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      <title>Lidando com a saúde mental em cada época by </title>
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      <description>Transtornos Mentais são mais comuns do que imaginamos, e sempre existiram junto à humanidade, porém o tratamento e possibilidades de resolução pacífica é muito recente, portanto vamos voltar ao passado, entendendo como nossos antepassados lidavam com a chamada “loucura”
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-04-09 13:11:45 UTC</pubDate>
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         <title>Antiguidade Grega</title>
         <author>pquenalua</author>
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         <description><![CDATA[<p>&nbsp;Lidar com a loucura na antiguidade grega era estar lidando com a mitologia e sua mistura com a realidade, nesse período os loucos eram decididos por deuses e levavam informações do olimpo. Porém na Grécia, Hipócrates, o pai da medicina, quebrou essa junção e separou a doença mental de deuses e mitos, por volta do século 4 a.C. Com a ajuda de Platão, no século 5 a.C. eles tornaram da filosofia a linha mestra para entender a loucura, o que decorre até o século 19.</p><p>&nbsp;Mas para os romanos as coisas mudam um pouco, Galeno surge com teorias que compreendem a loucura através da relação entre corpo e mente, o que só é retomado no Renascimento, já que a Idade Média vem para intervir nas propostas com suas pregações de Deus.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 13:18:41 UTC</pubDate>
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         <title>Idade Média
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         <author>pquenalua</author>
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         <description><![CDATA[<p>&nbsp;Os estereótipos na Idade Média se tornam abrangentes e a ignorância chama os transtornos mentais de “coisa do Capeta”, isso vindo de textos de santo Agostinho e são Tomás de Aquino, que acreditavam na perfeição da vida e pregavam a palavra da Bíblia. Ou seja, na época qualquer erro era pecado, queira ou não, logo o comum era trancar os loucos em um navio e mandá-los para outra cidade, exilados.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 19:17:30 UTC</pubDate>
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         <title>Século 19</title>
         <author>pquenalua</author>
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         <description><![CDATA[<p> Com a chegada da Revolução Francesa, o medo de ser internado aumenta e vira motivo por exemplo de ameaça caso fizesse qualquer coisa fora dos interesses de pessoas à sua volta. Mas junto à Revolução Francesa veio a revolução psiquiátrica: em 1793, o médico francês Philippe Pinel transformou a loucura de uma questão de ordem social para uma questão médica. Agora, a ciência a veria como uma doença que deve ser curada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 22:46:17 UTC</pubDate>
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         <title>Renascimento</title>
         <author>pquenalua</author>
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         <description><![CDATA[<p> No Renascimento as pessoas pararam de associar a loucura ao mitológico, sendo assim uma forma mais racional de julgar, ou seja os “loucos” continuam se dando mal, mas agora surge a noção de memória, razão e imaginação, dessa vez com causas internas, e não pela ação da bílis ou de demônios.</p><p>&nbsp;Logo então surgiram “hospitais gerais”, e neles eram mandados todos aqueles que não conseguissem seguir as normas estabelecidas pela razão. Para evitar o escândalo de ter um louco em casa, famílias pediam a internação de seus parentes.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 22:46:59 UTC</pubDate>
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         <title>Século 20</title>
         <author>pquenalua</author>
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         <description><![CDATA[<p>Comas induzidos, lobotomia e eletrochoques foram alguns dos "tratamentos" que a ciência tomou como uma boa ideia, isso no começo do século 20. Mas na mudança da década seguinte foram desenvolvidos sedativos para acalmar pessoas com quadros psicóticos, onde as estimulariam a se levantarem em meio a depressão.</p><p>&nbsp;A clorpromazina foi o primeiro remédio sintetizado, em 1950, que acalma o paciente psicótico sem deixá-lo grogue, logo em vez de ir para uma mesa cirúrgica, bastava se conduzir a uma farmácia, o que evitou muitas lobotomias. Isso foi o pontapé para que em 1959 surgisse o primeiro antidepressivo e, um ano depois, o ansiolítico benzodiazepínico (BZD - apresentam efeitos farmacológicos no sistema nervoso central).</p><p>&nbsp;O período é marcado por se apoiar às vezes apenas em medicamentos, o que se tornou um alvo de críticas. Então até o momento não é possível distinguir a insanidade de sanidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 23:28:43 UTC</pubDate>
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         <title>Atualidade</title>
         <author>pquenalua</author>
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         <description><![CDATA[<p>&nbsp;Ainda estamos longe de mapear e entender completamente os transtornos que nossa mente desenvolve, alguns males como depressão e ansiedade extrema por exemplo, são pautas de muitas discussões, mas ainda sim não há uma cura para eles. Contudo as coisas estão mudando, a forma em que a sociedade e a ciência principalmente, vem lidando com pacientes mentais se tornou um processo em constante evolução e com mais atenção e delicadeza.</p><p>&nbsp;É claro que ainda precisamos melhorar muito, mas como boas notícias agora grandes manicômios brasileiros foram substituídos por Centros de Apoio Psicossocial, terapia se torna cada vez mais algo a ser comentado, isto é, pessoas se atentando ao fato de que ir a um psicólogo não é sinônimo de estar louco, entre outras boas novas que o mundo trás, confortando famílias, unindo pessoas e traçando um caminho de autocuidado e cuidado ao próximo, é com muito orgulho da ciência que podemos dizer que estamos presenciando a formação de laços da mente humana e lidando bem com tudo aquilo que antes eram tratados, de forma totalmente negativa e pejorativa, como falhas e aberrações.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 23:28:53 UTC</pubDate>
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