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      <title>Cortiço - 2F by Amanda Santos Franco da Silva Abe</title>
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      <description>Poste aqui o seu material, é só clicar no ícone + ali embaixo, à direita :-)</description>
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      <pubDate>2020-10-27 15:10:40 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriely Mello Hand -2F</title>
         <author>ghand2019</author>
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         <description><![CDATA[<div>Podcast:<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-05 19:09:06 UTC</pubDate>
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         <title>Alunos: Pedro Victor(2F), Maria Eduarda (2A), Alexandra Oliveira(2E)</title>
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         <description><![CDATA[<div>No século XIX, as teorias da Biologia tiveram grande influência na literatura, principalmente o Darwinismo, que concluiu que o ser humano é um animal igual a qualquer outro, podendo assim ser também um objeto de estudo. Uma das características do Naturalismo, o movimento literário da época, é a zoomorfização, que se fundamenta em reduzir as criaturas ao nível animal, e o determinismo, que consiste em que o comportamento humano está totalmente predeterminado pela raça, meio e momento em que vive. </div><div>“E naquela terra encharcada e fumegante, naquela umidade quente e dolosa, começou a minhocar, a esfervilhar, a crescer, um mundo, uma coisa viva, uma geração, que parecia brotar espontânea, ali mesmo, daquele lameiro e multiplicar-se como larvas no esterco.” A alta e preconceituosa sociedade daquela época via os cortiços como um lugar de multiplicação dos marginais, tanto que no trecho compara-se com reprodução de larvas no esterco. Mas essa foi a maneira encontrada por eles para construir uma vida em meio a crescente da urbanização e mudanças na política, como a abolição da escravidão, enquanto aqueles que detinham o poder preferiram ignorar a sua existência. Porém, quem eram esses excluídos? Ex escravizados, mulheres desquitadas, meretrizes e homossexuais, ou seja, os personagens apresentados durante a narrativa e estudados pelo locutor como objeto de pesquisa. </div><div>Temos como exemplo os trechos: </div><div> “Leandra... a ‘Machona’, portuguesa feroz, berradora, pulsos cabeludos e grossos, anca de animal do campo” </div><div>"Rita Baiana... uma cadela no cio" </div><div>".. depois de correr meia légua, puxando uma carga superior às suas forças, caiu morto na rua, ao lado de carroça, estrompado como uma besta.” </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-08 19:42:33 UTC</pubDate>
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         <title>Alunos: Enzo Stramare - 2F, Bruno Passos - 2F e João Pedro Tozzo - 2A</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Trabalho Interdisciplinar - O Cortiço</strong> </div><div>Na obra clássica Naturalista Brasileira O Cortiço escrito por Aluísio de Azevedo é apresentado um romance que busca a denúncia a exploração e as péssimas condições de vida dos moradores dos cortiços cariocas do final do século XIX.Na obra podemos observar diversos tipos de características naturalistas, como por exemplo o determinismo, o cientificismo, o darwinismo e também retrata os instintos animais de cada pessoa tanto carnal quanto de sobrevivência.  </div><div><strong>Retiramos dois trechos do texto, o Trecho 1 é encontrado no Capítulo V, na página 26:</strong> </div><div>“Três horas depois, Jerônimo e Piedade achavam-se instalados e dispunham-se a comer o almoço, que a mulher preparara o melhor e o mais depressa que pôde.  Para continuar a servir na roça tinha que sujeitar-se a emparelhar com os negros escravos e viver com eles no mesmo meio degradante, encurralado como uma besta, sem aspirações, nem futuro, trabalhando eternamente para outro. Não quis. Resolveu abandonar de vez semelhante estupor de vida e atirar-se para a Corte, onde, diziam-lhe patrícios, todo o homem bem disposto encontrava furo. E, com efeito, mal chegou, devorado de necessidades e privações, meteu-se a quebrar pedra em uma pedreira, mediante um miserável salário. A sua existência continuava dura e precária; a mulher já então lavava e engomava, mas com pequena freguesia e mal paga.” </div><div><strong>Trecho 2 é localizado no Capítulo IX na página 47e 48:</strong> </div><div> “A vida americana e a natureza do Brasil patenteavam-lhe agora aspectos imprevistos e sedutores que o comoviam; esquecia-se dos seus primitivos sonhos de ambição; para idealizar felicidades novas, picantes e violentas; tornava-se liberal, imprevidente e franco, mais amigo de gastar que de guardar; adquiria desejos, tomava gosto aos prazeres, e volvia-se preguiçoso resignando-se, vencido, às imposições do sol e do calor, muralha de fogo com que o espírito eternamente revoltado do último tamoio entrincheirou a pátria contra os conquistadores aventureiros.E assim, pouco a pouco, se foram reformando todos os seus hábitos singelos de aldeão português: e Jerônimo abrasileirou-se.” </div><div><strong>Interpretação do trecho algo assim</strong> </div><div>Jerônimo é um português que sofre um abrasileiramento. Ele se apaixona por Rita baiana, uma mulher que sofre de determinismo de raça, ela é a mulher que traiu o seu namorado negro por um português branco, ela é o personagem tipo da mulata brasileira, a todo tempo e começa a frequentar o cortiço, e aos poucos vai sofrendo uma transformação, distanciando-se da pessoa que era. Explicitado no trecho “Uma transformação, lenta e profunda, operava-se nele, dia a dia, hora a hora, reviscerando-lhe o corpo e alando-lhe os sentidos, num trabalho misterioso e surdo de crisálida.”. Em algum momento de sua história, Jerônimo mata o namorado da Rita baiana, para poder ficar com ela. Segundo o trecho dois ele se transforma completamente, sofrendo um determinismo do meio. Logo após começar a frequentar o cortiço, atos como matar o namorado da mulher que ele quer se relacionar tornam-se corriqueiros como ocorre no livro inteiro, ao longo da história nos é mostrado vários atos criminosos, desempenhados por todos os personagens, que ao final nós até mesmo simpatizamos com o personagem que cometeu um ato não tão grave quanto o outro, nós, os leitores ficamos passiveis do determinismo do meio. </div><div>Jerônimo o Português, provavelmente veio ao Brasil na grande migração europeia, e como um personagem tipo ele representava a população europeia que veio para o Brasil. Com a escravidão entrando em colapso e os movimentos abolicionistas ganhando força, gerou-se uma grande falta de mão de obra no Brasil, uma opção para resolver o problema foi buscar trabalhadores em outros países, desse modo milhares deitalianos, suíços, alemães e japoneses vieram até o país, principalmente para o estado de São Paulo.Os imigrantes escolheram o Brasil como destino por causa da falta de emprego ocasionada pela revolução industrial, com os avanços das maquinas nas industrias a mão de obra braçal se tornou menos necessário. </div><div>O fator da vinda de imigrantes europeus para o Brasil gerou a tese de eugenia do branqueamento da nação, onde para que o país se desenvolve-se de forma efetiva era necessário trazer a influência europeia, e desvalorizar a cultura da miscigenação brasileira, tentando abandonar as populações negras e indígenas egressas da escravidão, assim tentando se livrar dos negros e índios no país. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-08 23:16:20 UTC</pubDate>
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         <title>João Pedro Silva de Sousa - 2F</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-09 00:22:13 UTC</pubDate>
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         <title>Alunos: Antonio Lucas 2F, Enzo Sales 2H, Samuel Bezerra 2J.</title>
         <author>AntonioLucas</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Análise crítica - O Cortiço </strong><br>“Rita, essa noite, recolhera-se aflita e assustada. Deixara de ir ter com o amante e mais tarde admirava-se como fizera semelhante imprudência; como tivera coragem de pôr em prática, justamente no momento mais perigoso, uma coisa que ela, até aí, não se sentira com animo de praticar. No íntimo respeitava o capoeira; tinha-lhe medo. Amara-o a princípio por afinidade de temperamento, pela irresistível conexão do instinto luxurioso e canalha que predominava em ambos, depois continuou a estar com ele por hábito, por uma espécie de vicio que amaldiçoamos sem poder largá-lo; mas desde que Jerônimo propendeu para ela, fascinando-a com a sua tranquila seriedade de animal bom e forte, o sangue da mestiça reclamou os seus direitos de apuração, e Rita preferiu no europeu o macho de raça superior...” </div><div>A obra “O cortiço”, criada por Aluísio Azevedo, é um dos principais romances do movimento naturalista no Brasil, que tenta explicar e validar uma teoria de teor científico e antropológico em relação a comportamentos humanos, facilitados por certos mecanismos linguísticos. Um desses mecanismos, por exemplo, é a zoomorfização, que consiste em uma figura de linguagem que aproxima e descreve o comportamento humano como de um animal, o homem é tratado como um animal. <strong><em>“E viu o Firmo e o Jerônimo atassalharem-se, como dois cães que disputam uma cadela da rua.”</em></strong><strong> </strong><em>Capítulo XII. </em>Mais do que uma figura de linguagem, a Zoomorfização é uma concepção do Naturalismo. </div><div>A obra literária naturalista possui diversas correntes teóricas implícitas: determinismo social, eugenia. O positivismo é o pilar de todas teorias (entre elas teorias racistas), por determinar que o conhecimento deve ser obrigatoriamente científico para ser classificado como verdadeiro. O determinismo social explica que as ações de um indivíduo são produto de raça, meio, e momento histórico. Como por exemplo a Rita Baiana por ser mestiça num momento histórico onde a mestiça era geralmente classificada como instrumento de prazer de homens brancos, escolhe Jerônimo ao invés de Firmo. <strong><em>“mas desde que Jerônimo propendeu para ela, fascinando-a com a sua tranqüila seriedade de animal bom e forte, o sangue da mestiça reclamou os seus direitos de apuração, e Rita preferiu no europeu o macho de raça superior.” </em></strong><em>Capítulo XV. </em>Esse mesmo trecho possui outra teoria científica, essa de maior intensidade racista, a eugenia, que determina superioridade genética e mental em uma raça, assim estabelece o conceito de seleção racial na reprodução. Interessantemente o conceito de eugenia foi anterior ao de genética, que é estudado com fins de melhorar artificialmente produtos orgânicos. Todos esses conceitos antropológicos e científicos (excluindo genética moderna) são parte de uma corrente de teorias racistas de um período marcado pela queda da escravatura, para tentar justificar as injustiças raciais com pessoas negras, e então segregá-las. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-09 02:31:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>2F- trabalho interdisciplinar- O cortiço <br>Larissa Raphaelli </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-09 08:41:34 UTC</pubDate>
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         <title>Podcast: O Cortiço</title>
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         <description><![CDATA[<div>Richer Batista - Turma 2F</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-09 23:59:26 UTC</pubDate>
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         <title>Mateus Amorim- 2B e Rafael Victor- 2G                                     Análise crítica- O Cortiço                                                  </title>
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         <description><![CDATA[<div>"Daí a pouco, em volta das bicas era um zunzum crescente; uma aglomeração tumultuosa de machos e fêmeas. Uns, após outros, lavavam a cara, incomodamente, debaixo do fio de água que escorria da altura de uns cinco palmos. O chão inundava-se. As mulheres precisavam já prender as saias entre as coxas para não as molhar; via-se-lhes a tostada nudez dos braços e do pescoço, que elas despiam, suspendendo o cabelo todo para o alto do casco; os homens, esses não se preocupavam em não molhar o pêlo, ao contrário metiam a cabeça bem debaixo da água e esfregavam com força as ventas e as barbas, fossando e fungando contra as palmas da mão. As portas das latrinas não descansavam, era um abrir e fechar de cada instante, um entrar e sair sem tréguas. Não se demoravam lá dentro e vinham ainda amarrando as calças ou as saias; as crianças não se davam ao trabalho de lá ir, despachavam-se ali mesmo, no capinzal dos fundos, por detrás da estalagem ou no recanto das hortas."<br>O Cortiço, obra clássica Naturalista escrita por Aluísio de Azevedo retrata e faz uma crítica a precariedade da vida dos moradores do cortiço. A obra dá ênfase em diversas características naturalistas sendo elas o zoomorfismo que é reduzir as criaturas ao nível de animais como é mostrado no início do trecho, além do determinismo sendo ele a prova de que os seres humanos são influenciados por seu meio, pela raça e também momento em que vivem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 02:49:13 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Rebeca Teixeira de Oliveira – 2I e Danielly Oliveira de Albuquerque – 2F</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 08:03:02 UTC</pubDate>
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         <title>Análise Crítica da obra           &quot;O cortiço&quot; por:  Laura Ribeiro 2F e Giovanna Ballen 2C      </title>
         <author>LAURICHA2003</author>
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         <description><![CDATA[<div>Vídeo descontraído: "Uma conversa entre amigas"<br>https://drive.google.com/file/d/1Iq54sKdvu_MT74qUAG9hHuOnKUQd1NMP/view?usp=sharing<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 01:56:12 UTC</pubDate>
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         <title>Camille Veras e Lara Sgarbi da Silveira 2F</title>
         <author>camilleveras1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Primeiro Trecho: " Daí a pouco, em volta das bicas era um zunzum crescente; uma aglomeração tumultuosa de machos e fêmeas. Uns, após outros, lavavam a cara, incomodamente, debaixo do fio de água que escorria da altura de uns cinco palmos. O chão inundava-se. As mulheres precisavam já prender as saias entre as coxas para não as molhar; via-se-lhes a tostada nudez dos braços e do pescoço, que elas despiam, suspendendo o cabelo todo para o alto do casco; os homens, esses não se preocupavam em não molhar o pêlo, ao contrário metiam a cabeça bem debaixo da água e esfregavam com força as ventas e as barbas, fossando e fungando contra as palmas da mão. As portas das latrinas não descansavam, era um abrir e fechar de cada instante, um entrar e sair sem tréguas. Não se demoravam lá dentro e vinham ainda amarrando as calças ou as saias; as crianças não se davam ao trabalho de lá ir, despachavam-se ali mesmo, no capinzal dos fundos, por detrás da estalagem ou no recanto das hortas "                 Segundo Trecho: " E naquela terra encharcada e fumegante, naquela umidade quente e lodosa, começou a minhocar, a esfervilhar, a crescer, um mundo, uma coisa viva, uma geração, que parecia brotar espontânea, ali mesmo, daquele lameiro, e multiplicar-se como larvas no esterco."                   Vermos nesses dois trechos a marca histórica da discriminção empregada naquela epoca, ainda chegavam a dizer que o cortiço era onde acontecia a reprodução de "larvas no esterco". Essas pessoas ignoravam as existências de pessoas que viviam nesse meio. Em todos esses trechos também podemos ver a caracterização de pessoas a animais,  onde essa questão era influenciada pelo Darwinismo ao igualar todos aos niveis animais</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-13 20:53:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aabe3/lmk24trfwzgnf28/wish/922214279</link>
         <description><![CDATA[<div>análise crítica (atualizada)- Larissa Raphaelli 2F </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-14 00:51:22 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho Interdisciplinar - Luma Magalhães 2F e Sara Moura 2H</title>
         <author>lumakarolinealves</author>
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         <description><![CDATA[<div>Análise crítica do livro O Cortiço em PDF.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-18 00:34:04 UTC</pubDate>
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