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      <title>7º SEMESTRE CRÍTICAS  by Pietra Minhon</title>
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      <description>Resumo das aulas </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-05 12:23:49 UTC</pubDate>
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         <title>Pós-verdade</title>
         <author>pietranminhon</author>
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         <description><![CDATA[<div>▸ Discurso de uma comunicação intermitente, como se estivesse com “mau contato” (liga-desliga)&nbsp;<br>▸ Discurso da “vida em formato de demanda”, que vai senso cumprida de forma burocrática, acelerada e cada vez mais sem sentido&nbsp;<br>▸ Discurso do ódio em um contexto de surdez, onde se ouve apenas o próprio eco (cegueira branca?)&nbsp;<br>▸ Produto do exagero na noticiabilidade simplificadora&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 00:31:34 UTC</pubDate>
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         <title>Análise do discurso </title>
         <author>pietranminhon</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;"O discurso não é uma das funções entre outras da instituição midiática; é o seu principal produto e o resultado final do seu funcionamento. A mídia produz discursos como os pintores pintam telas, os músicos compõem músicas, os arquitetos projetam edifícios. É claro que a mídia desempenha também outras funções, mas todas elas têm no discurso o seu objetivo e a sua expressão final" (RODRIGUES, 2002, p. 217).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 00:41:18 UTC</pubDate>
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         <title>Análise do Conteúdo</title>
         <author>pietranminhon</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 00:47:12 UTC</pubDate>
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         <title>Jornalismo e democracia: a relação debaixo de uma lupa</title>
         <author>pietranminhon</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Zelizer acredita que a ideia da democracia como componente vital para o exercício do jornalismo perdeu a relevância adquirida no século passado porque houve uma incorporação dos princípios democráticos à cultura política da maior parte dos povos do planeta. Segundo a professora da Escola Annenberg de Comunicação, o jornalismo consegue sobreviver, e em alguns casos até prosperar, em países submetidos a regimes autoritários, como destacou em seu artigo <a href="https://journals.sagepub.com/doi/abs/10.1177/1464884912464179"><em>On the shelf life of democracy in journalism scholarship</em></a><em> </em>ao analisar o surgimento de novas realidades sociais e tecnológicas para o exercício do jornalismo." </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 00:51:30 UTC</pubDate>
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         <title>Análise do Discurso</title>
         <author>pietranminhon</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 00:54:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pietranminhon</author>
         <link>https://padlet.com/pietranminhon/ltilfxp8e56oj1v5/wish/2131702683</link>
         <description><![CDATA[<div>A grande debilidade da informação digital está nas fontes em que se apoia. É uma informação que, geralmente, se difunde sem fontes. O jornalista que usa essa informação tem a obrigação de buscar outras fontes para confirmar, apesar da tendência de atribuir autoridade a estas informações. O outro desafio é o imediatismo. Se a tecnologia digital quase conseguiu suprimir a categoria tempo, esse é um fator que o jornalista também quer suprimir apesar de que a notícia completa, como o pensamento, necessita de tempo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 00:58:23 UTC</pubDate>
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         <title>Guerra da Cognição</title>
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         <link>https://padlet.com/pietranminhon/ltilfxp8e56oj1v5/wish/2198655730</link>
         <description><![CDATA[<div>A guerra de cognição é mais abrangente do que a guerra da informação porque esta última se preocupa apenas com o controle dos fluxos informativos enquanto a primeira busca controlar os mecanismos mentais usados pelas pessoas para processar informações. A guerra da cognição poderia ser comparada à estratégia militar de conquista de corações e mentes (Hearts and Minds no jargão inglês) só que usando um volume incrivelmente maior de informações e, portanto, com mais efetividade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-25 02:50:28 UTC</pubDate>
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         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pietranminhon/ltilfxp8e56oj1v5/wish/2198660075</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Lembro de um tempo em que os jornais pareciam um vasto catálogo de assuntos e acontecimentos, expressão de um mundo imprevisível e imenso. Folheá-los era transitar pelo inusitado, era descobrir com fascínio a absoluta inverossimilhança dos fatos corriqueiros. Hoje é tudo ainda mais inverossímil, a realidade se fez extravagante como não esperaríamos, mas os jornais parecem ter se tornado repetitivos, monotemáticos, insistentes. São quase edições especiais, todos os dias, dedicadas ao tópico mais ruidoso do presente, os números crescentes da pandemia, o último desaforo do presidente. Tudo tratado muito mais em suas minúcias do que em suas profundezas. (FUKS, 2020, on-line)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-25 02:53:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pietranminhon/ltilfxp8e56oj1v5/wish/2198665109</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Com a consolidação da Era Digital, em que o indivíduo isolado tem facilmente acesso a uma audiência potencialmente ampla para divulgar o que quer que seja, nota-se certa confusão entre o que é ou não jornalismo, quem é ou não jornalista, como se deve ou não proceder quando se tem em mente produzir informação de qualidade. A Era Digital é absolutamente bem-vinda, e, mais ainda, essa multidão de indivíduos (isolados ou mesmo em grupo) que utiliza a internet para se comunicar e se expressar livremente. Ao mesmo tempo, porém, ela obriga a que todas as empresas que se dedicam a fazer jornalismo expressem de maneira formal os princípios que seguem cotidianamente. O objetivo é não somente diferenciar-se, mas facilitar o julgamento do público sobre o trabalho dos veículos, permitindo, de forma transparente, que qualquer um verifique se a prática é condizente com a crença. As Organizações Globo, diante dessa necessidade, oferecem ao público o documento “Princípios Editoriais das Organizações Globo”. É possível que, para a maioria, ele não traga novidades. Se isso acontecer, será algo positivo: um sinal de que a maior parte das pessoas reconhece uma informação de qualidade, mesmo neste mundo em que basta ter um computador conectado à internet para se comunicar. Desde logo, é preciso esclarecer que não se tratou de elaborar um manual de redação. O que se pretendeu foi explicitar o que é imprescindível ao exercício, com integridade, da prática jornalística, para que, a partir dessa base, os veículos das Organizações Globo possam atualizar ou construir os seus manuais, consideradas as especificidades de cada um. O trabalho tem o preâmbulo “Breve definição de jornalismo” e três seções: a) Os atributos da informação de qualidade; b) Como o jornalista deve proceder diante das fontes, do público, dos colegas e do veículo para o qual trabalha; c) Os valores cuja defesa é um imperativo ao jornalismo. O documento resultou de muita reflexão, e sua matéria-prima foi a nossa experiência cotidiana de quase nove décadas. Levou em conta os nossos acertos, para que sejam reiterados, mas também os nossos erros, para que seja possível evitá-los. O que nele está escrito é um compromisso com o público, que agora assinamos em nosso nome e de nossos filhos e netos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-25 02:57:24 UTC</pubDate>
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