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      <title>Laboratório de Docência  by Lucila Cescon</title>
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      <description>Documentos de Identidade - Silva, Tomas Tadeu</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-07-01 20:01:03 UTC</pubDate>
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         <title>O que é ? Que noção temos sobre teoria e currículo?</title>
         <author>cesconlucila1</author>
         <link>https://padlet.com/cesconlucila1/lxxqjm0219a5wp0k/wish/647360396</link>
         <description><![CDATA[<div> De maneira geral, está implícita na noção de teoria, que há uma correspondência entre teoria e realidade, ou seja: A teoria representa, reflete, espelha a realidade. A teoria supõe que exista algo chamado currículo para ser descoberto e explicado. Dentro da perspectiva pós estruturalista, um discurso sobre currículo, aquilo que em outra concepção seria uma <br>teoria, não se restringe em representar uma coisa que seria o currículo, mas descreve-lo como realmente é. <br><strong> </strong>O Currículo aparece pela primeira vez nos EUA , nos anos 20, devido ao processo de industrialização e dos movimentos migratórios que intensificavam a massificação da escolarização. <br>      Para Bobbitt, o currículo é visto como "<em>um processo de racionalização de resultados educacionais, cuidadoso e rigorosamente especificado e medido" </em>( The Curriculum, 1918). Bobbitt se limitou a descrever o currículo. Ele criou uma noção particular de currículo e que passou efetivamente a ser uma realidade para grande número de escolas, professores, estudantes e administradores educacionais. <br>       A questão central que serve de pano de fundo para qualquer teoria de currículo é de saber qual conhecimento deve ser ensinado, ou seja: o que?  Essa pergunta nos revela então que o currículo é o resultado de uma seleção de conhecimentos.  Assim, sendo decidido quais conhecimentos são selecionados, justificam  por que "estes conhecimentos" e não "aqueles ".<br>      No fundo das teorias do currículo,  está uma questão de identidade ou de subjetividade. A palavra currículo vem do latim, curriculum, pista de corrida, assim podemos dizer que no curso dessa corrida, acabamos de tornar o que somos.  <br>Dentro da perspectiva estruturalista, o currículo é também uma questão de poder, e é nessa questão de poder que separa as teorias tradicionais das teorias críticas e pós críticas do currículo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-04 13:22:45 UTC</pubDate>
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         <title>Das teorias Tradicionais às teorias críticas </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-07-04 17:47:57 UTC</pubDate>
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         <title>O Currículo como Política Cultural</title>
         <author>99333839r</author>
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         <description><![CDATA[<div>As teorias tradicionais sobre currículo, assim como o próprio currículo, contribui para a reprodução das desigualdades e das injustiças sociais. Como vimos o desenvolvimento das teorias críticas sobre currículo, esteve ligado em contraposição ao empiricismo e ao pragmatismo vulgar das perspectivas tradicionais.<br>Estes estudos sobre currículo iniciaram-se nos Estados Unidos, onde se desenvolveu suas tendências iniciais. Onde se destaca sem dúvida, a figura de Henry Giroux, que contribuiu de forma decisiva para traçar os contornos de uma teorização crítica que iria, depois, florescer de modo inesperado. Giroux é igualmente crítico, entretanto, daquelas vertentes da crítica educacional que se inspiravam mais na fenomenologia e nos modelos interpretativos de teorização social. É no conceito de resistência, que Giroux vai buscar as bases para desenvolver uma teorização crítica, onde o currículo como política cultural, de Henry Giroux, está falando numa " pedagogia da possibilidade".(pág.53). Um conceito que vai se tornar central as teorizações de sua fase intermediária. Há uma influência de Paulo Freire na obra de Henry Giroux. Freire faz uma Crítica "educação bancária". (pág.55), está implicita na análise de Freire, uma crítica à escola tradicional, mas a sua preocupação esta voltada para o desenvolvimento da educação de adultos em países subordinados na ordem  mundial. No contexto da Sociologia crítica da educação, mostra um currículo  que reflete mais as tradições culturais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-05 01:22:13 UTC</pubDate>
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         <title>Das Teorias Tradicionais  as Teorias Críticas</title>
         <author>marivariza</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sendo o currículo uma identidade que clareia e norteia o ensino aprendizado de qualidade, mas ao longo dos anos passou por muitas transformações e adaptação, e além do mais muitos estudos feito por estudiosos, para se chegar ao que se designa currículo. Muitas experiências e contribuições para os estudos moldado. Entre diferentes filosofias educacionais, épocas e pedagogias o estudo do currículo foi tema principal.</div><div>Uma das preocupações era o que ensinar, que habilidades básicas: ler, contar...e nas disciplinas acadêmicas o que era mais importante ficar sabendo, ou seja o que era mais necessário para  a ocupação profissional adulta. Para as crianças e jovens, quais objetivos eram mais importantes para inserir esses na sociedade, ou seja, prepara-lo e transformar em pessoas preparadas para enfrentar qualquer situação. O sistema de educação deveria ser tão eficiente quanto uma empresa isso segundo  Bobbitt.</div><div>A principal característica era a preocupação de preparar as crianças, jovens e adultos para a sociedade, por isso tinham uma preocupação com o currículo, em ser bem estruturado e estudado, para poder der um resultado positivo, ou seja, ter a base de como se trabalhar com cada faixa etária e o que eles precisavam aprender.</div><div>O papel do professor era de mediar e transmitir o ensino aprendizagem para o aluno, para que assim o mesmo tivesse esse retorno para melhor se desenvolver na sociedade. Mas tudo isso a questão principal era o currículo, a maneira de como era debatido e ensinado.</div><div>O aluno como centro principal da discussão do currículo, onde é o mais a lidar com as transformações que o mesmo trás, pois é o aluno que através do ensino que vai repassar e transmitir a sociedade o que o currículo com seus estudos e estudioso a longos de anos debatem e estudam a melhor percepção a ser elaborado para melhor qualificar crianças, jovens e adultos para o meio que estão inseridos.</div><div>Apesar de ir das teorias tradicionais a teorias criticas a escola, como centro de receber o aluno seu papel fundamental é de que ele saia da li com o ensinamento fundamental, ou seja, que realmente o currículo valida sua principal teoria, que o ser humano sai com uma percepção de mundo visionaria, ou seja que realmente aprendeu o que os moldes teóricos queriam proporcionar. Para que a sociedade tivesse uma contribuição dessas pessoas já instruídas e com resultado da teoria ter funcionado.</div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-06 11:19:34 UTC</pubDate>
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         <title>Aluno na visão tradicional</title>
         <author>cesconlucila1</author>
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         <description><![CDATA[<div>O aluno como mero receptor de conteúdos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-07 21:22:30 UTC</pubDate>
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         <title>Teoria Crítica</title>
         <author>cesconlucila1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Perspectiva libertadora e conceitualmente crítica em favorecimento das massas populares. As práticas curriculares, nesse sentido, eram vistas como um espaço de defesa das lutas no campo cultural e social.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-07 21:39:34 UTC</pubDate>
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         <title>Diversidade Cultural no Currículo</title>
         <author>laisgaleti_novo</author>
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         <description><![CDATA[<div>A diversidade cultural, é tratada com uma poderosa ferramenta de homogeneização, caracterizadas pelos ambíguos dos processos culturais Pós – Modernos, tendo em vista que não há como separar questões culturais de questões de poder. É aí que devemos analisar as possíveis conexões  currículo e o multiculturismo. <br><br></div><div>O multiculturismo se trata de um movimento legítimo de reivindicação dos grupos culturais para que se tornem culturas reconhecidas e também representadas na cultura de determinado país/ localidade. As relações entre o multiculturismo e o poder, acabaram por obrigar as diferentes culturas raciais, étnicas e nacionais a viverem em um mesmo espaço, respeitando suas diferenças. <br><br></div><div>Quanto as implicações curriculares, o multiculturismo iniciou exatamente como uma questão educacional ou então propriamente dita, curricular. Existiam grupos subordinados  -  mulheres, negros, homossexuais – foram fortemente criticados com o que consideravam como “Cânun” literário, estético e científico do currículo. A perspectiva desse grupo, o currículo universitário deveria mostrar que seria uma representação das diversas culturas subordinadas. <br><br></div><div> A teoria crítica entre a educação e o currículo iniciou através da análise da dinâmica no processo cultural da desigualdade e das relações hierárquicas na sociedade capitalista. Na visão do currículo, o conceito de gênero é semelhante à questão das classes sociais, as perspectivas foram altamente questionadas por ignorarem outras dimensões das desigualdades sem ser aquelas ligadas à classe social.<br><br></div><div>Nessa análise, considera – se que o acesso diferencial pelas mulheres quanto a educação, deve – se a certas crenças e atitudes estranhas nas pessoas e instituições. As mulheres eram consideradas com currículos inferiores. Os currículos institucionais levavam em conta o clichê dos gêneros da sociedade mais ampla, se eram impactantes dentro das instituições educacionais. <br><br></div><div>A teoria crítica sobre o currículo, concentrou – se inicialmente na dinâmica das classes, conhecidas como teoria da reprodução. Acabou ficando evidente as relações de desigualdade e de poder na educação não deveriam e não poderiam ficar de certa forma restritas à classes social. Em análise política e sociológica, deveriam ser levados em conta desigualdades educacionais centradas nas relações de gênero, raças e etnias. Essas diferenças deveriam ser somadas e não tratadas de forma diferente. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-08 21:13:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cesconlucila1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sobre a diversidade cultural gostaria de deixar esse vídeo que pode esclarecer melhor o tema.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-08 21:51:43 UTC</pubDate>
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         <title>A Crítica pós-estruturalista do currículo.</title>
         <author>ricardoalmeidaministro</author>
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         <description><![CDATA[<div>O pós-estruturalismo, foi provavelmente inventado na Universidade estadunidense, trata-se de uma categoria bastante ambígua e indefinida, o pós-estruturalismo limita-se a teorizar sobre a linguagem, o pós-modernismo abrange um campo bem extenso de preocupação. Thomas Popkewitz se dedicou alguns anos ao desenvolvimento de uma análise do currículo fundamentado na teorização de Miguel Foucault. (pág.123). Os estudos culturais se constituem em um campo de grandes questionamentos da compreensão de cultura de obras literárias.<br>Silva fala que estes estudos, como o pós-modernismo e o pós-estruturalismo não influenciaram o processo de elaboração currícular, mas apresentam conceitos relevantes á visão critica do currículo. Uma das consequências da "virada culturalista" na teorização currícular consistiu na diminuição das fronteiras entre, de um lado, o conhecimento acadêmico e escolar e, de outro, o conhecimento cotidiano e o reconhecimento da cultura de massa, (pág.139).<br>Características Teóricas Tradicionais Formal.<br>Currículo Tradicional seu representante: John Frankllin Bobbitt.<br>a. A escola tem que funcionar através do ensino, aprendizagem, avaliação, metodologia,organização.<br>b. Trazer princípios científicos para a escola.<br>c. Descontextualização do currículo.<br>Teorías Críticas.<br>a. A escola assume o papel de promover as mudanças e transformações como: ideologia, reprodução cultural e social, poder, emancipação e libertação, currículo oculto.<br>Teoria pós-críticas.<br>a. Identidade.<br>b.Alteridade, diferença, subjetividade.<br>c.Etnia, raça.<br>O papel do professor tem a formação especifica e experiência para dizer quais os rumos que um currículo oficial tem para seguir.<br>O papel do aluno, aprender a desenvolver conceitos que permita compreender o currículo que vai seguir.<br>Tomas Tadeu da Silva. Currículo é saber, poder, identidade e saber o que será ensinado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-09 03:53:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cesconlucila1</author>
         <link>https://padlet.com/cesconlucila1/lxxqjm0219a5wp0k/wish/651277728</link>
         <description><![CDATA[<div>Depois de compreender as teorias do currículo, desde os primórdios e as transformações que a educação passou ao longo dos anos, podemos ver que o currículo não significa apenas um conjunto de saberes escolares rigorosamente planejados. Podemos entender que currículo são, sim, os saberes escolares mas muito mais do que isso, o currículo é tudo que permeia o processo de formação do indivíduo e o ensino aprendizagem. A cultura, as ideologias, a metodologia, o planejamento, a avaliação, a libertação... enfim, juntando as peças, o currículo, ou seja, a pista de corrida, é aquilo que vivemos e aprendemos e no fim dessa corrida, é o que nós somos, a nossa identidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-09 19:53:09 UTC</pubDate>
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