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      <title>3ºC(2)- Como a arte pode representar as contradições socioespaciais do Rio de Janeiro desde o século XIX? by Adilson Gonçalves</title>
      <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/lohtz633odvp</link>
      <description>Grupo 2: Larissa; Francisco; Lucca; Rodrigo; Sofia B.; Vitória</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-03-14 08:29:00 UTC</pubDate>
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         <title>2ª metade do século XIX- relação com livros </title>
         <author>larissa_pescarini1</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/lohtz633odvp/wish/341403899</link>
         <description><![CDATA[<div> *MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE BRÁS CUBAS <br>—&gt;<em>morro do livramento:<br></em>A região do morro era ocupada, no livro em torno de 1840, pela chácara de Maria José de Mendonça Barroso. Sua família, bastante pobre, vivia próxima à casa principal da chácara.<br>Contradição: os portos, local de entrada dos mais ricos no Brasil, ficava próximo ao morro do livramento onde, era uma região mais pobre da cidade. (Duas classes sociais) </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-14 16:01:44 UTC</pubDate>
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         <title>2ª metade do século XIX- relações com os livros </title>
         <author>larissa_pescarini1</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/lohtz633odvp/wish/341406526</link>
         <description><![CDATA[<div>*QUINCAS BORBAS*<br><em>Enseada do Botafogo: </em>. Rubião, personagem da narrativa, filosofa no primeiro capítulo do livro, em sua casa de frente para a enseada. </div><div>Até a primeira metade do século XIX, Botafogo era um local de chácaras e casas de campo. O bairro se transforma com a chegada do bonde, a partir de 1870, e da iluminação a gás, a partir de 1880. <em><br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-14 16:06:59 UTC</pubDate>
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         <title>Destruição dos cortiços século XX</title>
         <author>sofia_vaggione</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/lohtz633odvp/wish/341409052</link>
         <description><![CDATA[<div>Os cortiços iniciaram no século XIX, erguidos principalmente por imigrantes portugueses. Eles eram pequenas moradias precárias que eram alugadas por parte da população que não tinha onde morar. Os cortiços eram localizados na áreas centrais da cidade. Com o tempo,  foram se tornando cada vez mais um problema, devido às péssimas condições das instalações, às condições que as famílias viviam e à superpopulação nesses locais. Dessa forma, no início do século XX, o prefeito do RJ, Pereira Passos, mandou demolir os cortiços com a intenção de construir avenidas largas, ideia inspirada na cidade de Paris.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-14 16:11:28 UTC</pubDate>
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         <title>2ª metade do século XIX- informação RJ</title>
         <author>francisco_hansen</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/lohtz633odvp/wish/341414733</link>
         <description><![CDATA[<div>Na segunda metade do século XIX o Rio de Janeiro, era caracterizado por ser uma cidade muito desigual. Por um lado com mansões e palacetes do outro cortiços e moradias precárias. Doenças como febre amarela e varíola afetavam a cidade principalmente a população mais precária. Enquanto isso a elite carioca falava francês, frequentava bailes de gala e obras de teatro.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-14 16:20:27 UTC</pubDate>
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         <title>1ª metade do século XIX - As mudanças a partir da vinda da Família Real </title>
         <author>lucca_trevisan</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/lohtz633odvp/wish/341414869</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>A Família Real veio para o Brasil em 1808 e se instalou na cidade do Rio de Janeiro. A partir disso ocorreram diversas mudanças sociais, econômicas, políticas e geográficas que viraram tema ou cenário de obras literárias como livro Memórias póstumas de Brás Cubas , o qual demonstra a sociedade da primeira metade do sec.XIX, sendo o personagem Brás Cubas a representação da elite dominante, e ao mesmo tempo usado para ironizar essa elite e demonstrar a grande diferença e desigualdade da elite para o resto da sociedade.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-14 16:20:44 UTC</pubDate>
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         <title>PARA SABER MAIS: ACESSE O LINK</title>
         <author>larissa_pescarini1</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/lohtz633odvp/wish/341416246</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://docs.google.com/document/d/11Bcw70Y9Vq_4qICCM-va80FAAcWC0-R9bE54s69jdc4">https://docs.google.com/document/d/11Bcw70Y9Vq_4qICCM-va80FAAcWC0-R9bE54s69jdc4</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-14 16:23:17 UTC</pubDate>
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         <title>2ª metade do século XIX- virada do século </title>
         <author>francisco_hansen</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/lohtz633odvp/wish/341417783</link>
         <description><![CDATA[<div>Na virada do século XIX para o XX o Rio de Janeiro passou por enormes modernizações durante mandato do prefeito Pereira Passos, inspirado-se nas metrópoles Europeias como Paris e Londres. <br>Algumas modernizações foram na Zona Portuária, criou a Avenida Central, a Avenida Beira-Mar e a Avenida Maracanã, possibilitando assim a presença de automóveis na cidade. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-14 16:26:21 UTC</pubDate>
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         <title>O Funk</title>
         <author>rodrigo_teixeira</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/lohtz633odvp/wish/344133737</link>
         <description><![CDATA[<div>O Funk se originou em subúrbios no final dos anos 70, com o objetivo de mostrar pela arte as contradições presentes na cidade do Rio de Janeiro. Por acontecerem em clubes e começarem a chamar a atenção da mídia, em poucos anos o funk se popularizou em todo o país. A partir dos anos 2000, esse estilo passou a ser muito presente nas classe média, sendo escutado em casas noturnas, bares e academias, por exemplo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-22 10:18:53 UTC</pubDate>
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         <title>Literatura - Cortiços </title>
         <author>francisco_hansen</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/lohtz633odvp/wish/344140588</link>
         <description><![CDATA[<div>O livro “O Cortiço”, de Aluísio de Azevedo, exemplifica e nos conta uma história sobre o começo dos cortiços no Rio de Janeiro. O livro começa contando a trajetória de vida de João Romão, construída pela ambição ao capitalismo, o qual era o dono das moradias. O local em que estavam os cortiços, segundo a descrição do livro, era sujo, mostrando a miséria em que vivia o povo de lá. Com o tempo, o cortiço foi sendo aumentado e reformado, dando uma melhoria em algumas instalações e criando-se outros cortiços - como o “Cabeça de Gato”. É mostrado também a vulnerabilidade que havia no local, já que os cortiços eram mais fechados e com apenas uma saída. Na obra, ocorreram incêndios nessas moradias, destruindo boa parte das casas e bens que as pessoas possuíam, assim como ocorrido efetivamente nos cortiços do Rio de Janeiro no século XX. Para caracterizar a precariedade dessas moradias Aluízio de Azevedo descreve “ E naquela terra encharcadas e fumegante, naquela umidade quente e lodosa, começou a minhocário, a esfervilhar, a crescer, um mundo, uma coisa viva, uma geração, que parecia brotar espontânea, ali mesmo, daquele lameiro, e multiplicar-se como larvas no esterco”. O momento em que ele se refere é o processo de formação de um novo cortiço, usando imagens como “minhocário” “lameiro” referindo se a precariedade e falta de sanidade do ambiente. Já os moradores do cortiço são minhocas “uma coisa viva” “larvas” que multiplicavam se desenfreadamente.<br>Segue abaixo uma imagem de um cortiço carioca no início do século XX.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-22 10:42:59 UTC</pubDate>
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         <title>Destruição cortiços século XX</title>
         <author>sofia_vaggione</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/lohtz633odvp/wish/344142522</link>
         <description><![CDATA[<div>O cortiço que mais gerou impacto ao ser destruído foi o conhecido como “Cabeça de Porco”, que abrigava cerca de duas mil pessoas. Com a destruição, muitas pessoas ficaram sem abrigo, por isso era importante iniciativas do governo para abrigá-las, algo que não aconteceu. Dessa forma, esses indivíduos - e indivíduos dos outros cortiços demolidos - acabaram indo para os subúrbios e morros no centro das cidades, onde se formaram as favelas, as quais também eram e são até hoje precárias para a habitação do povo nesse local.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-22 10:51:05 UTC</pubDate>
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         <title>2ª metade do século XIX-virada do século pt 2</title>
         <author>francisco_hansen</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/lohtz633odvp/wish/344144086</link>
         <description><![CDATA[<div>Afim de modernizar o Rio de Janeiro, destruíram se os cortiços e todas as moradias precárias assim estreitando as ruas e limpando a cidade. Contudo a população mais pobre não foi atendida nessa reforma sendo expulsa do centro da cidade. Consequentemente a população se instalou nas periferias e nas zonas de maior risco como morros e áreas sujeitas a enchentes. O tipo de moradia eram barracos de construção com material precário, como lonas de plástico Madeira e metais</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-22 10:56:37 UTC</pubDate>
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         <title>O que restou da Olimpíada </title>
         <author>rodrigo_teixeira</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/lohtz633odvp/wish/346228414</link>
         <description><![CDATA[<div>A Olimpíada trouxe uma série de vantagens para o Rio de Janeiro. Porém as desvantagens foram muitos mais marcantes. De todos os compromissos, o ambiental foi o que ficou mais em promessas. De nove projetos, apenas as ecobarreiras ficaram prontas, muitas ficaram pela metade. Vários projetos de transporte público construídos não recebem nem metade da capacidade prevista. Além disso, a violência continua sem trégua e as bacias nunca foram despoluídas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-28 16:24:05 UTC</pubDate>
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         <title>1ª metade do século XIX</title>
         <author>vitoria_brunetti</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/lohtz633odvp/wish/346808592</link>
         <description><![CDATA[<div>O mesmo ocorreu com o mobiliário e a moda. Com a abertura dos portos, o comércio foi diversificado, passando a oferecer serviços como o de cabeleireiros, chapeleiros, modistas. Porém, só a elite tinha acesso a esses novos produtos o que demarcava mais ainda as diferenças sociais. Na obra Memórias Póstumas é possível identificar a diferença na vestimenta das personagens que viviam ao redor de Brás Cubas e das outras personagens secundárias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 18:48:59 UTC</pubDate>
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         <title>1ª metade do século XIX</title>
         <author>vitoria_brunetti</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/lohtz633odvp/wish/346808679</link>
         <description><![CDATA[<div>O desenvolvimento urbano como a criação do Jardim Botânico e a construção de diversos  prédios públicos, trouxe um aumento populacional para o Rio de Janeiro, causando mudanças no modo de vida da sociedade e na ocupação geográfica da cidade. Prédios públicos eram ocupados por membros da elite portuguesa e maioria desses não podia ser ocupado por escravos nem pelas camadas populares, acentuando-se segregação espacial. Com o aumento populacional a população mais humilde teve que se alojar ao redor dos morros, principalmente em cortiços que ficavam bem afastados do litoral ocupado pela elite.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 18:50:04 UTC</pubDate>
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         <title>Funk </title>
         <author>francisco_hansen</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/lohtz633odvp/wish/347259863</link>
         <description><![CDATA[<div>Funk que critica as desigualdades sociais <br>“Papel do mal”<br><a href="https://youtu.be/0JjPkg7WtcQ">https://youtu.be/0JjPkg7WtcQ</a><br>Link para a letra da canção <br><a href="https://www.vagalume.com.br/mc-menor-da-vg/papel-do-mal.html">https://www.vagalume.com.br/mc-menor-da-vg/papel-do-mal.html</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-01 16:09:07 UTC</pubDate>
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         <title>O Samba</title>
         <author>rodrigo_teixeira</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/lohtz633odvp/wish/348283108</link>
         <description><![CDATA[<div>O samba se originou no Rio de Janeiro, sendo uma mistura das estruturas musicais europeias e africanas e um símbolo da cultura negra no Brasil.</div><div>Ao se tornar uma expressão musical urbana e moderna, o samba se espalhou pelos morros cariocas e pela zona Sul do Rio. Algo que já foi criminalizado e visto com preconceito conquistou o público de classe média/alta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-03 20:49:38 UTC</pubDate>
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         <title>O Rap Nacional</title>
         <author>rodrigo_teixeira</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/lohtz633odvp/wish/348285169</link>
         <description><![CDATA[<div>O Rap chegou ao Brasil na década de 1980, como parte do movimento Hip-Hop, onde grupos da periferia se reuniam e produziam. Neste tempo, a sociedade não os aceitavam, pois o relacionavam a algo violento e típico da periferia. Ao decorrer dos anos, foi identificado como um estilo que associa o protesto em forma de música. Atualmente, os raps tratam tanto de uma crítica social, como uma auto-análise, representatividade e uma visão de mundo única.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-03 20:58:19 UTC</pubDate>
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         <title>Novelas nacionais e a representação da desigualdade e contradições </title>
         <author>larissa_pescarini1</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/lohtz633odvp/wish/348311680</link>
         <description><![CDATA[<div>O Rio de Janeiro é cenário da maioria das novelas do horário nobre. Essa tendência se consolidou no fim dos anos 1970 e se mantém até hoje. No entanto, o apelo central da narrativas - que costumava ser a vida dos ricos da Zona Sul - está se diversificando e abrindo espaço para novas famílias, temas, classes sociais e espaços. A superexposição da cidade exalta seu clima, as belas paisagens e estilo de vida. No entanto, os autores não poupam os personagens dos males que os cariocas vivem e, em muitas tramas, temas como violência, tráfico de drogas, pobreza e prostituição estão presentes.<br>Dessa forma, percebe-se as contradições da cidade através da representação dessa mostrando os dois lados de um mesmo lugar nas novelas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-03 23:22:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sofia_vaggione</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/lohtz633odvp/wish/348315986</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse é um grafite em uma rua do Rio de Janeiro.  Wallace Pato, o autor, prentendeu espalhar artes como essa pelo RJ para pessoas não têm muito acesso ou contato com arte. Dessa forma, consegue dar voz e lugar para pessoas que foram marginalizadas e excluídas, além disso, pretende dar uma noção de identidade às pessoas que as veem.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-03 23:55:23 UTC</pubDate>
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         <title>Grafite no Rio de Janeiro</title>
         <author>lucca_trevisan</author>
         <link>https://padlet.com/adilson_goncalves/lohtz633odvp/wish/348348747</link>
         <description><![CDATA[<div> Muito presente nas ruas do Rio de Janeiro desde 1990, o grafite é uma arte que cresceu marginalizada da Arte oficializada dos museus. O reconhecimento de sua importância para a compreensão da cultura contemporânea vem aos poucos ganhando espaço na história da arte.<br>Nos dias de hoje, os artistas buscam utilizar todo e qualquer espaço como um palco para suas artes. Nesse sentido o artistas que praticam o grafite exploram muito bem os espaços urbanos como uma tela para se expressarem artisticamente. Seja nos muros da periferia, nos pontos de ônibus, nas praças públicas, nos prédios, etc.<br>Por esse motivo é possível dizer que o Grafite é uma arte integradora, uma arte para todos. Não importa a classe social, o nível de escolaridade, o bairro onde vive ou o mesmo o gênero do interlocutor, essas pinturas sempre propõem uma reflexão à eles e que qualquer um  tem a capacidade de pensar. Além disso, por serem “expostas” em lugares públicos, ao invés de estarem trancadas em um museus, os mais públicos se deparam com os grafites e compartilham de um sentimento comum transmitidos por este.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-04 02:48:53 UTC</pubDate>
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