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      <title>Fábulas - 7º 2 by Stefani Paulon</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-10 20:38:30 UTC</pubDate>
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         <title>             PISCA  PISCA                                                               “A vida, senhor Visconde, é um pisca-pisca.                       A gente nasce, isto é, começa a piscar.            Quem para de piscar chegou ao fim, morreu. Piscar é abrir e fechar os olhos – viver é isso.                É um dorme e acorda, dorme e acorda, até que dorme e não acorda mais […] Cada pisco é um dia. Pisca e mama,                  pisca e brinca,.                 pisca e estuda,                 pisca e ama,                      pisca e cria filhos,           pisca e geme os reumatismos,.                          e por fim pisca pela última vez e morre.                              E depois que morre?, perguntou o Visconde. Depois que morre, vira hipótese.                                   É ou não é?”.          (“Memórias de Emília, de Monteiro Lobato)                                                        </title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Ana Julhia dos Santos</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-10 20:53:42 UTC</pubDate>
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         <title>A raposa e o leão</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<blockquote><br>Tinha a Raposa o seu covil bem fechado e estava lá dentro a gemer, porque estava doente; chegou à porta um Leão e perguntou-lhe como estava, e que a deixasse entrar, porque a queria lamber, que tinha virtude na língua, e lambendo-a, logo havia de sarar.<br><br><br>Respondeu a Raposa de dentro:<br><br><br>— Não posso abrir, nem quero. Creio que a tua língua tem virtude; porém é tão má vizinhança a dos dentes, que lhe tenho grande medo, e portanto antes quero sofrer com o meu mal.<br><br></blockquote><div><br>Moral da história<br><br></div><div><strong><br>A fábula do leão e da raposa nos ensina a sermos precavidos por mais que estejamos em situação de sofrimento.&nbsp;<br></strong><br></div><div><br>A raposa estava padecendo do corpo quando recebeu a oferta de ajuda por parte do leão. Não se sabe se o leão tinha de fato o desejo de ajudar ou se o rei da selva viu naquela situação apenas uma oportunidade de conseguir uma presa fácil.</div><div><br>De toda forma, também sem saber a intenção do leão e sem confiar no seu discurso, a raposa adotou uma postura de defesa.<br><br>L<strong>eonan Rodrigues Calixto Araujo</strong></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-10 20:55:22 UTC</pubDate>
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         <title>fonte da fábula </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.google.com.br/amp/s/www.culturagenial.com/melhores-fabulas-com-moral/amp/">https://www.google.com.br/amp/s/www.culturagenial.com/melhores-fabulas-com-moral/amp/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-10 20:58:05 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriel Cazonato</title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>UNS AOS OUTROS - Lição do Rato</strong></div><div><br>Um rato, olhando pelo buraco na parede,&nbsp; vê o fazendeiro e sua&nbsp; esposa abrindo um pacote.</div><div>Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; Ao descobrir que era ratoeira ficou aterrorizado.</div><div><br></div><div><br></div><div><strong>&nbsp; &nbsp; </strong>Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:</div><div>&nbsp; &nbsp;- Há ratoeira na casa, ratoeira na casa !!</div><div><br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A galinha:</div><div><br><br></div><div>&nbsp; - Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.</div><div><br><br></div><div>&nbsp; O rato foi até o 🤬 e:</div><div><br><br></div><div>&nbsp;- Há ratoeira na casa, ratoeira !</div><div><br><br></div><div>&nbsp; - Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. será lembrado nas minhas orações.</div><div><br><br></div><div>&nbsp; O rato dirigiu-se à vaca e:</div><div><br><br></div><div>&nbsp;- Há ratoeira na casa,</div><div><br><br></div><div>&nbsp;- O que ? Ratoeira ? Por acaso estou em perigo? Acho que não!</div><div><br><br></div><div>&nbsp; Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira.</div><div><br><br></div><div>&nbsp;Naquela noite, ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima.. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não percebeu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher...</div><div><br><br></div><div>&nbsp;O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital.</div><div><br><br></div><div><br></div><div>&nbsp;Ela voltou com febre.</div><div><br><br></div><div>&nbsp;Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha.</div><div><br><br></div><div>O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.</div><div><br><br></div><div>&nbsp;Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos&nbsp; vieram visitá-la.</div><div><br></div><div>&nbsp;Para alimentá-los, o fazendeiro matou o 🤬.</div><div><br><br></div><div>&nbsp; A mulher não melhorou e acabou morrendo.</div><div><br><br></div><div>&nbsp;Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.</div><div><br><br></div><div><strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Moral da História:</strong></div><div><strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>&nbsp; Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco.&nbsp;</strong></div><div><br><br>FONTE: http://projetobollying.blogspot.com/2016/04/fabula-do-rato-nos-ensina-como-proceder.html<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-10 20:58:43 UTC</pubDate>
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         <title>A Rã e o Boi</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma rã estava no prado olhando um boi e sentiu tal inveja do tamanho dele que começou a inflar para ficar maior.</div><div>Então, outra rã chegou e perguntou se o boi era o maior dos dois.</div><div>A primeira respondeu que não – e se esforçou para inflar mais.</div><div>Depois, repetiu a pergunta:</div><div>– Quem é maior agora?</div><div>A outra rã respondeu:</div><div>– O boi.</div><div>A rã ficou furiosa e tentou ficar maior inflando mais e mais, até que arrebentou.<br>&nbsp;Esopo<br><br>&nbsp;quem tenta parecer maior do que é se dá mal.</div><div>A <em>Rã e o Boi </em>conta a história de uma rã que queria competir com o tamanho do boi e, de tanto querer ficar do tamanho dele, acabou por arrebentar-se!</div><div>Esta fábula curta traz o ensinamento de que não devemos estar sempre competindo uns com os outros. Não podemos querer ser o que os outros são. Temos nossas próprias qualidades. Ou seja, estar sempre alimentando disputas contra os outros não faz bem, assim como sentir inveja dos outros também não é algo bom<br><br>Fonte: Pensador <br><br><strong>João Pedro Zamprogno</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-10 21:01:33 UTC</pubDate>
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         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stefanipaulon/lo61v4vfhwzyb9mi/wish/1674600470</link>
         <description><![CDATA[<div>A Cigarra e a Formiga<br><br></div><div>Era uma vez uma cigarra que vivia saltitando e cantando pelo bosque, sem se preocupar com o futuro. Esbarrando numa formiguinha, que carregava uma folha pesada, perguntou:<br>&nbsp;- Ei, formiguinha, para que todo esse trabalho? O verão é para gente aproveitar! O verão é para gente se divertir!<br>&nbsp;- Não, não, não! Nós, formigas, não temos tempo para diversão. É preciso trabalhar agora para guardar comida para o inverno.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Durante o verão, a cigarra continuou se divertindo e passeando por todo o bosque. Quando tinha fome, era só pegar uma folha e comer. Um belo dia, passou de novo perto da formiguinha carregando outra pesada folha.<br>&nbsp;<br>&nbsp;A cigarra então aconselhou:<br>&nbsp;- Deixa esse trabalho para as outras! Vamos nos divertir. Vamos, formiguinha, vamos cantar! Vamos dançar!<br>&nbsp;<br>&nbsp;A formiguinha gostou da sugestão. Ela resolveu ver a vida que a cigarra levava e ficou encantada. Resolveu viver também como sua amiga. Mas, no dia seguinte, apareceu a rainha do formigueiro e, ao vê-la se divertindo, olhou feio para ela e ordenou que voltasse ao trabalho. Tinha terminado a vidinha boa.<br>&nbsp;<br>&nbsp;A rainha das formigas falou então para a cigarra:<br>&nbsp;- Se não mudar de vida, no inverno você há de se arrepender, cigarra! Vai passar fome e frio.<br>&nbsp;<br>&nbsp;A cigarra nem ligou, fez uma reverência para rainha e comentou:<br>&nbsp;- Hum!! O inverno ainda está longe, querida! Para cigarra, o que importava era aproveitar a vida, e aproveitar o hoje, sem pensar no amanhã. Para que construir um abrigo? Para que armazenar alimento? Pura perda de tempo.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Certo dia o inverno chegou, e a cigarra começou a tiritar de frio. Sentia seu corpo gelado e não tinha o que comer. Desesperada, foi bater na casa da formiga. Abrindo a porta, a formiga viu na sua frente a cigarra quase morta de frio.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Puxou-a para dentro, agasalhou-a e deu-lhe uma sopa bem quente e deliciosa.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Naquela hora, apareceu a rainha das formigas que disse à cigarra:<br>&nbsp;- No mundo das formigas, todos trabalham e se você quiser ficar conosco, cumpra o seu dever: toque e cante para nós. Para cigarra e paras formigas, aquele foi o inverno mais feliz das suas vidas.<br><br></div><div>Moral: <strong>a importância e o valor do trabalho<br><br>https://siteantigo.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/fabula-a-cigarra-e-a-formiga/24614<br></strong><br></div><div><strong>Clara Orlandini Martins<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-10 21:09:57 UTC</pubDate>
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         <title>OS BENS E OS MALES</title>
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         <description><![CDATA[<div><br><br>&nbsp; "Todos os Bens foram uma vez expulsos pelos doentes da parte comum que cada um deles tinha nos assuntos da humanidade; pois os doentes, em razão de serem muitos, haviam prevalecido para possuir a terra. Os Bens foram então até ao céu e pediram uma justa vingança contra seus perseguidores. Eles pediram a Júpiter que não pudessem mais ser associados com os doentes, já que ambos não tinham nada em comum e não podiam viver juntos, mas viviam em guerra incessante; e que uma lei indissolúvel poderia ser estabelecida para futura proteção dos Bens. Júpiter concedeu o pedido e decretou que doravante os Ill deveriam visitar a terra em companhia uns com os outros, mas que os Bens deveriam, um a um, entrar nas habitações dos homens. Daí resulta que abundam os males, pois não vêm um a um, mas sim em tropas, e de modo algum sozinhos. Enquanto que os Bens procedem de Júpiter e são dados, não iguais a todos, mas separadamente de um a um para aqueles que são capazes de discerni-los."<br><br>Moral:<br>Coisas ruins vêm em grande número, pois são encontradas em todos os lugares e em todas as coisas, enquanto o bem é encontrado em poucos lugares, apenas para aqueles que entendem seu poder, pois o poder de algumas coisas realmente boas é muito maior que o de todos os males .<br><br>Aluna: Ana Julhia dos Santos</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-10 21:16:32 UTC</pubDate>
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         <title>Emanuel Levi Leite </title>
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         <description><![CDATA[<div><br>Um lobo devorou sua caça tão depressa, com tanto apetite, que acabou ficando com um osso entalado na garganta.<br><br>Cheio de dor, o lobo começou a correr de um lado para outro soltando uivos, e ofereceu uma bela recompensa para quem tirasse o osso de sua garganta. Com pena do lobo e com vontade de ganhar o dinheiro, uma&nbsp; cegonha resolveu enfrentar o perigo.<br><br>Depois de tirar o osso, quis saber onde estava a recompensa que o lobo tinha prometido.<br><br>Recompensa? – berrou o lobo. – Mas que cegonha pechinchona! Que recompensa, que nada! Você enfiou a cabeça na minha boca e em vez de arrancar sua cabeça com uma dentada deixei que você a tirasse lá de dentro sem um arranhãozinho. Você não acha que tem muita sorte, seu bicho insolente! Dê o fora e se cuide para nunca mais chegar perto de minhas garras!<br><br>Moral: Não espere gratidão ao mostrar caridade para um inimigo.<br><br><br>https://www.refletirpararefletir.com.br/fabulas-pequenas<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-11 01:03:48 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriel Cazonato</title>
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         <link>https://padlet.com/stefanipaulon/lo61v4vfhwzyb9mi/wish/1675596502</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; O galo e a raposa<br><br>O galo cacarejava em cima de uma árvore. Vendo-o ali, a raposa tratou de bolar uma estratégia para que ele descesse e fosse o prato principal de seu almoço.<br>-Você já ficou sabendo da grande novidade, galo? – perguntou a raposa.<br><br></div><div>-Não. Que novidade é essa?<br><br></div><div>-Acaba de ser assinada uma proclamação de paz entre todos os bichos da terra, da água e do ar. De hoje em diante, ninguém persegue mais ninguém. No reino animal haverá apenas paz, harmonia e amor.<br><br></div><div>-Isso parece inacreditável! – comentou o galo.<br><br></div><div>-Vamos, desça da árvore que eu lhe darei mais detalhes sobre o assunto – disse a raposa.<br><br></div><div>O galo, que de bobo não tinha nada, desconfiou que tudo não passava de um estratagema da raposa. Então, fingiu estar vendo alguém se aproximando.<br><br></div><div>-Quem vem lá? Quem vem lá? – perguntou a raposa curiosa.<br><br></div><div>-Uma matilha de cães de caça – respondeu o galo.<br><br></div><div>-Bem…nesse caso é melhor eu me apressar – desculpou-se a raposa.<br><br></div><div>-O que é isso, raposa? Você está com medo? Se a tal proclamação está mesmo em vigor, não há nada a temer. Os cães de caça não vão atacá-la como costumava fazer.<br><br></div><div>-Talvez eles ainda não saibam da proclamação. Adeusinho!<br><br></div><div>E lá se foi a raposa, com toda a pressa, em busca de uma outra presa para o seu almoço.<br><br>MORAL: É preciso ter cuidado com amizades repentinas.<br><br>FONTE: https://galaka.wordpress.com/2008/08/06/o-galo-e-a-raposa-fabula/<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-11 15:10:55 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;O galo que logrou a raposa&quot; </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stefanipaulon/lo61v4vfhwzyb9mi/wish/1675699748</link>
         <description><![CDATA[<div>Um velho galo matreiro, percebendo a aproximação da raposa, empoleirou-se numa árvore. A raposa, desapontada, murmurou consigo: “...Deixa estar, seu malandro, que já te curo!...” E em voz alta:<br><br>-Amigo, venho contar uma grande novidade: acabou-se a guerra entre os animais. Lobo e cordeiro, gavião e pinto, onça e veado, raposa e galinha, todos os bichos andam agora aos beijos, como namorados. Desça desses poleiros e venha receber o meu abraço de paz e amor.<br><br>-Muito bem! –exclamou o galo - Não imagina como tal notícia me alegra! Que beleza vai ficar o mundo, limpo de guerras, crueldades e traições! Vou já descer para abraçar a amiga raposa, mas... como lá vem vindo três cachorros, acho bom esperá-los, para que eles também tomem parte da confraternização.<br><br>Ao ouvir falar em cachorros, dona raposa não quis saber de histórias, e tratou de pôr-se a fresco, dizendo:<br><br>- Infelizmente, amigo Có-ri-có-có, tenho pressa e não posso esperar pelos amigos cães. Fica para outra vez a festa, sim? Até logo! - E rapou-se.<br><br>Com esperteza, - esperteza e meia.<br><br><br>Leticia Bento Gomes</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-11 16:27:30 UTC</pubDate>
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         <title>O ladrão e o cão de guarda- Stella Alves victoria</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Um ladrão, desejando entrar à noite numa casa para a roubar, deparou-se com um cão que com os seus latidos o impedia. O cauteloso ladrão, para apaziguar o Cão, lançou-lhe um bocado de pão. Mas o Cão disse:&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; — Bem sei que me dás este pão para que eu me cale e te deixe roubar a casa, não porque gostes de mim. Mas já que é o dono da casa que me sustenta toda a vida, não vou deixar de ladrar enquanto não te fores embora ou até que <br>ele acorde e te venha afugentar. Não quero que este bocado de pão me custe morrer de fome o resto da vida<br><br>FONTE:<a href="https://www.culturagenial.com/melhores-fabulas-com-moral/">As 13 melhores fábulas com moral - Cultura Genial</a><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-12 14:20:08 UTC</pubDate>
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         <title>história de uma raposa que tenta, sem sucesso, comer um cacho de convidativas uvas penduradas em uma vinha alta.[2] Não conseguindo, afasta-se, dizendo que as uvas estariam verdes. Porém em uma sinopse[3] mais concreta podemos resumir a fábula de tal maneira: Chegando uma Raposa a uma parreira[4], viu-a carregada de uvas maduras e formosas e cobiçou-as. Começou a fazer tentativas para subir; porém, como as uvas estavam altas e a subida era íngreme, por muito que tentasse não as conseguiu alcançar. Então disse:- Estas uvas estão muito azedas, e podem manchar-me os dentes; não quero colhê-las verdes, pois não gosto delas assim. [3] Muitas vezes por comodismo e por não querer obter, criando desculpas e justificativas enfadonhas. A moral afirmada no final da fábula é:É fácil desprezar aquilo que não se pode obter ou de uma maneira mais simplificada &#39; &#39; É fácil falar mal daquilo que não se pode ter &#39; &#39;</title>
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         <description><![CDATA[<div>Vinícius hummel</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-12 14:29:49 UTC</pubDate>
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         <title>A andorinha e as outras avesEstavam os homens a semear linho, e, ao vê-los, disse a Andorinha aos outros pássaros:— Para nosso mal fazem os homens esta seara, que desta semente nascerá linho, e dele farão redes e laços para nos prenderem. Melhor será destruirmos a linhaça e a erva que dali nascer, para estarmos seguras.As outras Aves riram-se muito deste conselho e não quiseram segui-lo. Vendo isto, a Andorinha fez as pazes com os homens e foi viver em suas casas. Algum tempo depois, os homens fizeram redes e instrumentos de caça, com os quais apanharam e prenderam todas as outras aves, poupando apenas a Andorinha.Moral da históriaA fábula nos ensina que devemos sempre pensar no dia de amanhã e nos planejarmos para situações distintas, antecipando futuros cenários.As andorinhas viram que o futuro mudaria ao perceberem que os homens podiam fazer redes. Diante dessa previsão, tentaram avisar os pássaros, que não lhes deram bola.Então, fizeram amizade com o homem e foram poupadas da caça.                                                         meu nome:yasmim carolayne pereira</title>
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         <pubDate>2021-08-12 17:04:27 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>-Stella Alves victoria<br>-história em quadrinhos</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-13 05:22:07 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Fábula: Pisca-Pisca<br>Data:17/08/21<br>Aluna:Ana Julhia dos Santos<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-17 11:08:01 UTC</pubDate>
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         <title>A LEBRE E A TARTARUGA</title>
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         <description><![CDATA[<div>Raphael Henrique de Souza Botta 7°2</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-17 20:08:34 UTC</pubDate>
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         <title>A raposa e o leão</title>
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         <description><![CDATA[<div>João Pedro Zamprogno 7°2</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 15:23:56 UTC</pubDate>
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