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      <title>Combahee River Collective by Luiana Borges dos santos Fabris</title>
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      <description>Feminismo Negro, Socialismo e Libertação (1974-1980)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-07-21 23:20:56 UTC</pubDate>
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         <title>Linha do tempo</title>
         <author>luianafabris</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Década de 1960:</strong></p><ul><li><p><strong>Movimento pelos Direitos Civis:</strong> Luta por igualdade racial nos EUA, com foco em direitos civis como o direito ao voto e a igualdade perante a lei.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Stonewall (1969):</strong> Rebelião contra a violência policial em um bar gay em Nova York, marcando um ponto de virada para o movimento LGBTQIA+.&nbsp;</p></li></ul></li><li><p><strong>Década de 1970:</strong></p><ul><li><p><strong>Brasil: Início do movimento LGBT:</strong> Em meio à ditadura militar, surgem publicações alternativas e reuniões em espaços sociais como forma de organização e resistência.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Fundação do CRC (1974):</strong> Embora os resultados da pesquisa não detalhem o CRC, este é um marco importante no desenvolvimento do movimento LGBT no Brasil.&nbsp;</p></li></ul></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-22 00:07:11 UTC</pubDate>
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         <title>Nome do coletivo</title>
         <author>luianafabris</author>
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         <description><![CDATA[<p>Harriet Tubman, nascida Araminta "Minty" Ross, foi uma figura crucial na luta contra a escravidão nos Estados Unidos, notável por sua coragem e liderança na Underground Railroad, a rede secreta que ajudava escravos a fugir para o Norte e Canadá. Ela nasceu em Maryland por volta de 1822, filha de escravos, e escapou para a liberdade em 1849, adotando o nome de Harriet Tubman.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-22 00:08:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luianafabris</author>
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         <description><![CDATA[<p>O Manifesto do Coletivo Combahee River foi publicado originalmente no<em> Capitalist Patriarchy and the Case for Socialist Feminism</em>, pela Monthly Review Press. O Coletivo foi nomeado em homenagem à ação de guerrilha, liderada pela abolicionista Harriet Tubman, em 2 de junho de 1863, que levou à libertação de mais de 750 homens e mulheres escravizados. O Coletivo começou como um grupo de feministas negras que incluía mulheres-chave como Barbara Smith, Beverly Smith e Demita Frazier, comprometidas com a construção de uma alternativa radical às organizações de feministas brancas, como também ao movimento Black Power e a organizações por direitos civis, lideradas por homens negros.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-22 00:15:55 UTC</pubDate>
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         <title>Principais trechos e ideias</title>
         <author>luianafabris</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Interseccionalidade:</strong></p><p>A declaração enfatiza que a experiência das mulheres negras é marcada pela interseção de três sistemas de opressão: racismo, sexismo e classe. Essa intersecção não é apenas a soma de três opressões, mas um sistema único e complexo que exige uma análise política específica.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Identidade como base política:</strong></p><p>O texto argumenta que a política mais radical deve se basear na identidade e na experiência das próprias mulheres negras. A política de identidade é vista como um caminho para a libertação, pois reconhece a especificidade da opressão vivida por esse grupo.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Liberdade como necessidade:</strong></p><p>O Coletivo Combahee River afirma que a libertação das mulheres negras é uma necessidade, não apenas um complemento à libertação de outros grupos. A autonomia das mulheres negras é vista como um objetivo em si mesmo, fundamental para a construção de uma sociedade justa.&nbsp;</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-22 00:18:39 UTC</pubDate>
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         <title>Crítica ao feminismo branco da época</title>
         <author>luianafabris</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>O manifesto critica o feminismo branco por negligenciar o racismo e por não abordar a opressão específica das mulheres negras. A declaração defende que o feminismo negro deve ser autônomo e responder às necessidades e prioridades das mulheres negras.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Compromisso com a luta:</strong></p><p>O texto destaca o compromisso do Coletivo Combahee River com a luta contra todas as formas de opressão, incluindo o capitalismo, o imperialismo e o patriarcado. A libertação das mulheres negras é vista como parte de uma luta maior pela transformação social.&nbsp;</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-22 00:19:59 UTC</pubDate>
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         <title>Harriet tubman</title>
         <author>luianafabris</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-07-22 00:25:20 UTC</pubDate>
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         <title>Áudio em inglês do manifesto.</title>
         <author>luianafabris</author>
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         <pubDate>2025-07-22 00:27:54 UTC</pubDate>
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         <title>Política de identidade</title>
         <author>luianafabris</author>
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         <description><![CDATA[<p>A Declaração do Coletivo Combahee River articulou a importância da política de identidade, ou seja, a ideia de que a ação política deve se basear nas experiências e identidades específicas dos grupos oprimidos.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-22 00:29:05 UTC</pubDate>
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         <title>Feminismo negro</title>
         <author>luianafabris</author>
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         <description><![CDATA[<p>O coletivo ajudou a definir o feminismo negro como um movimento distinto, com suas próprias prioridades e estratégias, que desafiava as limitações do feminismo branco e do movimento pelos direitos civis.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-22 00:29:33 UTC</pubDate>
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         <title>Interseccionalidade</title>
         <author>luianafabris</author>
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         <description><![CDATA[<p>O coletivo foi pioneiro em reconhecer a interconexão de diferentes formas de opressão (raça, gênero, classe) e como elas se manifestam de maneira única nas vidas das mulheres negras.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-22 00:30:14 UTC</pubDate>
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         <title>Trajetória das Lutas pelos Direitos das Mulheres no Brasil</title>
         <author>luianafabris</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-07-22 00:35:03 UTC</pubDate>
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         <title>No estado onde vivo: Santa Catarina</title>
         <author>luianafabris</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Coletivo Juntas!:</strong></p><p>Um coletivo feminista anticapitalista e antirracista que atua em diversas áreas, como universidades, movimentos sociais e sindicatos, com o objetivo de enfrentar a extrema direita.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Associação Feminista Flor de Lis:</strong></p><p>Atua em Porto Belo e Bombinhas, promovendo ações sociais e articulando-se com as delegacias locais para garantir atendimento adequado a mulheres, meninas e meninos vítimas de violência.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Movimento de Mulheres Camponesas (MMC/SC):</strong></p><p>Construiu um feminismo alicerçado nas experiências das mulheres do campo, buscando elementos na relação entre classe e gênero e refletindo sobre o trabalho como agricultoras.&nbsp;</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-22 00:38:15 UTC</pubDate>
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         <title>No estado onde vivo: Santa Catarina</title>
         <author>luianafabris</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Coletivo Odonto Feminista:</strong></p><p>Um grupo de estudantes de odontologia da UFSC que busca lutar coletivamente por direitos e por um atendimento humanizado e livre de discriminação.&nbsp;</p></li><li><p><strong>8M Brasil SC:</strong></p><p>Um coletivo que organiza ações em Santa Catarina em referência ao Dia Internacional da Mulher.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Kunhangue Rembiapó:</strong></p><p>Grupo de mulheres indígenas Guarani que atua na luta pela valorização de sua cultura e direitos.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Instituto de Estudos de Gênero da UFSC (IEG UFSC):</strong></p><p>Organiza eventos e debates sobre gênero, raça, classe e outras interseccionalidades, buscando ampliar a visibilidade de pesquisas e discussões sobre o tema.&nbsp;</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-22 00:39:56 UTC</pubDate>
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         <title>Na cidade onde vivo: Criciúma</title>
         <author>luianafabris</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Plena Coletivo Feminista:</strong></p><p>Um coletivo que promove encontros para discutir temas relevantes para o movimento feminista, como ações do mês do orgulho LGBTQIAPN+, e a regulamentação da lei da dignidade menstrual.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Projeto de extensão "Falando sobre gênero e sexualidade na escola" do IFSC:</strong></p><p>Realiza debates sobre gênero e sexualidade com alunos e servidores, abordando temas como feminismo e violência contra a mulher.&nbsp;</p></li><li><p><strong>GAPAC Criciúma:</strong></p><p>O grupo atua em diversas causas, como a defesa da vida, da dignidade menstrual, dos direitos LGBTQIAPN+, além de ser antirracista e combater a sorofobia e o patriarcado.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Movimento Feminista da Diversidade:</strong></p><p>Um movimento que busca a igualdade de gênero e a justiça social para todos.&nbsp;</p></li><li><p><strong>MML _ Movimento Mulheres em Luta Criciúma:</strong></p><p>Um movimento que luta pelos direitos das mulheres e contra a violência de gênero.&nbsp;</p></li></ul>]]></description>
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