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      <title>Portfólio de Ivo by Ivo Faria</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-02-25 21:44:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fariaivo99</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nas aulas de CLC 7, aprendemos que cada pessoa tem um percurso único, mas que esse percurso é sempre influenciado pelas condições sociais em que vive como a família, a escola, o trabalho, o lugar onde nasceu, entre outros. Também percebemos que, ao longo da vida, temos a capacidade de reconstruir o nosso caminho com base nas experiências e nas oportunidades que surgem.</p><p>Falámos muito sobre a importância de ler e interpretar bem os textos, sejam eles em português ou em língua estrangeira. Compreender os elementos organizativos dos textos e o que o autor pretende transmitir é essencial, não só para a escola, mas também para a vida em sociedade, onde é preciso comunicar com clareza e interpretar mensagens corretamente.</p><p>Discutimos ainda os modelos de comunicação pública, aprendendo que há várias formas de comunicar, e que os media têm um grande poder de influência na opinião pública. Hoje em dia, com as redes sociais, essa influência é ainda maior, e devemos estar atentos às intenções de quem comunica e aos efeitos nas pessoas.</p><p>Também abordámos como os debates públicos envolvem diferentes interesses, instituições e agentes, e que é importante participar de forma consciente. A língua, tanto portuguesa como estrangeira, é uma ferramenta essencial para essa participação, ela permite-nos intervir, argumentar e até agir com impacto na sociedade.</p><p>Por fim, aprendemos que a forma como comunicamos, trabalhamos e produzimos conhecimento mudou muito com a globalização e a evolução tecnológica. Os meios de comunicação não são apenas ferramentas, mas têm um papel ativo na mudança social e na forma como pensamos e vemos o mundo.Estas aulas ajudaram-me a perceber melhor a ligação entre a comunicação, a cultura e a sociedade, e mostraram-me que saber comunicar bem é também uma forma de ser um cidadão mais ativo e informado.</p><p>Nas aulas de CLC 3, tivemos oportunidade de falar sobre como as atividades do dia a dia, como o lazer ou até as relações sociais, são fundamentais para o nosso bem-estar. Aprendi que não se trata só de trabalhar ou estudar, mas também de saber aproveitar o tempo livre com qualidade, seja através de atividades culturais, desportivas ou simplesmente convívio com amigos o que ajuda a melhorar a qualidade de vida.</p><p>Discutimos ainda o papel da língua portuguesa e estrangeira na nossa vida privada, especialmente quando se trata de comunicação sobre saúde. Desde a leitura de folhetos ou cartazes informativos até à consulta de artigos científicos, é essencial saber interpretar e usar bem a linguagem para adotar comportamentos saudáveis. Os mass media também têm influência, por isso é importante filtrar a informação e confiar em fontes técnicas e especializadas.</p><p>Outra parte das aulas focou-se no trabalho no setor cultural e da saúde, onde aprendemos que há profissões com regras específicas, tanto em termos de condições de trabalho como de segurança social. Foi interessante ver como a comunicação profissional, tanto oral como escrita, é essencial para garantir segurança, prevenção e uma boa atuação em vários contextos.</p><p>Falámos também da diversidade de práticas terapêuticas e como estas se relacionam com diferentes culturas. Aprendi que é importante ter abertura e respeito por outras formas de tratamento e saber comunicar com diferentes interlocutores, incluindo instituições, para garantir um aconselhamento e prática terapêutica eficaz.</p><p>Finalmente, abordámos a questão do envelhecimento. Percebi que, com o aumento da esperança de vida, as atitudes perante a velhice estão a mudar. Não é apenas um processo biológico, mas também uma vivência social, e é fundamental falar sobre isso de forma informada e consciente. As novas tecnologias de informação são também uma ferramenta importante para aceder a dados sobre doenças relacionadas com a idade e para promover uma melhor compreensão da saúde ao longo da vida.</p><p>Estas aulas ajudaram-me a ver que a comunicação, a saúde e a cultura estão todas ligadas, e que é essencial agir com conhecimento, responsabilidade e respeito pelos outros, seja no nosso quotidiano, na vida profissional ou na forma como lidamos com o envelhecimento e a diversidade cultural.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-02 20:45:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fariaivo99</author>
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         <pubDate>2025-05-02 20:46:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fariaivo99</author>
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         <description><![CDATA[<p>Em nas aulas falámos de temas muito importantes, como a cidadania, o Estado, a democracia e os direitos dos cidadãos, incluindo os direitos dos trabalhadores. Estas aulas fizeram-me pensar melhor sobre o que significa realmente ser cidadão num país democrático como Portugal.</p><p>Uma das ideias que mais me marcou foi a de que a liberdade em democracia não é só fazer o que queremos. É também ter responsabilidade pelas nossas escolhas e respeitar os direitos dos outros. Isto liga-se muito ao conceito de participação, porque em democracia não basta votar de vez em quando — também temos de estar atentos ao que se passa à nossa volta, participar em associações, ou até simplesmente dar a nossa opinião de forma construtiva.</p><p>Falámos também sobre o papel da sociedade civil, e percebi que muitas vezes são grupos fora do governo (como associações ambientais, sindicatos, ou grupos de defesa do consumidor) que ajudam a equilibrar o poder e a garantir que os interesses das pessoas são respeitados.</p><p>Outra parte que achei interessante foi sobre os direitos laborais. Não fazia ideia de que existiam tantos mecanismos, como o Código do Trabalho, que protegem os trabalhadores. Mas também vimos que há tensões entre os direitos dos trabalhadores e os interesses das empresas, e que nem sempre tudo funciona como deveria. Aprendi que os direitos não são garantidos para sempre — é preciso continuar a lutar por eles e adaptá-los às novas realidades.</p><p>Finalmente, aprendemos que hoje em dia somos também cidadãos europeus, e isso traz muitas vantagens, como o direito de circular livremente entre países, estudar fora, ou até trabalhar noutro Estado-membro da União Europeia. Tudo isto está ligado a tratados importantes como o Tratado de Maastricht e o Tratado de Lisboa.</p><p>No geral, estas aulas fizeram-me perceber que ser cidadão é muito mais do que só viver num país. É estar informado, participar e agir com responsabilidade, porque todos temos um papel na construção de uma sociedade melhor.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-02 20:47:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fariaivo99</author>
         <link>https://padlet.com/fariaivo99/lmfo994zhyg6xxws/wish/3434633327</link>
         <description><![CDATA[<p>Em STC_3 percebo como a saúde não depende só do corpo, mas também da mente, da história, da ciência e até da matemática. Aprendi que os nossos comportamentos em relação ao corpo, às doenças e à prevenção são influenciados por fatores psicológicos, como a perceção, a memória ou as emoções. A forma como lidamos com a doença, seja nossa ou de alguém próximo,  pode depender tanto do apoio emocional quanto do conhecimento biológico dos sistemas do corpo.</p><p>Também é interessante ver como, ao longo da história, a forma como cuidamos da saúde mudou muito, desde as ideias antigas sobre o corpo até à criação dos sistemas de saúde pública. A ciência e a matemática ajudam-nos a tomar decisões melhores, por exemplo, ao calcular a dose certa de um medicamento ou ao prever como uma doença se espalha numa população.</p><p>No fundo, aprendo que cuidar da saúde é um ato que envolve responsabilidade individual, conhecimento técnico e também consciência social. Com tudo isto junto, consigo perceber melhor a importância de hábitos saudáveis, da prevenção e da empatia com os outros, seja na vida pessoal ou profissional.</p><p>  Em STC_7 percebo que a ciência, a tecnologia e a sociedade estão todas ligadas e influenciam-se mutuamente. Aprendi que a ciência não é só um conjunto de fórmulas e teorias, mas uma forma de entender o mundo, de fazer perguntas e procurar respostas com base em evidências e métodos rigorosos.</p><p>Vejo também que a tecnologia aplica esse conhecimento científico para resolver problemas do dia a dia, mas que essas soluções não são fixas, mudam com o tempo, como a própria sociedade muda. Já a sociedade, por sua vez, vive em constante evolução, com diferentes valores, culturas e necessidades, o que também influencia os rumos da ciência e da tecnologia. A ciência tem um papel importante nos debates públicos e decisões sociais, mas é essencial reconhecer que há interesses, poderes e opiniões diferentes. Por isso, precisamos agir de forma crítica, informada e responsável, percebendo os limites do que a ciência pode explicar e ao mesmo tempo valorizando a sua importância no desenvolvimento social e cultural.</p><p>No fundo, tudo isto ajuda-me a olhar o mundo com mais consciência e a perceber melhor o papel que posso ter numa sociedade cada vez mais tecnológica e baseada no conhecimento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-02 20:59:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fariaivo99</author>
         <link>https://padlet.com/fariaivo99/lmfo994zhyg6xxws/wish/3436975208</link>
         <description><![CDATA[<p>Nasci em Braga e foi também aí que cresci. Esta cidade faz parte de mim, com os seus lugares, sons e memórias. No entanto, a minha infância não foi fácil. Vivi momentos complicados por causa de problemas familiares, marcados principalmente pela violência doméstica. Além disso, na escola, enfrentei o bullying por ser daltónico, algo que muitos não entendiam e que me fez sentir diferente e, muitas vezes, sozinho.</p><p>Tenho três irmãos, o que tornou a vida em casa cheia de movimento, mas também de desafios. Um dos momentos mais marcantes da minha vida foi quando a minha mãe decidiu sair de casa. Eu tinha 15 anos e tudo mudou nesse dia. Foi uma decisão difícil para ela, mas necessária, e isso obrigou-me a crescer mais depressa do que o normal.</p><p>Apesar de tudo, encontrei formas de me sentir melhor e de escapar, mesmo que por momentos, às dificuldades. Gosto de passar tempo ao computador, onde me distraio, aprendo e exploro coisas que me interessam. E gosto especialmente de passear com a minha namorada, porque são nesses momentos simples que encontro paz, companhia e felicidade.</p><p>A minha história não é perfeita, mas é minha. Fez de mim quem sou hoje: alguém que aprendeu a resistir, a valorizar as pequenas coisas e a seguir em frente, mesmo quando o caminho é duro. E, apesar do passado, acredito que posso construir um futuro diferente, com mais tranquilidade, com respeito, com amor e com sonhos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-05 19:54:17 UTC</pubDate>
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