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      <title>A Agenda 2030 e a evolução de Portugal desde o 25 de Abril de 1974 by Rui Freitas</title>
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      <description>A evolução de Portugal, desde o 25 de Abril até à agenda 2030 da ONU</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>georui</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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         <title>Portugal antes do 25 de Abril de 1974</title>
         <author>georui</author>
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         <description><![CDATA[<p>Antes do 25 de abril de 1974 não havia crescimento económico nem trabalho digno pois os salários eram uma miséria e as mulheres recebiam muito menos comparando aos homens.</p><p>As empresas em Portugal eram muitas vezes vistas como um instrumento do Estado e do regime ditatorial. A economia era altamente regulamentada e controlada pelo governo, e muitas empresas eram propriedade do Estado ou de grandes grupos económicos ligados ao regime.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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         <title>Pós 25 de Abril</title>
         <author>georui</author>
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         <description><![CDATA[<p>Com a chegada da democracia, houve uma liberalização da economia e um aumento da concorrência, o que criou novas oportunidades para as empresas. Além disso, o novo governo democrático estabeleceu políticas económicas que incentivavam o investimento estrangeiro e a criação de novas empresas.</p><p><br></p><p>Por outro lado, o processo de democratização também trouxe desafios para as empresas. O aumento da liberdade de expressão e da atividade política significou que as empresas precisavam lidar com a opinião pública de forma mais aberta e transparente. A reforma trabalhista trouxe mudanças significativas nas relações laborais, incluindo a liberdade de associação sindical e a implementação de acordos coletivos de trabalho.</p><p>Em suma, o impacto do 25 de abril nas empresas portuguesas foi significativo. A democratização e a liberalização da economia trouxeram novas oportunidades, mas também novos desafios. As empresas tiveram de se adaptar a um ambiente mais aberto e transparente, ao mesmo tempo em que lidavam com as mudanças nas políticas económicas e trabalhistas.</p><p>Olhando para o <strong>comportamento da economia</strong>, o PIB <em>per capita</em> a preços constantes era de 9.483,3 euros em 1974, tendo evoluído para 18.949,5 euros em 2021, segundo os dados agregados pela Pordata, pelo que este indicador<strong> duplicou nestas cinco décadas.</strong></p><p><strong>Em 1974, mais de um terço dos portugueses trabalhava no setor primário, que diz respeito à agricultura e pecuária. Fatia que passou para apenas 3% nos dias de hoje.</strong> A grande passagem foi para o<strong> setor dos serviços</strong>, que há meio século agregava 31% dos trabalhadores e era a área com menor proporção; e atualmente junta 73% dos trabalhadores, isto é, quase três em cada quatro trabalhadores.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>georui</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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         <title>Portugal antes do 25 de Abril de 1974</title>
         <author>georui</author>
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         <description><![CDATA[<p>Antes do 25 de Abril a mulher era tratada como um ser inferior ao homem. Elas governavam a casa, eles, mandavam no mundo. Os direitos eram tão limitados que só era possível sair do país com autorização do marido. O modelo educava o país de Salazar.</p><p>Na história das mulheres há desigualdade, discriminação e muita violência.</p><p>No país do<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ensina.rtp.pt/artigo/o-estado-novo/"> Estado Novo</a>, a mulher existia para ser a mãe extremosa, a esposa dedicada, uma verdadeira fada do lar. Desde pequenina que era treinada para ser assim, submissa ao poder patriarcal do pai, do irmão e, mais tarde, do marido.</p><p>Na ideologia vigente, os direitos da mulher eram quase nenhuns. Não podia votar. Não podia ser juíza, diplomata, militar ou polícia. Para trabalhar no comércio, sair do país, abrir conta bancária ou tomar contracetivos, a mulher era obrigada a pedir autorização ao marido. E ganhava quase metade do salário pago aos homens.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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         <title>Pós 25 de Abril</title>
         <author>georui</author>
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         <description><![CDATA[<p>Portugal pode ser hoje considerado um dos países mais igualitários do mundo. A Revolução de Abril de 1974 teve um papel preponderante neste processo, uma vez que constituiu uma oportunidade de rutura com o passado, também no que se refere à situação das mulheres, inscrevendo na Constituição de 1976, o princípio da igualdade entre mulheres e homens.</p><p>Em 1978, com a revisão do Código Civil (Decreto-Lei n.º 496/77, de 25 de novembro), os direitos das mulheres tiveram um avanço significativo:</p><ul><li><p>A mulher casada deixou de ter estatuto de dependência do marido</p></li><li><p>Desapareceu a figura do “chefe de família” bem como as disposições que atribuíam aos homens a administração dos bens do casal</p></li><li><p>O governo doméstico deixou de pertencer, por direito próprio, à mulher</p></li><li><p>A residência do casal passou a ser decisão de ambos os cônjuges (e não apenas do homem)</p></li><li><p>Relativamente ao poder parental, a mulher deixou de deter apenas uma posição secundária de mera conselheira para deter poder de decisão pleno em igualdade de circunstâncias com o marido;</p></li><li><p>Marido e mulher puderam acrescentar ao seu nome, no momento do casamento, até dois apelidos do/a outro/a.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>georui</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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         <title>Portugal antes do 25 de Abril de 1974</title>
         <author>georui</author>
         <link>https://padlet.com/georui/lp5h7iljoipq5iwr/wish/2928716831</link>
         <description><![CDATA[<p>Antes do 25 de Abril existiam bairros de lata nas periferias das grandes cidades e não faltava quem passasse fome, nas aldeias e campos do Alentejo, do Ribatejo, do Douro e de Trás-os-Montes, e mesmo nas cidades.</p><p>As preocupações com a balança comercial impedia a importação de alimentos.</p><p>A mecanização tinha uma expressão muito débil (apenas 0,25% das explorações utilizavam meios de trabalho mecânicos), o consumo de adubos químicos e de pesticidas era muito reduzido e a terra era o elemento central na organização da produção e na estrutura da sociedade rural.</p><p>A agricultura era muito protegida da concorrência dos mercados externos e assente num sistema tecnológico pouco sensível ao incremento da produtividade do trabalho, razão para uma falta de produtos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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         <title>Pós 25 de Abril</title>
         <author>georui</author>
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         <description><![CDATA[<p>Mais de 12% da população portuguesa sofria de insegurança alimentar moderada ou severa em 2020 e 2022, uma prevalência que coloca Portugal acima da média de 8,5% registada na Europa do Sul</p><p>A prevalência de insegurança alimentar moderada e severa baixou em Portugal de 14,7% para 12,4% da população entre os períodos de 2014-2016 e 2020-2022.</p><p>Apesar da redução, Portugal é o sexto país entre os 13 da Europa do Sul com a percentagem mais elevada neste indicador, atrás da Albânia (30,2%), Macedónia do Norte (24%), Sérvia (14,8%), Bósnia Herzegovina (13,4%) e Montenegro (12,9%). O relatório sobre o estado da segurança alimentar e nutricional no mundo indica ainda que a insegurança alimentar severa atingia 3,9% da população portuguesa no período 2020-2022, menos do que os 4,1% registados em 2014-2016.</p><p>Existe prevalência do excesso de peso nas crianças com menos de cinco anos aumentou de 8,2% para 8,9% entre 2012 e 2022, subindo também dos 19% para os 20,8% na população com mais de 18 anos. A FAO avança ainda que 1,2% da população portuguesa era incapaz de custear uma dieta saudável em 2021, percentagem que é menos de metade da média da Europa do Sul (2,6%).</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>georui</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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         <title>Portugal antes do 25 de Abril de 1974</title>
         <author>georui</author>
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         <description><![CDATA[<p>Antes do 25 de Abril, a mulher era inferior aos homens. Elas não podiam sair de casa sem autorização dos maridos. As mulheres sofriam muita discriminação, violência e os seus direitos eram limitados. As mesmas ganhavam metade do salário que os homens ganhavam e tinham como principal função serem donas de casa e sustentar a família. Existia uma grande dificuldade em mudar isto pois havia uma ideologia a fomentar a opressão do machismo. O país sofreu durante 48 anos.</p><p>Antes do 25 Abril só os filhos dos ricos chegavam a concluir o ensino secundário.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Pós 25 de Abril</title>
         <author>georui</author>
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         <description><![CDATA[<p>As desigualdades são analisadas sob diferentes ângulos: entre outros, o do trabalho e emprego e o do acesso aos serviços públicos, o dos recursos e da sua distribuição, o da participação nos espaços públicos, políticos e profissionais e, finalmente, o dos processos migratórios e de mobilidade territorial em geral.</p><p>A taxa de pobreza desceu dois pontos percentuais, passando de 18,4% em 2020 para 16,4% em 2021. Nesse último ano menos 197 mil pessoas encontravam-se em situação de pobreza comparativamente com o ocorrido no ano anterior, no auge da crise pandémica.</p><p>Esta diminuição traduz uma forte melhoria da situação económica das famílias e dos indivíduos mais pobres.</p><p>O nível de pobreza das crianças e dos jovens mantém-se ainda acima do valor conjunto nacional (16,4%), revelando a vulnerabilidade destes dois grupos etários às diferentes dimensões deste problema. A situação das crianças e jovens subsiste como um fator de forte preocupação social, com uma incidência da pobreza que é superior em dois pontos percentuais à média nacional.&nbsp;</p><p>A população desempregada é um grupo social extremamente vulnerável à pobreza. A incidência da pobreza neste grupo, apesar de ter diminuído 3,1 pp face a 2020, é das mais elevadas entre a população portuguesa (43,4%). O desemprego permanece, assim, um dos principais fatores de pobreza.&nbsp;</p><p><strong>Um quinto da população manteve-se em situação de pobreza ou exclusão social em 2022.</strong></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>georui</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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         <title>Portugal antes do 25 de Abril de 1974</title>
         <author>georui</author>
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         <description><![CDATA[<p>A ditadura salazarista perdurou entre 1926 e 1974, denominando-se Estado Novo, período marcado por um regime autoritário e pela predominância de uma ideologia católica tradicional. Até 1974, uma enorme percentagem da população era analfabeta, e apenas cerca de 5 a 6 % tinha acesso ao Ensino Superior.</p><p>Tinham aulas por turnos: de manhã ou à tarde. Os alunos iam e vinham a pé, porque não havia autocarros. Em zonas mais isoladas andavam grandes distâncias. Rapazes e raparigas tinham aulas separados.</p><p>Os ditos valores tradicionais, “Deus, Pátria e Família”, eram utilizados por Salazar para legitimar a retirada de direitos e a perpetuação de um ensino básico em massa em detrimento da manutenção dos privilégios de uma parcela pequena da população, a qual era reservada o acesso ao ensino superior e à educação de qualidade.</p><p>A escolaridade obrigatória era o 4º ano.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Pós 25 de Abril</title>
         <author>georui</author>
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         <description><![CDATA[<p>De todas as transformações que sofreu a sociedade portuguesa pós-25 de Abril de 1974, o sector do ensino e da educação foi, certamente, uma das mais significativas.</p><p>Deu-se a unificação do ensino, a introdução da educação pré-escolar e, em especial, a mudança radical nos parâmetros e métodos pedagógicos resultaram em uma mudança significativa no ensino aprendizagem dos alunos portugueses, contribuindo para a igualdade de acesso ao ensino superior. Apenas após esta &nbsp;Revolução é que a cultura e as artes passaram a ter uma importância maior em Portugal, e hoje os estudantes podem desfrutar da criação de uma infraestrutura ampla que envolve museus, bibliotecas e novas tecnologias aliadas ao ensino no país.</p><p><strong>Atualmente assiste-se ao:</strong></p><p>• Aumento das taxas de conclusão do ensino básico e secundário: de 92,1% em 2015 para 96,9% em 2021</p><p>no ensino básico e de 83,4% para 91,7% no ensino secundário;</p><p>• Taxa de escolarização próxima da meta de 100%: 99,2% no ano letivo 2020/2021;</p><p>• Progresso favorável e paridade de género nas competências digitais nos adultos: de 47,7% em 2015 para </p><p>55,3% em 2021; índice de paridade de género de 0,93 em 2015 e de 1,10 em 2021;</p><p>• Retrocesso nas competências em leitura: proficiência em leitura de 82,8% em 2015 e de 79,8% em 2018.</p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>georui</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Portugal antes do 25 de Abril de 1974</title>
         <author>georui</author>
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         <description><![CDATA[<p>Antes do 25 de Abril a população portuguesa era pobre, pouco instruída e trabalhava essencialmente nos setores primário e secundário, pelo que havia muitas necessidades.</p><p>Os agricultores e operários trabalhavam de sol a sol, na maior parte das vezes sem condições de segurança, nem higiene, não possuíam o direito à greve, nem a subsídios de desemprego e, os poucos que usufruíam de algum apoio do Estado, tinham que comprovar a sua incapacidade para adquirirem algum rendimento, que os sustentasse a si e à sua família. A população, de um modo geral, não gozava de direito a férias e o seu único dia livre era o domingo, que nem sempre era gozado, dada a necessidade económica. Não existia salário mínimo, cabendo à entidade patronal fixar um valor, que nem sempre era o mais justo. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Pós 25 de Abril</title>
         <author>georui</author>
         <link>https://padlet.com/georui/lp5h7iljoipq5iwr/wish/2928716850</link>
         <description><![CDATA[<p>A taxa de risco de pobreza em Portugal, antes de qualquer transferência social, é de 41,8%, apontaram Inês Tavares e Renato Miguel do Carmo, do Observatório das Desigualdades, em estudo agora divulgado, baseado em informação de 2022.</p><p><strong>Depois de contabilizadas as transferências sociais, a taxa de risco de pobreza em 2022 cai para 21,2%</strong>, quando se consideram as relativas a pensões de reforma e sobrevivência, e para 17%, quando incluídas as restantes, relacionadas com doença e incapacidade, família, desemprego e inclusão social.</p><p>Como salientam, entre 2013 e 2019 houve uma <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://observador.pt/2023/06/15/ps-salienta-dados-que-colocam-portugal-numa-trajetoria-de-reducao-da-taxa-de-risco-de-pobreza/">descida</a> contínua do risco de pobreza em Portugal, mas <strong>em 2020</strong>, quando começou a pandemia do novo coronavírus, <strong>a tendência inverteu, voltou a baixar em 2021 e tornou a subir em 2022</strong>.</p><p>Taxa de risco de pobreza em Portugal subiu para 17%. Lisboa teve o maior aumento.<br>Em 2022, havia mais 81 mil pessoas a viverem com menos de 591 euros mensais. A pobreza ou exclusão social ameaça agora 2,1 milhões de portugueses. Especialistas admitem agravamento da pobreza urbana.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>georui</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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         <title>Portugal antes do 25 de Abril de 1974</title>
         <author>georui</author>
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         <description><![CDATA[<p>Antes do 25 de abril o controlo da água potável era raro e a generalidade das casas não tinham redes de saneamento, muitas pessoas iam às fontes comunitárias.</p><p>As condições sanitárias das classes mais baixas eram muito fracas: nos anos 70, menos de metade das casas tinham água canalizada.</p><p>Apenas 60% das casas tinham ligação à rede de esgotos.</p><p>Nos meses antes do 25 de Abril de 1974, a maioria das pessoas em Portugal não tinha acesso em casa a água canalizada e ainda menos a saneamento básico. Mais de um milhão de pessoas vivia em barracas, casas clandestinas, sobrelotadas, sem luz, água potável ou saneamento básico, onde a saúde era colocada em risco e o conforto térmico era uma miragem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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         <title>Pós 25 de Abril</title>
         <author>georui</author>
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         <description><![CDATA[<p>Água segura alcançada: nível de excelência da qualidade da água para consumo humano. A meta de 2030, de 99%, foi atingida em 2021.</p><p>Houve a melhoria das condições de saneamento, mesmo na população em risco de pobreza: 0,9% da população residente vivia sem banheira, e retrete no interior do alojamento em 2015 vs. 0,4% em 2022; 2,4% da população em risco de pobreza vivia nestas condições em 2015, reduzindo para 1,3% em 2022.</p><p>A percentagem (estimada) de alojamentos cobertos por serviços de drenagem de águas residuais próxima da meta nacional e com evolução favorável: de 83% em 2015 para 85% em 2020.</p><p>100% das bacias hídricas transfronteiriças encontram-se abrangidas por acordos de cooperação internacional.</p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>georui</author>
         <link>https://padlet.com/georui/lp5h7iljoipq5iwr/wish/2928716867</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Portugal antes do 25 de Abril de 1974</title>
         <author>georui</author>
         <link>https://padlet.com/georui/lp5h7iljoipq5iwr/wish/2928716869</link>
         <description><![CDATA[<p>A&nbsp;cozinha era feita à base da lareira, que se acendia de manhã e que durava até à noite. Também recorrendo ao fogareiro a petróleo. Não havia distribuição de gás na altura. A relação com o mundo exterior era conseguida à custa de um volumoso rádio a válvulas, alimentado por uma bateria que o pai recarregava periodicamente no estaleiro da barragem. </p><p>Estudar era durante o dia, porque à noite somente à luz da vela ou do candeeiro, também a petróleo, ou de um outro, a acetileno, que era produzido juntando, no gasómetro deste, água ao carboneto de cálcio, comprado nas mercearias locais.</p><p>Nem se pensava em energias alternativas.</p><p>Nas décadas de 50 e 60, o panorama da energia elétrica em Portugal mudou para que a “magia” da lâmpada e do interruptor chegasse a todos.&nbsp;</p><p>Nos anos 50 o Estado aplicou uma política de planeamento do apoio económico à eletrificação. Através de comparticipações, a que podiam recorrer municípios, federações de municípios e concessionários privados.</p><p>Nos anos 60 o consumo de energia elétrica continuava a aumentar, o que levou à necessidade de consolidar as infraestruturas.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pós 25 de Abril</title>
         <author>georui</author>
         <link>https://padlet.com/georui/lp5h7iljoipq5iwr/wish/2928716870</link>
         <description><![CDATA[<p>Em meados dos anos 70, o setor elétrico passou para uma nova fase: a nacionalização. Depois do 25 de Abril de 1974, o conflito social e político predominava no país.</p><p>À medida que a energia elétrica se torna indispensável para várias utilizações, o consumo aumenta cada vez mais e é preciso criar estabilidade. Portugal enfrentava a precariedade industrial, a falta de organização do setor elétrico e as inesperadas crises do petróleo.</p><p>Atualmente o futuro é renovável.</p><p>A produção <strong>renovável</strong> abasteceu 61% (o mais alto de sempre) do consumo de <strong>energia</strong> elétrica em <strong>Portugal</strong> em 2023: a <strong>energia eólica</strong> abasteceu 25% do consumo em <strong>Portugal</strong>, a hidroelétrica 23%, a fotovoltaica 7% <strong>e</strong> a biomassa 6%.</p><p>A nível europeu, Portugal situa-se em terceiro lugar do grupo de países europeus que mais apostam nas energias limpas e o objetivo é chegar a 2030 com 85% de eletricidade produzida apenas com recursos naturais.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>georui</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Portugal antes do 25 de Abril de 1974</title>
         <author>georui</author>
         <link>https://padlet.com/georui/lp5h7iljoipq5iwr/wish/2928716877</link>
         <description><![CDATA[<p>Antes do 25 de abril em Portugal, as cidades refletiam políticas de desenvolvimento económico sob o estado novo, com sustentabilidade não sendo uma prioridade. A revolução em 1974 trouxe a transição para a democracia, abrindo caminho para caminhos mais sustentáveis no desenvolvimento urbano e comunitério.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pós 25 de Abril</title>
         <author>georui</author>
         <link>https://padlet.com/georui/lp5h7iljoipq5iwr/wish/2928716878</link>
         <description><![CDATA[<p><br>As smart cities vistas como o novo paradigma urbano estão a levar ao desenvolvimento de soluções que procuram responder aos problemas que as cidades enfrentam atualmente, como as alterações climáticas, a crise económica e a exclusão social.<br>Em Portugal, 65% da população vive em cidades, sendo estas responsáveis por 74% das emissões de dióxido de carbono.</p><p>Em 2015, foi publicada a Estratégia Cidades Sustentáveis 2020, que concretizava as opções estratégicas de desenvolvimento sustentável das cidades, constituindo-se como um quadro de referência, um «documento orientador», para os municípios e outros agentes urbanos em termos de desenvolvimento territorial.</p><p>Lisboa foi Capital Verde Europeia em 2020, Guimarães quer posicionar-se como Cidade Inteligente, Aveiro criou a Tech City. Aqui e ali surgem projetos inovadores que estão a impulsionar o país para cumprir o 11º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Falta, no entanto, uma estratégia concertada que alavanque todos os municípios nesta transformação.</p><p>O título foi atribuído à capital portuguesa por esta ter estabelecido vários objetivos de eficiência energética e neutralidade carbónica em vários serviços da cidade, nomeadamente na energia, água, mobilidade, resíduos e infraestruturas verdes e biodiversidade.</p><p>Em 2020, Guimarães recebeu a distinção "100 Cidades Inteligentes" atribuída pela Comissão Europeia. O município quer ser um Laboratório de Futuro e está a trabalhar em projetos transformadores em 12 setores desafiantes para as cidades, nomeadamente na energia, água, mobilidade, futuro do trabalho, habitação, resíduos, etc.</p><p>A iniciativa Aveiro Tech City pretende utilizar a tecnologia como meio para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos e ajudar as entidades de governação a recolher e partilhar informação relevante sobre novas formas de gerir a cidade em áreas como mobilidade, educação, cultura e meio ambiente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>georui</author>
         <link>https://padlet.com/georui/lp5h7iljoipq5iwr/wish/2928716881</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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         <title>Portugal antes do 25 de Abril de 1974</title>
         <author>georui</author>
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         <description><![CDATA[<p>Foi sobretudo depois da Revolução do 25 de Abril de 1974 que a política de ambiente em Portugal se desenvolveu, mas alguns anos antes já havia sinais de que este se tornaria uma das preocupações centrais do Estado.</p><p>As cheias de 1967 chamaram a atenção para os problemas do ordenamento do território. Na altura não havia ainda uma consciência do ambiente.</p><p>Antes do 25 de Abril, apenas uma organização tinha projeção na luta pela defesa do ambiente, mas numa perspectiva de conservação da Natureza - a Liga para a Proteção da Natureza, fundada em 1948.</p><p>O primeiro organismo público dedicado a esta área foi a Comissão Nacional de Ambiente.</p><p>A comissão foi criada em 1971, na sequência da recepção, por parte do Ministério dos Negócios Estrangeiros, de uma nota das Nações Unidas sobre a conferência de Estocolmo.</p><p>1971 é também o ano da criação da primeira área protegida em Portugal, o Parque Nacional Peneda Gerês, até hoje o único Parque Nacional do País. O Serviço Nacional de Parques e Reservas surge apenas em 1975. De destacar ainda que todas as áreas protegidas, além do Gerês, são criadas depois do 25 de Abril, começando logo em 1976 com a criação das reservas naturais na Serra da Estrela e no Estuário do Tejo.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Pós 25 de Abril.</title>
         <author>georui</author>
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         <description><![CDATA[<p>O 25 de Abril traz a Portugal a institucionalização da política de ambiente e uma nova Constituição, aprovada em 1976, que é considerada pioneira a nível mundial, ao reconhecer o direito ao ambiente e qualidade de vida como um dos direitos fundamentais do cidadão português. No seu artigo 66º, a Constituição estipula que «todos têm direito a um ambiente de vida humano, sadio e ecologicamente equilibrado e o dever de o defender» e que «incumbe ao Estado, por meio de organismos próprios e por apelo a iniciativas populares», assegurá-lo.</p><p><strong>Portugal</strong> assumiu o compromisso de alcançar a neutralidade carbónica até 2050, ou seja, tornar nulo o balanço entre as emissões e as remoções de carbono e outros GEE da atmosfera, de forma a contribuir para limitar o aquecimento global a 1,5ºC, em relação ao período pré-industrial, conforme previsto no Acordo de Paris.</p><p>Portugal tem subido no desempenho no ranking climático dos países, ocupa atualmente o 17º lugar, entre os 56 países industrializados.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>georui</author>
         <link>https://padlet.com/georui/lp5h7iljoipq5iwr/wish/2928716887</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Portugal antes do 25 de Abril de 1974</title>
         <author>georui</author>
         <link>https://padlet.com/georui/lp5h7iljoipq5iwr/wish/2928716888</link>
         <description><![CDATA[<p>Antes do 25 de abril, a saúde de Portugal estava a cargo das famílias, das instituições privadas. Não havia serviço universal, hospitais e médicos espalhados pelo país ou acesso assegurado a todos os portugueses.</p><p>A assistência hospitalar às <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="ek-link" href="https://cms.e-konomista.pt/estou-gravida-e-agora/">grávidas</a> era incipiente, recorrendo-se, na esmagadora maioria dos casos, às parteiras, ou “senhoras habilidosas”, sem qualquer formação médica. O que bastas vezes tinha resultados desastrosos.</p><p>Nas zonas rurais, a escassez de médicos fazia com que o tratamento de muitas maleitas se fizesse no seio familiar, na maior parte das vezes com recurso a mezinhas populares. Ainda assim, havia alguns profissionais que se aventuravam pelos caminhos das aldeias ou pelas agrestes cumieiras para fornecer o mínimo de cuidados médicos a uma população pobre e iletrada. É o mito do médico “João Semana”, muitas vezes pago com víveres.</p><p>Pouco existiam hospitais e médicos espalhados por todo o território. Morria-se de doenças que noutras latitudes estavam praticamente erradicadas, alguns índices atingiam valores intoleráveis (como o da mortalidade infantil), o planeamento familiar estava no domínio do pecado.</p><p>O médico de família era um conceito inexistente, os centros de saúde eram raros e grande parte das hospitalizações tinham que ser pagas (a não ser que se obtivesse uma decoração de indigência).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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         <title>Pós 25 de Abril</title>
         <author>georui</author>
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         <description><![CDATA[<p>A revolução na saúde é uma das principais conquistas do 25 de Abril, independente das ideologias ou posicionamentos políticos.</p><p>Atualmente, Portugal tem uma das mais baixas taxas de mortalidade infantil do mundo. Mas o cenário nem sempre foi tão animador. Muito pelo contrário. Até ao 25 de Abril, o país apresentava números quase grotescos.</p><p>Com o advento da democracia, também a esperança média de vida dos portugueses aumentou consideravelmente. Se em 1960 a média dos homens andava nos 60,7 anos e a das mulheres nos 66,4 anos, chegados à atualidade vemos que a esperança média de vida nos homens subiu para os 78,1 anos e a das mulheres para os 83,7.</p><p>A contraceção era um tabu. A <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="ek-link" href="https://cms.e-konomista.pt/pilula-contracetiva-historia/">pílula</a> chegou aos país em 1962, mas era indicada apenas para a regulação dos ciclos menstruais. O facto de poder evitar gravidezes indesejadas era quase um segredo.</p><p>Hoje em dia, ainda há uma parte significativa da população sem médico de família, mas o acesso à saúde democratizou-se e as unidades hospitalares multiplicaram-se.</p><p>A criação do Serviço Nacional de Saúde, que se torna lei em 1979, é um momento decisivo no alavancar da qualidade dos cuidados de saúde até então prestados ao portugueses.</p><p>Estabeleceu-se o direito à proteção na saúde, através de um sistema universal e gratuito. Como consequência, a cobertura dos cuidados à população quase que duplicou, com uma melhoria significativa de todos os indicadores de saúde.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>georui</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Portugal antes do 25 de Abril de 1974</title>
         <author>georui</author>
         <link>https://padlet.com/georui/lp5h7iljoipq5iwr/wish/2928716894</link>
         <description><![CDATA[<p>Antes do 25 de Abril as matérias-primas que chegam das colónias têm um papel fundamental para a indústria portuguesa que, na fase final do<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ensina.rtp.pt/artigo/o-estado-novo/"> Estado Novo</a>, continua a beneficiar de uma política de proteção estatal e é condicionada por decisões administrativas.</p><p>A mão-de-obra é pouco qualificada e escassa, tanto pelo número elevado de portugueses que emigram, de forma legal ou ilegal, como pelo recrutamento para a guerra nas colónias. As condições laborais estão degradadas e a legislação beneficia, de forma clara, o patronato.</p><p>Apesar desta situação assiste-se ao surgimento de novas indústrias e alguns investimentos de vulto no sector público, como é o caso da indústria do papel e dos grandes estaleiros navais na foz do Tejo ou do porto de Sines.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pós 25 de Abril</title>
         <author>georui</author>
         <link>https://padlet.com/georui/lp5h7iljoipq5iwr/wish/2928716895</link>
         <description><![CDATA[<p>O condicionamento industrial só desaparece na fase final do regime, derrubado em Abril de 1974 por um<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ensina.rtp.pt/artigo/a-revolucao-de-25-de-abril-de-1974/"> golpe militar</a>. Segue-se grande agitação social, com a nacionalização de diversos sectores da economia portuguesa, que causaram grande instabilidade na indústria e levaram ao afastamento de empresários e à saída de capitais. Em termos legais assiste-se a um aumento dos direitos laborais.</p><p>A <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ensina.rtp.pt/artigo/a-assinatura-da-adesao-a-cee/">entrada de Portugal na União Europeia</a>, em 1985, tem como consequência a chegada de novos capitais e um novo impulso no sector industrial. As privatizações nas décadas seguintes e a reativação do mercado de capitais também ajudaram a mudar o panorama da indústria nacional.</p><p>Atualmente assiste-se ao aumento do peso das indústrias de alta e média tecnologia no valor acrescentado bruto da indústria  transformadora, maior proporção de despesa em investigação e desenvolvimento, menor intensidade das emissões atmosféricas da economia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>georui</author>
         <link>https://padlet.com/georui/lp5h7iljoipq5iwr/wish/2928716901</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Portugal antes do 25 de Abril de 1974</title>
         <author>georui</author>
         <link>https://padlet.com/georui/lp5h7iljoipq5iwr/wish/2928716902</link>
         <description><![CDATA[<p>Alguns anos antes já havia sinais de que este se tornaria uma das preocupações centrais do Estado. As cheias de 1967, que provocaram a morte de 500 pessoas na região de Lisboa, assim como a conferência mundial de Estocolmo, em 1972, foram determinantes para a emergência das preocupações ambientais no País.</p><p>O primeiro organismo público dedicado a esta área foi a Comissão Nacional de Ambiente, presidida antes e depois do 25 de Abril por José Correia da Cunha. A comissão foi criada em 1971, na sequência da recepção, por parte do Ministério dos Negócios Estrangeiros, de uma nota das Nações Unidas sobre a conferência de Estocolmo.</p><p>Antes desta data, a sensibilidade ambiental passava apenas por uma pequena minoria da população mais informada, considera. «Falava-se de ambiente apenas quando havia uma catástrofe ou um acidente industrial, sempre vistos como algo de terrível».</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pós 25 de Abril </title>
         <author>georui</author>
         <link>https://padlet.com/georui/lp5h7iljoipq5iwr/wish/2928716906</link>
         <description><![CDATA[<p>O 25 de Abril traz a Portugal a institucionalização da política de ambiente e uma nova Constituição, aprovada em 1976, que é considerada pioneira a nível mundial, ao reconhecer o direito ao ambiente e qualidade de vida como um dos direitos fundamentais do cidadão português.</p><p>Nasceram as primeiras políticas de prevenção da poluição industrial. Aí se desenvolveram as primeiras estações de tratamento de águas residuais e aterros sanitários, para além de sistemas de prevenção da poluição marítima. Medidas que se viriam a generalizar mais tarde, sobretudo depois dos anos 80, quando a adesão de Portugal à então Comunidade Económica Europeia (CEE) deu maior impulso à política de ambiente do País.</p><p>O retrato do país feito pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) mostra que ainda temos um caminho a percorrer para cumprir os objetivos definidos pela Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>georui</author>
         <link>https://padlet.com/georui/lp5h7iljoipq5iwr/wish/2928716909</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Portugal antes do 25 de Abril de 1974</title>
         <author>georui</author>
         <link>https://padlet.com/georui/lp5h7iljoipq5iwr/wish/2928716910</link>
         <description><![CDATA[<p>Antes de 1974, Portugal estava preocupado com a Marinha devido às guerras coloniais, à necessidade de manter seu império, à competição naval internacional, à autocracia do Estado Novo e à modernização militar. A Revolução dos Cravos trouxe mudanças significativas, encerrando o autoritarismo e influenciando as prioridades da Marinha em um contexto democrático.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pós 25 de Abril</title>
         <author>georui</author>
         <link>https://padlet.com/georui/lp5h7iljoipq5iwr/wish/2928716911</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Portugal não cumpriu com a meta das Nações Unidas que visa garantir 10% de áreas marinhas protegidas (AMP) a nível nacional, até 2020</strong>. E, se a política de gestão destes espaços marinhos integralmente delimitados em águas oceânicas se mantiver até ao final da década, diz o Tribunal de Contas (TdC), tudo indica que <strong>Portugal também não irá atingir as metas europeias previstas para 2030, que visam garantir 30% de AMP. </strong>Para cumprir com as metas, será necessário melhorias a nível da gestão entre o Estado e entidades públicas e mais financiamento por parte do Governo.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>georui</author>
         <link>https://padlet.com/georui/lp5h7iljoipq5iwr/wish/2928716914</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Portugal antes do 25 de Abril de 1974:</title>
         <author>georui</author>
         <link>https://padlet.com/georui/lp5h7iljoipq5iwr/wish/2928716915</link>
         <description><![CDATA[<p>Antes do 25 de Abril não havia preocupação com a Biodiversidade pois havia a degradação dos solos e piorava o rendimento da agricultura. As preocupações eram essencialmente económicas e sociais. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pós 25 de Abril </title>
         <author>georui</author>
         <link>https://padlet.com/georui/lp5h7iljoipq5iwr/wish/2928716916</link>
         <description><![CDATA[<p>Avaliação internacional considera que Portugal adotou legislação nacional relevante e afetou recursos adequados para a prevenção ou o controle de espécies exóticas invasoras</p><p>Portugal é parte contratante no Tratado Internacional sobre os Recursos Fitogenéticos para a Alimentação e a agricultura e possui ferramentas ou medidas legislativas, administrativas e políticas reportadas à Câmara de Compensação de acesso e partilha dos benefícios</p><p>Progresso favorável na Ajuda Pública ao Desenvolvimento destinada à biodiversidade: de 0,37 milhões € em </p><p>2015 para 1,19 milhões € em 2021</p><p>Proporção de superfície das áreas classificadas manteve-se inalterada entre 2015 e 2021: 22,6%</p><p>Portugal antecipou o cumprimento da meta de proteção legal para, pelo menos, 30% da superfície terrestre, conforme previsto na Estratégia de Biodiversidade da União Europeia relativa a 2030 e assumido por Portugal na 15.ª Conferência das Partes (COP) das Nações Unidas, no âmbito da Convenção para a Diversidade Biológica, realizada no final de 2022.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>georui</author>
         <link>https://padlet.com/georui/lp5h7iljoipq5iwr/wish/2928716918</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Portugal antes do 25 de Abril de 1974</title>
         <author>georui</author>
         <link>https://padlet.com/georui/lp5h7iljoipq5iwr/wish/2928716919</link>
         <description><![CDATA[<p>Antes da Revolução dos Cravos em 25 de abril de 1974, Portugal estava sob o regime autoritário do Estado Novo, liderado por Salazar e depois por Marcelo Caetano. Este regime caracterizava-se por restrições à liberdade individual, falta de democracia e centralização do poder. A população enfrentava limitações na liberdade de expressão e participação política. A Revolução dos Cravos marcou o fim desse regime, abrindo caminho para a democracia e transformações sociais em Portugal.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pós 25 de Abril</title>
         <author>georui</author>
         <link>https://padlet.com/georui/lp5h7iljoipq5iwr/wish/2928716920</link>
         <description><![CDATA[<p>Atualmente assiste-se:</p><p>À descida no número de crimes de homicídio desde 2015: de 100 para 82 em 2021  </p><p>100% de crianças portuguesas com registo de nascimento </p><p>Existem mais mulheres dirigentes na Administração Pública: de 5 576 em 2015 para 7 668 em 2021  </p><p>Aumento do número de armas de fogo apreendidas, entregues/recuperadas pela polícia: de 13 245 em  </p><p>2015 para 30 728 em 2021 </p><p>Aumento da proporção de reclusos preventivos na população prisional: de 16,2% em 2015 para 18,5% em 2021 </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>georui</author>
         <link>https://padlet.com/georui/lp5h7iljoipq5iwr/wish/2928716926</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Portugal antes do 25 de Abril 1974</title>
         <author>georui</author>
         <link>https://padlet.com/georui/lp5h7iljoipq5iwr/wish/2928716927</link>
         <description><![CDATA[<p>Antes do 25 de abril o regime politico era extremamente fechado. E a atividade económica era controlada por este regime político, por isso não havia parcerias para a emplementação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pós 25 de Abril</title>
         <author>georui</author>
         <link>https://padlet.com/georui/lp5h7iljoipq5iwr/wish/2928716928</link>
         <description><![CDATA[<p>Portugal está tendencialmente “infoincluído”: aumento dos acessos à Internet (de 30,3% em 2015 para 41,6%  em 2021) e da percentagem de adultos que usam a Internet (de 68,6% em 2015 para 84,5% em 2022).</p><p>Aumento da Ajuda Pública ao Desenvolvimento e do seu peso no Rendimento Nacional Bruto (RNB): 0,16%  em 2015 para 0,18% em 2021.</p><p>Decréscimo do peso das remessas dos emigrantes e imigrantes no PIB: de 1,55% em 2015 para 1,50% em  </p><p>2021.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 14:40:24 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho realizado:</title>
         <author>georui</author>
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         <description><![CDATA[<p>Turmas 9º1 ao 9º5</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-22 15:25:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>georui</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-20 14:24:23 UTC</pubDate>
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