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      <title>MATERNO INFANTIL E ADOLESCENTES by </title>
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      <description>ALERGIAS ALIMENTARES</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-10 10:53:14 UTC</pubDate>
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         <title>ALERGIA A PROTEÍNA DO LEITE DE VACA (APLV)</title>
         <author>dionenutricionista</author>
         <link>https://padlet.com/dionenutricionista/lvia22y9ew6l4czt/wish/2088318819</link>
         <description><![CDATA[<div>1) Introdução(RESUMIDA)<br>R: A alergia a proteína do leite (APLV) é uma alergia alimentar, causada pelo sistema imunológico do bebê. Uma das explicações é o fato das proteínas do leite de vaca (PLV) constituírem os primeiros antígenos alimentares a serem produzidos na dieta do lactente.&nbsp;<br>2) Principiais sintomas<br>R: Sintomas na pele: coceira e placas avermelhadas na pele. Sintomas gastrointestinais: cólicas, diarreias, gases excessivo e vômito. Sintomas respiratórios: tosse seca, asma, chiado, bronquite e rinite.&nbsp;<br>3) A doença influencia o estado nutricional e o metabolismo?&nbsp;<br>R: A alergia ao leite de vaca pode influenciar ao estado nutricional, por aumentar necessidade energética e diminuir o apetite. Além disso, alergia ao leite de vaca pode causar, déficit de crescimento, desnutrição e ou deficiência de ferro.<br>4)&nbsp; Qual é a prevalência de alergia ao leite de vaca?&nbsp;<br>R: A prevalência da alergia alimentar varia de 2 a 5%.&nbsp;<br>5) Quais são as estratégias de prevenção da alergia ao leite de vaca?&nbsp;<br>R: Como prevenção a alergia alimentar deve-se considerar: inclusão de aleitamento natural, restrição a dieta materna durante amamentação, manutenção do aleitamento exclusivo, introdução alimentar após 6 meses. Para suplementação do leite materno, podem-ser utilizadas fórmulas a base de soja ou com proteína hidrolisada.&nbsp;<br>6)&nbsp; Qual é o tratamento da alergia ao leite e&nbsp; de vaca e quais as recomendações gerais e nutricionais?&nbsp;<br>R: O tratamento consiste na retirada total de alimentos que contenham a proteína do leite da vaca, algumas crianças que estão em aleitamento materno ou que tenham 2 anos de idade podem não precisar de uma fórmula infantil, mais crianças abaixo dos 2 anos e sem o aleitamento materno, o uso de fórmulas é extremamente necessário para o tratamento. Deve-se também ser excluído da dieta qualquer alimento ou traço dessa proteína, pois qualquer contato mesmo que minimo pode provocar diversas reações.<br>7) PRODUTOS DISPONÍVEIS NO&nbsp; MERCADO PARA SUBSTITUIÇÃO:</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-10 13:30:19 UTC</pubDate>
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         <title>ALERGIA AO OVO</title>
         <author>dionenutricionista</author>
         <link>https://padlet.com/dionenutricionista/lvia22y9ew6l4czt/wish/2088343252</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1) Introdução (RESUMIDA)<br></strong>Essa alergia é causada pela proteína do ovo, especialmente aquelas presentes em sua clara e um pouco menos comum, alguns casos podem estar associados a algum alergênico presente na gema.</div><div>Os maiores fatores estão associados a:</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Clara do ovo:</strong> A alergia à ovalbumina é a mais comum entre as crianças, mas as demais proteínas chamadas ovomucina, ovomucoide, lizoima e ovotransferrina podem causar alergia em pessoas de qualquer idade.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Gema do ovo:</strong> ricas em inúmeros minerais, suas proteínas chamadas lipovitelina e fosvitina podem causar efeitos alergênicos também.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>No plasma : </strong>lipoproteína de baixa densidade e livetina.<br><br></div><div><strong>&nbsp;2) Principiais sintomas<br></strong>&nbsp;As manifestações clínicas de hipersensibilidade podem se iniciar minutos ou algumas horas após a ingestão e envolver afecções ser cutâneas, gastrointestinais e sistêmicos (anafilaxia). <br>A severidade da reação é imprevisível e pode variar de um episódio para outro, apresentando anafilaxia em até 7% de lactentes e crianças com alergia ao ovo e o ovo cru pode desencadear reações mais graves que o ovo cozido devido à degradação de algumas proteínas. <br>A manifestação cutânea mais comum é a urticária, que se caracteriza por ser uma elevação de pele, de cor branca ou branco-rósea, de tamanho variado e muito pruriginosa. Dentre as manifestações gastrointestinais podemos citar náuseas, vômitos, cólicas abdominais e diarreia .<br>&nbsp;<strong>3) A alergia influencia o estado nutricional e o metabolismo?</strong><br>Os sintomas dessa alergia como, coriza, náuseas e, em casos mais graves, dificuldade para respirar, sensação de bolo na garganta, queda da pressão arterial, podem sim influenciar no estado nutricional visto que o paciente pode, em um episódio de náusea por exemplo, ficar desidratado e perder eletrólitos, e os outros sintomas podem causar mal estar e por consequência perda de apetite, interferindo também no metabolismo.<br><br> <strong>4)&nbsp; Qual é a prevalência de alergia ao ovo? <br></strong>&nbsp;A alergia ao ovo possui uma prevalência de 1,5 a 3,2% na idade pediátrica com aquisição de tolerância em 66% dos casos até aos cinco anos de idade.<br><br></div><div><strong>&nbsp;5) Quais são as estratégias de prevenção da alergia ao ovo? <br></strong>Em primeiro lugar elimina-se este alimento da dieta. Em seguida começasse tratamento medicamentoso que tem como objetivo tratar os sintomas e acabar com a reação. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Utilizam-se para isso medicamentos ou remédios anti-alérgicos (anti-histamínicos ou corticóides orais). Nas reações alérgicas graves os alérgicos ou seus responsáveis&nbsp; devem ter um estojo de emergência com adrenalina para auto-administração.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Existe um tratamento inovador, embora disponível de forma restrita a centros com muita experiência, e que se chama indução de tolerância alimentar ou dessensibilização. Consiste no consumo diário de uma pequena quantidade de proteína do ovo, que é gradualmente aumentada ao longo do tempo até a dose equivalente a uma refeição diária. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Este procedimento possibilita alterar a história natural da doença e melhorar muito a qualidade de vida dos indivíduos . O resultado manter-se-á por diversos anos, desde que se conserve a ingestão habitual do alimento (caso ocorra interrupção do tratamento, o problema poderá voltar a surgir).<br><strong><br>&nbsp;6)&nbsp; Qual é o tratamento da alergia ao ovo e quais as<br>recomendações gerais e nutricionais?&nbsp;<br><br>7)PRODUTOS DISPONÍVEIS NO&nbsp; MERCADO PARA SUBSTITUIÇÃO:<br>Substituições para o ovo nas receitas</strong></div><div><strong>Se você quer Umedecer</strong></div><div>1 ovo equivale à:</div><ul><li>1⁄4 de xícara de purê de banana ou</li><li>1/3 de xícara de purê de maçã (você pode adicionar 1 colher de sopa de fermento em pó para deixar mais leve) ou</li><li>1/3 de xícara de purê de abóbora.</li></ul><div><strong>Se você quer Fermentar e fazer a massa crescer</strong></div><div>1 ovo equivale à</div><ul><li>1 colher de sopa de vinagre + 1 colher de sopa de fermento em pó ou</li><li>2 colheres de sopa de água + 1 colher de sopa de óleo vegetal + 1 colher de sopa de fermento em pó.</li></ul><div><strong>Se você quer Dar liga</strong></div><div>Esse é um dos usos mais comuns do alimento em receitas!<br>1 ovo equivale à</div><ul><li>1 colher de sopa de sementes de linhaça + 3 colheres de sopa de água (misture e deixe repousar durante 30 minutos, até que esteja espessa)</li><li>1 colher de sopa de sementes de chia + 3 colheres de sopa de água (misture e deixe repousar durante 30 minutos até ela apresentar uma consistência espessa, similar à de um gel).</li></ul><div><strong>Se você quer Emulsificar</strong></div><div>Emulsificar é misturar alimentos que não se misturam naturalmente.<br>1 ovo equivale à</div><ul><li>¼ de xícara de purê de tofu.</li></ul><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-10 13:42:54 UTC</pubDate>
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         <title>INTOLERÂNCIA A LACTOSE</title>
         <author>dionenutricionista</author>
         <link>https://padlet.com/dionenutricionista/lvia22y9ew6l4czt/wish/2088349837</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1) Introdução:</strong><br><br>-Intolerância à lactose é o nome que se dá à incapacidade parcial ou completa de digerir o açúcar existente no leite e seus derivados e alguns embutidos. <br><br>-Ela ocorre quando o organismo não produz, ou produz em quantidade insuficiente, uma enzima digestiva chamada lactase, que quebra e decompõe a lactose, ou seja, o açúcar do leite.<br><br><strong>&nbsp;2) Principiais sintomas: <br><br>-</strong>Dores de barriga, gases, desconfortos gastrointestinais, náuseas, gurgitação.<br><br> <strong>3) A intolerância influencia o estado nutricional e o metabolismo? </strong><br><br>-A lactose é um dissacarídeo hidrolisado pela enzima intestinal lactase, liberando seus<br>componentes monossacarídicos para absorção na corrente sanguínea. <br><br>-Na ausência desta enzima, a lactose é fermentada no cólon causando desconforto por distensão intestinal, flatulência e diarréia.<br><br>&nbsp;-Como forma de tratamento, deve-se evitar o consumo de produtos ricos em lactose ou ingerir a enzima lactase<br>com os produtos lácteos ou consumir produtos onde a lactose tenha sido removida pela fermentação. <br><br>-No entanto, essa redução no consumo de leite e de seus derivados pode comprometer a absorção de<br>proteínas, riboflavina e cálcio. <br><br><strong>&nbsp;4) Qual é a prevalência de intolerância à lactose? </strong><br><br>-Ocorre na maioria da população mundial adulta, com incidência variável dependendo da localização e raça. <br><br>-Apenas 2% apresentam sintomas graves de intolerância à lactose. <br><br>-No Brasil estima-se em 40% das pessoas apresentam hipolactasia do “tipo adulto” que se inicia após os 3 anos de idade.<br><br>-Cerca de 65% da população mundial adulta sofre de intolerância a lactose.<br><br><strong>&nbsp;5) Quais são as estratégias de prevenção a intolerância à lactose? <br><br>-</strong>Uma vez diagnosticada a intolerância, pode-se evitar os sintomas excluindo leite e derivados, além de produtos ou alimentos preparados com leite. <br><br>-Outra forma de evitar os sintomas é experimentar os suplementos da enzima lactase, disponíveis no mercado em comprimidos ou tabletes mastigáveis.<br><br>- O medicamento deve ser ingerido com os laticínios.<br>Além disso, é possível adicionar gotas de enzima lactase no leite comum para pré-digerir a lactose antes de beber. <br><br>-Vale lembrar que as gotas devem ser colocadas 24 horas antes do consumo, tempo necessário para digerir a lactose.<br><br><strong>&nbsp;6) Qual é o tratamento intolerância à lactose e quais as recomendações gerais e nutricionais? <br><br>-</strong>Não existe medicamento para estimular a produção de lactase pelo corpo. <br><br>-A intolerância deve ser administrada com controle da dieta. Como as doses toleradas de lactose variam de pessoa para pessoa, o profissional de saúde indicará a quantidade de lácteos que pode ser consumida.<br><br>-No entanto, são raros os casos em que se retira o leite e seus derivados completamente do cardápio. Esse corte, aliás, nunca deve ocorrer sem a orientação do médico, sob o risco de promover deficiência nutricionais graves, com baixas no aporte de cálcio, fósforo, potássio, magnésio e vitaminas.<br><br>-No dia a dia, algumas dicas ajudam quem foi diagnosticado com a intolerância. A principal é nunca tomar o leite em jejum.<strong><br><br>-</strong>Consequentemente, a lactose demora para alcançar o intestino delgado.<br><br>-Outra medida envolve fracionar a ingestão desses alimentos ao longo do dia. Quanto menor a porção ingerida, menor o risco de desencadear sintomas.<br><br>-Quando o distúrbio é severo e um pouquinho de açúcar lácteo já desperta problemas digestivos, a alternativa é investir em produtos com zero lactose, facilmente encontrados nas prateleiras dos supermercados.<br><br>-Na maioria das vezes reduzir o leite da dieta, aumentar a ingestão de cálcio, procurar alternativas de receitas isentas a lactose ajudam as pessoas intolerantes.<strong><br></strong><br><strong>7)PRODUTOS DISPONÍVEIS NO&nbsp; MERCADO PARA SUBSTITUIÇÃO:<br></strong><br><strong>CONTÉM LACTOSE: </strong>Leite integral /semi-desnatado / desnatado de vaca, cabra, ovelha.<br><strong>SEM LACTOSE: </strong>Leite de coco / de soja / de aveia / amêndoas, etc.<br><br><strong>CONTÉM LACTOSE: </strong>Queijos frescos / ricota / minas frescal / queijos processados.<br><strong>SEM LACTOSE:</strong> Queijo de castanha / queijos veganos / tofu.<br><br><strong>CONTÉM LACTOSE:</strong> Iogurte industrializado comum.<br><strong>SEM LACTOSE:</strong> Iogurte de soja / amêndoas / coco.<br><br><strong>CONTÉM LACTOSE: </strong>Sorvetes cremosos<br><strong>SEM LACTOSE:</strong> Alguns picolés de fruta</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-10 13:46:23 UTC</pubDate>
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         <title>INTOLERÂNCIA AO GLÚTEN</title>
         <author>dionenutricionista</author>
         <link>https://padlet.com/dionenutricionista/lvia22y9ew6l4czt/wish/2088361734</link>
         <description><![CDATA[<div>1) Introdução (RESUMIDA)</div><div>A doença celíaca tem como característica a inflamação na camada interna do intestino (mucosa), ela é desencadeada em contato com o glúten, uma proteína presente no trigo, na cevada e no centeio.&nbsp;</div><div>Para que isso ocorra, os pacientes precisam apresentar uma predisposição genética, muito comum várias pessoas da mesma família apresentarem esta condição. Os sintomas variam, para algumas pessoas incomodam muito e outras demoram a perceber a patologia.</div><div>No Brasil, estima-se que 2 milhões de pessoas tenham a doença, muitos ainda sem diagnóstico, que pode acontecer em crianças, adultos e idosos.</div><div><br></div><div>&nbsp;2) Principais sintomas</div><ul><li>Barriga inchada/ dolorida&nbsp;</li><li>Gases</li><li>Prisão de ventre/ diarréia</li><li>Dores no corpo/ cabeça</li><li>Cansaço</li><li>Coceira</li></ul><div><br></div><div>&nbsp;3) A intolerância à glúten influencia o estado nutricional e o metabolismo?</div><div>No organismo dos celíacos, há uma rejeição crônica à substância, que resulta numa inflamação que danifica o intestino delgado, trazendo sintomas como diarreia, fraqueza e perda de peso.</div><div><br></div><div>&nbsp;4) Qual é a prevalência de intolerância à glúten?&nbsp;</div><div>A <strong>prevalência</strong> de doença celíaca é estimada em 1% da população, com maior predominância nas mulheres, enquanto a da sensibilidade ao <strong>glúten</strong> não celíaca, em 6% . Já para a <strong>alergia</strong> ao trigo (ou ao <strong>glúten</strong>), condição mais comum na infância, a <strong>prevalência</strong> é de 15%-20% em crianças. As desordens relacionadas ao glúten (DRG) afetam de 1% a 6% da população, com complicações e alto risco de morbimortalidade em curto e longo prazos.</div><div>Faculdade de Medicina da UFMG Belo Horizonte, MG - Brasil</div><div><br><br></div><div>&nbsp;5) Quais são as estratégias de prevenção a intolerância à glúten?</div><div>A falta de informação e a dificuldade para o diagnóstico prejudicam a adesão ao tratamento e limitam as possibilidades de melhora do quadro clínico.</div><div><br></div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;6) Qual é o tratamento intolerância à glúten e quais as</div><div>recomendações gerais e nutricionais?&nbsp;</div><div>O tratamento para intolerância ao glúten consiste basicamente em excluir o glúten da alimentação durante toda a vida. O glúten pode ser substituído em muitas situações por milho, farinha de milho, fubá, amido de milho, batata, fécula de batata, mandioca, farinha de mandioca ou polvilho, por exemplo.&nbsp;</div><div>A dieta recomendada para pessoas celíacas consiste basicamente em retirar da alimentação os alimentos que são preparados com farinha de trigo, como bolos, pães e biscoitos, É importante que a pessoa siga a dieta corretamente para evitar as complicações que a doença pode trazer e, por isso, é importante verificar se o alimento contém glúten e, se tiver, não consumi-lo. Esta informação está presente na maior parte dos rótulos dos produtos alimentares.</div><div>&nbsp;</div><div>7)PRODUTOS DISPONÍVEIS NO MERCADO PARA SUBSTITUIÇÃO:</div><ul><li>Cereais: livres de glúten;</li><li>Alimentação mais natural: frutas, verduras, legumes (crus e cozidos);</li><li>Fontes de ferro e proteínas: feijão, lentilha, ervilha, grão de bico;</li><li>Laticínios (em casos onde a pessoa não possui intolerância a lactose): leite, queijos e iogurtes;</li></ul><div><br></div><div>*evitar preparações fritas ou com excesso de óleo e crie o hábito de ler os rótulos*</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-10 13:52:18 UTC</pubDate>
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         <title>ALERGIA A SOJA</title>
         <author>dionenutricionista</author>
         <link>https://padlet.com/dionenutricionista/lvia22y9ew6l4czt/wish/2088368742</link>
         <description><![CDATA[<div>1) Introdução (RESUMIDA)<br>&nbsp;- A alergia a soja ocorre quando há uma reação Imunológica com produção de Anticorpos, sendo ela um dos alérgenos alimentares mais comuns. Normalmente, as primeiras reações alérgicas aparecem em bebês e crianças com menos de 3 anos de idade, e a maioria deles supera a alergia até os 10 anos.<br>&nbsp;2) Principiais sintomas</div><div>&nbsp;- Erupções cutâneas/brotoejas.<br>&nbsp;- Chiado leve ou tosse.<br>&nbsp;- Coceira na boca.<br>&nbsp;- Problemas digestivos (por exemplo, náusea, vômito ou diarreia)<br>&nbsp;- Vômito.</div><div>&nbsp;3) A alergia a soja influencia o estado nutricional e o<br>metabolismo?&nbsp;<br>&nbsp;- Por causar problemas digestivos este tipo de alergia pode prejudicar o estado nutricional da criança e a reação imunologica pode acabar alterando o&nbsp; metabolismo.<br>&nbsp;4) Qual é a prevalência de alergia a soja?<br>&nbsp;- aproximadamente 0,4% das crianças sejam alérgicas a soja, cerca de 70% dos pacientes pediátricos provavelmente superarão sua alergia a soja até os seus 10 anos&nbsp;<br>Em adultos as reações alérgicas a soja são raras; estima-se que a prevalência da alergia a soja em adultos seja inferior a 0,5% da população geral.<br>&nbsp;5) Quais são as estratégias de prevenção a alergia a soja?&nbsp;<br>&nbsp;- Incluir na alimentação de forma balanceada imunomoduladores com efeito protetor contra o desenvolvimento de alergia, tais como: ácidos graxos ômega-3<br>- Amamentação exclusiva até os 6 meses<br>&nbsp;6) Qual é o tratamento da alergia a soja e quais as<br>recomendações gerais e nutricionais?&nbsp;<br>&nbsp;- Excluir da alimentação qualquer alimento a base ou derivado de soja.<br>&nbsp;- Alternativas de substituição;<br>&nbsp;- Manutenção das necessidades nutricionais;<br>&nbsp;<br>&nbsp;7)PRODUTOS DISPONÍVEIS NO MERCADO PARA SUBSTITUIÇÃO:<br>&nbsp; &nbsp;- Pregomin<br>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-10 13:55:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2022-03-10 23:41:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2022-03-10 23:47:24 UTC</pubDate>
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