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      <title>3 Ano-Leao - Somos felizes realmente!!!!!  by Evandro Chaves</title>
      <link>https://padlet.com/chavesevan2017/lrjt4j00bs31rnil</link>
      <description>O ter feliz e não o ser feliz dos autores Pascal Bruckner e Guy Debord! </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-10-09 20:16:38 UTC</pubDate>
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         <title>Melissa Mayumi- 3°E.M</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/chavesevan2017/lrjt4j00bs31rnil/wish/1820234259</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; Pascal Bruckner e Guy Debord são pensadores da pós modernidade, que fazem uma relação importante sobre a sociedade de consumo. Hoje a sociedade capitalista implanta um consumismo, onde as pessoas compram os produtos apenas para ter eles e não pela sua real utilidade, e na grande maioria das vezes colocamos esses objetos como algo que nos deixará feliz. A partir disso, os pensadores começam a questionar esse modelo que "trás felicidade". Pascal Bruckner em sua obra questiona o que realmente trás a felicidade para as pessoas, logo o homem pós moderno não busca ser feliz, ele busca ter felicidade. O homem então não sabe o que é ser feliz e busca felicidade naquilo que faz o outro feliz. Com isso, quando não conseguimos o "ideal" de felicidade do outro, acaba nos tornando pessoas "frustradas". Por fim, a sociedade acaba se tornando consumista, onde ter certos produtos trará a ideia de que você é feliz. Isso acaba sendo mais priorizado do que o ser feliz de fato, por trocarmos o "ser" pelo "ter". Essa situação se torna um problema, já que nem todos podem ter isso, deixando cada vez mais pessoas com angústias e tristezas.<br>  Guy Debord estuda a sociedade e começa a analisar como as pessoas são influenciadas pelas imagens e onde elas têm a necessidade de transformar sua vida em um "espetáculo". Com isso, o homem se coloca de uma forma passiva na sociedade, onde ele não diferencia aquilo que é real do que é ilusão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-15 18:29:00 UTC</pubDate>
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         <title>Teylor Mendes Fonseca- 3ºE.M</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/chavesevan2017/lrjt4j00bs31rnil/wish/1822247265</link>
         <description><![CDATA[<div>Os filósofos Bruckner e Guy fazem uma semelhança importante sobre uma sociedade de consumo. Bruckner fala que a sociedade fala que se ela trabalha ela deve consumir para ser feliz, mas não se deve pensar assim, ele fala que a pessoa não sabe o que é ser feliz, então busca aquilo que faz o outro feliz, ou seja, para a pessoa ser feliz era necessário o consumismo, a sociedade misturou felicidade com consumo, ou seja, as pessoas estão mais angustiadas, mais fechadas, são sentimentos opostos a felicidade. Guy Debord fala que quando tiramos foto atualmente não tiramos para guardar de recordação, mas sim para se mostrar para outras pessoas, ou seja, em um espetáculo, a sociedade está corrompida pelas imagens que é uma ilusão e as pessoas acreditam que isso é felicidade sendo que na verdade não, a pessoa aceita os costumes impostos pelo capitalismo que são as propagandas que fizeram sua mente que ter aquilo é necessário para ser feliz.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-17 15:42:42 UTC</pubDate>
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         <title>Renato Chávez - 3° EM</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Segundo Pascal, embora pareça a todos nós, em princípio, que a felicidade é boa, já é velho o suficiente para pensar que o esforço para obtê-la pode se tornar a mãe de todos os males. A dificuldade da felicidade reside não só na sua aparente gratuidade, mas na dificuldade de transformá-la em algo objetivo. É mais fácil acabar com a luta de classes e a fome do que conseguir, pelo mero exercício de propor, que uma só pessoa seja feliz. No entanto, grande parte do século XX ocidental, e especialmente sua segunda metade, manifestou um esforço quase doentio no desejo de oferecer felicidade. E talvez só tenhamos ficado um pouco mais infelizes.&nbsp;<br>E já com Guy, segundo sua visão, o consumismo transformava a felicidade na compra constante de novos objetos completamente desnecessários. Por exemplo: comprar um veículo novo quando tiver um perfeitamente funcional em casa ou gastar meses economizando no último modelo de televisão quando tiver um funcionando em casa.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-17 17:02:49 UTC</pubDate>
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         <title>Daniel José de Oliveira - 3°E.M</title>
         <author>danielxxloboxx</author>
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         <description><![CDATA[<div>Resumo do vídeo é -&gt; o ser humano não sabe o que é ser feliz, e por conta disso ele projeta nos objetos e nas pessoas que tem esses objetos a felicidade, dessa maneira acaba que por vivermos numa sociedade capitalista ( que busca vender ) ela nos move e nos encoraja a viver nesse sentido. Aqui vai uma crítica, a filosofia sempre buscou uma resposta para o que é ser feliz o que é felicidade e como ter essa felicidade, porém nunca nos deu uma resposta para essas perguntas, e para não perder seu valor começou a criticar o modo de vida da sociedade e a criticar o modo de pesar de outros filósofos, por conta disso a sociedade perdeu a fé na filosofia para encontrar as respostas. Dessa forma nós começamos a viver de acordo com o que achamos que pode nos deixar felizes. E por conta disso temos tantos problemas como o consumismo dito por Pascal Bruckner, ou somos influenciados pelo mundo e pela mídia que é movida por essa sociedade capitalista como disse Guy Debord.<br>Esse foi o entendimento que o vídeo me trouxe e o resumo sobre as ideias desses filósofos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-18 20:02:55 UTC</pubDate>
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         <title>Melinda Fernandes </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Vivemos em uma sociedade de consumo .<br>Enquanto que o seu comportamento está focado de consumir produtos e serviços ou ilusões , em uma tentativa de capturar a felicidade .<br>A crueldade de uma sociedade que transformou a felicidade em ideal coletivo e obrigatório.<br>Quem não é feliz se sente excluído e fracassado .<br>Acabamos nos privando dos pequenos prazeres e alegrias da vida.<br>Dinheiro compra bem-estar conforto mas nada compra felicidade .<br>A felicidade ocorre a qualquer momento , em situações aleatórias da vida .<br>O que torna a possibilidade de fazermos escolhas certas que torne nosso cotidiano melhor .<br>A felicidade não está com certeza no&nbsp;<br>" TER " mas sim na construção e no aperfeiçoar do " SER ".<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-19 02:27:21 UTC</pubDate>
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         <title>Danilo Horita- 3º E.M</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/chavesevan2017/lrjt4j00bs31rnil/wish/1857029257</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; Pascal Bruckner e Guy Debord são dois pensadores que falam sobre a sociedade de consumo e sobre a ideia que temos de felicidade. Na obra “O mal e a felicidade”, Pascal Bruckner aponta que na sociedade atual, as pessoas não buscam ser felizes, mas buscam ter a felicidade. Como não sabemos o que é ser feliz, buscamos ter as coisas que fazem os outros felizes, tendo a ideia de que alcançaremos a felicidade através disso. Mesmo que não saibamos se as outras pessoas realmente são felizes, a impressão de felicidade que elas passam, nos faz colocar nos objetos a nossa própria felicidade. Quando não conseguimos alcançar o ideal de “felicidade” que nos é mostrado, acabamos nos frustrando por acharmos que não será possível alcançá-la. Como consequência disso, as pessoas acabam associando a felicidade com o consumismo (onde ser feliz é sinônimo de comprar produtos), e a sociedade se torna consumista, promovendo a ideia de que o “ter” é melhor do que o “ser”. Bruckner conclui que esse ideal de felicidade que temos se torna um problema, pois nem todos conseguem alcançá-la, o que torna as pessoas ainda mais frustradas e angustiadas. Guy Debord estuda em sua obra “A sociedade do espetáculo” como a sociedade é controlada pela mídia e como as imagens influenciam em sua construção, onde as pessoas sentem uma necessidade de transformar suas vidas em um “espetáculo”. Com essa situação, as pessoas entram em um estado de passividade, confundindo o que é real do que é ficção. Quando uma pessoa quer comprar um determinado produto, ela sente um desejo e baseia a sua vida nesse desejo, mas quando ela finalmente consegue comprar, aquele produto se torna entediante e descartável, porque a sociedade motivou a pessoa a comprar um outro produto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-31 18:11:48 UTC</pubDate>
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         <title>Giovanna Ianson - 3 ano</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>De início sabemos que Pascal e Guy Debord eram pensadores de um pós modernismo, no video apresentados vemos que o ser humano já não sabe oque é ser feliz, projetando a felicidade em objetos, ou seja, vivemos em uma sociedade capitalista, nos implantando uma vontade de ser consumista, para "ser feliz", tendo em vista isso, Pascal questiona oque trás a felicidade, oque faz uma pessoa feliz, mostrando que os homens do modernismo, não sabe oque é ser feliz, pois busca felicidade naquilo que faz o outro feliz, tendo sempre uma frustração por não ser feliz com as coisas dos outros, trazendo o consumismo de um para o outro, mudando o "ser" feliz pelo "ter", por ter tal coisa cara, por ter a felicidade em comprar algo que muitos queriam ter, etc.<br>Já Guy Debord fala basicamente de como nós somos influenciados em nossas escolhas, gostos etc, nos tornando passivos em nossa sociedade, tendo em mente uma ilusão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-31 21:57:43 UTC</pubDate>
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         <title>Stefany Borges - 3ºE.M</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Pascal Bruckner e Guy Debord são pensadores contemporâneos, da pós modernidade, os dois retratam a sociedade e o consumo.<br>Pascal é um crítico da sociedade capitalista, ele escreve uma obra chamada “O mal e a felicidade”, e dentro desta obra ele parte do seguinte questionamento “será que a sociedade sabe o que é ser feliz?”, pois para ele a busca pela felicidade se reflete na busca pelo que poderia proporcionar felicidade, e ele quer dizer que nós não buscamos ser felizes, nós buscamos algo que nos proporciona felicidade. Ele fala que o homem não sabe o que é ser feliz, por isso ele busca o que faz o outro feliz, e por conta de na sociedade não ser capaz de alcançar tudo, isso vira algo ruim, ficamos alienados pelas propagandas buscando produtos para suprir essa falta de felicidade, com isso fica girando o capitalismo e o consumismo em excesso, pois o desejo e a conquista gera a felicidade. Mesmo sem saber se o outro realmente está feliz, o jeito que nossa sociedade está construída faz com que aquela falsa ideia de felicidade seja o ideal e isto acaba gerando diversos problemas, pois as pessoas vivem para viver o outro, fazendo uma falsa felicidade, porém é o que ela acha que é felicidade.<br>Guy Debord escreveu a obra “A sociedade do Espetáculo” e ele começa a estudar a sociedade após a Revolução Industrial, que é o início da alienação, neste período a mídia tem o maior controle, o Guy percebeu que as imagens começaram a ser um espetáculo, aonde séria necessário transformar a própria vida em um espetáculo, hoje em dia isto é super comum, a nossa sociedade tem o desejo de mostrar as coisas, um exemplo é quando viajamos, não se tira mais fotos para guardar, e sim para postar nas redes sociais e mostrar para as pessoas.<br>Guy diz que a sociedade está contaminada pela influência da imagem, pois ela faz uma ilusão da realidade, fazendo com que a gente acredite que aquilo seja verdade, e acabe tendo um desejo daquilo, fazendo aquilo ser a nossa felicidade.&nbsp;<br>A nossa sociedade não se questiona sobre “será que a pessoa nessa foto está realmente feliz?”, ela apenas coloca no nosso cérebro que aquilo é perfeito e que é a felicidade, que tendo tudo aquilo acabaria os problemas, e com isso vem o desejo de ter o que o outro tem.<br>Guy também faz uma reflexão do que é o homem, ele diz que o homem é passivo nesta situação, e faz uma confusão do que é a ilusão é do que a realidade.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-31 22:34:24 UTC</pubDate>
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         <title>Luiza Theodoro - 3 ano E.M.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/chavesevan2017/lrjt4j00bs31rnil/wish/1868597339</link>
         <description><![CDATA[<div>Pascal Bruckner e Guy Debord são pensadores pós-modernos que falam sobre a sociedade do consumo. Pascal Bruckner em sua obra “O mal e a felicidade” retrata que nos dias de hoje não buscamos a verdadeira felicidade. Não sabemos o que é a felicidade, então acabamos por buscar a mesma baseado em algo que provavelmente “trará a felicidade”, consequentemente tendo em vista outras pessoas que parecem ser felizes com algum objeto ou qualquer outra coisa, e nos frustramos quando não conseguimos chegar até aquele ideal. O que nos leva a ser consumistas, já que a felicidade é baseada em coisas que podemos comprar. Guy Debord aponta em sua obra “A sociedade do espetáculo” como vivemos influenciados pelas mídias sociais e imagens construídas por outras pessoas, que acaba se tornando um sinônimo de espetáculo. Isso causa uma confusão entre realidade e ficção.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-04 23:07:15 UTC</pubDate>
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         <title>Leandro, 3 E.M</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Pascal Bruckner e Guy Debord são pensadores contemporaneos que retratam sobre a sociedade do consumo. pascal e sua obra "O mal e a felicidade", nessa obra ele coloca o seguinte aspecto "sera que a sociedade sabe o que é ser feliz?" esse aspecto traz a ideia do que é felicidade e faz se pensar no que traz a felicidade. Ele diz que nós não buscamos ser felizes e sim buscamos o que nos proporciona a felicidade. Guy Debord mostra em sua obra "A sociedade do espetaculo" como vivemos influenciados pela mídia social e também pelas imagens construidas por outros individuos. Guy tambem faz&nbsp; a reflexão do que é o homen, e ele fala que o homen é passivo, e faz uma confusão do que é a ilusão e do que é a realidade.são pensadores contemporaneos que retratam sobre a sociedade do consumo. pascal e sua obra "O mal e a felicidade", nessa obra ele coloca o seguinte aspecto "sera que a sociedade sabe o que é ser feliz?" esse aspecto traz a ideia do que é felicidade e faz se pensar no que traz a felicidade. Ele diz que nós não buscamos ser felizes e sim buscamos o que nos proporciona a felicidade. Guy Debord mostra em sua obra "A sociedade do espetaculo" como vivemos influenciados pela mídia social e também pelas imagens construidas por outros individuos. Guy tambem faz&nbsp; a reflexão do que é o homen, e ele fala que o homen é passivo, e faz uma confusão do que é a ilusão e do que é a realidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-08 12:02:04 UTC</pubDate>
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