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      <title>Deficiência Auditiva e a Psicologia by ERICKA DAS CHAGAS SOUZA</title>
      <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c</link>
      <description>Amanda Beatrice, Dáivine Almeida, Ericka Souza e Lucivane Colla</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-05-26 22:12:21 UTC</pubDate>
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         <title>O que é??</title>
         <author>erickasouza</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/595785310</link>
         <description><![CDATA[<div>Conforme Issac e Manfredi (2005),  ocorre quando há uma diminuição da capacidade auditiva com uma alteração das estruturas ou da função auditiva, estando, então, fora dos limites da normalidade.<br>Sendo o surdo, aquele que possui ausência total de ouvir sons (inclui os graus severo e profundo).<br>Para Dessen e Brito (1997), a audição é quem vai mediar as informações do mundo exterior e o sistema nervoso, traduzindo as informações vibratórias. Assim, a alteração na capacidade auditiva modifica, por consequência, a percepção que o indivíduo constrói a cerca de seu meio e, portanto, a construção da representação psicofiológica do mundo com impactos também em sua subjetividade. Assim, faz-se de extrema necessidade o estudo da psicologia quanto a deficiência auditiva e a surdez.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 22:13:46 UTC</pubDate>
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         <title>Classificação pelo grau de severidade (DESSEN e BRITO, 1997)</title>
         <author>erickasouza</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/595787900</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Leve - </em></strong>perda de até 40 decibéis; não são ouvidas vozes/sons fracas ou distantes; solicita a repetição do que lhe falam; não impede a aprendizagem da língua oral, mas pode causar problemas quanto à leitura e/ou escrita.<br><strong><em>Moderada - </em></strong>entre 40-60 decibéis; é necessário uma voz de certa intensidade para a percepção; a dificuldade na discriminação dos sons aumenta em ambiente ruidosos; é frequente o atraso na linguagem.<br><strong><em>Severa -</em></strong> entre 70-90 decibéis; identifica alguns ruídos familiares e pode perceber apenas vozes fortes; pode adquirir a linguagem oral, se estimulado; a compreensão depende muito da percepção visual do contexto.<br><strong><em>Profunda -</em></strong> perda superior a 90 decibéis; ocorre privação da captação das informações necessárias para perceber e identificar a voz humana; utiliza linguagem gestual (LIBRAS).<br>(Rodrigues, 2017, disponível em: <a href="https://institutoitard.com.br/o-que-e-deficiencia-auditiva-e-surdez/">https://institutoitard.com.br/o-que-e-deficiencia-auditiva-e-surdez/</a> )</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 22:16:11 UTC</pubDate>
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         <title>ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO CLÍNICO</title>
         <author>erickasouza</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na Constituição Brasileira as pessoas com  deficiência passam a ser amparados legalmente para a educação especial, que atenda a sua necessidade e esta educação deve ser regular, incluindo espaços públicos. Apesar disto a luta para que esta população tenha uma educação adequada ainda é real, tendo em vista que são poucas as escolas que disponibilizam de educadores especializados para esta população. (ZULEIDE RODRIGUES, 2008).<br>A grande questão é como incluir o deficiente auditivo em atendimentos terapêuticos, pois a Constituição escrita a tantos anos prevê a inclusão desta população em todos os espaços sociais, sejam estes públicos ou privados. Porém o grande empecilho está na habilitação do profissional de Psicologia, tendo em vista que assim como o restante da população estes sujeitos também necessitam de um atendimento qualificado.<br>Pouco se fala a respeito do atendimento psicológico para surdos na graduação de psicologia, esse fato se confirma na escassez de material científico que fale do assunto na área. (MACEDO; TORRES). Apesar disso ainda é possível encontrar psicólogos, poucos infelizmente, mas que resolveram ampliar seu olhar clínico e buscaram especializações para poder atender a demanda desta população, porém ainda não é o suficiente para poder atender a população surda. (MACEDO; TORRES). <br>O fato é que mesmo querendo negar, ainda vivemos em uma sociedade preconceituosa e que fala muito em inclusão porém pouco age a respeito. A fim de buscar uma forma de atender um deficiente auditivo no setting terapêutico, este  trabalho irá apresentar algumas formas de se trabalhar as emoções com  deficientes auditivos.<br> <br><strong>ESTUDO DE CASO</strong></div><div> </div><div>Todos os dados descritos são fictícios.</div><div> <br>João uma criança deficiente auditiva, do sexo masculino com 6 anos de idade foi encaminhada para atendimento psicológico pela escola por apresentar comportamentos agressivos como: empurrar os colegas, beliscar, morder, chutar e cuspir. Além disso a queixa também inclui a dificuldade apresentada por João de aceitar e respeitar as regras da sala de aula.</div><div>Os pais de João relatam que estes comportamentos surgiram após o nascimento do irmão mais novo, a três meses atrás. Segundo os pais, antes disso João sempre foi uma criança calma, e muito respeitosa, porém não compreendem o que levou a esta mudança brusca de comportamento.</div><div>A partir das queixas relatadas pela escola e pelos pais, o  papel da psicóloga deve ser identificar a mudança de comportamento de João, tendo em vista quais são os sentimentos experienciados  por ele diante das diversas situações.<br><br></div><div> <strong>MATERIAIS UTILIZADOS</strong></div><div> </div><div>Tendo em vista que João é uma criança, a melhor forma de poder acessar os seus sentimentos é através do lúdico. Esta é uma das ferramentas utilizada pela psicologia para atendimento psicológico de crianças.</div><div>Foram desenvolvidos três materiais a fim de prestar um bom atendimento para João e que também se enquadre a Linguagem dos Sinais, a qual este tem sido alfabetizado. Primeiramente foi desenvolvido em relógio das emoções (Apêndice A), onde através deste João poderá mostrar como está se sentindo naquele atendimento, além de poder mostrar como se sente em outras situações do cotidiano, bem como nomear sentimentos.</div><div>Para que João possa associar as situações aos seus sentimentos, lhe será apresentado imagens com situações (Apêndice B) que se aproximam da rotina do paciente, para que assim possam ser identificadas as situações e sentimentos reais. Por fim com o objetivo de ser trabalhado a mudança dos comportamentos, o paciente poderá transformar seus sentimentos negativos em sentimentos positivos, através de uma máquina das emoções (Apêndice C). Após todas estas atividades João mesmo sendo tão pequeno, será capaz de compreender que pode aceitar, mas também controlar seus sentimentos/emoções e comportamentos.<br><br></div><div> <strong>Apêndice: Materiais</strong></div><div> </div><div>APÊNDICE A- Relógio das Emoções.</div><div>APÊNDICE B- Figuras das Situações. </div><div>APÊNDICE C- Máquina das Emoções.<br><br><br></div><div> <strong>Referências</strong></div><div> </div><div>MACEDO, Ludmila; TORRES, Cláudia. <strong>Psicologia inclusiva:</strong> a importância do atendimento psicoterapêutico a pessoas surdas. Disponível em: &lt; <a href="http://editora.pucrs.br/anais/i-seminario-luso-brasileiro-de-educacao-inclusiva/assets/artigos/eixo-10/completo-7.pdf">http://editora.pucrs.br/anais/i-seminario-luso-brasileiro-de-educacao-inclusiva/assets/artigos/eixo-10/completo-7.pdf</a>&gt;</div><div> </div><div>RODRIGUES, Zuleide. Histórico da Educação dos surdos. 2008. Disponível em: &lt;<a href="https://www.webartigos.com/artigos/historico-da-educacao-dos-surdos/3639/">https://www.webartigos.com/artigos/historico-da-educacao-dos-surdos/3639/</a> </div><div><br><br></div><div><br><br><br></div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 22:17:48 UTC</pubDate>
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         <title>RELÓGIO DAS EMOÇÕES.</title>
         <author>erickasouza</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/595790245</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 22:18:38 UTC</pubDate>
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         <title>APÊNDICES.</title>
         <author>erickasouza</author>
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         <description><![CDATA[<div>FIGURAS DAS SITUAÇÕES.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 22:18:58 UTC</pubDate>
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         <title>MÁQUINA DAS EMOÇÕES.</title>
         <author>erickasouza</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 22:19:07 UTC</pubDate>
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         <title>OBS:</title>
         <author>erickasouza</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Psicólogo conhecedor da língua dos sinais ( Libras ), deverá comunicar-se com seu paciente ( No atendimento), fazendo uso desta ferramenta. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 22:19:24 UTC</pubDate>
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         <title>O Psicologo Institucional e a Deficiência</title>
         <author>erickasouza</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/595792013</link>
         <description><![CDATA[<div>O debate sobre a inclusão social das pessoas com deficiência (PCD) no mercado de trabalho acompanha um movimento crescente de discussão que no Brasil já é amparada pela constituição de 1988, que assegura direito de igualdade a essas pessoas. Tem-se notado que tais discussões vêm ganhando cada vez mais espaço tanto no meio acadêmico como no midiático, suscitando assim o interesse por estudos voltados a analisar a temática (Violante &amp; Leite, 2011).</div><div> </div><div> Pessoas com Necessidades Especiais, são amparadas por nossa Constituição, a terem o direito a trabalho. Nela consta que empresas com mais de 100 ou mais funcionários devem reservar uma cota para o sujeito com Necessidades Especiais. </div><div>Também dispõe na Carta Magna, a reserva de 5% da cota em concursos públicos. </div><div> </div><div>A contratação de indivíduos com deficiência pelo mercado formal de trabalho é um fenômeno recente na sociedade, que aos poucos indica reconhecê-los como cidadãos de direitos e deveres. Uma visão panorâmica sobre alguns parâmetros oficiais mostra-se importante para pensar a articulação desta questão sob vários prismas (Leão &amp;Silva, 2012). </div><div> </div><div>Há muito a ser desmistificado sobre o trabalho e a pessoa com deficiência. A pessoa é vista por sua deficiência e não por aquilo que produz. Os “empecilhos” e “dificuldades” são postos acima de sua capacidade de execução do trabalho a ser contratado.</div><div> </div><div>Desconstruir a imagem do indivíduo deficiente como incapaz, improdutivo, lento, desprovido de qualidades e oneroso, e criar o conceito de um indivíduo capaz, produtivo, dotado de qualificação profissional, é um trabalho árduo e lento, que deve ser compreendido como um compromisso social de diversos profissionais – incluindo-se aqui o POT – quando se pensa em promover condições mais igualitárias para o desenvolvimento humano e, consequentemente, criar condições para que o contexto o aceite e o qualifique, favorecendo o estabelecimento de interações sociais entre pares não análogos, ou melhor, de pessoas com e sem deficiência (Camargo, Junior &amp; Leite, 2017).</div><div> </div><div>Segundo, Camargo, Junior &amp; Leite, (2017), citando, <a href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1414-98932017000300799&amp;lng=pt&amp;nrm=iso#B3">Araújo e Schmidt (2006)</a> e <a href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1414-98932017000300799&amp;lng=pt&amp;nrm=iso#B26">Dota (2015)</a>, as instituições especializadas no atendimento às PcD e as próprias empresas ainda encontram muitas dificuldades em estabelecer um diálogo produtivo que realmente viabilize a inclusão de PcD no mercado de trabalho. Por um lado, empresas apontam a baixa escolaridade, a falta de qualificação e a pouca quantidade de pessoas disponíveis para a ocupação dos postos exigidos pela Lei de Cotas (<a href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1414-98932017000300799&amp;lng=pt&amp;nrm=iso#B26">Dota, 2015</a>; Schimidt, &amp; Del-Masso, 2014). Por outro, instituições voltadas para o atendimento das pessoas com deficiência reclamam da falta de tolerância, solidariedade, paciência e preparo por parte dos profissionais atuantes nas organizações.</div><div> </div><div> </div><div>Muitas empresas apenas passaram a contratar pessoas com deficiência devido à legislação de cotas vigente, objetivando a evitação de multas ou outras formas de punição, sem buscar, portanto, compreender as reais possibilidades, potencialidades e dificuldades apresentadas por esses sujeitos, e como elas poderiam contribuir para o desenvolvimento de seu empreendimento; o que tem, em síntese, culminado em práticas de inserção e não da sua real participação.<br><br></div><div> <a href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1414-98932017000300799&amp;lng=pt&amp;nrm=iso#B47">Violante e Leite (2011)</a> relatam que cabe ao psicólogo inserido nos contextos organizacionais e de trabalho auxiliar na desconstrução de uma imagem negativa comumente veiculada do indivíduo deficiente. Contudo, os autores reconhecem que esse é um processo custoso e lento, a ser empreendido “[...] como um compromisso social de diversas áreas, quando se pensa em promover condições mais igualitárias para o desenvolvimento humano e consequentemente criar condições para que o contexto o qualifique”; tal posição é corroborada por <a href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1414-98932017000300799&amp;lng=pt&amp;nrm=iso#B45">Vieira, Vieira e Francischetti (2015)</a> ao afirmarem: no contexto empresarial, o psicólogo pode atuar nos setores de recursos humanos, desde a sensibilização dos gerentes para a importância da contratação de pessoas com deficiência, que apresentem potencial para o compromisso social, o que reflete em uma imagem positiva no mercado de trabalho, além de contribuir para uma sociedade mais inclusiva, bem como sobre as potencialidades das pessoas com deficiência, singulares a cada sujeito e que podem agregar valores à instituição, pelo próprio convívio com a diversidade.” (Camargo, Junior &amp; Leite, 2017).</div><div>Camargo, Junior e Leite, (2017), ressaltam ainda que, o POT não pode se furtar à inerente obrigação de ser o agente de planejamento e execução das ações que, nos contextos de sua atuação, implicariam na promoção da inclusão das pessoas com deficiência. Isso posto, para além da obrigatoriedade da ação afirmativa – Lei de Cotas, este profissional deve reconhecer a importância do trabalho para a vida e desenvolvimento de qualquer pessoa, além de contribuir para o desenvolvimento social, político e econômico da sociedade. Suas ações devem auxiliar nos processos de elaboração de intervenções, sobretudo diagnósticas e educativas, que viabilizem o acesso e a permanência das pessoas com deficiência nos contextos laborais. Dessa maneira, a atuação do POT deve coadunar com a eliminação das barreiras na esfera organizacional, promovendo ações de acessibilidade nos seus mais diferentes âmbitos: comunicacional (meios e formas diferenciadas de comunicação entre as pessoas), metodológico (métodos e/ou estratégias diferentes que visem a apropriação de conhecimentos), instrumental (oferta de equipamentos, instrumentos, ferramentas, utensílios em atendimento a condições diversas), programática (promulgação e efetivação de políticas públicas, legislações, normas que orientem e garantam a participação de todos nas diversas instâncias) e atitudinal (supressão de preconceitos, estereótipos, estigmas e discriminações nos comportamentos da sociedade para pessoas que têm deficiência).</div><div>Sabe-se das dificuldades nesse trabalho de inserção e desconstrução da Deficiência Física. Mas o psicólogo Institucional tem como dever o de desmistificar o potencial de uma pessoa com deficiência e que ela como os ditos normais, tem os mesmos direitos e deveres, é claro, e como deixa claro nossa constituição: Todos são iguais!</div><div> </div><div>Referências:</div><div>Violante, R. R., &amp; Leite, L. P. (2011). A empregabilidade das pessoas com deficiência: uma análise da inclusão social no mercado de trabalho do município de Bauru, SP. Cadernos de Psicologia Social do Trabalho, 14(1), 73-91.</div><div>Leão, M. A. B. G., &amp; Silva, L. S. (2012). Vivências de trabalhadores com deficiência: uma análise à luz da Psicodinâmica do Trabalho. Revista Brasileira de Saúde Ocupacional, 37(125), 159-169.</div><div>Camargo, M. L., Goulart Júnior, E., &amp; Leite, L. P. (2017). O Psicólogo e a Inclusão de Pessoas com Deficiência no Trabalho. Psicologia: Ciência e Profissão, 37(3), 799-814.</div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 22:20:34 UTC</pubDate>
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         <title>Estudo de Caso</title>
         <author>erickasouza</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/595792451</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>O psicólogo, deficiente auditivo e o implante coclear<br></em></strong><br></div><div>Atualmente, há inúmeros progressos científicos e tecnológicos que contribuem significativamente para a melhoria da qualidade de vida de pessoas acometidas por algum tipo de deficiência, seja ela sensorial, motora ou intelectual (Magalhães, Pérez-Ramoz, Neme, &amp; Yamada, 2007).  Tendo como foco a deficiência auditiva de grau severo ou profundo, podemos citar o implante coclear como a tecnologia que é capaz de trazer contribuições relevantes ao desenvolvimento da audição e da linguagem oral</div><div>Segundo Yamada e Bevilacqua (2005) e Yamada e Valle (2014), o papel do psicólogo no Programa de Implante Coclear é atuar junto à equipe interdisciplinar nas fases pré e pós-cirúrgica. Sua intervenção faz parte da assistência psicológica nas seguintes etapas:  no grupo de acolhimento de casos novos; na avaliação psicológica do paciente e da dinâmica familiar; no auxílio em relação à </div><div>tomada de decisão quanto a realizar ou não a cirurgia; no preparo psicológico para a cirurgia; no acompanhamento, durante   a internação; nas   primeiras   ativações do   implante   coclear; e   no acompanhamento psicológico individual e/ou grupal dos pacientes e familiares, durante todo o processo de habilitação/reabilitação.<br><br></div><div> Yamada, Bevilacqua e Costa Filho (1999) afirmam que “o psicólogo é parte integrante de uma equipe interdisciplinar, de uma contextualização mais ampla, de uma filosofia que permeia o Hospital Centrinho” (p.95), destacando o acolhimento e a humanização nos atendimentos. Com essa afirmação, podemos perceber a importância da atuação desse profissional na área da saúde, especificamente no trabalho em equipe interdisciplinar de um Programa de Implante Coclear, que vem compactuar com os princípios doutrinários do Sistema Único de Saúde (SUS) -universalidade, equidade e integralidade na atenção à saúde da população brasileira (Brasil, 2000)<br><br></div><div>É relevante destacarmos a finalidade do grupo de apoio psicossocial desenvolvido no Centro de Pesquisas Audiológicas de acordo com Ribeiro, Yamada e Silva (2005):  uma proposta de oferecer escuta qualificada, favorecer a troca de experiências, intervir pontualmente em questões reflexivas, orientar e oferecer informações sobre as questões emergentes.  De acordo com os resultados das entrevistas com os pais participantes deste estudo, foi possível concluir que este trabalho vem, efetivamente, cumprindo sua proposta.</div><div> </div><div>Referencia:</div><div>Rezende, F. P., Yamada, M. O., &amp; Morettin, M. (2015). Grupo de apoio psicossocial: experiências de pais de crianças com implante coclear. <em>Psicologia em Estudo</em>, <em>20</em>(3), 37 </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 22:21:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>amandabeatrices</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/634108602</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-06-20 00:31:48 UTC</pubDate>
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         <title>Por que Setembro?</title>
         <author>amandabeatrices</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/634109377</link>
         <description><![CDATA[<div>A escolha do mês de setembro para esse movimento não foi feita por acaso. O mês tem datas importantes para a comunidade surda, sejam elas lembranças das perdas do passado ou celebrações das conquistas:<br><br></div><div><strong>6/09 e 11/09</strong>: Lembram o Congresso de Milão de 1880, no qual foi proibido o uso das Línguas de Sinais na educação dos surdos. Esse marco fez com que os surdos tivessem que se adaptar às línguas orais até que as línguas de sinais fossem novamente aceitas. <br><br></div><div><strong>23/09</strong>: Dia Internacional das Línguas de Sinais. No Brasil, a data estimula a discussão da falta de acessibilidade em Libras tanto nos ambientes físicos <a href="http://blog.handtalk.me/o-que-e-acessibilidade-digital/?utm_source=Blog&amp;utm_medium=Setembro-Azul_Link">quanto nos ambientes virtuais.<br></a><br></div><div><strong>26/09</strong>: Dia Nacional do Surdo. O dia foi escolhido por ser a data de fundação do INES (Instituto Nacional de Educação de Surdos), a primeira escola para surdos do Brasil!<br><br></div><div><strong>30/09</strong>: Celebra o Dia do Tradutor, no qual são feitas várias homenagens aos Intérpretes de Libras.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-20 00:33:57 UTC</pubDate>
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         <title>Por que Azul?</title>
         <author>amandabeatrices</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/634109927</link>
         <description><![CDATA[<div>Da mesma forma, a cor azul representa dois momentos distintos. Durante a Segunda Guerra Mundial os nazistas identificavam as pessoas com deficiência com uma faixa azul no braço, por considerá-las inferiores. E os surdos também eram obrigados a usá-la. <br><br></div><div>Essa ressignificação do azul ficou marcada na Cerimônia da Fita Azul (Blue Ribbon Ceremony) em 1999, que lembrava os surdos que foram vítimas da opressão. Nela, o Dr. Patty Ladd (surdo) usou uma fita azul no braço pela primeira vez como símbolo do movimento. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-20 00:35:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>amandabeatrices</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/634112093</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-06-20 00:41:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>amandabeatrices</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/634112276</link>
         <description><![CDATA[<div>Do ponto de vista clínico, o que difere surdez de deficiência auditiva é a profundidade da perda auditiva. As pessoas que têm perda profunda, e não escutam nada, são surdas. Já as que sofreram uma perda leve ou moderada, e têm parte da audição, são consideradas deficientes auditivas.<br><br></div><div> Para os surdos, a surdez não é uma deficiência – é uma outra forma de experimentar o mundo. Mais do que isso, a surdez é uma potencialidade, que abre as portas para uma cultura própria muito rica, que não se identifica pelo que ouve ou não. Na comunidade surda não há “perda auditiva”, mas sim um “ganho surdo”.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-20 00:41:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>amandabeatrices</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/634112796</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-06-20 00:43:14 UTC</pubDate>
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         <title>Você Sabia? </title>
         <author>amandabeatrices</author>
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         <description><![CDATA[<div>De acordo com a WFD (Federação Mundial dos Surdos, na sigla em inglês), <a href="https://www.researchgate.net/publication/225469903_Improving_multimodal_web_accessibility_for_deaf_people_Sign_language_interpreter_module">80% dos surdos de todo o mundo têm baixa escolaridade e problemas de alfabetização</a>. E no Brasil a situação não é diferente, já que a grande maioria dos surdos não tem uma boa compreensão do português, ou seja, não entendem ou têm dificuldades para ler e escrever. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-20 00:43:26 UTC</pubDate>
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         <title>Você Sabia?</title>
         <author>amandabeatrices</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/634113598</link>
         <description><![CDATA[<div>Como qualquer outra língua, cada local tem seu desenvolvimento próprio. Por exemplo, nos Estados Unidos a língua de sinais utilizada é a American Sign Language (ASL) e em Portugal é Língua Gestual Portuguesa (LGP), ambas são diferentes da Libras. As línguas de sinais têm direito inclusive a regionalismos, assim como temos aipim, macaxeira e mandioca, também há sinais diferentes para a mesma palavra dentro do mesmo país.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-20 00:45:26 UTC</pubDate>
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         <title>Você sabia?</title>
         <author>amandabeatrices</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/634113894</link>
         <description><![CDATA[<div>O termo surdo-mudo é incorreto e nunca deve ser usado. A pessoa ser deficiente auditiva não significa que ela seja muda. A mudez é uma outra deficiência e é raro ver as duas acontecendo ao mesmo tempo. A realidade é que muitos surdos, por não ouvirem, acabam não desenvolvendo a fala.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-20 00:46:18 UTC</pubDate>
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         <title>Você Sabia?</title>
         <author>amandabeatrices</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/634114318</link>
         <description><![CDATA[<div>Em janeiro de 2016 entrou em vigor a <a href="http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2016/01/21/lei-brasileira-de-inclusao-entra-em-vigor-e-beneficia-45-milhoes-de-brasileiros">Lei Brasileira de Inclusão (LBI)</a>. A lei promove mudanças significativas em diversas áreas como educação, saúde, mobilidade, trabalho, moradia e cultura. Uma das conquistas importantes é do acesso a informação, agora que os sites precisam estar acessíveis. Além disso, também é exigido que os serviços de empresas ou órgãos públicos ofereçam acessibilidade para as pessoas com deficiência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-20 00:47:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>amandabeatrices</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/634114736</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-06-20 00:48:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A deficiência não está na surdez, mas em quem se recusa a escutar a voz dos surdos. A Comunidade Surda agradece!</title>
         <author>amandabeatrices</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/634114831</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-20 00:49:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>De acordo com o local da alteração (AMARAL,2009)</title>
         <author>erickasouza</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/635074186</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Condutiva -</strong> na qual ocorre algum tipo de interferência na transmissão do som ao percorrer o caminho do conduto auditivo até a orelha interna, podendo ser tratada de forma clínica ou cirúrgica, e pode possuir diferentes causa como: perfuração do tímpano, tampões de cera, malformação congênita do conduto auditivo, dentre outras.<br><strong>Sensório-neural - </strong> o problema ocorre na incapacidade de recepção do som pelas células ciliadas da orelha interna ou do nervo auditivo, de caráter irreversível, a deficiência auditiva sensório-neural possui como possíveis causas problemas no pré-natal, como rubéola, sífilis, herpes, diabetes e etc., traumas físicos, prematuridade, meningite, encefalite e outros;<br><strong>Mista -</strong> uma combinação da perda auditiva condutiva e da perda auditiva sensorio-neural, provocado por um dano na orelha externa e interna que leva ao impedimento do ouvido externo de conduzir o som para a orelha interna que, por sua vez, não consegue processar e levar a informação ao cérebro;<br><strong>Central ou Surdez Central -</strong> ocorre quando há alteração no mecanismo que processa a informação sonora no tronco cerebral, expressa-se por diferentes graus de dificuldade para compreender as informações sonoras.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-21 14:39:11 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>erickasouza</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/635080804</link>
         <description><![CDATA[<div>Associação Psiquiátrica Americana. ( 2013). <strong>Manua</strong>l<strong> Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais</strong> (5 ª ed.) . Arlington, VA. American Psychiatric Publishing. Disponível em:<br>&gt;<a href="http://www.niip.com.br/wp-content/uploads/2018/06/Manual-Diagnosico-e-Estatistico-de-Transtornos-Mentais-DSM-5-1-pdf.pdf">http://www.niip.com.br/wp-content/uploads/2018/06/Manual-Diagnosico-e-Estatistico-de-Transtornos-Mentais-DSM-5-1-pdf.pdf</a>&gt;. Acesso em: 21 de jun.2020.<br>AMARAL, Luciana Santos. <strong>A Política Nacional de Atenção à Saúde Auditiva: avanços e entraves no município do Rio de Janeiro.</strong> Orientador: Maria Cristina Rodrigues Guilam. 2009. 94 p. Dissertação (Mestrado em ciências na aérea de saúde pública). Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Rio de Janeiro. Disponível em: &lt;<a href="https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/2316">https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/2316</a>&gt; Acesso em: 13 de Jun. 2020.<br>DESSEN, Maria Auxiliadora; BRITO, Angela Maria Waked de. <strong>Reflexões sobre a deficiência auditiva e o atendimento institucional de crianças no Brasil. </strong>Paidéia, Ribeirão Preto, n. 12-13, p. 111-134, Ago. 1997. Disponível em: &lt;<a href="https://doi.org/10.1590/S0103-863X1997000100009">https://doi.org/10.1590/S0103-863X1997000100009</a>.&gt; Acesso em: 13 de Jun. 2020.<br><strong>Classificação de Transtornos Mentais e de Comportamento da CID-10 -</strong><strong><em>Descrições Clínicas e Diretrizes Diagnósticas</em></strong><em> (1° ed.). World Healt Organization Geneva. (WHO).</em><br>GANDRA Alana. País tem 10,7 milhões de pessoas com deficiência auditiva, diz estudo. <strong>Agência Brasil</strong>, Rio de Janeiro, 13 out. 2019. Disponível em: &lt; <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2019-10/brasil-tem-107-milhoes-de-deficientes-auditivos-diz-estudo#:~:text=Estudo%20feito%20em%20conjunto%20pelo,homens%20e%2046%25%20de%20mulheres">https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2019-10/brasil-tem-107-milhoes-de-deficientes-auditivos-diz-estudo#:~:text=Estudo%20feito%20em%20conjunto%20pelo,homens%20e%2046%25%20de%20mulheres</a>.&gt; Acesso em: 25 de Jun. 2020.<br>GONÇALVES, Paulo Cesar da Silva. <strong>Atendimento Psicológico aos Surdos.</strong> Psicologado, [S.l.]. (2019). Disponível em: &lt;https://psicologado.com.br/atuacao/psicologia-clinica/atendimento-psicologico-aos-surdos&gt; . Acesso em: 21 de Jun. 2020.</div><div>ISAAC, M.; MANFREDI, A. <strong>Diagnóstico precoce da surdez na infância.</strong> Medicina (Ribeirão Preto), v. 38, n. 3/4, p. 235-244, 30 Dez. 2005. Disponível em: &lt;<a href="https://www.revistas.usp.br/rmrp/article/view/449">https://www.revistas.usp.br/rmrp/article/view/449</a>&gt;. Acesso em: 23 de mai. 2020.<br>MELLO, A. G. <strong>Deficiência, incapacidade e vulnerabilidade: do capacitismo ou a preeminência capacitista e biomédica do Comitê de Ética em Pesquisa da UFSC.</strong> Ciênc. saúde coletiva [online]. 2016, vol.21, n.10, pp.3265-3276. Disponível em: &lt;<a href="https://www.scielo.br/pdf/csc/v21n10/1413-8123-csc-21-10-3265.pdf">https://www.scielo.br/pdf/csc/v21n10/1413-8123-csc-21-10-3265.pdf</a> &gt; Acesso em: 25 de Jun. 2020.<br>STROBEL, K. (2009). <strong>História da educação de surdos.</strong> <em>Florianópolis: UFSC</em>.<br><strong><em>1° Seminário Luso-Brasileiro de Educação Inclusiva: o ensino e a aprendizagem em discussã</em></strong><em>o.MACÊDO, Ludmila da Silva, TORRES, Cláudia Regina Vaz</em> <br>&gt;<a href="https://editora.pucrs.br/anais/i-seminario-luso-brasileiro-de-educacao-inclusiva/assets/artigos/eixo-10/completo-7.pdf">https://editora.pucrs.br/anais/i-seminario-luso-brasileiro-de-educacao.inclusiva/assets/artigos/eixo-10/completo-7.pdf</a>&gt;. Acesso em: 21 de jun.2020.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-21 14:50:38 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>erickasouza</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-06-21 15:34:22 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>erickasouza</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/635109820</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo com Gonçalves (2019) atualmente o surdo e a pessoa com deficiência auditiva encontra dificuldades para lidar com suas emoções, não por ter emoções diferentes, mas por não encontrar atendimento psicológico que se adeque às suas necessidades.Para o autor é preciso considerar de início:</div><ul><li>Faixa etária</li><li>Período de aquisição da surdez (pré ou pós-lingual)</li><li>Nível de capacidade auditiva (leve, moderada, severa, profunda, uni ou bilateral)</li><li>Outras sequelas (motoras, neurológicas, surdocegueira)</li><li>Ambiente familiar</li><li>Nível de oralidade/leitura labial e sinalização em língua de sinais</li><li>Nível socioeconômico</li><li>Preferências sexuais (atualmente existem associações de surdos gays)</li><li>Envolvimento com drogas e atividades ilícitas</li></ul><div>É importante destacar que o aconselhamento deve levar em conta a dinâmica familiar. Para a família ouvinte que ganha um novo membro surdo, vem a preocupação quanto ao futuro dessa criança, sua autonomia, os preconceitos e etc.. Para a família ouvinte que se depara com a imprevisível perda da capacidade auditiva de um membro vem um longo caminho para a readaptação da comunicação e da relação de intimidade, uma vez que para a pessoa surda, pode ser um novo lugar de solidão e para a família pode parecer um lugar de onde não vem resposta ou reciprocidade, além da dificuldade de entender o que aquele ente tem vivenciado ou sentido.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-21 15:34:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lucivanecolla3130</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/KuGtmX8B6EE" />
         <pubDate>2020-06-22 00:06:04 UTC</pubDate>
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         <title>A Família Béllier</title>
         <author>lucivanecolla3130</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/635424773</link>
         <description><![CDATA[<div>Pais surdos. Filha ouvinte( CODA).<br>Na Família Bélier todos são surdos - exceto Paula, 16 anos. Ela é uma intérprete indispensável no cotidiano de seus pais, ajudando principalmente no funcionamento da fazenda da família.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-22 00:06:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>daivinenascimento</author>
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         <description><![CDATA[<div>Compromete diretamente a linguagem do indivíduo, esse comprometimento pode variar de acordo com o tipo e o grau de perda de audição.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-22 00:13:07 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Som e Fúria</title>
         <author>lucivanecolla3130</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/635430286</link>
         <description><![CDATA[<div>https://youtu.be/ivq_JWegFgM.<br><br></div><h1>A questão do implante coclear.</h1><div>Um documentário que expõe uma questão importante sobre a cultura surda e a sociedade majoritariamente ouvinte.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-22 00:15:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>daivinenascimento</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/635435374</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-06-22 00:22:49 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>daivinenascimento</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/635435910</link>
         <description><![CDATA[<div>Perda de audição por transtorno de condução e ou neuro-sensorial.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-22 00:23:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>daivinenascimento</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/635436770</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-06-22 00:25:04 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Linguagem de Sinais.</title>
         <author>lucivanecolla3130</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/635442907</link>
         <description><![CDATA[<div>https://youtu.be/fYaXJXf60gU<br>Alfabeto manual mostrado em Língua Brasileira de Sinais.<br><br>https://youtu.be/W9-J_6b2tuo<br>Sinais de SENTIMENTOS em Libras<br>Aprenda sinais de SENTIMENTOS em Libras (Língua Brasileira de Sinais) com o Hugo, intérprete virtual da Hand Talk</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-22 00:34:46 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>daivinenascimento</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/637810039</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Escola inclusiva</strong> – Mantém a sua atenção, não só para diminuir as dificuldades da criança, mas para a criação de condições que levem à realização pessoal, combatendo face aos obstáculos que a criança poderá vir a encontrar ao longo de sua vida. Assim, a escola inclusiva, passa a se um lugar mais rico para todos, onde as medidas educativas, compreendem todos os contextos importantes da vida da criança, abrangendo as interações a que está sujeita. </div><div>   *  Trabalhar e aprender coletivamente, como um grupo, onde as dificuldades e diferenças não se tornem obstáculos em suas aprendizagens;<br>   *  Em todos os níveis de ensino, a criança e jovens com deficiência deverá ser reconhecido o princípio de igualdade de oportunidades, presente na legislação;</div><div>    *   A construção dos currículos deverá levar em consideração as necessidades das crianças; </div><div> </div><div><strong>Tecnologias da informação e comunicação</strong> – Ajudam a melhorar a concretização de suas tarefas, tanto na escola, como em casa. Aquisição de competências para utilizar as tecnologias em diversos contextos e com níveis diferentes de produção. </div><div> </div><div><strong>Intérprete de libras</strong> – Além da língua materna, realçar a importância de se aprender a Língua Brasileira de Sinais-LIBRAS, pois permitirá uma melhor interação na comunicação e na fala;<br>  *  Cobrar dos órgãos responsáveis, recursos necessários para tal preparação dos profissionais da educação, como estabelecido no Decreto Federal de 2008, recursos para manter o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica, permitindo que os alunos sejam atendidos no contraturno e que possam estudar regularmente com intérprete.  </div><div><strong>Psicologia inclusiva</strong> - A importância do atendimento psicoterapêutico a pessoas com deficiência auditiva, no acolhimento e acompanhamento. Uma vez que as unidades de atendimento dificilmente contam com esse tipo de preparo profissional para realizarem a psicoterapia. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-23 18:20:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>daivinenascimento</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/637823999</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-06-23 18:34:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>daivinenascimento</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/637838357</link>
         <description><![CDATA[<div>É importantíssimo o apoio à família da pessoa portadora de deficiência auditiva para o aprendizado de LIBRAS, pois é necessário haver um ambiente linguístico para que o aprendizado seja efetivo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-23 18:47:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>daivinenascimento</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/637851192</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-06-23 19:01:32 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>daivinenascimento</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/637853584</link>
         <description><![CDATA[<div>É comum as crianças que receberam tarde o diagnóstico de perda auditiva, apresentarem atrasos cognitivos importantes.<br>Quanto mais tarde o diagnóstico, mais empobrecidos são os conceitos formados pela criança, o que resulta na dificuldade de socialização, com danos emocionais, sociais e cognitivos significativos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-23 19:04:14 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>10 de Novembro Dia Nacional  de Prevenção à surdez</title>
         <author>daivinenascimento</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-06-23 22:56:21 UTC</pubDate>
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         <title>Como é o mercado de trabalho para os deficientes auditivos?</title>
         <author>daivinenascimento</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/638060915</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="http://adap.org.br/site/conteudo/219-53-como-e-o-mercado-de-trabalho-para-os-defici.html" />
         <pubDate>2020-06-23 23:35:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Deficientes visuais e auditivos mostram dificuldades e superação</title>
         <author>daivinenascimento</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/638085352</link>
         <description><![CDATA[<div> </div>]]></description>
         <enclosure url="http://g1.globo.com/profissao-reporter/noticia/2017/08/deficientes-visuais-e-auditivos-mostram-dificuldades-e-superacao.html" />
         <pubDate>2020-06-24 00:12:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO DE SURDOS (STROBEL, 2009)</title>
         <author>amandabeatrices</author>
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         <description><![CDATA[<div> Conhecer a história de surdos não nos proporciona apenas a ocasião para adquirimos conhecimentos, mas também para refletirmos e questionarmos diversos acontecimentos relacionados com a educação em várias épocas. Por exemplo, por que atualmente, apesar de se ter uma política de inclusão, o sujeito surdo continua excluído? Você já parou para pensar e/ou pesquisou algo sobre o povo surdo e as suas comunidades? Não? Nesta disciplina você irá refletir sobre algumas apreciações referentes nas unidades que são de significativa importância não só para a compreensão do conhecimento histórico, mas também para percorrermos com diferentes „olhares‟ acerca da história de povos surdos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-24 13:20:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>amandabeatrices</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/638739580</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-06-24 13:26:02 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Classificação CID-10</title>
         <author>erickasouza</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/640178756</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>CID 10 - H91    | Outras perdas de audição<br>CID 10 - H91.0    | Perda de audição ototóxica<br>CID 10 - H91.1    | Presbiacusia<br>CID 10 - H91.2    | Perda da audição súbita <br>CID 10 - H91.3    | Surdo-nudez não claddificada em outra parte<br>CID 10 - H91.8    | Outras perdas de audição especificadas<br>CID 10 - H91.9    | Perda não especificada </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-25 16:20:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>erickasouza</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/640183553</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-06-25 16:25:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Crisálida</title>
         <author>erickasouza</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/640184166</link>
         <description><![CDATA[<div>Curta nacional bilíngue acessível para surdos e ouvintes.<br>Crisálida conta a história de Rubens, um adolescente surdo de 11 anos que sempre conviveu entre ouvintes. O garoto reconstrói a sua relação com o mundo quando começa a aprender a língua brasileira de sinais (Libras) e acessar sua verdadeira cultura.  O curta mostra o universo de pré-adolescente repleto de dificuldades e que é modificado ao conhecer a cultura surda e a Libras O protagonista é interpretado por um ator surdo.<br>https://youtu.be/YFnSUNpogqQ</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-25 16:26:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>População com Deficiência Auditiva no Brasil</title>
         <author>erickasouza</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/640204921</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo com portal Agência Brasil (2019), no Brasil existem 10,7 milhões de pessoas com deficiência auditiva. Dessas, 2,3 milhões com deficiência auditiva severa.<br>9% das pessoas com deficiência auditiva nasceram com essa condição, enquanto 91% adquiriram ao longo da vida, sendo metade desses antes dos 50 anos de idade.<br>Do total pesquisado 87% não utilizam aparelho auditivo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-25 16:47:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>erickasouza</author>
         <link>https://padlet.com/erickasouza/lmn3s0egyc1c8a1c/wish/640225804</link>
         <description><![CDATA[<div>Atualmente no Brasil existe um total de 10,7 milhões de pessoas com deficiência auditiva. Desse total, 87% não utiliza aparelhos auditivos. Uma das justificativas para tal é de que o aparelho custa caro e a maioria das pessoas com deficiência auditiva não consegue uma boa colocação em mercado de trabalho, logo, possui mais chances de desenvolver dificuldades financeiras. Isso ocorre pois, frequentemente a deficiência auditiva é vista com preconceito de que está aliada a uma deficiência intelectual<em> incapacitando </em>a pessoa a executar tarefas e atividades no mercado de trabalho.</div><div>A palavra grifada acima merece um destaque ainda maior em nossa reflexão. Nossa sociedade vive atualmente presa a ideais de corponormatividade, que dita e hierarquiza as pessoas em função da adequação dos seus corpos, definindo a forma como as pessoas com deficiência são tratadas como incapazes.</div><div>Apesar das dificuldades encontradas ao longo da vida como na escolarização, entrada no mercado de trabalho, em relações sociais e até em atividades simples e corriqueiras para alguns como ida ao supermercado, cinemas e etc., a cultura surda possibilitou a essa comunidade diversos direitos e oportunidades (linguagem própria, direitos de acessibilidade com interpretes, dentre outras coisas) isso por si só evidencia para a sociedade a importância de se ter meios de inclusão que possibilitem espaços para diferentes formas de ser. Não damos à comunidade de pessoas com deficiência uma voz, eles já são donos de sua própria voz e linguagem, mas podemos empoderá-los com espaços e oportunidades de gritar essa voz ao mundo, falando de um espaço que lhes é de direito sobre sua própria subjetividade que precisa ser acolhida e respeitada.</div><div>Assim, é nossa obrigação enquanto cidadãs (ãos) e futuras (os) psicólogas (os) possibilitar esses meios de inclusão e de psicoeducação à uma sociedade que está<em> incapaz</em> de ouvir a voz do surdo!!!</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-25 17:11:03 UTC</pubDate>
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