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      <title>O caso da Vara by joão</title>
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      <description>feito por: João Otávio-202, Fábio Siqueira-202, Nícolas-202 e  Lima-202.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-06-09 20:04:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fbiosiqueira07</author>
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         <description><![CDATA[<p>"O Caso da Vara," conto de Machado de Assis, explora temas como hipocrisia social, exploração e submissão, revelando as complexas relações de poder no Brasil do século XIX. A narrativa foca no jovem Damião, que, insatisfeito com a vida no seminário, decide fugir e buscar refúgio na casa de Sinhá Rita, uma mulher influente e amiga da família. Sinhá Rita, ao perceber a aflição de Damião e movida pelo desejo de exercer seu poder, promete ajudá-lo a convencer seu pai a não forçá-lo a voltar para o seminário, desde que ele cumpra suas ordens sem questionar.</p><p><br></p><p>Durante sua estadia, Damião observa a dinâmica de opressão na casa de Sinhá Rita, particularmente em relação a Lucrécia, uma jovem escrava que sofre constantes castigos físicos por qualquer deslize. A relação entre Sinhá Rita e Lucrécia é marcada pela brutalidade e pela desumanização, refletindo a realidade das relações de poder e submissão da época. Em um momento crucial, Sinhá Rita exige que Damião bata em Lucrécia com uma vara, sob o pretexto de corrigir um erro. Damião, inicialmente compassivo e relutante, é pressionado pela promessa de proteção e acaba cedendo, chicoteando a escrava e revelando sua própria fraqueza moral diante da autoridade e das pressões sociais.</p><p><br></p><p>Machado de Assis critica a conivência das classes dominantes com a opressão e a violência, utilizando Damião para ilustrar a fragilidade moral diante de interesses pessoais. O conto revela a hipocrisia e a perversidade das relações de poder, onde a aparente benevolência esconde uma conformidade com práticas desumanas. "O Caso da Vara" é uma reflexão sobre a condição humana e a complexidade das escolhas morais em um contexto de desigualdade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-09 20:26:10 UTC</pubDate>
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         <title>Damião</title>
         <author>joaootavio2234t202</author>
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         <description><![CDATA[<p>"O protagonista do conto chama-se Damião, um homem que decidiu abandonar a vida no seminário ao qual seu pai o obrigou a participar. Para se esconder dele, foi recebido na residência de Sinhá Rita."</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-09 20:28:23 UTC</pubDate>
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         <title>João Carneiro</title>
         <author>joaootavio2234t202</author>
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         <description><![CDATA[<p>Padrinho de Damião, é medroso e desleixado. Na narrativa ele sofre ameaças de Sinhá Rita para auxiliar Damião a convencer seu pai a deixa-lo sair do seminário.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-09 20:29:34 UTC</pubDate>
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         <title>Sinhá Rita</title>
         <author>joaootavio2234t202</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Companheira" de João Carneiro, ela é uma personagem muito autoritária, sendo senhora de suas escravas, incluindo Lucrécia. Na história, ela ameaça João Carneiro para auxiliar Damião com seu pai e punia suas escravas com a vara.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-09 20:31:47 UTC</pubDate>
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         <title>Lucrécia </title>
         <author>fbiosiqueira07</author>
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         <description><![CDATA[<p>Uma escrava de Sinhá Rita, tinha uma constituição frágil, sempre tossindo de maneira discreta, apresentava uma cicatriz na testa e marcas de queimadura na mão esquerda. Quando ameaçada de ser castigada com a vara, implorava pela proteção de Nossa Senhora, a qual Sinhá lhe recusava, alegando que a Virgem não defendia mulheres indignas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-09 20:53:55 UTC</pubDate>
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         <title>Pai de Damião</title>
         <author>joaootavio2234t202</author>
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         <description><![CDATA[<p>O pai de Damião no conto "O Caso da Vara" é uma figura dominante. Ele é descrito como alguém cuja presença impõe respeito e até mesmo receio, com uma personalidade autoritária e inflexível, que causa medo em seu filho.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-09 21:19:07 UTC</pubDate>
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         <title>Hipocrisia Social </title>
         <author>fbiosiqueira07</author>
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         <description><![CDATA[<p>A hipocrisia social é um tema central em "O Caso da Vara". Sinhá Rita, uma mulher influente e amiga da família de Damião, apresenta-se como benevolente ao oferecer ajuda ao jovem que foge do seminário. No entanto, essa ajuda vem com a condição de obediência absoluta, revelando sua verdadeira natureza manipuladora e autoritária. Sinhá Rita não hesita em usar seu poder para exercer controle sobre Damião, e seu comportamento benevolente esconde uma crueldade latente, evidenciada quando ela insiste que ele chicoteie a escrava Lucrécia. A sociedade que Machado de Assis retrata é marcada por essa hipocrisia: aparenta ser justa e moral, mas na verdade perpetua a opressão e a injustiça.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-09 21:33:57 UTC</pubDate>
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         <title>Liberdade e Submissão</title>
         <author>fbiosiqueira07</author>
         <link>https://padlet.com/joaootavio2234t202/lw4o9xqx7yjy5uk5/wish/3022414574</link>
         <description><![CDATA[<p>A temática da liberdade e submissão é central ao conto, especialmente através dos personagens de Damião e Lucrécia. Damião foge do seminário em busca de liberdade, tentando escapar das imposições familiares e sociais. Entretanto, ao buscar refúgio na casa de Sinhá Rita, ele troca uma forma de submissão por outra. Sua aparente liberdade é rapidamente cerceada pela exigência de obediência absoluta a Sinhá Rita. Lucrécia, por outro lado, representa a submissão total. Como escrava, ela não tem qualquer forma de liberdade e está sujeita à violência e aos castigos físicos sem qualquer possibilidade de resistência. O chicoteamento de Lucrécia por Damião é uma cena que simboliza a perpetuação da submissão e da opressão, mostrando como os mecanismos de poder se reforçam e se perpetuam.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-09 21:34:50 UTC</pubDate>
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         <title>Primeiro trecho</title>
         <author>joaootavio2234t202</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Damião fugiu do seminário às onze horas da manhã de uma sexta-feira de agosto. Não sei bem o ano; foi antes de 1850. Passados alguns minutos parou vexado; não contava com o efeito que produzia nos olhos da outra gente aquele seminarista que ia espantado, medroso, fugitivo. Desconhecia as ruas, andava e desandava; finalmente parou. Para onde iria?"</p><p><br></p><p>Comentário: Este trecho introduz Damião estabelecendo o conflito central: a fuga de Damião do seminário e onde seria seu paradeiro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-09 21:51:39 UTC</pubDate>
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         <title>Moralidade e Ética </title>
         <author>nicolascostavb</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Geni e o Zepelim" de Chico Buarque aborda injustiças sociais e preconceito, contando a história de uma mulher explorada pela sociedade e salva quando conveniente. Reflete sobre desigualdades e preconceito racial, sem mencionar diretamente a escravidão. </p><p><br></p><p>A questão da moralidade e ética é explorada através das ações e decisões de Damião. Inicialmente, Damião é apresentado como um jovem compassivo, em fuga do seminário porque não deseja aquela vida para si. Porém, sua moralidade é testada quando Sinhá Rita, em troca de sua ajuda, exige que ele chicoteie Lucrécia. Damião hesita, mas acaba cedendo à pressão, revelando sua incapacidade de se manter fiel aos seus princípios éticos diante da autoridade e do medo. A narrativa questiona a solidez da moralidade humana quando confrontada com situações de opressão e poder, mostrando como a conformidade com as expectativas sociais pode levar à violação de princípios éticos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-09 22:03:01 UTC</pubDate>
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         <title>Segundo trecho</title>
         <author>joaootavio2234t202</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Tal foi a entrada. Pouco tempo depois fugiu o rapaz ao seminário. aqui vemos agora na rua, espantado, incerto, sem atinar com refúgio nem conselho; percorreu de memória as casas de parentes e amigos, sem se fixar em nenhuma. De repente, exclamou:</p><p>-- Vou pegar-me com Sinhá Rita! Ela manda chamar meu padrinho, diz-lhe que quer que eu saia do seminário... Talvez assim... Sinhá Rita era uma viúva, querida de João Carneiro; Damião tinha umas idéias vagas dessa situação e tratou de a aproveitar. Onde morava? Estava tão atordoado, que só daí a alguns minutos é que lhe acudiu a casa; era no Largo do Capim"</p><p><br></p><p>Comentário: A caracterização de Sinhá Rita como uma mulher poderosa sugere que ela será crucial na resolução desse conflito. Machado de Assis cria um ambiente de tensão e expectativa desde o início.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-09 22:21:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Terceiro trecho</title>
         <author>joaootavio2234t202</author>
         <link>https://padlet.com/joaootavio2234t202/lw4o9xqx7yjy5uk5/wish/3022430579</link>
         <description><![CDATA[<p>João Carneiro, assombrado, não achou que replicar durante os primeiros minutos; afinal, abriu a boca e repreendeu o afilhado por ter vindo incomodar "pessoas estranhas", e em seguida afirmou que o castigaria. — Qual castigar, qual nada! interrompeu Sinhá Rita. Castigar por quê? Vá, vá falar a seu compadre. — Não afianço nada, não creio que seja possível... — Há de ser possível, afianço eu. Se o senhor quiser, continuou ela com certo tom insinuativo, tudo se há de arranjar. Peça-lhe muito, que ele cede. Ande, Senhor João Carneiro, seu afilhado não volta para o seminário; digo-lhe que não volta... — Mas, minha senhora... — Vá, vá. João Carneiro não se animava a sair, nem podia ficar. Estava entre um puxar de forças opostas.</p><p><br></p><p>Comentário: Neste trecho, a habilidade de Sinhá Rita em manipular situações e pessoas é evidente. Machado de Assis utiliza este momento para explorar temas como o poder social, influência e a manipulação A personagem de Sinhá Rita é complexa, sendo ao mesmo tempo benevolente e calculista.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-09 22:28:59 UTC</pubDate>
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         <title>Quinto trecho</title>
         <author>joaootavio2234t202</author>
         <link>https://padlet.com/joaootavio2234t202/lw4o9xqx7yjy5uk5/wish/3022431948</link>
         <description><![CDATA[<p>Sinhá Rita mandou vir um tinteiro de chifre, e na meia folha da própria carta escreveu esta resposta: "Joãozinho, ou você salva o moço, ou nunca mais nos vemos". Fechou a carta com obreia, e deu-a ao escravo, para que a levasse depressa. Voltou a reanimar o seminarista, que estava outra vez no capuz da humildade e da consternação. Disse-lhe que sossegasse, que aquele negócio era agora dela. — Hão de ver para quanto presto! Não, que eu não sou de brincadeiras! Era a hora de recolher os trabalhos. Sinhá Rita examinou-os; todas as discípulas tinham concluído a tarefa. Só Lucrécia estava ainda à almofada, meneando os bilros, já sem ver; Sinhá Rita chegou-se a ela, viu que a tarefa não estava acabada, ficou furiosa, e agarrou-a por uma orelha. — Ah! malandra! — Nhanhã, nhanhã! pelo amor de Deus! por Nossa Senhora que está no céu. — Malandra! Nossa Senhora não protege vadias! Lucrécia fez um esforço, soltou-se das mãos da senhora, e fugiu para dentro; a senhora foi atrás e agarrou-a. — Anda cá! — Minha senhora, me perdoe! tossia a negrinha. — Não perdôo, não. Onde está a vara? E tornaram ambas à sala, uma presa pela orelha, debatendo-se, chorando e pedindo; a outra dizendo que não, que a havia de castigar. — Onde está a vara? A vara estava à cabeceira da marquesa, do outro lado da sala. Sinhá Rita, não querendo soltar a pequena, bradou ao seminarista. — Sr. Damião, dê-me aquela vara, faz favor? Damião ficou frio... Cruel instante! Uma nuvem passou-lhe pelos olhos. Sim, tinha jurado apadrinhar a pequena, que por causa dele, atrasara o trabalho... — Dê-me a vara, Sr. Damião! Damião chegou a caminhar na direção da marquesa. A negrinha pediu-lhe então por tudo o que houvesse mais sagrado, pela mãe, pelo pai, por Nosso Senhor... — Me acuda, meu sinhô moço! Sinhá Rita, com a cara em fogo e os olhos esbugalhados, instava pela vara, sem largar a negrinha, agora presa de um acesso de tosse. Damião sentiu-se compungido; mas ele precisava tanto sair do seminário! Chegou à marquesa, pegou na vara e entregou-a a Sinhá Rita.</p><p><br></p><p>Comentário: O desfecho do conto é marcado por uma virada moral. Damião, que escolhe não se opor à punição de Lucrécia para garantir sua própria liberdade. Machado de Assis mostra como o interesse próprio pode suplantar a compaixão, criticando a falta de empatia e a com corrupção moral da sociedade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-09 22:34:32 UTC</pubDate>
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         <title>Quarto Trecho</title>
         <author>fbiosiqueira07</author>
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         <description><![CDATA[<p>Dentro de pouco, ambos eles riam, ela contava-lhe anedotas, e pedia-lhe outras, que ele referia com singular graça. Uma destas, estúrdia, obrigada a trejeitos, fez rir a uma das crias de Sinhá Rita, que esquecera o trabalho, para mirar e escutar o moço. Sinhá Rita pegou de uma vara que estava ao pé da marquesa, e ameaçou-a: — Lucrécia, olha a vara! A pequena abaixou a cabeça, aparando o golpe, mas o golpe não veio. Era uma advertência; se à noitinha a tarefa não estivesse pronta, Lucrécia receberia o castigo do costume. Damião olhou para a pequena; era uma negrinha, magricela, um frangalho de nada, com uma cicatriz na testa e uma queimadura na mão esquerda. Contava onze anos. Damião reparou que tossia, mas para dentro, surdamente, a fim de não interromper a conversação. Teve pena da negrinha, e resolveu apadrinhá-la, se não acabasse a tarefa. </p><p><br/></p><p>Comentário: Nesta passagem, observamos um conflito moral emergindo para Damião. Enquanto ele desfruta de momentos alegres com Sinhá Rita, a interação com Lucrécia, uma criança negra submetida às exigências cruéis da mesma mulher, desperta sua compaixão. A cena destaca a hipocrisia das relações sociais, onde a aparente bondade de Sinhá Rita contrasta com a dureza de suas ações. Machado de Assis nos leva a refletir sobre a dualidade da natureza humana e as complexidades morais que permeiam as interações sociais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-09 22:35:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>joaovictorjvl202</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-06-11 00:43:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fbiosiqueira07</author>
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         <description><![CDATA[<p>"O Caso da Vara," de Machado de Assis, coloca a análise psicológica em primeiro plano, relegando a narrativa a um segundo plano. O que acontece com Damião, Lucrécia, Sinhá Rita e João Carneiro é menos importante do que a exposição dos mecanismos de manutenção do poder em uma sociedade injusta e autoritária. Machado revela que essa sociedade, ao operar dessa forma, se torna intrincada, complicada e ineficiente. Se a razão tivesse prevalecido, Damião não teria sido enviado ao seminário.</p><p><br/></p><p>O conto destaca como a conformidade com a opressão e a violência perpetua a hipocrisia das classes dominantes. Embora a história não se foque exclusivamente na questão racial, Machado de Assis integra a condição dos negros, inserindo-a na sordidez da corrupção humana. Assim, ele demonstra que a opressão racial é parte inseparável das injustiças sociais mais amplas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-02 14:41:58 UTC</pubDate>
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