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      <title>MOOC_ Autonomia e Flexibilidade Curricular -  Diário de Aprendizagem by Elisabete Tavares</title>
      <link>https://padlet.com/tavares_elisabete/ln1ya5pomrws</link>
      <description>Feito com dedicação</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-02-05 18:11:05 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-09-24 09:33:37 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Apresentação</title>
         <author>tavares_elisabete</author>
         <link>https://padlet.com/tavares_elisabete/ln1ya5pomrws/wish/228270550</link>
         <description><![CDATA[<div>Elisabete Rodrigues Tavares<br>Docente do grupo 300, no Agrupamento de Escolas Ferreira de Castro.<br>Atualmente a lecionar português e a exercer o cargo de subdiretora do Agrupamento de Escolas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-05 18:17:13 UTC</pubDate>
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         <title>Carta de apresentação</title>
         <author>tavares_elisabete</author>
         <link>https://padlet.com/tavares_elisabete/ln1ya5pomrws/wish/231326875</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Olá...<br><br>Chamo-me Elisabete Tavares e sou professora, por vocação e vontade, desde 1996. <br>Sou docente do grupo 300 e tenho ensinado português a alunos do 2.º ciclo, 3.º ciclo e secundário. Para além disso, tenho desempenhado diferentes tarefas<br>de coordenação, nomeadamente os cargos de diretora de turma e atualmente de subdiretora do Agrupamento de Escolas.<br>Acredito na Escola Pública, acredito que a Educação é ainda uma ferramenta de transformação de mentalidades. Acredito que há professores marcantes, mas também estou certa de que nada se ensina e nada se aprende sem motivação e empatia. Consequentemente, estou convicta de que é necessário introduzir no sistema de ensino mudanças que vão ao encontro dos novos desafios que a sociedade coloca às Escolas. Não podemos continuar presos à nossa forma de aprender no passado. Todavia, é fundamental impor limites que garantam a qualidade do que se ensina. Não acredito em mudanças radicais e não me parece viável que se consiga uma mudança sustentável que não for progressiva. Temos de apostar na formação dos docentes, uma formação séria, presencial e acompanhada que produza verdadeiros efeitos na sala de aula. Temos de mudar a forma de ensinar, começando pelo 1.º ciclo... <br>É preciso acompanhar professores, ensiná-los a gerir a autonomia e a flexibilidade....<br>É preciso dotar os alunos de ferramentas que lhes permitam construir o seu próprio conhecimento....<br>No meu ponto de vista, neste momento, a maior parte das escolas não está em condições de assumir tanta responsabilidade....<br>MAS TEMOS DE COMEÇAR ...E POR ISSO ESTOU INSCRITA NESTE MOOC.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=Pz4vQM_EmzI" />
         <pubDate>2018-02-13 23:15:17 UTC</pubDate>
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         <title>TAREFA 1.2 - OS DESAFIOS QUE SE COLOCAM À EDUCAÇÃO </title>
         <author>tavares_elisabete</author>
         <link>https://padlet.com/tavares_elisabete/ln1ya5pomrws/wish/231337077</link>
         <description><![CDATA[<div>"<strong>À escola pede-se que prepare os jovens para que sejam capazes de construírem autonomamente a sua capacidade de criar e intervir num mundo global"<br><br>O visionamento do video e a análise da apresentação digital e da documentação leva-nos a concluir que o grande desafio a enfrentar pela Escola é a MUDANÇA. É urgente uma mudança de paradigma: a escola continua a pautar-se por um paradigma industrial, que uniformiza com base num pretenso modelo de justiça que advoga o "ensinar tudo a todos da mesma maneira", e recusa-se a integrar um modelo social, diferenciador e flexível adaptado ao perfil do aluno. A escola "teima" em basear-se na figura do professor, único detentor do Saber, que transmite conhecimentos únicos e fundamentais cuja aprendizagem o aluno tem de revelar através do desempenho em testes padronizados. Nestes, o erro nada mais é do que motivo de repreensão, uma "falha" geralmente atribuída à escassez de capacidades e/ou a uma eventual falta de empenho. <br>Num mundo em constante mutação, um mundo VUCA (volátil, incerto, complexo e ambíguo), o conhecimento não pode ser uniforme e fixo e a "qualidade" de uma aluno não deveria ser aferida, quase exclusivamente, através de testes que "avaliam" competências cognitivas, competências de memorização e reprodução. O aluno tem de desenvolver projetos que visem a aquisição de competências que lhe permitam ir ao encontro do conhecimento de que necessita para resolver problemas, para ultrapassar desafios e dificuldades para fazer face ao "fracasso".<br> Isso pressupõe não só uma viragem na posição do professor na sala de aula, passando de líder a orientador/observador, mas também  uma revalorização do "erro". O erro não pode ser visto como um  fim em si mesmo, uma etapa derradeira (de condenação e insucesso), mas antes como o ponto de partida para uma nova aprendizagem, para o início de um novo ciclo.  <br>É, de facto, fundamental refletir acerca de estratégias de ensino aprendizagem que permitam ao aluno desenvolver competências que lhe permitam fazer face ao "mundo VUCA" (volátil, incerto, complexo e ambíguo). Não importa ser detentor de muitos conhecimentos nesta ou naquela área de conhecimento. A missão da Escola não pode ser  transmitir conhecimentos (estes estão ao alcance de um clique, de um toque). A missão da escola tem se ser priorizar  conhecimentos (as diferentes literacias) e dotar os alunos de competências para enfrentar os diferentes (diria mesmo insondáveis) desafios que o futuro lhes apresentará. <br>O conhecimento por si só não tem valor se não for acompanhado pelo desenvolvimento de competências e de atitudes e valores, centrais para um cidadão ativo, empreendedor e versátil. Curiosidade, iniciativa, persistência, adaptabilidade, liderança, consciência social e cultural não se desenvolvem através da realização de testes padronizados.<br> É necessário IMPOR a valorização da participação em projetos multidisciplinares. Infelizmente, face à resistência intensa à mudança (justificada frequentemente com os Exames Nacionais) é importante impor mudanças que passem por uma alteração significativa na avaliação dos alunos. Sem imposição, nada irá mudar e continuaremos a encontrar nas escolas critérios gerais de avaliação que atribuem a testes padronizados, base de uma educação de qualidade e rigor, percentagens superiores a 70% , restando percentagens ínfimas (se não inexistentes) para trabalhos de projeto, trabalhos de grupo, apresentações orais, atitudes e valores .... <br>A autonomia é importante, mas, neste momento, para que haja alguma mudança, é necessário impor uma alteração nos critérios gerais de avaliação dos alunos. Só assim os professores serão "forçados" a mudar de lentes...<br>É facto que todos temos de assumir a possibilidade de mudança e criar valor acrescentado, mas nem todos os docentes estão dispostos e motivados para o fazer. Não desejam abandonar a sua zona de conforto (a sua sala de aula, a sua disciplina e os seus conteúdos) e entrar num "esquema" que não lhes interessa e para o qual não têm competências. <br>E esta é a minha reflexão final: os professores são seres humanos,  e necessitam de tempo, de formação e de muito apoio para se adaptar à nova realidade e responder às novas exigências. É um erro avançar com um edifício, partindo do princípio que um ou outro "reforço" nas suas fundações o vai sustentar  de forma estável e coesa. </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 00:33:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A propósito da tarefa 1.2, acrescento</title>
         <author>tavares_elisabete</author>
         <link>https://padlet.com/tavares_elisabete/ln1ya5pomrws/wish/231347025</link>
         <description><![CDATA[<div>Um assunto sobre o qual se deve refletir quando se exigem mudanças profundas para responder aos DESAFIOS QUE SE COLOCAM À EDUCAÇÃO...pretende-se construir uma Escola NOVA, grandiosa e moderna... alicerçada em fundamentos "desgastados"?<br>Que sustentabilidade se prevê?</div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.spn.pt/Artigo/desgaste-da-profissao-docente-motiva-estudo-nacional" />
         <pubDate>2018-02-14 01:43:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>TAREFA 1.3 - O perfil dos alunos e a organização da escola</title>
         <author>tavares_elisabete</author>
         <link>https://padlet.com/tavares_elisabete/ln1ya5pomrws/wish/231351978</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>"Como pode/deve a escola organizar-se para garantir que todos os alunos atinjam o Perfil?"<br><br>O documento que se analisa neste módulo afirma-se como uma matriz, um documento base a partir do qual devem ser tomadas decisões conduzam a uma transformação da Escola&nbsp; através da criação de ambientes de aprendizagem que entusiasmem, que motivem os alunos, permitindo-lhes adquirir competências essenciais, mas ao mesmo tempo desenvolver-se enquanto indivíduos únicos e especiais. &nbsp;<br>A Escola deve alimentar as "diferentes cores" dos alunos e não torná-los "cinzentos"...corpos tristes, inertes, alinhados em filas, quietos e sossegados a ouvir alguém que lhes "impõe" a lição quando têm formas mais "atrativas" (nem sempre seguras e fiáveis, mas atrativas) de aprender, ao seu ritmo e de acordo com o seu interesse ... este é o alerta lançado no video que anexo a esta reflexão.&nbsp;<br>Queremos alunos especiais e únicos ou queremos "máquinas" de reprodução? Estaremos a preparar os alunos para um mundo em constante mudança e evolução, onde nada é certo e tudo é mutável? Estaremos a preparar os alunos para fazer as melhores escolhas?<br>O que poderá a Escola obrigatória fazer para dotar os alunos da versatilidade essencial para fazer face à vertigem da evolução da sociedade atual?<br><br>Em primeiro lugar, se a escola é obrigatória tem de garantir o sucesso para todos e esse sucesso não pode estar sujeito a um padrão único.&nbsp;<br>Assim, é necessário começar por refletir acerca do conceito de sucesso. O que é um aluno de sucesso no século XXI? Não pode, de modo algum, ser o aluno que apresenta excelentes classificações académicas obtidas em testes. Esta é uma visão redutora do sucesso.&nbsp;<br>O sucesso implica o domínio de conteúdos essenciais (que têm de existir), associados a competências transversais envolvidas por atitudes e valores sólidos. Ao concluir o 12.º ano, o aluno conclui a escolaridade obrigatória e não deverá ser um especialista em línguas, em biologia, em química, economia, história, matemática ou arte... deverá ser um indivíduo capaz de comunicar de forma eficaz, um indivíduo informado, dotado de pensamento crítico, capaz de interagir no seu meio, resolvendo problemas, adaptando-se às diferentes realidades sejam elas no mundo do trabalho ou no ensino superior.&nbsp;<br>Assim, o primeiro passo para a "transformação" da escola é a alteração radical do processo de avaliação dos alunos. Não é possível fazer com que os alunos atinjam este perfil se continuarmos a trabalhar por setores estanques (disciplinas) e a alicerçar todo o processo de avaliação em testes padronizados, construídos em função do perfil do aluno "ideal", que enfatizam competências cognitivas de reprodução de conteúdos sem ter em atenção variáveis fundamentais inerentes às competências transversais, à personalidade dos alunos e ao meio no qual estes se inserem.&nbsp;<br>Este é, na minha opinião, o primeiro passo da "transformação" e é um requisito de tal forma estruturante que não pode ser deixado ao critério das escolas. Tem de haver um reestruturação clara das leis que regem a avaliação dos alunos durante a escolaridade obrigatória numa escala macro.&nbsp;<br>A nível mezo, no trabalho que cada escola tem de realizar, eu enfatizaria dois elementos que considero fundamentais: o papel do professor e a reorganização dos ambientes de aprendizagem.<br>Em primeiro lugar, é fundamental que o professor compreenda que deixou de ser o "mestre", que não basta "dar aula", "debitar conteúdos" para que o aluno aprenda... o professor não ensina, não cumpre programas, metas ou planificações se o aluno não aprender.... e se a escolaridade é obrigatória, todos têm de ter direito de aprender na escola... Assim é fundamental criar novas formas de organizar o trabalho de sala de aula, deixando de lado a valorização do "trabalho" desenvolvido em casa. Sem desvalorizar o conhecimento teórico, é essencial proporcionar aos alunos uma ligação entre o que se aprende e o mundo real. É muito mais fácil aprender quando eu compreendo a utilidade prática do meu saber. Para que tal aconteça é essencial retomar e amplificar o trabalho de projeto, inter e multidisciplinar. Consequentemente, o professor tem de abandonar a sua "ilha" e comunicar/colaborar com os restantes. O desenvolvimento deste perfil só é possível se houver um trabalho colaborativo entre as diferentes áreas de saber. Para tal, tem de ser dado aos professores tempo e autonomia para trabalhar os programas , organizando-os de modo a criar desafios integradores, estimulantes para os alunos e aliciantes para os professores. Os professores têm de deixar de ser apenas especialistas da sua área e passarem a ser também coordenadores de projetos. O trabalho dos alunos tem de contemplar um dia por semana, um semana por mês (25% do currículo) para o desenvolvimento de projetos extraescolares (nomeadamente concursos nacionais/regionais&nbsp; que diariamente são enviados para as escolas), para a participação em Clubes, organizando-se os alunos por critérios que não exclusivamente os do grupo turma.<br>Este último aspeto leva-me ao segundo elemento: a reorganização dos ambientes de aprendizagem. A escola não pode estar "fechada em si mesma". A fronteira da sala de aula, do tempo letivo estanque tem de ser "quebrada". A aprendizagem do aluno tem de ser integradora e global virada para o mundo real. Para tal será necessário reajustar programas, fundir disciplinas, criar outras (literacia financeira, a literacia política, comunicação) e valorizar competências&nbsp; que, neste momento, são marginalizadas: o pensamento crítico, a criatividade, a comunicação oral e escrita, a capacidade de liderança, a intervenção cívica na comunidade ( através de ações de voluntariado por exemplo)...As atividades extracurriculares dos alunos não podem ser ignoradas, devem ser integradas e valorizadas porque também contribuem para o desenvolvimento do Perfil apresentado por este governo.&nbsp;<br><br>A transformação da escola implica "derrubar muros": primeiro o muro que separa a aula da disciplina a ou b da Escola e depois o muro que separa a Escola da Comunidade!</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 02:19:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 2.2 </title>
         <author>tavares_elisabete</author>
         <link>https://padlet.com/tavares_elisabete/ln1ya5pomrws/wish/232892182</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Comentário</strong><br>É importante terminar com a balcanização no Ensino e não com as disciplinas em si porque estas constituem áreas de saber estruturantes. O mundo não está fragmentado em saberes, temos de ensinar os alunos a mobilizar aprendizagens de diferentes áreas e relacioná-las de modo autónomo e criativo, colaborando com os pares e tal só é possível se eu for capaz de pensar criticamente  e se for capaz de comunicar com clareza as minhas ideias. Os alunos não são "máquinas" de reproduzão: são seres humanos, cidadãos que se querem livres, criativos, autónomos, críticos e capazes de comunicar. Como dizem os brasileiros "Quem não se comunica, se trombica"  :-)<br><br><strong>Comentário </strong><br>Sou particularmente "fã" desta imagem que considero excelente como base de reflexão sobre os conceitos de igualdade e equidade na Educação. Cada aluno tem o direito de "adaptar" o kit das aprendizagens essenciais à sua realidade e ao seu contexto, tendo em atenção a sua personalidade. No entanto, há que não esquecer que o resultado final tem de ser útil e válido. Mas é importante mudar, centrar o conhecimento dos alunos porque, regra geral, quando lhes damos essa possibilidade, eles surpreendem. É evidente que esta nova forma de aprender implica uma aprendizagem, mentes abertas para aceitar a mudança e não "Velhos do Restelo" saudosos de um passado que não vai voltar...</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-19 12:13:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 2.2.Tricider: O Perfil dos Alunos e o desenvolvimento de competências</title>
         <author>tavares_elisabete</author>
         <link>https://padlet.com/tavares_elisabete/ln1ya5pomrws/wish/232892899</link>
         <description><![CDATA[<div> As "super skills” for the 21st century  enfatizadas e "demonstradas" no video são 4 (os 4C): Comunicação, Colaboração, Pensamento Crítico e Criatividade. <br>Ora, o perfil do aluno, documento orientador das práticas das Escolas, assenta num conjunto de oito princípios e cinco valores que dão sentido a 10 áreas de competências-chave que vão plenamente ao encontro destas "super skills" se desenvolvidas numa perspetiva integradora, interdisciplinar. <br>É necessário mudar, preparar os alunos para enfrentar uma sociedade cada vez mais mutável e volátil. Não podemos continuar "escondidos" na nossa área de conforto, críticos da mudança como "Velhos do Restelo" do Ensino, sempre prontos a encontrar problemas e obstáculos, com aforismos acerca das virtudes do passado "No meu tempo é que era bom...."<br>Esse tempo já passou e não regressa...o que hoje é certo amanhã poderá ser incerto (sempre foi assim) e os alunos têm de estar preparados para enfrentar esta evolução vertiginosa. <br>Se for conseguida esta "transformação" na organização da escola, se as "aprendizagens essenciais" se afirmarem como as "raízes"  do conhecimento e não como "meta única" a testar em exames nacionais, penso que poderemos ir no bom caminho. E este perfil de competências parece ser um bom ponto de partida, há que aceitar incorporá-lo nas nossas práticas...<br>Todavia, não esqueçamos que há um ponto importante que se tem "esquecido" nos materiais que nos têm sido disponibilizados... a avaliação. <br>Que modalidade de avaliação será a mais adequada para o desenvolvimento pleno deste perfil do aluno? Fará sentido a avaliação sumativa por disciplinas? Fará sentido a continuação da avaliação externa nos moldes atuais?<br>Será possível alterar o processo sem alterar a avaliação?</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-19 12:16:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mapa de ideias </title>
         <author>tavares_elisabete</author>
         <link>https://padlet.com/tavares_elisabete/ln1ya5pomrws/wish/233085712</link>
         <description><![CDATA[<div>Os <strong>VALORES</strong> inerentes ao <strong>Perfil de Competências-Chave do aluno do século XXI à Saída da Escolaridade Obrigatória</strong> envolvem todo o percurso escolar do aluno, ao longo dos 18 anos de escolaridade. </div><div> </div><div>Os <strong>PRINCÍPIOS </strong>são a base em que assenta toda a aprendizagem, as raízes são as <strong>APRENDIZAGENS ESSENCIAIS</strong> de cada área de conhecimento que sustentam o desenvolvimento das <strong>competências, das capacidades e das atitudes, </strong>subjacentes aos descritores das <strong>diferentes ÁREAS DE COMPETÊNCIAS-CHAVE, numa lógica de articulação, flexibilidade, progressão e complexidade crescente </strong>à medida que o aluno vai evoluindo na sua escolarização.<strong> No final da escolaridade obrigatória </strong>o aluno será capaz de agir de acordo com a <strong>VISÃO </strong>proposta pelo perfil, afirmando-se como um cidadão do século XXI. </div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-19 23:56:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mapa de ideias</title>
         <author>tavares_elisabete</author>
         <link>https://padlet.com/tavares_elisabete/ln1ya5pomrws/wish/233087147</link>
         <description><![CDATA[<div>versão on line</div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.calameo.com/read/0011038654557783fab6f" />
         <pubDate>2018-02-20 00:06:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>3.2. &quot;É importante que os alunos realizem aprendizagens significativas.&quot;</title>
         <author>tavares_elisabete</author>
         <link>https://padlet.com/tavares_elisabete/ln1ya5pomrws/wish/238417496</link>
         <description><![CDATA[<div>Para o ser humano só é significativo aquilo que o motiva e atrai e o que lhe faz falta. Do mesmo modo, a aprendizagem só pode ser sólida e significativa se for ao encontro das  necessidades e dos gostos dos alunos. Cada aluno, independentemente daquilo que é ou daquilo que sabe, merece e tem de ser desafiado. Cabe à Escola proporcionar projetos curriculares mais práticos e "abertos" para a  vida quotidiana dos alunos de modo a que estes construam significados (mobilizem) sobre aquilo que aprendem através da realização de tarefas intelectualmente desafiantes suscetíveis de desenvolver capacidades e valores essenciais como a versatilidade, a autonomia, o sentido crítico....As diferentes áreas curriculares têm de ir ao encontro da vida real. <br>Como <strong>estratégias promotoras das aprendizagens </strong>eu sugiro duas que podem ser particularmente frutuosas se forem desenvolvidas de forma interdisciplinar: a visita de estudo e o voluntariado. A realização de visitas de estudo na comunidade para conhecer, diagnosticar e propor melhorias, por exemplo; os projetos de voluntariado para "abrir" a escola ao exterior e "enraizar" os alunos na sua comunidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-06 01:24:45 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 4.6 - Planificação de um DAC</title>
         <author>tavares_elisabete</author>
         <link>https://padlet.com/tavares_elisabete/ln1ya5pomrws/wish/245279355</link>
         <description><![CDATA[<div>Trabalho elaborado de forma individual. Não me encontro a lecionar num Agrupamento inserido no Projeto de Flexibilidade Curricular.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-22 23:46:37 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3.4 - Criação de uma nova disciplina</title>
         <author>tavares_elisabete</author>
         <link>https://padlet.com/tavares_elisabete/ln1ya5pomrws/wish/253231718</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Nome:</strong> Educação Artística: Teatro<br>Áreas Disciplinares envolvidas: Português, educação visual, educação musical e educação física.<br>Anos de escolaridade: 5.º ano e 6.º ano<br><strong>Motivação para a criação de nova disciplina: <br>Nesta disciplina o aluno estaria no centro do processo ensino/aprendizagem e não os conteúdos, o que não deverá ser entendido como uma menor valorização dos saberes. O objetivo principal é o sucesso de todos e de cada um e não a revelação dos melhores. </strong><br>Esta disciplina permitiria:<br>- a implementação de metodologias ativas, centradas no aluno através da criação de equipas educativas interdisciplinares que trabalhariam essencialmente em trabalho de projeto. <br>- um maior motivação dos alunos pela proposta de estratégias de aprendizagem que valorizam a autonomia, a criatividade e outras áreas de saber não teóricas. <br>-um desenvolvimento mais global do aluno através da aposta numa forma de arte abrangente, capaz de aglutinar outras manifestações artísticas (como a arte visual, a dança, a música, a produção multimédia) e, consequentemente, suscetível de ir ao encontro dos interesses de um maior número de alunos<br>- o desenvolvimento de múltiplas competências previstas no Perfil de Competências do aluno no final da escolaridade obrigatória, nomeadamente:<br>-  aquisição de aprendizagens significativas do conhecimento de si, do outro e do mundo, através dos processos dramáticos; <br>-aquisição de competências de comunicação, relações interpessoais, trabalho de equipa, resolução de problemas e tomadas de decisão; <br>-Aquisição e desenvolvimento de capacidades nos domínios da expressão e comunicação vocal e corporal; <br> -Desenvolvimento da consciência e do sentido estético; <br>-Desenvolvimento de uma prática reflexiva tendente a romper com estereótipos culturais e preconceitos raciais, de género, entre outros. <br>Para finalizar "  “<em>a exploração de atividades dramáticas pode ajudar o aluno na construção da sua visão do mundo, articulando ideias, experiências e observando diferenças e semelhanças com os outros elementos do grupo</em>.” <strong><br></strong><br><strong>Estratégias para a sua implementação:</strong> <br> A disciplina poderia funcionar no tempo destinado ao Complemento à Formação Artística - componente de oferta obrigatória e de frequência facultativa com uma organização semestral, anual ou outra, de forma a possibilitar a frequência de outras componentes da área artística, ao longo do ciclo, privilegiando, para o efeito, os recursos humanos disponíveis, através da utilização do conjunto de horas de crédito. <br><br>A disciplina estaria estruturada em três dimensões orientadoras:<br><strong> Dimensão sócioafetiva -</strong> onde se inclui o desenvolvimento de experiências e competências pessoais e relacionais através de uma aprendizagem cooperativa. | <strong>Dimensão integradora -</strong>apostando na clara na articulação com outras áreas de conhecimento e outras linguagens artísticas. <br><strong>Dimensão estética</strong> para o domínio da linguagem artística específica e o desenvolvimento da sensibilidade estética, ao nível experimental e ao nível de apreciação e de fruição.<br><br><strong>Critérios de Avaliação:<br></strong> A avaliação deve estimular o sucesso educativo de todos os alunos, favorecer a autoconfiança, contemplar os vários ritmos de desenvolvimento e progressão. <br>Poderá incidir nos seguintes parâmetros:<strong><br></strong>Competências linguísticas<br>Capacidade de trabalho em equipa e de gestão de projetos<br>Competências comunicacionais<br>Competências interpessoais<br>Autonomia<br>Criatividade</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-18 23:37:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Partilha do Diário de Aprendizagem</title>
         <author>tavares_elisabete</author>
         <link>https://padlet.com/tavares_elisabete/ln1ya5pomrws/wish/254123692</link>
         <description><![CDATA[<div>O diário foi partilhado no padlet&nbsp;</div><h1>Tarefa E.1 - Partilha do Diário de Aprendizagem (mural 4).</h1><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/185136181/7ef34e187d805dd015ee9b0a74fd4626/partilha.png" />
         <pubDate>2018-04-22 10:51:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 4.3 - Prática de diferenciação Pedagógica</title>
         <author>tavares_elisabete</author>
         <link>https://padlet.com/tavares_elisabete/ln1ya5pomrws/wish/254142937</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/185136181/f7f6e6377d66e83702650b3070cd290a/Tarefa_4_3_trabalho.pdf" />
         <pubDate>2018-04-22 14:50:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 4.4 - Análise crítica de um  modelo pedagógico</title>
         <author>tavares_elisabete</author>
         <link>https://padlet.com/tavares_elisabete/ln1ya5pomrws/wish/254144445</link>
         <description><![CDATA[<div>O modelo pedagógico apresentado poderá ir ao encontro do projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular previsto pelo <a href="https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/107636120/details/2/maximized?serie=II&amp;parte_filter=31&amp;dreId=107636088">Despacho n.º 5908/2017, de 5 de julho</a> no Ensino Secundário? Sim, se houver uma mudança na avaliação e na certificação dos Cursos cientifico-humanísticos. Vejamos....<br>Para a implementação do modelo, é dada uma maior "liberdade" ao aluno. Excelente! Em 40% do tempo realiza-se um trabalho individual, autónomo e cooperativo que incide no desenvolvimento de projetos que mobilizam as aprendizagens essenciais e as competências adquiridas/desenvolvidas no trabalho disciplinar. Os projetos de&nbsp; âmbito e os projetos transversais são metodologias ativas que permitem ao aluno aplicar os conceitos e as competências adquiridas no trabalho disciplinar, tornando-as "significativas", aplicando-as, de forma integrada, a contextos reais que surgem sob a forma de questões problema que implicam "fazer algo" e não "debitar" conhecimentos mediante a realização de testes padronizados. Está prevista uma maior interação com a comunidade, escolar e não só através da "visibilidade pública". O que é essencial para adequar o currículo às características da comunidade.&nbsp;<br>Esta metodologia parece permitir uma maior diversidade de estratégias capazes de envolver uma maior quantidade de alunos os quais se sentirão mais "livres" para enveredar por projetos mais estimulantes e exequíveis. Os professores poderão orientar as temáticas dos projetos tendo como referência os princípios, os valores e as áreas de competência-chave definidos no Perfil de Competências do Aluno no final do século XXI.&nbsp;<br>No entanto,&nbsp; onde enquadramos neste modelo pedagógico os Exames Nacionais, obrigatórios para a conclusão do Ensino Secundário "Regular" , os quais são testes padronizados que não parecem estar previstos neste Modelo ( nem sequer parecem encaixar-se no Modelo de Flexibilidade que preconiza o fim da uniformização em prol da diversidade e da igualdade de oportunidades de sucesso). E os extensos conteúdos que cujo conhecimento é "testado" nestes Exames (determinantes para o prosseguimento de Estudos) uniformes?<br>Para a implementação deste projeto no Ensino Secundário seria necessário rever/reduzir os currículos das diferentes áreas disciplinares (que estão muito centrados em conteúdos e pouco em competências), acabar com os Exames Nacionais como componente obrigatória para a conclusão dos Cursos.&nbsp;<br>Neste momento, o ensino Secundário (Cursos Científico-Humanísticos) não é mais do que uma etapa de preparação para o Ensino Superior. Os alunos são "treinados" para Exames, dando-se pouca ou quase nenhuma importância a competências transversais e de cidadania.&nbsp;<br> É necessário romper esta dependência do Ensino Secundário com o Ensino Superior e dar-lhe uma identidade própria que pode, muito bem, ter como ponto de orientação a Visão do aluno definida no Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória.&nbsp;<br>É&nbsp; necessário rever a legislação de avaliação e certificação da avaliação nos Cursos Científico-Humanísticos.<br>Se estes passos forem dados pelo Ministério da Educação, considero que o modelo pedagógico apresentado pode ser um bom ponto de partida. Nas condições atuais&nbsp; não é viável a não ser no Ensino Profissional. Não se pode esperar que pequenas mudanças locais surtam efeito se o modelo global do país permanecer igual.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-04-22 15:06:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/tavares_elisabete/ln1ya5pomrws/wish/254144445</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 5.2 -  Reflexão sobre critérios de avaliação</title>
         <author>tavares_elisabete</author>
         <link>https://padlet.com/tavares_elisabete/ln1ya5pomrws/wish/254156014</link>
         <description><![CDATA[<div>A avaliação é uma componente essencial da vida da Escola. Professores, alunos e encarregados de educação “agem” orientados por um objetivo “<strong>quantitativamente</strong>” mensurável (escala de 1 a 5 ou de 1 a 20). Como a medida da Escola assenta em quantidades (percentagens e valores), os intervenientes, sobretudo os professores, para evitar contestações e apreciações parciais, tiveram de encontrar “instrumentos”, supostamente, objetivos e suscetíveis de serem “medidos” quantitativamente. Surgem então os testes padronizados, seguindo o modelo imposto pelo próprio Ministério através da avaliação externa. Na sequência disto, deixo aqui algumas questões para reflexão:<br>Como “defender” uma escola inclusiva e plural quando a avaliação (interna e externa) continua a privilegiar instrumentos uniformizados e mensuráveis?</div><div>Como é que se pretende mudar a “gramática” escolar, apostar na flexibilidade, na autonomia, na diferenciação pedagógica quando se publicam <em>rankings </em>com base em Provas de Exame (testes padronizados e descontextualizados)? Quando se mede (com uma nota de recriminação) as escolas em que a nota interna é discrepante em relação à classificação do Exame? <br>Esta avaliação quantitativa não será  uma das grandes “injustiças” da Escola?</div><div>Uma escola que lida com seres humanos, seres únicos, que advoga a igualdade de oportunidades de sucesso, impõe um modelo de avaliação que visa “encaixar” estas individualidades em “caixas” uniformes, com “medidas” precisas e bem definidas. Há alunos que encaixam bem, outros nem por isso….</div><div> Será a avaliação quantitativa, pelo menos no ensino básico, a forma mais correta de traduzir práticas de avaliação “<em>[…] encaradas com atitudes e metodologias investigativas e reflexivas que analisam os resultados, questionando e problematizando os processos e os contextos, assim como as consequências e implicações pessoais e sociais das decisões adotadas “?</em></div><div>Não deverá haver uma mudança na legislação sobre avaliação de modo a que esta fosse   […]por natureza <strong><em>qualitativa </em></strong><strong>e </strong><strong><em>interpretativa</em></strong>, o que exige considerar simultaneamente os <em>problemas éticos </em>e os <em>problemas técnicos </em>intrínsecos às decisões sobre o currículo, que incluem também a avaliação”. O modelo de Relatório das Provas de Aferição não seria uma alternativa interessante para iniciar um processo de mudança?<br>Gostaria igualmente de destacar dois elementos dos textos que mereceram a minha atenção e que, na minha opinião, deveriam ser debatidos por professores, diretores e por aqueles que "fazem" as leis:<br>“Deve haver coincidência entre a <strong>avaliação</strong>, o currículo e as metodologias e estratégias para o desenvolver, fazendo, deste modo, sempre que possível, coincidir as tarefas de aprendizagem com as tarefas de avaliação.” (Fernandes, 2005, p. 80)<br><br></div><div>Daqui se depreende que cada tarefa de aprendizagem pressupõe uma tarefa de avaliação específica e adequada à tarefa. Esta afirmação poderia ser o ponto de partida para um debate extremamente necessário acerca da “imposição” do teste de avaliação como instrumento de avaliação privilegiado e, por vezes, único. Para além disso, o facto de um aluno não ser capaz de aplicar conhecimentos em testes não implica que ele não tenha as competências necessárias para a transição. Deverá ser dada aos alunos a possibilidade de demonstrar as suas competências com recurso a instrumentos de avaliação diferenciados. <br>Por consequência, é também fundamental rever a forma como estão formulados os critérios de avaliação, gerais e específicos, tal como é referido no texto de Neves e Ferreira. Ressalte-se que muitas estratégias/projetos de diferenciação pedagógica "chocam" com a oposição de docentes que se escudam com os critérios de avaliação que impõem perfis demasiado rígidos e pouco flexíveis, valorizando (em demasia?) competências cognitivas em detrimento e de outras, igualmente relevantes na formação de um cidadão. <br>Relativamente ao modelo de critérios de avaliação da disciplina de português, considero-o pouco flexível e muito restritivo, pouco compatível com o que se pretende no Modelo de Autonomia e Flexibilidade Curricular. <br>Define-se que o docente <em>deve recolher informação através  de instrumentos e procedimentos diversificados e adequados à especificidade do que se pretende avaliar, </em>todavia pretende-se apenas a avaliação do aluno nos domínios da disciplina, limitando-se o juízo global sobre as aprendizagens do aluno ao "enquadramento" do seu desempenho no perfil de aprendizagem de cada domínio. Perfil esse que não é mais do que a lista das metas curriculares da disciplina para o 7.º ano.<br>Não parece haver valorização de competências transversais e atitudinais. Não se definem instrumentos de avaliação possíveis. Este documento limita-se ao estritamente disciplinar, encara a disciplina de português como uma ilha, ignorando completamente todas as áreas de competência-chave do Perfil do Aluno. <br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-22 16:53:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/tavares_elisabete/ln1ya5pomrws/wish/254156014</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 5.3 – Relação entre o que se pretende avaliar e as tarefas de avaliação</title>
         <author>tavares_elisabete</author>
         <link>https://padlet.com/tavares_elisabete/ln1ya5pomrws/wish/254161907</link>
         <description><![CDATA[<div>Foram indicadas doze situações de aprendizagem e doze tarefas de avaliação (sendo uma delas repetida). Assim, resolvi selecionar uma só tarefa de avaliação para cada situação, indicando a que me parecia mais adequada, embora tenha consciência que poderia indicar mais do que uma ou outras opções. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/185136181/96842924d84a242c16da1c6408856fd9/Tarefa_5_3___Rela__o_entre_o_que_se_pretende_avaliar_e_as_tarefas_de_avalia__o.pdf" />
         <pubDate>2018-04-22 17:42:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/tavares_elisabete/ln1ya5pomrws/wish/254161907</guid>
      </item>
      <item>
         <title>6.3 - Reflexão sobre cidadania e desenvolvimento na escola</title>
         <author>tavares_elisabete</author>
         <link>https://padlet.com/tavares_elisabete/ln1ya5pomrws/wish/254168629</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/185136181/47d1ecf35d2427923048ad3d8ad007d3/Tarefa_6_3.pdf" />
         <pubDate>2018-04-22 18:44:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 6.5 - Planificação de uma atividade</title>
         <author>tavares_elisabete</author>
         <link>https://padlet.com/tavares_elisabete/ln1ya5pomrws/wish/254168684</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/185136181/74112cd36f413c82a84a470407890cca/Tarefa_6_6.pdf" />
         <pubDate>2018-04-22 18:45:30 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5.4. Avaliação em DAC</title>
         <author>tavares_elisabete</author>
         <link>https://padlet.com/tavares_elisabete/ln1ya5pomrws/wish/254168698</link>
         <description><![CDATA[<div>INTRODUÇÃO<br>Pretende-se a criação de um DAC que assente no desenvolvimento de um projeto cuja concretização seja multidisciplinar. Terá a duração de um semestre e desenvolver-se-á uma vez por mês, durante três dias durante os quais as atividades letivas convencionais serão substituídas por estratégias diversificadas que visem a concretização do projeto. Este DAC implica uma planificação e articulação regular (antes e depois de cada sessão para monitorização do seu desenvolvimento e eventual redefinição de estratégias) e a sua base temática deve contribuir para a redução de redundâncias curriculares e para a aplicação de competências específicas de cada disciplina a situações práticas, tornando significativas as aprendizagens realizadas. Assim, a planificação das diferentes disciplinas envolvidas no DAC tem de ser ajustada em função da articulação realizada pela equipa educativa envolvida. <br>TAREFA<br>1-<strong>Cenário </strong><br>&nbsp;Cenário 3 - Os alunos de uma turma do 7.ºano são&nbsp; desafiadosa apresentar uma candidatura a um projeto de preservação da biodiversidade da área envolvente da escola.<em> </em><br>2- <strong>Disciplina</strong><br>Português 7.º ano</div><div>3- <strong>Aprendizagens Essenciais<br></strong>&nbsp;O aluno deve ficar capaz de: <br>ORALIDADE<br>&nbsp;- compreender textos orais com base na identificação do assunto, do tema e da intenção comunicativa (expor, informar,&nbsp; persuadir), a partir de inferências e deduções. <br>-&nbsp; sintetizar a informação recebida pela tomada de notas das ideias- chave.<br>&nbsp;- participar, oportuna e construtivamente, em situações de interação oral. <br>- usar a palavra com fluência, correção e naturalidade em situações de intervenção formal, para expressar pontos de vista e opiniões e fazer a exposição oral de um tema. <br>LEITURA<br>- identificar, nas mensagens publicitárias, a intenção persuasiva, valores e modelos projetados; <br>&nbsp;- expressar, com fundamentação, pontos de vista e apreciações críticas suscitadas pelos textos lidos.<br>-&nbsp; utilizar procedimentos de registo e tratamento da informação.<br>ESCRITA<br>- planificar, redigir e rever os textos, construídos de acordo com o destinatário, a finalidade e o género, com recurso às tecnologias da informação e à internet: resumo, síntese, exposição, opinião,&nbsp; guião de entrevista, relatório, carta, comentário.<br>&nbsp;-redigir textos com processos lexicais e gramaticais de correferência e de conexão interfrásica mais complexos com adequada introdução de novas informações, evitando repetições e contradições entre juízos, descrições e factos.<br>- escrever com propriedade vocabular e com respeito pelas regras de ortografia e de pontuação.<br>- respeitar os princípios do trabalho intelectual, quanto à identificação das fontes.<br>(AE, Português, 3.º ciclo, páginas 4, 5 e 7)&nbsp; <strong><br></strong><br>4- <strong>Perfil do Aluno<br></strong><em>Princípios subjacentes</em><strong><em> (página 13 e 14)</em></strong><strong><br>Base Humanista<br>Saber<br>Aprendizagem<br>Coerência e Flexibilidade<br>Sustentabilidade<br><br></strong><em>Áreas de competência-chave do Perfil do Aluno.<br>Pretende-se que o aluno seja:</em><strong><br> Comunicador<br>Leitor<br>Conhecedor/Sabedor/Culto e Informado<br>Sistematizador e Organizador<br>Respeitador da Diferença e do Outro<br>Participativo e Colaborador<br>Indagador/Investigador<br>Criativo<br></strong><em>Para tal desenvolver-se-ão as seguintes competência do Perfil do Aluno:<br></em><strong>Linguagens e Textos (página 21)<br></strong>Os alunos&nbsp; usam linguagens verbais e não-verbais para significar e comunicar, recorrendo a gestos, palavras, e imagens. Usam-nas para construir conhecimento, compartilhar sentidos nas diferentes áreas do saber e exprimir mundividências. Os alunos dominam os códigos que os capacitam para a leitura e para a escrita (da língua materna e de línguas estrangeiras). Compreendem, interpretam e expressam factos, opiniões, conceitos, pensamentos e sentimentos, quer oralmente, quer por escrito, quer através de outras codificações. Identificam, utilizam e criam diversos produtos linguísticos, artísticos, tecnológicos e científicos, reconhecendo os significados neles contidos e gerando novos sentidos. <br><strong>Informação e Comunicação (página 22)</strong><br>Os alunos pesquisam sobre matérias escolares e temas do seu interesse. Recorrem à informação disponível em fontes documentais físicas e digitais – em redes sociais, na Internet, nos media, livros, revistas, jornais. Avaliam e validam a informação recolhida, cruzando diferentes fontes, para testar a sua credibilidade. Organizam a informação recolhida de acordo com um plano, com vista à elaboração e à apresentação de um novo produto ou experiência. Desenvolvem estes procedimentos de forma crítica e autónoma. Os alunos apresentam e explicam conceitos em grupos, apresentam ideias e projetos diante de audiências reais, presencialmente ou a distância. Expõem o trabalho resultante das pesquisas feitas, de acordo com os objetivos definidos, junto de diferentes públicos, concretizado em produtos discursivos, textuais, audiovisuais e/ou multimédia, respeitando as regras próprias de cada ambiente.<br><strong>Raciocínio o Resolução de Problemas (página 23)<br></strong>Os alunos colocam e analisam questões a investigar, distinguindo o que se sabe do que se pretende descobrir. Definem e executam estratégias adequadas para investigar e responder às questões iniciais. Analisam criticamente as conclusões a que chegam, reformulando, se necessário, as estratégias adotadas.<br><strong>Pensamento crítico e pensamento criativo (página 24)<br></strong>&nbsp;Os alunos observam, analisam e discutem ideias, processos ou produtos centrando-se em evidências. Usam critérios para apreciar essas ideias, processos ou produtos, construindo argumentos para a fundamentação das tomadas de posição. Os alunos concetualizam cenários de aplicação das suas ideias e testam e decidem sobre a sua exequibilidade. Avaliam o impacto das decisões adotadas.<br><strong>Relacionamento interpessoal (página 25)<br></strong>&nbsp;Os alunos juntam esforços para atingir objetivos, valorizando a diversidade de perspetivas sobre as questões em causa, tanto lado a lado como através de meios digitais. Os alunos envolvem-se em conversas, trabalhos e experiências formais e informais: debatem, negoceiam, acordam, colaboram. Aprendem a considerar diversas perspetivas e a construir consensos. Os alunos resolvem problemas de natureza relacional de forma pacífica, com empatia e com sentido crítico. <strong><br>Desenvolvimento pessoal e autonomia (página 26)<br></strong>&nbsp;Os alunos reconhecem os seus pontos fracos e fortes e consideram-nos como ativos em diferentes aspetos da vida. . São capazes de expressar as suas necessidades e de procurar as ajudas e apoios mais eficazes para alcançarem os seus objetivos. Os alunos desenham, implementam e avaliam, com autonomia, estratégias para conseguir as metas e desafios que estabelecem para si próprios. <strong><br>Bem-estar, saúde e ambiente (página 27)</strong><br> Os alunos são responsáveis e estão conscientes de que os seus atos e as suas decisões afetam a sua saúde, o seu bem-estar e o ambiente. Assumem uma crescente responsabilidade para cuidarem de si, dos outros e do ambiente e para se integrarem ativamente na sociedade. Os alunos fazem escolhas que contribuem para a sua segurança e a das comunidades onde estão inseridos. Estão conscientes da importância da construção de um futuro sustentável e envolvem-se em projetos de cidadania ativa. <br><br>5- <strong>Evidências- instrumentos de avaliação<br></strong><br></div><div><strong>Questionários escritos e orais<br>Exposição Oral<br>Apresentações eletrónicas<br>Registo vídeo de um debate<br>Registo vídeo de entrevistas<br>Redação de diferentes tipos de texto, subordinados a guiões<br>Relatórios de atividades<br>Blogs<br>Quizzes<br></strong><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-22 18:45:40 UTC</pubDate>
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