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      <title>Sandra Soares Costa  E1T13195 by SandraCosta</title>
      <link>https://padlet.com/sandra_soares_costa/SandraSoaresCostaE1T13195</link>
      <description>Professora no Agrupamento de Esolas de Vila D&#39;Este</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-10-09 19:21:24 UTC</pubDate>
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         <title>Sandra Soares Costa</title>
         <author>sandra_soares_costa</author>
         <link>https://padlet.com/sandra_soares_costa/SandraSoaresCostaE1T13195/wish/129354406</link>
         <description><![CDATA[<div>Este é o meu padlet<br>https://padlet.com/sandra_soares_costa/SandraSoaresCostaE1T13195<br><strong>Tarefa Opção B</strong></div><div>A autorregulação da aprendizagem permite ao aluno controlar pensamentos, comportamentos e emoções orientadas para objectivos pré-estabelecidos. (e.g. Zimmerman, 2000, 2002).</div><div><br></div><div>Assim a autorregulação é um processo intencional e pessoal. Ao realizar os resumos pelo filho, este pai impede-o de percorrer o seu próprio caminho na aplicação desta estratégia (resumo).</div><div><br></div><div>Neste momento podemos colocar uma questão:</div><div><br></div><div><strong>“Como auxiliar este pai a ajudar o seu filho?”</strong></div><div><br></div><div>Torna-se evidente que o pai tenta estar presente na educação do seu filho: envolve-se na construção dos resumos, pensa que “lhe faz a papinha toda”. Não seria então pertinente “ensinar” o pai a orientar o seu filho? Certamente a estratégia que o pai está a utilizar de momento comprovadamente não resulta e só contribuirá para o aumento de frustração quer do filho quer do pai.</div><div><br></div><div>Este pai poderá assumir aqui um papel paralelo ao do tutor.</div><div><br></div><div>Com um pai que tenta envolver-se na aprendizagem do seu filho metade do trabalho da escola estará feito. Será “apenas” necessário mostrar ao pai o caminho mais eficaz a seguir, talvez com acções de formação parental em que se disponibilizem/explicitem as fases do processo autorregulatório e a orientação para que os pais possam assumir neste âmbito.</div><div><br></div><div>Em vez de “fazer o caminho pelo filho” este pai seria capaz de intervir apresentando as estratégias de aprendizagem, clarificando a sua natureza através de instrução direta (conhecimento declarativo), o seu modo de utilização (conhecimento condicional) para alcançar o objectivo proposto.</div><div><br></div><div>No caso da estratégia (resumo) apresentada o pai poderia seguir os seguintes passos:</div><div><br></div><div>1º conhecimento declarativo – apresentar o resumo como uma das estratégias a utilizar para conhecer;</div><div><br></div><div>2º conhecimento procedimental – mostrar como se faz um resumo;</div><div><br></div><div>3º conhecimento condicional – apresentar outras situações em que o resumo poderá ser uma estratégia útil.</div><div><br></div><div>A apropriação e utilização da estratégia de aprendizagem deve ser progressiva, ou seja, num primeiro estádio de desenvolvimento passa pela observação. Após a observação o aluno deverá experimentar a estratégia pela imitação. Esta imitação deve ser guiada repleta de “dicas” e orientações. Estas orientações devem ir diminuindo de frequência, devendo o aluno efectuar a prática guiada com feedback, com maior controlo sobre o seu processo de aprendizagem.</div><div><br></div><div>Num último estádio de desenvolvimento da autorregulação da aprendizagem, o aluno deverá ser capaz de utilizar autonomamente a estratégia mediante o contexto, a situação e as suas próprias características pessoais.</div><div><br></div><div>Sandra Soares Costa</div><div><br></div><div>E1T13195</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-09 19:28:20 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 1Tarefa: opção B</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div><br><br></div><div>Escolhi o vídeo intitulado <em>“Powerful Inspirational true story...Never give up!”<br></em><br></div><div><br><br></div><div>Mudaria o seu título para <em>Resiliência</em>. Acredito que esta palavra define em si tudo o que se deseja para os nossos alunos.</div><div>No meu caso específico, a maioria deles nasceu com profundos obstáculos no caminho. Quer pelas dificuldades económicas, pela falta de expectativas parentais (ou mesmo total ausência de competências parentais).</div><div>Constatar que a vida é difícil e cheia de obstáculos é uma carga imensa para crianças tão novas. Muitas vezes, a forma de lidar com estes obstáculos passa por chamadas de atenção, revoltas, comportamentos desajustados…</div><div>Mas como ajudar os nossos alunos nesta capacidade tão pessoal, até mesmo íntima?</div><div>&nbsp;Como fazer ver os nossos que na maioria das vezes dependemos apenas de nós para superar todos os problemas que nos surgem? Como transmitir a noção de que, independentemente de podermos contar ou não com outros como muleta ou apoio, tudo depende de nós? Tudo depende da forma como nos adaptamos às situações, como lutamos para superar todos os obstáculos. Como fazemos a nossa própria vida.</div><div><br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div><div>Sandra Soares Costa<br><br></div><div><br><br></div><div>Formanda E1T13195<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-17 10:50:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sandra_soares_costa/SandraSoaresCostaE1T13195/wish/131320236</link>
         <description><![CDATA[<div>Módulo 1 Tarefa 2.3<br><br></div><div>Dos três objetivos do processo de tutoria, o que considero que representará para mim um maior desafio será a "Ação do tutorando".<br><br></div><div>Ser capaz de promover a ação do tutorando com base num plano de ação é algo que me causa alguma inquietude.<br><br></div><div>Da pouca experiência que tenho em tutoria, acredito que a empatia com os tutorandos é algo fundamental para conhecer os seus verdadeiros problemas. Muitas vezes as suas reações baseiam-se numa defesa, numa noção de auto-eficácia tão baixa que para eles é melhor nem tentar do que falhar novamente.<br><br></div><div>Assim o primeiro objetivo das tutorias, auto-exploração do tutorando, não é fácil pois exige uma reflexão que por vezes pode ser "dolorosa" e difícil de realizar. Mas com empatia pelos sentimentos dos tutorandos e objetividade pode ser alcançada.<br><br></div><div>O segundo objetivo das tutorias, compreensão e envolvimento dos tutorandos, implica uma pró-atividade por parte do mesmo no sentido de se comprometer na busca da resolução dos seus problemas. Este compromisso pode ser fácil de verbalizar mas se não assentar numa verdadeira compreensão de todo o processo, acabará por cair no vazio e desmoronar-se face aos normais obstáculos do dia-a-dia.<br><br></div><div>Contudo, e apesar das dificuldades destes primeiros objetivos da tutoria, considero que o terceiro é mais difícil de alcançar pela magnitude que encerra.<br><br></div><div>O processo de mudança é sempre penoso e assentar este processo em ações prudentes e que possam conduzir ao sucesso é, para mim, uma enorme incógnita.<br><br></div><div>Surgem inúmeras incertezas quando reflito sobre isso: "E se o aluno não conseguir?; "Se as ações foram demasiado exigentes?", ou "Demasiado fáceis?"; "Que avaliação palpável poderá ser feita?"; "Como envolver não só o tutorando mas também os restantes docentes neste plano de ação?" ; "E a família?"<br><br></div><div>Todas estas questões que me surgem dificultam a minha capacidade de visualizar um percurso assertivo e intencional para a concretização deste terceiro objetivo.<br>Sandra Soares Costa<br>Formanda E1T13195</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-17 22:09:05 UTC</pubDate>
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         <title>Com vontade conseguimos alcançar nossos sonhos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://youtu.be/4uremac-PmY">https://youtu.be/4uremac-PmY</a><br><a href="https://youtu.be/9jtSroQlw-U">https://youtu.be/9jtSroQlw-U</a><br><a href="https://youtu.be/vjM9gwwzyNg">https://youtu.be/vjM9gwwzyNg</a><br><a href="https://youtu.be/toektBCGz5M">https://youtu.be/toektBCGz5M</a><br><a href="https://youtu.be/qxDmFsSiHLQ">https://youtu.be/qxDmFsSiHLQ</a><br><a href="https://youtu.be/ATnLn5U4gbM">https://youtu.be/ATnLn5U4gbM</a><br><a href="https://youtu.be/Qa3U38N-2Hg">https://youtu.be/Qa3U38N-2Hg</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-18 11:12:48 UTC</pubDate>
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         <title>Não desistas nunca</title>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://youtu.be/ppgpwXl9R7A">https://youtu.be/ppgpwXl9R7A</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-19 09:58:17 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa Módulo 2 - Tipos de conhecimento opção A</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sandra_soares_costa/SandraSoaresCostaE1T13195/wish/132754270</link>
         <description><![CDATA[<div>Na minha opinião, delinear um projeto de vida pode ser demasiado ambicioso no que concerne ao trabalho diário com os meus tutorandos. Em especial porque se tratam de crianças com 12/13 anos de idade, tão enredados nas suas lutas diárias que não conseguem vislumbrar o futuro que desejam para si.<br><br></div><div>Também acredito que antes de partir para o desenho de um projeto de vida será necessário orientar os alunos no processo de identificar estratégias de resolução de problemas (que podem ser ou não estratégias de aprendizagem) que se revelem eficazes em determinadas situações. Aumentar a noção de auto-eficácia dos tutorandos é essencial. Realço que, numa pequena tarefa de identificação de pontos forte e fracos, nenhum deles conseguiu encontrar pontos fortes na sua vida. Este facto causou-se alguma ansiedade e até mesmo perplexidade.<br><br></div><div>Adquirir, implementar e testar estratégias parece-me ser um pré-requisito para qualquer intervenção. Depois disso poderei ajudar o tutorando discutindo com ele a implementação e aplicação das estratégias utilizadas a outros contextos.<br><br></div><div>Quando a noção de auto-eficácia e a auto-estima dos tutorandos estiver menos fragilizadas (com a uma avaliação positiva das estratégias implementadas) poderá ser muito útil desenhar um projeto de vida. Tentar perceber onde o aluno quer chegar, quais os seus objetivos e receios, certamente será importante para que possa valorizar as aprendizagens escolares. A falta de objetivos ou metas pode conduzir o aluno a um percurso escolar pautado pela deriva, pela falta de motivação. Assim, delinear um projeto de vida pode ser uma tarefa audaz mas muito pertinente.<br><br></div><div>Em diálogo, será importante refletir sobre a forma como cada tutorando aprende. Ao refletir também sobre os processos cognitivos que usa e da forma como os usa, o aluno será capaz de praticar a metacognição. Neste momento poderia falar da importância da metacognição e dos tipos de conhecimento que esta engloba. Ao nível do conhecimento declarativo: da importância de saber “o que é” tentar fazer compreender que o significado e a definição de conceitos auxiliam a sua compreensão e interação com a restante rede conceptual. Num sentido básico e lato que seja fácil para o aluno perceber, exemplifica-se que, se o aluno pretender ser mecânico de automóveis tem que saber o que é um carburador.&nbsp;<br><br></div><div>Ao nível do conhecimento procedimental: o saber “o como”, permite ao aluno agir automaticamente perante situações frequentes ou expectáveis. Voltando ao exemplo da mecânica automóvel, será importante para o mecânico manipular os diversos componentes automóveis, compreender a sua estrutura e função para desempenhar corretamente a sua profissão.<br><br></div><div>Ao nível do conhecimento condicional: saber “o quando, o onde e o porquê”, implica perceber quando e como o aluno deve ativar determinado conhecimento para realizar determinada tarefa. Este conhecimento implica flexibilidade cognitiva e transferência de aprendizagens.&nbsp;<br><br></div><div>Em jeito de conclusão, a aprendizagem conceptual permitirá ao aluno contruir uma rede de informação interligada que lhe possibilitará valorizar os novos conteúdos/informações ao relacioná-los com os já existentes. Ao ser capaz de valorizar o que aprende o aluno será capaz de aprofundar o seu estudo. O aluno deverá ser capaz de perceber que a aprendizagem assenta no conhecimento e que qualquer plano de vida que se possa delinear tem que ter por base conceitos. Como já foi referido, se o aluno pretender ser mecânico de automóveis tem que saber o que é um carburador, tem que conhecer os principais conceitos da física, as principais leis matemáticas… Ou seja, tem que ser capaz de conhecer e interligar conceitos que isoladamente parecem “desnecessários”. Tem também que saber como proceder, ou seja utilizar determinada estratégia adequada a determinado contexto. A prática guiada com feedback, o apoio na escolha e aplicação de tarefas bem como o feedback centrado no desempenho serão capazes de auxiliar o aluno a incorporar as competências aprendidas pelo treino. &nbsp;<br><br>Sandra Soares Costa<br>E1T13195</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-24 16:05:20 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 3 tarefa opção B</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sandra_soares_costa/SandraSoaresCostaE1T13195/wish/134356576</link>
         <description><![CDATA[<div>A resposta à pergunta <em>“Um tutor pode motivar um tutorando a melhorar o seu envolvimento na aprendizagem?”</em> é, obviamente, positiva.</div><div><br></div><div>Tendo como princípio que a motivação do aluno pode ser inferida através do seu envolvimento escolar. A melhoria do envolvimento escolar do aluno será diretamente proporcional ao seu nível de motivação.</div><div><br></div><div>Assim, compreendendo os fatores que envolvem a motivação do aluno, será mais fácil para o professor-tutor orientar a sua ação.</div><div><br></div><div>Segundo a Teoria da Autodeterminação (Deci e Ryan) podemos distinguir dois tipos de motivação: a motivação intrínseca e a motivação extrínseca. Na motivação intrínseca, o aluno realiza as tarefas pelo prazer que obtém na realização da mesma, na motivação extrínseca, o aluno realiza a tarefa tendo em vista um ganho não ligado diretamente à própria tarefa em si.&nbsp;</div><div><br></div><div>O envolvimento do aluno, que como já referi, serve de guia para perceber o seu nível de motivação, poder ser organizado em três dimensões: Comportamental, Cognitiva e Emocional. Perceber estas dimensões pode auxiliar o tutor a direcionar mais intencionalmente a sua prática.</div><div><br></div><div>Sabendo que a motivação extrínseca do aluno pode ser influenciada por eventos externos, é importante que o tutor os entenda e explore. Assim os dois aspetos funcionais a ter em conta são a informação e o controlo (Reeve, 2012). No que concerne à informação, a atribuição de feedback assume grande relevo. Contudo, é importante referir que nem todo o feedback fornecido ao aluno tem efeito positivo na sua motivação. Para que se obtenha uma melhoria da motivação intrínseca do aluno é desejável fornecer um feedback que valorize as aquisições e o desempenho positivo. O que não significa que não se deva salientar também os aspetos que poderão ser melhorados de uma forma clara.</div><div><br></div><div>Assim, e respondendo mais assertivamente à questão inicial, os estilos motivacionais do professor-tutor influem diretamente na motivação do aluno influenciando deste modo o envolvimento do aluno na aprendizagem. Estes estilos motivacionais que podem oscilar entre suporte da autonomia e controlo da autonomia. Sendo que o controlo da autonomia influencia negativamente o resultado dos alunos.&nbsp;</div><div><br></div><div>Cabe ao tutor refletir sobre o seu estilo motivacional e tentar alterá-lo em prol do envolvimento dos alunos. Nas apostilas de apoio à presente formação, são apresentadas algumas propostas indicadas por Reeve (2009), sendo que a primeira passa pela tomada de consciência dos fatores que conduzem a um estilo mais controlador por parte do tutor. A perceção sobre a importância de apoiar a autonomia do aluno (suporte da autonomia) também assume particular relevância, pois, segundo investigações, ao adotar o estilo de suporte da autonomia promove-se a motivação intrínseca e o envolvimento escolar. Mas o reconhecimento da necessidade de assumir um estilo motivacional de suporte da autonomia deve conduzir à aprendizagem de como o efetivar, ou seja, o professor-tutor deve aprender a apoiar a autonomia. A última proposta apresentada aponta para impulsionar os recursos motivacionais internos, através de tarefas relacionadas com os interesses ou preferências dos tutorandos.&nbsp;</div><div><br></div><div>Em jeito de conclusão resta referir que, o suporte da autonomia e a estrutura (com regras e apoio estabelecidos) reportadas pelo professor não se relacionam diretamente com a perceção dos alunos. Segundo Skinner &amp; Belmont, é no relacionamento entre professor-tutor e tutorando (empatia, afeto…) que se baseia as alterações das perceções dos alunos. essenciais para a modificação de comportamentos.</div><div><br></div><div>&nbsp;</div><div><br></div><div>E1T13195</div><div><br></div><div>Sandra Soares Costa</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-31 21:22:44 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa Módulo 4_opção A</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sandra_soares_costa/SandraSoaresCostaE1T13195/wish/135963464</link>
         <description><![CDATA[<div>Escolha da peça a dramatizar. (Pedro das Malasartes de Luísa Ducla Soares)<br><strong>Fase</strong> | <strong>Descrição</strong><br><strong><em>Planificação |</em></strong> Quem representa que papel?Quem escolhe roupas e adereços?Quem define, constrói e monta cenários?Quando vai ser a apresentação?Em que local?Quem vai assistir?Quantos ensaios serão necessários?<br><strong><em>Execução</em></strong> | Apresentação da peça de teatro com todas as personagens e cenários<br><strong><em>Avaliação </em></strong>| Como correu?Que público assistiu? Qual a reação?Como estavam os cenários, adereços…?Como foi o papel dos atores?</div><div>Sandra Soares Costa<br>E1T13195</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-07 23:04:04 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 5</title>
         <author>sandra_soares_costa</author>
         <link>https://padlet.com/sandra_soares_costa/SandraSoaresCostaE1T13195/wish/137913209</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa Opção B</strong></div><div>A autorregulação da aprendizagem permite ao aluno controlar pensamentos, comportamentos e emoções orientadas para objectivos pré-estabelecidos. (e.g. Zimmerman, 2000, 2002).</div><div><br></div><div>Assim a autorregulação é um processo intencional e pessoal. Ao realizar os resumos pelo filho, este pai impede-o de percorrer o seu próprio caminho na aplicação desta estratégia (resumo).</div><div><br></div><div>Neste momento podemos colocar uma questão:</div><div><br></div><div><strong>“Como auxiliar este pai a ajudar o seu filho?”</strong></div><div><br></div><div>Torna-se evidente que o pai tenta estar presente na educação do seu filho: envolve-se na construção dos resumos, pensa que “lhe faz a papinha toda”. Não seria então pertinente “ensinar” o pai a orientar o seu filho? Certamente a estratégia que o pai está a utilizar de momento comprovadamente não resulta e só contribuirá para o aumento de frustração quer do filho quer do pai.</div><div><br></div><div>Este pai poderá assumir aqui um papel paralelo ao do tutor.</div><div><br></div><div>Com um pai que tenta envolver-se na aprendizagem do seu filho metade do trabalho da escola estará feito. Será “apenas” necessário mostrar ao pai o caminho mais eficaz a seguir, talvez com acções de formação parental em que se disponibilizem/explicitem as fases do processo autorregulatório e a orientação para que os pais possam assumir neste âmbito.</div><div><br></div><div>Em vez de “fazer o caminho pelo filho” este pai seria capaz de intervir apresentando as estratégias de aprendizagem, clarificando a sua natureza através de instrução direta (conhecimento declarativo), o seu modo de utilização (conhecimento condicional) para alcançar o objectivo proposto.</div><div><br></div><div>No caso da estratégia (resumo) apresentada o pai poderia seguir os seguintes passos:</div><div><br></div><div>1º conhecimento declarativo – apresentar o resumo como uma das estratégias a utilizar para conhecer;</div><div><br></div><div>2º conhecimento procedimental – mostrar como se faz um resumo;</div><div><br></div><div>3º conhecimento condicional – apresentar outras situações em que o resumo poderá ser uma estratégia útil.</div><div><br></div><div>A apropriação e utilização da estratégia de aprendizagem deve ser progressiva, ou seja, num primeiro estádio de desenvolvimento passa pela observação. Após a observação o aluno deverá experimentar a estratégia pela imitação. Esta imitação deve ser guiada repleta de “dicas” e orientações. Estas orientações devem ir diminuindo de frequência, devendo o aluno efectuar a prática guiada com feedback, com maior controlo sobre o seu processo de aprendizagem.</div><div><br></div><div>Num último estádio de desenvolvimento da autorregulação da aprendizagem, o aluno deverá ser capaz de utilizar autonomamente a estratégia mediante o contexto, a situação e as suas próprias características pessoais.</div><div><br></div><div>Sandra Soares Costa</div><div><br></div><div>E1T13195</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-15 21:00:31 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo_6 opção B</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sandra_soares_costa/SandraSoaresCostaE1T13195/wish/139231717</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>           Na minha opinião o vídeo disponibilizado foca as três dimensões do envolvimento escolar: cognitiva, comportamental e emocional (Fredricks, Blumenfeld &amp; Paris, 2004). </div><div><br></div><div>Concretizando e exemplificando o meu ponto de vista, o pequeno Diego quando confrontado com a tarefa extra-aula, utiliza a estratégia de autorregulação da aprendizagem da pesquisa. Questiona os resultados obtidos com a mesma, procurando redefinir a estratégia a utilizar. Esta disponibilidade para investir esforço na tarefa traduz a <strong>dimensão cognitiva</strong> do envolvimento escolar (Boekaerts, Pintrich &amp; Zneider, 2000). </div><div><br></div><div>            A própria natureza da tarefa ilustrada no vídeo (Trabalho Para Casa), remete para a <strong>dimensão comportamental</strong> do envolvimento escolar. Torna-se importante referir que o aluno nunca colocou a hipótese de não realizar esta tarefa que, aparentemente, seria impossível para si (e.g. Fredricks, Blumenfeld &amp; Paris, 2004). </div><div><br></div><div>            Em três momentos diferentes do vídeo são revelados aspetos da cumplicidade entre o Diego e colegas da turma e também com a docente de Educação Especial. Esta cumplicidade passa pela ajuda que os colegas tentaram oferecer mas também por algo tão simples como a vontade e capacidade do aluno em continuar a leitura coletiva de um texto (também um reflexo da dimensão comportamental do envolvimento escolar). Não restando dúvidas que o Diego pertence àquele grupo de crianças, àquela turma. É um exemplo inquestionável da <strong>dimensão emocional</strong> do envolvimento escolar (Zimmerman, 2002).</div><div><br></div><div>            Este é um vídeo que estimula a reflexão acerca do envolvimento escolar não só do prisma da própria tutoria mas também do da inclusão de crianças com necessidades educativas especiais.</div><div><br></div><div>Sandra Soares Costa</div><div><br></div><div>E1T13195</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-21 22:57:00 UTC</pubDate>
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