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      <title>EXERCÍCIO 1: Vidas Onlife : viver numa era hiperconectada by LMC</title>
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      <description>Docente: Sara Pereira</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-04-04 10:58:01 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-13 00:46:21 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Tiago Gonçalves (a79408)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/lo8uvr8dl8mr/wish/248439767</link>
         <description><![CDATA[<div>A música pertence ao artista Moby e foi lançada em 2016. A sua editora é Warner Music Australasia. O Video pretende transmitir a mensagem de que estamos presos aos ecrãs dos telemoveis. O próprio título da música é indicativo da mensagem que o autor tentar produzir "Are you lost in the world like me?" Ou seja, ele questiona se eu também estou perdido no mundo. Perdido no sentido em que não estou "preso" ao ecrã digital.<br>O Video  promove a LM no sentido em que faz as pessoas pensar sobre o tempo que passam agarradas aos ecrãs. E tenta demontrar que passar tanto no digital torna o real pouco importante. É mais importante ter um suicidio em video do que propriamente impedir esse mesmo suicidio. Isto torna a realidade apenas uma parte insignificante do digital. Autalmente vivemos numa sociedade em que não vale a pena ir a lado nenhum se eu não poder mostrar aos outros que lá estou. As experiências são cada vez menos pessoais e mais egocentricas. O video termina com o suicidio em massa das pessoas que caem no precipicio sem que se apercebam disso. Isto indica que a sociedade caminha para uma morte anunciada sem que se aperceba pois está focada demais nos ecrãs.<br><br>Este video pode ser enquadrado na vertente da categoria. Isto porque o facto de ser um video e não um texto tem impacto sobre a perceção do "texto". Por ser uma animação a chama a atenção. Por ser a preto e branco demonstra uma negatividade, tristeza e monotonia.<br>Pode também ser enquadrado na vertente da linguagem, na medida em que nós sabemos o que significa por estar sempre presente a criança com olhar incrédulo e de perdida.<br>Pode ainda ser enquadrado na vertente das representações pois é retratado a forma como lidamos com o digital atualmente. As novas tecnologias têm-nos vindo a privar da vida fora do mundo digital. Isso é bem representado no video. Pois as pessoas não prestam atenção ao que está à volta por estarem focados nos telemóveis.<br><br>Através deste video podem-se desenvolver algumas capacidades de literacia mediática, sendo a principal o espirito critico. Através deste video as pessoas podem se questionar se lhes acontece o mesmo que as personagens do video, se estão abstraidos do mundo real e se acham que esse é o caminho certo da sociedade como um todo.<br><br>O termo cunhado por Luciano Floridi Onlife resume bem o que atualmente se passa nas sociedades. As pessoas não estão online ou offline. As pessoas convivem com ambos os termos de forma conjunta. Não é por eu estar na aula que estou offline, o meu telemovel está comigo, ligado à rede e pronto a receber todo o tipo de notificações, seja das redes sociais, seja um e-mail, uma chamada, etc. Hoje em dia é impossivel mantermo-nos off line. Existe quase que uma obrigação em estarmos presentes no mundo digital. Em muitos casos essa obrigação é mesmo a nível legal, como o caso do IRS deste ano que apenas se envia através da plataforma e não em papel. É cada vez mais impossivel separar os dois termos (online e offline) daí que surja o termo onlife onde podemos dizer que existe uma linha que separa o online do offline e a sociedade se encontra nessa linha. Da mesma forma que não podemos dormir de olhos abertos, também não podemos separar-nos do mundo digital.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-04 11:20:46 UTC</pubDate>
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         <title>1-Este vídeo retrata o facto da sociedade estar dependente e presa às tecnologias, acabando por não se aperceber do que se passa fora do ecrã. O telemóvel acaba por ser uma prisão da vida real. Retrata também uma mudança de prioridades, uma vez que é mais importante registar o momento do que intervir nele. Por exemplo, durante o vídeo é possível observar que num restaurante as pessoas querem mostrar o que estão a consumir uma vez que tiram fotografias em vez de aproveitarem a refeição. Desta forma, o vídeo transmite a necessidade de deixarmos de ser uma sociedade materialista. Vivemos num mundo ilusório em que são as próprias tecnologias que modificam a realidade, deixam completamente de parte o lado humano de uma sociedade. A música foi retirada do álbum &quot;Moby And The Void Pacific Choir&quot;.   2-A nível de produção optaram pelo uso de cartoons e o uso de cores predominante são o preto e branco de forma a criarem &quot;hipérboles visuais&quot;, capazes de caracterizar um mundo fechado em que já não há vida (preto e branco).  O vídeo destina-se a todas as pessoas que utilizam tecnologias diariamente.                         3-Poderiam ser trabalhadas vertentes com a das instituições, as tecnologias ou as audiências.                 4-O vídeo procura promover o pensamento crítico, a introspeção sobre a nossa atitude enquanto consumidores diários da tecnologia e funciona também como uma alerta para a sociedade.                 5-Segundo o autor, atualmente as  informações e comunicações das tecnologias têm sofrido grandes transformações, o que torna  difícil distinguir entre o que é real ou virtual assim como o papel do humano, das máquinas e da natureza. </title>
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         <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/lo8uvr8dl8mr/wish/248491609</link>
         <description><![CDATA[<div>Adriana Ribeiro a78411<br>Ana Rita Pereira a78490<br>Ana Sofia Martins a79104<br>Bruna Araújo a78366<br>Carina Fernandes a76890</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-04 13:50:47 UTC</pubDate>
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         <author></author>
         <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/lo8uvr8dl8mr/wish/250493376</link>
         <description><![CDATA[<div>1 - Este video retrata o uso exagerado das novas tecnologias cuja mensagem a passar é a de que as pessoas vivem presas ao online, focando-se no individualismo. O vídeo foi produzido por Moby and Steve Cutts e a música é de Moby.<br><br>2 - Realçamos o facto de o vídeo ser a preto e branco, transmitindo dramatismo e uma realidade deprimente. Há uma analogia a uma vida monótona e dependente das tecnologias.<br><br>3 - Poderiam ser trabalhadas vertentes como as Tecnologias, as Representações e os Públicos/Audiências.<br><br>4 - As competências da literacia que podemos desenvolver a partir da análise do vídeo dizem respeito ao pensamento crítico , uma reflexão sobre a nossa utilização das tecnologias, e como estas se inserem na sociedade.<br><br>5 - O autor, através do termo Onlife, traduz a realidade diária da sociedade relativamente à ligação constante ao mundo online, levando a uma espécie de junção entre a vida real e vida online, como se não houvesse distinção. O termo é aplicado no vídeo em questão, onde qualquer atividade diária das personagens envolve tecnologias, redes sociais, ou seja, o mundo virtual em geral, não havendo a diferença entre o online e o ofline.&nbsp;<br><br>Francisca Martins A77697<br>Flávia Vilas Boas A78973<br>Joana Ferreira A<br>Joana Gonçalves A75132<br>Renata Vilaça A7769</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-10 21:05:00 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Maria Dinis, Ana Rita Martins, Carolina Ribeiro, Inês Paredes, Mariana Prata</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/lo8uvr8dl8mr/wish/250612128</link>
         <description><![CDATA[<div>1. O videoclip de Moby &amp; The Void Pacific Choir, animado por Steve Cutts, transmite a ideia de uma sociedade imersa no mundo dos ecrãs e das novas tecnologias, acabando por esquecer determinados valores como a compaixão e a entreajuda.<br><br>2. &nbsp; A linguagem usada é a animação em estilo de <em>cartoon</em>, o que de certa forma suaviza as imagens fortes criadas ao longo do videoclip, como, por exemplo, a cena em que uma das personagens se atira de um prédio. A imagem a preto e branco cumpre o papel de tornar o ambiente mais sombrio.<br><br>3. &nbsp; De acordo com as áreas chave da EPM podem ser aplicadas:</div><div>Instituições: Quem comunica é a banda Moby &amp; The Void Pacific Choir</div><div>Categorias: Música - videoclip</div><div>Tecnologias: O videoclip foi produzido em formato de animação. Dirige-se a um público que vive na era digital, preso às novas tecnologias.</div><div>Produção/linguagens: Em estilo <em>cartoon</em> e a preto e branco, o vídeo retrata negativamente uma sociedade demasiado dependente dos <em>smartphones</em> e outras tecnologias. Passa a mensagem claramente, através do exagero, sendo fácil identificar o seu significado.</div><div>Representações: O vídeoclip retrata situações do dia-a-dia de uma sociedade de ecrãs e muito ligada às novas tecnologias. Embora por vezes, essa representação seja feita de uma forma exagerada, a mensagem que quer transmitir é bastante clara.&nbsp;<br>Audiências: O vídeoclip pode ser visto por qualquer utilizador, mas em regra geral é provável que seja visto por pessoas que gostem da música ou da banda. No entanto, como tem representações críticas do quotidiano, talvez possa ser visto por pessoas que se interessem por tal.&nbsp;<br><br>4. Podemos desenvolver competências de reflexão, pensamento crítico e uma função de alerta.&nbsp;<br><br>5.&nbsp;Luciano afirma: “we are neither online nor offline but onlife, that is, we increasingly live in that special space that is both analog and digital, both online and offline”, no sentido em que as nossas vidas estão envolvidas num meio termo. Isto é, uma ponte entre o offline e o online. Seguindo o raciocínio do texto, é como a água da foz do rio, nem é doce, nem salgada, é uma mistura. No vídeoclip do Moby temos essa perceção através das várias rotinas quotidianas que misturam as duas realidades.&nbsp;</div><div>As novas tecnologias da informação e comunicação (ICT), como são designadas pelo autor, criaram algumas mudanças na nossa sociedade. Atualmente, parece, por vezes, um pouco difícil distinguir entre o que é real do que é virtual, assim como aquilo que é humano, que é máquina ou natural. Ao longo do vídeo há imensas fusões entre estes dois mundos como por exemplo quando o menino tenta chamar à atenção dos restantes cidadãos que estão colados ao ecrã do seu telemóvel.&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-11 09:01:24 UTC</pubDate>
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