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      <title>Suicídio  by Débora Schenfel</title>
      <link>https://padlet.com/dgbaena/m1tkjr9smmj1tpy</link>
      <description>Avaliação Psicológica Prática III </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-10 21:19:31 UTC</pubDate>
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         <title>Intervenção Medicamentosa </title>
         <author>svalemarcella</author>
         <link>https://padlet.com/dgbaena/m1tkjr9smmj1tpy/wish/1904682046</link>
         <description><![CDATA[<div>Os transtornos depressivos, da personalidade e bipolar são alguns dos transtornos que, se não tratados, podem levar ao suicídio. Seguem abaixo algumas das intervenções farmacológicas usadas no tratamento destes transtornos:<br><br>1. ISRSs<br>2. IRSNs<br>3. TCAs<br>4. IMAOs&nbsp;</div><div>5.&nbsp;Carbonato de Lítio<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-21 18:26:19 UTC</pubDate>
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         <title>Achados laboratoriais</title>
         <author>yuriicaetani</author>
         <link>https://padlet.com/dgbaena/m1tkjr9smmj1tpy/wish/1906228198</link>
         <description><![CDATA[<div>- Ressonância magnética e estudos de neuroimagem demonstram alterações principalmente: córtex pré-frontal, os gânglios da base e a amígdala.<br><br></div><div>-&nbsp;Dentro da SEÇÃO III DO DSM V – 5ª. EDIÇÃO – São comentadas anormalidades laboratoriais consequentes à tentativa de suicídio<br><br></div><div>- Autores avaliam que o comportamento suicida dentro do DSM V aparece como categoria diagnóstica que necessita de maiores estudos e aprofundamentos<br><br></div><div>&nbsp;- Achados neurológicos e laboratoriais correlacionam o suicídio com gravidade de quadros de transtornos mentais.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-22 14:27:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dgbaena/m1tkjr9smmj1tpy/wish/1906426009</link>
         <description><![CDATA[<div>Os dados a seguir foram retirados do trigésimo terceiro boletim epidemiológico que teve seu quinquagésimo volume publicado em setembro de 2021.<br><br></div><div><strong>Introdução:<br></strong>O suicídio é um importante problema de saúde pública, matando mais de 700 mil pessoas no mundo anualmente, hoje o suicídio ocupa a quarta colocação entre as maiores causadoras de óbitos entre pessoas de 15 a 29 anos de idade. O suicídio é um fenômeno mundial multicausal que está presente em todas as sociedades e culturas, afetando indivíduos de diferentes classes sociais, sexo e idades. A maior parte dos indivíduos que cometem suicídio no mundo o faz por razão de algum tipo de transtorno mental presente em 80% dos casos. O transtorno mais comum é a depressão unipolar ou bipolar, também sendo quadros associados com risco importante o abuso e dependência de substâncias psicoativas e a esquizofrenia. Porem apesar de complexo o suicídio pode ser evitado através de uma gama de possíveis mecanismos de prevenção individuais ou coletivos de apoio ao indivíduo em questões sociais, econômicas e psicológicas.<br>&nbsp;</div><div><strong>Métodos:<br></strong>Para o estudo foram analisados dados de mortes por suicídio e registro de auto agressão do ano de 2010 a 2019, o, em relação aos óbitos foram considerados os cuja causa básica foi classificada com os códigos X60-X84 (lesões autoprovocadas intencionalmente) e Y87.0 (sequelas de lesões autoprovocadas intencionalmente), excluindo apenas os menores de 5 anos. E os dados foram divididos por idade, por ano, segundo sexo e por regiões.<br>&nbsp;</div><div><strong>Resultados:<br></strong>No período da pesquisa foram registrados 112.230 mortes por suicídio no Brasil, com um aumento anual de quase 43% durante o período de 2010 a 2019. Registrando uma taxa de 6.6 suicídios para cada 100 mil habitantes no geral da população nacional em 2019, pois neste mesmo período, estima-se que a população brasileira tenha crescido de 190.732.694 para 210.147.125.<br><br></div><div>As regiões do Brasil com maior taxa de suicídio no período foram as Regiões Sul e Centro-Oeste registrando respectivamente uma taxa de 10,41 e 8,30 para cada 100 mil habitantes<br><br></div><div>Enquanto que as Regiões Nordeste e sudeste são as que no período registraram menores índices de óbitos por suicídio apresentando em 2019 um resultado de 5,67 (nordeste) e de 5,70 (Sudeste) para cada 100mil habitantes.<br><br></div><div>Por meio dos dados colhidos foi identificado que o número de suicídio masculino é 3,8 vezes maior do que o feminino registrando um número absoluto de 10,7 para cada 100mil habitantes enquanto entre as mulheres esse número é de 2,9. Porem dentro do período da pesquisa os dois registraram aumento no índice de suicídios sendo o das 29% e o dos homens de 26%.<br><br></div><div>Em relação ao índice por faixa etária, todas as faixas registram aumento em seus indicies de suicídio, os dados mais expressivos estão:<br><br></div><div>Os adolescentes de 15 a 19 anos que apresentaram um aumento de 81% no período, passando de uma margem de 3,5 em 2010 para uma margem de 6,4 para cada 100mil habitantes em 2019.<br><br></div><div>E as crianças de 5 a 14 anos que mesmo ainda possuindo expressividade baixa no número geral, registraram um aumento de 113% na taxa de mortalidade por suicídio dentro do período passando de 0,3 em 2010 para 0,7 para cada 100mil habitantes em 2019.<br><br></div><div>Dados por faixa etária para cada 100mil habitantes&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;| Faixa&nbsp; &nbsp; &nbsp; | 2010 | 2019<br>&nbsp;| 5 a 14&nbsp; &nbsp; &nbsp;| 0,31&nbsp; | 0,67<br>&nbsp;| 15 a 19&nbsp; &nbsp; | 3,52 | 6,36<br>&nbsp;| 20 a 39&nbsp; | 6,49&nbsp; | 8,19<br>&nbsp;| 40 a 59&nbsp; | 7,04&nbsp; | 8,43<br>&nbsp;| 60 a +&nbsp; &nbsp; | 6,84&nbsp; | 7,88</div><div>&nbsp;&nbsp;</div><div><em>*** Outro dado relevante que vale a pena ser destacado mesmo não falando sobre suicídio é que durante o período da pesquisa foi registrado que 71,3% das notificações de violência autoprovocada dizem respeito a mulheres.</em><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-22 15:45:21 UTC</pubDate>
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         <title>Avaliação Psicológica: testes mais utilizados</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dgbaena/m1tkjr9smmj1tpy/wish/1907133576</link>
         <description><![CDATA[<div><br>-<em> </em><strong><em>Escala de Motivos para Viver </em></strong><em>– EMVIVER (Gomes, 2015): A escala é composta de 29 itens, no formato Likert de três pontos, com variação de zero a três, e pontuação mínima de zero e máxima de 87 pontos, aglutinados em três fatores que explicaram 27,8% da variância total.<br><br>O instrumento tem como<br>objetivo medir as razões consideradas importantes pelas pessoas para viver mesmo considerando os momentos difíceis encontrados por elas.<br><br>Relacionamentos Significativos: <br>Constituído por itens relacionados ao suporte social dos indivíduos (família em geral, família de origem, família nuclear e constituição de uma família, manter amizades concretizadas e manter novos amigos).<br><br>Atração pela Vida:<br>Itens referentes ao amor pela vida, que é expresso pelo amor à própria vida e ao gosto de viver e aproveitar a vida. Relaciona-se às oportunidades, otimismo e a curtir a vida e à felicidade.<br><br>Virtudes:<br>Contém itens sobre a espiritualidade, humanidade, justiça e<br>transcendência.<br><br>-&nbsp; </em><strong><em>Escala de Autoestima de Rosenberg </em></strong><em>(RSES, Rosenberg Self-Esteem Scale; Rosenberg, 1965): O principal objetivo consiste em avaliar a autoestima global em adolescentes através de dez itens, avaliados numa escala de tipo Likert com quatro opções de resposta, desde 1 (Discordo fortemente) a 4 (Concordo fortemente).<br><br>- </em><strong><em>Escala de Desesperança de Beck</em></strong><em> (BHS, The Beck Hopelessness Scale; Beck, Weissman, Lester, &amp; Trexler, 1974): O principal objetivo é avaliar os sintomas de desesperança sobre eventos futuros. É uma escala de autorresposta com 20 itens e com um formato de resposta dicotômico.<br><br>- </em><strong><em>Inventário de Acontecimentos de Vida Negativos</em></strong><em> (IAVN, Brás &amp; Cruz, 2008): O objetivo consiste em avaliar o conjunto de experiências negativas vivenciadas, em termos da sua severidade – frequência e impacto. Integra vinte e cinco itens referentes a diferentes tipos de acontecimentos negativos. Para cada acontecimento, os respondentes devem indicar a sua frequência, numa escala valorada de 0 (Nunca) a 4 (Muitíssimas vezes), e o impacto, numa escala<br>compreendida entre 1 (Nenhum impacto) e 5 (Impacto extremamente negativo), sendo a severidade dos mesmos obtida através destes dois indicadores.<br>O IAVN permite obter uma pontuação total e por subescalas, designadamente (a) Ambiente familiar adverso (AFA), (b) Abuso psicológico (AP), (c) Separações/Perdas (SP) e (d) Abuso físico<br>e sexual (AFS).<br><br>- </em><strong><em>Questionário de Ideação Suicida </em></strong><em>(QIS):&nbsp; É constituído por 30 itens (e.g., Pensei que suicidar-me resolveria os meus problemas) com respostas estruturadas numa escala de Likert com 7 valores: 0 - nunca tive este<br>pensamento; 1 - pensei nisto, mas não no último mês; 2 - cerca de uma vez por mês; 3 - duas vezes por mês; 4 - cerca de uma vez por semana; 5 - duas vezes por semana; 6 - quase todos os dias. O valor<br>da escala é obtido somando-se as pontuações dos 30 itens, e varia entre 0 e 180 pontos. Quanto maior<br>a pontuação, maior a ideação suicida.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-22 23:21:31 UTC</pubDate>
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         <title>Achados Laboratoriais : Como avaliar os riscos de Suicídio . </title>
         <author>juliabelluominidesouza19</author>
         <link>https://padlet.com/dgbaena/m1tkjr9smmj1tpy/wish/1909087284</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Avaliação</strong><br><sub>A maioria das pessoas comunica seus pensamentos e intenções suicidas por meio de palavras com temas de sentimento de culpa, baixa autoestima, ruína moral e desesperança. Os pensamentos dessas pessoas são os mesmos em todo o mundo, quaisquer que sejam os problemas.</sub><sub><sup><br></sup></sub><br></div><ol><li><sup>Ideias de morte: pensar que seria um alívio, sem cogitar em realizá-la por si mesmo;&nbsp;</sup></li><li><sup>Ideias suicidas: podem ser combatidas pela própria pessoa, que as reconhece como absurdas e intrusivas, mas também adquirir proporções significativas; &nbsp;</sup></li><li><sup>Desejo de suicídio: sentimento de desesperança e falta de perspectiva de futuro favorecem o desejo de se matar como solução;</sup></li><li><sub>Intenção de suicídio: a ameaça de pôr fim à vida é claramente expressa;&nbsp;</sub></li><li><sub>Plano de suicídio: decidida, a pessoa passa a tramar e planejar detalhes como: método, local e horário, às vezes deixando um bilhete de despedida;&nbsp;</sub></li><li><sub>Tentativas de suicídio: atos auto agressivos não fatais;</sub></li><li><sub>&nbsp;Atos impulsivos: são auto agressivos, repentinos e sem planejamento suicida, devido à baixa tolerância à frustração,</sub> <sub>podendo ter o êxito letal; 8. Suicídio: o desfecho é a morte; caracteriza-se pelo planejamento e utilização de métodos altamente letais ou por forte componente impulsivo.</sub></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-23 18:43:00 UTC</pubDate>
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         <title>Curiosidades: Faixa etária de prevalência e Grupos de risco</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dgbaena/m1tkjr9smmj1tpy/wish/1909346410</link>
         <description><![CDATA[<div>Foi feita uma busca bibliográfica para entender qual a faixa etária mais propensa a cometer suicídio <sup>(3ª maior causa de morte no Brasil)</sup>, descobrindo que ela está volúvel a mudanças de acordo com o momento sócio-político vivido.<br><br></div><ul><li>Anos 90: Adultos a partir de 55 anos.</li><li>Anos 2000: Adultos entre 35 e 54 anos.</li><li>Dados atuais:&nbsp;<ul><li>Jovens - Fazem mais tentativas.</li><li>Adultos a partir de 40 anos - tem maior sucesso.</li></ul></li></ul><div><br></div><div>-&gt; Homens possuem maior índice de suicídio do que mulheres; apesar das mulheres planejarem mais.</div><div>A taxa de suicídio dessa classe é de 3,4 homens para cada mulher.<br><br>-&gt; Entre jovens e Idosos, os jovens possuem índices maiores de tentativas de suicídio; mas os idosos são mais letais em seus comportamentos suicidas.<br><br><br></div><div><strong>- Outros Dados -&nbsp;</strong></div><ul><li>O risco de suicídio tem índices aparentes a partir dos 12 anos.</li><li>A cada 5 tentativas de suicídios, 1 é consumado.</li><li>Segundo a ONU 75% dos suicídios ocorrem em países de baixa renda.</li><li>Em países de renda elevada o aumento nos níveis de suicídio são percebidos em momentos de crise que afetam o poderio econômico.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-23 22:11:15 UTC</pubDate>
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         <title>Avaliação médica</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dgbaena/m1tkjr9smmj1tpy/wish/1910828931</link>
         <description><![CDATA[<div>Considerando o grande número de tentativas de suicídio, temos que lembrar que a maior parte não deseja acabar com sua vida e sim com alguma outra questão da qual não está conseguindo lidar e tentativas repetidas não são impossíveis de se impedir.&nbsp;</div><div>&nbsp;No departamento de emergência nem todos os casos de planejamento suicida necessitam de uma intervenção ou avaliação, eles passam por uma triagem de risco de suicídio, a mesma que é aplicada a todos os pacientes que têm transtornos emocionais, comportamentais ou ambos. &nbsp;</div><div>Existem casos em que pacientes não são honestos em suas respostas dificultando a identificação de suas tendências, essa triagem serve para identificar essas pessoas com ideação sem que afete negativamente o fluxo do DE.&nbsp;</div><div>A abordagem é feita de forma que, mesmo que o médico tenha alguma questão como preconceito e ceticismo contra a possibilidade de um caso de planejamento suicida, ele deve tratar o paciente com respeito deixando de lado suas crenças e dar um atendimento de qualidade ao paciente estabelecendo um vínculo afetivo, para que assim, estabeleça uma via de comunicação com o mesmo melhorando a qualidade da avaliação. Perguntas sobre o pensamento ou planos de tirar sua vida, as perguntas devem seguir de formas especificas sobre o conteúdo do pensamento suicida de forma a evitar segundas interpretações possibilitando esquivas, estes pacientes, normalmente, são colocados em acomodações privativas e sem objetos de risco.&nbsp;</div><div>A avaliação é focada na identificação de problemas vigentes a serem tratas emergencialmente, ela baseia-se no histórico e exame físico, incluindo avaliações sobre o estado cognitivo e emocional, dados como a ingestão de drogas e a frequências da qual efetua a mesma, traumas posteriores e possíveis fatores estressantes para o paciente normalmente são abordados.&nbsp;</div><div>As escalas de avaliação de risco não são algo preciso, porém, temos instrumentos para auxiliar neste quesito SAD PERSONS é uma ferramenta muito utilizada para este auxílio, nela faz-se perguntas diretas sobre suas intenções e/ou planejamentos suicidas sem utilizar de tons hostis e tentar buscar informações sobre sua relação familiar e sua relação com seus amigos.&nbsp;</div><div>Em caso de pacientes suicidas, eles são internados enquanto aguardam sua avaliação ou até mesmo sua hospitalização, em caso de alta, o paciente recebe uma breve intervenção, na qual ajuda o paciente a identificar e a desenvolver a habilidade de lidar com seus pensamentos disfuncionais, em casos patológicos, intervenções farmacológicas, caso o paciente esteja em crise, sua hospitalização de cunho psiquiátrico é indicada, pode ser voluntária ou não, já nos pacientes com risco iminente, são tratados como pacientes ambulatoriais, os recursos utilizados para seu atendimento varia de cada unidade, seu encaminhamento deve ser de no máximo 7 dias, porém, o quanto antes melhor, a disponibilidade e facilidade de comunicação cm os familiares torna-se algo de extrema importância para a adesão do tratamento e a sensação de pertença na sociedade.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-24 15:14:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dgbaena/m1tkjr9smmj1tpy/wish/1911215864</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Existe um padrão familial mais propício para cometer suicídio?</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div>&nbsp;Acredita-se que não existe um padrão familiar que possa explicar o ato de cometer suicídio, pois ainda é um tabu tratar esse assunto. Os casos de suicídio são cercados por estigmas e preconceitos que dificultam ainda mais o processo de vivência dos familiares sobreviventes assim como também a escassez na produção científica sobre o luto por suicídio dificulta a compreensão da vivência da família ao perder um familiar por suicídio.</div><div>&nbsp;Assim como o comportamento suicida não pode ser reduzido a explicações simplistas, o processo de luto não pode ser atribuído a uma única compreensão. O foco do suicídio no grupo familiar tenta entender a intensidade e amplitude desse ato na vida das pessoas, sendo o grupo que mais sofre os efeitos de diversas naturezas, os quais podem se prolongar por uma vida toda. Além disso, o suicídio também gera, desestruturação no contexto familiar, pois Além de enfrentar a dor pela morte de um ente querido, os familiares precisam lidar com as cobranças e julgamentos da sociedade.</div><div>É comum as famílias terem dificuldades em lidar com esta perda repentina, e buscam respostas para o ocorrido. O desespero toma conta desse momento trágico, principalmente pelo fato da maioria dos casos não haver uma justificativa única e suficiente para o ato. Os familiares chegam a se questionar sobre a veracidade da lesão autoprovocada, na ânsia por justificar o óbito, acabam acreditando inicialmente que a morte pode ter ocorrido por meio de assassinato e não do suicídio propriamente dito.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Casos de família com suicídio recorrente&nbsp;</strong></div><div>No Brasil podemos citar o caso da família Vargas pois três gerações foram abaladas pelo suicídio: o presidente Getúlio Vargas, seu filho Manuel Antônio <a href="http://www1.folha.uol.com.br/poder/2017/07/1902226-com-morte-de-getulinho-suicidio-atinge-tres-geracoes-da-familia-vargas.shtml">e seu neto, também chamado Getúlio. Cerca de 90% dos casos de suicídio estão associados a algum tipo de transtorno mental, e é por essa via que os pesquisadores tentam elucidar a associação entre o ato e determinadas predisposições genéticas. Em tais casos, a ideia é que variantes de determinados genes produzem problemas mentais e, de forma indireta, os sintomas desses problemas é que deixariam seus portadores mais vulneráveis a ideias suicidas. Dizem especialistas que uma possível explicação está no fator</a> dos componentes genéticos, porém são relações hereditárias, complicadas e difícil de esmiuçar, e não pode ser comparada com nenhuma semelhança de suposta "maldição no DNA".</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Existe um maior risco?&nbsp;</strong></div><div>O risco de um indivíduo cometer suicídio aumenta entre aqueles com histórico familiar de suicídio ou de tentativa suicida, dados expostos pela associação brasileira de psiquiatria mostram que existem componentes genéticos, assim como ambientais, envolvidos nesse tipo de caso. A probabilidade de cometer suicídio aumenta ainda mais entre pessoas que foram casadas e que seu cônjuge cometeu o suicídio. O número de óbitos por suicídio é três vezes maior entre pessoas do sexo <strong>masculino</strong> do que entre pessoas do sexo feminino, porém o número de tentativas sem sucesso é três vezes mais frequente em mulheres. Nos homens, a solidão e o isolamento social são os principais fatores associados ao suicídio. Nas mulheres o que ajuda é que elas, tem redes sociais de proteção mais fortes e elas tem mais facilidade do que os homens em tarefas domésticas e comunitárias.&nbsp;</div><div>Entre 2010 e 2019, ocorreram no Brasil 112.230 mortes por suicídio, com um aumento de 43% no número anual de mortes, de 9.454 em 2010, para 13.523 em 2019. Análise das taxas de mortalidade ajustadas no período demonstrou aumento do risco de morte por suicídio em todas as regiões do Brasil&nbsp;</div><div><br><strong>Diagnóstico diferencial que possa estar ocasionando as tentativas de suicídio</strong>.</div><div>O transtorno bipolar, Depressão, seguido da esquizofrenia, parecem ter peso relativamente bem estabelecido no aparecimento de comportamentos suicidas. "Depois disso, os demais transtornos possuem uma força de evidência muito menor.</div><div>Outra possível via pela qual os comportamentos suicidas se manifestam é a da impulsividade e agressividade mais elevadas, que não podem ser classificadas propriamente como doenças mentais, explica o psiquiatra. Os métodos usados para investigar o tema do ponto de vista genético são, inicialmente, os que envolvem a comparação controlada de membros da mesma família. O ideal seria estudar gêmeos idênticos separados no nascimento cada um adotado por uma família diferente, por exemplo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-24 19:25:11 UTC</pubDate>
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         <title>tratamento terapêutico mais utilizado:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/dgbaena/m1tkjr9smmj1tpy/wish/1911316724</link>
         <description><![CDATA[<div>Existem diversos dados que englobam o efeito da terapia na redução do risco de suicídio tanto em adultos quanto em adolescentes. Diante essa análise, as intervenções baseadas na terapia cognitiva comportamental (TCC) foram as que se provaram mais efetivas.<br>O mais comum é que os pensamentos que envolvem o paciente tirar a própria vida sejam tratados separadamente em relação aos transtornos mentais que os causam. Principalmente pela linha da TCC, que envolve a análise mais aprofundada dos seus pensamentos e de como eles afetam sua vida e ações.<br>Isso pode ser feito por meio de técnicas da TCC. Existem exemplos de como o tratamento pode se desenvolver em alguns pontos específicos como o Plano de segurança: Composto por uma série de detalhes que precisam de atenção no caso de pacientes com pensamentos ou desejos suicidas. Ele está interligado as técnicas de TCC no sentido de que envolve mudanças nos pensamentos e na maneira de agir diante a negatividade. Sinais de alerta, Caixa da esperança, Pessoas para quais posso pedir ajuda e ambiente seguro.<br><br><strong>Outros profissionais envolvidos (Grupos de apoio, por exemplo):</strong><br><br>Existem diversas redes de apoio para com essa temática, o Centro de amor à vida (CAVIDA) é uma organização não governamental que tem como objetivo atender pessoas vulneráveis emocionalmente com demandas ansiosas, depressivas e pessoas que possuem idealização suicida ou já tentaram o ato. Outro grupo interessante é o Terapeutas sem fronteiras, este grupo tem como missão auxiliar em processos de transição e evolução pessoal, os quais oferecem de maneira gratuita serviço de apoio emocional e terapêutico. Existe também grupo Emocionais Anônimos que organizam grupos de ajuda mutua em diferentes questões e doenças psicológicas, possuem atuação em diferentes cidades brasileiras e podem ser usados como um espaço de troca entre os participantes do grupo, auxiliando terapeuticamente no seu problema e criando uma rede de apoio. Por fim uma organização que foi criada em 1997 com o intuito de dar apoio aos portadores de transtornos mentais e seus familiares Fenix – Associação Pró Saúde Mental.&nbsp;<br>Destaca-se os institutos de pesquisas do Brasil, Laboratório de Estudos Sobre A Morte (LEM), sendo um grupo de pesquisa relacionado ao instituo de psicologia da USP e, além de estudos sobre o tema, presta assistência a comunidade. O instituto Sedes Sapientiae, fundado em 1978, a entidade tem um trabalho sério de formação de profissionais ligados à saúde mental. Entre todos cursos, palestras e projetos existe também o atendimento de pacientes. Finalizando com o projeto de apoio à vida (RAVIDA), este projeto de extensão da faculdade de medicina do ceara.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-24 21:00:50 UTC</pubDate>
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