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      <title>SOMENTE PARA QUEM NÃO REALIZOU AS ATIVIDADES DO 1º TRIMESTRE by Prof. Cleiton</title>
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      <description>Devido ao pouco tempo que estamos em adaptação nesse formato novo, também às condições plurais e por vezes adversas em que cada um se encontra, é importante que se proporcione outra oportunidade para a realização das atividades.
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-07-14 23:21:59 UTC</pubDate>
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         <title>Bom trabalho!</title>
         <author>Prof_IFRS</author>
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         <description><![CDATA[<div>1) Reallize as atividades que faltam.<br>2) Informe sobre quais unidades elas se referem.<br>3) identifique-se.<br><br>Cleiton Oliveira</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-14 23:42:01 UTC</pubDate>
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         <title>Atividades 1° Trimestre</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Unidade 2 - O que espero?</div><div><br></div><div>Acho que seria interessante trazer alguns gêneros e estilos diferentes do habitual. Penso ser bom considerar algumas aulas abordando o funk carioca, o rap periférico underground, slams, etc.&nbsp;</div><div><br>Unidade 3, 4 e 5</div><div><br></div><div>Concordo com a autora, com certeza a música faz parte sim da nossa identidade. Nossa escolha musical não se limita a apenas “o que gostamos de ouvir”, mas tem influência em nosso estilo, outros gostos, admirações e até por vezes em nossas ações. As práticas de exclusão devem ser debatidas e combatidas, a música deve ser apreciada apenas de formas positivas!</div><div><br>Unidade 8</div><div><br></div><div>Como o texto mostra, a discriminação com gêneros musicais não é algo de hoje. Fazendo um paralelo com o Brasil atual, um gênero que sofre ainda muito preconceito é o funk carioca. Com origem periférica, o funk ainda sofre muitos ataques de pessoas conservadoras (até mesmo músicas sem linguajar vulgar). Com o tempo foi se tornando mais aceito por alguns grupos, mas ainda sim há muito ódio por esse estilo musical.&nbsp;</div><div><br>Jeferson Moraes<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-16 07:33:34 UTC</pubDate>
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         <title>atividades</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>unidade 8<br>a descrição do texto sobre como tratavam o ritmo pode ser visto até hoje com estilos como funk, até mesmo tentaram CRIMINALIZAR o estilo, mostrando cada vez mais o elitismo que temos na politica, usaram como desculpa a forma como sexualizam mulheres, mas as musicas sertanejas que fazem exatamente o mesmo ninguem fala nada, felizmente o estilo está cada vez mais poular e cada vez mais há menos preconceitos com algo tao simples, que é uma musica para apenas curtir , dançar e fazer todos felizes :)&nbsp;<br>-nathali<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-17 04:27:02 UTC</pubDate>
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         <title>Recuperação 1 trimestre</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Unidade 2 | O que espero e sugestões:<br><br></div><div>Acredito que o ensino a distância não vai ser tão legal quanto que presencialmente nessa matéria, mas temos o potencial de explorar questões interessantes relacionadas a música. Eu gostaria muito de aprender principalmente sobre tempos (7/4,4/4) pois é algo que até hoje não consegui aprender direito.<br>-----------------------------------------------------------</div><div>Unidades 3, 4 e 5&nbsp;<br><br></div><div>Concordo totalmente com a autora sobre que as escolhas musicais nem sempre poderão ser declaradas. No início de 2019 realizamos aquela atividade de escolher uma música e mostrar para a turma, eu escolhi as duas faixas iniciais do álbum conceitual Thick as a Brick do Jethro Tull. Depois dos colegas colocarem adjetivos pejorativos não me senti mais confortável em expor a parte do meu gosto musical no qual não se enquadravam no gosto musical comum, não por pelo termo em si mas sim por uma ridicularização mesmo que sutil, com exceção dos meus amigos mais próximos.<br>-----------------------------------------------------------</div><div>Unidade 8<br><br></div><div>Antes da leitura do texto eu não fazia ideia de que o samba era tão rechaçado naquela época, sempre tive a perspectiva dele como símbolo nacional e não como vergonha. É interessante que quando as manifestações culturais atendem o gosto popular elas transcendem o preconceito e o “viralatismo”, quase que deixando a críticas pautadas nessas aberrações sociais ecoando sozinhas. Felizmente eu vejo que, conforme o passar do tempo, essas “críticas” vão cada vez mais perdendo a relevância gerando apenas desconforto e repulsa em quem toma conhecimento sobre elas.</div><div>-----------------------------------------------------------</div><div>João Gabriel F Mayer AV 2018</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-18 18:43:56 UTC</pubDate>
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         <title>Recuperação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/lvfewg2w4befyyfw/wish/1653869886</link>
         <description><![CDATA[<div>Unidade 2<br>Espero conseguir entregar as atividades dentro do prazo proposto para o trimestre, porque o meu tempo para realizar as atividades e estudar está curto e que mesmo sendo a distância, que a essência das aulas presenciais sejam mantidas.&nbsp;<br><br>Unidade 3,4 e 5<br>Acredito e concordo que a música ajuda a constituir a nossa identidade com o passar dos anos, afinal, atrelado a um estilo musical encontramos também as gírias, vestimentas e ideologias que o estilo musical pode ter ou não, um exemplo disso é que as músicas podem fundar movimentos sejam eles políticos ou não e movimentos também podem gerar músicas. Além de que concordo também que diversidades econômicas, sociais, políticas, étnicas e de gênero podem ser descritas através dos estilos musicais, uma vez que através da música temos a chance de sermos excluídos ou incluídos em um determinado grupo, grupo esse que pode ser criado com base nessas características.&nbsp;<br><br>Unidade 8<br>Podemos analisar através desse texto, que em diversos contextos pode se medir o preconceito, o racismo e entre outros atos discriminatórios perante as minorias no Brasil. Uma vez que um estilo musical pode descrever, gênero, raça, condição econômica e social, ele é atrelado a seu ouvinte e vice versa, ou seja, a música faz parte da história de diversos povos, com costumes distintos, então uma vez que busquemos julgar um estilo de música estamos julgando todo um povo por trás também, por ser quem é, por onde vive e como vive. Um exemplo de gênero musical que não é bem visto no Brasil é o funk, uma vez que não é nem visto como MPB (música popular brasileira), existe algo mais popular que o funk? Ele vem de gerações, se dividiu em subgêneros, é porta voz de periferias e pessoas pretas e pobres geralmente. Assim como o samba e o funk, outro exemplo é a capoeira, já que temos o atabaque e o berimbau entre outros instrumentos compondo as músicas, que são semelhantes aos pontos de religiões de matriz africana.<br><br>José Isaias Pereira Machado<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-18 22:11:59 UTC</pubDate>
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         <title>Atividades</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Unidade 3, 4 e 5<br>Música, juventude e mídia<br><br>Tenho pena do professor que acaba tendo dificuldade em dar a matéria por culpa de aluno chato que tem implicância com gostos musicais dos outros. É compreensível sermos assim com 12 anos mas creio que depois disso já é merecido um chute na bunda. Concordo com ela de que nesse contexto a música se tornou uma ferramenta atribuidora de popularidade ou exclusão e que deva ser compreendida a ideia da mídia ser pensada como uma aliada para compreendermos os motivos que levam os jovens a buscá-la como ponto de referência.</div><div><br>Unidade 8<br>E fez- se o samba</div><div><br></div><div>Como podemos ver no texto o que menos falta no Brasil é preconceituoso, racista principalmente, o que chega a até ser engraçado vindo dos brancos que roubaram da cultura dos negros para enriquecer. O foda desse ocorrido com o grupo Pixinguinha é que esses comentários do jornalista existem até hoje, talvez só com umas pequenas mudanças nas palavras pra não deixarem tão na cara como são racistas. Acredito que a diversidade seja muito importante porque é um jeito de nos conectarmos e largarmos de todo esse preconceito que nos foi implantado, mas vendo o governo preconceituoso que nos foi escolhido, também acredito que vai ser complicado conseguirmos isso sem dar uns chutes no meio de uns burgueses fascistas.</div><div><br>Jorge Izaguirre</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-19 21:06:42 UTC</pubDate>
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         <title>Recuperação 1 trimestre</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/lvfewg2w4befyyfw/wish/1655253405</link>
         <description><![CDATA[<div>Unidade 8<br>Bem o que foi falado nesse texto na minha opinião continua ainda hoje em dia só que com menos foco no samba que hoje em dia vem se popularizando entre as classes mas mesmo assim ainda acontece muito discriminação com esses tipos de gêneros periféricos que já ouvir falarem muitas vezes que são musicas de negros de pobres e mais varias denominações por assim dizer. E hoje em dia eu enxergo o Funk no topo desse assunto sendo o que acontecia com o samba hoje esta acontecendo com o funk.<br>-Diego Faustino<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-20 00:30:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;RECUPERAÇÃO<br>Unidade 03, 04 e 05- música, juventude e mídia<br>A música é um assunto que conecta muitas pessoas e que sim, ajuda na formação da nossa identidade e estilo mas existe discriminação entre alguns gêneros por serem movimentos de periferia, então pela sociedade e elite conservadora é mal visto.&nbsp;<br><br>Unidade 08- E fez- se o samba&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>Eu sempre vi o samba como um símbolo nacional assim como o funk, mas infelizmente preconceito com alguns gêneros musicais sempre vai existir. Mesmo no século 21 já escutei muitas falas preconceituosas sobre o samba, pagode e funk. Não é sobre gostar e sim sobre respeito, pois algumas pessoas acham que são mais do que outras por não gostar desses gêneros, como se quem gostasse fosse inferior. O samba é um gênero que surgiu no Brasil e é conhecido nacional e internacionalmente, faz parte da cultura do nosso país.<br><br>-Ana Julia Batista Padilha<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-20 01:48:54 UTC</pubDate>
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