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      <title>Meu padlet harmonioso by Raysa Felix</title>
      <link>https://padlet.com/raysafvds/ltj4bzx08xnkkgiw</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-06-01 16:28:58 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução </title>
         <author>raysafvds</author>
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         <description><![CDATA[<div>As diferentes formas de avaliação são elementos centrais do processo de<br>ensino-aprendizagem de qualquer programa educacional, e devem ser bem<br>planejadas e implementadas em todas as propostas curriculares, especialmente<br>na formação de profissionais na área da saúde.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-01 16:30:37 UTC</pubDate>
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         <title>Principais pontos de interesse</title>
         <author>raysafvds</author>
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         <description><![CDATA[<div>• A avaliação somativa e a formativa são formas complementares que visam<br>conhecer e garantir os melhores resultados de processos e programas<br>educacionais.<br>• A avaliação formativa estimula a autorregulação do estudante e,<br>consequentemente, o desenvolvimento de habilidades para a educação<br>permanente em saúde.<br>• O feedback é a atividade central da avaliação formativa<br>• O feedback efetivo é uma das estratégias educacionais e avaliativas com<br>maior evidência de eficácia na educação das profissões na área da saúde.<br>• Os professores e/ou preceptores de cursos na área da saúde precisam ser<br>treinados para prover feedback efetivo.<br>• Estratégias de avaliação formativa devem ser incluídas no currículo de<br>qualquer programa educacional para formar profissionais na área da<br>saúde.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-01 16:34:37 UTC</pubDate>
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         <title>Como provar um Feedback Efetivo?</title>
         <author>raysafvds</author>
         <link>https://padlet.com/raysafvds/ltj4bzx08xnkkgiw/wish/3015072556</link>
         <description><![CDATA[<div>Antes de mais nada é preciso estabelecer, desde o início, quais são<br>objetivos de aprendizagem e competências a serem adquiridos em um<br>determinado cenário de ensino. Assim, este referencial deve nortear todas as<br>práticas de ensino e a própria avaliação e feedback.<br>Sempre que possível, o estudante deve receber feedback sobre seu<br>desempenho. Neste sentido, nos cursos na área da saúde, os estágios que se<br>passam nos cenários reais da prática (ex. unidades de saúde, ambulatórios e<br>enfermarias) são os principais momentos em que o aprendiz pode qualificar e<br>melhorar sua prática, a partir da devolutiva (feedback) dos preceptores que o<br>acompanham e supervisionam.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-01 16:35:20 UTC</pubDate>
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         <title>As características desejáveis do feedback na prática são:</title>
         <author>raysafvds</author>
         <link>https://padlet.com/raysafvds/ltj4bzx08xnkkgiw/wish/3015073402</link>
         <description><![CDATA[<div>• Oportuno: o feedback deverá ocorrer o mais próximo possível do evento ou</div><div>da atividade programada, pois quanto mais tempo se passa, detalhes</div><div>importantes da observação do aluno ou do professor podem ser perdidos.</div><div>• Restrinja-se ao que foi observado: comente somente pontos observados</div><div>naquele encontro, evitando julgamentos e comentários dirigidos à</div><div>personalidade do estudante ou baseados em opiniões pré-concebidas,</div><div>oriundos de outras situações vivenciadas previamente com o aluno.</div><div>• Comece solicitando uma autoavaliação: deixe sempre o aluno falar</div><div>primeiro, esta é uma excelente oportunidade para avaliar a capacidade de</div><div>autorreflexão e ver se o estudante consegue identificar seus pontos fracos.</div><div>• Seja específico: tente ser o mais específico e descritivo possível em seus</div><div>comentários. Evite frases prontas e sem conteúdo formativo, como “Você</div><div>foi muito bom”, “Bom trabalho”. Prefira comentários como, por exemplo: “A</div><div>forma com que você conduziu a anamnese foi apropriada para esta</div><div>situação devido a dificuldade de comunicação com este paciente na fase</div><div>aguda do acidente vascular cerebral”.</div><div>• Comece pelos pontos positivos observados: nunca comece o feedback</div><div>ressaltando os pontos negativos, isto pode levar a um bloqueio no fluxo de</div><div>ideias por parte do aluno e gerar um ambiente defensivo. Ressalte,</div><div>inicialmente, os pontos fortes, pois isto abre um canal de comunicação e</div><div>empatia. Uma estratégia que pode ser utilizada é fazer um comentário</div><div>negativo entre duas observações positivas, esta abordagem é conhecida</div><div>com “técnica do sanduíche” e pode ser particularmente útil para alunos</div><div>mais resistentes.</div><div>• Evite dar um grande volume de feedback negativo de uma só vez:</div><div>quando existem vários pontos negativos, tente focar em um ponto mais</div><div>importante ou central e que seja mais fácil de ser corrigido e remediado</div><div>durante aquela sessão.</div><div>• Crie um ambiente acolhedor: tente criar um ambiente estimulante e</div><div>acolhedor, onde as pessoas tenham liberdade de manifestar suas dúvidas</div><div>e fraquezas, para isto, evite tentar convencer com seus argumentos, evite</div><div>falta de clareza e de honestidade em suas considerações</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-01 16:38:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>raysafvds</author>
         <link>https://padlet.com/raysafvds/ltj4bzx08xnkkgiw/wish/3015074759</link>
         <description><![CDATA[<div>Os comentários devem surgir como recomendações de uma pessoa mais<br>experiente que já vivenciou uma situação semelhante e não como uma crítica a<br>atuação do aluno. Por exemplo, evite dizer:<br>“Você deve ser mais objetivo nas questões formuladas para o paciente”<br>O mesmo comentário pode ser dito da seguinte forma:<br>“Durante a entrevista com o paciente nós devemos estimar o grau de<br>instrução do paciente, como por exemplo, a linguagem do mesmo, e a<br>partir de então nossas questões devem ser construídas da maneira mais<br>clara possível para o entendimento daquele paciente”.<br>As recomendações mais utilizadas para prover um feedback de qualidade<br>foram descritas por Pendleton em 1984. Elas são conhecidas como regras de<br>Pendlenton e os seus principais pontos estão resumidos abaixo:<br>• Seja claro ao fazer qualquer pergunta ou comentário;<br>• Peça ao aluno para comentar o que ele fez bem durante a avaliação ou<br>discussão e porque ele chegou a esta conclusão;<br>• Se o feedback for fornecido em uma atividade em grupo, peça aos<br>integrantes do grupo comentarem o que eles observaram o aluno fazer<br>corretamente;<br>• Peça ao aluno para comentar o que ele não fez tão bem e como poderia ter<br>feito diferente;<br>• Discuta o que poderia ter sido feito diferente e qual a melhor maneira de<br>executar aquela tarefa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-01 16:41:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>raysafvds</author>
         <link>https://padlet.com/raysafvds/ltj4bzx08xnkkgiw/wish/3015074932</link>
         <description><![CDATA[<div>O objetivo primordial do feedback é fornecer ferramentas para melhorar o<br>desempenho do aluno, identificando seus pontos fracos e ajudando-o a criar<br>alternativas para superá-los. Para ter qualidade, o feedback não precisa ser longo,<br>mas precisa ser claro e objetivo e transferido da maneira mais adequada possível,<br>despertando a reflexão do aluno, pois somente desta maneira conseguimos<br>modificar algum comportamento. A Tabela 2 compara as características de uma<br>feedback efetivo com as de um feedback inapropriado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-01 16:41:46 UTC</pubDate>
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         <title>Debriefing</title>
         <author>raysafvds</author>
         <link>https://padlet.com/raysafvds/ltj4bzx08xnkkgiw/wish/3015075141</link>
         <description><![CDATA[<div>O debriefing consiste em uma modalidade particular de feedback, sendo<br>aplicado predominantemente em atividades de aprendizagem experiencial, como<br>na simulação de tarefas.<br>No contexto educacional, o debriefing se fundamenta no aprendizado<br>gerado pela reflexão, individual e/ou em grupo, do desempenho após a realização<br>de uma determinada tarefa. Dessa forma, o termo debriefing poderia ser melhor<br>compreendido como “reflexão pós experiência”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-01 16:42:27 UTC</pubDate>
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         <title>Os componentes estruturais do debriefing são:</title>
         <author>raysafvds</author>
         <link>https://padlet.com/raysafvds/ltj4bzx08xnkkgiw/wish/3015075398</link>
         <description><![CDATA[<div>• Facilitador: responsável pela simulação, e mais importante, pela<br>moderação da atividade de reflexão;<br>• Participantes: geralmente alunos, médicos e enfermeiros;<br>• Experiência gerada na equipe: relacionada ao cenário da simulação;<br>• Impacto gerado na equipe pela simulação: quanto mais relevante a<br>simulação e quanto mais envolvidos por ela, melhor será o resultado no<br>aprendizado;<br>• Recordação sumária dos principais eventos e ações durante a<br>simulação;<br>• Relato verbal ou por escrito sobre o evento, com o intuito de mensurar<br>o desempenho;<br>• Tempo decorrido entre a simulação e o debriefing: geralmente é<br>realizado logo em seguida;<br>• Duração da sessão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-01 16:43:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>raysafvds</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-06-01 16:43:51 UTC</pubDate>
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