano<br><br>Lev Vygotsky foi um grande nome no que diz respeito a teoria da aprendizagem ou psicologia da educação. Suas concepções iam de contramão da época, e postularam que aprender significa mais que receber um conhecimento passivamente. Na verdade, é um processo múltiplo, que levava tanto em conta o ambiente do indivíduo quanto a interação do indivíduo em relação ao meio.&nbsp;<br><br></div><div>Neste sentido, este autor trouxe uma nova visão e prática pedagógica para o ensino. Ele remove o professor do foco do processo e faz sugestões para que o centro seja o aluno e o meio, sendo mediado pela experiência do professor. A sua linha de atuação, definida como sócio-histórica, ou segundo a concepção epistemológica interacionista – sugere a interação do sujeito com o meio social e sua aplicação para o aprendizado. A aprendizagem significativa adviria destas práxis cotidiana ou palpável, sendo produto também das relações entre os pares. As visões predecessoras, inatistas, genéticas e quantificadoras são para Vygostky menos importantes.&nbsp;<br><br></div><div>As ideias de Vygotsky sugerem zonas de aprendizado, como a real (ZDR) e proximal (ZDP) as quais são áreas que devem ser exploradas e intervindas pelo professor. Este no papel de fomentar e direcionar o desenvolvimento cognitivo e os processos de aprendizagem.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 22:48:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O processo de aprendizagem segundo Jean Piaget </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366015492</link>
         <description><![CDATA[<div>Josuel Da Silva Nascimento Filho - Polo Santa Teresa.<br><br>Segundo Jean Piaget, o processo de aprendizagem do indivíduo acontece quando ocorre um desequilíbrio na relação como o sujeito entende o objeto. Ou seja, sempre que algo novo acontece na realidade do indivíduo (nossos alunos nesse caso), ele entra em desequilíbrio. E para Piaget é neste momento o processo de aprendizagem se inicia.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 23:00:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O processo de aprendizagem segundo Jean Piaget </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366038871</link>
         <description><![CDATA[<div>Josuel Da Silva Nascimento Filho - Polo Santa Teresa<br><br>Pois, a partir daí o indivíduo busca formas para poder restabelecer o equilíbrio outrora perdido. E então dois processos descritos por Piaget como assimilação e acomodação passam a agir nos processos psicológicos do indivíduo.&nbsp;<br>&nbsp;<br>&nbsp;O primeiro, a assimilação, se dá quando o indivíduo localiza novos elementos, do meio e os incorpora. Essa informação que outrora causou desconforto e trouxe o desequilíbrio agora vai ser acomodada. É neste processo que o indivíduo vai modificar a informação de modo que a nova informação se torne significativa, e a partir daí surgem novas aprendizagens.&nbsp;<br><br></div><div>E quando estes processos não são concretizáveis ocorre o processo de equilibração, de maneira que novos processos de acomodação sejam criados. Isso impede que a acomodação e equilibração sejam as únicas maneiras de novos processos de aprendizagens serem criados.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 23:17:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O processo de aprendizagem segundo Jean Piaget </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366044359</link>
         <description><![CDATA[<div>Josuel Da SIlva Nascimento Filho - Polo Santa Teresa<br><br>Dito isto, como professores, devemos sempre buscar maneiras de potencializar os processos de aprendizagens dos nossos alunos. E se pensarmos em como poderíamos usar a teoria de Piaget para isso. Devemos todo o tempo criar mecanismos para que nossos alunos possam desconstruir e reconstruir de forma cíclica suas aprendizagens. Afinal, estamos em constante evolução, em constante investigação. Somos seres curiosos e que desejam aprender todo o tempo. <br><br>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS<br><br>FERRACIOLI, Laércio. Aspectos da construção do conhecimento e da aprendizagem na obra de Piaget. Disponível em: &lt;<a href="https://ava.cefor.ifes.edu.br/pluginfile.php/1201960/mod_resource/content/2/Aspectos%20da%20constru%C3%A7%C3%A3o%20do%20conhecimento%20e%20da%20aprendizagem%20na%20obra%20de%20Piaget.pdf">https://ava.cefor.ifes.edu.br/pluginfile.php/1201960/mod_resource/content/2/Aspectos%20da%20constru%C3%A7%C3%A3o%20do%20conhecimento%20e%20da%20aprendizagem%20na%20obra%20de%20Piaget.pdf</a>&gt;. Acesso em: 26 Mar. 2021.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 23:21:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuição no desenvolvimento humano e cognitivo do ser humano.</title>
         <author>marciaquintino</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366047745</link>
         <description><![CDATA[<div>Márcia Pereira de Souza - Polo Colatina<br><br>Jean Willian Fritz Piaget&nbsp; (1896 - 1980), biólogo, psicólogo e pensador suíço, desenvolveu uma teoria marcada no desenvolvimento cognitivo do ser humano. Seus estudos apresentam que o ser humano nasce e se desenvolve em quatro estágios, divididos por faixa etária.&nbsp;<br>1. Inteligência sensório - motora ( 0-2 anos).<br>2. Estágios pré-operatório (2-7 anos)<br>3. Estágio das operações concretas (7-12 anos)<br>4. Estágio das operações formais (a partir dos 12 anos).<br>Esses estudos influenciou vigorosamente a Educação. Exemplo disso são as etapas escolares, mesmo não tendo a intenção de construir uma teoria pedagógica ou de aprendizagem escolar. Seu principal objetivo foi estudar a evolução do pensamento da infância até a adolescência, procurando entender o processo  que o ser humano lida para  compreender o mundo.<br><br>A principal meta da educação é criar homens que sejam capazes de fazer coisas novas, não simplesmente repetir o que outras gerações já fizeram. Homens que sejam criadores, inventores, descobridores. A segunda meta da educação é formar mentes que estejam em condições de criticar, verificar e não aceitar tudo que a elas se propõe.</div><div><a href="https://www.pensador.com/autor/jean_piaget/"><br>Jean Piaget<br></a><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 23:23:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Carl Rogers e sua visão inclusiva da educação</title>
         <author>profjmadureira</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366058663</link>
         <description><![CDATA[<div>Júlio César Madureira Silva<br>(Polo Cachoeiro)<br><br>A grande contribuição de Carl Rogers com a educação foi a visão mais humanista do processo de ensino aprendizagem através de uma Abordagem Centrada na Pessoa (ACP), expressa em Lima et al. (2018) como:&nbsp;<br><br>"A abordagem centrada na pessoa (ACP) de Carl Rogers compreende que o ato de aprender é individual, singular e peculiar de cada sujeito [...], pois o aluno retém somente o que lhe convém [...]."(Lima et al., 2018)<br><br>É importante mencionar que o processo de ensino baseado no conceito de "não-diretividade" defendido por Rogers e seus seguidores encontraram nas escolar tradicionais ao longo dos anos muitos opositores que julgaram ser esta uma experiência fadada ao fracasso por "deixar os alunos fazerem o que querem". Entretanto algumas experiência práticas mostraram que o ensino significativo pode gerar resultados positivos, tornando os estudantes aliados e mais comprometidos com o processo ensino-aprendizagem.&nbsp;<br><br>Salienta-se também a ideia de que para Rogers, a inclusão nas escolas de alunos com problemas biológicos, sociológicos e psicológicos também é um fator importante pois "toda pessoa sem exceção pode aprender alguma coisa com o outro". (Lima et al., 2018)<br><br>Percebe-se assim que há mais de 20 anos já são relatados experimentos positivos que visam um aprendizado humanístico, mais baseado no afeto e compromisso. Nesta relação, em que o professor passa a ser um educador-facilitador, as dificuldade encontradas são muitas. Isso talvez explique as poucas escolas que tenham adotado este método em detrimento do ensino behaviorista no nosso país. Entretanto, Rogers mesmo entendia que este processo deve ser constantemente avaliado e reconstruído.<br><br><br>Referência<br><br>LIMA, L. D. Teoria Humanista: Carl Rogers e a educação. Cadernos de graduação. 2018, p.161-170.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 23:30:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Contrições de Carl Rogers para compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366065952</link>
         <description><![CDATA[<div>Agnes Roberta S. Coutinho-Polo Serra<br><br><br>Carl Rogers acredita que todos os seres humanos têm uma tendência natural de crescimento em direções saudáveis e que a terapia centrada na pessoa é válida, agregando na educação e reiterando que a relação professor/aluno deve ser considerada além de outros aspectos, pois através do que foi chamado de tríade Rogeriana é possível instigar o crescimento positivo do aluno.&nbsp;<br><br></div><div>No ambiente escolar deve-se considerar 3 fatores: a empatia, aceitação positiva incondicional e a congruência, pois um local que o professor veja o aluno em sua totalidade, seus sentimentos, angustias, vivências, experiências e aceite todas as suas características sem qualquer preconceito e que todos os envolvidos na educação sendo o que realmente são, e aceitando os demais, são situações essenciais para um ambiente educacional com condições que facilitam a aprendizagem.<br><br></div><div>&nbsp;Então, o professor é um agente facilitador da aprendizagem, quando dá a estes alunos condições para continuarem seu desenvolvimento e crescimento. Rogers não apresenta pontuações para desenvolvimento do conteúdo, mas sim, que o professor desenvolva este processo de aprendizado com foco nas potencialidades de cada indivíduo. Com o ambiente da sala de aula executando a tríade Rogeriana, os estudantes conseguem se desenvolver de forma natural, com compromisso, confiança, acreditando em si e se valorizando.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 23:35:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Contribuições Piaget, Vygotsky e Rogers</title>
         <author>biadbatista</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366076951</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Bianca Batista - Polo Centro- Serrano<br><br>O debate acerca da contribuições destes teóricos, nos conduz a uma breve apresentação das teorias destes grandes teóricos. Segundo Moreira (2019), Piaget apresenta uma concepção da aquisição e conhecimento vinculado à natureza biológica, o que implica que a aprendizagem está vinculada à vida e ao meio em que o sujeito vive, de forma que o experimental contribui para o desenvolvimento intelectual, o que o torna um pesquisador do âmbito cognitivista.<br>Vygotsky também faz parte dos&nbsp; teóricos cognitivistas, mas sua linha de pesquisa está estreitamente vinculada ao socioconstrutivismo, considerando que o desenvolvimento intelectual/ mental dos sujeitos está estritamente vinculada à cultura, à história e à interação social. Esta teoria defende que&nbsp; os sujetos aprendem a partir da intereptação e reelaboração do conhecimento externo com base em questões sociointeracionais e culturais.<br>&nbsp;Carls, por sua vez, é considerado um dos teóricos mais proeminentes do humanismo. O pesquisador defende que o ensino efetivo está vinculado à projeção dos sujeitos como protagonistas do processo de aprendizagem, sendo, assim, autocríticos, atuantes e construtores e não meros expectadores de uma disciplinas.<br><br>Referência Bibliográfica: MOREIRA, Danilo, Teorias de Aprendizagem. Revisão da Literatura e Aplicações do Ensino de Física. Disponível em: http://www.infis.ufu.br/infis_sys/pdf/Teorias%20da%20Aprendizagem%20-%20DaniloGon%C3%A7alvesMoreira.pdf. Data de acesso: 29?03/2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 23:42:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão baseada na leitura: “Vygotsky e as teorias da aprendizagem” (NEVES e DAMIANI, 2006)</title>
         <author>paulam22</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366088756</link>
         <description><![CDATA[<div>Ana Paula Meyer - Polo Cachoeiro                                 Na abordagem de Vygotsk, sobre o desenvolvimento humano, o homem é considerado como alguém que transforma e é transformado nas relações que acontecem em uma determinada cultura. Assim, segundo Neves e Daminai (2006) a abordagem vygotskyana compreende: “...desenvolvimento humano é compreendido não como a decorrência de fatores isolados que amadurecem, nem tampouco de fatores ambientais que agem sobre o organismo controlando seu comportamento, mas sim como produto de trocas recíprocas...”<br><br></div><div>Dessa forma as contribuições do pensamento vygotskyano para a Educação influenciam na forma com a qual o aluno é visto no processo de ensino e aprendizagem, ele deixa de ser aquela “tábula rasa” da tendência Pedagógica tradicional e também deixa de ser o protagonista do processo, sob a abordagem que o ser humano nasce com o conhecimento já programado na sua herança genética. Assim, o pensamento de Vygotsk contribui para novo aspecto do ensino e aprendizagem, no qual o aluno e o professor são vistos como sujeitos que juntos protagonizam o processo de ensino e aprendizagem, professor e aluno fazem parte da construção do processo de aprendizagem. Contudo, o sujeito professor e o sujeito aluno têm cada um o seu papel estabelecido nesse processo. O professor detém experiência e cabe a ele a mediação da relação do aluno com o conhecimento.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 23:50:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Contribuições de Lev Semyonovich Vygotsky para Compreensão do Processo de Ensino e Aprendizagem </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366103363</link>
         <description><![CDATA[<div>Archimedes A. Detoni - Polo Santa Teresa<br><br>Lev Vygotsk é conhecido como criador da Psicologia Cultural Histórica, uma vez que concebeu suas teorias em uma época na qual se buscava produzir uma ciência alinhada ao momento histórico.<br>Seus estudos sobre aprendizado pressupõem que <strong>a formação do sujeito se dá a partir do seu contato e interações com a sociedade</strong>: "<em>Na ausência do outro, o homem não se constrói homem</em>", que fundamentam a<strong> teoria de aprendizagem sociointeracionista</strong>.<br>De acordo com Vygotsky, <strong>todo aprendizado precisa de um mediador</strong>. Dessa forma, o sujeito não se relaciona diretamente com mundo, ou seja, seu aprendizado não se dá diretamente pela percepção da realidade, mas pelas interações mediadas por outros sujeitos. Nesse sentido, <strong>exige que o professor cumpra um papel mais ativo e relevante, como mediador do processo de ensino e aprendizagem</strong>.<br>A teoria da <strong>Zona de Desenvolvimento Proxima</strong>l (ZDP), desenvolvida por Vygotsky, foi fundamentado no conceito de mediação. De acordo com essa teoria, existem dois níveis de desenvolvimento:</div><ul><li><strong>Nível de Desenvolvimento Real</strong> (NDR) - conhecimento que o sujeito consegue articular de forma independente, sem qualquer tipo de auxílio exterior (dicas, pistas, consultas, orientações);</li><li><strong>Nível de Desenvolvimento Potencial</strong> (NDP) - determinado a partir da conhecimentos que podem ser adquiridos a partir da orientação de outra pessoa, mais capaz, ou em cooperação com colegas mais capazes ou experientes.</li></ul><div>Dessa forma, a ZDP seria a distância entre o atual estágio do sujeito até o estágio que pode alcançar a partir da mediação de outro sujeito (ZDP = NDP - NDR). Portanto, a ZDP representa a área em que os docentes devem atuar, no sentido de potencializar as interações sociais, visando o desenvolvimento de habilidades por meio da colaboração entre pares.<br><br><strong>Referência:</strong><br>COTONHOTO, Larissy A. Teorias de Aprendizagem - Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021..<br>Disponível em <a href="https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961&amp;chapterid=29879">https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961&amp;chapterid=29879</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 23:59:09 UTC</pubDate>
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         <title>As contribuições de  Rogers para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366109513</link>
         <description><![CDATA[<div>NOÉ AUGUSTO MOREIRA DIAS - POLO ITAPINA<br><br><strong>O psicólogo norte americano Rogers, deixou uma contribuição muito Importante no pensamento educacional. De acordo com Rogers, todos os princípios da terapia centrada na pessoa são validos para a educação, onde e fundamental considerar a qualidade da relação professor aluno.</strong></div><div><strong>Todos os seres humanos na visão de Rogers tem uma tendência natural para o crescimento em direção saudáveis então ele considera o papel do terapeuta assim como o do professor oferecer as melhores condições possíveis para que as pessoas busquem sua própria realização, neste processo três elementos são essenciais: aceitação positiva incondicional, ou seja, aceitar as pessoas como elas são. A empatia e a capacidade de se colocar no lugar do outro, e por ultimo a congruência e ser autentico, não fingir e nem levar as pessoas a fingir.</strong></div><div><strong>A empatia e a capacidade de se colocar no lugar do o outro permite o professor compreender o mundo interno de seus estudantes, seus sentimento, desejos e aflições. Permite também que o professor comunique ao estudante que ele e compreendido. Aceitação positiva incondicional e capacidade de aceitar o estudante como eles são com todas suas características, inclusive aquelas que precisão ser trabalhadas, aceitando o aluno sem nenhum preconceito.</strong></div><div><strong>A congruência e aceitar e compreender a si mesmo, ou seja, ser o que e, não fingir e nem llevar os outros a fingir.</strong></div><div><strong>Se os professores e os alunos realizarem todos os elementos essenciais no ambiente, então na visão de Rogers as condições fundamentais estão postas.<br></strong><br></div><div>FONTE: https://www.youtube.com/watch?v=KiO-WhwVws0</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 00:02:39 UTC</pubDate>
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         <title>ABORDAGEM HUMANISTA DE CARL ROGERS</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>GILVANIA - POLO CARIACICA<br>Carl Rogers foi um Psicólogo Norte Americano muito importante que criou uma teoria totalmente diferente das teorias trabalhadas na época. Sua teria era se chamava terapia centrada no cliente. Nesse contexto ele começou pensar em como contribuir no campo educacional. Na terapia ela focava no cliente, na educação segundo ele o foco deve ser o estudante. o foco deve ser entender o que motiva o aluno a querer aprender. Diante disso é importante pensar no aluno de forma integral levando em consideração as necessidades reais do aluno.      <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 00:11:13 UTC</pubDate>
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         <title>As contribuições de Rogers para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366125684</link>
         <description><![CDATA[<div>JOARBSON PIRES SEPULCHRO - POLO CARIACICA<br><strong><br></strong>As contribuições de Carl Rogers para o processo de ensino e aprendizagem das crianças possui poucos trabalhos que traz uma abordagem teórica do autor no campo da educação, muitos estudos desenvolvidos são na área da saúde e da psicologia. Porém, os trabalhos que foram desenvolvidos por Rogers contribuíram bastante para compreender a aprendizagem dos alunos.<br><br></div><div>A teoria Rogeriana compreende que a aprendizagem do aluno precisa ser feita de maneira individual, singular e peculiar de cada sujeito. Pois o ensino precisa ser centrado no aluno, tendo uma relação direta com os conhecimentos que ele traz para dentro de sala de aula.<br><br></div><div>O autor acredita que os alunos precisam criar responsabilidades em seu ensino, pois, a partir dos materiais e/ou recursos disponibilizados pelos professores, eles vão ter ferramentas para direcionar os caminhos que devem percorrer para adquirir novos saberes. Rogers enfatiza que as crianças possuem várias aprendizagens, mas elas precisam ter autonomia, serem livres para buscar e aprender os conhecimentos que sejam do seu interesse. E o professor, atua em sala de aula para facilitar o processo de ensino e aprendizagem dos alunos, corroborando com os conteúdos e levando reflexões por meio de discussões realizadas em sala.<br><br></div><div>A teoria de Rogers não possui um método de ensino para o aprender dos alunos, mas sim uma concepção de educação centrada na pessoa, acreditando que “a meta de um ensino centrado no aluno e na aluna é a de contribuir com a formação de sujeitos críticos, capazes de fazer escolhas, de iniciativas próprias, de reconhecer a contribuição dos outros, bem como, da solidariedade, de adquirir conhecimentos e deles se servir para a solução de problemas, enfim de uma formação no sentido da autonomia. É uma tentativa de encontrar um método que possa atingir uma meta democrática” (ROGERS, 1978 apud COSTA; FERNANDES, 2020, p. 24-25).<br><br></div><div>Deste modo, o pouco de experiência que possuo na área da educação, compreendo que a teoria de Rogers se faz presente no campo da educação e nos ambientes escolares. Pois muitos profissionais, mesmo não conhecendo a teoria do autor, utilizam a concepção de educação e ensino defendida por Carl Rogers. Apesar dos desafios que encontramos cotidianamente nas escolas, precisamos sempre buscar entender os processos de ensino e aprendizagem de cada aluno, compreendendo que cada sujeito possui saberes a ser compartilhado para além do senso comum e proporcionando aos alunos uma aprendizagem significativa, pois Rogers acredita que estabelecer essas condições para as crianças possibilitará deles viverem com um pensamento mais crítico e reflexivo diante do contexto social em que vivem.<br><br></div><div><strong>Referências</strong></div><div>COSTA, Clóvis Martins; FERNANDES, Renata Sieiro. <strong>Aprendizagem Centrada na Pessoa: a atualidade da proposta educacional de Carl Rogers.</strong> Comunicações Piracicaba | v. 27 | n. 2 | p. 21-40 | maio-ago. 2020.</div><div><br>ROGERS, Carl R. <strong>Liberdade para Aprender</strong>. Belo Horizonte: Interlivros, 1978.&nbsp;</div><div><br></div><div>LIMA; Letícia Dayane de; BARBOSA; Zildete Carlos Lyra; PEIXOTO; Sandra Patrícia Lamenha. <strong>TEORIA HUMANISTA: CARL ROGERS E A EDUCAÇÃO</strong>. Ciências Humanas e Sociais | Alagoas | v. 4 | n.3 | p. 161-17 | Maio 2018 | periodicos.set.edu.br.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 00:11:25 UTC</pubDate>
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         <title>Vygotsky e o desenvolvimento da aprendizagem</title>
         <author>francianidh</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366128340</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Centro-Serrano – Franciani Douro Hoffmann<br><br></div><div>O psicólogo Lev Semyonovich Vygotsky (1896-1934) em seus estudos sobre a aprendizagem discorre sobre a compreensão de que o desenvolvimento cognitivo precisa de bases biológicas para acontecer, mas que este é influenciado pelo meio em que o sujeito está inserido.<br><br></div><div>Dentre as definições sobre a teoria do desenvolvimento humano elaborada por Vygotsky, a nomenclatura que melhor a define seria a Teoria Sócio-Histórica da Aprendizagem.<br><br></div><div>Nos estudos de Vygotsky a relação dialética entre o ensinar e o aprender é evidente, o homem é visto como um sujeito ativo no processo de aprendizagem, ele transforma e é transformado nas relações que se estabelecem no meio. Outra característica peculiar dos estudos de Vygotsky é a Zona de Desenvolvimento Proximal, nela o professor age ativamente no processo de desenvolvimento da aprendizagem de seus alunos, interferindo no desenvolvimento deles, oportunizando avanços na compreensão de um dado conhecimento que não ocorreriam espontaneamente.<br><br></div><div>Nos contextos escolares, quando um professor estabelece, em seu ato de planejar, estratégias que o possibilitem&nbsp; investigar os conhecimentos prévios que um aluno já possui sobre um dado conhecimento e, a partir das informações obtidas, estabelece ações e reflexões que possibilitará ao aluno a compreensão e o desenvolvimento de habilidades que ainda não domina completamente, o professor está possibilitando a formulação de um novo conhecimento, ele está estimulando o desenvolvimento potencial de seu aluno. Neste caso o professor não irá ensinar o que o aluno já sabe e nem ir além da capacidade de compreensão do aluno, o que também seria em vão.<br><br></div><div>Ao retornar para o meio social em que vive, este aluno terá condições de fazer novas reflexões sobre uma dada situação em que o conhecimento científico trabalhado em sala de aula esteja presente, modificando o meio em que vive e sendo também modificado pelo meio.<br><br></div><div><strong>REFERÊNCIAS:<br></strong><br></div><div>COTONHOTO, Larissy Alves. <strong>Teorias de Aprendizagem</strong> -<br>Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021. Disponível em:<br>https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961. Acesso em: 29 março<br>2021.<br><br></div><div>DAMIANI, Magda Floriana; NEVES, Rita de Araujo. Vygotsky e as teorias da aprendizagem – Ambiente Vitural de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021. Disponível em: <a href="https://ava.cefor.ifes.edu.br/pluginfile.php/1076698/mod_resource/content/2/Vygotsky%20e%20as%20teorias%20da%20aprendizagem.pdf">https://ava.cefor.ifes.edu.br/pluginfile.php/1076698/mod_resource/content/2/Vygotsky%20e%20as%20teorias%20da%20aprendizagem.pdf</a>. Acesso em: 29 março 2021.<br><br>LEV Vygotsky: o teórico do ensino como processo social. <strong>Nova escola: </strong>grandes pensadores, São Paulo, ano 19, p. 92-94, jul. 2008. Edição Especial.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 00:12:45 UTC</pubDate>
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         <title>Carl Rogers e a Educação</title>
         <author>camilafonsecaufes</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366132070</link>
         <description><![CDATA[<div>IFES Cefor - Camila Oliveira Fonseca<br><br>A psicologia de Rogers traz contribuições extremamente significativas para a educação. Sua concepção centrada na pessoa dialoga com a dimensão psicológica e individual do aluno, a partir de uma aceitação positiva incondicional que permite que o aluno seja quem é, sem reservas. A pedagogia centrada na pessoa compreende o aluno como ser humano em processo de construção, e o objetivo da escola é promover uma atmosfera afetiva que crie condições para a aprendizagem. O papel do professor, nessa concepção, é o de facilitador, que ajuda o aluno a entrar em contato com seus interesses, objetivos e expectativas, tornando-se, assim, um agente responsável e comprometido com seu próprio desenvolvimento e aprendizagem.&nbsp;<br>Nesse contexto, o percurso pedagógico não deve ser fixo, mas deve adaptar-se às necessidades e anseios do aluno.&nbsp;<br>Um fator de destaque na concepção centrada na pessoa é a empatia, enquanto capacidade de se colocar no lugar do outro e compreender o mundo interno do aluno.&nbsp;<br>As teorias de Carl Rogers contribuem para uma construção significativa e socialmente útil.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 00:14:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Carl Rogers e o Processo de Aprendizagem</title>
         <author>alziradasneves</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366132923</link>
         <description><![CDATA[<div>Alzira Ferreira das Neves - Polo Piúma&nbsp;<br><br></div><div>Rogers afirma que o homem educado aprendeu a aprender. A facilitação da aprendizagem não é, no entanto, sinônimo de ensino no sentido usual. Pois as atitudes que caracterizam um facilitador da aprendizagem são a autenticidade, o prezar, o aceitar, o confiar e a compreensão em prática.&nbsp;<br>&nbsp;As ideias do norte-americano Carl Rogers (1902-1987) para a<br>educação são uma extensão da teoria que desenvolveu como psicólogo. Nos dois<br>campos sua contribuição foi muito original, opondo-se às concepções e práticas<br>dominantes nos consultórios e nas escolas. A terapia rogeriana se define como<br>não-diretiva e centrada no cliente (palavra que Rogers preferia a paciente),<br>porque cabe a ele a responsabilidade pela condução e pelo sucesso do tratamento.<br>Para Rogers, o terapeuta apenas facilita o processo. Em seu ideal de ensino, o<br>papel do professor se assemelha ao do terapeuta e o do aluno ao do cliente.<br>Isso quer dizer que a tarefa do professor é facilitar o aprendizado, que o<br>aluno conduz a seu modo.&nbsp;<br><br></div><div>Rogers (1985) afirma que é pelo contato que se educa e que o professor deve ser um educador-facilitador, uma pessoa realmente presente para seus alunos. O educador não deve adotar um modelo único de facilitar o aprendizado, precisa colocar os interesses dos alunos em primeiro lugar, esse método consiste em o aluno seguir, apreendendo a aprender e o professor, sendo um facilitador dessa aprendizagem de forma singular e livre, com autenticidade, aceitação, confiança tanto em si como no aluno e compreensão empática. Sugere ainda a não padronização e a universalização dos comportamentos e sim a singularizarão e o respeito às diferenças, a relação aluno professor deve transcender a sala de aula porque a educação sem atuação é comparada ao adestramento, na prática educativa o aluno precisa ser ator do seu processo de aprendizagem, refletindo, questionando e fazendo escolhas.<br><br></div><div>https://ava.cefor.ifes.edu.br/pluginfile.php/1236321/mod_resource/content/1/TEORIA%20HUMANISTA%20CARL%20ROGERS%20E%20A%20EDUCA%C3%87%C3%83O.pdf<br><br></div><div>https://novaescola.org.br/conteudo/1453/carl-rogers-um-psicologo-a-servico-do-estudante<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 00:14:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de Lev S. Vigotski para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366135598</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Centro-Serrano - Victor de Jesus R. Rocha<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 00:16:11 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>alziradasneves</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366140191</link>
         <description><![CDATA[Rogers afirma que o homem educado aprendeu a aprender. A facilitação da aprendizagem não é, no entanto, sinônimo de ensino no sentido usual. Pois as atitudes que caracterizam um facilitador da aprendizagem são a autenticidade, o prezar, o aceitar, o confiar e a compreensão em prática.]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 00:18:11 UTC</pubDate>
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         <title>Organização do Trabalho Pedagógico.</title>
         <author>sandrofonseca</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366144320</link>
         <description><![CDATA[<div>dro</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 00:19:50 UTC</pubDate>
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         <title>Contribuições Piaget, Vygotsky e Rogers</title>
         <author>biadbatista</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366146345</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Bianca Batista - Polo Centro- Serrano<br><br>O debate acerca da contribuições destes teóricos, nos conduz a uma breve apresentação das teorias destes grandes teóricos. Segundo Moreira (2019), Piaget apresenta uma concepção da aquisição e conhecimento vinculado à natureza biológica, o que implica que a aprendizagem está vinculada à vida e ao meio em que o sujeito vive, de forma que o experimental contribui para o desenvolvimento intelectual, o que o torna um pesquisador do âmbito cognitivista.<br>Vygotsky também faz parte dos&nbsp; teóricos cognitivistas, mas sua linha de pesquisa está estreitamente vinculada ao socioconstrutivismo, considerando que o desenvolvimento intelectual/ mental dos sujeitos está estritamente vinculada à cultura, à história e à interação social. Esta teoria defende que&nbsp; os sujetos aprendem a partir da intereptação e reelaboração do conhecimento externo com base em questões sociointeracionais e culturais.<br>&nbsp;Carls, por sua vez, é considerado um dos teóricos mais proeminentes do humanismo. O pesquisador defende que o ensino efetivo está vinculado à projeção dos sujeitos como protagonistas do processo de aprendizagem, sendo, assim, autocríticos, atuantes e construtores e não meros expectadores de uma disciplinas.<br><br>Referência Bibliográfica: MOREIRA, Danilo, Teorias de Aprendizagem. Revisão da Literatura e Aplicações do Ensino de Física. Disponível em: http://www.infis.ufu.br/infis_sys/pdf/Teorias%20da%20Aprendizagem%20-%20DaniloGon%C3%A7alvesMoreira.pdf. Data de acesso: 29?03/2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 00:20:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Organização do Trabalho Pedagógico.</title>
         <author>sandrofonseca</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366146869</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 00:20:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Organização do Trabalho Pedagógico - Pensadores da Educação - Carl Rogers.</title>
         <author>sandrofonseca</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366156750</link>
         <description><![CDATA[<div>Sandro M. Fonseca<br>Polo Alegre<br><br>[...]&nbsp; a função do professor consistiria no desenvolvimento de uma relação pessoal com seus alunos e de o estabelecimento de um clima nas aulas que possibilitasse a realização natural dessas tendências; portanto o professor é um facilitador da aprendizagem significativa, fazendo parte do grupo e não estando colocado acima dele; este também é um dos pressupostos básicos da teoria de Rogers, ou seja, o aspecto interacional da situação de aprendizagem, visando às relações interpessoais e intergrupais.<br><br>Referencias<br>http://www.gestaoescolar.diaadia.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=329#:~:text=Rogers%20%C3%A9%20considerado%20um%20representante,cognitivo%20e%20afetivo%20do%20aluno. acesso em 29.03.2021<br>http://www.browsebiography.com/bio-carl_rogers.html acessado em 29.03.2021</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 00:24:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Piaget x Vygotsky: Qual o ponto de convergência?</title>
         <author>cyntiaeslima</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366189978</link>
         <description><![CDATA[<div>Cyntia Emanuelle&nbsp;<br>Polo Itapina<br><br>Construtivismo de Piaget x Interacionismo de Vygotsky.<br><br>Sempre ocorrem diversas discussões quando falamos sobre os dois autores. O cômico é que ambos são colocados em pontos extremos, porém existem convergências nas suas teorias.&nbsp;<br><br>Uma convergência interessante com caráter de curiosidade é que ambos nasceram no mesmo ano: 1896.<br><br>Piaget se interessava na constituição a respeito do conhecimento. Sua formação em biologia interferiu diretamente na sua concepção a respeito do conhecimento.<br><br>Vygotsky por sua vez já observava o mundo e o processo de conhecimento por um viés mais psicológico. O mesmo acredita que o ser humano é uma construção de suas relações.<br><br>Porém, a principal convergência encontrada em ambos os autores é a do papel do aluno. Ambos acreditam e defendem que a construção do conhecimento, os questionamentos, participação ativa são as características que definem os alunos.&nbsp;<br><br>REFERÊNCIAS:<br>https://www.youtube.com/watch?v=1vGGbNGuNnM<br>https://www.youtube.com/watch?v=rTqWOsAjPeI<br>Goulart, Íris Barbosa. Psicologia da Educação: fundamentos teóricos, aplicações à prática<br>pedagógica. Petrópolis: Vozes, 2005</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 00:38:01 UTC</pubDate>
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         <title>Carl Rogers e o Processo de Aprendizagem</title>
         <author>alziradasneves</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366198571</link>
         <description><![CDATA[<div>Alzira Ferreira das Neves - Polo Piúma&nbsp;<br><br></div><div>Rogers afirma que o homem educado aprendeu a aprender. A facilitação da aprendizagem não é, no entanto, sinônimo de ensino no sentido usual. Pois as atitudes que caracterizam um facilitador da aprendizagem são a autenticidade, o prezar, o aceitar, o confiar e a compreensão em prática.&nbsp;<br>&nbsp;As ideias do norte-americano Carl Rogers (1902-1987) para a<br>educação são uma extensão da teoria que desenvolveu como psicólogo. Nos dois<br>campos sua contribuição foi muito original, opondo-se às concepções e práticas<br>dominantes nos consultórios e nas escolas. A terapia rogeriana se define como<br>não-diretiva e centrada no cliente (palavra que Rogers preferia a paciente),<br>porque cabe a ele a responsabilidade pela condução e pelo sucesso do tratamento.<br>Para Rogers, o terapeuta apenas facilita o processo. Em seu ideal de ensino, o<br>papel do professor se assemelha ao do terapeuta e o do aluno ao do cliente.<br>Isso quer dizer que a tarefa do professor é facilitar o aprendizado, que o<br>aluno conduz a seu modo.&nbsp;<br><br></div><div>Rogers (1985) afirma que é pelo contato que se educa e que o professor deve ser um educador-facilitador, uma pessoa realmente presente para seus alunos. O educador não deve adotar um modelo único de facilitar o aprendizado, precisa colocar os interesses dos alunos em primeiro lugar, esse método consiste em o aluno seguir, apreendendo a aprender e o professor, sendo um facilitador dessa aprendizagem de forma singular e livre, com autenticidade, aceitação, confiança tanto em si como no aluno e compreensão empática. Sugere ainda a não padronização e a universalização dos comportamentos e sim a singularizarão e o respeito às diferenças, a relação aluno professor deve transcender a sala de aula porque a educação sem atuação é comparada ao adestramento, na prática educativa o aluno precisa ser ator do seu processo de aprendizagem, refletindo, questionando e fazendo escolhas.<br><br></div><div>https://ava.cefor.ifes.edu.br/pluginfile.php/1236321/mod_resource/content/1/TEORIA%20HUMANISTA%20CARL%20ROGERS%20E%20A%20EDUCA%C3%87%C3%83O.pdf<br><br></div><div>https://novaescola.org.br/conteudo/1453/carl-rogers-um-psicologo-a-servico-do-estudante<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 00:41:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Processos de Ensino e Aprendizagem</title>
         <author>ProfFernandoPionteKoske</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366224585</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 00:51:31 UTC</pubDate>
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         <title>Carl Rogers e o Protagonismo Estudantil</title>
         <author>elisamalugao</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366267136</link>
         <description><![CDATA[<div>Cefor - Elizama&nbsp;<br>A aprendizagem centrada na pessoa de Carl Rogers, contribuiu para as ideias de Paulo Freire e para promover o &nbsp; Protagonismo Estudantil. Essa psicologia defendida por ele nos faz repensarmos sobre a importância das suas obras tão pouco difundidas no campo educacional.&nbsp;</div><div>Para Rogers, a aprendizagem precisa fazer sentido para o aluno, o professor precisar levar em conta o contexto do aluno, pois ele acreditava que não podemos separar a vida dentro da escola do mundo fora dela.&nbsp;</div><div>Através de uma aprendizagem significativa a relação do aluno como o conhecimento/aprendizagem, modifica o interesse do aluno que se sente pertencente e começa a relacionar com sua vida. Eles Nessa perspectiva, podemos observar que ele já nos apontava que o currículo escolar é vivo e dinâmico, não sendo um modelo engessado.&nbsp;</div><div>Acredita que a auto avaliação e autonomia, favoreça a aprendizagem e crescimento dos alunos. Hoje percebemos nos documentos que defendem a participação ativa dos alunos dentro da unidade escolar. No objetivo de que o aluno se sinta o centro do processo de ensino aprendizado, pertencente ao processo.&nbsp;</div><div>Nos últimos anos, os nossos alunos conquistaram liberdade dentro da escola, ganharam voz, hoje falam e são ouvidos. Mas sabemos que nem sempre foi assim, e principalmente, essa autonomia conquistada por eles ainda são muito questionadas por muitos. Acredito que nesse momento atípico que estamos vivendo seria muito construtivo conhecermos um pouco mais sobre essa abordagem para aprimorarmos o nosso fazer pedagógico.<br>Referências:<br>https://www.youtube.com/watch?v=KiO-WhwVws0<br>Costa, Clóvis Martins; Fernandes, Renata Sieiro. Aprendizagem Centrada na Pessoa: A Atualidade da Proposta Educacional de Carl Rogers. Comunicações Piracicaba, V. 27, n. 2, p. 21-40. maio-ago.2020. Link; https://www.metodista.br/revistas/revistas-unimep/index.php/comunicacoes/article/view/4274/2433. acessado em 19.03.2021<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 01:09:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Contribuição de Vygotsky para a escola.</title>
         <author>moniquecbio</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366297634</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<strong>Vigotski </strong>&nbsp;foi um contribuinte grandioso para a educação e até hoje está no nosso cotidiano escolar de forma ativa.<br>A partir da Teoria Histórico-Cultural podemos compreender como é o homem no meio social de que forma esse homem aprende, sendo essa teoria importante para a educação.<strong> Vygotsky</strong> atribui importância a linguagem, pois além da função comunicativa, ela é essencial no processo de transição do interpessoal em intramental; na formação do pensamento e da consciência; na organização e planejamento da ação; na regulação do comportamento em todas as demais funções psíquicas superiores do homem. "O brinquedo cria uma zona de desenvolvimento proximal, pois provê uma situação de transição entre a ação da criança com objetos e suas ações com significados. " Entre outras ensinamentos de Vigotski ele mostra a importância da criança está envolvida com o meio para o seu desenvolvimento. Hoje nas metodologias ativas podemos observar os exemplos dele, já falados anteriormente, a importância das práticas pedagógicas e das aula experimentais para que assim as crianças absorvam o aprendizados ao viverem ele na prática.<br><br><br><strong>Referências:<br></strong><br>file:///C:/Users/Adolfo%20Junior/Downloads/5825-18231-1-PB%20(3).pdf<br><a href="https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/caduc/article/download/5825/4249#:~:text=Os%20estudos%20de%20Vigotski%20sobre,sobre%20a%20educa%C3%A7%C3%A3o%20da%20inf%C3%A2ncia.">A atualidade da contribuição de Vygotsky para a educação ...</a></div><div>https://periodicos.ufpel.edu.br ›</div><div><strong>Aluna: Monique Francisco Café de Matos Oliveira<br>Polo- Piúma</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 01:21:40 UTC</pubDate>
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         <title>Polo Viana- Alexandre Carneiro Figueiredo</title>
         <author>alexleewolf13</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366313188</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>As contribuições de </strong>&nbsp;Piaget, <strong>para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos. </strong><br>Segundo Jean Piaget (1896-1980),a inteligência se desenvolve por processos denominados <em>assimilação</em> e <em>acomodação</em>, assim como a aprendizagem, cada novo conhecimento assimilado beneficia e modifica a criança, mas é na acomodação que se corrobora Aprendizagem, O que permite novas formas de assimilação. Quanto mais desafiada a inteligência dessa criança pelo meio exterior, maior será a capacidade de criar novos esquemas de assimilação e acomodação. Daí a importância da escola Ser o lugar de atividades desafiadoras e estimulantes. Para Piaget o pensamento infantil passa por quatro estágios, desde o nascimento até o início da adolescência, quando a capacidade plena de raciocínio é atingida, ao conhecer esses quatro estágios o professor se torna um facilitador de experiências, identificando quais técnicas pedagógicas &nbsp; utilizará Em cada Estágio para o melhor estímulo. O aluno sai do posto de tábula rasa (Escola tradicional) e vira ente ativo processo de aprendizagem.<br><br>https://www.youtube.com/watch?v=GesqaIK68jo<br><br>Referência</div><div>Cotonhoto, Larissy Alves. <strong>Teorias de Aprendizagem</strong> - Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021. Disponível em: <a href="https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961">https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961</a>. Acesso em: 22 março 2021.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 01:27:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vygotsky e as teorias da aprendizagem </title>
         <author>keilagpireskp</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366320435</link>
         <description><![CDATA[<div>Keila Gonçalves Pires - Polo Linhares.<br><br>Lev Vygotsky foi um dos primeiros teóricos da aprendizagem e uma das suas principais contribuições foi o da teoria sociointeracionista. Nessa teoria, ele afirma que o desenvolvimento cognitivo ocorre com a interação entre o sujeito e o meio em que vive. O homem transforma o ambiente ao seu redor e é transformado de acordo com a cultura da sociedade na qual está inserido. Nessa interação social, o conhecimento é construído, assimilado e internalizado.&nbsp;<br><br></div><div>Segundo Vygotsky, a linguagem e os símbolos possuem importantes papéis nas relações sociais e no processo de aprendizagem, já que são responsáveis por promover a interação do indivíduo com a cultura. Nesse contexto de aprendizagens, destaca-se também a escola, local de interação social em que são realizadas intervenções pedagógicas que têm como objetivo central o desenvolvimento dos estudantes.<br><br></div><div>Um dos principais conceitos de Vygotsky foi o da Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP), que é o espaço entre o que a criança já sabe fazer sozinha e o que ela ainda pode fazer com a ajuda do professor ou de outra pessoa que tenha mais experiência que ela. Assim, é possível avaliar as potencialidades da criança e aplicar técnicas adequadas para o seu desenvolvimento, ou seja, com devidos trabalhos de mediação entre o indivíduo e o conhecimento é possível fazer com que a criança seja um agente ativo nesse processo de ensino aprendizagem. <br><br><strong>REFERÊNCIA:</strong><br> COTONHOTO, Larissy A. <strong>Teorias de Aprendizagem</strong> - Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021. Disponível em: <br><a href="https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961&amp;chapterid=29879">https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961&amp;chapterid=29879</a></div><div><br>&nbsp;ROMERO, Priscila.&nbsp;</div><h1><strong>Breve<br>estudo sobre Lev Vygotsky e o sociointeracionismo. </strong>Disponível em:&nbsp;</h1><div><a href="https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/15/8/breve-estudo-sobre-lev-vygotsky-e-o-sociointeracionismo#:~:text=Vygotsky%20entende%20o%20homem%20e,socioconstrutivismo%2C%20sendo%20tamb%C3%A9m%20denominada%20sociointeracionismo">https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/15/8/breve-estudo-sobre-lev-vygotsky-e-o-sociointeracionismo#:~:text=Vygotsky%20entende%20o%20homem%20e,socioconstrutivismo%2C%20sendo%20tamb%C3%A9m%20denominada%20sociointeracionismo</a>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 01:30:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A influência e contribuição de Vygotsky para as Teorias da Aprendizagem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366334284</link>
         <description><![CDATA[<div>Luciano Carneiro Cardozo- Polo Piúma<br><br>Levy Vygotsky, um defensor da visão sócio-interacionista no processo de ensino e aprendizagem é a qualidade da intervenção do professor mediador que consiste em detectar se a criança está fazendo o que sabe, o que pode, se está aquém de seu potencial e o quanto poderia avançar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 01:36:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Contribuições de Lev Semyonovich Vygotsky para Compreensão do Processo de Ensino e Aprendizagem </title>
         <author>archimedesdetoni</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366341848</link>
         <description><![CDATA[<div>Archimedes A. Detoni - Polo Santa Teresa<br><br>Lev Vygotsk é conhecido como criador da Psicologia Cultural Histórica, uma vez que concebeu suas teorias em uma época na qual se buscava produzir uma ciência alinhada ao momento histórico.<br>Seus estudos sobre aprendizado pressupõem que <strong>a formação do sujeito se dá a partir do seu contato e interações com a sociedade</strong>: "<em>Na ausência do outro, o homem não se constrói homem</em>", que fundamentam a<strong> teoria de aprendizagem sociointeracionista</strong>.<br>De acordo com Vygotsky, <strong>todo aprendizado precisa de um mediador</strong>. Dessa forma, o sujeito não se relaciona diretamente com mundo, ou seja, seu aprendizado não se dá diretamente pela percepção da realidade, mas pelas interações mediadas por outros sujeitos. Nesse sentido, <strong>exige que o professor cumpra um papel mais ativo e relevante, como mediador do processo de ensino e aprendizagem</strong>.<br>A teoria da <strong>Zona de Desenvolvimento Proxima</strong>l (ZDP), desenvolvida por Vygotsky, foi fundamentado no conceito de mediação. De acordo com essa teoria, existem dois níveis de desenvolvimento:</div><ul><li><strong>Nível de Desenvolvimento Real</strong> (NDR) - conhecimento que o sujeito consegue articular de forma independente, sem qualquer tipo de auxílio exterior (dicas, pistas, consultas, orientações);</li><li><strong>Nível de Desenvolvimento Potencial</strong> (NDP) - determinado a partir da conhecimentos que podem ser adquiridos a partir da orientação de outra pessoa, mais capaz, ou em cooperação com colegas mais capazes ou experientes.</li></ul><div>Dessa forma, a ZDP seria a distância entre o atual estágio do sujeito até o estágio que pode alcançar a partir da mediação de outro sujeito (ZDP = NDP - NDR). Portanto, a ZDP representa a área em que os docentes devem atuar, no sentido de potencializar as interações sociais, visando o desenvolvimento de habilidades por meio da colaboração entre pares.<br><br><strong>Referência:</strong><br>COTONHOTO, Larissy A. Teorias de Aprendizagem - Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021..<br>Disponível em <a href="https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961&amp;chapterid=29879">https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961&amp;chapterid=29879</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 01:39:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de Carl Rogers para a Compreensão e do Processo de Ensino e Aprendizagem.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366343115</link>
         <description><![CDATA[<div>Andressa Rodrigues Silva.<br>Polo Itapina<br>Carl Rogers delineou três atitudes principais encontradas no ambiente educacional que são facilitadoras do aprendizado.<br><br></div><ul><li><strong>Congruência/Realidade:&nbsp; </strong>tanto o aluno quanto o professor precisam vivenciar suas atividades e interações de forma real e genuína. O professor não pode se apresentar como uma “fachada” do saber e o aluno precisa transitar por um ambiente livre para que o fomento à troca de conhecimento e ideias flua nos dois sentidos. Significa dizer que as pessoas envolvidas no processo estão experimentando a realidade, os sentimentos e aprendizados que realmente estão disponíveis. É garantir espaço para a pessoa ser ela mesma ao invés de se negar;</li></ul><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><ul><li><strong>Confiança/Reconhecimento: </strong>é necessário estabelecer uma relação de consideração positiva, aceitando de braços abertos cada aspecto da experiência/existência desta pessoa, não colocando condições para aceitação do outro. É uma confiança básica, a crença de que a outra pessoa é de alguma forma essencialmente confiável e merecedora, mesmo que seja, assim como todos nós, um ser imperfeito com diversos conflitos e sentimentos, mas também com muitas potencialidades.</li></ul><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><ul><li><strong>Compreensão empática: </strong>os professores devem compreender quais são as motivações interiores dos alunos que guiam suas reações. Ao desenvolver esta habilidade se tornam capazes de enxergar com os olhos dos alunos todo o desenrolar do processo de aprendizagem e aprendem a exercitar mais e mais a empatia, fundamental para que os alunos se sintam apreciados e acolhidos, ao invés de julgados ou avaliados. Para ampliar a probabilidade de uma aprendizagem significativa os alunos precisam perceber que seu ponto de vista é compreendido e respeitado.</li></ul><div><strong>&nbsp; </strong>As pesquisas e teorias de Rogers continuam estimulando nos educadores diversas questões importantes no que diz respeito às formas de relacionamento e processos que guiam o processo educacional.<strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 01:39:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Carl Ransom Rogers</title>
         <author>juniorsdem</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote>[Junior Soares de Melo] Polo Santa Teresa</blockquote><div><br><strong>Carl Ransom Rogers</strong> foi um <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Psicologia">Psicólogo</a> <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Estadunidense">estadunidense</a> atuante na terceira força da psicologia e desenvolvedor da Abordagem Centrada na Pessoa. Sua dedicação à construção de um método científico na psicologia foi reconhecido por prêmio da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Associa%C3%A7%C3%A3o_Americana_de_Psicologia">Associação Americana de Psicologia</a>, da qual também foi eleito presidente, em 1958, tendo sido um pioneiro no estudo sistemático da clinica psicológica. Foi indicado ao <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%AAmio_Nobel_da_Paz">Prêmio Nobel da Paz</a> em 18 de janeiro de 1987</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 01:41:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>juniorsdem</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366364526</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 01:47:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A influência e contribuição de Vygotsky para as Teorias da Aprendizagem</title>
         <author>lucianoc1006</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366370327</link>
         <description><![CDATA[<div><em>LUCIANO CARNEIRO CARDOZO- POLO ITAPEMIRIM</em></div><div>&nbsp;<br>Na visão sócio-interacionista do processo de ensino e aprendizagem, o papel do professor- mediador é intervir de forma a detectar se a criança está fazendo o que sabe, o que pode, se está aquém de seu potencial e o quanto poderia avançar. Nessa perspectiva acredita-se que a<br>criança tem a capacidade de ir além das estruturas e do nível de desenvolvimento , ou seja, se o professor interferir, ajudar, em vez de deixá-la trabalhar sozinha e só ficar acompanhando o que ela sabe, o educando pode passar de um estágio para de desenvolvimento para outro superior.<br>Vygotsky&nbsp; chamou isso de <strong>Zona de Desenvolvimento Proximal,</strong> ou seja, é o<br>elo entre o que a criança já sabe (Zona de Desenvolvimento Real)&nbsp; e o que<br>ela pode aprender ( Zona de Desenvolvimento Potencial) . Portanto, é muito<br>importante a figura do professor pois ele trabalha nessa faixa da ZDP,<br>tornando-a um espaço sempre em processo de mudança com a própria interação,<br>pautada num relacionamento constante e contínuo entre o que os alunos sabem<br>previamente e aquilo que têm de aprender. Para Vygotsky o importante é avaliar a criança pelo o que está aprendendo, e não o o que ela já aprendeu, ou seja, é necessário promover um desenvolvimento cognitivo através das interações e da prática. <br><br><strong>Os quatro pilares de Vygotsky: </strong>Interação, Mediação, Internalização e Zona de Desenvolvimento Proximal.<br><br>Abaixo temos um vídeo que nos ajuda compreender essas contribuições.<br><br><strong>Referencias:</strong><br>MOREIRA, Luiz. Blog do Professor. Disponível em http://blogdoprofluismoreira.blogspot.com/2015/01/a-zona-de-desenvolvimento-proximal-e.html, acesso em março de 2021.<br><br>OLIVEIRA, Marta Kohl de. Vygotsky – Aprendizado e Desenvolvimento: um processo sócio-histórico. São Paulo: Spcione, 1993.</div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/_BZtQf5NcvE" />
         <pubDate>2021-03-30 01:50:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>As contribuições de Lev Vigotski aos processos de ensino e aprendizagem</title>
         <author>ana_caroliny_ln</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366384972</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Por: Ana Caroliny Lopes<br>Polo: Serra<br><br>“No processo de educação também cabe ao mestre um papel ativo: o de cortar, talhar e esculpir os elementos do meio, combiná-los pelos mais variados modos para que eles realizem a tarefa de que ele, o mestre, necessita. Desse modo, o processo educativo já se torna trilateralmente ativo: é ativo o aluno, é ativo o mestre, é ativo o meio criado entre eles” (Vigotski).&nbsp;<br><br>No início do século XX, a abordagem Histórico-Cultural enfatiza que a aprendizagem ocorre a partir das interações entre as pessoas, e denota como a cultura e a interação social estão envolvidas no desenvolvimento da consciência humana (LEFRANÇOIS; 2016, p. 249).<br><br></div><div>O teórico com maior destaque nessa abordagem é Vigotski. Esse ressalta a importância da construção sociocultural do desenvolvimento e entende os processos de aprendizagem como geradores de desenvolvimento (PILLETI; 2012, p. 81).<br><br></div><div>Segundo Lefrançoise essa abordagem preocupa-se também com a construção do significado. Contudo, ao contrário do Construtivismo, enfatiza como a cultura e a interação social estão envolvidas no desenvolvimento da consciência humana. (LEFRANÇOIS; 2016, p. 249). <br><br>REFERENCIA:<br>LEFRANÇOIS, Guy R. <strong>Teorias da aprendizagem: o que o professor disse</strong>. São Paulo: Cengage Learning, 2016 <br><br>PILLETI, Nelson; ROSSATO, Solange M. <strong>Psicologia da aprendizagem: da teoria do condicionamento ao construtivismo. </strong>1. ed. São Paulo: Contexto, 2012.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://books.google.com.br/books?id=5bV2DwAAQBAJ&amp;printsec=frontcover&amp;dq=vigotski&amp;hl=pt-BR&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwi2rOzD9tbvAhWoH7kGHRXYBi8Q6AEwAXoECAAQAg#v=onepage&amp;q=vigotski&amp;f=false" />
         <pubDate>2021-03-30 01:56:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>As contribuições de Vigotsky no processo de ensino aprendizagem </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366407038</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Cristiane do Nascimento Rosa<br>Polo Santa Teresa<br></strong><br><strong>Lev Semionovich Vygotsky (1896-1934)</strong><br><br>Vygotsky teve uma vida muito breve, faleceu aos 37 anos, porém seu legado deixou grandes contribuições para o âmbito educacional, principalmente no que diz respeito à importância da interação do sujeito com o meio. <br>De acordo com LEME (2008), <em>para Vygotsky, o homem é compreendido como um ser histórico que esse constrói através de suas relações com o mundo natural e social. O processo de trabalho é visto <br>( transformação da natureza) como sendo o processo privilegiado nessas relações homem/mundo. A sociedade humana é vista em sua constante transformação, num sistema dinâmico e contraditório. <br></em><br>Mediante a isso, percebe-se que os estudos do autor centra-se no desenvolvimento do sujeito através das relações que realiza com o seu meio de vivência e essa interação possibilita ao individuo a autonomia, e principalmente o poder de argumentar e ter um pensamento crítico. <br>Sendo assim, as contribuições de Vygotsky são pertinentes ao processo de ensino aprendizagem, uma vez que se dá a preocupação com o aluno em suas variadas especificidades. Uma vez que o aluno aprende de acordo com as vivências do meio em que está inserido, toda experiência é válida.<br><br>Um conceito base do socionteracionismo destacado pelo autor, é a questão da <em>mediação</em>. A mediação se dá por meio de interação entre professor e aluno, principalmente.<br><br>O sujeito, nesse caso, necessita de alguém que o possibilite a alcançar os desafios que lhe são propostos. A grande questão, não é ter quem&nbsp; faça as atividades propostas por ele, mas quem faça com ele, que o instigue a descobrir o melhor caminho para alcançar os resultados.<br><br>Para que isso aconteça de forma cada vez mais eficaz, e a aprendizagem se torne cada vez mais significativa, é necessário que cada docente e espaço escolar, família e discentes interajam entre si, tornando o processo de aprendizagem cada vez mais participativo e desafiador. <br><br><br><br>Referências:<br><br><a href="http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/1818-8.pdf">As Contribuições de Vygotsky no trabalho pedagógico do Professor (diaadiaeducacao.pr.gov.br)</a><br>https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.phpid=652952&amp;chapterid=29866 ( Livro Teorias da aprendizagem. Acesso em 29/03/2021)<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 02:06:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vygotsky e suas contribuições à educação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366407532</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Iara Ferreira Volkartt<br>Polo Santa Teresa<br><br>Lev S. Vygotsky nasceu em 1896 na Bielorrússia, país da antiga União Soviética e faleceu de tuberculose em 1934.<br>Iniciou curso de medicina, porém formou-se em Direito e posteriormente em Psicologia, atuou como professor de Artes, Literatura e Filosofia, pesquisador e escritor de vários artigos científicos, responsável pela principal teoria interacionista com destaque ambientalista encontrada na Psicologia Histórico-Cultural ou Sócio-Histórica.<br>Impulsionado por ideais da Revolução Russa, baseou-se no materialismo histórico dialético de Karl Marx analisando o desenvolvimento entre homem- matéria e homem-homem.<br>Vygostky concluiu que o ser humano além de saciar suas necessidades básicas para a sobrevivência, necessita de comunicação e interação social para contribuir com o meio e preservar a cultura, através de signos, linguagem, instrumentos psicólogos, resultando em aprendizagem.<br><br>Principais questões de sua teoria:&nbsp;<br>• Funções Psicólogas superiores ;<br>• Interações Intermetais e Intramentais;<br>• Planos Genéticos de desenvolvimento;<br>• Filogênese;<br>• Ontogênese;<br>• Sociogenese;<br>• Microgênese;<br>• Mediação;<br>• Distinção e simultaneidade entre cognição e linguagem;<br>• Estágio pré-intelectual de desenvolvimento da fala;<br>• Estágio pré-linguistico do desenvolvimento do pensamento;<br>• Pensamento verbal e fala racional através da interação social;<br>• Internalização da linguagem e seu uso efetivo;<br>• Zona de desenvolvimento Proximal.<br><br>REFERÊNCIAS<br><br>COLEÇÃO Grandes Educadores Lev Vygotsky. NPDGIRASSOL, 2015, 44 min, son., color. Disponível em: https://youtu.be/T1sDZNSTuyE. Acesso em: 29 mar. 2021.<br><br>Figura Zona de Desenvolvimento Proximal<br>Fonte: Disponível em: https://educacaoinfantil.aix.com.br/zona-desenvolvimento-proximal/zona_desenvolvimento_profissional/. Acesso em: 29 mar. 2021.<br><br>GONÇALVES, Carlos Eduardo de Souza. Psicologia da Educação. 1.ed.&nbsp; São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013.<br><br>VYGOTSKY (3): Zona de Desenvolvimento Proximal. Didatcs, 2017, 4 min, son., color. Disponível em: https://youtu.be/vUX3XJVPlWo. Acesso em: 29 mar. 2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 02:06:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>VYGOTSKY PARA AS TEORIAS DA APRENDIZAGEM desenvolvimento cognitivo do aluno  dá relação e sociais  sua interação  outros indivíduos  importante Para Vygotsky,  professor teoria de aprendizagem de Vygotsky socioconstrutivismo  como temas desenvolvimento humano aprendizagem.o  construção das ideias pedagógicas. psicologia evolutiva perspectiva usada para  social do professor. contexto social determinante quando se fala desenvolvimento cognitivo muito criança aprenderem:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366411626</link>
         <description><![CDATA[<div>meu nome LEANDRO RIBEIRO DE MELO SILVA<br>CEFOR</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=NbnT8KO5ziI" />
         <pubDate>2021-03-30 02:08:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de Piaget para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem escolar.</title>
         <author>gabrielengomes</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366434326</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Gabriellen Gomes Da Silva<br>Polo Alegre</strong><br><br>Jean William Fritz Piaget&nbsp; foi um biólogo, psicólogo e epistemólogo suíço que ficou conhecido mundialmente com seus estudos sobre o desenvolvimento do pensamento e inteligência humana. Em sua busca para entender a gênese do pensamento, voltou-se para a infância, por entender que este era o berço do pensamento.</div><div><br>Intitulou sua teoria como Epistemologia Genética, ou seja, o estudo sobre como o ser humano passa de um estado de menor conhecimento para um maior conhecimento, Piaget descreveu que o conhecimento surge a partir das constantes interações entre as estruturas. Essas estruturas estão em constante processo de mudança e sucessão. E é assim que o ser humano aprende para Piaget.</div><div><br></div><div>Os estágios de desenvolvimento dessas estruturas podem ser divididos em <strong>quatro períodos principais:</strong></div><div><br>&nbsp;<strong>Inteligência Sensório-Motora até 2 anos de idade.<br></strong><br></div><div><strong>Inteligência Simbólica ou Pré-Operatória de 2 a 7-8 anos.</strong></div><div><strong><br>Inteligência Operatória Concreta de 7-8 anos a 11-12 anos.</strong></div><div><strong><br>Inteligência Operatória Formal a partir de 12 anos.</strong></div><div><br></div><div>Piaget não propôs uma teoria pedagógica ou uma teoria da aprendizagem, seus estudos não se concentraram em como o aluno aprende na escola e sim como ocorre o desenvolvimento cognitivo, como saímos de um pensamento rudimentar para um pensamento mais complexo.&nbsp; Assim para que as contribuições desse pensador possam contribuir para o ambiente escolar, é necessário que os educadores se apropriem desse conhecimento, identifiquem essas diferentes etapas cognitivas, conheça seus alunos ao longo do processo e no decorrer deste, vá lançando mão de teorias didáticas e metodologias que oportunizem para os alunos interações, que gradativamente vão se complexificando. A partir das interações com um objeto novo, a criança construirá um novo conhecimento.</div><div><br><br>FERRACIOLI, LAÉRCIO. <strong>ASPECTOS DA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E DA APRENDIZAGEM NA OBRA DE PIAGET. Cad.Cat.Ens.Fís., v. 16, n. 2: p. 180-194, ago. 1999.</strong><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-30 02:17:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de Piaget para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos.</title>
         <author>andreavelinoinformatica</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366434903</link>
         <description><![CDATA[<div>Andre Avelino<br>Polo Colatina<br><br>Os estudos de Piaget estão presentes em nossas práticas pedagógicas no momento que trabalhamos em nossa sala de aula a interdisciplinaridade entre os conteúdos e focamos nas necessidades do cotidiano dos alunos. Além disso, podemos enxergar as abordagens de Piaget em nossa prática no momento que estimulamos os alunos a serem livres e a buscar a reconstrução de seus conhecimentos e verdades.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/psicologia/o-processo-aprendizagem-sob-perspectiva-piagetiana.htm" />
         <pubDate>2021-03-30 02:18:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366434903</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Vygotsky e as teorias da aprendizagem </title>
         <author>keilagpireskp</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366435918</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Keila Gonçalves Pires - Polo Linhares.</em></strong><br><br>Lev Vygotsky foi um dos primeiros teóricos da aprendizagem e uma das suas principais contribuições foi o da teoria sociointeracionista. Nessa teoria, ele afirma que o desenvolvimento cognitivo ocorre com a interação entre o sujeito e o meio em que vive. O homem transforma o ambiente ao seu redor e é transformado de acordo com a cultura da sociedade na qual está inserido. Nessa interação social, o conhecimento é construído, assimilado e internalizado.&nbsp;<br><br></div><div>Segundo Vygotsky, a linguagem e os símbolos possuem importantes papéis nas relações sociais e no processo de aprendizagem, já que são responsáveis por promover a interação do indivíduo com a cultura. Nesse contexto de aprendizagens, destaca-se também a escola, local de interação social em que são realizadas intervenções pedagógicas que têm como objetivo central o desenvolvimento dos estudantes.<br><br></div><div>Um dos principais conceitos de Vygotsky foi o da Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP), que é o espaço entre o que a criança já sabe fazer sozinha e o que ela ainda pode fazer com a ajuda do professor ou de outra pessoa que tenha mais experiência que ela. Assim, é possível avaliar as potencialidades da criança e aplicar técnicas adequadas para o seu desenvolvimento, ou seja, com devidos trabalhos de mediação entre o indivíduo e o conhecimento é possível fazer com que a criança seja um agente ativo nesse processo de ensino aprendizagem. <br><br><strong>REFERÊNCIA:</strong><br> COTONHOTO, Larissy A. <strong>Teorias de Aprendizagem</strong> - Ambiente Virtual de Aprendizagem. Ifes: Vitória, 2021. Disponível em: <br><a href="https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961&amp;chapterid=29879">https://ava.cefor.ifes.edu.br/mod/book/view.php?id=652961&amp;chapterid=29879</a></div><div><br>&nbsp;ROMERO, Priscila.&nbsp;</div><h1><strong>Breve<br>estudo sobre Lev Vygotsky e o sociointeracionismo. </strong>Disponível em:&nbsp;</h1><div><a href="https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/15/8/breve-estudo-sobre-lev-vygotsky-e-o-sociointeracionismo#:~:text=Vygotsky%20entende%20o%20homem%20e,socioconstrutivismo%2C%20sendo%20tamb%C3%A9m%20denominada%20sociointeracionismo">https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/15/8/breve-estudo-sobre-lev-vygotsky-e-o-sociointeracionismo#:~:text=Vygotsky%20entende%20o%20homem%20e,socioconstrutivismo%2C%20sendo%20tamb%C3%A9m%20denominada%20sociointeracionismo</a>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 02:18:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A contribuição de Vygostsky para o processo de aprendizagem</title>
         <author>paulaarariba</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366450767</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><em>Paula Arariba Nascimento - Polo Cariacia<br></em><br></div><div>A teoria de aprendizagem de Vygotsky — psicólogo bielorrussos ( 1896 - 1934) — tem ênfase no papel das relações sociais no desenvolvimento intelectual. Para ele, o homem é um ser que se forma em contato com a sociedade.</div><div>“<strong>Na ausência do outro, o homem não se constrói homem” ( Oliveira, 1992, p.68)</strong>; “O saber que não&nbsp; vem da experiência não é realmente saber” (VYGOTSKY, 1989, p.75); “O caminho&nbsp; do objeto até a criança e desta até o objeto passa por outra pessoa” (VYGOTSKY, 1984,p.33 ) Portanto, a formação se dá na relação entre o sujeito e a sociedade ao seu redor. Assim, o indivíduo modifica o ambiente e este o modifica de volta.</div><div>Dessa maneira, a <a href="http://educacaoinfantil.aix.com.br/4-pontos-importantes-sobre-a-inclusao-escolar-na-educacao-infantil/">interação</a> que cada pessoa estabelece com um ambiente, a experiência pessoalmente significativa, é muito importante para ela. Por isso, a teoria de aprendizagem de Vygotsky ganhou o nome de socioconstrutivismo e tem como temas centrais o desenvolvimento humano e a aprendizagem.</div><div>A importância da cultura, da linguagem e das relações sociais na teoria de Vygotsky fornece a base para uma educação na qual o homem seja visto na sua totalidade: na multiplicidade de suas relações com outros, na sua especificidade cultural; na sua dimensão histórica, ou seja, em processo de construção e reconstrução permanente.</div><div>&nbsp;</div><div>REFERENCIA:<br>&nbsp;OLIVEIRA, M. K. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão.&nbsp;<br>&nbsp;VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo. Martins Fontes, 1984.&nbsp; ______. A formação social da mente. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1989.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 02:24:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As contribuições de Lev S. Vigotski para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem</title>
         <author>vrochaefufba</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366452221</link>
         <description><![CDATA[<div>Victor de Jesus R. Rocha - Polo Centro Serrano <br><br>Vigotski (1896-1934) foi um psicólogo russo, que mesmo não tendo formação em psicologia, tornou-se autor de uma notável teoria do desenvolvimento mental, a teoria Sócio-histórica. Dentre outras características, se destacou, por: ressaltar o papel da cultura no processo de cognição; dar ênfase ao papel do educador no desenvolvimento intelectual da criança; criar o conceito de<strong> mediação</strong>, descrito como uma experiência social que requer participação e colaboração.<br><br></div><div><br>De forma pioneira, acreditava que <strong>a aprendizagem não era uma mera aquisição de informações</strong>, que acontecia com a associação de ideias armazenadas na memória, mas sim um processo interno, ativo e interpessoal. Partindo da sua teoria nos permitiu <strong>observar o fenômeno da aprendizagem no seu contexto histórico</strong>, no seu movimento, que é dialético e contraditório.<br><br></div><div>Em sua abordagem, <strong>o homem é visto como alguém que transforma e é transformado nas relações que acontecem em uma determinada cultura</strong> (interação dialética com o meio social e cultural em que se insere). O professor é visto como um mediador do conhecimento, funcionando como um agente que traz todo o conhecimento acumulado pela humanidade e que propicia no estudante o interesse por desenvolver essa aprendizagem. No entanto, a figura do professor não pode ser vista como único mediador. Outros elementos presentes na cultura (ferramentas, objetos, mapas, artes e etc.) e, principalmente, as atividades pedagógicas propostas pelo professor podem ser caracterizados como mediadores.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 02:25:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Abordagens de Vygotsky e  suas teorias da aprendizagem </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366494717</link>
         <description><![CDATA[<div>Luciana Mª Valiati&nbsp; - Polo de Viana<br><br>A obra de Vygotsky é ampla e suas contribuições ricas, alinhando-se ao seu projeto de estudar os processos mentais em diferentes abordagens – neurológica, psicológica, linguística e cultural. Vygotsky centrou sua teoria, denominada de histórico-cultural ou abordagem sócio-interativa, no estudo do comportamento humano e de como suas características se formam e se desenvolvem. Conforme Rego (2008), Vygotsky tinha uma clara preocupação com a dimensão social, e afirmava que o desenvolvimento será proporcional ao grupo social e cultural onde a criança se insere, sendo potencializado através da escola, embora comece muito antes dela. O desenvolvimento é nivelado por Vygotsky em nível real (o que a criança faz sozinha) e potencial (o que a criança faz com o auxílio de outros). A distância entre o nível real e o nível potencial é denominada de zona proximal, com capacidades que ainda não foram totalmente aprimoradas e que, no futuro, farão parte do nível real. Os conceitos (sistema de relações contido nas palavras) que a criança aprende são separados por Vygotsky em conceitos cotidianos ou espontâneos (experiência pessoal) e conceitos científicos (elaborados na escola) que, embora diferentes, se complementam e se influenciam. A formação desses conceitos é um processo bastante complexo, onde as informações recebidas do meio são processadas usando os conceitos anteriormente assimilados, com intensa atividade mental e não apenas repetição (aprendizagem mecânica).&nbsp;<br><br>REFERENCIA:<br>https://editora.pucrs.br/edipucrs/acessolivre/anais/sipase/assets/edicoes/2018/arquivos/39.pdf</div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 02:43:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>suellensantiagon4751</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1366496109</link>
         <description><![CDATA[<div>Carl Rogers e a educação<br>Ensino<br>Patricia Almeida - Polo Viana<br><br>A abordagem centrada na pessoa (ACP) de Carl Rogers, diz que o ato de aprender é individual, singular e peculiar de cada sujeito, de forma que a vivência&nbsp; subjetiva deve ser considerada, pois o aluno retém o que convém.</div><div>&nbsp;Segundo Rogers, educa-se pelo contato, o professor é educador-facilitador, este não deve&nbsp; adotar&nbsp; um modelo único de aprendizagem.</div><div>Os alunos são o centro principal , logo sua aprendizagem deve ser singular, livre, autentica, com aceitação, confiança, compreensão e empática, tanto por parte do aluno, quando do professor. Ele ainda sugere a não&nbsp; padronização,&nbsp; universalização dos comportamentos, e sim a singularização e respeito as diferenças e que isso deve transcender a sala de aula.&nbsp;</div><div>O aluno é o ator&nbsp; do processo, refletindo, questionando e fazendo escolhas. O educador-facilitador deve ajudar o aluno encontrar seus interesses, objetivos&nbsp; e expectativas, sendo o aluno, seu próprio agente de aprendizagem.&nbsp; O professor exprimir e ser estimuladores do ensino.</div><div>Rogers também diz que a sala de aula não precisa ser um espaço estabelecido, mas que seja composta por pessoas, autenticidade r comunicação, que estas se relacionem.</div><div>O Ensino e aprendizagem depende do conhecimento autodescoberto. A experiência do aluno e tudo que e aprendido, é fundamental para elaborar o conteúdo aprendido. Cabe ao professor a empatia, acolher r compreender, para uma aprendizagem verdadeira.&nbsp;</div><div>Carl Rogers também propõem a inclusão, afirmando a valorização do indivíduo por completo. Ainda que a deficiência tenha sido marcada&nbsp; pelo protagonismo religioso na historia, enfatizando que era coisas demoníacas, de feiticeiros e bruxos.&nbsp;</div><div>“Rogers, enfatiza que a inclusão como um processo, conjetura uma constante evo­lução, antecipa a concepção do “eu” do indivíduo que se estabelece nesse processo. Por meio das interações que são estabelecidas entre as pessoas, conforme se tornam um “outro” para algum sujeito, em um entrelaçado de “eus”, que se constituem cotidiana-mente. Sendo assim, o “eu” é um componente individual, singular e peculiar de cada indivíduo, que quando articulado com o de outro, forma conexões, e quanto mais en­trelaçado com várias pessoas, mais os sujeitos evoluem e interagem socialmente.”</div><div>Segundo Rogers escola tem que ser inclusiva&nbsp; e se ajustar a toda criança, independente de suas capacidades físicas, mentais, sociais e econômicas&nbsp; assim como étnicas , pobreza ou marginalização.&nbsp; Deve-se focar no desenvolvimento integral da criança, crescimento acadêmico, profissional e sua autonomia no processo de aprendizagem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 02:44:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Perspectivas de Vygotsky no processo ensino aprendizagem.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>ANTÔNIO DO ROSÁRIO - PÓLO CENTRO SERRANO<br><br>A teoria histórica-cultural ou sociocultural da psique humana de Vygotsky, também chamada de abordagem sócio-temporária, leva como ponto de partida as funções psicológicas dos indivíduos, que classificaram o primário e os superiores para explicar o objeto de estudo de sua psicologia: consciência.<br><br><br>ROSA, E.Z. &amp; ADRIANI, A.G. (2002). Psicologia sócio-histórica: uma tentativa de<br>sistematização epistemológica e metodológica. (pp. 259-288). In: KAHHALE,E.M.P.(org).<br>A diversidade da psicologia: uma construção teórica.São Paulo:Cortez.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 21:22:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>John Dewey</title>
         <author>wellingtonmoreiraraujo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Wellington M. Araújo<br>Pólo <br><strong><em>Só a inteligência dá ao homem o poder de alterar sua existência”</em></strong></div><div><sup>John Dewey</sup></div><div>&nbsp;John Dewey 1859-1952),&nbsp; foi o primeiro a formular o novo ideal pedagógico. Afirmava que o ensino deveria dar-se pela ação e não instrução.&nbsp; Defendia a idéia de que a educação reconstruía a experiência concreta que cada um .&nbsp;</div><div>A educação era um processo de reconstrução. Só o aluno poderia ser o autor&nbsp; de sua experiência.</div><div>O movimento escolanovista estava alinhado com o capitalismo e a ascensão da burguesia ao poder.</div><div>Dewy se destaca pelo seu método de projetos que poderiam ser: manuais, de descoberta, de competição e comunicação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-01 23:52:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>dazp5</author>
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         <description><![CDATA[Vygotsky atribui uma grande importância a linguagem, pois além da função comunicativa que é essencial no processo de transição do interpessoal em intramental na formação do pensamento e da consciência; na organização e planejamento da ação; na regulação do comportamento e em todas as demais funções psíquicas superiores.]]></description>
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         <pubDate>2021-04-04 20:24:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O PAPEL DO PROFESSOR NA APRENDIZAGEM DA CRIANÇA: UMA DISCUSSÃO A PARTIR DAS COMPREENSÕES DE VYGOTSKY </title>
         <author>alicelunaufes2</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1385211497</link>
         <description><![CDATA[<div>Alice de Oliveira Luna - Polo Itapina<br><br></div><div>A figura do professor e seu papel no processo de formação educativa das crianças tem sido objeto de estudos e pesquisas, principalmente a partir da consolidação da escola enquanto instrumento estatal de instrução pública e universal.&nbsp;<br><br></div><div>Vygotsky (2003) concebe a função do professor como sendo de uma importância tremenda, pois seria ele que, a partir da organização dos espaços, do currículo, do conteúdo e da sala, proporcionaria as experiências adequadas para que o desenvolvimento do conhecimento do aluno ocorra, numa relação dialética entre aquilo que já tem sido acumulado e sedimentado e as novas situações de aprendizagem propostas na escola.&nbsp;<br><br></div><div>O autor ainda argumenta que o processo educativo não acaba nessa simples interação entre o aluno e o ambiente, pois isto não pode ser limitado a uma simples adaptação. Na verdade, o que se propõe como objetivo da educação é justamente a superação desse meio social, ou seja, quando a criança pode, de forma autônoma, compreender o ambiente e se posicionar frente a ele. Essa abordagem corrobora bastante com as investigações de Paulo Freire, que preconizou uma pedagogia baseada na autonomia da criança, através da palavra e da tomada de consciência sobre ela mesma e sobre o Mundo.&nbsp;<br>&nbsp;De fato, quando o docente se dá conta da sua capacidade de influenciar, através das situações de aprendizagem e da organização do ambiente social, ele é capaz de mobilizar e impulsionar processos internos de mediação em cada aluno, uma forma muito mais fecunda de desenvolver a aprendizagem.<br>A organização do espaço escolar é fundamental para o trabalho pedagógico, e se relaciona diretamente com a aprendizagem dos alunos e com a proposta pedagógica do professor e da instituição escolar, conforme estudado por Vygotsky.&nbsp;<br><br></div><div>A partir das conclusões de Vygotsky&nbsp; percebemos que o papel do professor deve superar a visão tradicional e os modelos em que ele possui o conhecimento onde apenas se encarrega de transmiti-lo aos seus alunos.&nbsp;</div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Referência : Costa. Laís R Stábile. O papel do professor na aprendizagem da criança: uma discussão a partir das compreensões de Vygotsky e Piaget. Artigo, Revista Núcleo do Conhecimento. &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-06 01:12:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vygotsky e o sociointeracionismo.</title>
         <author>nainhama</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1415673619</link>
         <description><![CDATA[<div>Nainhama S.F. Caliman- Polo Linhares.<br>Ele, formado em direito, foi um pesquisador de diversas áreas; defendia que o desenvolvimento humano e intelectual se dava por meio de interação social, se relaciona com o estilo de vida que o ser possui. Essa interação também faz parte do processo de aprendizagem de uma criança, uma vez que a compreensão fica melhor, tornando-o assim parte do seu processo.</div><div>Para que essa interação ocorra é necessário a comunicação. Vygotsky enfatizava muito o uso da linguagem, principal instrumento utilizado por seres humanos, que está relacionado a fala.</div><div>No vídeo a seguir, mostra um breve relato da Marta Kohlde Oliveira,&nbsp; usando a teoria de Vygotsky,&nbsp; sobre a intervenção pedagógico na definição do desenvolvimento do sujeito.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=9i5s85TpViI" />
         <pubDate>2021-04-14 09:46:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Piaget e a Epistemologia gênetia</title>
         <author>wellingtonmoreiraraujo</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1418703035</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Wellington Moreira Araújo - Polo Piúma-ES<br></em><br></div><h1><em>Jean</em> William Fritz <em>Piaget (1896-1980</em>✝<em>)</em>, nasceu em Cantão do Neuchâtel, Suiça, região vizinha ao território Francês. Foi um biólogo, psicólogo e epistemólogo. No campo da educação contribuiu significamente na compreensão do processo de aprendizagem da criança. Desenvolveu uma teoria chamada “Epistemologia genética”. Essa teoria defende que o indivíduo, ao longo de sua vida, passa por estágios cognitivos seqüenciais em seu desenvolvimento. Nesse processo, o conhecimento surge a partir do desequilíbrio entre sujeito e o novo objeto através da Assimilação, Acomodação e Equilibração. Construtivista, para ele o aluno não é um sujeito passivo e sim ativo, estando em contato com o mundo exterior. Suas idéias dialogam com o Interacionismo de Lev Vigostki. Assistam no link abaixo um resumo animado das idéias de Piaget e sua aproximação&nbsp; com Vigostki.</h1><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=rTqWOsAjPeI&amp;t=15s" />
         <pubDate>2021-04-14 22:37:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aprendizagem segundo Vygotsky</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1423625831</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br></strong><br></div><div>[ Cariacica – Jader de Oliveira ]<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><br></div><div>Vygotsky, em sua teoria sociointeracionista, foi pioneiro no conceito de que o desenvolvimento humano e intelectual das crianças ocorre em função das interações sociais e condições de vida.&nbsp;<br><br></div><div>As interações com o ambiente são internalizadas pela criança e assim ocorre o desenvolvimento, que acontece de fora para dentro. Uma das principais influências para que ocorra o desenvolvimento mental da criança é a cultura em que está inserida.&nbsp;<br><br></div><div>A escola tem um papel importante na medida em que é um dos principais ambientes onde a criança vivencia e associa suas ações à concepção de mundo a que pertence.<br><br></div><div>O professor é o mediador desse processo de aprendizagem da criança. Vygotsky chama de zona de desenvolvimento proximal esse espaço onde o professor faz as intervenções&nbsp; para facilitar a aprendizagem e a relação entre pensamento e linguagem. Para Vygotsky é por meio da linguagem que o aprendizado é mediado.<br><br></div><div>&nbsp;<br>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Referência<br></strong><br></div><div>Jornada Edu 2021. <strong>Teoria de Vygotsky: como os alunos aprendem.</strong>Disponível em: &lt;https://jornadaedu.com.br/praticas-pedagogicas/teoria-de-vygotsky/&gt; . Acesso em 10 abr. 2021.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Figura 1<br><br></div><div>https://novaescola.org.br/conteudo/382/lev-vygotsky-o-teorico-do-ensino-como-processo-social<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 01:00:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Contribuição de Piaget para as práticas pedagógicas                        Alcione de Almeida Alves  Polo: Alegre                    Jean Piaget foi um biólogo e psicólogo suíço que se dedicou a investigar como se dá a construção do conhecimento, através da observação de crianças desenvolveu a teoria da Epistemologia Genética, segundo ele o ser humano passa por 4 estágios de desenvolvimento, desde a infância até a adolescência, quando atingem a capacidade total de raciocínio. Esses estágios são: Sensório-motor: compreende o período desde o nascimento até os 2 anos, nesta fase acriança começa a se perceber, desenvolve a coordenação motora, capacidade de ordenar objetos e perceber características; Pré-operatório: entre 2 a 6-7 anos, fase de construção da linguagem; Operatório-concreto: entre 7 e 11-12 anos nesta fase a criança começa a enxergar o outro, dissolvendo o pensamento egocêntrico, tem uma compreensão de espaço; Operações-formais: dos 12 anos até se tornar adulto, se consolida o pensamento científico e o raciocínio lógico. Para Piaget, essa construção do conhecimento se dá através da Assimilação (maneira pela qual processamos as informações de acordo com a realidade que vivemos); Acomodação (à medida que recebemos novas informações nossas estruturas mentais são modificadas ou acrescidas de novas informações); Equilibração (considera o equilíbrio entre assimilação e acomodação). Mesmo não tendo uma formação em pedagogia Piaget influenciou diretamente os métodos pedagógicos, seus estudos orientam para as práticas docentes se tornarem mais eficientes, discriminando conteúdos de acordo com a capacidade cognitiva dos estudantes em conformidade com a idade e fase que eles se encontram.        Referência:                       DA NÓBREGA, Eliza Viegas Brilhante. VYGOTSKY E PIAGET: UMA VISÃO PARALELA.  </title>
         <author>alcioneaalmeidaalves10</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-17 00:54:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>ProfFernandoPionteKoske</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1427582452</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-17 01:45:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Abordagens de Vygotsky e  suas teorias da aprendizagem </title>
         <author>cyntiaeslima</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1439923224</link>
         <description><![CDATA[<div>Luciana Mª Valiati&nbsp; - Polo de Viana<br><br>A obra de Vygotsky é ampla e suas contribuições ricas, alinhando-se ao seu projeto de estudar os processos mentais em diferentes abordagens – neurológica, psicológica, linguística e cultural. Vygotsky centrou sua teoria, denominada de histórico-cultural ou abordagem sócio-interativa, no estudo do comportamento humano e de como suas características se formam e se desenvolvem. Conforme Rego (2008), Vygotsky tinha uma clara preocupação com a dimensão social, e afirmava que o desenvolvimento será proporcional ao grupo social e cultural onde a criança se insere, sendo potencializado através da escola, embora comece muito antes dela. O desenvolvimento é nivelado por Vygotsky em nível real (o que a criança faz sozinha) e potencial (o que a criança faz com o auxílio de outros). A distância entre o nível real e o nível potencial é denominada de zona proximal, com capacidades que ainda não foram totalmente aprimoradas e que, no futuro, farão parte do nível real. Os conceitos (sistema de relações contido nas palavras) que a criança aprende são separados por Vygotsky em conceitos cotidianos ou espontâneos (experiência pessoal) e conceitos científicos (elaborados na escola) que, embora diferentes, se complementam e se influenciam. A formação desses conceitos é um processo bastante complexo, onde as informações recebidas do meio são processadas usando os conceitos anteriormente assimilados, com intensa atividade mental e não apenas repetição (aprendizagem mecânica).&nbsp;<br><br>REFERENCIA:<br>https://editora.pucrs.br/edipucrs/acessolivre/anais/sipase/assets/edicoes/2018/arquivos/39.pdf</div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-20 20:35:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aprendizagem: processo de aquisição do conhecimento sob a ótica de Jean Piaget.</title>
         <author>cyntiaeslima</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1439947753</link>
         <description><![CDATA[<div>Polo Piúma - Karina Prucoli<br><br>Em uma perspectiva mais ampla, aprendizagem pode ser entendida como um processo de aquisição do conhecimento a partir de diferentes experiências e mediada por fatores endógenos (para dentro) e fatores exógenos (para fora). Esses fatores podem ser físicos, mentais, ambientais e sociais. Desta forma, e tendo como base nossos teóricos da educação, essas contribuições subsidiam uma reflexão crítica sobre a prática docente, temos, então, a pergunta: <strong>como se dá o processo de aquisição do conhecimento?&nbsp;<br></strong><br></div><div>O desenvolvimento cognitivo do sujeito está dividido em dois aspectos:<br><br></div><div><br><strong>• Aspecto psicológico/espontâneo: </strong>características orgânicas do<br>&nbsp;indivíduo, relacionado com suas habilidades como um ser vivo.<br><br></div><div>•<strong>Aspecto psicossocial: </strong>caracterizada pelas relações sociais que o<br>&nbsp;indivíduo estabelece ao longo de seu desenvolvimento (com a família, com os amigos, na escola etc.). O aspecto psicológico/espontâneo é valorizado, indicando que é preciso esperar o desenvolvimento da criança (aspecto espontâneo) para submetê-la a determinadas aprendizagens por transmissão (aspecto psicossocial).<br><br></div><div>Portanto, em síntese, as contribuições do teórico Jean Piaget para o<br>&nbsp;contexto educacional, são que o aprendizado deve respeitar os níveis de desenvolvimento das crianças na escola, e situações desafiadoras e relevantes devem ser proporcionadas para possibilitar a aprendizagem.<br><br></div><div><strong>Referencial bibliográfico:<br></strong><br></div><div>MOREIRA, M. A. Teorias da aprendizagem. 2. ed. ampl. Reimp. São Paulo: E.P.U. 2014.Teorias da personalidade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-20 20:43:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>cyntiaeslima</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1439948171</link>
         <description><![CDATA[Ijuí]]></description>
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         <pubDate>2021-04-20 20:43:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>elilangasoares</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1466356402</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 20:27:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>“Quando sinto que também já sei: relato de experiência”</title>
         <author>apolinario_nr</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1674550049</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Título: </strong>Relato de experiência com mídias educacionais<br><br><strong>Nível de ensino e curso: </strong>Profissionalizante - Auxiliar de Rotinas Administrativas<br><br></div><div><strong>Disciplina: </strong>Auxiliar de Rotinas Administrativas<br><br></div><div><strong>Conteúdo(s) enfocado(s): </strong>Inteligência Emocional e Postura Profissional<br><br></div><div><strong>Proposta: </strong>Apresentação do conteúdo e atividades.<br><br></div><div><strong>Objetivos de aprendizagem: </strong>Levar ao aluno conhecer suas emoções e como saber lidar com cada uma delas, e como elas podem interferir em situações no trabalho. Refletir sobre o comportamento positivo e negativo e como ele interfere em situações adversas no trabalho.<br><br><strong>Recursos utilizados: Leitura da apostila, apresentação de </strong>Slides e vídeos sobre Inteligência emocional e postura profissional.<br><br></div><div><strong>Desenvolvimento:</strong> Após apresentar o conteúdo em slides, os alunos assistiram ao filme “Divertida mente” e em seguida realizaram uma atividade.<br><br></div><div><strong>Atividade(s) avaliativa(s): </strong>Elaborar uma resenha sobre o filme “Divertida mente” de Pete Docter, 2015.<br><br></div><div><strong>Resultados obtidos: </strong>Os alunos conseguiram ao final do filme compreender o conteúdo aplicado de uma maneira mais dinâmica, e com isso abordaram o tema da inteligência emocional de forma simples e didática, ao tratarem sobre as emoções e a postura profissional. Além disso conseguiram compreender qual o comportamento mais adequado diante de situações diversas, após a reflexão de como seu comportamento interfere no trabalho.<br><br></div><div><strong>NABYLLA ROCHA APOLINARIO<br></strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-10 20:12:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marcielsilveira385</author>
         <link>https://padlet.com/larissyalves/m29u4d1mgk1/wish/1701658607</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>As contribuições de Piaget, Vigotski e Rogers para a compreensão e intervenção no processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos.<br>Polo de Viana - Edirleia Ribeiro</strong></div><div> </div><div>Conforme esclarece Vieira e Lino (2007), Jean Piaget, por meio de seus estudos na área da biologia concluiu que o desenvolvimento biológico é um processo de adaptação ao meio em que vive o indivíduo, que depende da sua maturação tanto quanto das condições desse meio. O cientista leva esta concepção para estudos sobre o desenvolvimento humano, especialmente o cognitivo.</div><div>"Especialmente orientada para descrever e identificar os modos ou as formas de conhecer e pensar que emergem ao longo da octogênese humana, a teoria de Piaget dirige-se também para aspectos do desenvolvimento moral, linguístico e afetivo, concebendo-os sempre em estreita ligação com o desenvolvimento cognitivo " (VIEIRA; LINO, 2007, p. 199).</div><div> <br><br></div><div>Um dos conceitos mais importantes na teoria de Vygotsky é o de Zona de Desenvolvimento Proximal. O que significa esse conceito? Vygotsky afirma que, em qualquer pessoa, existem dois níveis de desenvolvimento: um nível de desenvolvimento efetivo, indicado pelo que o sujeito pode realizar sozinho e um nível de desenvolvimento potencial, indicado pelo que o indivíduo pode realizar com ajuda de outra pessoa mais velha ou mais experiente. As teorias de desenvolvimento, em geral, estudam somente o desenvolvimento efetivo, isto é, aquele que já ocorreu. A Zona de Desenvolvimento Proximal (zdp) mede exatamente a distância entre esses dois níveis, o efetivo e o potencial. É portanto, um guia para indicar como podemos interferir no desenvolvimento de uma pessoa e modificá-lo. Com isso, Vygotsky não quer dizer que devemos tutelar a criança totalmente, mas, que o desenvolvimento é resultado da interação da criança com o meio social em que está inserido e, se conhecermos melhor esse processo, teremos condição de intervir sobre o desenvolvimento da criança de modo a ajudá-la.</div><div>Qual a importância desse conceito? Segundo Oliveira (1993), a Zona de Desenvolvimento Proximal é fundamental por duas razões. Primeiramente, porque não é toda criança que vai se beneficiar de uma intervenção. Se ela não houver atingido a zdp, nenhuma intervenção será eficiente. Uma criança que ainda não compreendeu a função da escrita não será capaz de utilizá-la, embora possa aprender as letras. É somente quando percebe que a escrita é utilizada para registrar informações, que a criança pode se desenvolver de modo significativo com ajuda externa.</div><div> <br><br></div><div>No âmbito da educação, destaco a sua contribuição com os alicerces da psicologia não-diretiva. Nessa esfera, Rogers pondera que um dos objetivos da educação deveria ser mais a capacitação do aluno a aprender a lidar com dispostos atuais, descobrindo novas respostas, do que se apropriar de conteúdos acumulados por gerações pregressas.</div><div>O autor ainda defende que, por natureza, o indivíduo tende à procura por seu aprimoramento pessoal, ou seja, tem vocação, inclina-se à aprendizagem. Essa tendência estaria no cerne da motivação da espécie humana.</div><div>Ainda de acordo com Rogers, a educação “seria um encontro entre pessoas a fim de vivenciarem experiências significativas onde seriam criadas condições facilitadoras da aprendizagem do estudante com o objetivo de liberar sua capacidade de autoaprendizagem” (MACHADO et al., p. 216).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-28 02:42:45 UTC</pubDate>
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