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      <title>“O Nordeste na literatura brasileira: a seca em prosa e verso”. by MARIA CLARISSE TEIXEIRA CARDOSO</title>
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      <pubDate>2022-12-17 00:08:49 UTC</pubDate>
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         <title>Último Pau-De-Arara</title>
         <author>clarisset1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os seguintes versos da música “Último Pau-De-Arara” retratam a realidade vivida pelos nordestinos no período da seca<br><br></div><blockquote>A vida aqui só é ruim quando não chove no chão&nbsp;<br>Mas se chover dá de tudo fartura tem de montão&nbsp;<br>Tomara que chova logo tomara meu deus tomara&nbsp;<br>Só deixo o meu cariri no último pau-de-arara&nbsp;<br>Enquanto a minha vaquinha tiver o couro e o osso&nbsp;<br>E puder com o chocalho pendurado no pescoço&nbsp;<br>Eu vou ficando por aqui que deus do céu me ajude&nbsp;<br>Quem sai da terra natal em outros cantos não para&nbsp;<br>Só deixo o meu cariri no último pau-de-arara&nbsp;</blockquote><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-17 00:08:49 UTC</pubDate>
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         <title>O Vaqueiro - Juvenal Galeno</title>
         <author>clarisset1</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong>“O Vaqueiro”, poema escrito por Juvenal Galeno, descreve o modo de vida do povo do nordeste. Nos versos, ao tratar do sertão, o autor traz duas estações distintas, o inverno e a seca. É possível perceber isso nos seguintes versos: </strong><br><br></div><blockquote>(...) Assim esta vida!... Se é tempo de inverno,&nbsp;<br>Bem cedo nós vamos o leite tirar, &nbsp;<br>E após o almoço... que faça ela os queijos,&nbsp;<br>Qu’eu saio a cavalo, qu’eu vou campear.&nbsp;<br>A vida qu’eu levo, Ouvi-me cantar.&nbsp;<br>Se é tempo de seca, que longas fadigas,&nbsp;<br>Abrindo as cacimbas pra o gado beber!&nbsp;<br>As ramas cortando, que a rês me suplica&nbsp;<br>Num berro mais triste que o triste gemer!&nbsp;<br>A vida qu’eu levo,&nbsp;<br>Ouvi-me dizer.&nbsp;<br>(GALENO, 1965, p. 49)&nbsp;</blockquote><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-17 00:08:49 UTC</pubDate>
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         <title>Os Retirantes de Cândido Portinari</title>
         <author>clarisset1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Portinari, com a tela “Os Retirantes”, procurou mostrar o sofrimento do povo, o tema central da pintura é a seca, a qual provocou a migração e a morte de muitas pessoas no nordeste.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-17 00:08:49 UTC</pubDate>
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         <title>Morte e vida severina - João Cabral de Melo Neto;</title>
         <author>clarisset1</author>
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         <description><![CDATA[<div>A vida “severina” é uma vida sofrida. Severino é um retirante, entre muitos, que foge da seca, da fome e da terra de pedra. No entanto, em sua jornada só encontra a morte. Realidade essa de muitos nordestinos da época.<br><br></div><blockquote>Somos muitos Severinos<br>iguais em tudo na vida.&nbsp;</blockquote>]]></description>
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         <title>A Bagaceira - José Américo de Almeida;</title>
         <author>clarisset1</author>
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         <description><![CDATA[<div>“A Bagaceira”, livro escrito por José Américo de Almeida, narra a história da vida dos retirantes que, por conta dos períodos de seca, se refugiam na bagaceira dos engenhos (Local, próximo do engenho, em que se acumula o bagaço da cana). O livro tem uma estrutura cíclica que inicia e termina com secas.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-17 00:08:49 UTC</pubDate>
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         <title>Nordestino Sim, Nordestinado Não - Patativa do Assaré</title>
         <author>clarisset1</author>
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         <description><![CDATA[<div>O poema mostra que os problemas dos nordestinos, como a seca, não são causados por castigo do divino, mas sim pelo descaso do poder político.&nbsp;<br><br></div><blockquote>Não é Deus quem nos castiga<br>Nem é a seca que obriga<br>Sofrermos dura sentença<br>Não somos nordestinados<br>Nós somos injustiçados<br>Tratados com indiferença<br>Sofremos em nossa vida<br>Uma batalha renhida<br>Do irmão contra o irmão<br><br>Nós somos injustiçados<br>Nordestinos explorados<br>Mas nordestinados não<br>Há muita gente que chora<br>Vagando de estrada afora<br>Sem terra, sem lar, sem pão<br>Crianças esfarrapadas<br>Famintas, escaveiradas<br>Morrendo de inanição</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-17 00:08:49 UTC</pubDate>
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         <title>Seca - Ivan Kabral</title>
         <author>clarisset1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Seca no Nordeste - autor desconhecido </title>
         <author>clarisset1</author>
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         <title>Os sertões - Euclides da Cunha</title>
         <author>clarisset1</author>
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         <description><![CDATA[<div>O livro "Os sertões" de Euclides da cunha, 1902, é uma das obras mais simbólicas do escritor pré-modernista. A obra conta os acontecimentos da Guerra de Canudos que ocorreu durante 1896 e 1997, no interior da Bahia. No livro, pode-se o seguinte trecho que retrata a seca e suas consequências:<br><br>"[...] Visam, de um modo geral, atenuar a última das consequências da seca - a sede; e o que há a combater e a debelar nos sertões do Norte - é o deserto. O martírio do homem, ali, é reflexo de tortura maior, mais ampla, abrangendo a economia geral da vida. Nasce do martírio secular da terra."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-17 00:08:49 UTC</pubDate>
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         <title>Nuvem seca - Ivan Cabral</title>
         <author>clarisset1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-12-17 00:08:49 UTC</pubDate>
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         <title>“A seca do Ceará” - Leandro Gomes de Barros</title>
         <author>clarisset1</author>
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         <description><![CDATA[<div>A seca do Ceará”, poema escrito por Leandro Gomes de Barros, fala sobre a da seca de 1915.<br><br></div><blockquote>Seca as terras as folhas caem,<br>Morre o gado sai o povo,<br>O vento varre a campina,<br>Rebenta a seca de novo;<br>Cinco, seis mil emigrantes<br>Flagelados retirantes<br>Vagam mendigando o pão,<br>Acabam-se os animais<br>Ficando limpo os currais<br>Onde houve a criação.</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-17 00:08:49 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;ABC do Nordeste flagelado” - Patativa do Assaré</title>
         <author>clarisset1</author>
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         <description><![CDATA[<div>O poema “ABC do Nordeste flagelado”, de Patativa do Assaré, relata o sofrimento causado pela seca no nordeste. Nele é descrito a paisagem, o comportamento dos animais e a tristeza do povo quando não chove nos primeiros meses do ano, pois é a temporada de chuva na região. &nbsp;<br><br></div><blockquote>Ai, como é duro viver<br>nos Estados do Nordeste<br>quando o nosso Pai Celeste<br>não manda a nuvem chover.<br>É bem triste a gente ver<br>findar o mês de janeiro<br>depois findar fevereiro<br>e março também passar,<br>sem o inverno começar.&nbsp;</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-17 00:08:49 UTC</pubDate>
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         <title>Honestidade - Braúlio Bessa</title>
         <author>clarisset1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Trecho do cordel que retrata as dificuldades enfrentadas no sertão brasileiro e a resiliência da população:<br><br>"Eu já vi muita família</div><div>passando por precisão,</div><div>cinco, sete, até dez filhos</div><div>na seca lá do sertão</div><div>no meio da desigualdade</div><div>vencendo a dificuldade</div><div>sem nenhum virar ladrão."</div>]]></description>
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         <title>Trecho de Vidas Secas</title>
         <author>clarisset1</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote><strong>“Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos”</strong></blockquote><div>&nbsp;<br>A família de retirantes estava em busca de terras desconhecidas e comida. Essas pessoas eram “infelizes” não só pela seca mas também por não possuírem posse de terra e dignidade humana, por exemplo.</div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-17 00:08:49 UTC</pubDate>
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         <title>A seca - Alceu Valença</title>
         <author>clarisset1</author>
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         <description><![CDATA[<div>A letra da música apresenta as características da paisagem do nordeste, apresentando os aspectos da seca no sertão:<br><br>"Nas patas do meu cavalo</div><div>Galopei do meu sertão</div><div>Vi a seca, vi a fome</div><div>Lobisomem e assombração</div><div>Riacho virou caminho</div><div>Graveto virou tição</div><div>E as pedras ardendo em brasa<br><br></div><div>Asa Branca na amplidão</div><div>Riacho virou caminho</div><div>De pedras ardendo em fogo</div><div>No poço secou a água</div><div>Menino morreu sem nome</div><div>Na Caatinga o homem chora</div><div>O boi que morreu de sede</div><div>A roça que era verde<br><br>A seca torrou garrancho</div><div>Senhor mande chuva pro Nordeste!<br>Senhor mande chuva pro Sertão!"</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-17 00:08:49 UTC</pubDate>
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         <title>Trecho de Vidas Secas</title>
         <author>clarisset1</author>
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         <description><![CDATA[<div>No seguinte trecho da obra “Vidas Secas” de Graciliano Ramos, é apresentado a realidade na qual o personagem Fabiano vive, cuja existência se baseia em trabalhar a vida inteira e ter que devolver seu dinheiro ao patrão, sendo condenado a viver uma vida miserável.</div><div><br></div><div>“Não se conformou: devia haver engano. [...] Com certeza havia um erro no papel do branco. Não se descobriu o erro, e Fabiano perdeu os estribos. Passar a vida inteira assim no toco, entregando o que era dele de mão beijada! Estava direito aquilo? Trabalhar como negro e nunca arranjar carta de alforria!</div><div>O patrão zangou-se, repeliu a insolência, achou bom que o vaqueiro fosse procurar serviço noutra fazenda.</div><div>Aí Fabiano baixou a pancada e amunhecou. Bem, bem. Não era preciso barulho não.”</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-17 00:08:49 UTC</pubDate>
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         <title>Sertão Sangrento - Vidas Secas</title>
         <author>clarisset1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Letra da música Vidas Secas que denuncia a realidade vivida no sertão brasileiro em períodos de seca:<br><br>"Carne podre decomposta</div><div>Vidas secas expostas<br><br></div><div>Carcaças e ossos</div><div>Por todo lugar</div><div>É a paisagem</div><div>Que se pode admirar<br><br></div><div>Você ainda vive</div><div>Isso não é sorte</div><div>Grite para o céu</div><div>Chame pela morte<br><br></div><div>Chão esturricado</div><div>Sem água e alimento</div><div>Urubus e Carcarás</div><div>Visões de um Sertão Sangrento<br><br></div><div>Desgraça na terra</div><div>E no céu um ideal</div><div>Destinado ao inferno</div><div>Tudo sempre termina mal"</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-17 00:08:49 UTC</pubDate>
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         <title>Vozes da Seca - Luiz Gonzaga</title>
         <author>clarisset1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Trecho da música Vozes do Sertão que apresenta em seus versos o pedido de Luiz Gonzaga aos políticos para que intercedam pela seca no nordeste<br><br>"É por isso que pedimos proteção a vosmicê<br>Homem, por nós, escolhido, para as rédias do poder<br>Pois doutor, dos vinte estados, temos oito sem chover<br>Veja bem, mais da metade do Brasil tá sem comer<br><br></div><div>Dê serviço a nosso povo, encha os rios e barragens<br>Dê comida a preço bom, não esqueça a açudagem<br>Livre assim, nós da esmola, que no fim desta estiagem<br>Lhe pagamo inté os juros sem gastar nossa coragem"</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-17 00:08:49 UTC</pubDate>
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         <title>O Quinze - Raquel de Queiroz</title>
         <author>clarisset1</author>
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         <description><![CDATA[<div>	O livro “ O quinze”, de Raquel de Queiroz é um clássico que fala sobre uma das piores secas enfrentadas pelo Nordeste, no ano de 1915. Esse momento de seca é&nbsp; contado pela professora Conceição, que está vivendo um romance com o seu primo Vicente. Eles acabam sendo obrigados a migrarem para o sertão.<br><br></div><div>	Raquel foi a primeira mulher a conseguir ganhar o prêmio literário mais importante da língua portuguesa, o “Prêmio Camões”<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-17 00:08:49 UTC</pubDate>
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         <title>Asa Branca”, de Luiz Gonzaga: A seca no Sertão</title>
         <author>clarisset1</author>
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         <description><![CDATA[<div>“Asa Branca” é uma música bastante conhecida, a música discorre sobre a seca no sertão Nordestino,&nbsp; os problemas que são gerados pela seca para a população e também a questão da saída das pessoas do Nordeste.<br><br>Trecho da música "Asa Branca"<br><br></div><blockquote>“Quando olhei a terra ardendo, quão fogueira de São João. Eu perguntei a Deus do céu, uai! Por que tamanha judiação?”</blockquote>]]></description>
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