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      <title>A CONSTRUÇÃO DA AUTONOMIA NA ESCOLA EM TEMPOS (PÓS?)PANDÊMICOS by Rodrigo Alipio</title>
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      <description>Reflexões produzidas pelos docentes da Rede Municipal de Educação do município de Casimiro de Abreu / RJ.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-11 18:50:14 UTC</pubDate>
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         <title>PATRÍCIA NOVAES DA SILVA - AGENTE DE CRECHE - CRECHE GÉLIO ALVES FARIA</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-11 22:50:57 UTC</pubDate>
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         <title>Viviane Silva- Creche Emília Muzy.</title>
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         <description><![CDATA[<div>Há quase 2 anos recebemos a notícia de um vírus desconhecido que em alguns meses estava em todos os continentes do nosso planeta. Por isso, a humanidade precisou ficar em isolamento social. Isso incluiu a escola. E como isso afetou a educação no mundo inteiro! Crianças, jovens e adultos sem se interagir, compartilhar aprendizagens e demostrar afeto pessoalmente. Logo, uma solução de urgência foi criada: aulas online. Não é a melhor forma de ensinar e aprender e interagir mas foi o que tinha a se ofertar no momento. Melhor um pássaro na mão do que dois voando. Mas esse método não conseguiu suprir todas as necessidades. Assim, conforme as possibilidades e realidades de cada município, foram voltando às aulas presenciais seguindo os protocolos. E inicialmente foi muito difícil lidar com o medo do vírus, a ansiedade de como se proteger, de proteger os alunos e de voltar a dar aulas presenciais depois de quase dois anos sem exercer esta atividade e ainda de conciliar as matérias dadas na escola com as enviadas aos pais e alunos ainda online. Se passaram dois meses e ainda temos todas essas inseguras e tentando achar as respostas a essas incertezas. Ainda sentimos esses sentimentos também com os alunos. As crianças estão aprendendo a se socializar, a aprender e a interagir. Vemos a felicidade da criança em estar um ambiente escolar com colegas presenciais mas ainda aquele resquício que um isolamento social deixa. Ansiamos que tudo volte ao normal e que se possível, recuperemos o que a pandemia levou.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-18 18:38:18 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2021-11-20 20:45:23 UTC</pubDate>
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         <title>Eliane Soares de Oliveira</title>
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         <pubDate>2021-11-20 20:52:36 UTC</pubDate>
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         <title>Nilcelia Vieira da Rocha Amaral - Escola Municipal Pastor Luiz Laurentino</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>A autonomia e a pandemia na Educação Básica</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div>Durante o período de 2019 e 2020 os moldes entre ensinar e aprender mudaram totalmente com a pandemia. No momento em que os estudantes aos poucos vão voltando ao regime presencial nas escolas públicas e privadas do país, a discussão sobre o uso de tecnologias no universo educacional ganha forças. As escolas não estavam preparadas para usar os recursos digitais, e mesmo em um contexto pós-pandêmico, quando todos os alunos puderem voltar regularmente à sala de aula ainda não estão, mas aos poucos foram se adequando a realidade híbrido e ao uso de tecnologias no contexto escolar.&nbsp;</div><div>Por enquanto, a tecnologia tem sido uma aliada para que alunos possam manter os estudos de forma remota. Mas, na prática, pouco da metodologia pedagógica foi alterado. De maneira geral, os professores continuam na posição central da aula, transmitindo conteúdo, enquanto os estudantes mantiveram postura passiva. As tecnologias podem oferecer muito mais. É possível integrar os recursos digitais com a prática docente em sala de aula, colocando o professor como provocador e mediador.</div><div>Nesse sentido, as escolas de educação básica encontraram um enorme desafio para criar uma “sala de aula digital”. Mas, mesmo com todas as problemáticas, aconteceu. E assim, as ferramentas tecnológicas e o modelo de ensino híbrido ganharam ainda mais destaque na educação.&nbsp; Além do uso das tecnologias e do modelo de ensino novo, houve uma mudança na postura dos professores no que diz respeito ao seu papel. Com salas virtuais e com o ritmo das aulas online, os professores passaram a ser criadores de conteúdo, arranjaram novos jeitos e modos de avaliar, além de promover a interação com os alunos deixando-os mais autônomos quanto a aprendizagem e organização do seu tempo de estudo. Além disso, precisaram compreender o lado dos alunos, socioafetivo com as diversidades que aconteceram durante este momento. Foram anos de mudanças e perdas, inclusive no estilo de vida de muitas crianças.&nbsp;</div><div>Desenvolver a autonomia dos alunos é fundamental para atender às demandas do mundo atual, que requer uma formação integral a partir do desenvolvimento de competências e habilidades<strong>&nbsp;</strong>específicas. As transformações ocorridas na sociedade, decorrentes das mudanças tecnológicas, trouxeram a expansão da tecnologia e estabeleceu a era digital, alterando a forma como as pessoas se comportam, trabalham e aprendem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-21 23:03:42 UTC</pubDate>
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         <title>Neuceli Pereira Ferreira </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;<strong>Trabalho Final do Curso de Formação Continuada SEMED - Casimiro de Abreu/RJ</strong><br><br><strong>Tema</strong>: Construção da Autonomia x Pós Pandemia&nbsp;<br><br>&nbsp; &nbsp;A educação pós Pandemia nunca mais será a mesma.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;A cidadania sempre foi um conceito trabalhado na maioria das escolas. Novas doenças vem surgindo nas crianças como, por exemplo, Bebês de Pandemia, venho a perguntar será que as doenças já eram poucas em nossas crianças? Já não bastava tantas síndromes?<br>&nbsp; &nbsp;Grande tem sido a preocupação com o cenário contemporâneo das escolas. A maioria das crianças tem apresentado atraso na linguagem oral. &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;Os desafios são grandes no mundo escolar e é o começo de um novo processo de autonomia da criança. Vários meses se passaram e muitas mudanças ocorreram nesse período que impactaram as crianças e suas famílias.<br>&nbsp; &nbsp;Com a nova realidade da educação com a Pandemia da COVID-19, a escola representa um novo mundo de possibilidades e experiências para as crianças, novas relações interpessoais são vivenciadas, promovendo desafios diferentes do que elas estão acostumadas nas relações familiares.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;A ludicidade é uma alternativa interessante e que pode trazer bons resultados para esse momento tão difícil que a educação está passando, pois a educação deve sempre promover a autonomia do aluno, tornando-o ser ativo no seu desenvolvimento integral.&nbsp;<br>&nbsp; As crianças aprendem muito rápido, mas precisam ser estimuladas, de modo que se desenvolvam. Se pensarmos em estímulos, a escola e os familiares precisam tentar de alguma maneira entregar esse ambiente para as crianças, fazendo com que elas tomem iniciativas de forma consciente e com confiança quando a situação parecer incerta.&nbsp;<br>  A maneira de criar uma rotina também mostra-se eficiente na criação de espaços para a autonomia das crianças.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-26 01:16:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>&quot;A CONSTRUÇÃO DA AUTONOMIA NA ESCOLA NESSE CONTEXTO PÓS-PANDÊMICO&quot;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Celimar dos Santos Silva Neves Conceição</em></strong><br><br>&nbsp; &nbsp; Diante do cenário Mundial em virtude da Pandemia do COVID-19, a Educação passou por uma resignificação no intuito de garantir o direito à educação como prevê a Constituição Federal e outros documentos normativos.<br>&nbsp; &nbsp; Com o fechamento das escolas devido a pandemia de COVID-19, os profissionais da Educação foram desafiados a desenvolverem ações que garantissem o acesso à educação, o desenvolvimento das aprendizagens dos estudantes, buscando estratégias possíveis para minimizar a acentuação das desigualdades sociais possibilitando a continuidade do processo ensino-aprendizagem.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Com tudo isso, a educação precisou retomar suas atividades aderindo ao modelo de ensino remoto. Esse modelo de ensino trouxe reflexos das desigualdades sociais que a escola e os educadores tem vivenciado no seu cotidiano.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Pensando na construção da autonomia na escola, buscou-se aprimorar, elaborar e incorporar diversas formas de apresentar os conteúdos para os educandos, repensando o planejamento e tentando incorporar nas atividades ações que pudessem atrair a concentração das crianças, para que elas fossem capazes de se socializar, aprender e desenvolver-se no seu tempo e ritmo. Esse tem sido o maior desafio vivenciado pelo professor para garantir e contribuir com a aprendizagem dos alunos, mantendo o vínculo família e escola para um melhor desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-26 20:36:30 UTC</pubDate>
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         <title>ADRIANA QUEIROZ</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>E. M. CHRISTIANE<br><br><br>Difícil, mas necessário falar de autonomia na escola no contexto atual.<br><br></div><div>Cabem muitas reflexões. Positivas e negativas. Todas reais.&nbsp;<br><br>Se de uma perspectiva, as crianças ficaram fora das escolas, sem estudar e sem poder usufruir de todos os benefícios que esse espaço oferece – aprendizagens, vínculos sociais – por outra, ficou a cargo dos alunos e famílias buscar aprender a estudar sem a figura do professor. As famílias, como nunca antes, tiveram que elaborar estratégias para acompanhar mais de perto o desenvolvimento escolar dos filhos. Sem contar a questão da desigualdade social, fator determinante na forma como elas conduziram esse período pandêmico.<br><br></div><div>Para os professores, se por um lado ficaram longe dos alunos, por outro aprenderam a usar novas metodologias e tecnologias na educação, das quais não abrirão mais mão. <strong><br></strong><br></div><div>E<strong> </strong>a autonomia?&nbsp;<br><br></div><div>Durante o ensino remoto, os alunos ficaram com uma fatia da responsabilidade com seus estudos. Isso não se deu por uma decisão autônoma, por terem essa capacidade de auto organizarem seus estudos. O fator que determinou, forçou essa “autonomia”, foi o não poder estar na escola. Não foi uma autonomia legítima. Foi uma experiência imposta, mas, contudo, que proporcionou olharem para seus estudos de outra forma.<br><br></div><div>Embora, ainda incerto o que está por vir, é sabido que a pandemia dividiu a história da educação em antes e pós-pandemia. Com certeza, todos nós profissionais da educação estamos e<strong> </strong>precisaremos rever as expectativas de aprendizagem dos nossos alunos. Vimos que não dá pra ser só conteúdo. Não dá pra ser só quadro e giz. Os estudantes precisam desenvolver competências para além da escola<strong>.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-26 22:33:11 UTC</pubDate>
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         <title>A construção da AUTONOMIA na escola nesse contexto (pós?)-pandêmico. (Anderson)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><em>“Ser livre não significa ser autônomo”, como concebe Paulo Freire (1996, 1999, 2005),</em></div><div><em>&nbsp;</em></div><div>Acredito que se <em>você for extremamente autônomo, você não está se relacionando com a sociedade.</em> Uma prática autônoma exige que o professor enxergue seu trabalho, reflita sobre suas ações, buscando novas práticas, novos caminhos; só não concordo que, nesse movimento, ele possa agir sozinho. Arrisco dizer que, sozinho, o sujeito não consegue ser autônomo e nem livre. Isso porque considerar que é por meio das relações que o sujeito estabelece ao longo de sua vida, que sua conduta se autorregula.</div><div>No atual cenário, de uma hora para outra, as escolas tiveram que fechar as portas devido à chegada da covid-19 no Brasil. Esse cenário impactou a comunidade escolar, obrigando educadores e alunos a se adaptarem a uma nova realidade. O fato é que essas mudanças não são apenas para agora, pois a educação pós-pandemia nunca mais será a mesma.</div><div>E, em um processo de reinvenção do fazer educacional, educadores e instituições de ensino perceberão “que inúmeras são as possibilidades de inovar na educação e que as mudanças só ocorrem se os atores envolvidos se propuserem a acreditar e experimentar”. Nesse sentido, “acredito que a mudança de foco dos processos educacionais – ensino, aprendizagem e avaliação – só serão possíveis se houver a mudança de quem se relaciona com eles e na maneira como serão construídos”,</div><div>Acredito que, o cenário pós-pandemia seja uma oportunidade sem precedentes para as instituições de ensino. O momento de se abrir para o novo. Os principais questionamentos deverão ser: Como incorporar o que foi aprendido durante a pandemia para redesenhar sua estratégia futura? Como vamos mudar nossa forma ensinar e aprender? A pandemia da Covid-19 foi a “catapulta” das tendências que vinham aparecendo, provocando uma grande aceleração. Cabe à escola discutir com agilidade, mas sem perder a profundidade, essas tendências e reescrever suas estratégias para um futuro que chega mais cedo.&nbsp; E aí, vem o primordial: no currículo - formar indivíduos capazes de solucionar problemas complexos, pensar de forma criativa e ter flexibilidade cognitiva, focando em competências socioemocionais. Devem se tornar capazes de colaborar com as máquinas e novas tecnologias, não competir com elas, e de se conectar cada vez mais com a realidade, propondo soluções para problemas reais e atuais da sociedade. A escola deve nutrir nos alunos a curiosidade, e as competências para aprender a vida inteira, ensinando-os a pensarem globalmente, justamente para que sejam capazes de responder e contribuir com a construção de um mundo mais igualitário e em constante mudança”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-28 17:22:15 UTC</pubDate>
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         <title>Construção da autonomia na escola nesse contexto pós pandêmico</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Natália Leite da Silveira Braga<br><br></div><div>Pensar a escola, é sempre um exercício que nos leva a muitas ideias e reflexões. A escola e o que acontece lá diz respeito a vida e futuro de muitas pessoas. Sentimos isso com mais intensidade durante a pandemia. Nos reinventamos sim, utilizamos novas ferramentas e nos distanciamos, porém é bem verdade que ser e viver escola é se reinventar sempre e sempre.</div><div>&nbsp;Nossos alunos tiveram que exercitar autonomia nos estudos de maneira forçada, mas conseguimos vencer o primeiro ano. Não foi com a eficiência que esperávamos, mas aconteceu. Viramos o ano e continuamos distanciados por seis meses, e em seguida começamos a ensaiar o retorno das atividades educacionais presenciais. Hoje já estamos de volta e não podemos negar as cicatrizes educacionais deixadas pela pandemia, mas também não podemos deixar de considerar a possibilidade de darmos continuidade a um ensino que estimula a autonomia do aluno através de ferramentas que conhecemos e utilizamos durante a pandemia. A pandemia trouxe prejuízos, mas também lançou um novo olhar sobre a possibilidade de ampliação das fronteiras educacionais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 19:22:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Adriana da Silva Oliveira<br><br>Trabalho final&nbsp;<br><br>A pandemia trouxe grandes desafios para os alunos, pais e professores que tiveram que se adequar as tecnologias e com a necessidade de evitar o contato físico. Foram implementadas diversas mudanças na forma de ensinar.<br>Mas nada foi fácil! Vi diversas reportagens na televisão e também a dificuldade relatada pelos amigos em lidar com a internet, muitos por não saber mexer e outros por dificuldade financeira.&nbsp;<br>Foi um grande desafio para as escolas e professores que não mediram esforços para&nbsp; aprimorar os conhecimentos tecnológicos, desde o início da pandemia.<br>Tudo no início foi muito estranho! Um vírus que estava tão distante de nós, mas ao mesmo tempo não sabíamos a gravidade da situação. A medida que as aulas começaram a ser suspensas em algumas cidades vizinhas, tomamos um choque de realidade. Nas nossas cabeças tudo ia passar rápido e logo estaríamos de volta as aulas, mais não foi o que aconteceu. As escolas tiveram que se adaptar a essa nova realidade.<br>&nbsp; &nbsp;A volta as aulas foi começando aos poucos com muitas restrições. O maior desafio que eu percebi foi a volta dos pequenos ( Educação infantil). Na Educação infantil as crianças necessitam muito de afetividade, mantê-los sobre as novas regras como posso dizer, é um desafio!<br>&nbsp; &nbsp; Muitos amigos relatam que foi desafiador o retorno das aulas. Muitos falaram das dificuldade de algumas crianças de segurar o lápis e&nbsp; comunicação com os amiguinhos. Também teve relatos de professor que disse que o quanto foi gratificante ao ver seu aluno reconhecendo o seu nome. Os alunos&nbsp; se encaixaram a essa nova realidade do retorno das aulas. Podemos dizer que a&nbsp; tecnologia em partes trouxe autonomia para os alunos que tiveram que se comunicar através da internet.<br>&nbsp; &nbsp;A construção da autonomia do aluno vem bem de muito cedo, através de jogos, brincadeiras e músicas. As poucos acredito que tudo vai voltar, como, por exemplo, na escola rodinha sentados juntos, brincadeira que pode segurar as mãos do amiguinho, isso é muito importante para construção da autonomia da criança. Acredito que&nbsp; a autonomia do aluno, ou melhor, grande parte da autonomia está no convívio escolar.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; A convivência nos traz formas de se expressar tanto quanto a forma de pensar como na forma de agir, isso é muito importante principalmente para a Educação infantil " A construção da autonomia".</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-30 02:24:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-30 21:56:14 UTC</pubDate>
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         <title>LEILA MARCIA BELMIRO GOMES TRABALHO FINALA CONSTRUÇÃO DA AUTONOMIA NA ESCOLA EM TEMPOS PÓS PANDÊMICOS       Passados quase dois anos desde a pandemia causada pelo Coronavírus, muitos serão os desafios da Educação pós pandemia. Muitas foram as mudanças ao redor do mundo, afetando diferentes áreas, dentre elas a educação. Dessa forma, faz-se necessário uma profunda reflexão, muito diálogos e debates sobre os desafios da educação pós-pandemia. Assunto de profunda relevância para todos os setores da sociedade.      Muitos alunos ficaram sem aulas, devido a suspensão das aulas presenciais. Embora muitos alunos pudessem contar com as aulas e atividades remotas, outra parte ficou totalmente sem aula ou interações educacionais, um número expressivo, que aponta para a gritante desigualdade educacional presente no país.     Sabe-se que o processo educacional vai muito além do giz e da lousa. Antes de tudo, a educação envolve um processo dialógico e social, cuja interação entre os indivíduos é de extrema importância para o processo de ensino aprendizagem.      Assim, o contexto da pandemia compromete sobre tudo a relação entre as pessoas, impactando nas relações sociais entre diferentes faixas etárias e perfis de estudantes: crianças, adolescentes, jovens e adultos.     Com tantos adventos pós pandemia as escolas terão que preparar seus alunos para que estejam abertos ao novo. Essa competência envolve habilidades como curiosidade para aprender e imaginação criativa. Mais do que nunca teremos que usar de recursos digitais e inovadores para estimular o pensamento fora da caixa e a capacidade de inovar. Para isso é importante dar autonomia e liberdade para as crianças criarem.      Sabe-se que a autonomia pode ser definida como a capacidade de conduzir e tomar decisões por si próprio, levando em conta regras, valores, sua perspectiva pessoal, bem como a perspectiva do outro. Na infância a autonomia é fundamental para que a criança seja mais segura, independente e tenha iniciativa.        Para tal é importante promover rodas de conversas e escutas individuais com intuito de acolher os alunos e ainda proporcionar união na volta as aulas presenciais, é importante propor o diálogo entre eles. É uma oportunidade para as crianças e jovens escutarem e partilharem as experiências e sentimentos de cada um.  E a partir dessas vivências desenvolver a capacidade de empatia, de respeitar a diversidade, de agir coletivamente e com cooperação. Talvez seja o primeiro passo para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, onde o diálogo, a troca e a partilha sejam importantes ferramentas nesse processo em constante evolução.    </title>
         <author></author>
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         <pubDate>2021-11-30 22:14:15 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho final</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>A CONSTRUÇÃO DA AUTONOMIA NA ESCOLA EM TEMPOS (PÓS?) PANDÊMICO<br></strong><br></div><div><strong>Ana Paula de Souza Gomes<br></strong><br></div><div><strong>NO CENÁRIO ATUAL TIVEMOS QUE REVER TODO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM E AS FORMAS PELAS QUAIS OS ALUNOS RECEBEM OS DIVERSOS CONTEÚDOS OFERTADOS A PARTIR DE CURRÍCULOS, USANDO DE FONTES TECNOLÓGICAS COMO INSTRUMENTO DE APROXIMAÇÃO COM O ALUNO.<br></strong><br></div><div><strong>TODOS OS ENVOLVIDOS FORAM LANÇADOS AO NOVO E O ALUNO FOI POSTO EM situações em que o tem mais autonomia e determina a sua velocidade de aprendizagem, já que pode utilizar as ferramentas virtuais para revisar conteúdos ou dar continuidade ao que aprendeu.</strong></div><div><strong>DE ACORDO COM o referencial curricular A autonomia é “a capacidade de se conduzir e de tomar decisões por si próprio, levando em conta regras, valores, a perspectiva pessoal, bem como a perspectiva do outro”. No entanto, os estudantes nunca tiveram oportunidade de entender a real importância de boas práticas na sociedade como agora E DE VIVENCIAR O ESPAÇO ONDE COLOCA o aluno como personagem principal, tornando-o mais ativo na busca pelo conhecimento, MAS Uma grande parte dos indivíduos não souberam, não foram incentivados a exercitar essa autonomia ou sequer a fazer o uso de seu direito de aprendizagem no âmbito de sua casa. Muitos pais abdicaram desse momento, por falta de conhecimento, tecnologia, disponibilidade de tempo e interesse. OS ALUNO EM SUA MAIORIA NÃO TIVERAM TEMPO DE APRENDER COMO UTILIZAR TAIS FERRAMENTAS.&nbsp;</strong></div><div><strong>a aquisição do conhecimento no ambiente doméstico SE TORNOU UM TANTO QUE EXCLUDENTE, POIS A construção dessa autonomia QUE POSSIBILITA E O TORNA ATIVO NO PROCESSO necessita do elo entre escola e família, pois é um exercício continuo e desafiador onde o centro dessa construção é o educando e o espaço escolar corre para que o que se espera de aprendizagem e o que nós FOI SUGERIDO pelos currículos e gestores, PARA QUE seja alcançado.&nbsp;</strong></div><div><strong>NO CENÁRIO PÓS PANDEMIA PODEMOS AFIRMAR QUE A construção dessa autonomia necessita do elo entre escola e família, pois é um exercício continuo e desafiador onde o centro dessa construção é o educando e o espaço escolar corre para que o que se espera de aprendizagem e o que nós é imposto pelos currículos e gestores seja alcançado.&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-30 23:21:20 UTC</pubDate>
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         <title>Lucimar Pires Ferreira Alves</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2021-11-30 23:21:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2021-11-30 23:38:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2021-12-01 01:09:35 UTC</pubDate>
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         <title>Luziane Fagundes da Silva Ramos</title>
         <author>luzianefg</author>
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         <pubDate>2021-12-01 15:14:49 UTC</pubDate>
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         <title>Construção da autonomia e angústias em tempos de (pós) pandemia </title>
         <author>professoraevelincastilho</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fomos imergidos forçadamente em um novo mundo, no qual, sua grande maioria despreparada, pega de surpresa, se viu perdida em meio a tantas atribuições, com sobrecarga, tendo que “se virar “no mundo tecnológico, para dar conta do nosso trabalho, dos nossos alunos, da nossa família, de tantas coisas que nossos sentimentos, angústias, ansiedades, tomaram proporções avassaladoras e ainda assim precisamos dar conta, estarmos “sãos”.&nbsp;<br><br></div><div>Temos conseguido?...&nbsp;<br><br></div><div>Conseguir é uma palavra vaga, nesse momento. Sim, conseguimos ou não. Não temos como alcançarmos a totalidade das nossas metas quando não depende apenas de nós. O esforço contínuo para entregarmos o melhor aos nossos alunos que nem sempre é visto ou alcança-os de fato. E aí a frustração que nos envolve e nos afoga, num mar de emoções angustiantes.&nbsp;<br><br></div><div>Nos adaptamos?&nbsp;<br><br></div><div>Alguns sim, outros não. Mas seguimos nos reinventando. E de repente... o retorno.<br><br></div><div>E agora?&nbsp;<br><br></div><div>Mais trabalho, pois não deixamos para trás as tecnologias, atendimentos remotos. Mas nós? Como ficamos?&nbsp;<br><br></div><div>A sobrecarga é fato, é real e o reconhecimento, praticamente, nulo. Envolvidos numa cultura de desvalorização da educação e dos educadores, humilhados.&nbsp;<br><br></div><div>E por que estamos aqui? Porque amamos o que fazemos, amamos nossos alunos, nossas crianças e adolescentes, visualizamos para eles um mundo diferente da realidade de muitos, lutamos para levarmos a patamares mais altos, a ampliarem seus horizontes.&nbsp;<br><br></div><div>Ah... é tão difícil pensarmos no que será daqui para frente. A grande maioria quer que o retorno do “normal” se concretize o quanto antes, mesmo com os desafios instituídos. Sabemos, que não será fácil reconstruir o conhecimento perdido ou fragmentado, o emocional abalado pelas perdas e o pânico, numa geração que foi extremamente prejudicada. O que será desses? Não sabemos, mas temos que entregar a eles muito mais que conteúdo, temos que entregar esperança, acolhimento, cuidado, amabilidade. Vermos muito além da sala de aula, além dos portões da escola, para que esse novo processo de construção da educação consiga minimizar os efeitos pandêmicos.&nbsp;<br><br></div><div>Antes de pensarmos no como será, precisamos curar os traumas que se formaram nas famílias, no aluno e no professor. A partir daí, poderemos pensar em reconstruir a educação.<br><br></div><div>Para construirmos a autonomia a partir desse tempo (Pós) pandêmico, precisamos conhecer muito além, envolvermos os alunos, a comunidade escolar, esse novo momento, onde aprendemos, obrigatoriamente, utilizar novos recursos.&nbsp;<br><br></div><div>Não será fácil, principalmente na rede pública de educação, mas já começamos. Começamos porque a educação não é uma metodologia engessada, ela se renova com as gerações e acontecimentos históricos, como vivenciamos agora.&nbsp; Novas formas de fazer, como a sala de aula invertida, serão essenciais para ampliarmos os recursos e autonomia dos nossos alunos, para que aprendam a aprender, a buscar o conhecimento, deixando de serem apenas ouvintes para se tornarem protagonistas do seu conhecimento.&nbsp;<br><br></div><div>Nesse sentido, aos Recursos Educacionais Digitais (RED) são muito importantes, a fim de direcionar o professor e o aluno a uma experiência nova.&nbsp;<br><br></div><div>Para tanto, é preciso um contínuo buscar de novos conhecimentos nesse universo que se transforma a cada instante. Esse é o futuro da educação, esse é o nosso futuro.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-01 23:03:54 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Rosangela De Jesus </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Parte: 1</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 01:16:37 UTC</pubDate>
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         <title>Rosangela De Jesus </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Parte:2</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 01:17:57 UTC</pubDate>
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         <title>Rosangela De Jesus </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Parte: final </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 01:19:03 UTC</pubDate>
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         <title>Rosangela De Jesus </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 01:19:53 UTC</pubDate>
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         <title>Formação Continuada -Professor C</title>
         <author>viviane56</author>
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         <description><![CDATA[<div>Viviane Lopes Batista de Andrade</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 01:23:52 UTC</pubDate>
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         <title>Maristela G S N Dantas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 17:36:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cleópatra Malena do Nascimento Silva Ribeiro</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O grande desafio do educador durante a pandemia foi manter os alunos conectados à escola para que não ocorresse a evasão escolar, já que o ensino passou a&nbsp; ser online. Com o retorno presencial foi necessário enfrentar outros obstáculos: prender a atenção dos estudantes que voltaram para a escola e deixaram de usar os recursos tecnológicos como a única ferramenta de ensino. Com a presença dos professores para a aplicação de conteúdos em aulas presenciais notamos a necessidade de mudar as metodologias de ensino para que o ambiente escolar fosse atrativo para os estudantes, visto que eles têm mais habilidade com as tecnologias&nbsp; , o ensino presencial é desestimulante para a maioria deles.</div><div>Todos nós sabemos como é difícil ganhar a confiança dos estudantes desmotivados em sala de aula. Muitos deles desconhecem a utilidade do conteúdo das aulas e, por esse motivo, não se dedicam como deveriam para atingir os objetivos do currículo escolar.</div><div>Outro motivo importante é a falta de tecnologia associada à educação. A baixa frequência na utilização de recursos tecnológicos prejudica o aproveitamento dos alunos, que estão cada vez mais envolvidos com a modernização. Sem esses estímulos, os estudantes se sentem cada vez mais frustrados com a sua preparação em relação ao mercado de trabalho.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 17:56:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Curso de formação continuada<br>Professora: Raquel Pinho da Rocha<br>Creche Emília Bastos Muzy<br>Orientador: Rodrigo&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/JmUYOtQ90i4" />
         <pubDate>2021-12-02 21:45:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Autonomia pós pandemia </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/ajPnsHrGx_w" />
         <pubDate>2021-12-02 22:56:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>        Para que possamos construir um processo de autonomia pedagógica e por essência didático, precisamos compreender o lugar que educadores e educando se inserem no processo de construção do conhecimento.         Ambos, professores e alunos, partem de um de um ponto comum mais em patamares diferentes de compreensão e capacidade de fazer crítica e problematizar,  situações que só poderão ser superadas, apropriando se da produção histórica produzida pela humanidade e entendendo como historicamente esse conhecimento foi apropriado por grupos distintos e “dirigentes”.         Nesse sentido a compreensão do tempo histórico, do papel do sujeito histórico, da apropriação dos instrumentos teóricos e práticos se fazem necessários para superar problemáticas de nossa sociedade contemporânea.          O PROJETO CONSCIÊCIA NEGRA objetiva construir essa possibilidade de reflexão, da identificação e superação do preconceito e racismo através do conhecimento histórico critico, da produção  de ações propositivas que possibilitem a eliminação de todas as formas de discriminação.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rodrigoalipio82/lq2zg5fd8r1sh4fy/wish/1926240912</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 23:25:01 UTC</pubDate>
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         <title>TRABALHO DE CONCLUSÃO - CURSO DE FORMAÇÃO - PROFª DAIANA PINHEIRO VIEIRA CORDEIRO</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2021-12-03 00:36:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2021-12-03 01:40:58 UTC</pubDate>
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         <title>trabalho de conclusão-curso de formação- profª Simone Mendes da Costa Natal</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2021-12-03 11:00:55 UTC</pubDate>
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         <title> Lilliane Ferreira da Costa Valadão - Creche Gelio</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Confesso que a construção da autonomia nesse período de pandemia tem sido um desafio maior que o normal. Hoje, mais do que nunca, temos que contar com o apoio da família. Infelizmente, nas duas escolas que trabalho, conto com famílias desestruturadas por diversos fatores, e em sua maioria incapazes de auxiliar os filhos no seu desenvolvimento emocional e cognitivo. Tenho tido muitos desafios, e termino o ano com uma sensação de que poderia ter sido melhor do que foi (na parte educacional). Mas mediante tudo que vivemos, posso dizer que foi positivo, principalmente o fato de estarmos vivos. O que pude fazer para ajudar meus alunos eu fiz (e isso inclui ensinar uma criança de 1 ano e 6 meses a andar, visto que em casa a criança não foi estimulada pelos pais). Pude ter mais certeza da importância da escola em uma sociedade. Posso concluir que a escola exerce dois papéis fundamentais na sociedade: socializar e democratizar o acesso ao conhecimento e promover a construção moral e ética nos estudantes. Esses dois papéis compõem a formação de pessoas conscientes, críticas, engajadas e com potencial de transformação de si mesmas e da sociedade. Essa socialização fez muita falta para os alunos. O ensino remoto funcionou, e acho que veio para ficar, mas nada comparado ao contato presencial. Penso que a pandemia nos revolucionou na área tecnológica, nos tirou da zona de conforto e isso foi muito bom, mas temos que aproveitar os conhecimentos adquiridos para transformar a sociedade, transformar a escola e nos tornarmos profissionais ainda melhores do que já éramos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-05 13:19:28 UTC</pubDate>
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         <title>Professora Viviane - Formação continuada. </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nos últimos meses, as escolas precisaram se reinventar em termos de metodologia,&nbsp; a fim de manter o processo de ensino aprendizagem em meio ao distanciamento social. Assim, a tecnologia ganhou ainda mais espaço na educação,&nbsp; pois foi a grande responsável pela continuidade das aulas.<br>Mas nada disso foi, ou melhor está sendo fácil! Alguns alunos não tem acesso a internet,&nbsp; e aqueles que têm como acompanhar as aulas encontram dificuldades no novo modelo de ensino.<br>Com o retorno das aulas presenciais, foi possível observar o quanto a pandemia impactou a vida escolar dos alunos, é notório no atual cenário escolar, crianças totalmente dependentes do professor, sem autonomia ao realizar atividades simples e corriqueiras do cotidiano.<br>Atualmente ministro aulas para uma turma do segundo ano do ensino fundamental, diariamente me deparo com situações assustadoras decorrentes da pandemia. Na minha classe tem um aluno inteligentissimo, excelente leitor, porém ao realizar as atividades propostas sente-se inseguro, necessitando constantemente da afirmação da professora.<br>Diante do exposto,  acredito que um dos maiores desafios dos docentes neste momento "pós-pandêmico" é promover o desenvolvimento da autonomia por parte dos discentes, para que os mesmos possam ser sujeitos autônomos, protagonistas no processo ensino/aprendizagem. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-07 01:32:02 UTC</pubDate>
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         <title>A construção da Autonomia Pós Pandemia;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Esses Últimos anos foram muito difíceis, fomos pegos de surpresa por uma Pandemia, tivemos que aprender a lidar com a tecnologia para dá continuidade ao trabalho dentro de nossos lares, a contribuição da família foi de suma importância, sabemos da dificuldade que cada um passa, principalmente para ter uma internet boa, que nem sempre pode se contar pois dependendo do clima, ela deixa a desejar e assim dificultando as aulas online, enfim…Mas Deus dá o fardo que consigamos carregar! Tudo nos serve de ensinamento.🙏🏻🙏🏻</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-07 12:59:32 UTC</pubDate>
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         <title>Empreendedorismo e Educação - Urubatan</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Deixo aqui alguns apontamentos e desdobramentos da minha pesquisa de pós-graduação sobre o empresariamento da sociedade:<br><br><br>A difusão da cultura do empreendedorismo na educação já foi evidenciada em diversos estudos acadêmicos. Os valores morais e éticos do mundo empresarial podem moldar os modos de ser, agir e pensar dos indivíduos através de processos e políticas educacionais de subjetivação em massa com o objetivo de forjar um indivíduo que veja a si mesmo como um capital humano. Para além das críticas ao sistema político econômico vigente é necessário entender como determinados valores oriundos de uma ética eminentemente empresarial migraram da economia para todos os domínios da vida social ganhando um forte poder normativo, instituindo processos e políticas de subjetivação. A fundamentação teórica e metodológica para pesquisas como essa pode encontrar inspiração nas obras do filósofo francês Michel Foucault e do sul-coreano Byung Chul Han. Foucaul desenvolve suas análises sobre a governamentalidade da população nas sociedades modernas (biopolítica), o dispositivo disciplinar da educação, a racionalidade neoliberal e a formação das subjetividades. Já Byung Chul Han permite alargar nossas concepções, ajudando a entender como os sujeitos de direito e cidadãos livres vêm se transformando em indivíduos-empresas e sujeitos guiados pela lógica do desempenho. É muito importante observar as estratégias de atuação da política econômica neoliberal na área da educação e suas influências na formação das subjetividades da juventude contemporânea.&nbsp;</div><div><br><br></div><div>&nbsp;O culto ao empreendedorismo representa uma prática discursiva que produz determinado tipo de sujeito respondendo a uma urgência do imperativo histórico contemporâneo. Nos tempos da revolução digital, das mídias sociais e da inteligência artificial, em que nos encontramos, os jovens são induzidos a serem seus próprios patrões, a empreenderem por si mesmos e a responsabilizarem apenas a si mesmos pelo seu fracasso gerando uma massa de fracassados e deprimidos. As taxas de suicídio só aumentam ao longo dos anos.</div><div>&nbsp;A difusão de uma cultura do empreendedorismo pode ser entendida como uma maneira de o sistema sugerir, aos indivíduos e às coletividades pobres, que, num momento em que os sindicatos e associações se encontram enfraquecidos e esvaziados, em que o Estado de bem-estar social mais parece coisa do passado, em que o outro passa a constituir um obstáculo a ser batido (concorrência) todos devem ficar por sua própria conta e risco. Essa atmosfera do risco e da incerteza, do desemprego e falta de perspectivas tornam esses indivíduos mais suscetíveis de aderirem ou se submeterem às estratégias de governo, controle e assujeitamento. Não está em jogo a extinção da pobreza, mas seu abrandamento. A pobreza e a desordem devem ser gerenciadas e as pessoas precisam participar do jogo.&nbsp;</div><div><br><br></div><div><br><br></div><div>A dominação e o assujeitamento acontecem justamente a partir da decisão voluntária dos indivíduos de se exporem a si mesmo como mercadorias à venda dentro de uma sociedade cada vez mais controlada e vigiada por câmeras e outros dispositivos eletrônicos. Liberdade e coação caminham lado a lado.&nbsp;</div><div><br><br></div><div>&nbsp;Governamento da infância significa conduzir a conduta das crianças e dos jovens, moldando-lhes a alma com o objetivo de conduzi-los para determinados ”lugares” numa cultura, para determinadas posições numa sociedade e para determinadas formas de vida já partilhadas por aqueles que já estavam aí de modo que aqueles que não faziam parte da nossa cultura passem a fazer parte dela. De que maneira se governa hoje a infância e os jovens? Para onde essas formas de governamento estão nos levando? Conhecer os modos pelos quais as crianças e os jovens estão sendo governados tem tudo a ver com tipo de sociedade futura que está hoje a ser gerada no seio das famílias e nas escolas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-07 20:26:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Trabalho final: A construção da Autonomia na ESCOLA em tempos (pós?) Pandêmicos. </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Teatro: Desabafo de uma professora em tempo de pandemia.&nbsp;<br>Professoras: Daiana Pinheiro Vieira Cordeiro e Paula Cristina Pereira Sousa Garcia. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://photos.app.goo.gl/6FQ6UJxbNpH7kkyTA" />
         <pubDate>2021-12-08 21:49:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Trabalho Patricia Sabino Teixeira sobre &quot;A construção da autonomia em tempos(pós?) pandêmicos.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Um primeiro ponto a ser analisado no nosso retorno as aulas presenciais foi a adaptação das crianças, que no meu caso são crianças muito pequenas. A forma de acolhimento é primordial para aprimorar o que vira posteriormente. Chegaram crianças muito pequenas, naturalmente dependentes e, em muitos casos, com um histórico de perda muito proximo na família e ao mesmo tempo muito dependentes de um adulto por estarem cotidianamente em casa e se afastarem dessa segurança pode trazer impactos.&nbsp;<br>A insegurança do adulto influi diretamente na vida da criança e a melhor forma de ajudá-la é acolher de uma maneira carinhosa, através de conversa, de escuta, demonstrar confiança e segurança de que o ambiente escolar pode ser uma extensão de um ambiente agradável que é a casa dele.&nbsp;<br>A escola deve ser um ambiente agradável, com a presença do lúdico, músicas, brincadeiras. Tudo isso aliado a participação efetiva dos pais. Aí sim teremos um bom tratamento nas questões emocionais dos nossos pequenos.&nbsp;<br>É importante desenvolver essa atenção aos nossos alunos, ser tolerante aos conteúdos, rever expectativas e objetivos, avaliar, observar o que mais precisam de apoio pedagógico, avaliar o que deve ser priorizado, pensar em atividades estratégicas para repor aquilo q não foi alcançado.&nbsp;<br>A pandemia trouxe diferenças entre os que tinham uma dificuldade de aprendizagem. Exigiu um novo formato de educador que tiveram q se adaptar às novas tecnologias. Tranformaram-se. Agora é necessário estabelecer metas de aprendizagem diferentes para crianças com níveis de aprendizado diferentes. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-09 18:33:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>trabalho final/Marciani G.G.B.Barros</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-12-09 19:32:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rodrigoalipio82/lq2zg5fd8r1sh4fy/wish/1940006768</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A CONSTRUÇÃO DA AUTONOMIA NA ESCOLA EM TEMPOS (PÓS?) PANDÊMICO.</strong>&nbsp;</div><div><strong>Professora: Maria de Fátima Soares da Silva.</strong>&nbsp;</div><div><strong>Creche Maria do Carmo da Motta.</strong>&nbsp;</div><div>O retorno as aulas em tempos pós pandêmico veio carregado de emoções e responsabilidades que envolve toda a comunidade escolar. Para os pais principalmente das crianças pequenas, o medo da falta de autonomia de seus filhos era imensa...E é obvio que eles tinham razões suficientes para isso!&nbsp;</div><div>No entanto não eram só as crianças pequenas que precisavam construir essa autonomia, nós os adultos, educadores ou não, todos tivemos que aprender a como nos comportar neste tempo. E daí por diante nossa autonomia passou a estar vinculada a EPIs. E houve muitos erros e falta de disciplina para muitos. Máscaras no queixo, quando deveriam cobrir toda área abaixo dos olhos, uso de máscaras em crianças abaixo de 3 anos... Nos tornamos dependentes um do outro para aprender a conviver na escola com tantas mudanças que outrora não faziam parte da rotina escolar.&nbsp;</div><div>Para os educadores não bastou se ocupar somente das práticas pedagógicas, mas tivemos que dar conta de ensinar conteúdos e ao mesmo tempo incentivar as pessoas de como se portar neste tempo enquanto construíamos nossa própria autonomia. E como sempre fomos os primeiros a serem treinados para isso, a final temos que ser o exemplo, aqueles que dão sempre o primeiro passo. E como ficou nossa cabecinha??? Acredito que para muitos, foi bem difícil ter que dar conta de tantas demandas. Mas como o assunto é AUTONOMIA, podemos dizer que ela aconteceu de forma vigiada...Fomos observados e observamos uns aos outros o tempo todo.&nbsp;</div><div>Sabemos que o afeto é primordial na educação, mas tivemos que lidar com essas emoções a distância mesmo que em aula presencial. E acredito que foi difícil em todos os níveis da educação, porque a afetividade é fundamental em qualquer fase da vida. No entanto construímos a base na educação infantil e foi extremamente doloroso não poder estimular de forma mais concreta que as crianças pequenas demonstrassem o carinho caloroso por seus coleguinhas. Ensinar os valores da amizade que antes eram tão simples e prazerosos, passou a ser uma tarefa bem difícil diante da ausência do toque.&nbsp;</div><div>Diante de tudo que vivemos, podemos dizer que a autonomia na escola nesse tempo pós pandêmico está vinculada ao auto cuidado e ao cuidado com os outros. E que o fato de terem decididos está de maneira presencial na escola ,demonstra que estão determinados a lutarem por sua autonomia,embora ela ainda não aconteça de forma plena.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-10 09:32:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A CONSTRUÇÃO DA AUTONOMIA NA ESCOLA EM TEMPOS (PÓS) PANDEMICO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rodrigoalipio82/lq2zg5fd8r1sh4fy/wish/1940306097</link>
         <description><![CDATA[<div>Professora Simone Falcão<br><br>Autonomia é um termo de origem grega cujo significado está relacionado com indepencia, liberdade e autossuficiência e na concepção da educação a autonomia nos remete a capacidade de elaborar uma reflexão crítica diante das vivências oferecida.<br>Acredito que a construção da autonomia acontece de forma gradual e natural, visto que, somos estimulados constantemente a tomar decisões mesmo que inconsciente e é dinâmica está em desenvolvimento o tempo todo.<br>Diante da nova realidade vivida, a construção da autonomia nos faz repensar e resignificar nossa prática pedagógica e tecnológica para alcançar os discentes e para nossa superação pessoal tentando sanar o fracasso escolar e o desinteresse dos alunos.<br>Pensando na educação infantil o processo de construção de autonomia,&nbsp; se desenvolve&nbsp; envolvendo e colocando como protagonista do processo de ensino-aprendizagem não somente o aluno, mas também seus familiares e responsáveis, que nesse período de pandemia estão sendo grandes parceiros da escola , facilitadores e estimuladores fazendo com que as aulas e o ensino de fato aconteça.<br>A escola e a família são de vital importância para a construção da autonomia da sociedade na qual estamos inseridos. Devemos estar atentos ao que temos vivenciado aperfeiçoando e refletindo de forma critica sobre a nossa prática pedagógica, colaborando no desenvolvimento integral e saudável, sempre visando o desenvolvimento da criticidade, da reflexão, da capacidade de tomada de decisões e da sua independência de nossos alunos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-10 13:23:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Trabalho da Professora Luzinete Biondo Dalmasio<br>A CONSTRUÇÃO DA AUTONOMIA NA ESCOLA EM TEMPOS (PÓS ?) PANDÊMICO<br><br></div><div>Diante Das dificuldades enfrentadas em tempos de pós pandemia pode-se dizer que a autonomia na escola está nos primeiros passos.<br><br></div><div>Eu senti que tivemos que lavar nossas memórias de eventos passados e traçar paralelos e criar novos recursos para lidar com esse grande desafio.<br><br></div><div>Nossa autonomia teve que ser moldada a medida do dia a dia, onde notávamos o medo no rosto das pessoas que passavam por nós.<br><br></div><div>As famílias se mostraram inseguras em mandar seus filhos para a escola e creche, assim como nós também tínhamos medo de lidar com o “novo”, mas era necessário viver a experiência para transmitir segurança as famílias, claro que de maneira responsável e também respeitando todas as regras e medidas adotadas. A convivência do dia a dia foi nos capacitando e nos adequando ao melhor para todos, tanto para as crianças, como para os funcionários em geral.<br><br></div><div>A autonomia das crianças ficou logo clara, no sentido de elas entrarem na escola com seu familiar já entendiam que era necessário lavar suas mãos, passar álcool e colocar a máscara, e que todos precisavam respeitar as regras, na medida de cada vivência diária aplicada na sala elas iam se adaptando ao novo, no início foi um pouco complicado, mas no decorrer do tempo as coisas foram fluindo.&nbsp;<br><br></div><div>Onde existia rodinha de mãos dadas, abraço do amigo, mostramos que este momento de pandemia não seria possível, existia outras formas para nos expressar, com seus gestos, danças, brincadeiras, desenhos, entre outras tornando tudo muito agradável e satisfatório. Assim íamos adaptando e reinventando nossas vivências diárias com muita diversão para que as crianças se sentissem bem acolhidas, sempre dentro das medidas de segurança.&nbsp;<br><br></div><div>Parece que são nas fases de maior dificuldade que nos deparamos com momentos mais reflexivos e atentamos para questões que envolvem não só apenas o nosso cotidiano, o nosso universo particular, mas um todo.&nbsp;<br><br></div><div>Óbvio dizer o quanto o coletivo impacta nossas vidas, com a pandemia realmente nos demos conta disso, como nos afeta em diferentes esferas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-10 23:24:11 UTC</pubDate>
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         <title>A Construção da Autonomia na Escola em Tempos (Pós) Pandêmicos. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rodrigoalipio82/lq2zg5fd8r1sh4fy/wish/1941211280</link>
         <description><![CDATA[<div>Adelma Ramos de Souza e Silva.<br><br>Muitas mudanças aconteceram com a pandemia, famílias se trancaram em suas casas com medo do vírus.<br>Com a volta das aulas nas escolas, crianças que estavam isoladas tiveram que sair de suas casas para estudar e com isso algumas famílias não aceitaram, pois o medo do vírus ainda permanecia.<br>&nbsp;Com as aulas remotas, algumas famílias com medo e até mesmo o preconceito de suas crianças não aprenderem nada, pois achavam que não se aprende nada em casa, outras famílias acabam não tendo computador ou um bom celular. E com isso muitas deixaram de estudar.&nbsp;<br>Eu achei que nessas aulas remotas muitas crianças perderam o interesse de estudar e com retorno da aulas as Escolas tiveram que se modificar para receber seus alunos, professores tiveram que aprender para ensinar e principalmente se modernizar e qualificar para as novas tecnologias, das aulas remotas.&nbsp;<br>Para o professor que foi para a sala de aula já foi diferente, tiveram que se resguardar e proteger com máscaras no seu rosto, um avental por cima das suas roupas e com isso as crianças pequenas ficaram com medo.<br>Diante dessa nova realidade que estamos vivendo, ainda vamos sentir os impactos no futuro, com crianças desmotivadas, sem interesse de estudar e com dificuldades de aprendizado e de se relacionar com outras crianças.&nbsp;<br>Para que aconteça um bom desenvolvimento dessas crianças temos que fazer um trabalho em conjunto com&nbsp;os professores, a família e a escola.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-10 23:33:24 UTC</pubDate>
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