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      <title>Turma 12.º F | MIBE 2025 - Escritores ou engenheiros de prompts? by Lúcia Borrego</title>
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      <description>Português | Prof. Lúcia Borrego</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-10-26 21:22:04 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa</title>
         <author>luciamariaborrego</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-10-26 21:26:00 UTC</pubDate>
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         <title>Beatriz, Duarte, Francisco, Mariana, Tomé Nas ruas de Leiria, ao anoitecer</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nas ruas de Leiria, ao anoitecer</strong></p><p><br/></p><p>Nas ruas de Leiria, ao anoitecer,<br>o vento arrasta vozes de pregões,<br>O homem das raspadinhas quer vender<br>a sorte aos que se afogam nas visões.</p><p><br/></p><p>O rio Lis desliza, transparente,<br>entre os arcos da ponte e os passos lentos;<br>Na Sé, um sino chora intermitente,<br>lembrando os dias mortos e os intentos.</p><p><br/></p><p>Um autocarro passa, iluminado,<br>com rostos pálidos, cansados e mudos;<br>Na praça, o fumo espesso do churrasco<br>mistura-se com sonhos quase rudes.</p><p><br/></p><p>E eu, perdido, observo este cenário:<br>Leiria é doce e triste, provinciana;<br>Um verso ecoa em cada itinerário —<br>tão bela e tão real, tão quotidiana.</p><p><br/></p><p>IA, Chat GPT</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Texto de Opinião</strong></p><p><br/></p><p>   O poema <em>“Nas ruas de Leiria, ao anoitecer”</em> recria o olhar atento e melancólico que caracteriza a escrita de Cesário Verde. Tal como em <em>“O Sentimento dum Ocidental”</em>, a cidade é o palco de uma reflexão sobre a vida moderna, onde o progresso e a rotina coexistem com a solidão e o desencanto humano.</p><p>    Através de imagens como “o homem das raspadinhas”, “o rio Lis” e “os prédios velhos”, o texto capta o espírito observador de Cesário Verde, que via na cidade um espelho da condição humana. O "eu poético" percorre as ruas, descrevendo pessoas simples e ambientes urbanos com um tom de ternura e tristeza, revelando uma sensibilidade social e estética muito próxima da do poeta realista.</p><p>    A poesia não idealiza Leiria — mostra-a tal como é: bela e imperfeita, viva e cansada. Essa sinceridade e atenção ao quotidiano refletem o mesmo sentimento de inquietação e empatia que Cesário Verde sentia por Lisboa no século XIX.     Assim, o poema homenageia a sua visão crítica e humana, mostrando que, mesmo num contexto moderno, a poesia pode continuar a revelar o coração escondido das cidades e das pessoas.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-27 11:55:57 UTC</pubDate>
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         <title>Nas ruas de Leiria, ao entardecer</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nas ruas de Leiria, ao entardecer</strong></p><p><br></p><p>Nas ruas de Leiria, ao entardecer</p><p>O fumo leve em véus sobe dos telhados,<br>Nos prédios velhos, sonhos desbotados,<br>E o Rio Lis murmura, a soluçar, a correr.</p><p><br></p><p>Na Praça Francisco Rodrigues Lobo, as vozes,<br>Os risos, o rumor das mesas, o vinho;<br>E eu, que erro, que deambulo sozinho,<br>Vejo o céu corar em névoas e clarões ferozes.</p><p><br></p><p>Entre muralhas, sobe um canto distante,<br>Do <em>Festival A Porta</em>, a guitarra soa;<br>No vento há saudade que o corpo entoa,<br>E a alma pende, lânguida, vacilante.</p><p><br></p><p>O Castelo de Leiria, em luz dourada,<br>Ergue-se firme, senhor do horizonte,<br>Como um velho deus que, do alto do monte,<br>Vigia a cidade — moderna, mas cansada.</p><p><br></p><p>IA, ChatGPT</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Texto de Opinião</strong></p><p><br></p><p>    A comparação entre o poema original de Cesário Verde e o texto produzido por uma inteligência artificial permite refletir sobre os limites da criatividade tecnológica. Embora a IA demonstre grande competência técnica ao imitar formas, rimas e atmosferas típicas do poeta realista, continua a haver uma diferença essencial entre a criação humana e a geração automática de linguagem: a intensidade emocional e a consciência crítica.</p><p>    O poema de Cesário Verde revela um olhar profundamente humano e contraditório sobre a cidade: moderna e vibrante, mas simultaneamente sufocante e triste. Através da ironia, da dor íntima e da observação social, o poeta escreve com o corpo e com a experiência. Essa tensão emocional traduz-se numa poesia viva, orgânica, capaz de comover o leitor. Já o texto criado pela IA, embora harmonioso e atualizado ao contexto contemporâneo (como a referência à Praça Francisco Rodrigues Lobo ou ao Festival A Porta), apresenta uma emoção estetizada, mais descritiva do que sentida. Falta-lhe a reflexão, o conflito, a inquietação que só quem vive pode escrever.</p><p>    Esta diferença leva-nos a pensar no que significa ser original. A originalidade não depende apenas de inventar algo novo, mas de olhar o mundo com singularidade. Cesário foi original ao representar a cidade com uma sensibilidade inédita no seu tempo, transformando experiência pessoal em linguagem poética. A IA, por sua vez, utiliza padrões aprendidos; dialoga com estilos existentes, mas não possui a biografia, a memória ou a dor que alimentam a criação artística.</p><p>    Perante isto, torna-se evidente que os artistas do futuro continuarão a ter um papel insubstituível. Num mundo saturado de informação, serão curadores de sentido, inventores de perguntas e guardiões das experiências humanas. Dominar a tecnologia, incluindo a arte de formular prompts, pode ser útil; porém, criar exige muito mais do que competência técnica: requer visão, sensibilidade e intenção comunicativa.</p><p>    Por fim, é fundamental reconhecer que as bibliotecas permanecerão essenciais. Não apenas como repositórios de livros, mas como espaços de preservação da memória coletiva, de encontro com o passado e de cultivo da reflexão. São elas que asseguram que a arte, mesmo mediada pela tecnologia, mantenha raízes humanas.</p><p>Em conclusão, a IA pode escrever versos, mas não pode viver o que escreve. A literatura continuará a ser espaço de humanidade — de dor, de pensamento, de sonho. E enquanto houver quem sinta e quem leia, a voz de autores como Cesário Verde permanecerá inimitável, lembrando-nos que a poesia nasce, antes de tudo, do pulsar da vida.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-27 11:57:28 UTC</pubDate>
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         <title>Nas ruas de Leiria, ao anoitecer</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nas ruas de Leiria, ao entardecer</strong></p><p><br/></p><p>Nas ruas de Leiria, ao entardecer, &nbsp;&nbsp;</p><p>Desce um luar febril sobre o casario, &nbsp;&nbsp;</p><p>E o Jardim, tão recente e a florescer, &nbsp;&nbsp;</p><p>Respira o verde húmido do rio.</p><p><br/></p><p>Os bancos dormem sonhos de operários, &nbsp;&nbsp;</p><p>Que ao longe, exaustos, voltam do labor; &nbsp;&nbsp;</p><p>E estudantes, de livros e horários, &nbsp;&nbsp;</p><p>Falam baixinho ao sopro do esplendor. &nbsp;&nbsp;</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p><p>Há mães que empurram carrinhos, distraídas, &nbsp;&nbsp;</p><p>Velhos que contam dias, lentos, sós; &nbsp;&nbsp;</p><p>E nas passagens curvas e polidas, &nbsp;&nbsp;</p><p>Ecoam risos novos, breves, sem voz. &nbsp;&nbsp;</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p><p>Além, a ponte, erguida e luminosa, &nbsp;&nbsp;</p><p>Corta o azul com veios de metal; &nbsp;&nbsp;</p><p>E a urbe, híbrida, fria e laboriosa, &nbsp;&nbsp;</p><p>Revela um pulso estranho e desigual. &nbsp;&nbsp;</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p><p>Oh Jardim, entre o passado e o moderno, &nbsp;&nbsp;</p><p>Guarda o sossego tímido e eterno, &nbsp;&nbsp;</p><p>Enquanto o vento, em tardes serenas, &nbsp;&nbsp;</p><p>Perfuma o ar com memórias pequenas.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>IA, ChatGPT&nbsp;</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Texto de opinião</strong></p><p><br/></p><p>    O poema <em>“No Jardim Almoinha Grande em Leiria”</em> apresenta afinidades com <em>“O Sentimento dum Ocidental”</em>, de Cesário Verde, sobretudo na forma como ambos observam a cidade e as figuras do quotidiano urbano. </p><p>    O poema de Cesário Verde retrata Lisboa como um espaço sombrio, marcado pela miséria, pela solidão e pela decadência da modernidade. O poema criado pela IA transmite uma visão mais serena e interessante, onde o progresso convive com a memória e a natureza. </p><p>    Em Cesário predominam sensações de cansaço e desencanto perante a civilização moderna, refletidas nas ruas escuras e nas personagens oprimidas (operários, criadas, doentes), que simbolizam a injustiça social. Já no poema leiriense, o entardecer é um momento de paz e contemplação: operários, estudantes, mães e velhos surgem integrados num ambiente harmonioso, onde o parque representa um refúgio entre o passado e o moderno.     Assim, se em <em>“O Sentimento dum Ocidental”</em> a cidade é um lugar de angústia e alienação, em Leiria ela é um espaço de equilíbrio e de ternura quotidiana. O texto contemporâneo retoma o olhar atento de Cesário, mas substitui a sua melancolia crítica por uma visão mais nostálgica e reconciliada com o mundo urbano.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-27 17:57:12 UTC</pubDate>
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         <title>Nas ruas de Leiria, ao entardecer</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nas ruas de Leiria, ao entardecer</strong></p><p><br/></p><p>Nas ruas de Leiria, ao entardecer,<br>Desce um frio manso, lento e cortante,<br>Nos cafés, o vapor é cintilante,<br>E o povo arrasta o corpo sem querer.</p><p><br/></p><p>Entre casacos grossos e botas gastas,<br>Um murmúrio ressoa na calçada,<br>Da Sé de Leiria, antiga e isolada,<br>Ecoam preces mudas, quase castas.</p><p><br/></p><p>O Castelo de Leiria, em pedra erguido,<br>Parece olhar a urbe encolhida,<br>Guardando em si memória perdida<br>Do rei D. Dinis, nobre e esquecido.</p><p><br/></p><p>Rodrigues Lobo, do alto da praça,<br>Vigia o povo, atento e pensativo,<br>A ver o mundo gasto e repetitivo,<br>Onde a glória se esvai, mas não passa.</p><p><br/></p><p>Nas ruas de Leiria ao entardecer,<br>Tudo é memória, sombra, ironia;<br>O tempo escorre, e a monotonia<br>Pinta o ocaso de um velho viver.</p><p><br/></p><p>IA (ChatGPT)</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Texto de opinião</strong></p><p><br/></p><p>    Na nossa opinião, o poema criado pela Inteligência Artificial é mais interessante do que <em>O Sentimento dum Ocidental</em>, de Cesário Verde. </p><p>    O texto da Inteligência Artificial é mais fácil de compreender e apreciar, pois retrata a nossa cidade e o nosso quotidiano, enquanto o de Cesário descreve uma Lisboa antiga e distante da nossa realidade.</p><p>    As imagens e referências do poema da Inteligência Artificial aproximam-se do que vivemos e observamos, permitindo uma ligação mais direta com o seu conteúdo. Já o poema de Cesário Verde, embora literariamente valioso, usa uma linguagem mais complexa e retrata um tempo que não conhecemos, o que torna a leitura menos imediata.</p><p>    Em suma, consideramos o texto moderno mais acessível e próximo de nós, sem desvalorizar a importância da obra clássica de Cesário Verde na literatura portuguesa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-28 22:16:54 UTC</pubDate>
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         <title>No Parque Verde de Leiria, ao amanhecer</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>No Parque Verde de Leiria, ao amanhecer</strong></p><p><br></p><p>No Parque Verde de Leiria, ao amanhecer,<br>Paira no ar um frio limpo e leve;<br>O Rio Lis murmura e atreve<br>Refletir um céu prestes a nascer.</p><p><br></p><p>Entre choupos, o orvalho ainda brilha,<br>Um corredor desliza em passo lento,<br>E o vento arrasta folhas — pensamento<br>Que pelo chão, sem rumo, se assemelha.</p><p><br></p><p>Da ponte vê-se o castelo a vigiar,<br>Com a sua cor antiga, austera, bela;<br>Os prédios despertando à luz amarela,<br>E um cão que late, livre, junto ao ar.</p><p><br></p><p>Erro, sozinho, pelas margens mansas,<br>Vejo risos, cafés, passos, preguiça;<br>E em tudo há uma calma que se atiça —<br>Um sonho urbano e verde, cheio de esperanças</p><p><br></p><p>IA, ChatGPT</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Texto de Opinião</strong></p><p><br></p><p>    O poema sobre o Parque Verde de Leiria e <em>“O Sentimento dum Ocidental”</em>, de Cesário Verde, abordam a cidade e o quotidiano, mas de formas bastante distintas.</p><p>    No Parque Verde, sente-se uma paz quase palpável. O frio suave, o orvalho e o rio Lis a refletir no céu criam um momento de contemplação que envolve e encanta. O poema é interessante pelo cuidado com os pormenores e comovente na sua serenidade, mas não gera tensão. O prazer encontra-se na tranquilidade e na apreciação calma do instante.</p><p>    Cesário Verde, por outro lado, observa a cidade com realismo e melancolia. Lisboa surge viva, intensa e até cansativa. O seu olhar desperta emoções mais fortes e ironias subtis, tornando o poema mais intenso e, de certa forma, envolvente.</p><p>    Comparando os dois: o Parque Verde transmite calma e encanto, enquanto Cesário Verde provoca e leva à reflexão. Ambos mostram como a poesia pode transformar o quotidiano em algo profundamente sentido, mas de formas diferentes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-29 10:56:19 UTC</pubDate>
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         <title>Nas ruas de Leiria, ao entardecer </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nas ruas de Leiria, ao entardecer</strong></p><p><br/></p><p>Nas ruas de Leiria, ao entardecer, </p><p>Deambulo entre vitrinas cintilantes;</p><p>O fumo e o ruído, já constantes,</p><p>Toldam o céu que tarda em escurecer.</p><p><br/></p><p>Nos edifícios, trémulos letreiros, </p><p>Anunciam saldos, brilhos, ilusões;</p><p>E vejo rostos presos, sem razões,</p><p>Comprando o mesmo em gestos passageiros.</p><p><br/></p><p>Um sem-abrigo estende a mão cansada,</p><p> Pede ao vento o pão que o mundo nega;</p><p>Enquanto um carro bufa e se renega,</p><p>Na pressa vil de fuga acelerada.</p><p><br/></p><p>A rua é um rio de luzes e tédio, </p><p>Onde o tempo escorre, lento, em espelho;</p><p>E eu, que observo o vão do meu conselho, Sou mais um erro, preso nesse enredo.</p><p><br/></p><p>IA, ChatGPT</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Texto de Opinião</strong></p><p><br/></p><p>    Na nossa opinião, o texto de Cesário Verde é superior, visto que, apesar da IA conseguir criar um bom poema que caracterize bem o cenário e que transmita bem as sensações de determinado local, Cesario fá-lo de forma superior, com rimas mais criativas e consegue transmitir de forma mais genuína e impactante as sensações vividas por ele.</p><p>    O poema da IA é mais fácil de ler e de interpretar, pois tem palavras mais simples. Assim, apesar da IA fazer um poema que se pode assemelhar ao de Cesário, estes nunca vão ser comparáveis, já que um robô nunca poderá sentir emoções como um humano, ou seja não se pode debruçar sobre uma paisagem e sentir algo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-29 13:49:48 UTC</pubDate>
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         <title>Nas ruas de Leiria, ao anoitecer
</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nas ruas de Leiria, ao anoitecer</strong></p><p><br></p><p>Nas ruas de Leiria, ao anoitecer,<br>Deambulo absorto, olhando o Rio Lis;<br>O vento murmura um cântico infeliz,<br>E o céu entorna um resto de sofrer.</p><p><br></p><p>Velhos prédios guardam sombras frias,<br>Do povo que passa, calado e lento;<br>Só o novo jardim traz um alento,<br>Verde e tímido, entre melancolias.</p><p><br></p><p>Um varredor arrasta o seu rumor,<br>Na vassoura um ritmo que não cessa;<br>E a vendedora — pobre, mas confessa —<br>Sorri, vendendo ao frio uma flor.</p><p><br></p><p>Há solidão nas luzes vacilantes,<br>E um cão vagueia, esquivo, pela relva;<br>O tempo, nos muros, jaz e se enerva,<br>Velho como os sonhos distantes.</p><p><br>IA, Chat GPT</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Texto de opinião</strong></p><p><br></p><p>   Na nossa opinião, o texto criado pelo Chat GPT é bastante interessante e demonstra uma boa capacidade de imitar o estilo poético de Cesário Verde. Ainda assim, o texto original continua a ser mais emocionante, pois transmite uma autenticidade e uma visão dos acontecimentos que só a experiência pessoal do autor consegue dar.</p><p>   A inteligência artificial conseguiu reproduzir o tom e o estilo de escrita do autor de forma convincente. O vocabulário e a estrutura do poema são adequados, e o poema apresenta uma melancolia típica dos poemas de Cesário. No entanto, apesar da forma estar bem feita, sente-se que falta um toque mais humano, como uma visão mais pessoal do mundo.</p><p>   A inteligência artificial é pior quando se trata de transmitir sentimentos autênticos e experiências vividas. O resultado satisfaz, mas é um pouco "frio" quando comparado a textos produzidos por humanos.</p><p>   Em conclusão, o poema da IA mostra que a tecnologia pode criar textos  com qualidade, mas o texto original, feito por uma pessoa, continua a ser mais tocante e verdadeiro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-29 22:40:53 UTC</pubDate>
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         <title>Book trailer (Diogo)</title>
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         <description><![CDATA[<p>https://drive.google.com/file/d/198R5TcLaGvrzfkpj9jvigBhti2aFwf8U/view?usp=sharing</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-30 06:20:26 UTC</pubDate>
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