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      <title>Arte Contemporânea by </title>
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      <description>Elysa lopes </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-13 12:26:58 UTC</pubDate>
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         <title>ARTE CONTEMPORÂNEA </title>
         <author>lopeselysa</author>
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         <description><![CDATA[<div>A <strong>Arte Contemporânea</strong> ou <strong>Arte Pós-Moderna</strong> é uma tendência artística que surgiu na segunda metade do século XX. Sua origem costuma ser relacionada à década de 60 e ao movimento pop art.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-13 12:50:57 UTC</pubDate>
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         <title>AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO CONCRETISMO,NAS ARTES PLÁSTICAS.</title>
         <author>lopeselysa</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li>Busca de precisão nas formas</li><li>Uso de formas abstratas</li><li>Influência do Cubismo</li><li>União entra a forma e o conteúdo</li><li>Defesa da racionalidade, lógica e cientificismo</li></ul><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-18 16:18:55 UTC</pubDate>
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         <title>CONCRETISMO NO BRASIL </title>
         <author>lopeselysa</author>
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         <description><![CDATA[<div>No Brasil, esse movimento vanguardista chegou por volta de 1950, através do Suíço, Max Bill (1908-1994), um dos precursores do movimento, ao lado do russo Vladimir Maiakovski (1893-1930).</div><div>Bill popularizou as concepções dessa nova tendência na Exposição Nacional de Arte Concreta, em 1956.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-18 16:20:22 UTC</pubDate>
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         <title>CONCRETISMO</title>
         <author>lopeselysa</author>
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         <description><![CDATA[<div>O <strong>concretismo</strong> foi um movimento artístico e cultural que surgiu na Europa em meados do século XX, o qual visava a criação de uma nova linguagem, uma arte abstrata.<br><br></div><div>Esse movimento de vanguarda influenciou as artes literárias, musicais e figurativas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-18 16:21:15 UTC</pubDate>
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         <title>Hércules Barsotti, 1914 – 2010, São Paulo</title>
         <author>lopeselysa</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>"Quando encosto uma cor na outra é que percebo a relação entre elas; nesse momento, é meu olho e não minha cabeça que decide.” (Hércules Barsotti)<br><br>As composições de Barsotti fascinam primeiramente pela experiência optica que as cores sugerem, e depois nos convidam à reflexão. O artista explora a cor e o dinamismo que cada uma oferece, criando uma ilusão de tridimensionalidade a partir de formas geométricas como losangos, pentágonos e circunferências. A convite de Ferreira Gullar, passou a fazer parte do Grupo Neoconcreto no Rio de Janeiro, e em 2004 o Museu de Arte Moderna de São Paulo organizou uma retrospectiva de suas obras celebrando seu 90º aniversário.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-18 16:24:44 UTC</pubDate>
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         <title>Hélio Oiticica, 1937 – 1980, Rio de Janeiro</title>
         <author>lopeselysa</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br></strong>As obras de Hélio Oiticica, artista performático, pintor e escultor, vão desde elaborações teórica-artisticas com a presença de textos, comentários e poemas, até experimentos que requerem a participação do público, assim como fazia Lygia Clark. Faz do observador parte integrante de sua obra, adquirindo uma nova dimensão e criando o conceito de “suprassensorial, que propõe experiências com a capacidade sensorial do espectador e dilatando-a, assim como drogas alucinógenas. De acordo com Oiticica, o suprassensorial levaria o indivíduo “à descoberta do seu centro criativo interior, da sua espontaneidade expressiva adormecida, condicionada ao cotidiano”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-18 16:28:12 UTC</pubDate>
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         <title>Lygia Clark, 1920 – 1988, Minas Gerais</title>
         <author>lopeselysa</author>
         <link>https://padlet.com/lopeselysa/lmzp4ydca9nj594a/wish/937539390</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br>Pseudônimo para Lygia Pimentel Lins, Lygia Clark ao estabelecer que “a arte é o seu ato”, fundou a arte participativa, interativa e compartilhada, trocando as pinturas pela experiência com objetos tridimensionais. Em seus trabalhos inovadores, encoraja o espectador a participar da obra a partir de experiências sensoriais, mudando a configuração e resultando em uma obra compartilhada.<strong><br></strong><br></div><div><a href="https://laart.art.br/wp-content/uploads/2019/08/arte-concreta-no-brasil-5.jpg"><br><br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-18 16:32:47 UTC</pubDate>
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         <title>TUNGA </title>
         <author>lopeselysa</author>
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         <description><![CDATA[<div>Obras decorrentes de histórias ou histórias decorrentes de obras. As narrativas são uma forma de desenho que usa como suporte o tempo imaginado e apresenta no tempo vivido um testemunho ou uma cena que comprova aquela história.<br><br>- Autonomia do desenho, anos 70.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 22:24:41 UTC</pubDate>
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         <title>CILDO MEIRELES </title>
         <author>lopeselysa</author>
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         <description><![CDATA[<div>Cildo examina a falibilidade da percepção humana, os processos de comunicação, as condições do espectador, a relação da obra de arte com o mercado. Em Malhas da liberdade, um de seus trabalhos mais importantes, investiga o espaço. Dialoga com a física e a matemática contemporânea, questiona as premissas da visão euclidiana e newtoniana do espaço, construindo um espaço ambíguo e paradoxal – inserindo, dessa forma, seus trabalhos dentro das questões mais instigantes da arte contemporânea.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 22:33:08 UTC</pubDate>
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         <title>RIVANE  NEUENSCHWANDER</title>
         <author>lopeselysa</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>First Love</em>  é a adaptação psicologicamente complexa de Rivane Neuenschwander da novela de Samuel Beckett com o mesmo nome. Em <em>Primeiro amor de</em> Neuenschwander  , os visitantes descrevem seu "primeiro amor" para um desenhista policial. Os esboços a lápis ficam pendurados na galeria durante a exposição, criando uma galeria de retratos muito pessoal dos perpetradores.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 22:40:02 UTC</pubDate>
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         <title>MOVIMENTO TROPICÁLIA</title>
         <author>lopeselysa</author>
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         <description><![CDATA[<div>Tropicália, tropicalismo ou movimento tropicalista foi um movimento cultural brasileiro que surgiu sob a influência das correntes artísticas da vanguarda e da cultura pop nacional e estrangeira, misturando manifestações tradicionais da cultura brasileira a inovações estéticas radicais.<br><br>Tinha objetivos comportamentais, que encontraram eco em boa parte da sociedade, sob a ditadura militar, no final da década de 1960. O movimento manifestou-se principalmente na música (cujos maiores representantes foram Torquato Neto, Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil, Os Mutantes e Tom Zé); manifestações artísticas diversas, como as artes plásticas (destaque para a figura de Hélio Oiticica), o cinema (o movimento sofreu influências e influenciou o Cinema novo de Gláuber Rocha) e o teatro brasileiro (sobretudo nas peças anárquicas de José Celso Martinez Corrêa). Um dos maiores exemplos do movimento tropicalista foi uma das canções de Caetano Veloso, denominada exatamente de "Tropicália". Foi uma forma de se expressar sobre a Ditadura Militar.[2]</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-25 14:16:54 UTC</pubDate>
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         <title>ARTISTAS DO MOVIMENTO TROPICÁLIA </title>
         <author>lopeselysa</author>
         <link>https://padlet.com/lopeselysa/lmzp4ydca9nj594a/wish/959989304</link>
         <description><![CDATA[<div>-Gilberto Gil<br>-Caetano Veloso <br>-Rita lee <br>-Tom Zé <br>-Nara Leão <br>-Gal Costa <br>-Torcato Neto <br><br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-11-25 14:28:58 UTC</pubDate>
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         <title>HÉLIO OTICICA </title>
         <author>lopeselysa</author>
         <link>https://padlet.com/lopeselysa/lmzp4ydca9nj594a/wish/960001502</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Hélio Oiticica (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1937 – idem, 1980). Artista performático, pintor e escultor. Sua obra caracteriza-se por um forte experimentalismo e pela inventividade na busca constante por fundir arte e vida. Seus experimentos, que pressupõem uma ativa participação do público, são, em grande parte, acompanhados de elaborações teóricas, com a presença de textos, comentários e poemas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-25 14:32:30 UTC</pubDate>
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         <title>O QUE FOI O CINEMA NOVO </title>
         <author>lopeselysa</author>
         <link>https://padlet.com/lopeselysa/lmzp4ydca9nj594a/wish/960017084</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O Cinema Novo surgiu como uma resposta ao cinema tradicional que fazia sucesso nas bilheterias brasileiras no final da década de 1950, um cinema que basicamente se resumia a musicais, comédias e histórias épicas no estilo hollywoodiano, muitas vezes realizados com recursos de produtoras e distribuidoras estrangeiras.<br>Nesse contexto, um grupo de jovens cineastas, sedentos de mudança e dispostos a combater o que eles caracterizavam como um cinema de mau gosto e “prostituído”, adotou o lema “uma câmera na mão e uma ideia na cabeça” para atacar o industrialismo cultural e a alienação das populares chanchadas. O que eles buscavam era uma arte engajada, movida pelas preocupações sociais e enraizada na cultura brasileira.<br><br></div><div>A chamada “estética da fome” surgiu, então, para representar os temas da miséria e da violência em função da construção de um projeto cinematográfico: o de um “cinema perigoso, divino e maravilhoso” – como definiu Glauber Rocha, usando a letra de uma canção de Gal Costa, no filme <em>O Vento do Leste</em> (1970), de Jean-Luc Godard e Jean-Pierre Gorin.<br><br></div><div>Aos poucos, o movimento foi se tornando cada vez mais politizado e sintonizado com a realidade das camadas populares, trabalhadoras, a ponto de ter sido considerado o cinema mais político da América Latina, naquele período.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-25 14:37:00 UTC</pubDate>
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         <title>ERNESTO NETO</title>
         <author>andressaarteea</author>
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         <description><![CDATA[<div>Esculturas de grande formato configuram espaços onde o espectador pode submergir em um extenso mundo sensorial. Trata-se de uma obra que apela aos cinco sentidos e convida o público a explorar seu corpo e sua mente através de um percurso em que o tato, a cor, o cheiro e as diversas formas de habitar constituem a essência da expressão artística. O ponto onde a arte encontra a arquitetura constitui uma plataforma de interação entre os visitantes e a sensibilidade corpórea com o entorno. <br><br></div><div>Ernesto Neto é um artista brasileiro nascido na década de 1960 no Rio de Janeiro. Desde muito jovem se interessou pela escultura e, ainda que diga ter passado por momentos de incerteza de seu futuro como artista, sempre se dedicou a fazer o que mais gosta, explorar os sentidos e as diversas experiências que o mundo natural pode dar ao homem por meio da matéria.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-27 03:14:12 UTC</pubDate>
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         <title>OBJETIVO DAS OBRAS DO MOVIMENTO TROICÁLIA</title>
         <author>lopeselysa</author>
         <link>https://padlet.com/lopeselysa/lmzp4ydca9nj594a/wish/977333917</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><br><br></div><div>O movimento cultural surgiu no Brasil entre 1967 e 1968. Assim, tinha o intuito de ser libertário e revolucionário mostrando as características da música popular brasileira. Dessa forma, deixavam de lado os aspectos intelectuais desenvolvidos pela Bossa Nova, e se aventuravam em descobertas do samba, rock, pop e da psicodelia.<br><br></div><div>Dessa forma, o Tropicalismo trouxe para o Brasil uma visão de modernidade. Assim, abriu portas para experiências inovadoras com aspectos estéticos jamais vistos. Além disso, os artistas que participaram desse movimento cultural tiveram grande importância no momento histórico brasileiro.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-01 19:36:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>OS FILMES E ARTISTAS  QUE MAIS SE DESTACARAM NO CINEMA NOVO </title>
         <author>lopeselysa</author>
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         <description><![CDATA[<div>É praticamente impossível falar do cinema novo sem mencionar um de seus maiores representantes: Glauber Rocha. Não apenas o mais influente, como um dos mais prolíficos do movimento, ele deixou um legado de filmes e textos que até hoje alimenta o trabalho de estudiosos, teóricos e pesquisadores brasileiros e estrangeiros. Muitos de seus longas, como <em>Deus e o Diabo na Terra do Sol </em>(1964), <em>Terra em Transe </em>(1967), <em>O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro</em> (1968) e <em>Barravento </em>(1962), são considerados verdadeiros clássicos do cinema nacional.<br>A projeção internacional do Cinema Novo, contudo, iniciou-se com <em>Cinco Vezes Favela</em>. Do grupo de cinco diretores desse longa, Cacá Diegues fez também <em>Ganga Zumba</em> (1964) e manteve sua carreira até os dias de hoje; Joaquim Pedro de Andrade dirigiu <em>Macunaíma</em> (1969); Leon Hirszman fez <em>Garota de Ipanema </em>(1967); Miguel Borges dirigiu <em>Maria Bonita, Rainha do Cangaço</em> (1968); e apenas Marcos Farias não obteve muito destaque.<br><br></div><div>Outros nomes de peso no Cinema Novo foram Nelson Pereira dos Santos, diretor de <em>Vidas Secas</em> (1963) e <em>Como Era Gostoso o Meu Francês</em> (1971); Ruy Guerra, que dirigiu o premiado <em>Os Fuzis</em> (1964); Roberto Santos, com <em>A Hora e a Vez de Augusto Matraga</em>, (1966); e Olney São Paulo, autor de <em>O Grito da Terra</em> (1964) e <em>Manhã Cinzenta</em> (1969).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-01 19:49:04 UTC</pubDate>
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         <title>ADRIANA VAREJÃO </title>
         <author>lopeselysa</author>
         <link>https://padlet.com/lopeselysa/lmzp4ydca9nj594a/wish/977420762</link>
         <description><![CDATA[<div>Adriana Varejão é uma artista plástica contemporânea que vem ganhando cada vez mais destaque no espaço nacional e internacional. A artista, que se consagrou através de obras viscerais, peles rasgadas, interiores à mostra, canibalismo e esquartejamento, começa a trilhar novos caminhos. Atualmente, é uma das artistas brasileiras de mais destaque na cena contemporânea, no Brasil e exterior.</div><div>Nascida em 1964, a carioca Adriana começou sua carreira nos anos 80, ainda muito jovem. Entre 1981 e 1985 freqüentou cursos livres na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro e fez sua primeira exposição individual em 1988, na galeria Thomas Cohn.</div><div>Filha de um piloto da aeronáutica e de uma nutricionista fez cursinho pré-vestibular no colégio Impacto. Foi cursar engenharia na Puc. No meio tempo, fez cursos de arte. E pronto. “Acho que um dia eu acordei e virei artista”,  brinca. Alugou um ateliê e começou a produzir.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-01 19:55:25 UTC</pubDate>
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