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      <title>EDCB87 - ADRIELE OLIVEIRA DA SILVA by Adriele Oliveira</title>
      <link>https://padlet.com/adryelleadryanaos/edcb87_educacao_tecnologias_comtemporaneas_adriele</link>
      <description>Padlet criado com para fins de avaliação da disciplina EDCB87 - Educação e Tecnologias Contemporâneas. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-28 21:24:47 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-07-28 17:09:40 UTC</lastBuildDate>
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         <title>TEMA 2 - DESINFORMAÇÃO E DEMOCRATIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO.</title>
         <author>adryelleadryanaos</author>
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         <description><![CDATA[<p><em>Em um período onde é normalizado o sucateamento digital e as fake news, até que ponto podemos confiar na veracidade do conteúdo? E porque esse conteúdo atinge principalmente a população periférica? </em></p><p><br></p><p><em>É de grande valia recuperarmos a lembrança de que por muito tempo o acesso a informação, principalmente informação política, foi restrita a pessoas que tinham poder aquisitivo para acessar a tal, como por exemplo, a compra de um jornal físico, principal meio de comunicação daquela época. Com o passar dos anos e com as evoluções tecnológicas esses conteúdos passaram a alcançar a todos com mais facilidade, no entanto, o mesmo conteúdo têm sido cada vez menos gerido devido a uma crise digital que contribui para que as comunidades carentes acessem um conteúdo duvidoso devido a falta de gestão de veracidade do mesmo. Essa crise gerou um sucateamento das informações, e os compartilhamentos de fake news tem sido cada vez mais normalizadas. </em></p><p><br></p><p><em>Deste modo, é importante, analisarmos de que fonte bebemos essas informações e usar as nossas redes sociais até como meio de reforço e protesto para essa realidade.</em> </p><p><br></p><p><strong>REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:</strong></p><p><br></p><p>RAMONET; SERRANO. Mídia, Poder e Contrapoder: da democratização da informação. Boitempo. São Paulo, 2013. </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-28 21:46:47 UTC</pubDate>
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         <title>1. APRESENTAÇÃO - SOBRE MIM 🍄</title>
         <author>adryelleadryanaos</author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá! Sejam bem-vindos a este padlet que possuí como objetivo a criação e administração de conteúdo para fins de avaliação da disciplina EDCB87. </p><p><br></p><p>Me chamo Adriele Oliveira da Silva, sou estudante do curso de Pedagogia na Universidade Federal da Bahia e estou no 6º semestre. Atualmente, tenho 20 anos e trabalho em uma escola voltada a Educação Infantil. </p><p>Sobre gostos pessoais, sou fã de livros e cultura coreana, principalmente música e meu principal hobbie é cantar e me dedicar a música na comunidade em que moro. </p><p><br></p><p><strong><em>É um prazer conhecê-los e que tenhamos um ótimo semestre! </em></strong></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 22:23:25 UTC</pubDate>
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         <title>Tema 3 - Acesso às tecnologias no Brasil</title>
         <author>adryelleadryanaos</author>
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         <description><![CDATA[<p><em>Na periferia, na beira do rio e dentro das florestas, já se perguntou porque a internet não chega? Ou por que ficamos espantados ao irmos a um local com pouco acesso a tecnologia e encontramos avanços como maquininha de cartão ou PIX? </em></p><p><br></p><p><em>É possível que pensemos que a internet não chega devido a longevidade daquele território e por vezes ficamos espantados em saber que uma localidade tão rural ou periférica possuí alguns avanços que a população que vive na zona urbana já possuí. Os nossos privilégios tecnológicos não conseguem nos fazer pensar fora da caixinha, afinal, com os avanços tecnológicos, a internet já chegou tão longe e nos proporcionou modificar as demais condições sociais e porque ainda não ocupa estes espaços?</em></p><p><br></p><p><em>É importante que lembremos que a Anatel é o órgão responsável por essa distribuição junto as empresas privadas, no entanto, por parte do governo não há políticas públicas que forneçam internet e avanços tecnológicos a todos de forma igualitária, além dos valores inacessíveis que as empresas privadas cobram para acessar algumas realidades com qualidade. A partir dos dados fornecidos nas pesquisas sobre a ausência de acessibilidade, é necessário reconhecermos a população preta e indígena como fundamento do nosso país e nos perguntar o porquê essas ainda não acessam as redes, ou não acessam com qualidade e a partir disso lutarmos por uma igualdade digital que já vem sendo vista mas em nada movida.</em></p><p><br></p><p><strong><em>REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA</em></strong><em>:</em></p><p><br></p><p>NIC.BR. Para além do acesso à internet: como garantir a conectividade significativa. YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/live/kAsv-mXL4iI?si=Njkb9bWFLRjFvjpK</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-06 22:00:15 UTC</pubDate>
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         <title>Tema 4 - Inclusão Digital? Para quem?</title>
         <author>adryelleadryanaos</author>
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         <description><![CDATA[<p>Não é atoa que em uma sociedade altamente avançada tecnologicamente todos estariam conectados, certo? </p><p><br></p><p>Errado.</p><p><br></p><p>Essa discussão tem tomado cada vez mais um viés político, tendo em vista que essa pauta está sendo inclusa nas discussões governamentais afim de implementar políticas compensatórias as populações que não acessam a essas tecnologias, ou seja, que não possuem essa dita "inclusão digital". O que os governos não contam é em como a falta de acesso por vezes é proposital, e em como essa pauta tornou-se importante apenas por causa do capitalismo digital que força todos a estarem conectados e acompanhando o mesmo fluxo mundial. </p><p> </p><p>Não há inclusão digital quando os sistemas tecnológicos não estão de acordo com a realidade do indivíduo. Não há inclusão digital quando a população é forçada a consumir de realidades digitais para sobrevivência como recebimento de auxílios, aposentadorias e demais. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-23 00:39:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>TEMA 5 - SOFTWARE LIVRE </title>
         <author>adryelleadryanaos</author>
         <link>https://padlet.com/adryelleadryanaos/edcb87_educacao_tecnologias_comtemporaneas_adriele/wish/3434677605</link>
         <description><![CDATA[<p>Imagine um mundo onde a tecnologia é construída de forma colaborativa, transparente e com propósito coletivo. Esse é o universo do <strong>software livre,</strong> muito mais do que uma simples categoria de programas, é um movimento que defende a liberdade de usar, estudar, modificar e compartilhar software.</p><p>Ao contrário dos softwares proprietários/privados, que mantêm seu código-fonte fechado e limitam o que você pode fazer com eles, o software livre coloca o poder nas mãos do usuário. Quer adaptar um programa às suas necessidades? Com software livre, você pode. Quer entender como ele funciona? O código está disponível. Quer colaborar com melhorias? Basta contribuir. </p><p>Na educação, o mesmo promove o acesso democrático à tecnologia, permitindo que escolas, professores e alunos utilizem ferramentas de qualidade sem custos com licenças. Além disso, por ter o código aberto, ele estimula o aprendizado técnico, a curiosidade e o pensamento crítico, já que os estudantes podem explorar como os programas funcionam, modificá-los e até desenvolver novas soluções. </p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-02 23:14:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>TEMA 6 - REA/Licenciamento de conteúdos </title>
         <author>adryelleadryanaos</author>
         <link>https://padlet.com/adryelleadryanaos/edcb87_educacao_tecnologias_comtemporaneas_adriele/wish/3434680369</link>
         <description><![CDATA[<p><em>“O acesso aos recursos educacionais é essencial para o desenvolvimento de configurações mais flexíveis de ensino e aprendizado. Recursos educacionais abertos não fazem somente parte dessa expansão, mas são verdadeiramente prolpusores de novas configurações de ensino e aprendizagem." (SANTANA; ROSSINI; PRETTO, 2012)</em></p><p><br></p><p>Em uma era onde a tecnologia pode ser utilizada de maneira assertiva, ainda encontramos muitas instituições de ensino que não conhecem ou ainda ignoram os Recursos Educacionais Abertos (REAs). Esses materiais gratuitos, com licenças abertas como as do Creative Commons, permitem que professores adaptem conteúdos conforme a realidade dos alunos, sem pagar por nada disso.</p><p>Enquanto o mundo avança rumo a uma educação mais inclusiva e colaborativa, algumas instituições seguem presas a modelos fechados e caros, limitando o acesso ao conhecimento e a inovação pedagógica. É claro, que tal recomendação não visa passar por cima do currículo tradicional aplicado nas escolas, no entanto, é através de políticas públicas e instituições cada vez mais engajadas, que os REAs se tornam peças-chave para democratizar o ensino e fomentar uma cultura de ensino-aprendizagem contínua. Afinal, conhecimento bom é conhecimento livre.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-02 23:25:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tema 7 - Plataformização da Educação </title>
         <author>adryelleadryanaos</author>
         <link>https://padlet.com/adryelleadryanaos/edcb87_educacao_tecnologias_comtemporaneas_adriele/wish/3454707912</link>
         <description><![CDATA[<p>Educação não é produto. E o futuro das escolas não pode ser decidido pelas Big Techs.</p><p><br></p><p>A plataformização da educação faz parte de uma lógica maior: a mercantilização do ensino. Empresas privadas influenciam diretamente o currículo, os métodos e até a forma como os estudantes aprendem.</p><p>Enquanto isso, as desigualdades sociais e digitais se aprofundam:</p><p>Nem todo aluno tem acesso a dispositivos, internet de qualidade ou domínio das tecnologias. E não para por aí. A plataformização levanta sérias questões éticas:</p><p><br></p><p><strong><em>Quem controla os dados dos estudantes? Onde estão os limites da automação? O que acontece com o papel do professor?</em></strong></p><p><br></p><p>Colocar o ensino nas mãos do Google não é inovação, é reforçar uma lógica de mercado.</p><p>Precisamos refletir, resistir e construir uma tecnologia a serviço da educação, não o contrário.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-16 23:03:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tema 8 - Políticas Públicas de Educação e Tecnologias </title>
         <author>adryelleadryanaos</author>
         <link>https://padlet.com/adryelleadryanaos/edcb87_educacao_tecnologias_comtemporaneas_adriele/wish/3479077177</link>
         <description><![CDATA[<p>Tecnologia na Educação: Para Quem e Para Quê?</p><p><br></p><p>Ao longo de mais de 30 anos, as políticas públicas voltadas à inserção das tecnologias na educação brasileira caminharam por trilhas que nem sempre consideraram os sujeitos envolvidos no processo educativo. Como bem observam Bonilla e Preto (2000), as estratégias adotadas nesse período resultaram em práticas tecnocráticas, elitistas e excludentes, distantes das reais necessidades das escolas, especialmente daquelas situadas em contextos periféricos.</p><p><br></p><p>Em vez de promover uma integração crítica e democrática da tecnologia no cotidiano escolar, o que se viu foi uma forte influência dos interesses econômicos e das demandas do mercado internacional. O discurso da inovação, muitas vezes sedutor, serviu para legitimar políticas que priorizaram equipamentos e plataformas, mas esqueceram de olhar para o chão da escola, para os educadores e para as crianças que ali vivem experiências únicas de aprendizagem.</p><p><br></p><p>Por isso, é urgente repensar: qual o lugar da tecnologia na educação? Ela serve à formação integral dos sujeitos ou apenas ao mercado? Está a serviço da democracia ou do controle?</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-04 15:52:40 UTC</pubDate>
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         <title>FB15 - Doutor, meu filho tá viciado em internet, e agora? </title>
         <author>adryelleadryanaos</author>
         <link>https://padlet.com/adryelleadryanaos/edcb87_educacao_tecnologias_comtemporaneas_adriele/wish/3487065689</link>
         <description><![CDATA[<p>No evento FB15 (15° Fórum de Internet no Brasil), ocorre uma palestra, conforme link acima, com uma psicóloga que aborda sobre o vício e o acesso a telas durante a infância e em idades tão juvenis. A mesma traz os dados de que 44% das crianças de 0 a 2 anos são usuárias da internet.</p><p>Conforme pontuado na palestra, a questão do vício em telas entre crianças tão novas é preocupante, pois impacta diretamente no seu desenvolvimento cognitivo, emocional e social. O uso excessivo compromete a qualidade das interações familiares, prejudica o sono, a atenção e o vínculo com o mundo real. Essa realidade é influenciada por diversos fatores, como a rotina das famílias, a presença constante da tecnologia no cotidiano e a falta de políticas públicas que orientem o uso consciente das telas desde a primeira infância. Diante disso, é fundamental promover o debate sobre o uso saudável da tecnologia, incentivando práticas que priorizem o brincar, a convivência e o afeto como elementos centrais no desenvolvimento infantil.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-11 20:43:25 UTC</pubDate>
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