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      <title>My harmonious padlet by Francielly Sayonara De Lima</title>
      <link>https://padlet.com/franciellysayonara/lu14bc1kc3l3</link>
      <description>Made with the best of intentions</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-09-04 18:27:01 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2016-09-05 02:04:57 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Pesquisa identifica como proteína protege células contra HIV</title>
         <author>franciellysayonara</author>
         <link>https://padlet.com/franciellysayonara/lu14bc1kc3l3/wish/121496942</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma nova pesquisa desenvolvida no Centro Médico NYU Langone, nos Estados Unidos, identificou um mecanismo pelo qual o corpo se defende do vírus HIV. Os autores do estudo descobriram que uma proteína chamada SAMHD1, presente em algumas células do sistema imunológico, impede o HIV de roubar o material genético das células e, assim, de se reproduzir. Os resultados, que foram publicados nesta segunda-feira na revista<em>Nature Immunology</em>, podem ser fundamentais para novas abordagens terapêuticas que buscam retardar a progressão do vírus da Aids.<br><br></div><div>Pesquisas recentes haviam observado que as células dendríticas, que fazem parte do sistema imunológico e que têm uma proteína chamada SAMHD1, são resistentes ao vírus HIV. A partir daí, diversos cientistas vêm buscando compreender melhor a ação dessa proteína, e essa foi a primeira vez em que foi isso foi explicado.<br><br></div><div><strong>Infecção-</strong> Quando o vírus HIV se instala no organismo, ele rouba o material genético das células e o utiliza para se reproduzir. Os autores desse novo estudo descobriram que a proteína SAMHD1 destrói o DNA que é ‘sequestrado’ pelo HIV, deixando o vírus sem ter como construir sua própria informação genética. “A SAMHD1 priva o vírus de se multiplicar. O HIV entra nas células, mas nada acontece, pois não tem como fabricar seu DNA”, afirma o coordenador do estudo, Nathaniel Landau. Como consequência, a forma mais comum do vírus não consegue infectar as células de defesa que têm essa proteína, mas é capaz de se replicar em outras, como nos linfócitos T CD4.<br><br></div><div><br></div><div>De acordo com os pesquisadores, o HIV é extremamente inteligente ao atacar nosso sistema imunológico. Para a ciência, entender de que forma proteínas como a SAMHD1 são capazes de proteger o organismo contra o vírus pode fornecer novos caminhos no combate à aids. Para Landau, aumentar a quantidade da proteína em células desprovidas de SAMHD1 pode ser um caminho. “Esse é um momento muito excitante nas pesquisas sobre HIV. Muitos dos segredos do vírus estão sendo revelados e estamos aprendendo muito sobre como o nosso sistema imunológico funciona”, diz Landau.<br><br></div><div><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-09-04 18:30:27 UTC</pubDate>
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         <title>Estudo identifica proteína que &#39;dirige&#39; conversão de aprendizado em memória</title>
         <author>franciellysayonara</author>
         <link>https://padlet.com/franciellysayonara/lu14bc1kc3l3/wish/121497074</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>Cientistas encontraram novas informações sobre a função de uma importante proteína no cérebro utilizada no processo que transforma o aprendizado em memória de longo prazo.</strong></div><div><br>Em artigo na revista científica <em>Nature Neuroscience</em>, eles afirmam que mais pesquisas sobre o papel da proteína Arc (<em>actin-regulated cytoskeleton</em>) poderia ajudar na busca por novos tratamentos contra doenças neurológicas.</div><div><br>A mesma proteína pode ser um fator atuante no autismo, dizem os cientistas. Pesquisas recentes detectaram a falta da proteína Arc no cérebro de pacientes de Alzheimer e indicado que a função da proteína era crucial.</div><div><br>Para o professor de neurologia e fisiologia da Universidade da Califórnia Steve Finkbeiner, que liderou a nova pesquisa, "cientistas já sabiam que a Arc estava envolvida na memória de longo prazo, porque estudos em cobaias com falta dessa proteína podiam aprender novas tarefas, mas falhavam ao tentar lembrá-las no dia seguinte".</div><div><br>Os novos experimentos, mais aprofundados, revelaram que a proteína Arc age como um "regulador mestre" dos neurônios durante o processo de formação da memória de longo prazo.</div><div><br>A pesquisa revelou que, durante a formação da memória, certos genes eram ativados e desativados em intervalos de tempo específicos para que fossem geradas as proteínas que ajudam os neurônios a estabelecer novas memórias.</div><div><br>Direção</div><div><br>Os cientistas descobriram que a proteína Arc "dirigia" esse processo, a partir do núcleo do neurônio.</div><div><br>Finkbeiner disse que pessoas com falta dessa proteína poderiam ter problemas de memória.</div><div><br>"Cientistas descobriram recentemente que a Arc se esgotava no hipocampo - o centro da memória no cérebro - em pacientes de Alzheimer."</div><div><br>"É possível que estas interrupções durante o processo de controle homeostático possam contribuir para o aprendizado e para os deficit de memória em pacientes de Alzheimer."</div><div><br>A pesquisa também confirmou que disfunções na produção e transporte da proteína Arc podem ter uma papel-chave no autismo.</div><div><br>A Síndrome do X Frágil, por exemplo, vista como uma causa comum tanto de autismo como de retardo mental, afeta diretamente a produção de proteína Arc em neurônios.</div><div><br>O time californiano de cientistas afirmou que mais estudos são necessários sobre a função da proteína Arc para a saúde humana.</div><div><br>Eles ressaltaram que entender o papel da Arc em doenças poderia contribuir para uma maior compreensão desses problemas e ajudar na criação de novas estratégias terapêuticas para combatê-las.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-09-04 18:33:47 UTC</pubDate>
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         <title>Novas pesquisas vacinais baseadas em proteínas recombinantes do vírus dengue</title>
         <author>franciellysayonara</author>
         <link>https://padlet.com/franciellysayonara/lu14bc1kc3l3/wish/121497183</link>
         <description><![CDATA[<div>O presente projeto visa dar continuidade a pesquisas de novas estratégias vacinais para o controle da dengue no Laboratório de Desenvolvimento de Vacinas (LDV) da USP. O trabalho envolve o uso proteínas recombinantes, estruturais e não estruturais, do vírus dengue tipo 2 (DENV2) (proteína de envelope, proteínas NS1, NS3 e NS5) expressas em sistema de expressão heterólogo. As formulações vacinais serão testadas quanto à eficácia vacinal em modelo murino e um derivado natural de DENV2 naturalmente letal para camundongos, desenvolvido pelo grupo. O projeto contará com a participação de dois alunos de doutorado e dois alunos de iniciação científica. Ao todo o projeto envolverá 2 sub-projetos cujos objetivos principais são: (i) a identificação de epítopos na proteína de envelope envolvidos na geração de anticorpos protetores ou anticorpos que exacerbem a replicação viral; e (ii) avaliação do papel da imunidade celular na proteção contra a dengue por meio da imunização com proteínas não estruturais (NS1, NS3 e NS5). A proposta de trabalho reveste-se de diversos aspectos inovadores com potencial de mudar o cenário das pesquisas sobre vacinas voltadas para o controle da dengue. (AU)</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-09-04 18:37:18 UTC</pubDate>
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