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      <title>Tarefa 5.2 - Reflexão sobre os critérios de avaliação by Márcia Rodrigues</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-04-02 08:21:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>colaboremlinha</author>
         <link>https://padlet.com/colaboremlinha/lrvv1dj76hxi/wish/247762831</link>
         <description><![CDATA[<div>O PAFC pretende realmente introduzir mudanças significativas nas práticas pedagógicas, consequentemente resultando em expetativas quanto a alterações na avaliação. Contudo, as modificações a este nível têm sido lentas e pouco eficazes. Se fizermos uma retrospetiva histórica, verificamos que a avaliação será o aspeto que menos transformação sofreu ao longo do tempo.</div><div>Nas três reflexões apresentadas enfatiza-se a necessidade de produzir uma avaliação que vá ao encontro do que é ensinado e das aprendizagens esperadas por parte dos alunos. No entanto, por vezes a realização de testes avaliativos, sobretudo nos anos de ensino mais avançados, é a utilizada nos exames nacionais: acaba-se por testar o que o aluno não sabe em vez de se verificar aquilo que ele sabe; de modo que os professores acabam por utilizar como guião de ensino os modelos (ou testes de anos anteriores) facultados pelo IAVE. Assim, os alunos são testados por imitação e memorização e não por competências para a vida, levantando a questão: Serão os conteúdos testados significativos e/ou funcionais?</div><div>Noutro contexto, nos níveis de ensino anteriores, muitos professores, encarregados de educação e a sociedade em geral, encaram as mudanças de avaliação vigentes como forma de facilitação de passagem e, consequentemente, como uma degradação da aprendizagem.&nbsp;<br>&nbsp;Na realidade, a avaliação sumativa das aprendizagens dos alunos continua a ser um dos indicadores preponderantes da qualidade escolar e de todo o sistema educativo, sendo utilizada como medida administrativa do sucesso dos alunos (e implicitamente, das competências académicas e profissionais dos professores), pois quanto mais baixas as taxas/percentagens de insucesso, mais qualidade o sistema terá, aparentemente. Continua, pois, a ser o reflexo do percurso dos discentes, mediante os resultados atingidos nos momentos de avaliações internos e externos.</div><div>Por outro lado, alguns elementos da sociedade mais conscientes entendem que o dito “facilitismo” implica uma perda de credibilidade face às reais competências dos alunos que saem deste tipo de ensino quanto às necessidades dos mercados de trabalho, não só na sua adaptabilidade profissional, mas ainda como cidadãos ativos e conscientes.</div><div>Então, a questão que se coloca é a seguinte: Como fazer a avaliação de forma qualitativa, se os perfis e descritores apresentados no documentos das Aprendizagens continuam a remeter para a avaliação sumativa dos conhecimentos da disciplina? Na minha opinião, a avaliação deve ser pensada como um instrumento de regulação e controlo das aprendizagens dos alunos, de modo a que o professor possa repensar estratégias e adequá-las às necessidades dos alunos. Além disso, as aprendizagens devem ser alcançadas dentro e fora da sala de aula, tendo em consideração os ritmos de trabalho, as diferentes dificuldades e capacidades dos alunos.</div><div>Creio que é fundamental que o professor utilize diferentes instrumentos de avaliação e formas de recolha de informação acerca do desempenho dos alunos ao longo do ano letivo, tentando, no grupo de professores da disciplina, acordar a ponderação a dar a cada competência ou conteúdo avaliado, considerando-se para o efeito também as atitudes e valores e não apenas a aquisição de conhecimento referente aos conteúdos lecionados, definindo instrumentos de avaliação (e/ou para registo de observação de comportamentos) e critérios, para tentar atingir uma maior objetividade dentro de todo o grupo (uma vez que objetividade é algo difícil de atingir completamente ao nível da avaliação) e sua adequação ao tipo de alunos das turmas (promovendo a adequação e diferenciação pedagógica).</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-02 09:48:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>colaboremlinha</author>
         <link>https://padlet.com/colaboremlinha/lrvv1dj76hxi/wish/247765518</link>
         <description><![CDATA[<div>(cont.2) Mas para que qualquer mudança ao nível da avaliação funcione, é necessário alterar e adequar os currículos em função dos alunos, isto é, dos seus interesses, motivações e potencialidades, tendo em vista a sua integração na sociedade e o desenvolvimento de competências para a vida no mundo actual e perspetivando o futuro.&nbsp;</div><div>Ainda existe alguma dificuldade geral de integrar e avaliar determinadas actividades, pois revelam-se difíceis de enquadrar nos critérios de avaliação em vigor.&nbsp;</div><div>Na generalidade dos currículos, a forma como os critérios de avaliação são apresentados poderá dar origem a diversas interpretações, pois continuo a enfatizar o facto da avaliação ser de carácter subjetivo; daí que ser fundamental objetivá-la dentro do possível. Neste contexto, a reflexão sobre a avaliação deve ser feita no final de cada ano letivo, como resultado da prática docente desse ano e não no início do ano seguinte; embora deva ser alvo de revisão face à realidade das turmas.</div><div>A avaliação formativa é fundamental como uma das estratégias a implementar para uma melhor orientação do aluno por parte do professor no percurso a seguir e também para a própria auto-regulação do aluno no seu percurso de aprendizagem.</div><div>No entanto, as mesmas questões de sempre colocam-se: Como face a turmas com 25-a 30 alunos se pode respeitar a individualidade de cada aluno? Como diversificar avaliações quando se trabalha com 6, 7 e 8 turmas? Como o fazer quando existe apenas um professor dentro da sala de aula, com apenas um par de olhos (neste contexto, é fundamental a codocência)? Como conseguir fazer registos diários constantes e minuciosos para itens sujeitos a avaliação tão diferentes e que podem acontecer em simultâneo de modo a ser justo? Os professores continuam a achar difícil responder de forma eficaz e produtiva a estas questões na sua prática de sala de aula de forma a reverter em avaliação efetiva. Ainda, o facto de não estarem pré-estabelecidos pelos documentos orientadores os instrumentos de avaliação a utilizar nos diferentes domínios, possibilita-se ao professor a aplicação daqueles que melhor se adequarem a cada momento de aprendizagem, a cada turma, a cada competência a avaliar e, assim, diversifica-los de acordo com as reais necessidades dos seus alunos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-02 10:10:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>colaboremlinha</author>
         <link>https://padlet.com/colaboremlinha/lrvv1dj76hxi/wish/247766556</link>
         <description><![CDATA[<div>(cont.3) &nbsp;</div><div>É ainda de salientar a importância da avaliação de diagnóstico para se poder proceder a um ensino/aprendizagem assim como a uma avaliação personalizada/individualizada como sugerido, ao se tomar conhecimento do ponto de partida do aluno no início do ano letivo face a uma disciplina e seus conteúdos.<br><br></div><div>Um aspeto negativo que verifico ainda em muitas disciplinas e com certos professores é o peso atribuído aos testes sumativos realizados em dois momentos de cada período, e aos quais são atribuídos grande peso percentual (com grande peso na avaliação final) em detrimento de trabalhos de projeto, ou outros tipos de avaliação, aos quais é atribuído menos peso percentual, ou até desvalorizado, pois alguns continuam a ser feitos em casa (muitas vezes pelos pais), quando deveriam ser feitos na sala de aula, como concretização de momentos de aprendizagem (testes práticos).<br><br></div><div>Os trabalhos de projeto, a meu ver, para além de fomentarem a aplicação prática de conteúdos, também permitem promover o trabalho de equipa e respetivas atitudes e comportamentos/valores que se pretende desenvolver na formação de cidadãos ativos e conscientes, além de desenvolver aspetos como capacidade de planificação, pesquisa, seleção de conteúdos, partilha de informação, criatividade e apreciação estética… Tudo isto itens a considerar na avaliação de um aluno durante o processo de trabalho por meio de auto e heteroavaliação e observação pelo professor durante o seu trabalho de orientação.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-02 10:20:03 UTC</pubDate>
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