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      <title>A BALEIA - CUIDATIVA DOMICILIAR 25.2 by Anna Caroline Siqueira Pena</title>
      <link>https://padlet.com/annapena1/m0imfbndf4gllb1y</link>
      <description>Após assistir ao filme, escolha uma imagem (fotografia, pintura, paisagem, desenho etc.), uma música ou um poema que represente os sentimentos despertados em você. O intuito da atividade é estimular a reflexão sensível sobre a vivência de pessoas com Obesidade e a importância do olhar empático no cuidado. Este mural coletivo irá expressar diferentes percepções sobre o filme, contribuindo para nossa formação como profissionais mais humanos. Na sua postagem, insira: A imagem, música ou poema escolhido; Uma breve explicação sobre o motivo da sua escolha; Seu nome completo e número de matrícula. Prazo para postagem: 15 de setembro.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-06 18:50:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luisamelo11</author>
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         <description><![CDATA[<p>Escolhi esse dizer por acreditar que muitos indivíduos se assemelham ao o que ocorre em "A Baleia", em que pessoas se afastam de tudo e todos por uma tristeza potente que chega sem avisar e por vergonha pela sua aparência.     Logo, muitas pessoas vivem como Charlie. Uma pessoa que sofre sob as circunstâncias imprevisíveis da vida, que pode ocorrer a todos nós, levando a um cenário de tristeza profunda, o que leva embora um olhar de esperança para um futuro melhor.</p><p>Assim como também existem enfermeiras como a Liz. Uma profissional, e amiga, que faz de tudo para cuidar de quem precisa ser cuidado, tentando melhorar a saúde de quem está quebrado por dentro, o que reflete no exterior, como os hábitos e o corpo físico não saudável.</p><p>A base do cuidado, principalmente o domiciliar, é saber ser igual a Liz: respeitar os costumes que são individuais de cada ser humano ao adentrar a casa de cada um deles e respeitar também a sua tristeza que acaba acarretando, muitas vezes, na solidão.</p><p><br></p><p>Aluna: Luisa Melo Shapovalov</p><p>Matrícula: 20231120038</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 04:14:38 UTC</pubDate>
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         <title>Paralisado</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Ao assistir o filme uma serie de sentimentos tanto dos personagens quanto seus se misturam, mas acredito que a sensação geral que se tem é a de estar paralisado diante de uma situação insustentável. Tanto o personagem principal quanto sua amiga e cuidadora em diversos momentos podem ser vistos nessa posição, ele por se deixar paralisar diante da morte do parceiro não tendo forças para reagir e se deixando ser engolido pelo luto e devastação, assim como descrito na musica:</p><p><em>“Estou paralisado</em></p><p><em>Estou com medo de viver, mas estou com medo de morrer</em></p><p><em>E se a vida é dor, então eu enterrei a minha há muito tempo atrás</em></p><p><em>Mas eu continuo vivo</em></p><p><em>E isso está me controlando -&nbsp;onde&nbsp;eu&nbsp;estou?”</em></p><p>Já a cuidadora se vê paralisada diante da impossibilidade de poder ajudar e mudar a vida de seu amigo, não por sua conta, mas pela própria negativa dele de aceitar buscar um auxilio maior, diante disso apesar de não desejar a mulher acata as vontades de seu "paciente" apesar de saber que muitas delas mais o prejudicam que ajudam.</p><p>Por fim vemos a paralisia da filha ao encarar a realidade do pai, o desapego demonstrado durante todo o filme muda no fim quando ela apercebe que o fim de sua vida é iminente e o que resta é paralisar diante daquele momento.</p><p>E então temos o próprio sentimento do espectador, a impotência diante de todo o contexto, de ver a autodestruição cada vez maior do personagem e uma certa conivência dos demais que deixam um sentimento angustiante tomar conta, parece que ninguém vê o que acontece e só há observadores passivos. No fim a paralisia e a angustia são os maiores sentimentos despertados, são os que guiam não só quem assiste, mas as personagens, do início ao fim.</p><p><em>“Eu me sento e assisto, com as mãos nos bolsos</em></p><p><em>As ondas vem quebrando sobre mim, mas eu só as assisto</em></p><p><em>Eu só as assisto</em></p><p><em>…</em></p><p><em>Estou numa caixa</em></p><p><em>Mas eu sou aquele que me trancou lá</em></p><p><em>Sufocando e ficando sem oxigênio</em></p><p><em>…</em></p><p><em>Estou&nbsp;paralisado”</em></p><p>No fim é possível compreender que o cuidado não depende só de um, mas de todos, mesmo que o cuidador queira ele não pode impor seu desejo, mas tão pouco pode permitir que apenas o paciente tenha voz, a falta de equilíbrio faz com que no fim todos fiquem estagnados no mesmo ponto, não há melhora para aquele que precisa de cuidado e não há de fato cuidado, apenas uma troca em que um se deixa vencer pela condição e outro assiste sentado. Mesmo a morte deve ser permitida com qualidade, permitir que a vontade de não obter tratamento curativo prevaleça não quer dizer não atuar para melhorar a qualidade de vida, mas fazer o possível para que tanto a morte quanto a vida sejam o mais confortáveis possível. Paralisar não deve ser uma opção, mesmo que se opte por aceitar a morte.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 16:06:46 UTC</pubDate>
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         <title>Tabacaria</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>“Não sou nada. </p><p>Nunca serei nada.</p><p>Não posso querer ser nada.</p><p>À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo” - Verso de Tabacaria, de Fernando Pessoa.</p><p>Esse poema, para mim, mostra a angústia de quem carrega o peso da existência, e ao mesmo tempo, carrega também sonhos e desejos não realizados. Essa sensação está no filme, onde Charlie, um homem que vive sozinho, que enfrenta arrependimentos e tenta, nos últimos dia de vida, resgatar o que acha que tenha perdido. Assim como no poema, o personagem se vê na solidão, com uma sensação de não ser nada e também de dar um sentido a própria vida. No poema, o personagem tenta dar um sentido ao vazio que ele sente, já no filme, Charlie busca uma reconexão com a filha. Achei o poema e o filme similares no reconhecimento da fragilidade humana, na dor e na esperança, mostrando que mesmo com o vazio que os 2 personagens sentem, ainda é possível encontrar um significado na vida.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 17:51:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/annapena1/m0imfbndf4gllb1y/wish/3574382692</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao assistir "A Baleia”, o que mais me marcou foi a solidão de Charlie, não apenas como ausência de pessoas, mas como um vazio existencial que o consumia. Essa solidão é intensificada pelo ambiente fechado da casa, que transmite sensação de agonia e aprisionamento trazendo esse sentimento palpável, como se refletisse o próprio estado mental do personagem.</p><p>Charlie luta contra si mesmo, contra uma visão negativa de quem é, chegando a se considerar “nojento”. Essa autopercepção revela a profundidade do sofrimento psíquico e a fragilidade da sua saúde mental. Ainda assim, em meio ao arrependimento e à dor, ele encontra espaço para tentar, tentar se reconectar com a filha, tentar transformar a culpa em um gesto de amor, mesmo que tardio.</p><p>Na música de Taylor Swift, isso se traduz em “Eles me disseram que todas as minhas jaulas eram mentais”. É exatamente assim que Charlie vive, aprisionado em si mesmo, carregando culpas, arrependimentos e a sensação de que tudo está perdido.</p><p>Mesmo assim, há algo que o move. A filha é sua lembrança mais viva, como diz a letra: “Você é um flashback em um rolo de filme”. A carta que ele guarda dela é a memória que dá força, o elo que ainda consegue trazê-lo de volta, mesmo que por pouco tempo. É por ela que ele tenta, que se arrisca a se abrir e se reconectar.</p><p>E é nesse esforço silencioso que “This Is Me Trying” se conecta com o filme. Trechos como “Eu só queria que você soubesse que sou eu tentando” capturam a essência de Charlie, alguém quebrado, sofrendo, mas ainda capaz de amar, de buscar reconexão, de se redimir. Ele não desiste, mesmo que seja frágil, mesmo que seja doloroso.</p><p>A canção, assim como o filme, nos lembra da humanidade presente até nos momentos mais sombrios, a busca de uma conexão, de um último gesto de verdade.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 18:04:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Escolhi esta imagem porque ela traduz a sensação que o filme <em>"A Baleia"</em> despertou em mim, literalmente um mergulho profundo em emoções intensas, como se o personagem estivesse constantemente lutando entre se afogar na dor pela perda do parceiro e alcançar a luz de uma possível esperança em reatar uma conexão com a filha. As mãos estendidas retratam a busca desesperada por querer viver, enquanto o fundo escuro simboliza o peso da solidão e do sofrimento interior vivido por ele, o que faz com que ele se entregue ao fim. Além disso, ao lado dele, existe também a presença de uma amiga enfermeira, ela ensina que enxergar vai além de ver a condição física, é essencial compreender a história, os sentimentos e as vulnerabilidades que estão por trás de cada um, mesmo que pra isso, o cuidado seja não cuidar. Nos mostra que todo o contexto vai além da técnica, é sobre reconhecer a humanidade do outro, mesmo quando ele próprio já não consegue se ver assim.</p><p><br/></p><p>Aluna: Maria Beatriz Fonseca Albuquerque</p><p>Matrícula: 20232120027</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 18:57:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>"A Baleia" é um daqueles filmes que, por mais que possam ser resumidos em simples palavras como "angústia" e "aflição", transmite muito mais do que isso. Todo o enredo se passa em um cenário quase único, a casa do personagem principal, e é marcado por atuações intensas e profundas. A cada cena, o filme nos envolve em sentimentos de medo, solidão e amor.</p><p>O que mais me tocou foi a personagem Liz, enfermeira do protagonista. Logo no início percebemos como ela vai além do papel profissional: é cuidadora, amiga e companhia de Charlie. Ela realiza cuidados emergenciais, como aferir a pressão arterial, mas também cuida da casa e se preocupa em levar comida. Essa dedicação a torna uma personagem marcada pela ambiguidade — entre aceitar que seu paciente não viverá além daquela semana e, ao mesmo tempo, desejar que ele melhore.</p><p>A imagem escolhida simboliza exatamente isso: o destino inevitável de Charlie e o dilema vivido por Liz. A dor é ainda maior porque ela já passou por algo semelhante ao perder o irmão, que era parceiro de Charlie. O medo de perder novamente alguém amado, a solidão que envolve Charlie e que inevitavelmente alcançará Liz, e o amor que os dois compartilham são elementos que atravessam o filme e deixam uma marca profunda em quem assiste.</p><p><br/></p><p>Aluna: Júlia da Silva Mendes Pereira</p><p>Matrícula: 20222120018</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 19:33:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nicolevciriaco</author>
         <link>https://padlet.com/annapena1/m0imfbndf4gllb1y/wish/3574527101</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao assistir "A Baleia”, o que mais me marcou foi a solidão de Charlie, não apenas como ausência de pessoas, mas como um vazio existencial que o consumia. Essa solidão é intensificada pelo ambiente fechado da casa, que transmite sensação de agonia e aprisionamento trazendo esse sentimento palpável, como se refletisse o próprio estado mental do personagem.</p><p>Charlie luta contra si mesmo, contra uma visão negativa de quem é, chegando a se considerar “nojento”. Essa autopercepção revela a profundidade do sofrimento psíquico e a fragilidade da sua saúde mental. Ainda assim, em meio ao arrependimento e à dor, ele encontra espaço para tentar, tentar se reconectar com a filha, tentar transformar a culpa em um gesto de amor, mesmo que tardio.</p><p>Na música de Taylor Swift, isso se traduz em “Eles me disseram que todas as minhas jaulas eram mentais”. É exatamente assim que Charlie vive, aprisionado em si mesmo, carregando culpas, arrependimentos e a sensação de que tudo está perdido.</p><p>Mesmo assim, há algo que o move. A filha é sua lembrança mais viva, como diz a letra: “Você é um flashback em um rolo de filme”. A carta que ele guarda dela é a memória que dá força, o elo que ainda consegue trazê-lo de volta, mesmo que por pouco tempo. É por ela que ele tenta, que se arrisca a se abrir e se reconectar.</p><p>E é nesse esforço silencioso que “This Is Me Trying” se conecta com o filme. Trechos como “Eu só queria que você soubesse que sou eu tentando” capturam a essência de Charlie, alguém quebrado, sofrendo, mas ainda capaz de amar, de buscar reconexão, de se redimir. Ele não desiste, mesmo que seja frágil, mesmo que seja doloroso.</p><p>A canção, assim como o filme, nos lembra da humanidade presente até nos momentos mais sombrios, a busca de uma conexão, de um último gesto de verdade.</p><p><br></p><p>Nicole Victor Ciríaco </p><p>20241120045</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 20:09:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Ao assistir ao filme e acompanhar a trajetória do personagem, é possível perceber como a depressão e o luto podem nos levar a desistir de nós mesmos. Charlie, após perder seu grande amor devido ao preconceito, mergulha em um abismo dentro da própria casa. Ele se entrega à compulsão alimentar e deixa de viver o mundo exterior, talvez por acreditar que já não valesse mais a pena continuar, não nas condições em que se encontra. A única coisa que ainda lhe dá alguma força é a filha, com quem não tem contato há anos, mas que continua lendo sua resenha, escrita na infância, nos momentos em que precisa reunir força para passar pelos momentos de sofrimento, e quando finalmente ela mesma lê para ele, Charlie consegue se entregar ao seu destino, feliz por ter passado os últimos momentos com a filha amada.</p><p><br/></p><p>Também é possível observar a sobrecarga de Liz, sua amiga e cuidadora, que, mesmo sem se dar conta, acaba abrindo mão da própria vida ao tentar conciliar sua rotina profissional com o cuidado do amigo. Ela é a única a visitá-lo, sendo “obrigada” a assumir o papel de sua facilitadora, ainda que não desejasse estar nesse lugar, mas inevitavelmente o ocupando diante do estado dele. Talvez se mantenha nessa posição por ser a última lembrança do irmão falecido, ou talvez porque também precise de Charlie, assim como ele precisa dela, já que suas relações familiares não são as melhores. No entanto, ao viver em função de oferecer ao amigo uma vida minimamente digna, não percebe que também está adoecendo. Não se dá conta de que, quando ele se for, restará apenas ela consigo mesma.</p><p><br/></p><p>Esse sentimento me remete à música Creep, da banda Radiohead, que dialoga de forma intensa com o filme. Assim como na canção, o Charlie, por mais que desejasse sentir-se especial, se enxerga apenas como uma aberração, sem encontrar razão para permanecer. Essa percepção se evidencia em seus constantes pedidos de desculpas, que revelam sua dor, sua vergonha e seu profundo desejo de ainda ser amado.</p><p><br/></p><p>Mayra Ribeiro do Nascimento </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow">20231120853</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 11:19:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Ao assistir ao filme e acompanhar a trajetória do protagonista, é possível perceber como a depressão e o luto podem nos levar a desistir de nós mesmos. Charlie, após perder seu grande amor devido ao preconceito, mergulha em um abismo dentro da própria casa. Ele se entrega à compulsão alimentar e deixa de viver o mundo exterior, talvez por acreditar que já não valesse mais a pena continuar, não nas condições em que se encontra. A única coisa que ainda lhe dá alguma força é a filha, com quem não tem contato há anos, mas cuja resenha escrita na infância ele lê nos momentos em que precisa reunir coragem para continuar lutando pela vida. E quando finalmente consegue ouvir a leitura da própria Ellie, se entrega ao seu destino, feliz, de pelo menos nos seus últimos momentos de vida ter tido a oportunidade recuperar um pouco da sua relação com a filha.</p><p><br/></p><p>Também é possível notar a sobrecarga de Liz, sua amiga e cuidadora, que, mesmo sem se dar conta, acaba abrindo mão da própria vida ao tentar conciliar sua rotina profissional com o cuidado do amigo. Ela é a única a visitá-lo, sendo “obrigada” a assumir o papel de sua facilitadora, ainda que não desejasse estar nesse lugar, mas inevitavelmente o ocupando diante do estado dele. Talvez se mantenha nessa posição por ser a última lembrança do irmão falecido, ou talvez porque também precise de Charlie, assim como ele precisa dela, já que suas relações familiares não são boas. No entanto, ao viver em função de oferecer ao amigo uma vida minimamente digna, não percebe que também está adoecendo. Não é capaz de perceber que essa relação é ruim para ambos. E não se dá conta de que, quando ele se for, restará apenas ela consigo mesma. </p><p><br/></p><p>Esse sentimento me remete à música Creep, da banda Radiohead, que dialoga de forma intensa com o filme. Assim como na canção, Charlie, por mais que desejasse ser especial, enxerga-se apenas como uma aberração, sem encontrar razão para permanecer, sem conseguir se sentir pertencente a este lugar. Essa percepção se evidencia em seus constantes pedidos de desculpas, que revelam sua dor, sua vergonha e seu profundo desejo de ainda ser amado.</p><p><br/></p><p>Mayra Ribeiro do Nascimento </p><p>20231120853</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-11 21:46:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A saúde mental tem um papel central na construção de quem somos. Quando a sociedade impõe padrões sobre como devemos agir, nos vestir, amar e até mesmo nos expressar, quem foge desses moldes é constantemente excluído e julgado. Isso cria uma pressão tão grande que, para muitos, a vida se torna insuportável. A comida, então, passa a ser o único consolo. Um refúgio. Um olhar para dentro, onde o que está fora já não importa mais. É uma forma de tornar a vida um pouco mais tolerável, mesmo que de maneira silenciosa e autodestrutiva.</p><p>No filme <em>A Baleia</em>, o personagem principal, Charlie, está isolado, tanto física como emocionalmente. Marginalizado pela sociedade, seu corpo já não suporta o peso das consequências de suas escolhas. Atos simples como sentar e levantar exigem esforço e ajuda externa. Ele conta apenas com sua cuidadora, a única pessoa que restou ao seu lado após a perda do companheiro. Essa solidão profunda é também um reflexo de como a sociedade reage às diferenças, especialmente em relação à orientação sexual e como nos apresentamos em relação a aparÊncia</p><p>A cuidadora de Charlie não é apenas uma profissional, ela é também sua amiga. E é justamente essa relação afetiva que traz questionamentos importantes: até que ponto é possível cuidar de alguém sem manter uma certa distância emocional? Ela o ajuda, mas também sofre ao vê-lo se autodestruir. Sabe que a comida é o único conforto que Charlie ainda tem, e por isso acaba sendo também uma facilitadora desse comportamento. Isso nos leva a refletir: o quanto conseguimos realmente ajudar alguém sem ultrapassar os limites do cuidado? É possível ser cuidador e amigo ao mesmo tempo?</p><p>A relação homoafetiva de Charlie foi um ponto de ruptura na sua vida. Ao se apaixonar por outro homem, ele se separou da esposa e se afastou da filha. Essa escolha, além de difícil, foi julgada socialmente como errada, o que só aumentou seu sofrimento. Após perder o companheiro de forma trágica — também consequência do preconceito — Charlie mergulha ainda mais no isolamento. Julgá-lo por suas escolhas é injusto. Ele fez o que pôde para viver sua verdade em uma sociedade que não o aceita por completo.</p><p>Talvez o maior desafio seja entender que cada pessoa reage à dor de uma forma diferente. Charlie tem consciência da sua condição, das consequências das suas escolhas e do caminho que percorreu. A comida, nesse contexto, é uma forma de suportar tudo isso. Somos, muitas vezes, egocentrados, acreditamos saber o que é melhor para o outro, quando na verdade precisamos de um olhar mais empático, mais respeitoso. Nem sempre é nosso papel intervir, resolver ou mudar. É preciso reconhecer nossas limitações, nossa insignificância diante da complexidade do outro.</p><p>Por fim, o filme levanta uma questão fundamental: até onde podemos ser permissivos? Em que ponto a ajuda se transforma em interferência? Uma única pessoa, como uma cuidadora, por exempl, não pode lidar com tantas camadas emocionais sozinha. Cuidar de alguém exige mais do que boa intenção; exige consciência dos próprios limites e do espaço do outro.</p><p>Pensando em uma obra que dialoga com essa experiência emocional, me veio à mente a música <em>"</em>The Emptiness Machine<em>"</em>, da banda Linkin Park. Nós, como seres humanos, desejamos intensamente pertencer a algum espaço. E, para isso, muitas vezes precisamos nos esvaziar de nós mesmos, abrir mão da nossa identidade, dos nossos desejos, do nosso jeito de ser, apenas para ter a chance de sermos aceitos. Às vezes, na ânsia de se encaixar, perdemos completamente a conexão com quem realmente somos. A partir do momento em que quebramos o paradigma do que é esperado, pode ser que não consigamos mais sustentar o peso das nossas escolhas. Em alguns casos, o preço de pertencer, ou o de se recusar a se apagar para isso, pode ser a própria vida.</p><p>Renally Pereira da Cunha</p><p>Matricula: 20222120058</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-13 13:24:48 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Ao assistir o filme, percebi que Charlie era muito solitário e triste. Suas emoções estavam sempre à flor da pele e, claramente, ele tinha dificuldade de lidar com tudo que aconteceu.</p><p>Escolhi essa imagem, pois ela representa uma pessoa ansiosa. Charlie sofria muito com a perda de seu parceiro e não conseguia superar o luto, dessa forma, descontava todos os seus sentimentos na comida, o que fazia com que ele se afundasse mais. </p><p>Sua compulsão alimentar contribuía para o desenvolvimento da sua situação. </p><p>A ausência da presença da filha também contribuiu para que esse sentimento se intensificasse.</p><p>Logo, sua sombra de ansiedade o consumia, fazendo com que é se tornasse cada vez mais negligente consigo mesmo .</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-13 13:50:24 UTC</pubDate>
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         <title>The Line</title>
         <author>larissasmoraes</author>
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         <description><![CDATA[<p>No filme A Baleia, Charlie enfrenta graves problemas de saúde e conflitos familiares. Ao longo da trama, são abordados temas intensos como solidão, isolamento, culpa, relações conturbadas e os impactos físicos e emocionais. A trajetória do personagem reflete a vida “na linha” entre desistir e continuar lutando, o que me remeteu à música The Line, do Twenty One Pilots. Trechos presentes na música como “meu corpo está no limite”, “agora não consigo lutar dessa vez” e “será que eu te decepcionei?” traduziram para mim perfeitamente a ideia da dor física e psicológica, além do peso da culpa que acompanham Charlie.</p><p><br/></p><p>- Larissa da Silva Moraes </p><p>Matrícula: 20232120047</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-13 18:50:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>"Cause your presence still lingers here, and it won't leave me alone";</p></li><li><p>"I've tried so hard to tell myself that you're gone";</p></li><li><p>"I've been alone all along"</p><p>Esses são 3 versos que têm na música do Evanescence que eu pessoalmente achei que representa a cabeça e os pensamentos do protagonista.</p><p>Uma parada que chamou muita minha atenção é que o filme inteiro passa dentro de uma única casa, uma única sala, raramente você via ele no quarto/banheiro, era sempre na sala, até porque ele não teria condições de sair de casa, mas isso dava a impressão de que o mundo do Charlie se resumia àquele lugar (a sala de casa).</p><p>Pela casa você encontrava sinais e lembranças da vida de quando o namorado ainda estava vivo, como se ele estivesse preso a essas lembranças, sempre num luto eterno, e por isso acabou deixando ele solitário preso somente as memórias, ao ponto que ele abandonou todos os outros ao seu redor, inclusive a ele próprio.</p><p>Ele o tempo todo tenta ser positivo, ver o aspecto bom das coisas e das pessoas, mesmo a personalidade delas por fora parecer péssimo (filha maluca rebelde 💀), mas que no fundo tinha algo escondido e conseguiu florescer bem no final do filme. Mas seila, isso dele tentar ser positivo o tempo todo só traz um sentimento de que ele está tentando aceitar a situação em que ele está e só abandonou tudo até o momento final chegar.</p><p>Mas enfim, basicamente escolhi a música porque é tudo muito triste, o filme ficou me dando uma sensação de desconforto do ínicio ao fim, e eu sinto o mesmo quando ouço essa música já que ela consegue te tocar lá no fundo, e eu senti o mesmo vendo o filme.</p><p>E é isso ai 🤡</p></li></ul><p><br/></p><p>Anna Giulia Pingitore</p><p>2022.1.120.007</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-13 21:22:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Preso em si mesmo</title>
         <author>lorenarcbrito</author>
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         <description><![CDATA[<p>"O grito", de Edvard Munch (1893) consegue expressar, ao meu ver, como Charlie se sente por dentro: preso no próprio corpo, angustiado, desesperançoso e em busca do perdão e reconciliação com sua filha. A imagem da pintura reforça o isolamento e distanciamento em que ele mesmo se impõe devido à perda de seu grande amor e sua compulsão alimentar. Ao mesmo tempo que Charlie se isola do mundo, ainda há nele a esperança e o desejo de ser amado e perdoado por suas falhas, expondo seu lado mais frágil, necessitado do amor e acolhimento de sua filha, a quem ele ama profundamente, do seu jeito.</p><p><br/></p><p>Lorena Rodrigues Coutinho Brito</p><p>20232120031</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-14 11:46:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gabrielafaria7</author>
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         <description><![CDATA[<p>O filme A Baleia está comumente sendo associado a sentimentos de tristeza, angústia, medo, insatisfação, raiva e de fato ao decorrer da narrativa torne-se quase impossível não sentir isto.  Contudo ao assitir, pude ter a oportunidade de olhar por um novo horizonte, isto é o lugar onde a esperança se encontra com a dor. </p><p>Escolhi essa imagem pois para mim ela retrata o que é de fato a esperança em tempos difíceis, as ondas representam as dores, as pedras do caminho e as situações aparentemente impossíveis de se solucionar, mas o interessante disto tudo é que logo essas ondas se transformam na calmaria do mar,  elas se alinham ao nível normal do oceano e se você olha para trás, ela não está mais lá. </p><p>A expectativa da filha de Charlie era que seu pai melhorasse, ainda que essa esperança fosse misturada com a raiva de ter tido um pai ausente, ou a sensação que de que na verdade no fundo essa batalha já estava perdida. Todavia, ainda assim sinto que ela nutria em si a esperança do recomeço.</p><p>Esse filme retrata que a saúde física precisa acompanhar a saúde mental, afinal se já desistimos de lutar por nós mesmos, o nosso corpo lentamente acompanha nossa decisão. </p><p>Tem uma frase que tenho grande apreço e ela diz:</p><p>"Deus me deu uma mensagem para entregar e um cavalo para montar. Infelizmente, matei o cavalo e agora não posso entregar a mensagem" - Robert McChayne.</p><p><br/></p><p>Se matamos nosso corpo, não podemos viver e estar vivo é um presente. </p><p>A sua amiga enfermeira, fez o possível com o conhecimento que tinha. Alguns de seus comportamentos e atitudes são questionáveis. Mas isso não inibe a importância vista no filme da enfermagem domiciliar,do cuidado exercido todos os dias e por muitas vezes ignorado ou até menosprezado. </p><p><br/></p><p>Gabriela Faria Pereira </p><p>20222120053</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-14 16:41:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A imagem da mala antiga representa bem como o tempo deixa marcas e como cada um carrega sua própria história<strong>.</strong> Isso tem muito a ver com a obesidade retratada no filme: não é desleixo, mas sim o resultado de vivências, dores, escolhas e contextos do passado. Todo corpo carrega memórias, e nosso olhar como profissionais de saúde precisa reconhecer essa bagagem com sensibilidade, sem julgamentos. No final do filme, por exemplo, mesmo desejando outro destino para Charlie, Liz, sua enfermeira e amiga, aceita sua escolha, oferecendo cuidado, mas respeitando seus limites. Essa cena reforça que, por trás de cada pessoa, existe uma trajetória que merece respeito.</p><p><br></p><p>Rebeca da Silva dos Santos</p><p>20222120028</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-14 16:45:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marcellarangel</author>
         <link>https://padlet.com/annapena1/m0imfbndf4gllb1y/wish/3584025282</link>
         <description><![CDATA[<p>Escolhi essa imagem porque ela traduz muito do que senti ao assistir A Baleia. O corpo parado, imóvel, mas a mente cheia de pensamentos, culpas e sentimentos embolados. É exatamente o que vejo no Charlie: ele está fisicamente limitado, preso dentro da própria casa e do próprio corpo, mas a mente dele não para, carregando lembranças, arrependimentos e o peso das escolhas que fez ao longo da vida.</p><p><br/></p><p>Essa confusão mental me fez refletir sobre como, muitas vezes, as dores que carregamos não são visíveis para os outros, mas estão ali, dentro de nós, consumindo cada pedacinho. No caso dele, o corpo acabou refletindo também essa dor, mas mesmo assim ainda existe dentro dele uma chama, uma tentativa de buscar reconciliação com a filha, de encontrar algum sentido no fim da sua trajetória.</p><p><br/></p><p>A música “Creep”, do Radiohead, conecta muito com isso. Ela fala de não se sentir suficiente, de estar deslocado e preso em si mesmo, o que combina com o turbilhão interno do Charlie. Por fora ele parecia só um homem quieto e recluso, mas por dentro estava sufocado de sentimentos, preso em lembranças e, ao mesmo tempo, com uma vontade enorme de ser aceito e de amar.</p><p><br/></p><p>A imagem também me lembra como é fácil julgar alguém de fora, sem conhecer o caos que acontece dentro da mente dessa pessoa. Isso é muito importante pra nós, como futuros enfermeiros: precisamos ter esse olhar sensível, entender que cada paciente tem um mundo de histórias, dores e batalhas que não aparecem num primeiro olhar.</p><p><br/></p><p>Assistir ao filme foi doloroso, mas ao mesmo tempo abriu espaço para pensar em empatia e em como pequenos gestos podem aliviar fardos pesados. O Charlie, mesmo perdido na própria mente, mostra que nunca é tarde para buscar uma conexão verdadeira.</p><p><br/></p><p>Marcella Jeronimo da Silva Rangel </p><p>20241120037</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-14 18:05:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/annapena1/m0imfbndf4gllb1y/wish/3584116100</link>
         <description><![CDATA[<p>Quando assisto ao filme <em>A Baleia</em>, lembro da música “Fix You”, do Coldplay, porque a música fala sobre dor, sofrimento e também sobre esperança e apoio. No filme, o personagem principal enfrenta muitos desafios, tanto físicos quanto emocionais, e está tentando se reconciliar com sua família e consigo mesmo. A letra de “Fix You” fala justamente sobre querer ajudar alguém a superar momentos difíceis e encontrar a luz no fim do túnel, o que combina muito com a história do filme. Além disso, a melodia da música é lenta e triste, mas ao mesmo tempo tem uma construção que passa uma sensação de esperança, assim como o filme que, apesar da tristeza, mostra a busca por redenção e conexão. Por isso, quando vejo o filme, essa música vem à minha cabeça, porque transmite os mesmos sentimentos que o filme passa.</p><p><br/></p><p>Rayanne Lucas Porto</p><p>Matr.: 20222120060</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-14 20:31:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rebeccawhite20</author>
         <link>https://padlet.com/annapena1/m0imfbndf4gllb1y/wish/3584134667</link>
         <description><![CDATA[<p>Escolhi a imagem de um coração partido/remendado porque ela traduz de forma simbólica o estado psicológico do protagonista em A Baleia. O que mais senti ao assistir ao filme foi a dor constante que o personagem transmitia ao longo da narrativa. A perda do companheiro gerou nele um sofrimento profundo, que o levou ao isolamento quase completo e à vergonha de ser visto pelas pessoas, em razão da sua própria aparência. Essa dor se manifestou em uma compulsão alimentar, usada como tentativa de afogar mágoas e preencher o vazio deixado pela ausência afetiva. Trata-se de uma dor invisível, muitas vezes não compreendida ou sequer imaginada pelas pessoas ao seu redor, como seus alunos ou o entregador de pizza que ia todas as noites à sua casa, mas que corroía silenciosamente sua vida. O coração partido simboliza essas feridas emocionais, como a solidão, a culpa e o afastamento dos vínculos, enquanto os remendos representam a possibilidade de cura e de reconstrução. Essa busca por reparação se revela no desejo de se reconciliar com a filha antes da morte, mostrando que, mesmo diante da autodestruição e do sofrimento, ainda havia espaço para o amor, o perdão e a esperança de reconexão.</p><p><br/></p><p>Aluna: Rebecca França Batista White </p><p>Matrícula: 20232120050</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-14 21:10:24 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Eduarda Silva</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O que chama a atenção é o nome do filme. O personagem principal encontra-se obeso, sendo que o que desencandeou  não foi compulsão alimentar em si; e sim a perda do seu parceiro que se suicida , a perda da guarda da sua filha, que leva a uma situação de profunda tristeza, representado na fala dele, e no ambiente onde se desenrola a trama, um quarto escuro, sujo e desorganizado. Isso representa mais do sua condição crônica de saúde, manifesta seu estado interno de culpa e solidão e crise existencial. A Baleia é apenas uma metáfora do peso da culpa  que o personagem carrega, e por isso se isola de tudo e de todos, preferindo ficar no seu quarto escuro sozinho. A Enfermeira leva a refletir sobre a Ética e Exercício de Profissional de Saúde. Até que ponto podemos lutar pela vida de alguém? No momento que ele não aceita os cuidados, e prefere a morte ao invés de vida? Nota-se que ela fica perdida e sobrecarregada, sem saber como proceder mesmo mesmotendo uma formacao de nivel superior. Isso traz a tona que o Cuidado Domiciliar, para seu exercício pleno, é Interdisciplinar, deve incluir outros áreas como Psicólogo, Assistência Social etc.</p><p>Diante dessa situação, ela apenas faz companhia e personagem principal faz bem o que entende, e ela só obedece, mesmo ciente que ele está se prejudicando, ao comer compulsivamente. </p><p><br></p><p>Maria Eduarda Silva de Assis, Matrícula 20221120021.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-14 22:15:05 UTC</pubDate>
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         <title>Cais - Milton Nascimento</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/annapena1/m0imfbndf4gllb1y/wish/3584172089</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao assistir o filme ‘’A Baleia’’, pensei em trazer uma MPB, e pensei na música ‘’Cais - de Milton Nascimento’’.&nbsp; Essa música traz a sensação de espera, e de uma dor que não se traduz facilmente em palavras. O <em>cais</em> funciona como metáfora do lugar onde se espera algo que não chega, de partida e também de permanência, o que lembra muito a situação de Charlie, que vive entre a vontade de desistir e o desejo de encontrar algum sentido em não desistir. Charlie está preso a si mesmo, ao corpo que o limita e ao luto que o consome, e a melodia de Milton traduz exatamente essa espera silenciosa, essa tensão constante entre a vontade de ser cuidado e a impossibilidade de aceitar plenamente a ajuda que recebe.&nbsp;&nbsp;</p><p><br/></p><p>E ainda, da mesma maneira como no filme ‘’a baleia’’,&nbsp; “Cais” fala de um caminho solitário, onde se busca transformar a dor em algo que possa ser simbolizado, algo ‘’palpável’’, quase digerido, mesmo quando parece insuportável. Charlie, depois de perder seu companheiro, acaba perdendo o total controle sobre a sua alimentação - quase que descontando; suprindo aquele vazio com alimentos, desencadeando uma compulsão alimentar. É como se, ao comer, ele conseguisse digerir suas próprias emoções - o que falamos sobre transformar a dor/o sofrimento/o luto em algo palpável e que pode ser digerido.&nbsp;</p><p><br/></p><p>E por fim, essa música, por ter uma melodia muito melancólica, acaba transmitindo também, além de todo significado já falado acima, a sensação de alguém isolado, refletindo sobre a vida e suas perdas; de que Charlie enfrenta sua dor de maneira extremamente solitária - e essa solidão e melancolia é muito bem refletida e sentida na voz de Milton nessa música.</p><p><br/></p><p>Michele Carneiro Martins</p><p>20222120020</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-14 22:36:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/annapena1/m0imfbndf4gllb1y/wish/3584196488</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao assistir ao filme “A Baleia”, refleti sobre como os sentimentos do personagem principal se relacionam com a obra “O Grito” (1893), de Edvard Munch. Na pintura, percebo a representação da ansiedade, das angústias e frustrações que ele vivenciava e que, muitas vezes, eram descarregadas na comida como forma de lidar com suas emoções. Isso mostra que a obesidade é um fenômeno muito mais complexo, que envolve diversas camadas emocionais e psicológicas. É evidente que, diante de qualquer gatilho emocional, ele recorria ao alimento como válvula de escape. Além disso, nota-se que ele já não encontrava esperanças, mesmo tendo pessoas próximas — como Liz e sua filha — que o incentivavam a ir ao hospital em busca de ajuda. Ainda assim, ele escolhia não ir, permanecendo aprisionado em um ciclo de frustração e sofrimento. Dessa forma, a pintura simboliza o grito silencioso de alguém que, por dentro, clamava por socorro, mas que já não via saída para a própria dor.</p><p><br/></p><p>Alecsandra Vasconcellos Abrantes.</p><p>20222120010.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-14 23:27:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>iasmynmerces</author>
         <link>https://padlet.com/annapena1/m0imfbndf4gllb1y/wish/3584320461</link>
         <description><![CDATA[<p>Quando assisti ao filme A Baleia, automaticamente me lembrei da música Count on Me, do Bruno Mars, porque a letra expressa muito bem o que sentimos e vemos assistindo esse filme. O protagonista, Charlie, vive isolado, sentindo vergonha do próprio corpo e carregando inúmeros arrependimentos e cicatrizes, mas ele encontra o apoio que precisava em sua amiga Liz. Para mim, Liz é a personificação dessa música, mesmo diante da autodestruição do Charlie, ela permanece ao lado dele, cuidando, escutando e oferecendo afeto. Essa música também fala sobre a importância de ter alguém em quem confiar e com quem reconstruir laços de amor, o que foi mostrado com a tentativa do Charlie de se reconectar com a filha dele. Adoro como a letra dessa música fala sobre amizade verdadeira, de estar presente e de oferecer apoio incondicional. Ao longo do filme, também percebi como o gesto de estar junto, de oferecer escuta e presença, pode ser tão vital na vida de alguém, mas são gestos tão banalizados no nosso di-a-dia que ignoramos que as vezes tudo o que uma pessoa precisa é que alguém olhe pra ela e perceba a sua existência no mundo. Essa mensagem reflete não apenas na relação entre Liz e Charlie, mas também na minha própria percepção sobre o que significa cuidar e ser cuidado.</p><p><br/></p><p>Iasmyn das Mercês Chaves</p><p>Matrícula: 20232120058</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-15 01:09:19 UTC</pubDate>
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         <title>Vazio</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Quando eu assistir ao filme me transmitiu uma sensação muito forte e sensível, marcada por emoções profundas. Para mim, a história mostrou um homem em crise existencial, que, após a morte da pessoa que amava, foi se deixando levar pelo sofrimento e pela dor, chegando a um estado de abandono de si mesmo. Ele não queria procurar ajuda médica, foi só empurrando sua vida até onde dava, de certa forma, já tinha desistido de viver. Ainda assim, vi nascer nele uma pequena esperança por meio da busca de aproximação com a filha. Essa relação, mesmo conflituosa, foi o que lhe deu algum sentido no meio do fundo do poço em que vivia. Uma coisa que me marcou muito foi o papel da cuidadora Liz. Ela está em uma posição extremamente delicada, ela tenta salvar o amigo, mas ele não deseja ser salvo, e isso a afeta tanto como profissional quanto como amiga. Sua relação com Charlie é de amizade e cuidado, mas também de limites e frustrações, já que em alguns momentos ela tenta controlar sua compulsão alimentar, mas acaba cedendo diante da insistência dele. Essas cenas mostraram para mim o quanto o papel do cuidador é complexo, exigindo não apenas atenção ao físico, mas também acolhimento, escuta e presença.</p><p><br/></p><p>Milena Pinheiro Castro</p><p>20222120015</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-15 02:29:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariaeduardamc182</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote><p>Senti impotência. Com isso, percebi o quanto, em mim mesma, existe um vício em controle e autopiedade — que muitas vezes se disfarça de boa ação apenas. O filme me fez olhar para as minhas próprias fraquezas e inseguranças. Vejo que o Charlie, ao mesmo tempo que ensinava seus alunos a escreverem livres, sem a barreira das expectativas, vivia aprisionado em seu próprio cárcere mental, escravizado pela dor, pela culpa e pelo “conforto” do seu autoflagelo que era o repasse da sua própria história triste. Era hipócrita da parte dele. A possibilidade de liberdade sempre existe, mas muitas vezes nossa primeira escolha é se manter escravizado. É angustiante ter que ver o outro escolhendo diariamente aquilo que vai te despedaçar por dentro e estar de mãos atadas diante disso, uma existência que você cuida, mas te fere. Penso que a Liz tenha se sentido exatamente assim. </p></blockquote><p><br/></p><p>Maria Eduarda Moreira Coelho</p><p>20221120049</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-15 03:47:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A pintura “Overwhelmed II” de Valeria Duca me passou pela mente inúmeras vezes ao assistir este filme. A todo o instante a sensação de sufocamento vinha ao meu encontro, seja pela sonoridade das respirações pesadas do protagonista ou pelo enquadramento sempre tão próximo em um único ambiente, em uma casa amontoada de objetos mas principalmente de sentimentos. </p><p><br/></p><p>Todos os personagens estão de alguma maneira sobrecarregados, Thomas que tenta lidar com as contradições em si mesmo e com sua consciência, Ellie que precisa lidar com todo um cenário familiar desfigurado, complexo e exaustivo, Liz que convive com o luto, com a raiva e com o amor de maneira tão intensa e por fim com Charlie, no corpo e na mente, tendo abraçado a tristeza, a dor, a culpa e a frustração de tal maneira que agora já não encontra mais saídas, ou ainda, tão adoecido que não encontra forças para sair. </p><p><br/></p><p>As flores brancas do quadro sempre me chamam atenção e dessa vez de maneira especial me recordam um trecho da redação da Ellie sobre Moby Dick. O filme tece comparações constantes entre a baleia do texto com Charlie na tela, de maneira incômoda, excessiva, desconfortável. Assim como as flores, são um lembrete constante de que mesmo como espectadores, não somos capazes de mudar o que estamos assistindo mas não estamos isentos de nossos preconceitos e impressões. </p><p><br/></p><p>No fim, nos resta assistir o protagonista em deterioração, nos resta observar a mulher que sufoca com as flores nos encarando nos olhos. Talvez assim, nos lembremos de olhar nos olhos daqueles que precisam de ajuda e conforto, de sermos mais humanos mesmo quando nossas emoções e julgamentos vem a tona. Fecho a imagem, termino o filme e encerro esse texto assim. Sufocada, triste, mais humana.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Maria Clara Carvalho de Barros </p><p>20232120003</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-15 12:13:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>annaliviasa</author>
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         <description><![CDATA[<p>Ao entender as razões que levaram Charlie a chegar nas condições de saúde (tanto mental quanto física), me lembrei imediatamente dessa música. Runnin’ dialoga profundamente com os sentimentos que o filme apresenta. A letra fala sobre a tentativa de fugir do passado, das dores e dos traumas, mas também sobre o desejo intenso de voltar. A fuga emocional que Charlie viveu por anos, se escondendo em seu corpo e em seu apartamento, e, ao mesmo tempo, o momento em que ele finalmente decide “correr” em direção à verdade. Com isso, entender a história individual é um ponto importantíssimo para conseguir dar um suporte mais humano e individualizado (situação que foi tão evitada por Charlie em sua tentativa de sempre negar ajuda).</p><p><br/></p><p>Anna Lívia Almeida de Sa</p><p>20232120016</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-15 13:43:20 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Todo o filme nos faz ver a situação pela perspectiva do protagonista, o Charlie. Com isso, nós conseguimos sentir todas as mesmas sensações e sentimentos que ele.</p><p><br/></p><p>No meu caso, o que senti foi um peso, um sufocamento, uma certa dificuldade de respirar, que nessa imagem é representada pela âncora ao lado do coração. Além disso, uma sensação de aprisionamento, dentro da casa e também da mente.</p><p><br/></p><p>Na imagem escolhida, as jaulas são de ferro. Mas no caso do Charlie, as jaulas dele eram formadas por ressentimentos do passado, sentimentos mal resolvidos e arrependimento de situações que não se pode voltar atrás para refazer e a falta de tempo para se redimir.</p><p><br/></p><p>Isso faz ele se encolher e aceitar viver encarcerado dentro de sua casa, seu corpo e sua mente.</p><p><br/></p><p>Assim como nessa imagem, chuva do lado de fora é só uma representação do lado de dentro, que transmite uma sensação de tristeza, de angústia…</p><p><br/></p><p>Por fim, para mim, o filme trouxe sentimentos intensos e mistos, mas muito interessantes de serem explorados e analisados. </p><p><br/></p><p>Ana Carolina Nunes</p><p>2023.2.120.006</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-15 18:13:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O filme é um misto de sentimentos, pois evidencia a solidão, culpa, arrependimento e até a esperança. Charlie, personagem principal, traz consigo os claros efeitos, físicos, do que problemas psicológicos são capazes de afetar. A solidão se mostra emocional e física, acarretando em seu estado de obesidade e a prisão em sua própria vida e corpo. </p><p>A forma como Charlie é afetado pelos problemas de sua vida, evidenciam a importância de um psicológico preservado e de como é de extrema importância observar a si mesmo e o outro com empatia e cuidado.</p><p>Ana Clara Rodrigues</p><p>20211120053</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-15 22:36:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/annapena1/m0imfbndf4gllb1y/wish/3586256207</link>
         <description><![CDATA[<p>Escolhi essa música porque ela transmite a dor de perder algo importante e a impossibilidade de recuperar o que já passou. No filme, Charlie  vive com arrependimentos e tenta, de algum modo, se reconciliar com a sua filha Ellie. Além disso, ele também carrega a dor de perder um parceiro, seu grande amor. A letra lembra esse sentimento de perda e de saudade de um tempo que não volta, o que combina com a solidão e o sofrimento mostrados no filme.</p><p><br/></p><p>Débora Celino Paulino </p><p>Matrícula: 20232120014</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-15 22:38:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nicolecodas</author>
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         <description><![CDATA[<p>Quando escuto "Never Let Me Go", da Florence and the Machine, sinto que a música e o filme conversam. A canção fala sobre se deixar levar pela correnteza e encontrar paz na rendição. Essa ideia me conecta com o desfecho de Charlie: para ele, o "mar" não é uma destruição, mas um alívio.</p><p>Isso é possível graças às escolhas do diretor Darren Aronofsky e à atuação de Brendan Fraser, que tornam a jornada de Charlie vívida, íntima e angustiante. Por isso, pude apreciar ainda mais o fim do filme.</p><p>É a partir da sensação de quase morte que Charlie encontra o motor da ação. Ele escolhe enxergar a bondade por trás da dor da filha, compreendendo que ambos, de formas diferentes, carregam pesos — ele em seu corpo e ela em suas palavras. Ao permitir que ela se desarme e reconheça a humanidade dele, ele transforma seu adeus em um gesto de entrega e conexão. É muito triste que as ações de Charlie só tenham acontecido quando o tempo já estava esgotado. Talvez a função do tempo seja justamente essa: um lembrete cruel da urgência da vida.</p><p><br></p><blockquote><p>And it's over,</p><p>And I'm going under,</p><p>But I'm not giving up!</p><p>I'm just giving in</p><p><br></p><p>Oh, slipping underneath</p><p>Oh, so cold, but so sweet</p><p><br></p><p>In the arms of the ocean, so sweet and so cold,</p><p>And all this devotion I never knew at all,</p><p>And the crashes are heaven, for a sinner released,</p><p>And the arms of the ocean,</p><p>Deliver me</p></blockquote><p><br></p><p>Nicole da Conceição Dantas </p><p>20221120052</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-15 23:20:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Escolhi a imagem porque, no contexto do filme, ela pode ter vários significados:</p><p>Primeiro, qual é o momento em que precisamos olhar para dentro de nós e pensarmos se precisamos ou não de ajuda? Será que são nos momentos de mais tristeza, aqueles que deixamos de tomar banho, que deixamos de nos olhar no espelho?</p><p>Segundo, quantas vezes, na nossa vida, vamos nos importar mais com o que é aparentável, considerado bonito para a sociedade, do que se importar com o que realmente somos? Nossos valores, religião, família, costumes, carácter?</p><p>Terceiro, o luto é um momento extremamente necessário na vida daqueles que perdem alguém, mas até que ponto esse luto interfere na minha vivência, a ponto de não querer mais viver?</p><p><br/></p><p>Escolhi esta imagem porque simboliza <strong>esperança, empatia e abertura para um novo olhar</strong>. No filme, somos confrontados com a dor, o isolamento e os julgamentos que uma pessoa com obesidade severa e homossexual enfrenta diariamente. A janela representa um convite à possibilidade de enxergar além das aparências físicas, reconhecendo a humanidade e a dignidade que existem em cada pessoa. </p><p><br/></p><p>Aluna: Enila Ferreira Bastos</p><p>Matrícula: 20232120022</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-15 23:53:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><em>"I've seen a thousand wonders<br>I've lived a hundred lifetimes<br><mark>But not until this moment<br>Have miracles seemed real</mark>"</em></p><p><br/></p><p>Ao recebermos a tarefa, sabia que queria relacioná-la a uma música que dialogasse com o filme. Foi justamente na última cena de <em>A Baleia</em> que me veio à mente a canção do ato final do musical <em>O Conde de Monte Cristo</em> (2008).<br>Naquela narrativa, o protagonista, Dantès, finalmente se liberta de toda a dor que carregava e encontra a paz. </p><p><br/></p><p><em>"The man I used to be<br>Dreams I dared to dream<br>When love was all<br>The innocence of youth<br><mark>Like memories of truth return<br>To learn forgiveness</mark>"</em></p><p><br/></p><p>De maneira semelhante, na cena final de <em>A Baleia</em>, vemos Charlie alcançar, de forma metafórica, sua própria paz e libertação. Assim como no crescendo da música, ele dá seus “primeiros” — e possivelmente últimos — passos, redimido diante da filha e também livre enfim do sofrimento que o consumia.</p><p><br/></p><p><em>"And all the years will melt away<br>And nights will fall much softer now</em></p><p><em>For all the pain is gone"</em></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Letícia Peregrino Tailor</p><p>20222120023</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-16 00:19:05 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Escolhi essa imagem porque o filme me passou a ideia de uma pessoa que estava se perdendo(afogando-se) aos poucos, que se sentia perdida, quase sem esperanças e consumido pela culpa de suas escolhas. Durante o filme é possível ver que as pressões sociais levam as pessoas a extremos, podendo custar a saúde das mesmas. No caso de Charlie, o luto pela a morte do seu namorado, acredito que somando a culpa de ter deixando a filha para viver com ele tbm, o levou ao limite de seu corpo, relatando como mente e corpo podem ser afetados de forma severa quando não somos ensinados a lidar com os nossos sentimentos de uma forma saudável para nosso corpo. No filme é possível ver que o agravamento da sua condição é gradativo e acompanha o crescimento do sentimento de solidão e insuficiência do personagem. Isso mostra o impacto das relações interpessoais na população e como críticas, descriminações, padrões sociais são nocivos para as pessoas, podendo fazer elas se afogarem nos seus próprios sentimentos e pensamentos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-16 01:05:29 UTC</pubDate>
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         <author></author>
         <link>https://padlet.com/annapena1/m0imfbndf4gllb1y/wish/3586619160</link>
         <description><![CDATA[<p>Assistir o filme “A Baleia” despertou fortes emoções ao longo de toda a história de Charlie como tristeza, empatia, raiva, desconforto e a percepção de que algumas lutas acontecem silenciosamente dentro de nós, invisíveis aos outros. A narrativa do filme evidencia o isolamento, a culpa, o arrependimento e a dificuldade de reconexão afetiva, criando uma experiência que nos faz refletir sobre a humanidade, a vulnerabilidade e a complexidade das emoções humanas.</p><p>A imagem escolhida retrata um homem sentado no último degrau de uma escada, cercado pelo vazio infinito, que pode representar a solidão e a imobilidade emocional de Charlie. Cada degrau que poderia levá-lo a algum lugar simplesmente não existe mais, simbolizando a estagnação, o peso do passado e a sensação de que não há caminho fácil para redenção ou reconexão.</p><p>O abismo ao redor não representa apenas o isolamento físico, mas também o emocional, mostrando como a dor, a culpa e a frustração o aprisionam. Sentado, o homem da imagem contempla a imensidão e a impossibilidade de escapar de seus próprios conflitos internos. A escada interrompida e o vazio que a rodeia tornam-se a metáfora perfeita da luta interna de Charlie.</p><p>Mesmo em meio ao abismo, há um feixe de luz focado no homem sentado, sugerindo esperança. Como abordado no filme, a redenção não está em outro lugar, mas dentro de si mesmo sendo um convite para refletir sobre introspecção, consciência e tentativa de reconectar-se consigo e com os outros.</p><p>O filme mostra a importância de enxergar cada pessoa como um ser completo, com sua história, sentimentos e vulnerabilidades. O cuidado deve envolver presença, escuta e empatia, oferecendo espaço seguro para acolher e compreender o outro em sua complexidade.</p><p><br/></p><p>Nome: Mariana Cristina Pexioline Borges</p><p>Matrícula: 20222120009</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-16 02:31:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/annapena1/m0imfbndf4gllb1y/wish/3587490394</link>
         <description><![CDATA[<p>O filme transmite um sentimento de dor, solidão e culpa, mas também, em alguns momentos, um ar de esperança. A narrativa mergulha na fragilidade humana, mostrando como o isolamento, o arrependimento e a dificuldade de lidar com o passado marcam profundamente a vida de uma pessoa. É complexo imaginar as coisas que podem acontecer quando o direito de ser quem somos é nos tirado. Quais rumos a vida de charlie teria tomado se ele não tivesse perdido o parceiro? Quantos charlies não estão por ai a fora, perdidos em suas batalhas pessoais? O filme nos convida a grandes reflexões à respeito das vivências humanas.</p><p>Escolhi essa frase porque acredito que ser quem nós somos, verdadeiramente, é o que nos move.</p><p><br/></p><p>Alex Rodrigues </p><p>Matrícula: 20221120041</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-16 11:27:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rafaelacamposeduuniriobr</author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p><blockquote><p>A imagem da mulher na cadeira me tocou profundamente porque representa, de forma silenciosa, a dor que se carrega por dentro. Assim como Charlie, personagem principal do filme <em>A Baleia</em>, ela está imóvel, mas cheia de sentimentos que não se veem — tristeza, arrependimento, solidão.</p><p>A cadeira, nesse contexto, simboliza o lugar onde se repousa o corpo, mas também onde se aprisiona a alma. Charlie vive preso em seu próprio corpo e em sua casa, mas o que mais o sufoca é o que está dentro: a culpa pela perda do parceiro, o afastamento da filha, o julgamento da sociedade.</p><p>Essa imagem me fez refletir sobre como, muitas vezes, o sofrimento não é visível. Como futura enfermeira, entendo que o cuidado precisa ir além do físico — é preciso enxergar o que está por trás do silêncio, da dor que não é dita.</p><p>A mulher na cadeira é Charlie. É cada paciente que encontramos e que precisa ser visto com empatia, respeito e humanidade. Essa imagem me lembra que o cuidado começa com o olhar sensível, com a escuta verdadeira, com a presença que acolhe.</p><p><br/></p></blockquote><p><strong>👩‍⚕️ Nome completo:</strong> Rafaela Campos<br><strong>📚 Matrícula:</strong> 20222120047</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-17 19:10:04 UTC</pubDate>
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         <title>Human - Rag’n’Bone Man.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Escolhi Human de Rag’n’Bone Man, porque a canção aborda, de forma direta e sensível, a condição humana: nossas limitações, fragilidades e a necessidade de acolhimento. A música não busca romantizar o sofrimento; ao contrário, reconhece a vulnerabilidade e a imperfeição, convidando à compaixão em vez do julgamento. No contexto do filme A Baleia, essa mensagem traduz a experiência do protagonista que, além das questões corporais relacionadas à obesidade, vive profundas dores emocionais e relações fragilizadas.</p><p>Além disso, Human estimula reflexões sobre responsabilidade e limites: reconhecer que o outro é humano não significa resolver tudo por ele, mas sim oferecer presença, informação sem culpabilização e encaminhamentos que respeitem sua autonomia. Em suma, a música complementa o filme ao sublinhar que o cuidado de qualidade nasce primeiro do reconhecimento da dignidade e da singularidade de cada pessoa.</p><p><br/></p><p>Lara Fabian Gonzaga Pinto</p><p>20222120019</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 14:29:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Escolhi esta imagem do filme por ela traduzir visualmente uma das lições profundas do cuidado: a de que ele é, essencialmente, uma via de mão dupla.</p><p>​Nesta cena, vemos Lou, a cuidadora, encontrando conforto e refúgio em Will, o paciente. Embora Will possua limitações físicas severas e seja o cliente do cuidado, ele exerce sobre Lou um cuidado emocional e existencial transformador. Ele a incentiva a expandir seus horizontes, a acreditar em seu potencial e a enxergar o mundo de forma mais ampla.</p><p>​Relacionando com a trajetória na Enfermagem e, especificamente, com os cuidados paliativos, essa imagem nos lembra que o paciente não é apenas um corpo a ser assistido, mas um sujeito ativo que troca experiências, afetos e significados. Muitas vezes, ao oferecer nossa escuta e presença, somos nós, profissionais, que saímos inspirados pela resiliência e pela história de vida de quem assistimos.</p><p>​Desenvolver esse olhar sensível significa entender que, no encontro entre enfermeiro e paciente, existem dois seres humanos se afetando mutuamente. Acredito que ser enfermeiro é saber que, enquanto cuidamos da dor do outro, também </p><p>aprendemos com a sua humanidade.</p><p><br/></p><p>Rafael Martins da Cruz</p><p>Matrícula: 20231120050</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-02-28 21:57:51 UTC</pubDate>
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         <title>Como eu era antes de você </title>
         <author>guilhermevm</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os cuidados domiciliares desempenham papel fundamental na promoção da dignidade, autonomia e inclusão da pessoa que vivencia uma condição crônica, incapacitante ou limitante. Mais do que garantir assistência técnica, o cuidado em casa deve possibilitar que o indivíduo continue inserido na vida social, afetiva e familiar, preservando seus desejos, projetos e identidade. O ambiente domiciliar, quando bem estruturado e acompanhado por profissionais capacitados, favorece a manutenção de vínculos, o fortalecimento da autoestima e a continuidade das atividades que dão sentido à existência.</p><p><br/></p><p>No contexto apresentado no filme, observa-se que a limitação física não deve ser sinônimo de isolamento ou privação. A atuação no cuidado domiciliar precisa ir além da prevenção de complicações clínicas, incorporando estratégias que estimulem participação social, lazer, tomada de decisões e expressão de sentimentos. A enfermagem, nesse cenário, tem responsabilidade não apenas técnica, mas também ética e humanística, promovendo um cuidado integral que considere as dimensões biológica, psicológica e social do paciente.</p><p><br/></p><p>Inserir o indivíduo na vida significa adaptar o ambiente, e não restringir a pessoa. Significa buscar recursos, tecnologias assistivas e estratégias que ampliem possibilidades, respeitando limites sem transformá-los em barreiras absolutas. O cuidado domiciliar humanizado reconhece que a condição de saúde não define completamente quem o sujeito é; ela é apenas uma parte de sua trajetória. Dessa forma, o profissional de saúde atua como facilitador da autonomia, encorajando escolhas, estimulando a participação em atividades significativas e apoiando o enfrentamento emocional.</p><p><br/></p><p>Além disso, a inclusão promovida pelo cuidado domiciliar reduz sentimentos de inutilidade, dependência extrema e desesperança, frequentemente associados a quadros de incapacidade física. Quando o indivíduo percebe que ainda pode viver experiências, criar memórias e exercer seu papel na família e na sociedade, sua qualidade de vida é significativamente ampliada. O cuidado passa a ser instrumento de emancipação, e não de limitação.</p><p><br/></p><p>Portanto, os cuidados domiciliares devem ter como princípio central a valorização da vida em sua plenitude. Cuidar não é restringir; é possibilitar. É compreender que, mesmo diante de uma condição permanente, ainda existem caminhos para viver com sentido, dignidade e participação ativa no mundo.</p><p><br/></p><p>Francisco Guilherme Vieira Mesquita </p><p>Matrícula: 20231120027</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-01 17:21:57 UTC</pubDate>
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