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      <title>Astronomia Indígena by LAURA DE SÁ PEPLER</title>
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      <description>alunos: Murilo, Laura, Livia</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-09 19:17:20 UTC</pubDate>
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         <title>O CÉU PARA OS ÍNDIOS NO BRASIL</title>
         <author>6157129</author>
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         <description><![CDATA[<p>Para os pajés, a terra nada mais é do que um reflexo do céu. Assim o conhecimento do céu auxilia na sobrevivência em sociedade e está intrinsicamente ligado à cultura indígena</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-09 19:23:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>6157129</author>
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         <description><![CDATA[<p>Para determinar os pontos cardeais e as estações do ano, os indígenas observam os movimentos aparentes do sol utilizando o <strong>Gnômon, </strong>da qual se observa a sombra projetada pelo sol, sobre um terreno horizontal. Chamamos esse monumento de Observatório Solar Indígena.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-10 00:34:59 UTC</pubDate>
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         <title>ZÊNITE 
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         <author>6157129</author>
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         <description><![CDATA[<p>É o domínio do deus maior. Os pontos cardeais são os domínios dos quatro deuses que o auxiliaram na criação do mundo e dos habitantes; os pontos colaterais são domínios das esposas desses deuses</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-10 00:36:17 UTC</pubDate>
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         <title>A LUA </title>
         <author>6157129</author>
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         <description><![CDATA[<p>A lua, para para as etnias indigenas pertence ao sexo masculino, os Tupi Guarani chamam o planeta Vênus de “mulher da lua” como ele aparece como “estrela vespertina”. </p><p>Os indígenas que habitam o litoral também conhecem a relação das marés com as fases da lua, que utilizam, por exemplo, na pesca artesanal. Talvez esse saber se deva, em parte à pororoca ( encontro das águas de um rio com as do oceano), pois a maioria dos antigos mitos indígenas sobre esse fenômeno mostra que ele ocorre perto da Lua cheia e da Lua nova</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-10 00:38:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>6157129</author>
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         <description><![CDATA[As principais constelações indígenas estão localizadas na via láctea, essas constelações são constituídas pela união de estrelas e pelas manchas claras e escuras da via láctea, sendo mais fácil de imaginar 

]]></description>
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         <pubDate>2025-03-10 00:39:27 UTC</pubDate>
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         <title>POVOS</title>
         <author>6157129</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-10 00:40:59 UTC</pubDate>
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         <author>6157129</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os Tupinambá, conheciam muito bem o aglomerado estelar das Plêiades (aglomerado de estrelas brilhantes e quentes, visíveis a olho nu) denominavam&nbsp; de “Seishu”.Quando elas apareciam no lado leste, ao anoitecer, afirmavam que as chuvas chegariam como chegavam poucos dias depois.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-10 00:41:10 UTC</pubDate>
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         <author>6157129</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os Tembé, que habitam o norte do Brasil, o surgimento das Plêiades anuncia a estação da chuva, quando elas desaparecem no lado oeste, ao anoitecer, indica a estação de seca</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-10 00:41:28 UTC</pubDate>
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         <author>6157129</author>
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         <description><![CDATA[<p>Para os Guarani no sul do país o aparecimento das Plêiades indica o verão e o seu desaparecimento indica a chegada do inverno</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-10 00:41:42 UTC</pubDate>
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         <author>6157129</author>
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         <description><![CDATA[<p> Os tupinambá também observavam o movimento do nascer e do pôr-do-sol e o seu deslocamento na linha do horizonte. Eles sabiam que quando o sol vinha do lado norte trazia-lhes ventos e brisas e que, ao contrário, quando vinha ao lado sul, trazia chuvas. Eles contavam perfeitamente os anos, pelo conhecimento o deslocamento do sol de um trópico ao outro e vice-versa. Conheciam igualmente os meses pela época das chuvas e pela época dos ventos e ainda, pelo tempo dos cajus.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-12 21:46:42 UTC</pubDate>
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         <author>6157129</author>
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         <description><![CDATA[<p>Eles consideravam que a melhor época para certas atividades, tais como, a caça, o plantio e o corte de madeira, é perto da lua nova, pois os animais se tornam mais agitados devido ao aumento de luminosidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-12 21:49:04 UTC</pubDate>
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         <title>REFERÊNCIA</title>
         <author>6157129</author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>AFONSO, G.B, BARROS, O., CHAVES, A. e RODI, M.R. (Coord.), O Céu dos Índios Tembé. Universidade do Estado do Pará, 1999. Prêmio Jabuti, 2000</p><p>AFONSO, G.B., Etnoastronomia dal Brasile. Le Stelle, Roma, v. 19, pp. 84-86, 2004</p><p>AFONSO, G.B., Mitos e Estações no Céu Tupi- Guarani. Scientific American Brasil (Edição Especial: Etnoastronomia) v.14, p. 46-55, 2006</p><p>AFONSO, G.B., Determinação dos Pontos Cardeais com o Gnômon. Astronomy Brasil, v.2, p. 76-77, 2007</p><p>AFONSO, G.B., Galileu e a Natureza dos Tupinambá. Scientific American Brasil, nº84, p. 60-65, 2009</p><p>AFONSO, G.B., Astronomia Indígena. Revista de História. História da Ciência Edição Especial. v. 01, p.32-35, 2010</p><p>AFONSO, G.B., FERNANDES , J.M., SILVA, P.S. A Constelação do Escorpião na Mitologia Indígena. Ciência Hoje, v.47. p.40-45, 2011</p><p>AFONSO, G.B., SOUZA DA SILVA, P., O Céu dos Índios de Dourados- Mato Grosso do Sul. Editora UEMS, 2012</p><p>AFONSO, G.B., VELHO, L., Cuaracy Ra’ angaba: O Céu dos Tupi-Guarani. Documentário Etnodoc. Petrobrás, 2013</p><p>ABBEVILLE d’, C., Histoire de la mission des Pères Capucins en l’sle du Marignan ET terres circonvoisines ou est traicté dês singularites admirables &amp; des moeurs merveilleuses des indiens habitans de ce pais. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://gallica.bnf.fr">gallica.bnf.fr</a>. 1995.</p><p><br></p><p>AFONSO, G.B., BARROS, O., CHAVES, A. e RODI, M.R (Coord.), O Céu dos Índios Tembé. Universidade do Estado do Pará, 1999. Prêmio Jabuti , 2000</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-18 01:52:05 UTC</pubDate>
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