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      <title>5ºG - Portugal nos séculos XIII e XIV by </title>
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      <description>Vocabulário</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-04-24 14:23:26 UTC</pubDate>
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         <title>38 - Arte gótica </title>
         <author>olgaleite</author>
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         <description><![CDATA[<div>A partir do século XII a arte gótica veio substituir a arte românica na construção dos mosteiros das ordens religiosas. As igrejas tornaram-se construções esguias e elevadas as paredes eram menos espessas e com grandes janelas para deixar entrar luz e rosáceas preenchidos com vitrais coloridos e com imagens. Na parte exterior dos edifícios foram feitos meios arcos para suportar o peso das paredes chamados de arcobotantes. <br><br>Gonçalo Machado.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-24 14:24:09 UTC</pubDate>
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         <title>37 - Arte românica  </title>
         <author>olgaleite</author>
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         <description><![CDATA[<div><mark>( Trabalho aceite)</mark><br>Entre os finais do século X e o século XIII, desenvolveu-se o primeiro grande estilo medieval europeu - o românico. A arte românica em Portugal surgiu durante o período da Reconquista Cristã, entre os séculos XI e XII. A construção de edifícios militares e religiosos apoiava o processo de Reconquista. Serviam de refúgio às populações em situações de ataque inimigo. A planta em cruz latina, as paredes grossas e com poucas aberturas e os arcos de volta perfeita são as principais características das igrejas românicas. A escultura e a pintura representam cenas religiosas, que serviam como "livros de imagens" para as populações analfabetas. <br><br>Joana Moreira </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-24 14:24:21 UTC</pubDate>
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         <title>36 - D. Dinis </title>
         <author>olgaleite</author>
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         <description><![CDATA[<div><mark>( Trabalho aceite. No entanto, deves ter em atenção , quando entregas um trabalho este deve estar todo a uma só cor)</mark><br>D.Dinis foi o sexto rei de Portugal .<br>Nasceu a 9 de ou<mark>t</mark>ubro de 1261, em Lisboa , filho de D.<mark>A</mark>fonso III e de D.B<mark>e</mark>atriz de Castela, pouco se sabe da sua infância.  Como herdeiro da coroa, Dinis desde cedo foi envolvido nos aspectos de governação pelo seu pai, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Afonso_III_de_Portugal">Afonso III</a>.<br>Implementou grandes reformas judiciais, instituiu a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_Portuguesa">língua portuguesa</a> como <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_oficial">língua oficial</a> da corte, criou a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_de_Coimbra">primeira Universidade portuguesa</a>, libertou as <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ordens_Militares">Ordens Militares</a> no território nacional de influências estrangeiras e prosseguiu um sistemático acréscimo do centralismo régio.<br>A sua política centralizadora foi articulada com importantes ações de fomento económico — como a criação de inúmeros concelhos e feiras. D. Dinis ordenou a exploração de minas de cobre, prata, estanho e ferro e organizou a exportação da produção excedente para outros países europeus. Em 1308 assinou o primeiro acordo comercial português com a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Inglaterra">Inglaterra</a>.<br>Em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1312">1312</a> fundou a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Marinha_Portuguesa">marinha Portuguesa</a>, nomeando 1º <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Almirante_de_Portugal">Almirante de Portugal</a>, o genovês <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Pessanha">Manuel Pessanha</a>, e ordenando a construção de várias docas.<br>Teve uma importante política de fomento da agricultura, daí ter sido chamado <em>o Lavrador</em>.<br><br></div><div> <br>     Mafalda Sousa 5G</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-24 14:24:50 UTC</pubDate>
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         <title>34 - Corte (Leandro 2 PADLET)</title>
         <author>olgaleite</author>
         <link>https://padlet.com/olgaleite/lxfhpa50fjujhqqj/wish/528485349</link>
         <description><![CDATA[<div>A corte era um conjunto de pessoas que acompanhavam rei, constituída pela família, conselheiros e funcionários mais importantes.<br>O serão na corte do rei  é itenerante dificultando a criação de centros de cultura e arte. O grupo social que frequentava o corte do rei era a família real os conselheiros e os nobres. A corte do rei era animada por trovadores (membros da nobreza) e jograis (homens do povo) que declamavam e cantavam cantigas de amigo e cantigas de amor. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-24 14:25:01 UTC</pubDate>
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         <title>33 - Pelourinho Leandro 3 </title>
         <author>olgaleite</author>
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         <description><![CDATA[<div><mark>Trabalho aceite</mark><br>O Pelourinho é um monumento medieval, construído num lugar público e central de um concelho. Era um símbolo de liberdade ( autonomia) e da justiça. Era no Pelourinho que os criminosos eram expostos e punidos dos seus castigos. Quem estabelecia as penas eram os juízes. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-24 14:25:12 UTC</pubDate>
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         <title>32 - Vizinhos </title>
         <author>olgaleite</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-04-24 14:25:22 UTC</pubDate>
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         <title>29 - Monge copista </title>
         <author>olgaleite</author>
         <link>https://padlet.com/olgaleite/lxfhpa50fjujhqqj/wish/528489179</link>
         <description><![CDATA[<div>(Trabalho ace<mark>ite)</mark><br>O monge copista, tinha como função copiar livros à mão na biblioteca ou scriptorium. Um monge copista copiava cartas antigas e documentos em latim ,decorados com iluminuras e feitos em pergaminho (pele de animais). <br> Os monges copistas copiavam cerca de 5 páginas por dia. <br> Esta atividade permitiu que muitas obras dos tempos dos Gregos e dos Romanos não desaparecessem. <br>Os monges copistas tiveram um papel fundamental ao longo da história, na transmissão de conhecimentos da Antiguidade Clássica.  <br> Afonso Rodrigo </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-24 14:26:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>28 - Botica </title>
         <author>olgaleite</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><mark>( Deves falar apenas relativamente aos séculos XIII e XIV. A imagem mais adequada à época .)</mark><br>  Local no mosteiro onde os monges preparavam infusões e remédios á base de plantas para curar os doentes. Os doentes nesta época eram levados para as enfermarias dos mosteiros, onde eram tratados pelos monges que conheciam somente a medicina popular (infusões de ervas) e pelas convicções religiosas, tendo os monges encontrado na farmácia a forma de dar o seu contributo á arte de curar.<br>    Durante algum tempo "botica" foi o nome que se deu a qualquer armazém ou loja com produtos de necessidade, mas esta palavra acabou por ficar conhecida como farmácia. <br>  Farmácia era onde se vendiam todos os produtos para os malefícios (doenças) do corpo.<br>  Dá-se o nome de boticários aos farmacêuticos.<br>  Ainda hoje existe a palavra "botica" que é onde se vende medicamentos ( farmácia). <br><br>Lisandro Nogueira Santos <br>5G nº 28<br>                                                                                                                            <br><br>  </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-24 14:26:38 UTC</pubDate>
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         <title>26 - Mosteiro </title>
         <author>olgaleite</author>
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         <description><![CDATA[<div><mark>( Trabalho aceite)</mark><br>O mosteiro era o elemento principal do couto e era constituído por várias áreas ou espaços à volta de um claustro:a igreja,o dormitório,a cozinha,a biblioteca ,a albergaria e a enfermaria.<br>Os mosteiros foram fundamentais para as populações e surgiram no século XIII.<br>O mosteiro era um local de habitação  onde os monges e as freiras tinham regras muito exigentes, pois tinham de levantar-se muito cedo, durante o dia reuniam-se para fazer orações, cânticos religiosos, leitura da Bíblia e de outros livros religiosos. <br>Desenvolviam ainda tarefas de assistência  a doentes e peregrinos, pois eram os primeiros locais a acolhe-los através das suas boticas.<br>Sendo estes membros do clero os poucos que sabiam ler e escrever, acabaram por criar escolas para ensinar os filhos dos nobres. Os monges copistas faziam ainda a cópia de livros na biblioteca, e por essa razão muitas obras dos tempos dos Gregos e dos Romanos não desapareceram.            <br>Tiago Magalhães</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-24 14:26:57 UTC</pubDate>
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         <title>25 - Couto </title>
         <author>olgaleite</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-04-24 14:27:07 UTC</pubDate>
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         <title>24 - Mansos ou casais</title>
         <author>olgaleite</author>
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         <description><![CDATA[<div><mark>Trabalho aceite</mark><br> As terras do senhorio estavam divididas em duas partes: a reserva, explorada directamente pelo senhor e onde trabalhavam os servos e criados; e os mansos, parcelas arrendadas a camponeses livres.<br>Era nos manso ou casais que se desenrolavam todas as atividades, ligadas à terra, que davam o sustento ao senhor. <br><br>Rafael Teixeira<br>5.G<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-24 14:27:23 UTC</pubDate>
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         <title>23 - Horas </title>
         <author>olgaleite</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-04-24 14:27:54 UTC</pubDate>
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         <title>22 - Justa</title>
         <author>olgaleite</author>
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         <description><![CDATA[<div>(<mark> Quero mais  informação e, anexo!)</mark><br>Combates idênticos aos torneios mas apenas com dois cavaleiros rivais.<br>Rúben</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-24 14:28:00 UTC</pubDate>
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         <title>21 - Torneio </title>
         <author>olgaleite</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-04-24 14:28:07 UTC</pubDate>
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         <title>20 - Senhorio </title>
         <author>olgaleite</author>
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         <description><![CDATA[<div>Até ao Séc. XII, os Reis doavam extensas área de terras do reino aos senhores da nobreza e ao clero como recompensa pela ajuda prestada na reconquista cristã e para promover o seu povoamento, exploração e defesa.<br>Essas terras chamavam-se senhorios ou domínios senhoriais e podiam designar-se por honras caso pertencessem à nobreza ou por coutos caso pertencessem ao clero.<br>As honras eram normalmente constituídas pela reserva que era a área do castelo e era explorada pelo seu senhor através de servos e camponeses. Existiam ainda os mansos ou casais que eram pequenas parcelas de terreno agrícola arrendadas a famílias de camponeses.<br>De forma a explorar a economia eram construídos moinhos para fazer a farinha, fornos para cozer o pão, lagares para fazer o vinho e o azeite e eram plantadas florestas para fornecer caça e lenha.<br>Os coutos eram constituídos pelo mosteiro, que era o seu elemento principal, e por terras ao seu redor que eram trabalhadas por camponeses que depois pagavam as suas rendas e impostos ao mosteiro.<br><br>Miguel Teixeira</div>]]></description>
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         <title>19 - Burguesia </title>
         <author>olgaleite</author>
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         <description><![CDATA[<div><mark>( O conceito deveria ser trabalhado inserido no espaço temporal em estudo- sécs. XIII e XIV- o nascimento deste novo grupo social)</mark><br>  Burgueses, por extensão, eram os habitantes dos burgos, em oposição aos habitantes do campo. Na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Idade_M%C3%A9dia">Idade Média</a> o conceito se limitou a uma específica <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Classe_social">classe social</a> formada nos burgos, conhecida como a burguesia propriamente dita, que detinha o direito de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cidadania">cidadania</a>, o qual acarretava vários privilégios sociais, políticos e econômicos. Com o passar do tempo esta classe <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Feudalismo">nobreza feudal</a>  tomou o poder nas cidades, excluiu a de todas as funções públicas e ainda mais tarde, em muitas das cidades mais importantes e ricas, seu estrato superior passou a ser considerado nobre em seu próprio direito.</div><div><br><strong>MARIA JOÃO</strong> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-24 14:28:33 UTC</pubDate>
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         <title>18 - Povo  ( Trabalho aceite)</title>
         <author>olgaleite</author>
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         <description><![CDATA[<div>Mafalda Sousa 5G<br> O  Povo era um grupo social não privilegiado ,o único que trabalhava e pagava rendas e impostos . Trabalhava nas terras dos senhores ( Do clero ou da nobreza ) Dedicava- se à agricultura , pastorícia , pesca , artesanato, comércio( almocreves) e aos serviços domésticos .     <br> Os camponeses viviam em casas ou choupanas de madeira, com uma só divisão que partilhavam com os animais.  Para se protegerem do frio, faziam uma fogueira ou dormiam junto dos animais.<br> O povo não tinha dias de descanso e os momentos de distração eram a ida à missa ou a procissões e romarias. Por vezes, era permitida a sua presença em festas organizadas pelos senhores.     </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-24 14:28:49 UTC</pubDate>
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         <title>16 - Clero </title>
         <author>olgaleite</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-04-24 14:29:22 UTC</pubDate>
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         <title>15 - Grupo social </title>
         <author>olgaleite</author>
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         <description><![CDATA[<div><mark>( Trabalho aceite)</mark><br>Conjunto de pessoas com privilégios e obrigações comuns. Na Idade Média, a distinção social era definida pelo nascimento e pelas funções desempenhadas pelos indivíduos. A mobilidade social era quase inexistente.  Neste sentido, os membros do povo dificilmente conseguiam ascender à condição de nobres ou desempenhar os altos cargos do clero. Neste período, existiam 3 grupos sociais: clero, nobreza e povo. As classes privilegiadas eram o clero e a nobreza. Os membros do clero dedicavam-se, principalmente, ao serviço religioso e espiritual, eram, também, os únicos que sabiam ler e escrever. Era composto pelo clero secular, cujos membros viviam junto das populações, e regular, do qual faziam parte, por exemplo, os monges que viviam nos mosteiros e obedeciam a uma regra. <br>A  nobreza era constituída pelas famílias ilustres do reino. Em tempo de guerra auxiliavam o rei na luta contra os inimigos e, em tempo de paz, treinavam, caçavam e administravam os seus  senhorios.<br>O povo era o grupo mais desfavorecido. Dedicavam-se, sobretudo, à agricultura, à pastorícia e ao artesanato. Tinham uma vida muito difícil, pois trabalhavam muitas horas por dia e pagavam muitos impostos. A burguesia, pertencia ao povo, mas dedicava-se ao comércio e ao artesanato. Porém, mesmo tendo maior destaque e melhores condições económicas, continuava sem privilégios.<br><br>Joana Moreira</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-24 14:29:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>14 - Feiras francas </title>
         <author>olgaleite</author>
         <link>https://padlet.com/olgaleite/lxfhpa50fjujhqqj/wish/528498278</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Trabalho aceite</mark><br>Para atraírem vendedores e compradores, criaram-se as feiras francas ,onde não se pagava impostos.<br>Todos que traziam mercadorias pagavam uma portagem<br><br>Foi a partir do século XIII, nos reinados de D. Afonso III e D. Dinis, que o número de feiras outorgadas e protegidas por estes monarcas se elevou a algumas dezenas no território português, refletindo o desenvolvimento e diversificação das atividades económicas, em particular o comércio, fator de crescimento e evolução das populações.<br>Ivo<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-24 14:29:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>13 - Almocreve </title>
         <author>olgaleite</author>
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         <description><![CDATA[<div><mark>( Trabalho aceite)</mark><br>Os Almocreves eram pessoas que montavam animais de carga, transportando mercadorias de uma terra para outra em Portugal desde a idade Média até meados do século XX.<br>Em épocas de meios de comunicação limitadas os almocreves eram essenciais como agentes de comunicação intercomunitária estabelecendo com certa regularidade as relações entre povoadas; pela comunicação de<br>cada um com o resto do país , tornando o almocreve numa<br>personagem essencial à vida das comunidades rurais. <br>Pela sua importância, tinham alguns privilégios como não terem de pagar alguns impostos.<br>As rotas de abastecimento de maior destaque nos almocreves foram as que levavam peixe do litoral para o interior, e no regresso, cereais do campo no sentido inverso.<br><br><strong>Guilherme</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-24 14:30:11 UTC</pubDate>
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         <title>11 - Comércio interno: definição e produtos</title>
         <author>olgaleite</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-04-24 14:31:26 UTC</pubDate>
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         <title>10 - Artesanato </title>
         <author>olgaleite</author>
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         <description><![CDATA[<div><mark>Págs 128 e 129 do manual</mark><br><mark>( Não está adequado à época)</mark> Artesanato é o próprio trabalho manual , utilizando-se de matéria prima natural, ou produção de um artesão.<br> Mas com a mecanização da indústria o artesão é identificado como aquele que produz objetos pertencentes a chamada <strong>cultura popular</strong>.<br><br>Gabriel Paiva 5ºG</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-24 14:33:01 UTC</pubDate>
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         <title>9 - Fiação </title>
         <author>olgaleite</author>
         <link>https://padlet.com/olgaleite/lxfhpa50fjujhqqj/wish/528507823</link>
         <description><![CDATA[<div><br><mark>(Trabalho aceite)<br></mark>A fiação era uma tarefa feminina por excelência e assim terá permanecido até aos finais do século XIX.<em> </em>Fiar e tecer faziam parte das diversas atividades domésticas que as mulheres aprendiam desde muito cedo a desempenhar.  </div><div>A fiação era um trabalho relativamente fácil e perfeitamente conjugado com outras atividades. Ao contrário, por exemplo, da tecelagem, não necessitava de muito conhecimento técnico, nem grandes investimentos em ferramentas. O fuso e a roca eram instrumentos acessíveis e permitiam uma mobilidade que o trabalho no tear não permitia. Ao deslocar o fuso e a roca consigo, a mulher poderia facilmente fiar em qualquer lugar, na gama de tarefas domésticas e das fainas agrícolas. <br><br></div><div>(Produzido essencialmente num sistema doméstico e rural, o fio servia para consumo próprio do agregado familiar e/ou da unidade produtiva doméstica, para pagar as rendas e também para vender, quando havia excedentes. Embora as fontes dos séculos XIV não forneçam informações suficientes sobre este assunto, é também possível que, tal como noutras regiões, as fiandeiras nem sempre possuíam a matéria-prima que transformavam, atuando sob o controle de mercadores, no âmbito de um verlagssystem. Não tendo acesso direto ao mercado, as mulheres e as famílias que produziam fios, viram assim a sua função limitada dentro do ciclo produtivo. Há apenas uma exceção que foi encontrada, foi uma fiandeira de seda, judia, da cidade de Chaves, que, em 1442, recebeu do rei o privilégio de poder fazer contratos de compra e venda a pronto e a prazo, nas mesmas condições dos cristãos. Neste caso, o produtor de fio tinha autonomia para comercializar o seu produto e para interagir diretamente com os agentes das outras fases produtivas. )</div><div>A própria Eva (Adão e Eva) está associada a esta atividade (“Quando Adão cavava e Eva fiava, onde estava o fidalgo?”<em>).<br><br>Francisca Nogueira </em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-24 14:33:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>8 - Carpintaria </title>
         <author>olgaleite</author>
         <link>https://padlet.com/olgaleite/lxfhpa50fjujhqqj/wish/528509214</link>
         <description><![CDATA[<div>Nos séculos XIII e XIV,  nas cidades  começaram   a surgir artesãos especializados, que se dedicavam à produção de objectos específicos e muito úteis para  o  dia a dia da população.<br>É  o caso dos carpinteiros, que trabalhavam nas  carpintarias e dedicavam-se à produção de objectos fabricados com madeira.<br>É o caso do mobiliário das habitações, dos instrumentos agrícolas e de vários objectos  usados no dia a dia, que facilitavam o  trabalho das populações. <br>Esses objectos eram feitos de forma artesanal (feitos à mão),  de forma  simples e com objectos rudimentares.<br>Esta produção artesanal serviu para o desenvolvimento de todas  as outras actividades económicas pois facilitou  o trabalho de outras actividades.<br>Por exemplo, na agricultura, com a produção de novos instrumentos, os agricultores conseguiram produzir mais, de uma forma mais simples e barata.<br><br>Francisca Pinho</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-24 14:33:44 UTC</pubDate>
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         <title>7 - Póvoas marinhas </title>
         <author>olgaleite</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-04-24 14:33:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>6 - Pesca marítima </title>
         <author>olgaleite</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-04-24 14:34:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>5 - Pesca fluvial </title>
         <author>olgaleite</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-04-24 14:34:29 UTC</pubDate>
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         <title>4 - Agricultura </title>
         <author>olgaleite</author>
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         <description><![CDATA[<div><mark>( Necessário refazer o trabalho. Estás a falar da agricultura de um modo geral. É preciso que o faças dentro do período em estudo- séculos XIII e XIV. A imagem não tem , NADA, a ver com a agricultura. É preciso que te empenhes mais, Bianca)<br></mark><br>A agricultura é um conjunto de técnicas utilizadas para cultivar plantas com um objetivo de obter alimentos .  <br>Bianca 5G<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-24 14:34:45 UTC</pubDate>
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         <title>3 - Salicultura </title>
         <author>olgaleite</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-04-24 14:35:01 UTC</pubDate>
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         <title>2 - Terrenos baldios</title>
         <author>olgaleite</author>
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         <description><![CDATA[<div><mark>Trabalho aceite</mark><br> A maior parte do território era composto por matagais , florestas e prados naturais, ou seja, terrenos baldios. <br>Nos matagais e florestas ia-se buscar : a lenha, a madeira, os frutos silvestres, o mel, a cera e a cortiça, produtos importantes para o comércio local e fundamentais para o crescimento do comércio externo,pois Portugal exportava mel, cera e cortiça. <br>Estes solos, eram também aproveitados para a criação de gado ( ovelhas, cabras, porcos e vacas)  muito importante para alimentação da população. <br>Nestes locais era, praticada a caça variada.<br>Afonso Rodrigo . </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-24 14:35:17 UTC</pubDate>
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         <title>1 - Atividades económicas </title>
         <author>olgaleite</author>
         <link>https://padlet.com/olgaleite/lxfhpa50fjujhqqj/wish/528514270</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Trabalho aceite<br>Podias ter feito bem melhor!</mark><br><br>As atividades  económicas eram importantes naquele século , a população utilizava a economia para a vida. as atividades eram  a pesca a caça a agricultura e a criação de gado. A pesca , caça e a agricultora serviam para  se alimentarem. A criação de gado servia para a produção do leite , para se alimentarem e a pele dos animais servia para o vestuário . <br><br>Afonso lameira<br>5G</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-24 14:35:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>17- Nobreza</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/olgaleite/lxfhpa50fjujhqqj/wish/565351895</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-05-11 16:14:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>35- Cortes</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/olgaleite/lxfhpa50fjujhqqj/wish/565376687</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-05-11 16:22:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>30- Carta foral (Leandro 4 PADLET)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/olgaleite/lxfhpa50fjujhqqj/wish/566026813</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>TRABALHO ACEITE</mark>)<br>A carta de foral é um documento escrito que criava um con<mark>c</mark>elho-<del>Entendo como carta de foral um documento dado</del> a- comunidade com os seus direitos e deveres para poderem viver com alguma liberdade e autonomia.Neste documento eram mencionados os direitos e deveres dos vizinhos. Quem concedeu a carta de foral foi Afonso lll. (<mark>esta frase não faz sentido)</mark>  Os privilégios dos habitantes eram ter livremente  tendas, fornos de pão e olarias. Tinham como dever pagar impostos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-11 20:43:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Clero</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/olgaleite/lxfhpa50fjujhqqj/wish/569314466</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Trabalho aceite</mark><br><br>O clero era um grupo social privilegiado. Tinha como principal função o apoio religioso e espiritual  da comunidade. <br>Existia o clero regular que vivia em mosteiros, os monges que seguiam uma Regra, e o clero secular que vivia junto das populações. Eram dos poucos elementos  da sociedade que sabiam ler e escrever. Recebiam dos Reis,  extensões de terra ( os Coutos) que exploravam através do arrendamento de parcelas a famílias de camponeses, cobravam impostos e aplicavam a justiça.<br><br>Leandro 5G<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-13 07:20:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>12 - Comércio externo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/olgaleite/lxfhpa50fjujhqqj/wish/570368407</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Trabalho aceite</mark><br>Era feito por via fluvial e marítima. Com o desenvolvimento das cidades e a criação de grandes portos, foram fundamentais para o crescimento do comércio externo. Portugal exportava: vinho, peixe, sal, azeite, frutos secos, cera, mel, cortiça e peles e comprava aos países estrangeiros: armas, tecidos finos, objectos em couro e cereais. Os portos portugueses, sobretudo o de Lisboa foram pontos de paragem obrigatória para os comerciantes que iam do mar mediterrâneo para o Norte da Europa.  <br><br>Gonçalo Machado    </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-13 15:13:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>27-REGRA </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/olgaleite/lxfhpa50fjujhqqj/wish/602453645</link>
         <description><![CDATA[<div>T<mark>rabalho aceite</mark><br>Nos mosteiros viviam comunidades religiosas de monges ou freiras dirigidas por um abade ou abadessa ,cujo o quotidiano era organizado por uma regra ou seja um conjunto de normas a que todos obedeciam . Algumas ordens religiosas tinham regras muito exigentes.<br>O dia a dia dos monges começava muito cedo,reuniam-se para as orações leitura da Bíblia ou outros livros religiosos e cânticos de louvor .<br>Os monges em algumas ordens religiosas e militares trabalhavam nos trabalhos agrícolas . Os mosteiros existiam nas cidades e em comunidades rurais , localizadas no interior de um  senhorio.<br>Miriam Bastos 5 G<br><br></div>]]></description>
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      </item>
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