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      <title>Linha do tempo da literatura estunidense by Ana Caroline S. Alves</title>
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      <description>Criado com um passe de mágica</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-10-08 23:34:00 UTC</pubDate>
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         <title>Literatura Oral dos Nativo-Americanos</title>
         <author>carollineesantos99</author>
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         <description><![CDATA[<div>A origem da literatura estadunidense tinha como base a tradição oral, em que nas diferentes tribos, sua cultura de mitos, lendas e canções foram passadas de geração em geração boca à boca, uma vez que não tinha contato com o sistema de escrita, e por isso, podem vir a apresentar mudanças de um para outro — um relato pode omitir alguns detalhes, enquanto outro poderia adicionar, ou mudar. Dessa forma, algumas versões se perderam com o passar do tempo, além da impossibilidade de determinar a origem ou o autor, que passava a ser o coletivo.<br><br>Apesar de perderem território e sofrerem apagamentos por parte dos colonizadores, eles mostram que possuíam e e produziam cultura, por exemplo, em seus poemas.<br><br><br><br><br></div><blockquote><br><em>&nbsp;</em><strong><em>Improvised Greeting&nbsp; &nbsp; (1929)</em></strong><em><br> <br>Ajaja-aja-jaja.<br>The lands around my dwelling<br>Are more beautiful<br>From the day<br>When it is given me to see<br>Faces I have never seen before.<br>All is more beautiful,<br>All is more beautiful,<br>And life is thankfulness.<br>These guests of mine<br>Make my house grand.<br>Ajaja-aja-jaja.</em><br><br></blockquote><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</div><div><br><br><br><br>ALBUQUERQUE, Raul Oliveira; BELMONT, Tamara Luiza; SCHNEIDER, Liane. Literatura indígena em língua inglesa: escrita literária e trauma colonial. Anais VI ENLIJE... Campina Grande: <strong>Realize Editora</strong>, 2016. Disponível em: &lt;https://www.editorarealize.com.br/artigo/visualizar/26020&gt;. Acesso em: 08 out 2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-08 23:50:36 UTC</pubDate>
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         <title>Literatura de Exploração e Colonização Espanhola</title>
         <author>carollineesantos99</author>
         <link>https://padlet.com/carollineesantos99/lrqpdr8igejmy4vh/wish/1803450957</link>
         <description><![CDATA[<div>A literatura de exploração é marcada por um discurso que caracteriza um ambiente e seus elementos, possuindo um olhar avaliativo para toda aquela terra, com o objetivo de distinguir o que é bom (rentável) do que não é. Isso, por sua parte, é relatado para um público alvo específico, como forma de prestar contas a pessoa ou entidade que está financiando a viagem. Por outro lado, a literatura de colonização também tenta vender aquele território, mas sob outro olhar, pois tem a intenção que terceiros comprem a ideia do quando o local "descoberto" é incrível e se juntem a ele nesse projeto.&nbsp; Em todas essas literaturas vindas de qualquer parte do mundo, em especial a espanhola, haviam textos que funcionavam como literatura de viagem (diário de bordo) e traziam o ponto de vista deslumbrado de quem estava explorando o novo mundo, seus relatos em detalhes e amplamente divulgados pela impressão despertavam a imaginação e ambição de quem estava lendo. Colombo fez isso com maestria, tornando a terra recém encontrada um mar de fantasias incríveis para que aguçar a curiosidade de seus financiadores e assim pudesse continuar fazendo suas viagens.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-09 00:03:15 UTC</pubDate>
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         <title>Os diários de viagem de Cristóvão Colombo </title>
         <author>carollineesantos99</author>
         <link>https://padlet.com/carollineesantos99/lrqpdr8igejmy4vh/wish/1803453723</link>
         <description><![CDATA[<div>Além do objetivo de descobrir uma nova rota comercial, Cristóvão Colombo embarcou, em meados de 1492 para auxiliar na expansão dos territórios europeus,&nbsp; e por consequência, descobrir fontes de metais preciosos, de forma a aumentar a economia. Colombo, entendendo o quão importante era o financiamento que recebia para suas viagens, precisava garantir que ele não fosse cortado, dessa forma, ele se punha a escrever, mesmo em alto mar, cartas que registravam cada um dos acontecimentos da viagem, usando o texto para nutrir as grandes expectativas de seus financiadores. Ele foi responsável por fazer registros e deixou suas impressões como legado, que passou a fazer parte do imaginário europeu sobre o novo mundo que vinha sendo "descoberto".&nbsp;<br><br></div><blockquote>&nbsp;Navegou a oés-sudoeste e fizeram entre dia e noite onze léguas e meia ou doze, e às vezes parece que percorreram durante a noite quinze milhas por hora, se a letra não mente. Encontraram o mar feito o rio de Sevilha; graças a Deus, diz o Almirante. O ar, dulcíssimo, como em abril em Sevilha, que dá prazer respirá-lo, de tão perfumado que é. As algas pareciam bem novas; muitos passarinhos como os do campo; e conseguiram pegar um que ia fugindo para o sudoeste, gralhas e gansos, e um alcatraz.&nbsp;</blockquote><div><br>Além disso, os escritos de Colombo auxiliaram para que a "invenção da América" que perdura até hoje se concretizasse, criando uma terra fantasiosa que tinha mais e era mais incrível que qualquer outra, uma realidade enfeitada e potencializada para vender como perfeita a terra invadida, com uma descrição repleta de hipérboles e comparações. É preciso citar também que em seus textos, Colombo acaba por desumanizar e despersonalizar os nativos, como pessoas sem religião que precisam a todo custo serem salvas pelos "bons cristãos".<br><br><br>BARBOSA, Patrik Luan Costa. Os diários de Cristóvão Colombo: o imaginário medieval em um período de transição. In: Congresso Internacional de História., 2014, Goiânia. <strong>ENTRE EUROPA, ÁFRICA E AMÉRICA: O IMPÉRIO PORTUGUÊS NO ATLÂNTICO-SUL</strong>, 2014. v. 1<br><br> COLOMBO, C. Diários da Descoberta da América. Porto Alegre: <strong>L&amp;PM</strong>, 2010.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-09 00:06:51 UTC</pubDate>
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         <title>Literatura de Exploração e Colonização Britânica </title>
         <author>carollineesantos99</author>
         <link>https://padlet.com/carollineesantos99/lrqpdr8igejmy4vh/wish/1803453967</link>
         <description><![CDATA[<div>Tal qual a literatura de exploração e colonização espanhola, a britânica tinha como objetivo vender as terras encontradas como algo fantasiosamente incrível, que não poderia de maneira alguma não impressionar alguém. Um de seus principais colonizadores, por exemplo, é John Smith que traz em seus registros uma narrativa que trata a América como uma terra de riquezas a perder de vista, com vida selvagem abundante e cheia de prazeres e liberdade individual.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-09 00:07:10 UTC</pubDate>
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         <title>A contribuição de John Smith</title>
         <author>carollineesantos99</author>
         <link>https://padlet.com/carollineesantos99/lrqpdr8igejmy4vh/wish/1803455079</link>
         <description><![CDATA[<div>John Smith foi capitão inglês e um dos colonos do povoado de Jamestown (1607) — o primeiro povoado inglês de caráter permanente na América do Norte —, seus textos e sua biografia definiam o perfil dos colonos americanos como aventureiros, destemidos e promotores das belezas e promessas do "Novo Mundo". Tal qual Colombo, John Smith cria uma propagando em cima daquela nova terra para atrair mais e mais colonos, criando cenários, eventos e personagens de uma natureza quase mítica, dando à ela um caráter de "terra de oportunidades — título o qual os Estados Unidos tem até hoje.&nbsp;<br><br></div><blockquote>Pocahontas, the King's dearest daugther, when no entraty could prevail, got his head in her arms and laid own upon his to save him from death (...)</blockquote><div><br>Foi por meio de seus escritos, em "The General History of Viginia" que a história de Pocahontas, narrativa norte-americana mundialmente famosa, ficou conhecida. Não se sabe até hoje se a história se trata de fato ou ficção, mas, segundo o que se conta, Pocahontas que seria a filha predileta do chefe indígena Powhatan, salvou a vida de Smith quando ele era um mero prisioneiro da tribo, e que, posteriormente, a bela mulher foi entregue como refém. Hoje, podemos ver essa história adaptada em uma famosa animação da Disney.<br><br><br>GOMES, Anderson Soares. Literatura Norte Americana. Curitiba: <strong>IESDE Brasil S.A.</strong>, 2009.<br>VANSPANCKEREN, Katryn. [s.l.]: <strong>A.J. Cornell Publications</strong>, 2010.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-09 00:08:44 UTC</pubDate>
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         <title>Cartas pessoais de Richard Frethorne</title>
         <author>carollineesantos99</author>
         <link>https://padlet.com/carollineesantos99/lrqpdr8igejmy4vh/wish/1803455306</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>&nbsp;My most humble duty remembered to you, hoping in God of our good health, as I am at the making hereof. This is to let you understand that I your child am in a most heavy case by reason of the nature of the country, [which] is such that it causeth much sickness, as the scurvy and the bloody flux and diverse other diseases, which maketh the body very poor and weak. And when we are sick there is nothing to comfort us; for since I came out of ship I never ate anything but peas, and loblollie (that is, water gruel).&nbsp;</blockquote><div><br>Ao contrário de John Smith e outros, Richard Frethorne não tinha uma visão esplendorosa do novo mundo e das novas terras. Vindo para terras estadunidenses crente nos discursos promissores e de certa forma fantasiosos dos colonizadores, Richard se deparou com o sonho de mudar de vida sendo despedaçado pelo novo país. Suas cartas de cunho intímo, contam aos seus parentes em seu país de origem — a Inglaterra — o quanto ele deseja poder voltar, indo contra a exaltação do chamado "novo mundo", ressaltando a falta de segurança, fome, e medo do povo inimigo (os indígenas).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-09 00:09:01 UTC</pubDate>
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         <title>Literatura e legado puritano</title>
         <author>carollineesantos99</author>
         <link>https://padlet.com/carollineesantos99/lrqpdr8igejmy4vh/wish/1803455495</link>
         <description><![CDATA[<div>A religião estava presente todos os dias na rotina dos puritanos, que seguiam Calvino e a ideia de predestinação, e que eles eram o povo escolhido por Deus, ou seja, que estariam acima dos demais por se considerarem "especiais", em uma época que igreja e estado zelavam pelo bem de todos e o homem sempre era uma figura de liderança e autoridade. Seus escritos se resumiam a textos de teor religioso voltado à toda comunidade — para que todos lessem a bíblia. Sua literatura estava nos sermões, que eram textos com certa extensão e se inspiravam em passagens do livro tido como sagrado, e também nos diários e na autobiografia espiritual.&nbsp;<br><br></div><blockquote>&nbsp;Corn and cattle rose to a great price, by which many were much enriched and commodities grew plentiful. And yet in others regards this benefit turned&nbsp; to their hurt, and this accession of strength to their weakness. For now as their stocks increased and the increase vendible, there was no longer any holding them together, but now they must of necessity go to their great lots. They could not otherwise keep their cattle, and having oxen grown they must have land for ploughing and tillage.&nbsp;</blockquote><div><br>William Bradford, além de governador, era um desses escritores que registou experiências da colônia até 1646, tendo seu diário passado de geração em geração dentro de sua família, e posteriormente publicado pela Sociedade História de Massachussets em 1856, e ajudou a estabelecer um gênero paradigmático para a escrita puritana, conhecida como jeremiada, em que, da mesma forma que profetas da bíblia, o autor lamenta a queda moral e espiritual da sociedade em que está inserido.<br><br><br><br>CARBONIERI, Divanize; GAVA, Águida Aparecida. A contribuição puritana na literatura colonial americana: diários, sermões, poesia. Scripta UNIANDRADE , v. 13, p. 11-33, 2015.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-09 00:09:15 UTC</pubDate>
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         <title>Os sermões de Jonathan Edwards</title>
         <author>carollineesantos99</author>
         <link>https://padlet.com/carollineesantos99/lrqpdr8igejmy4vh/wish/1803455757</link>
         <description><![CDATA[<div>Nascido em 1703, Jonathan Edwards era um homem instruído que se dedicou à lei e a autoridade, sempre pautado por um grande senso de dever e um contexto puritano severo, que resultaram em um homem que defendia o calvinismo rigoroso e contra às forças liberais ao redor, conhecido por um sermão assustador intitulado como "Sinners in the Hands of an Angry God". Fazendo inúmeras pessoas chorarem, seus sermões impactantes e rigorosos foram afastando os fiéis aos poucos, uma vez que não se adequaram ao "pacifismo" dos colonos.&nbsp;<br><br></div><blockquote>&nbsp;Se Deus o soltasse, você imediatamente afundaria, desceria em pecado e mergulharia no abismo sem fim... O Deus que o mantém acima do abismo do inferno, como alguém seguraria uma aranha ou outro inseto repugnante acima do fogo, o abomina e sente-se terrivelmente provocado... ele o vê como algo que merece ser lançado no precipício sem fundo.&nbsp;</blockquote><div><br><br>VANSPANCKEREN, Katryn. [s.l.]: <strong>A.J. Cornell Publications</strong>, 2010.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-09 00:09:29 UTC</pubDate>
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         <title>A poesia de Anne Bradstreet</title>
         <author>carollineesantos99</author>
         <link>https://padlet.com/carollineesantos99/lrqpdr8igejmy4vh/wish/1803455952</link>
         <description><![CDATA[<div>Prejudicada pelo machismo e misoginia de uma época que via a mulher como uma figura inferior e incapaz, Anne Badstreet foi uma poetiza puritana que teve contato com inúmeros livros da biblioteca da residência que ser pai servia enquanto funcionário, diferente da maior parte das moças da época, podendo ter acesso à leitura de clássicos. Quando escreve, Badstreet produz poemas que acabam por transgredir a sociedade em que estava inserida — afinal, enquanto mulher, não deveria nem ao menos estar escrevendo. Em sua poesia, ela se sentia livre para exteriorizar o quanto lhe desagradava a imagem da mulher ligada ao inferior e ao servil.<br><br></div><blockquote>But sure the antique Greeks were far more mild &nbsp;<br>&nbsp;Else of our sex, why feigned they those nine&nbsp;<br>&nbsp;And poesy made Calliope's own child; &nbsp;<br>&nbsp;So 'mongst the rest they placed the arts divine; &nbsp;<br>&nbsp;But this weak knot they will full soon untie, &nbsp;<br>&nbsp;The Greeks did nought, but play the fools and lie.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Let Greeks be Greeks, and women what they are&nbsp;<br>&nbsp;Men have precedency and still excel, &nbsp;<br>&nbsp;It is but vain unjustly to wage war; &nbsp;<br>&nbsp;Men can do best, and women know it well. &nbsp;<br>&nbsp;Preeminence in all and each is yours; &nbsp;<br>&nbsp;Yet grant some small acknowledgement of ours.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</blockquote><div>&nbsp;And oh ye high flown quills that soar the skies, &nbsp;<br>&nbsp;And ever with your prey still catch your praise, &nbsp;<br>&nbsp;If e'er you deign these lowly lines your eyes, &nbsp;<br>&nbsp;Give thyme or parsley wreath, I ask no bays; &nbsp;<br>&nbsp;This mean and unrefined ore of mine &nbsp;<br>&nbsp;Will make your glist'ring gold but more to shine. &nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-09 00:09:47 UTC</pubDate>
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