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      <title>Tarefa 2 by ARIADNA MARIA PESSOA MELO</title>
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      <description>ALPHA CENTAURI (A)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-07 22:30:19 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2021-09-07 23:33:36 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Tópico 1 </title>
         <author>ariadnamelo</author>
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         <description><![CDATA[<div>A pré-história foi o período do surgimento e o do desenvolvimento dos primeiros seres vivos chamados hominídeos. Como a primeira forma da escrita e o uso das primeiras ferramentas de pedra. Além disso se dividiam em três períodos: o paleolítico considerado a idade da pedra lascada, esse período foi marcado pelo desenvolvimento da escrita(pinturas rupestres). O período neolítico, foi marcado como o da pedra polida e o surgimento da agricultura naquela época. O período mesolítico, foi caracterizado por idade média da pedra, onde foi o único período que não houve transição direta entre os dois primeiros períodos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-07 23:23:42 UTC</pubDate>
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         <title>Tópico 2</title>
         <author>ariadnamelo</author>
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         <description><![CDATA[<div>A revolução industrial que teve início no século XVIII, foi o período que começou a surgir as primeiras máquinas causando grandes transformações pelo mundo. Nesse período aconteceu várias revoluções,&nbsp; umas delas foi a substituição da mão de obra humana pela as das máquinas, fazendo que as indústrias obtivesse uma fabricação de produtos mais rápidos. Com isso uma grande parte das pessoas ficaram desempregadas.&nbsp; Como também, surgiu o capitalismo, onde as indústrias visavam mais nos lucros e a acumulação de riquezas, produzindo mais produtos para o mercado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-07 23:24:19 UTC</pubDate>
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         <title>Tópico 3</title>
         <author>ariadnamelo</author>
         <link>https://padlet.com/ariadnamelo/ln5h0l13n09ch4ql/wish/1723104748</link>
         <description><![CDATA[<div>Com a produção em grande massa pelas máquinas na revolução industrial, que eram movidas através do carvão. A poluição causada através das indústrias, em 1952 aconteceu um dos maiores impactos ambientais, o grande nevoeiro de Londres, causando a morte de milhares de pessoas por asfixiação. Esse fenômeno ficou conhecido como Big Smoke. As substâncias liberadas&nbsp; como o dióxido de enxofre(SO2), liberadas pela queima do carvão, foi o motivo da causa desse impacto ambiental.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-07 23:25:07 UTC</pubDate>
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         <title>Tópico 4</title>
         <author>ariadnamelo</author>
         <link>https://padlet.com/ariadnamelo/ln5h0l13n09ch4ql/wish/1723105561</link>
         <description><![CDATA[<div>A contaminação na baía de Minamata no Japão, foi também um dos maiores impactos ambientais causados pela ação humana. Em 1930, uma indústria jogava dejetos contendo mercúrio na baía de Minamata, causando&nbsp; contaminações em animais marinhos. Muitos animais ficaram contaminados pelo mercúrio, através do consumo desse animais, muitas pessoas morreram intoxicadas e muitas delas ficaram com sequelas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-07 23:25:41 UTC</pubDate>
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         <title>Tópico 5</title>
         <author>ariadnamelo</author>
         <link>https://padlet.com/ariadnamelo/ln5h0l13n09ch4ql/wish/1723106173</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 30 de junho de 1962, Rachel Carson publicava seu livro "Primavera Silenciosa", onde a bióloga Rachel debatia sobre a forma da utilização de agrotóxicos que causavam contaminações. No livro umas das substâncias mais debatidas era sobre o uso do DDT, que significa Dicloro-Difenil-Tricloro-Etano, que era uma substâncias usada para o controle de mosquitos e pragas, o uso dessa substâncias afetava o sistema respiratório e a pele das pessoas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-07 23:26:12 UTC</pubDate>
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         <title>Tópico 6</title>
         <author>ariadnamelo</author>
         <link>https://padlet.com/ariadnamelo/ln5h0l13n09ch4ql/wish/1723107688</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1972, foi realizada a Conferência de Estocolmo com o objetivo de conscientizar a sociedade a melhorar a relação com o meio ambiente e assim atender as necessidades da população presente sem comprometer as gerações futuras. Embora nenhum acordo concreto fosse concluído em Estocolmo, a Conferência abriu caminho para o desenvolvimento sustentável, o Direito Ambiental e a consciência ecológica. Também inaugurou a agenda mundial de discussões ambientais, e após a sua realização, a ONU criou o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Sobre o posicionamento dos países presentes, houve duas posições antagônicas nesta conferência: os países desenvolvidos que defendiam o preservacionismo e os países em desenvolvimento, que alegavam a utilização dos recursos naturais para sua promoção econômica. Estes últimos não concordaram com as metas de redução das atividades industriais, visto que tal ação poderia comprometer a economia. Ao mesmo tempo, outros mostraram-se empenhados em cumprir os acordos estabelecidos. Por exemplo, os Estados Unidos comprometeram-se em reduzir a poluição em seu território. O debate durante a conferência foi inflamado pela necessidade de adoção de um novo modelo de desenvolvimento econômico. Algo que conciliasse o uso das reservas naturais não renováveis, como o petróleo, ao mesmo tempo que não reduzisse o crescimento econômico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-07 23:27:28 UTC</pubDate>
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         <title>Tópico 7</title>
         <author>ariadnamelo</author>
         <link>https://padlet.com/ariadnamelo/ln5h0l13n09ch4ql/wish/1723109052</link>
         <description><![CDATA[<div>Relatório Brundtland é o documento intitulado Nosso Futuro Comum, publicado em 1987. Coordenado pela então primeira-ministra da Noruega, Gro Harlem Brundtland, a Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento originou um documento no qual houve a disseminação da ideia de desenvolvimento sustentável, conceito o qual vinha sendo concebido desde a década de 1970. O relatório Brundtland indicou que a pobreza dos países do terceiro mundo e o consumismo elevado dos países do primeiro mundo eram causas fundamentais que impediam um desenvolvimento igualitário no mundo e, consequentemente, produziam graves crises ambientais. Também trazia ainda dados sobre o aquecimento global, as chuvas ácidas e a destruição da camada de ozônio, temáticas que também eram bastante novas para o momento de seu lançamento, inclusive sugerindo à Assembleia Geral da Nações Unidas a necessidade da realização de uma nova conferência internacional para avaliar esses e outros grandes impactos sofridos pelo meio ambiente nos anos anteriores, como perda da biodiversidade e ocorrências de desastres ecológicos de responsabilidades industriais. E ainda foi a primeira tentativa de estabelecer uma série de metas a serem seguidas por nações de todo o mundo para evitar o avanço das destruições ambientais e o desequilíbrio climático, embora até a atualidade as nações ainda não conseguiram criar um consenso sobre como agir em conjunto em prol do desenvolvimento sustentável. A postura relativamente neutra do documento fez com que ele fosse bem aceito tanto pelos países desenvolvidos como pelos países em desenvolvimento, já que, diferentemente de trabalhos anteriores, não atribuía culpa ao crescimento e à industrialização pela destruição da natureza, mas sugeria o estabelecimento de limites para controle da degradação ambiental e estimulava a superação da pobreza através de desenvolvimento. Já abordando o segundo ponto do tópico, o conceito de desenvolvimento sustentável, conforme o Relatório de Brundtland, pressupõe um modelo de desenvolvimento que atenda às necessidades do presente, sem comprometer a possibilidade das gerações futuras atenderem às suas próprias necessidades. Assim, a busca pelo desenvolvimento sustentável tem conduzido a constantes desafios e questionamentos, pois conceitos antes considerados antagônicos, como lucro,preservação do meio ambiente e bem estar social devem ser agora harmonizados e tratados de forma indissociável. A falta de entendimento deste conceito como um todo, tem levado, no entanto a interpretações e posturas errôneas. Parece óbvio, mas nem sempre compreendido, que a degradação é consequência e não causa dos problemas ambientais. Este equívoco associado à carência de informações<br>conduz a ações ineficazes e dispendiosas, pois acabam tratando as consequências e não a causa do problema ambiental.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-07 23:28:39 UTC</pubDate>
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         <title>Tópico 8</title>
         <author>ariadnamelo</author>
         <link>https://padlet.com/ariadnamelo/ln5h0l13n09ch4ql/wish/1723109774</link>
         <description><![CDATA[<div>Diante do aumento crescente das preocupações ambientais da Organização das Nações Unidas criou em 1983 o que chamamos de comissão mundial sobre o meio ambiente e o desenvolvimento, que visava examinar o desenvolvimento e os impactos que causaria no meio ambiente, trazendo recomendações viáveis ​​para uma sociedade e para o meio ambiente. Diante disso surgiu a ideia de um desenvolvimento sustentável, que serviu como base para o que viria frente, a ECO-92. A eco 92 ocorreu entre 3 e 14 de junho de 1992, no Rio de Janeiro- Brasil; com a presença dos representantes de mais de 175 países, com a competente de reunir buscando medidas para enfrentar os crescentes problemas da emissão de gases de feito estufa na atmosfera terrestre, denominada agenda 21.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-07 23:29:13 UTC</pubDate>
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         <title>Tópico 9</title>
         <author>ariadnamelo</author>
         <link>https://padlet.com/ariadnamelo/ln5h0l13n09ch4ql/wish/1723110955</link>
         <description><![CDATA[<div>Os objetivos do milênio foram estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2000, com o apoio de 191 nações, e ficaram conhecidas como Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). São eles:<br><br>&nbsp;<br><br>1 - Acabar com a fome e a miséria<br><br>2 - Oferecer educação básica de qualidade para todos<br><br>3 - Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres<br><br>4 - Reduzir a mortalidade infantil<br><br>5 - Melhorar a saúde das gestantes<br><br>6 - Combater a Aids, a malária e outras doenças<br><br>7 - Garantir qualidade de vida e respeito ao meio ambiente<br><br>8 - Estabelecer parcerias para o desenvolvimento<br><br>Os oito ODM abrangiam ações específicas de combate à fome e à pobreza, associadas à implementação de políticas de saúde, saneamento, educação, habitação, promoção da igualdade de gênero e meio ambiente, além de medidas para o estabelecimento de uma parceria global para o desenvolvimento sustentável.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-07 23:30:09 UTC</pubDate>
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         <title>Tópico 10</title>
         <author>ariadnamelo</author>
         <link>https://padlet.com/ariadnamelo/ln5h0l13n09ch4ql/wish/1723112121</link>
         <description><![CDATA[<div>Rio + 20 é um evento intergovernamental dirigido pelas Nações Unidas e que tem como principal objetivo renovar o compromisso político com o desenvolvimento sustentável. A discussão sobre a “economia verde” é uma oportunidade de alcançar a cooperação de iniciativas internacionais, incluindo atividades e programas que atendem as diferentes realidades dos países desenvolvidos e em desenvolvimento, lembrando que, para que ocorra a realização do desenvolvimento sustentável global, é preciso haver redução das desigualdades nacionais e internacionais. A realização da Rio + 20 no Rio de Janeiro tem um significado especial, pois foi lá que, no ano de 1992, se consolidou o conceito de desenvolvimento sustentável. Vinte anos depois, os líderes do mundo se reunirão novamente para fazer um balanço de tudo o que foi feito nas últimas duas décadas e para debater sobre maneiras de restaurar os estragos feitos no planeta.<br>É importante ressaltar que a diminuição do impacto da humanidade no mundo não é responsabilidade apenas de nossos governantes, mas nossa também. O tempo que gastamos no banho ou escovando os dentes, o meio de transporte que escolhemos, a utilização de objetos recicláveis ou não, tudo isso interfere de alguma maneira no planeta e, consequentemente, na nossa vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-07 23:31:00 UTC</pubDate>
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         <title>Tópico 11</title>
         <author>ariadnamelo</author>
         <link>https://padlet.com/ariadnamelo/ln5h0l13n09ch4ql/wish/1723112957</link>
         <description><![CDATA[<div>A Agenda 2030 consiste em uma Declaração, em um quadro de resultados - os 17 ODS e suas 169 metas -, em uma seção sobre meios de implementação e de parcerias globais, bem como de um roteiro para acompanhamento e revisão. Os ODS são o núcleo da Agenda e deverão ser alcançados até o ano 2030.<br>Os 17 Objetivos são integrados e indivisíveis, e mesclam, de forma equilibrada, as três dimensões do desenvolvimento sustentável: a econômica, a social e a ambiental. São como uma lista de tarefas a serem cumpridas pelos governos, a sociedade civil, o setor privado e todos cidadãos na jornada coletiva para um 2030 sustentável. Nos próximos anos de implementação da Agenda 2030, os ODS e suas metas irão estimular e apoiar ações em áreas de importância crucial para a humanidade: Pessoas, Planeta,Prosperidade, Paz e Parcerias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-07 23:31:41 UTC</pubDate>
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         <title>Tópico 12</title>
         <author>ariadnamelo</author>
         <link>https://padlet.com/ariadnamelo/ln5h0l13n09ch4ql/wish/1723114584</link>
         <description><![CDATA[<div>O Acordo de Paris é um tratado mundial que possui um único objetivo: reduzir o aquecimento global. Ele foi discutido entre 195 países durante a COP21, em Paris. O compromisso internacional foi aprovado em 12 de dezembro de 2015 e entrou em vigor oficialmente no dia 4 de novembro de 2016. Um tempo recorde para um acordo climático dessa envergadura.<br>Para a entrada em vigor do acordo, que irá substituir a partir de 2020, o atual Protocolo de Kyoto, 55 países que representam 55% das emissões de gases de efeito estufa precisavam ratificá-lo. Isso aconteceu em 4 de novembro de 2016. Até junho de 2017, 195 países assinaram o acordo, e 147 destes, entre eles o Brasil, o ratificaram. O principal objetivo do acordo é reduzir as emissões de gases de efeito estufa para limitar o aumento médio de temperatura global a 2ºC, quando comparado a níveis pré-industriais. Mas há outras metas e orientações que também são levantadas no acordo, como:<br><br>- esforços para limitar o aumento de temperatura a 1,5ºC;<br>- promover a cooperação entre a sociedade civil, o setor privado, instituições financeiras, cidades, comunidades e povos indígenas para ampliar e fortalecer ações de mitigação do aquecimento global;<br>- recomendações quanto à adaptação dos países signatários às mudanças climáticas, especialmente para os países menos desenvolvidos, de modo a reduzir a vulnerabilidade a eventos climáticos extremos;<br>- estimula o suporte financeiro e tecnológico por parte dos países desenvolvidos para ampliar as ações para cumprir as metas para 2020 dos países menos desenvolvidos;<br>- promoção do desenvolvimento tecnológico e transferência de tecnologia e capacitação para adaptação às mudanças climáticas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-07 23:32:58 UTC</pubDate>
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         <title>Tópico 13 </title>
         <author>ariadnamelo</author>
         <link>https://padlet.com/ariadnamelo/ln5h0l13n09ch4ql/wish/1723115306</link>
         <description><![CDATA[<div>São grandes os desafios a enfrentar quando se procura direcionar as ações para a melhoria das condições de vida no mundo. Um deles é relativo à mudança de atitudes na<br>interação com o patrimônio básico para a vida humana: o meio ambiente. De acordo com o Laboratório de Sustentabilidade (LASSU), da Universidade de São Paulo (USP), os três pilares da sustentabilidade, ou seu tripé, constituem-se nos aspectos ambientais, econômicos e sociais, que devem se inter-relacionar de forma abrangente com o objetivo de atender ao conceito de sustentabilidade. Na dimensão econômica, é analisada a questão da eficiência, ou mais propriamente dita, da ecoeficiência. Consiste na busca por formas de redução do consumo de recursos naturais, em especial, das fontes fósseis de energia (como carvão e petróleo) e daqueles mal distribuídos, como a água, sem comprometer o ritmo de crescimento econômico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-07 23:33:36 UTC</pubDate>
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