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      <title>Atividades Práticas Biologia - 2º Período by Joana Costa</title>
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      <description>Feito com um rápido sorriso</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-02-16 16:36:31 UTC</pubDate>
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         <title>Lince-Ibérico</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/332014854</link>
         <description><![CDATA[<div>O lince-Ibérico (nome científico:<em> Lynx Pardinus</em>) é uma espécie de mamífero da família Felidae e género Lynx. Descende do lince-issiodorencis, porém por uma escolha de habitats e pressões seletivas diferentes originou-se a espécie <em>Lynx Pardinus.</em></div><div>·         O lince-ibérico foi uma espécie em perigo crítico até 2015, quando (graças aos esforços da população para conservar esta espécie e o facto desta vivere em zonas/áreas protegidas) aumentaram o número de indivíduos, passando a ser desde então considerada uma espécie em perigo. <br><br>Fig 1-  <a href="https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwiRp6j-sMHgAhWszoUKHRjPCGEQjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fpt.wikipedia.org%2Fwiki%2FFelidae&amp;psig=AOvVaw1WRDpc5hquVRZPjyS1eA1x&amp;ust=1550445303639777">https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwiRp6j-sMHgAhWszoUKHRjPCGEQjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fpt.wikipedia.org%2Fwiki%2FFelidae&amp;psig=AOvVaw1WRDpc5hquVRZPjyS1eA1x&amp;ust=1550445303639777</a><br>Fig 2-<br><a href="https://www.google.com/imgres?imgurl=https%3A%2F%2Fsites.google.com%2Fa%2Fowu.edu%2Fiberian-lynx%2F_%2Frsrc%2F1394596710188%2Fhome%2Fgrowth-of-the-iberian-lynx%2FGrafico_Lince.jpg&amp;imgrefurl=https%3A%2F%2Fsites.google.com%2Fa%2Fowu.edu%2Fiberian-lynx%2Fhome%2Fgrowth-of-the-iberian-lynx&amp;docid=VClzMYqQAoWuDM&amp;tbnid=JK8t7bk0jvs_jM%3A&amp;vet=10ahUKEwiTw5-4scHgAhVDOhoKHUXkDNMQMwhAKAEwAQ..i&amp;w=634&amp;h=320&amp;hl=pt-PT&amp;bih=608&amp;biw=1366&amp;q=iberian%20lynx%20population%202015&amp;ved=0ahUKEwiTw5-4scHgAhVDOhoKHUXkDNMQMwhAKAEwAQ&amp;iact=mrc&amp;uact=8">https://www.google.com/imgres?imgurl=https%3A%2F%2Fsites.google.com%2Fa%2Fowu.edu%2Fiberian-lynx%2F_%2Frsrc%2F1394596710188%2Fhome%2Fgrowth-of-the-iberian-lynx%2FGrafico_Lince.jpg&amp;imgrefurl=https%3A%2F%2Fsites.google.com%2Fa%2Fowu.edu%2Fiberian-lynx%2Fhome%2Fgrowth-of-the-iberian-lynx&amp;docid=VClzMYqQAoWuDM&amp;tbnid=JK8t7bk0jvs_jM%3A&amp;vet=10ahUKEwiTw5-4scHgAhVDOhoKHUXkDNMQMwhAKAEwAQ..i&amp;w=634&amp;h=320&amp;hl=pt-PT&amp;bih=608&amp;biw=1366&amp;q=iberian%20lynx%20population%202015&amp;ved=0ahUKEwiTw5-4scHgAhVDOhoKHUXkDNMQMwhAKAEwAQ&amp;iact=mrc&amp;uact=8</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-16 16:46:07 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Características próprias deste lince </title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/332015139</link>
         <description><![CDATA[<div>Apresenta características como orelhas peludas, pernas longas, cauda curta e um colar de pelo que se assemelha a uma barba. A sua pelagem castanha-amarelada com manchas negras, o que lhe permite uma excelente camuflagem por entre a vegetação da paisagem mediterrânea. Outras características próprias deste lince, que o permite distinguir-se das outras espécies, são os pelos rígidos e negros em forma de pincel nas extremidades das orelhas e a cauda bastante curta com cerca de 14cm e com a extremidade negra. Para além disso, o lince-ibérico possui ainda longos pelos brancos e pretos no focinho que se assemelham a barbas e que crescem com o avançar da idade, sendo que têm uma longevidade máxima de (em média) 13 anos na Natureza, mas de 20 anos em cativeiro.</div><div><br>Fig 3- <a href="https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwizurTassHgAhVqxYUKHQPFCeoQjRx6BAgBEAU&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.castillalamancha.es%2Factualidad%2Fgaleriaimagenes%2Ffotograf%25C3%25ADa-de-lince-ib%25C3%25A9rico&amp;psig=AOvVaw11wJpr2cG4D9IrfUb9rM7f&amp;ust=1550445762809541">https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwizurTassHgAhVqxYUKHQPFCeoQjRx6BAgBEAU&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.castillalamancha.es%2Factualidad%2Fgaleriaimagenes%2Ffotograf%25C3%25ADa-de-lince-ib%25C3%25A9rico&amp;psig=AOvVaw11wJpr2cG4D9IrfUb9rM7f&amp;ust=1550445762809541</a><br><br>Fig.4-<a href="https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwiLnJ2itcHgAhXuxoUKHSASAdkQjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fairfreshener.club%2Fquotes%2Fde-conservacion-del-ambiente-medio-imagenes-la.html&amp;psig=AOvVaw3KKb5gplviUxfdN5_YJp4y&amp;ust=1550446450570155">https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwiLnJ2itcHgAhXuxoUKHSASAdkQjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fairfreshener.club%2Fquotes%2Fde-conservacion-del-ambiente-medio-imagenes-la.html&amp;psig=AOvVaw3KKb5gplviUxfdN5_YJp4y&amp;ust=1550446450570155</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-16 16:49:05 UTC</pubDate>
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         <title>Hierarquia Biológica</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/332015889</link>
         <description><![CDATA[<div> O que é: <br>A hierarquia biológica é a organização das estruturas biológicas, hierarquicamente, desde o nível de organização mais baixo (átomo) até ao mais elevado (biosfera).</div><div>·         Na hierarquia biológica, em termos de posicionamento, o lince-ibérico surge como um ser pluricelular → constituído/ formado por tecidos, que por sua vez formam órgãos. Os conjuntos de órgãos e as suas funções formam sistemas de órgãos que interagem e cooperam entre si, formando assim o organismo- o lince.</div><div>·         Já um conjunto de indivíduos da mesma espécie que habitam numa determinada região, neste caso um conjunto de linces-ibéricos, e num determinado período de tempo, constituem uma população. Do outro lado, uma população de linces-ibéricos que coexistem numa determinada região com outras populações e que interatuam entre si constituem uma comunidade biótica ou biocenose. A biocenose e o meio abiótico em interação formam os ecossistemas, que no seu conjunto forma a biosfera.<br><br>Fig 6-<a href="http://blog-biodiversidade-brasileira.blogspot.com/2011/08/niveis-de-organizacao-dos-seres-vivos.html">http://blog-biodiversidade-brasileira.blogspot.com/2011/08/niveis-de-organizacao-dos-seres-vivos.html</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-16 16:56:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ecossistema ocupado pelo lince-ibérico/ distribuição geográfica</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/332016151</link>
         <description><![CDATA[<div>O lince-ibérico é endémico da Península Ibérica, preferindo ambientes heterogéneos com arbustos densos como o medronheiro e árvores como a azinheira, evitando as populações de pinheiros e eucaliptos, isto é, prefere ecossistema do tipo bosque Mediterrâneo, mas agora este encontra-se em áreas protegida, em zonas mais a sul de Portugal ,em grande parte restritos a áreas montanhosas. O Parque Nacional a Dohana é um dos seus principais refúgios.<br><br>Fig 7-<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lince-ib%C3%A9rico">https://pt.wikipedia.org/wiki/Lince-ib%C3%A9rico</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-16 16:59:14 UTC</pubDate>
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         <title>Estrutura do ecossistema </title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/332016189</link>
         <description><![CDATA[<div> O ecossistema é o conjunto das relações entre os fatores bióticos (fauna e flora) e abióticos. O lince-ibérico está englobado nos fatores bióticos, nomeadamente na fauna. </div><div>Em termos de interação no ecossistema existem os produtores, os microconsumidores e os macroconsumidores, sendo o lince um macroconsumidor e apresentando um papel muito importante, pois embora este estabeleça relações interespecíficas de predação, aparentemente prejudiciais, com a população de coelhos-bravos, ambas estas populações acabam por beneficiar. Isto deve-se ao facto dos linces caçarem preferencialmente coelhos doentes, feridos ou mais velhos, mantendo assim a população ativa e livre de doenças.</div><div>Por outro lado, o lince-ibérico também estabelece uma relação de competição com a raposa, competindo ambos pelo mesmo alimento: o coelho-bravo.<br><br>Fig 8- <a href="https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjF86jKucHgAhUIUhoKHTlLC4sQjRx6BAgBEAU&amp;url=http%3A%2F%2Fnoctulachannel.com%2Flince-iberico-portugal%2F&amp;psig=AOvVaw2L3s03W8388L12ed3Y3eQ1&amp;ust=1550447408873739">https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjF86jKucHgAhUIUhoKHTlLC4sQjRx6BAgBEAU&amp;url=http%3A%2F%2Fnoctulachannel.com%2Flince-iberico-portugal%2F&amp;psig=AOvVaw2L3s03W8388L12ed3Y3eQ1&amp;ust=1550447408873739</a><br>ou <br><a href="http://joyfimg.pw/Lince-Ibrico-en-la-Sierra-de-Andjar-Jan-Spain-Cats-amp-more-cats.html">http://joyfimg.pw/Lince-Ibrico-en-la-Sierra-de-Andjar-Jan-Spain-Cats-amp-more-cats.html</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-16 16:59:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exemplo de uma teia alimentar que representa a interação do lince-ibérico no ecossistema:  </title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/332016250</link>
         <description><![CDATA[<div>Visto que as relações que o lince pratica no ecossistema são maioritariamente interespecíficas e em busca de alimento (relações tróficas), elaborámos uma teia alimentar que descreva essa sua “atividade” enquanto macroconsumidor e, em termos de nutrição, um heterotrófico por ingestão. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-16 17:00:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Análise da teia alimentar e conclusão</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/332016341</link>
         <description><![CDATA[<div> Ao analisarmos as relações estabelecidas pelo lince-ibérico, é previsível o modo como o desaparecimento desta espécie afetará um dado ecossistema, uma vez que esta tem grande impacto nas cadeias e redes tróficas. </div><div>Com a extinção do lince-ibérico, a população de coelhos-bravos aumentará muito e, consequentemente, o alimento destes irá diminuir, provocando assim um desequilíbrio no ecossistema onde ambos habitam e em todos os outros, uma vez que os ecossistemas estão inter-relacionados, sendo dependentes uns dos outros e qualquer alteração num deles reflete-se e afeta todos os outros, direta ou indiretamente.<br><br>Fig9 -<br><a href="https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjU5f2GusHgAhVq6uAKHdb9CEQQjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fterrasdabeira.gmpress.pt%2Fministerio-ambiente-sustenta-que-a-caca-no-sul-da-serra-da-malcata-e-boa-para-a-conservacao-dos-recursos-naturais%2F&amp;psig=AOvVaw0J5YsWigGoMKt_ax80FqDV&amp;ust=1550447735570886">https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjU5f2GusHgAhVq6uAKHdb9CEQQjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fterrasdabeira.gmpress.pt%2Fministerio-ambiente-sustenta-que-a-caca-no-sul-da-serra-da-malcata-e-boa-para-a-conservacao-dos-recursos-naturais%2F&amp;psig=AOvVaw0J5YsWigGoMKt_ax80FqDV&amp;ust=1550447735570886</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-16 17:01:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>B.I. do Lince-Ibérico</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/332049330</link>
         <description><![CDATA[<div>O macho é maior que a fêmea, sendo que ambos têm cerca de 50 a 70 cm de altura e entre 85 a 100 cm de comprimento, mas o peso médio da fêmea é de 9 a 10kg, ao passo que o do macho é dos 12 aos 14 kg. Para além disso ambos têm em média 13 anos (10 a 15 anos) de longevidade máxima na Natureza e de 20 anos em cativeiro.<br> <br>(Tabela com estas informações)<br> |                           | Fêmea    | Macho<br> | Altura               |         50 a 70 cm<br> | Comprimento |         85 a 100 cm<br> | Peso médio    | 9 a 10 Kg  | 12 a 14 Kg<br> | Longevidade máxima na Natureza            |         10 a 15 anos<br> | Longevidade máxima em cativeiro             |         20 anos<br><br>Fig.5- <a href="https://image.slidesharecdn.com/ap-5ganimaisemviasdeextino2009-2010-100622062504-phpapp02-110426154536-phpapp02/95/ap-5ganimaisemviasdeextino20092010100622062504phpapp02-7-728.jpg?cb=1303833019">https://image.slidesharecdn.com/ap-5ganimaisemviasdeextino2009-2010-100622062504-phpapp02-110426154536-phpapp02/95/ap-5ganimaisemviasdeextino20092010100622062504phpapp02-7-728.jpg?cb=1303833019</a> <br>ou<br><a href="https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwiIz-rdw8PgAhUH2BoKHYtwBJAQjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fclmblog.info%2Fap-728-cb-bilhete-identidade-animais&amp;psig=AOvVaw2Z0wqbWuDHw3t_UZSOWjft&amp;ust=1550519054637645">https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwiIz-rdw8PgAhUH2BoKHYtwBJAQjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fclmblog.info%2Fap-728-cb-bilhete-identidade-animais&amp;psig=AOvVaw2Z0wqbWuDHw3t_UZSOWjft&amp;ust=1550519054637645</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-16 23:26:27 UTC</pubDate>
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         <title>O que é uma célula</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/334456597</link>
         <description><![CDATA[<div>A célula é a unidade básica funcional e estrutural da vida,  a unidade de reprodução, desenvolvimento e hereditariedade de todos os seres vivos e todas as células provém de outras pré-existentes- <strong>Teoria Celular.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 16:39:42 UTC</pubDate>
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         <title>Células nos seres vivos</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/334456957</link>
         <description><![CDATA[<div>Os seres vivos podem ter dois tipos de células:</div><ul><li>  Células Procarióticas (células sem núcleo individualizado do citoplasma);</li><li>Células Eucarióticas (células com núcleo individualizado do citoplasma).</li></ul><div>Os seres vivos eucariontes - com células eucarióticas - podem ser unicelulares (se tiverem apenas uma célula), ou pluricelulares (com mais de uma célula), e as células eucarióticas podem ser animais ou vegetais. <br><a href="http://image.slidesharecdn.com/lacelulaparte1-091129172707-phpapp01/95/la-clula-introduccin-9-728.jpg?cb=1259912201">http://image.slidesharecdn.com/lacelulaparte1-091129172707-phpapp01/95/la-clula-introduccin-9-728.jpg?cb=1259912201</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 16:42:41 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Células Eucariótivas</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/334457835</link>
         <description><![CDATA[<div>As células eucarióticas (o tipo de células que observámos ao MOC) são células que, em relação ás procarióticas, são mais evoluídas e complexas-com vários organelos membranares-, com um núcleo bem individualizado do citoplasma- delimitado por um invólucro nuclear -e com a maioria do DNA associado a proteínas distribuído por vários cromossomas encerrados no núcleo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 16:50:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Células animais vs Células vegetais</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/334458935</link>
         <description><![CDATA[<div>Existem dois tipos de células eucarióticas: </div><ul><li>Células Animais (Fig. 2- célula animal)</li><li>Células Vegetais (Fig. 1- célula vegetal)</li></ul><div><a href="https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRSJvHWe9zQHMggEMjhasV9lQAMpTPnc34cHQKPVukIHK4iCTaDTg">https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRSJvHWe9zQHMggEMjhasV9lQAMpTPnc34cHQKPVukIHK4iCTaDTg</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 17:00:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Utilização de corantes</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/334460825</link>
         <description><![CDATA[<div>Para observámos as células utilizou se o MOC- uma vez que estas apresentam reduzidas dimensões-e para conseguirmos evidenciar/ distinguir estruturas específicas das mesmas (células)- visto que não apresentam contraste ao MOC- utilizamos três corantes diferentes:<br><br></div><ul><li>Vermelho neutro  → de modo a corar/evidenciar o vacúolo;</li><li>Azul de metileno  → de maneira a corar e evidenciar o núcleo;</li><li>Água iodada  → para evidenciar  a parede celular.</li></ul><div><br>Tal é possível uma vez que determinados constituintes celulares tendem a absorver certos corantes, enquanto que outros não têm essa capacidade→ diferentes estruturas absorvem diferentes corantes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 17:15:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estruturas específicas das células animais</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/334475667</link>
         <description><![CDATA[<div>(Para além das presentes em ambos os tipos de célula):</div><ul><li>Lisossomas</li><li>Centríolos</li></ul><div><a href="https://biocienciascjkpf.files.wordpress.com/2017/02/1231.jpg">https://biocienciascjkpf.files.wordpress.com/2017/02/1231.jpg</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 19:28:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estruturas específicas das células vegetais</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/334475936</link>
         <description><![CDATA[<div>(Para além das presentes em ambos os tipos de célula):</div><ul><li>Cloroplastos</li><li>Parede Celular</li><li>Vacúolo de grandes dimensões (não própria apenas da célula vegetal, mas com uma maior dimensão que na célula animai)</li></ul><div><a href="https://sites.google.com/site/canaldaagropecuariakanashiro/_/rsrc/1368489327812/biologia-celular/esquema-da-celula-vegetal/celvegetal1.jpg">https://sites.google.com/site/canaldaagropecuariakanashiro/_/rsrc/1368489327812/biologia-celular/esquema-da-celula-vegetal/celvegetal1.jpg</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 19:31:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estruturas/organelos constituintes presentes em ambos os tipos de células eucarióticas:</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/334476914</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Núcleo</li><li>Retículo Endoplasmático</li><li>Ribossomas</li><li>Membrana Celular</li><li>Complexo de Golgi</li><li>Mitocôndrias</li><li>Citoplasma</li><li>Vacúolo</li><li>Citoesqueleto </li></ul><div><a href="https://i.ytimg.com/vi/j_kbevNRV50/maxresdefault.jpg">https://i.ytimg.com/vi/j_kbevNRV50/maxresdefault.jpg</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 19:43:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Células Vegetais- Células da epiderme da cebola</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/334484079</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 21:10:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/334484459</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.1- Observação de células da epiderme da cebola ao MOC com corante vermelho neutro, ampliação total de 400x.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 21:15:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/334484774</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.1.1- Esquema legendado da observação de células da epiderme da cebola ao MOC com corante vermelho neutro, ampliação total de 400x.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 21:18:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/334484909</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig. 4 -Observação das células da epiderme do caule da tradescância ao MOC, ampliação total 400x. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/321722664/da64de89e6e2185939131ab92df378e5/tradesc_ncia.jpg" />
         <pubDate>2019-02-23 21:19:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/334485190</link>
         <description><![CDATA[<div>Nota: No esquema está representado um estoma-estrutura que permite as trocas gasosas nas plantas-, uma estrutura particular só observada no caule da tradescância. <br><br>Fig. 4.1 -Esquema legendado da observação das células da epiderme do caule da tradescância ao MOC, ampliação total de 400x.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 21:22:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/334485291</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig 5- Observação de células do epitélio lingual/bucal ao MOC com corante azul de metileno, ampliação total de 400x.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/321722664/a84b4db504657bded775ec8c611b2f11/epit_lio_lingual.jpg" />
         <pubDate>2019-02-23 21:23:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/334485414</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.2- Observação de células da epiderme da cebola ao MOC com corante azul de metileno, ampliação total de 400x.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/321722664/a00d1ec22bb1e371a3750a56880176fe/azul_de_metileno.jpg" />
         <pubDate>2019-02-23 21:25:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/334485773</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig 2.1- Esquema legendado da observação de células da epiderme da cebola ao MOC com corante azul de metileno, ampliação total de 400x.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/321722664/7aeb4dc6a2ed3a3519c6a0aaa5932bf7/metileno_esquema.jpg" />
         <pubDate>2019-02-23 21:29:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/334485932</link>
         <description><![CDATA[<div>Nota: Podemos ver o núcleo (embora não seja o "objetivo" com este corante) e observar que este se encontra "empurrado" para a periferia da célula/junto da parede, o que se supõe que seja pela presença de um grande vaúolo. <br><br>Fig. 3-Observação de células da epiderme da cebola ao MOC com corante água iodada, ampliação total de 400x.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 21:30:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/334485995</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig. 3.1- Esquema legendado da observação de células da epiderme da cebola ao MOC com corante água iodada, ampliação total de 400x.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/321722664/994c9ac36f9425884d93409cebceffd3/esquema_agua_iodada.jpg" />
         <pubDate>2019-02-23 21:31:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>       Observação ao MOC- microscópio ótico composto </title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/334486702</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 21:40:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/334486814</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig. 5.1- Esquema da observação de células ddo epitélio lingual/bucal ao MOC com corante azul de metileno, ampliação total de 400x.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 21:41:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>                Discussão</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/334486890</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 21:42:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estruturas comuns observadas em ambos os tipos de células</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/334487188</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Núcleo</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 21:46:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estruturas apenas observáveis num dos tipos de células</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/334487372</link>
         <description><![CDATA[<div>Nas células vegetais foi possível observar parede celular, vacúolo* e cloroplastos que não se observaram nas células animais.<br><br>*é uma estrutura comum a ambos os tipos de células eucarióticas, mas de menores dimensões nas células animais, sendo que só foi possível observar nas células vegetais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 21:48:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Outros aspetos comuns, mas não observados</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/334487392</link>
         <description><![CDATA[<div>Outros organelos/estruturas não observados, mas que existem, são: </div><ul><li>Membrana celular</li><li>Ribossomas</li><li>Retículo Endoplasmático</li><li>Mitocôndrias</li><li>Complexo de Golgi</li><li>Citoesquelto </li><li>Citoplasma</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 21:48:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Outras estruturas diferentes que não foram observadas</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/334487410</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Centríolos e lisossomas (nas células animais);</li><li>As diferenças no tamanho dos vacúolos (pois não foi possível ver o vacúolo nas células animais).</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 21:48:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diferenças e semelhanças observadas entre as células animais e vegetais </title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/334489683</link>
         <description><![CDATA[<div>Ambos os tipos de células eucarióticas, como foi possível observar, apresentam <strong>organelos e estruturas celulares em comum,</strong> mas também apresentam algumas diferenças, como <strong>estruturas específicas de cada tipo</strong> (animal ou vegetal, não sendo comuns aos dois) e também a sua<strong> forma é diferente</strong>: as células vegetais (ex.: da epiderme da cebola) têm uma forma mais <strong>geométrica</strong> do que as células animais (ex.: do epitélio lingual), devido à sua parede celular- estrutura rígida que suporta e protege a célula- e encontram-se (células vegetais) todas <strong>unidas</strong>, ao passo que nas células animais, por não possuírem essa parede rígida, é possível ver alguns <strong>bordos dobrados</strong> e observámos que estas se encontram <strong>dispersas</strong>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 22:19:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>                Conclusão</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/334489806</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 22:21:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Células Vegetais- Células da epiderme do caule da tradescância</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/334494380</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 23:30:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Células animais- Células do epitélio bucal</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/334494431</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 23:31:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Osmose</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/337385745</link>
         <description><![CDATA[<div>A osmose é um transporte transmembranar passivo (ocorre sem gasto de energia) em que ocorre a difusão de moléculas de água entre dois meios separados por uma membrana com permeabilidade seletiva (permeável à água e pouco permeável ou impermeável às substâncias dissolvidas-solutos), de modo/ com o objetivo de equilibrar a concentração da solução. Essa ação é realizada até que a pressão osmótica* fique estabilizada.<br><br>https://www.dicasfree.com/wp-content/uploads/osmose.jpg</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/321722664/32d3093ea302082004c4c176844f3f5c/osmose.jpg" />
         <pubDate>2019-03-04 09:35:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pressão osmótica</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/337388515</link>
         <description><![CDATA[<div>A pressão osmótica é a <strong>pressão necessária para contrabalançar</strong> a tendência da água se mover de uma solução com elevada concentração de moléculas de água para uma solução com baixa concentração de moléculas de água.<br>Ou seja, a pressão osmótica é a resistência à passagem/ ao movimento da água - exercida pelo meio mais concentrado.<strong><br></strong><br>http://www.biologianet.com/upload/conteudo/images/2014/12/osmose(1).jpg<br><br>https://s5.static.brasilescola.uol.com.br/img/2017/11/pressao-sobre-a-solucao.jpg<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/321722664/399fafa3c0e54f333771c32b078ba1ff/imagem.png" />
         <pubDate>2019-03-04 09:46:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tipos de meios</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/337392750</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Meio hipertónico</strong>: meio onde a concentração de soluto é superior em relação a outro meio;</li><li><strong>Meio hipotónico</strong>: meio onde a concentração de soluto é menor em relação a outro meio;</li><li><strong>Meio isotónico</strong>: quando a concentração de soluto é igual nos dois meios.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-04 10:01:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>        Atividade prática
</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/337393472</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-04 10:03:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1º Preparação- Meio extracelular hipotónico: água destilada </title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/337393602</link>
         <description><![CDATA[<div>Na primeira preparação foram colocadas as células da epiderme das pétalas da camélia em água destilada, ou seja, em contacto com um <strong>meio</strong> <strong>extracelular hipotónico.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-04 10:04:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/337395352</link>
         <description><![CDATA[<div>Observou-se que :</div><ul><li> a água entrou para o vacúolo, enchendo-se este de água e ficando de maiores dimensões, ocupando grande espaço na célula;</li><li> a cor dos vacúolos das células da epiderme da pétala da camélia ficaram mais claros, pois os pigmentos afastaram-se/ficaram mais diluídos;</li><li>desenvolveu-se uma pressão de turgercência*<sup>1</sup> que comprimiu o citoplasma e o núcleo*<sup>2</sup> contra a parede celular;</li><li>a célula ficou túrgida.</li></ul><div><br>*<sup>1 </sup>→ pressão de turgercência: pressão que o conteúdo celular exerce sobre a parede da célula que, por sua vez, oferece resistência a essa pressão</div><div><br>*<sup>2 </sup>→ embora não se consiga visualizar o núcleo (por não estar evidenciado com o corante azul de metileno), é possível observar que o vacúolo de grandes dimensões ocupa um grande espaço na célula vegetal, empurrando os outros organelos contra a parede celular. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-04 10:10:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Porquê a utilização de camélias??</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/337400028</link>
         <description><![CDATA[<div>A camélia é uma flor cujas suas pétalas contêm células (na epiderme) que possuem pigmentos que permitem distinguir o vacúolo dos outros organelos ao MOC (sem a utilização de corantes), de modo  a visualizarmos as alterações no seu volume. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-04 10:30:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig.1- Observação das células da epiderme das pétalas da camélia ao MOC em água destilada, ampliação 400x.</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/337410296</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-04 11:12:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig 1.1- Esquema legendado da observação das células da epiderme das pétalas da camélia ao MOC em água destilada, ampliação 400x. </title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/337410545</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-04 11:13:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/337411340</link>
         <description><![CDATA[<div>A interação das <strong>células vegetais </strong>quando estas ficam em contacto com um meio extracelular:</div><ul><li><strong>Isotónico</strong>: o fluxo de água é igual nos dois sentidos- célula <strong>flácida</strong><strong><sup>*3</sup></strong>;</li><li><strong>Hipotónico:</strong> os vacúolos enchem-se com água, desenvolvendo uma<strong> pressão de turgercência</strong> (pressão que o conteúdo celular exerce sobre a parede da célula que por sua vez oferece resistência a essa pressão), comprimindo o citoplasma e o núcleo contra a parede ficando a<strong> célula túrgida*</strong><strong><sup>2</sup></strong><strong>;</strong> </li><li><strong>Hipertónico: </strong>os vacúolos perdem água para o exterior da célula, o que faz com que diminua de volume e fique <strong>plasmolisada*</strong><strong><sup>1</sup></strong>.</li></ul><div><br>Nesta atividade prática tentámos comprovar que a a movimentação da água entre as células e os meios é feita desta forma - contra o gradiente de concentração do soluto-, testando a interação entre os meios hipotónico e hipertónico com as células vegetais da epiderme das pétalas da camélia .</div><div><br></div><div>https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/1/10/Turgor_pressure_on_plant_cells_diagram-es.svg/1200px-Turgor_pressure_on_plant_cells_diagram-es.svg.png</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-04 11:17:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2º Preparação- meio extracelular hipertónico : solução de cloreto de sódio a 12% </title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/337412138</link>
         <description><![CDATA[<div>Na segunda preparação utilizou-se uma solução de cloreto de sódio a 12 %, de maneira a que as células da epiderme da pétala da camélia estivessem em contacto com um <strong>meio extracelular hipertónico.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-04 11:21:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>                 Conclusão</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/337725807</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-05 00:37:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Permeabilidade seletiva da membrana celular e movimentação da água na osmose</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/337850477</link>
         <description><![CDATA[<div>Através desta atividade prática conclui-se também que a membrana celular tem permeabilidade seletiva, sendo mais permeável à água e impermeável/ pouco permeável ao cloreto de sódio, visto que na segunda preparação, de modo a tentar igualar as concentrações entre ambos os meios, não houve qualquer movimentação do NaCl (cloreto de sódio) para dentro da célula, mas houve apenas movimentação da água do meio com maior concentração de água e menor concentração de soluto <strong>(meio hipotónico</strong>) - interior da célula vegetal- para o meio com menor concentração de água e maior concentração de soluto <strong>(meio hipertónico) - </strong>meio extracelular → comprova a hipótese da permeabilidade seletiva da membrana celular.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-05 11:38:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Interações com o meio extracelular</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/337858189</link>
         <description><![CDATA[<div>Relembrando que a osmose é um transporte contra o gradiente de concentração de soluto → a água movimenta-se do meio hipotónico para o meio hipertónico:<br><strong>Numa célula animal, </strong>quando a célula fica em contacto com um meio extracelular: </div><ul><li><strong>Isotónico</strong>: o fluxo de água entre a célula e o meio é igual; </li><li><strong>Hipotónico</strong>: a água entra na célula, podendo provocar a lise celular → a célula pode arrebentar;</li><li><strong>Hipertónico</strong>: a água sai da célula para o meio, ficando esta enrugada. </li></ul><div>https://static.todamateria.com.br/upload/os/mo/osmose-0-cke.jpg</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-05 12:10:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/337902460</link>
         <description><![CDATA[<div>Já a interação estabelecida entre uma célula vegetal e o meio extracelular é diferente das células animais. <br>Isto deve-se, pois (embora também entre e saia água para a célula- neste caso para o vacúolo) as células vegetais têm uma parede celular rígida que lhe confere integridade (à célula), quer esta esteja plasmolisada *<sup>1</sup>, túrgida*<sup>2</sup> ou flácida*<sup>3</sup>, ao passo que a célula animal pode ficar enrugada ou sofrer lise celular.<br><br>https://pontobiologia.com/wp-content/uploads/2017/08/slide_25.jpg</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-05 14:05:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/338172758</link>
         <description><![CDATA[<div>Resultante disto: </div><ul><li>a água movimentou-se do vacúolo para o exterior da célula → ao invés de entrar NaCl; </li><li>o vacúolo diminuiu de tamanho;</li><li>com a diminuição do potencial de água, a concentração de pigmentos no interior dos vacúolos aumentou, conferindo uma cor mais intensa/ escura a estes organelos.  </li><li>a célula ficou plasmolisada. </li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-05 22:51:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig.2- Observação das células da epiderme das pétalas da camélia ao MOC em solução aquosa de cloreto de sódio 12%, ampliação 400x.</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/338174966</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-05 23:03:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig. 2.2- Esquema legendado da observação das células da epiderme das pétalas da camélia ao MOC em solução aquosa de cloreto de sódio 12, ampliação 400x.</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/338185263</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-05 23:57:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/338185263</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Conclusão final</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/338189593</link>
         <description><![CDATA[<div>Concluindo, com a realização desta atividade prática foi possível comprovar que a difusão da água na osmose ocorre do meio hipotónico para o meio hipertónico. <br>           <br>Melhor dizendo: <br><br>Através desta atividade prática foi possível concluir que a água move-se do meio em que a sua concentração em moléculas de água é mais elevada e é mais baixa a concentração do soluto (P1a) para o meio em que a concentração de moléculas de água é mais baixa e há maior concentração de soluto (P2a), ou seja, a água move-se de regiões de elevado potencial de água para regiões de baixo potencial de água, passando por uma membrana semi-permeável - permeável à água mas impermeável ao soluto-, de modo a tentar igualar as concentrações de ambos os meios (P1b e P2b).<br>                               <br>http://www.todoestudo.com.br/wp-content/uploads/2016/05/720px-Osmose_en.svg_.png<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 00:20:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cor dos vacúolos</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/338649591</link>
         <description><![CDATA[<div>A cor dos vacúolos presentes nas células das pétalas da camélia sofreram alterações com a osmose, pois:</div><div>               <strong>Na</strong> <strong>1º Preparação-<br>                 Célula túrgida <br></strong>As células da epiderme da pétala da camélia, nesta preparação, estavam envolvidas por um meio extracelular com maior potencial de água. Deste modo, a água movimentou-se do meio extracelular para dentro dos vacúolos. Estes encheram-se de água, tornando o meio intracelular mais diluído para um mesmo número de pigmentos existentes. Assim, estes afastaram-se mais, dando uma tonalidade mais clara ao vacúolo.<br><br>              <strong>Na</strong> <strong>2º Preparação-<br>            Célula plasmolisada <br></strong>Na segunda preparação, as células da epiderme das pétalas da camélia estavam envolvidas por um meio com menor potencial de água que o meio intracelular. Visto isto, a água movimentou-se do meio intracelular para o meio extracelular. Como consequência,<strong> </strong>os pigmentos presentes no vacúolo juntaram-se mais, sendo que em maiores concentrações/mais concentrados a cor do vacúolo ficou mais densa/escura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 23:01:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Falsa Generalização</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/338653572</link>
         <description><![CDATA[<div>Mesmo assim, não devemos generalizar os resultados desta atividade, visto que uma generalização implicaria a existência de outras experiências → pois não podemos validar uma hipótese com base numa única observação. Para podermos generalizar os resultados deveríamos realizar novas experiências com outras espécies de planta e mesmo com células animais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 23:20:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/338657730</link>
         <description><![CDATA[<div>Em ambas as preparações é possível ver e comprovar que a água movimentou-se <strong>do meio hipotónico </strong>(com maior potencial de água/menos concentração de soluto) <strong>para o meio hipertónico </strong>(menos potencial de água/maior concentração de soluto).<br>Esta movimentação da água é a razão pela qual o tamanho e coloração dos vacúolos é diferente em ambas as preparações. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 23:42:34 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>                    Fim !</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/338669248</link>
         <description><![CDATA[<div>https://st.depositphotos.com/1007168/2980/i/950/depositphotos_29805973-stock-photo-water-drop-cartoon-character-showing.jpg</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-07 00:46:42 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão sobre a visita</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/346611410</link>
         <description><![CDATA[<div>Na minha perspetiva, esta aula de campo foi a maneira perfeita de vermos as marcas do passado registadas nas rochas desta zona do nosso país e de vermos também as alterações a nível geológico que cá ocorreram ao longos dos anos até atualmente. <br>Eu nunca tinha visitado esta bela cidade e estou certa de que se cá viesse anteriormente, não teria visitado e visto o que tive a oportunidade nesta viagem. <br>Para além disso, esta aula de campo foi bastante divertida, pois pudemos convivemos todos juntos enquanto aprendíamos, criando memórias (entre alunos e professores também) que ficarão para sempre lembradas nos nossos corações.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 15:56:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Objetivo da visita</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/346791729</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste dia, 8 de março de 2019, fizemos uma viagem até Peniche com um objetivo: Durante esta aula de campo andámos de local em local da península de Peniche, de modo a tentarmos perceber como esta era há uns milhões de anos e as alterações que ocorreram até à atualidade. <br><br>Fig. 1→ Peniche atualmente</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 16:11:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Percurso percorrido</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/346791743</link>
         <description><![CDATA[<div>Entre algumas caminhadas e viagens de autocarro, o percurso que fizemos foi o seguinte: </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 16:11:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1º Local  ➡️ Praia da consolação</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/346795352</link>
         <description><![CDATA[<div>O primeiro local que visitámos foi a Praia da Consolação, onde encontramos fósseis de corais (seres vivos que habitam águas quentes e pouco profundas) marcados nas rochas desta praia. Estes fósseis de fáceis indicam-nos que, durante o período de tempo entre a morte desses seres e a sua fossilização, o ambiente era submerso e que, como na atualidade estes estratos com fósseis estão a cima do nível médio das águas do mar, ocorreu uma regressão marinha. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 16:46:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2º Local ➡️ Praia do Baleal</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/346795525</link>
         <description><![CDATA[<div>O segundo lugar que visitamos foi o Baleal, uma praia com arribas de rochas sedimentares (argilas vermelhas ou cinzentas e de arenitos vermelho-amarelados),  mas também com a presença de calcário, onde fomos capazes de observar fósseis do molde externo  de duas amonites preservadas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 16:48:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O lugar que mais me cativou</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/346797068</link>
         <description><![CDATA[<div>De entre todas as paisagens geológicas que observámos, o Cabo Carvoeiro foi o lugar que mais me despertou interesse pois, na minha opinião, foi o lugar com a paisagem mais bonita. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 17:00:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cabo Carvoeiro</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/346797200</link>
         <description><![CDATA[<div>A paisagem geológica que foi possível observar no Cabo Carvoeiro era constituída por campos de lápias, pela "Nau dos Corvos", e pela vista do Arquipélago das Berlengas no Oceano Atlântico. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 17:01:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Arquipélago das Berlengas</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/346811946</link>
         <description><![CDATA[<div>Do local onde nos encontravámos (nos campos de lapiás do Cabo Carvoreiro) era possível observar o arquipélago das Berlengas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 19:30:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/346812298</link>
         <description><![CDATA[<div>A "maior" ilha é a das Berlengas, ao passo que as outras são as ilhas Farilhões e Forcadas.<br>O facto da ilha das Berlengas ser maior e menos erodida do que as restantes deve-se a esta ser formada por granitos, ao passo que  Farilhões e Forcadas são constituídos por rochas metamórficas como o gnaisse e o micaxisto (rochas mais facilmente e rapidamente erodidas que o granito).</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 19:34:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>5º Local ➡️ Ponta do trovão e Praia do abalo </title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/346816262</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste local, também conhecido como "a praia dos charutos", encontrámos uma enorme abundância de fósseis de belemenites e alguns fósseis de amonites, em calcários e margas do Pliensbaquiano (190-182 M.a.).</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 20:16:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/346817100</link>
         <description><![CDATA[<div>Para além dos fósseis preservados, vimos também sequências de estratos nas arribas desta praia (estratos de rochas sedimentares e, devido à pressão dos estratos adjacentes, metamórficas) . <br><br>Estes estratos são atualmente visíveis graças à rutura da Pangeia há, aproximadamente, 200 M.a, no Mesozóico. <br>Se fôssemos analisar os estratos do outro bloco rochoso que se separou da Praia da Consolação (pela atuação de forças distensivas e levou à consequente abertura do Oceano Atlântico naquele local), veríamos que estes iriam coincidir, pois os estratos depositaram-se  horizontalmente e continuamente ao longo da bacia sedimentar Lusitana (principio da continuidade lateral). </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 20:18:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/346824882</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.2 <strong>→ </strong>Disposição dos continentes durante o Jurássico superior (zona da futura Península Ibérica em destaque).</div><div>Imagem: geologypage.com (adaptada)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 21:22:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>6º Local ➡️ Papôa</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/346881494</link>
         <description><![CDATA[<div>Na Papôa foi possível observar uma brecha com gnaisse e granito das Berlengas (originada no Mesozóico por uma possível erupção vulcânica), e os ”restos” da presença de um antigo cone vulcânico na região, comprovada  através da presença de basaltos acastanhados (pela oxidação do ferro) e outras rochas magmáticas resultantes de erupções vulcânicas. <br>Também havia evidências da ocorrência de uma suposta erupção explosiva que ocorreu como consequência da entrada de água na câmara magmática.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 12:29:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>3º Local ➡️ Remédios </title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/346882000</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste local conseguimos observar uma paisagem geológica em que predominam calcários. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 12:33:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/346882706</link>
         <description><![CDATA[<div>Para além disso, também conseguimos ver pequenos fragmentos de corais, gastrópodes e crinoides, destacando-se a presença da espécie de crinoide <em>Pentacrinus penichensis </em>nas rochas.  <br><br>Foto de crinoides da espécie <em>Pentacrinus penichensis. </em></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 12:42:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/346903094</link>
         <description><![CDATA[<div>Fóssil de amonite, Baleal</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 15:35:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Campos de lapiás</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/346913457</link>
         <description><![CDATA[<div>Dos Remédios até o Cabo Carvoeiro estende-se uma paisagem cársica formada por lapiás, com cerca de 1 km de extensão e algumas dezenas de metros de largura. <br>Esses campos de lápias, compostos por sedimentos carbonatados do Jurássico inferior a médio (cerca de 180 M.a.), resultaram da dissolução do carbonato de cálcio das rochas de calcário, por fatores como o ácido carbónico (fruto da reação entre a água do mar e o dióxido de carbono) presente nas chuvas ácidas e na água do mar. <br>O efeito erosivo dessas águas ácidas transformou o calcário nos campos de lápias que conhecemos atualmente. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 16:50:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nau dos corvos</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/aJoanaCosta/lv3gvvaudow5/wish/346921347</link>
         <description><![CDATA[<div> A Nau dos Corvos deve o seu nome a uma rocha com forma de nau e que é frequentada, normalmente, por aves marinhas. Esta estrutura, composta por rochas metamórficas, tem sofrido erosão ao longo dos anos por ação do vento e das águas do mar.<br><br></div><div>Do Cabo Carvoeiro, para além da vista para esta estrutura rochosa também temos uma vista fantástica para o Atlântico, que ainda alcança, lá ao longe, as Berlengas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 17:46:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>4º Local Cabo Carvoeiro</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
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         <description><![CDATA[<div>Depois de partirmos de Remédios, chegámos ao Cabo Carvoeiro. Lá ainda podíamos ver a presença de rochas de calcário-mas mais erodidas pela ação de águas ácidas-, assim como podíamos ver uma estrutura rochosa- "Nau dos Corvos"- e ainda conseguíamos observar o Arquipélago das Berlengas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 19:50:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O lugar que mais me cativou</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 21:29:13 UTC</pubDate>
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         <title>   Reflexão acerca da visita</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 21:58:56 UTC</pubDate>
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         <title>                            Fim!</title>
         <author>aJoanaCosta</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 23:59:39 UTC</pubDate>
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