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      <title>Mentor AA by Miguel José Nunes Nisa</title>
      <link>https://padlet.com/miguelnisa/Bookmarks</link>
      <description>Todos nós temos nós</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-02-24 18:24:10 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-30 20:07:28 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Tarefa 0</title>
         <author>miguelnisa</author>
         <link>https://padlet.com/miguelnisa/Bookmarks/wish/1402948946</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Recorrendo ao desenho, ao texto ou a ambos, dê continuidade à seguinte afirmação<br><br></strong><strong><em>Para mim, ser tutor é ...</em></strong><em><br>- Ouvir.<br>- Identificar os problemas e promover a reflexão sobre os obstáculos à progressão do tutorando.<br>- Hierarquizar as prioridades do trabalho a desenvolver e selecionar as estratégias mais adequadas ao caso concreto.<br> - Fomentar o desenvolvimento no tutorando do autoconhecimento e de mecanismos de autorregulação que lhe permitam ultrapassar os problemas detetados.</em><strong><br><br></strong><strong><em>Para mim, participar nesta ação é...</em></strong><em><br>- uma oportunidade de adquirir conhecimentos que permitam dar uma resposta mais correta e sustentada a diferentes solicitações da prática pedagógica quotidiana.<br>- uma oportunidade de adquirir os créditos necessários à progressão na carreira num ambiente mais familiar, onde já conheço a formadora e a maioria dos formandos.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-10 18:12:31 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1</title>
         <author>miguelnisa</author>
         <link>https://padlet.com/miguelnisa/Bookmarks/wish/1402949325</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Questão Tarefa 1</strong></div><div><strong>Antecipe dificuldades no exercício da tutoria e sugira estratégias para as ultrapassar.<br></strong><br><strong>Dificuldades:</strong><br>- Multiplicidade e simultaneidade de situações problemáticas presentes num único caso concreto.<br> - Casos cujas problemáticas estejam fora do âmbito académico (questões familiares, de saúde mental....).<br>- Dificuldades na conjugação das disponibilidades e ritmos entre tutor e tutorando.<br>- Dificuldades na criação de um clima de confiança, cooperação, verdade e honestidade entre tutor e tutorando.<br><br><strong>Estratégias:</strong><br>- Hierarquizar as áreas de intervenção da tutoria.<br>- Privilegiar os aspetos onde a intervenção é prioritária ou onde a ação do tutor pode ser mais eficaz.<br> - Mobilizar outros recursos existentes na escola.<br>- Rentabilizar caraterísticas positivas da cultura de escola da António Arroio (clima de tolerância e entreajuda dos pares, disponibilidade de outros membros do conselho de turma, acessibilidade ao SPO e à equipa de ensino especial, interesse e envolvimento da Direção...).<br>- Dar tempo e ter calma...</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-10 18:12:48 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2</title>
         <author>miguelnisa</author>
         <link>https://padlet.com/miguelnisa/Bookmarks/wish/1402949516</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Questão Tarefa 2</strong></div><div><strong>Qual a pertinência do modelo do ciclo de ajuda na prática da tutoria?<br></strong><br></div><div>A primeira das vantagens do modelo do ciclo de ajuda na prática da tutoria é exatamente o fato de ser um modelo que o tutor pode/deve usar na organização do seu trabalho de tutoria. A falta de formação inicial dos professores sobre estas matérias pede gerar inseguranças e angústias no tutor face à qualidade e pertinência do trabalho que está a desenvolver.<br>O ciclo de ajuda com a sua estruturação em etapas - Facilitação, Transição e Plano de Ação - com tudo o que elas implicam, permitem fornecer aos intervenientes uma melhor consciência da forma como devem organizar o seu trabalho e dotando-o de um sustentáculo já testado e fundamentado. <br><br><strong>Desenvolva a partir da sua prática ou da evolução que poderá trazer à sua prática.</strong></div><div><br>Na minha vida profissional só por uma vez, e já na António Arroio, me foi atribuído um trabalho de tutoria com um aluno do 11º ano. Refletindo retrospetivamente sobre o trabalho desenvolvido, e em presença do que aprendi nesta ação, é mais fácil agora identificar alguns dos problemas com que me deparei. Neste contexto do ciclo de ajuda, creio que o primeiro problema que identifico na gestão dessa minha tutoria foi o "queimar de etapas" tentando avançar imediatamente para um plano de ação, pensando eu que isso iria revestir o trabalho da tutoria de uma maior utilidade e que imediatamente tivesse efeitos nos comportamentos e práticas do tutorando. Não só tal não teve os resultados imediatos que eu pretendia como um "quid pro quo" acabou por levar o aluno a deixar de comparecer nas sessões de tutoria. Assim, às etapas de Facilitação e Transição deve ser dado o tempo devido pois são elas os alicerces do futuro Plano de Ação, que erradamente eu via como único centro meu trabalho como tutor.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-10 18:12:56 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3</title>
         <author>miguelnisa</author>
         <link>https://padlet.com/miguelnisa/Bookmarks/wish/1402951044</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Questão-Tarefa 3</strong></div><div><strong>De que forma posso estimular os 3 tipos de conhecimento nas sessões de tutoria e que vantagens poderá ter para os tutorandos?<br></strong><br>Os três tipos de conhecimento - declarativo, procedimental e condicional - podem e devem ser mobilizados e trabalhados nas sessões de tutoria.&nbsp;<br>Igualmente me parece importante que o próprio tutorando tenha consciência destes diferentes tipos de conhecimento e de quais possam ser os seus pontos fortes e fraquezas mais notórias.<br>Esta organização dos diferentes tipos de conhecimento não pode ser vista de forma rígida por parte do tutor que não deve ficar preso neste modelo como se fosse uma escada com os degraus que o tutorando irá subir de forma ordenada e orientada. Cabe ao tutor negociar e desenhar&nbsp; as estratégias a aplicar,&nbsp; ten objetivo e&nbsp; apelem e fomentem a aquisição deste três tipos de conhecimento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-10 18:14:00 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 4</title>
         <author>miguelnisa</author>
         <link>https://padlet.com/miguelnisa/Bookmarks/wish/1402951240</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Questão-Tarefa 4:</strong></div><div><strong>Quando os alunos dizem que não estão motivados, o que é que eles nos poderão estar a dizer?<br></strong><br>Quando um aluno se afirma desmotivado em primeiro lugar ele está a dizer-nos exatamente isso: que está ou se sente desmotivado. Este é o ponto de partida para, através do diálogo ou outras estratégias consideradas apropriadas para a situação concreta, tentar encontrar as razões desse estado de espírito. A forma como o tutorando lê a analisa os fundamentos dessa desmotivação, o nível de consciência que ele possui sobre as razões dos seus comportamentos e atitudes é também um ponto inicial de alguma importância. O reconhecimento da desmotivação é o primeiro passo dum processo de autoconhecimento, que o tutor deve orientar, visando a identificação dos problemas ou outras caraterísticas pessoais que podem gerar a desmotivação. Cabe ao tutor facilitar e orientar esse diálogo de procura de respostas aos porquês: a afirmação dum aluno de que está desmotivado não é a resposta que se procura, é o primeiro sinal para começar a escavar na procura das verdadeiras respostas que estão na base dessa afirmação e que poderão ter múltiplas e diferentes origens: desde questões particulares e familiares até à história de vida e virtualidades do percurso académico do tutorando, estratégias desenvolvidas por ele ao longo da vida de resolução e/ou fuga aos problemas, podem ser a origem desse estado de desmotivação. Desenvolver uma maior compreensão das razões mais profundas dessa desmotivação é um importante passo para a sua superação.<br><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-10 18:14:09 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5</title>
         <author>miguelnisa</author>
         <link>https://padlet.com/miguelnisa/Bookmarks/wish/1402951488</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Questão-Tarefa 5</strong></div><div><strong>Porque é importante auto-regular o comportamento e como se pode promover essa auto-regulação nos tutorandos?</strong></div><div><br>O processo de autorregulação é fundamental para a promoção do desenvolvimento da autonomia do tutorando, uma das finalidades comummente aceites para o trabalho de tutoria.<br>O modelo de autorregulação desenvolvido por Rosário (2004), suportado pelo modelo das fases de aprendizagem autorregulada de Zimmerman, permite ao tutorando ter acesso a um guião orientador das etapas para que o processo de autonomia seja possível. O modelo tricíclico PLEA – Planificar, Executar e Avaliar é suficientemente linear para ser facilmente apreendido pelo tutorando; cabe ao tutor saber dirigir adequadamente essas fases de autorregulação para facilitar essa apreensão: pensar antes da tarefa de aprendizagem (Planificar), pensar durante a tarefa de aprendizagem (Executar) e pensar depois da tarefa de aprendizagem (Avaliar).</div><div>Planificar é considerado o “alicerce” do processo autorregulatório. Nesta etapa inicial há que conduzir o aluno a pensar/antecipar/responder a uma série de questões fundamentais: <br>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O que tenho de fazer? (registar as tarefas a realizar; definir objetivos <strong>C</strong>oncretos, <strong>R</strong>ealistas e <strong>AV</strong>aliáveis – <strong>CRAVA</strong>; por onde devo começar?; que estratégias devo utilizar?);&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Onde vou fazê-lo? (tenho um espaço próprio, bem iluminado, sem ruídos, organizado?);</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Quando vou fazê-lo/Quanto tempo tenho para o fazer? (conhecer a calendarização – início e prazo de entrega; construir um horário para gerir o tempo, definindo a duração e as pausas);</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;De que preciso para o fazer? (de que materiais necessito? preciso de trabalhar com alguém que me ajude?)<br>Este processo de desenvolvimento de mecanismos autorregulatórios deve envolver o tutorando em todos as suas fases. Creio que será sempre benéfico que o tuturando também se envolva nos processos de planificação do trabalho e das estrtégias a aplicar para fomentar o seu autoconhecimento e envolvimento no processo da tutoria.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-10 18:14:20 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 7</title>
         <author>miguelnisa</author>
         <link>https://padlet.com/miguelnisa/Bookmarks/wish/1402951650</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Questão Tarefa 7</strong></div><div><strong>Como é que a tutoria pode ajudar os alunos a perspetivar o futuro de uma forma construtiva?<br></strong>Creio neste ponto se perspetiva um trabalho de tutor e mentor.<br>A perspetivação de um futuro a construir poderá beneficiar bastante se o tutor for alguém com quem o aluno se identifique e por quem tenha alguma admiração pessoal e profissional. Se o tutor conhecer a área que o aluno pretende seguir o tutor não só lhe poderá prestar uma ajuda mais concreta para a sua orientação como se tornarão mais fáceis e óbvios eventuais processos de aprendizagem por modelagem. Em todo o caso, e independentemente deste processo de facilitação pelos interesses comuns de tutor e tutorando, a tutoria deverá permitir o desenvolvimento de competências de autoconhecimento, autorregulação e gestão de outros aspetos que certamente que terão um efeito benéfico sobre os tutorandos na perspetivação do seu futuro.<br><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-10 18:14:27 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 6</title>
         <author>miguelnisa</author>
         <link>https://padlet.com/miguelnisa/Bookmarks/wish/1402951788</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Questão-tarefa 6</strong>&nbsp;</div><div><strong>Como é que os tutores podem promover a utilização de estratégias de aprendizagem pelos seus tutorandos? Dê um exemplo.<br></strong><br>O principal critério de avaliação as estratégias a aplicar deve ser a sua eficácia pois estando a trabalhar com uma situação concreta, o importante é que as estratégias se revelem eficazes nesse caso concreto. Em todo o caso, e seguindo ideias já anteriormente aqui expressas, creio dever voltar a sublinhar a importância do conhecimento e envolvimento do tutorando nas diferentes fases do processo, que me parece ser uma excelente forma de fomentar o desenvolvimento do autoconhecimento e de mecanismos autorregulatórios.<br>A bibliografia de apoio a esta ação de formação sugere a organização de um plano sequencial:<br>- Fase da Planificação:&nbsp;</div><div>1. Estabelecimento de objetivos e planeamento;</div><div>2. Estruturação do ambiente;</div><div>3. Ajuda social;</div><div>&nbsp;- Fase da Execução</div><div>4. Tomada de apontamentos;</div><div>5. Organização e transformação;</div><div>6. Procura de informação;</div><div>7. Repetição e memorização;</div><div>&nbsp;- Fase da Avaliação</div><div>8. Revisão dos dados;</div><div>9. Autoavaliação;</div><div>10. Autoconsequências.</div><div>Na aplicação de cada uma das estratégias devem incluir-se os três tipos de conhecimento e a promoção da sua progressiva interiorização.&nbsp;</div><div>As três fases de intervenção do tutor para alcançar um determinado objetivo serão:</div><div>&nbsp;1.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;apresentação da(s) estratégia(s) de aprendizagem, explicitando a sua natureza e função (conhecimento declarativo da estratégia de aprendizagem através de instrução direta);&nbsp;</div><div>2.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;como a(s) utilizar (conhecimento procedimental);</div><div>3.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;quando a(s) utilizar (conhecimento condicional).&nbsp;</div><div><strong><br>Exemplo:</strong><br>O professor apresenta uma leitura de uma obra pictórica destacando os seus elementos essenciais:<br>- Material<br>- Tema<br>- Composição<br>- Valores da linha e da mancha na definição de figuras e objetos<br>- Tratamento do espaço<br>- Tratamento da luz e da cor<br>- Expressividade e intencionalidade da obra.<br>Após a exemplificação pelo professor (ex: análise de uma pintura religiosa do Renascimento), o aluno é convidado a fazer a mesma análise numa outra obra com caraterísticas semelhantes (ex: outra pintura religiosa do Renascimento).<br>Num segundo momento o aluno é desafiado do a plicar a mesma metodologia numa obra com caraterísticas diferentes (ex: uma pintura de género do Barroco) sublinhando as diferenças entre as duas obras ou o aluno pode ser desafiado a apresentar uma descrição da obra em que os diferentes itens de análise anteriormente indicados sejam agora apresentados no contexto de uma descrição fluída da obra.<br>Num terceiro momento o aluno é desafiado a avaliar da aplicabilidade desta metodologia numa obra radicalmente diferente (ex: uma obra abstrata do século XX).<br>Pode também usar-se um conjunto significativo de obras de um mesmo período para, após a aplicação da metodologia sugerida, seja solicitado ao aluno a identificação de elementos comuns nas obras com vista ao estabelecimento das caraterísticas de um determinado estilo ou corrente artística.<br>A reflexão sobre a possibilidade da aplicabilidade de um mesmo esquema de análise a obras tão diferenciadas pode ser relevante até para a compreensão da unicidade dos fenómenos artísticos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-10 18:14:34 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho Final</title>
         <author>miguelnisa</author>
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         <pubDate>2021-05-01 16:38:47 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão Crítica</title>
         <author>miguelnisa</author>
         <link>https://padlet.com/miguelnisa/Bookmarks/wish/1506885062</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-09 19:47:43 UTC</pubDate>
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