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      <title>PPP IV - Histórias de Letramento by Vicente de Lima Neto</title>
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      <description>Qual a minha primeira lembrança?</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-02-23 19:27:25 UTC</pubDate>
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         <title>Essa foto, clássica da minha geração, foi tirada no jardim 1, em 1989. Estava no processo de alfabetização, que se iniciou em casa, pela minha mãe (que é professora alfabetizadora até hoje) e pelos exemplos do meu pai, grande leitor. Minha primeira lembrança é a de ver meu pai lendo fervorosamente, e eu, ao lado dele, sem saber ler, mas desejando entender o que aquele monte de sinal (as letras) significava... </title>
         <author>vicenteneto</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Vicente de Lima Neto</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-23 19:30:58 UTC</pubDate>
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         <title>Ramom da Silva Paiva</title>
         <author>ramomspa</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Bom, eu não me lembrava bem como havia sido o meu primeiro contato com a escrita e a leitura.  Então, eu pedi  a minha mãe que me contasse o que ela lembrava dessa fase da minha vida. Minha mãe me disse  que eu fui para a creche  com 4 anos de idade e não sabia nem as letras do alfabeto, passei um ano na creche, mas não progredi em nada, nem na leitura e nem na escrita. No ano seguinte, fui para a escola, sem saber quase nada, foi na alfabetização escolar que comecei a ler e a escrever, mas pouco em comparação aos meus colegas de classe. Ao final do ano, fui aprovado, porém, minha mãe conversou com uma das minhas professoras "Tia Graça", e falou que seria melhor eu fazer novamente a alfabetização, pois eu ainda não sabia ler e nem escrever bem. Eu não me recordo bem, mas sei que não gostei nada da história de ter que repetir a alfabetização, sendo que, meus amigos haviam avançado de série. Então, eu fiz novamente a alfabetização, mesmo sem querer,  durante o ano letivo desenvolvi muito mais a leitura e a escrita. Mas, como minha caligrafia era muito pequena, minha mãe mandava todos os dias eu reescrever as tarefas de casa, para que assim eu aumentasse o tamanho da letra, já que ninguém conseguia entende-la. Hoje, eu percebo que a escolha que minha mãe fez, para que eu refizesse a alfabetização, foi a melhor coisa para a minha aprendizagem. Minha mãe foi fundamental no meu processo de escrita e leitura.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-08 00:03:40 UTC</pubDate>
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         <title>Maria da Conceição Sales de Almeida                                                       Bom, antes de tudo, queria agradecer pela atividade, porque como falei na nossa aula, ela me proporcionou um momento muito divertido e especial com minha mãe. O meu primeiro contato com a leitura/escrita se iniciou quando eu era muito pequena ainda, ficava observando minha tia escolher alguns livro de histórinha que ela iria ler para os seus alunos na sala de aula. Com isso, aqueles livrinhos passaram a me chamar ainda mais atenção, então foi dai que eu pessei a pedir para minha mãe sempre ler para mim e soletrar as palavras que estavam escritas no livro, para que eu pudesse escrever uma por uma. </title>
         <author>ceicaosalesas</author>
         <link>https://padlet.com/vicenteneto/lm4gkvmviueqh2ar/wish/1279685257</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <pubDate>2021-03-08 00:24:15 UTC</pubDate>
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         <title>Larícia de Araújo Felício</title>
         <author>lariciaaraujo123</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao pensar em primeiro contato com o letramento logo me vem a cabeça quando comecei a ir á escola e também de toda aquela alegria do primeiro dia de aula. Eu fiz um ao de pré-escolar e foi ai que comecei a ter os primeiros contatos com a escrita primeiramente, e com tentativas de leitura (rsrs) acho que li na primeira série, quando surgiu essa atividade perguntei a minha mãe algumas coisas mas ela assim como eu não lembrava. Eu adorava ir á escola e adorava minhas professoras, assim que chegava em casa da escola já queria fazer o dever de casa, minha mãe queria deixar pra depois mas eu chorava se não fizesse logo que chegasse. Era bem cansativo as idas a escola todos os dias, principalmente para uma criança, já que eu morava na zona rural tinha que ir todo dia cedinho e voltar para casa da cidade para a zona rural novamente, mas mesmo com tudo isso o que importava era fazer o dever de casa imediatamente. Quem me ajudava com as atividades era minha mãe, mesmo com poucos anos de estudo, mas o que eu precisava de ajuda naquela época era suficiente para ela poder ajudar. Bom, e foram essas as minhas lembranças dos primeiros contatos com o letramento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-08 11:30:02 UTC</pubDate>
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         <title>Jonas Vieira da Silva</title>
         <author>jonasjonasv2016</author>
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         <description><![CDATA[<div>Recordo-me que meus primeiros contatos com a leitura foi de uma maneira digamos, "engraçada". Quando era pequeno, quando tinha por volta de uns 5 anos acho, Recordo-me que costumava ir diariamente a residência dos meus avós, hábito esse que tenho até hoje, porém quando era menor, ia com mais frequência. Costumava passar muitas vezes até a semana toda na casa de vovô e vovó, em umas dessas idas, minha avó estava organizando uma estante de livros, e um em especial me chamou a atenção, um catálogo telefônico com os nomes e números dos assinantes da época que possuíam o serviço telefônico. O livro me chamou a atenção pela capa que ilustrava uma gravura que não me recordo qual era, perguntei a minha avó o porque aquele livro não ter nenhuma imagem, só letras, ela me respondeu que era um catálogo com nomes e números dos assinantes telefônicos da época, fiquei curioso e logo me veio o interessede aprender a ler, pouco tempo depois com a ajuda dos meus pais e avós, já estava lendo um pouco, peguei o velho catálogo e comecei a ler as páginas dos assinantes de minha cidade, fiquei impressionado ao descobrir endereços de pessoas algumas falecidas que davam nomes a ruas de nossa cidade, e mais impressionado ainda em encontrar o número da casa dos meus avós na lista.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-08 13:34:34 UTC</pubDate>
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         <title>Milton Nunes de Almeida Filho</title>
         <author>miltonnunes626</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando trago à memoria as imagens dos primeiros contatos com leitura e escrita, elas são mais frequentes na escola mesmo, minha mãe só estudou até a 4° serie, meu pai só tinha estudado até a 8° antes de parar de estudar para trabalhar, com intenção de ajudar meus avós. Com uns 19 anos ele entrou para polícia militar, voltou a estudar aos 29 anos com intenção de terminar o ensino médio, para tentar um outro emprego e sair da polícia. Pois ele dizia que era muito perigoso e queria outra coisa para ele, mas foi nesse mesmo ano que ele morreu. Nenhum dos meus avós tiveram estudo além saber ler e escrever o nome. Então, não tive muito contato com leitura em casa. Das coisas que podem ser encontradas no início do meu letramento posso destacar: A formação das primeiras silabas, a descoberta das palavras, as leituras em conjunto na sala de aula, toda a evolução do aprendizado, mas acho que algo que gostaria de destacar, foi o momento em que a professora falou para irmos a biblioteca, lá estavam uma porção de livros encima de uma mesa. Deveríamos escolher um para levar para casa, para lermos sozinhos. Agora o desafio era maior, era “caminhar com as próprias pernas” no mundo da leitura, era um momento só meu, sem professora, sem colegas, terminar a leitura do primeiro livro. Imaginando hoje esse momento, com o entendimento que agora tenho. Eu teria marcado a data, o nome do livro e etc. Certamente foi um momento marcante, nós lemos vários livros durante esse período. Inclusive, eu mantive essa pratica, de vez enquanto eu ir na biblioteca da escola pegar algo para ler em casa, tive de ir também muitas vezes a biblioteca publica da cidade para pegar um livro para viajar no mundo da leitura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-08 16:07:59 UTC</pubDate>
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         <title>Marisa de Fátima Alves Freitas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Não me lembro ao certo a idade que eu comecei a ler, minha mãe diz que foi com 6 para 7 anos. Ingressei na primeira série já tendo conhecimento sobre as letras e como reproduzir os sons das palavras. Eu lembro que sempre folheava livros e revistas, e uma das minhas histórias favoritas era "festa no céu", de uma coletânea de livros que minha mãe tinha me presenteado. Eu mergulhava fundo na minha imaginação, lia e já criava outra história por cima.<br><br></div><div> Após a descoberta da leitura, eu já escrevia algumas palavras e na escola fui aperfeiçoando cada vez mais minha escrita. A professora incentivava escrever bilhetes, minha mãe sempre me incentivava a escrever cartinhas em datas comemorativas. Aniversários, natal, ano novo...<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-08 18:13:13 UTC</pubDate>
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         <title>Lucas de Morais Bezerra</title>
         <author>lucasmbezerra18</author>
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         <description><![CDATA[<div>Eu não tenho muitas lembranças dos meus primeiros contatos com a leitura e a escrita. A única lembrança que tenho sobre o letramento foi por volta dos meus 5 para 6 anos de idade, meus pais e uma tia minha começaram a tentar me ensinar a ler e escrever, mas de início eu não desenvolvia na leitura, porém, meus pais compraram livrinhos de histórias em quadradinhos e partir disso eu comecei a desenvolver minha leitura e posteriormente a escrita. Lembro que as imagens, as figuras, as folhas coloridas da HQ chamavam minha atenção e me influenciou a começar a ler e escrever. Era divertido esse tempo das histórias em quadrinhos, era um momento especial e serviu muito para o desenvolvimento do meu letramento. </div>]]></description>
         <pubDate>2021-03-08 20:26:14 UTC</pubDate>
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         <title>LARISSA ABREU DO NASCIMENTO</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-08 23:05:02 UTC</pubDate>
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         <title>Jeny Torres de Morais          Olá, vou começar a contar a meus primeiros letramentos começando pela minha história pois não posso esquecer das minhas origens, nasci em São Paulo, mais hoje moro no Sitio Apanha Peixe, uma comunidade muito bonita e cheia de paz e muitas pessoas que amo desde quando cheguei. Como cheguei até aqui? Na verdade, é um pouco doloroso falar, mais fui abandonada pela minha mãe aos quatros anos de idade, e tive que vir pra esse sitiozinho onde a família do meu pai me criou muito bem. De inicio, eu não gostava muito de estudar talvez pelos meus traumas que sofri na infância, foi um período bastante difícil cheios de altos e baixos. Com a ajuda da minha família entrei para escola lembro que minha primeira professora foi tia Erika uma super  professora que fez parte da minha história e me ajudou no meu letramento , mas acredito que não foi aqui que comecei o meu primeiro contato com o letramento, pois desde que cheguei fui criada e ensinada nos caminhos do evangelho, minhas primeiras leituras foi através dos ensinamentos bíblicos, versículos e lindas histórias contadas pelo meu avó, parte essa da minha história que me orgulho muito. Sou de uma família onde muitos são professores e através deles e da ajuda do meu pai que mesmo ele morando longe me ajudaram a ler escrever e a ser um ser humano de bem. Apesar das dificuldades e duvidas de qual curso deveria cursar, cheguei até a academia de Letras Português com muito esforço. Em fim, minha história me faz auto refletir de que se a gente acredita a gente consegue.</title>
         <author>jenynhatorres</author>
         <link>https://padlet.com/vicenteneto/lm4gkvmviueqh2ar/wish/1284829232</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-08 23:06:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>suzileidecosta</author>
         <link>https://padlet.com/vicenteneto/lm4gkvmviueqh2ar/wish/1285006872</link>
         <description><![CDATA[<div>lembrome </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 00:27:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Suzileide Kelly</title>
         <author>suzileidecosta</author>
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         <description><![CDATA[<div>lembro-me bem de minha mãe fazendo desenhos em pontilhados para eu cobrir até aprender a desenhar... Do meu irmão mais velho lendo mais eu queria ouvir a leitura dele com a voz da pessoa que escreveu aquilo, (kkk quanta inocência). Já na casa  da minha avó era diferente ela fazia palavras cruzadas e como eu achava difícil ela me ensinou a pegar um texto e contar a quantidade de cada letra presente nas palavras, ex:"Machado de Assis". a:3 c:1 d:2 e:1 h:1 i:1 m:1 s:3. Nessa época eu já conhecia a leitura mais nunca tinha prestado atenção nas palavras, eu lia mais a leitura não tinha um sentido porque quando terminava uma palavra já tinha esquecido da outra, em fim essa técnica da minha avó fez com que eu entendesse o que o texto queria passar, por me entrosar mais com as palavras. Nunca tive problemas na escola, pois os professores eram pacientes e me ensinava perfeitamente o som de cada letrinha, as sílabas, até conseguir juntar a palavra, (minha primeira palavra foi a-ba-ca-xi), na escola tinha prêmios por mês pra quem lia mais livros e como eu não era muito fã de leitura para mim era um incentivo, dai eu comecei a ler e mergulhava nos diversos livros... todo ano viam novos livros e eu lia todos os textos (pequenos) dos livros antes mesmo do dia da aula. E assim foi meus primeiros contatos com o letramento. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 00:28:11 UTC</pubDate>
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         <title>Vitória Cristiane Nunes de Lima</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/vicenteneto/lm4gkvmviueqh2ar/wish/1285125168</link>
         <description><![CDATA[<div>Meus primeiros contatos com a leitura começou muito cedo, lembro que aprendi a ler no intuito de ajudar ao meu avô, que era analfabeto. Comecei em uma aulinha de reforço, que fui aprendendo, uma parte engraçada é que eu aprendi ler soletrando, e não conseguia sair disso, queria sair lendo tudo por aí, só que soletrando, foi muito difícil pra sair desse processo e ler normal, porém com 6 anos consegui. O primeiro livro que li para o meu avô, foi os três porquinhos, desde de então fui evoluindo. Hoje sou grata por esse aprendizado, e pelo meu avô que foi minha maior motivação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 01:04:04 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriele Brilhante de Brito </title>
         <author>brittogaby49</author>
         <link>https://padlet.com/vicenteneto/lm4gkvmviueqh2ar/wish/1286972054</link>
         <description><![CDATA[<div>Minha primeira experiência com a leitura e a escrita foi quando eu era bem pequena. Nesse período meu pai trabalhava/morava em São Paulo e só vinha para casa uma vez ao ano. Lembro que ele sempre me trazia historinhas infantis, painho adorava comprar historinhas e eu adorava inventar historinhas sobre as historinhas.  Eu era uma criança criativa. Em uma memória um tanto vaga, mas significativa e especial de uma fase feliz da minha vida, recordo desse momento.  Ele se passa em um mercadinho próximo a minha casa, no qual minha mãe fazia compras. Como eu era muito pequena ela sempre me levava com ela para que eu não ficasse sozinha. Eu era uma criança que gostava demais de comer pipoca, se eu pudesse comia todo dia. Um dia eu e minha mãe fomos ao mercadinho como era de costume. Quando eu cheguei eu perguntei se havia pipoca, mas minha mãe não querendo mais comprar pipoca disse ao homem do mercadinho que me dissesse que não tinha. Então, eu criei a brilhante ideia de procurar a figura/ imagem da pipoca no pacote, com o proposito de provar que tinha. E assim eu fiz, procurei, achei e provei que tinha. Assim eu fiz minha primeira leitura de imagem. Minha mãe  complementa essa história me dizendo que depois eu soube que as imagens tinham significados para os produtos eu não queria mais parar de saber as coisas que tinha no mercadinho. Nesse mesmo período eu morava ao lado de pessoas até hoje são muito especiais para mim, eu sempre passava as tardes lá. . Minha vizinha socorro era professora e sempre fazia a correção das provas em cima da mesa da cozinha e colocava vistos com canetinha vermelha, as vezes ela me dava pedaços de folha pra eu fazer correções também. Aí eu inventava historinhas para Porquinho (porquinho é um homem que até hoje tenho muito carinho e esse era o apelido dele).  Nesses pedaços de papéis eu colocava tudo eu sabia, era um tanto confuso, pois não havia uma sequência, eram coisas do tipo:  coração, o numero 2, talvez o 3 e o 4, bolinha, boneca, A e o I, assim por diante, depois eu lia para Porquinho. Minha vizinha Socorro, tinhas duas filhas, Sabrina e Suely, e um filho, Samir, eles também eram muito apegados  a mim e viviam me ensinando sobre as coisas.  Outra memória que eu tenho, sou eu sentada na cama e  como não havia quadro, nem lousa elas colavam folhas brancas na parede e lá iam fazendo as tarefas. começavam com a,e,i,o,u, depois foi o alfabeto e assim por diante. Dessa maneira eu fui aprendendo, inclusive, lembro que assim que aprendi a fazer meu nome, foi o dia que eu peguei um batom de Socorro e fiz meu nome na parede, esse dia ela não sabia se ria ou se ficava com raiva, rsrsrs. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 11:45:10 UTC</pubDate>
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         <title>Rudávia de Almeida Sinezio</title>
         <author>rudaviasinezio</author>
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         <description><![CDATA[<div>Bom eu não lembro exatamente do meu primeiro contato com o letramento mas uma lembrança muito boa que eu tenho é de eu chegando com minhas tarefas da escola e o meu pai me ajudando as vezes com pouca paciência mas a maioria das vezes era muito legal. Eu comecei a ir para a escola com sete anos pois a gente morava no sitio e minha mãe não podia ir comigo pois tinha os afazeres de casa e me achava muito novinha para ir sozinha antes dos sete anos. Outra lembrança muito boa é da minha professora, ela era um amor de pessoa, carinhosa, tinha toda paciência do mundo com  os alunos  e tinha uma voz tão suave e doce. Minha tia Carmem. Inclusive ela é mãe de Maria Alice uma das alunas de Letras Português da UFERSA. Eu assim que chegava em casa já gostava de fazer as atividades que ela mandava ai entra o meu pai e minha mãe que me ajudavam quando eu não sabia fazer sozinha, minha mãe me ajudava menos dizia que não sabia pois não teve muito estudo meu pai me ajudava mais como eu já disse acima as vezes com pouca paciência mas dava tudo certo no final. É isso essas são algumas lembranças que eu tenho dos  meus primeiros contatos com o letramento. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 12:22:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Maria Eretúzia de Oliveira Morais</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 13:28:50 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Eretúzia de Oliveira Morais (Erê/Tútúa)</title>
         <author>eretuziamorais</author>
         <link>https://padlet.com/vicenteneto/lm4gkvmviueqh2ar/wish/1287426066</link>
         <description><![CDATA[<div><br>   Oi, Tudo bem? . Eu me chamo Tútúa e juntamente com vocês, venho aqui fazer uma viagem no tempo. Estão preparados?!, eu tento tá, mas prometo que meus olhos estão cheios de lágrimas.<br>    Eu Menina de interior, correndo de pés descalço nesse Sertão do Sítio Ponta 2 no interior do Apodi/RN, fui alfabetizadas por mais Humildes, amorosos e simples.É o seguinte, lembro-me bem que a todas as manhãs meu Pai colocava no rádio aquelas cantorias, sabe?! Isso ai, aquelas dos repentistas. E normalmente todas as manhãs eles acabavam repetindo algumas vezes essas cantorias, eu acabava decorando grande parte delas. Ou frases tbm. <br>   Meu contato com a Leitura foi bem poético, humilde.Eu lembro da Criança curiosa que era, como eu não tinha TV e nem energia em casa eu aproveitava a vida de uma outra forma, eu tinha contato com as latas de leite ninho para fazer meus Brinquedos, tinha contato com várias embalagem que eu utilizava para me divertir, dessa forma eu ia conhecendo as letras. Meu Pai que não é alfabetizado, sempre me ensinava a decorar nomes de materiais de construção, pois ele é agricultor e também é predeiro, então. Eu decorava o maior número de nomes que eu conseguia. Minha mãe que ler um pouco, começava a ler suas estórias que ela mesmo encontrava em algum livro didático, e também sempre contava as estórias que os meus avós contava para ela. Todos os dias, minha mãe contava as mesmas estórias, as mesmas palavras e consequentemente eu acabava decorando. Eu lembro que sempre ela comprava caderno para eu ir escrevendo palavras pequenas, palavras que ela ditava, palavras que ela encontrava nas embalagens. E eu acredito que meu processo de alfabetização foi Incrível, pessoas que são simples e que só fizeram o 4 ano do Ensino Fundamental foram as Pessoas que me alfabelizaram. 😢😢😢😍😍<br>   Eu sou muito feliz e emocionada por isso, pois quando não tinha um caderno disponível eu escrevia na terra molhada para ficar mais legível. É tanto que quando eu cheguei na Escola, eu já sabia ler. Sabe, o quanto foi emocionante ei eu chegar até a sala de aula. Nossa, eu sempre tive uma paixão imensa por Estudar, por conhecer. Uma Menina simples, que todos chavam de doidinha, que era mais anormal do sítio que eu moro, eu sempre fui uma Pessoa bem sem noção sabe. Vivia no mundo da lua, corria. Pegava as catembas de côco e fazia uma cavalo, pegava uma sacola preta e fazia meu blezer.<br>  Sim?!, nem contei a vocês, com 9 anos eu tive meu primeiro contato com revistas né?, Então. Eu via as Pessoas famosas sabe, então. Claro, desde pequena meu sonhos era ser uma Estrela, usar blezer, brilhar. Então, como eu era eu sou, uma Pessoa bem viajona e sem sentido kkk, eu pedia para os meus Pais fazerem uma espécie de pé de cavalo, para ser o suporte do meu cavalo, pegava o talo da carnaúba e minha sacola/blezer. Pronto, estava eu lá. Bem famosa, nós meus pensamentos. Então, sabe. Eu preocupava nomear tudo. Tudo tinha um nome, e eu procurava aprender. Então, Mainha ia lá em me ensinava como escrever. Lembro também que sempre amei animais, então como eu moro no sítio, eu procurava aprender os nomes dos animais, e dar nomes próprios a eles. Krs . Com uma infância Humilde, cheguei na Escola. Nossa, era tão difícil. Eu acordava às 5 da manhã e ia a pé, andava mais de 3 quilômetros, era eu, minha mãe e meus Primos. Chegava até a Escola suada, atrasada e muito cansada. Então, eu sabia que tinha que fazer meu melhor. Claro, eu não ia sair de casa prometendo uma vida melhor para minha família e não fazer meu melhor. Eu precisava fazer meu melhor. Terminava a aula, e minha mãe ou meu Pai vinha me buscar a pé. Meu Deus, chegava tão cansada em casa, com calor, suada e com fome kkk. Depois de anos tendo esse mesmo destino, e várias Pessoas rindo da minha forma de falar por que sempre fui do sítio, da minha forma de ser, bem sem noção. Fui destaque na minha Escola, procurei dar meu melhor. Até que, na minha casa teve a primeira TV, nossa. Eu era fascinada, meu sonho era entrar na TV kkk, eu falava com as Pessoas na TV, pois achava que elas me vinham kkk, era bem interessante e quando eu lembro engraçado. Sim, eu esqueci de contar uma coisa para vc, comecei nas palavras mais grandes, lia as bulas de remédios, vixe achava umas palavras chiques que eu dizia no dia a dia sem nem saber o que era, Kkk<br>   Pronto, comecei a me esforçar na Escola, fui para o Ensino Fundamental na Cidade. Nossa, ninguém acreditava em mim lá. Somente Painho e Mainha acreditavam na minha capacidade, nossa. Se vocês souberem como foi difícil. Cheguei na Cidade, tão quieta. Sabe, ai tinha muitas salas lá, errava as salas kk, e grande parte da Escola dizia que eu dava um mês lá. Mas, eu sempre amei quando o Pessoal duvidava de mim kk, pois eu fazia o meu melhor. Nossa, estudei tanto com medo de não conseguir e conseguia me dar bem, graças a Deus e a meus Pais. <br>  Agora, vamos viajar para uma Pé adolescente. Eu bem vida louca kk, fui para o Ensino Médio. Nossa, sempre muito complicado. Muitas vezes, quando chovia eu ia para Escola de canoa e depois pegava o ônibus. Ai, tá lá . Eretúzia no 1 primeiro ano do Ensino Médio na sala 5 e na seção B.  Aquele ano eu dei o meu gás, pois eu queria muito uma oportunidade de Estágio em um Banco da minha Cidade. Então, fui para entrevista. Cheguei bem antes, mas eu falei tanto, conversei e me senti a vontade. Eu e minha família, pois eu não sou nada sem eles conseguimos. Fui Estagiar no Banco do Nordeste. Então, foi assim: Estuva de manhã, trabalhava a tarde e a noite fazia um cursinho que eu também tinha ganhado em uma prova. Saia de casa às 5, pegava ônibus. Chegava às 12 pq o ônibus atrasava. Almoçava e ia para o trabalho às 13, saia do trabalho às 5 horas. Vinha para Casa jantava. Ia eu, Pai e Mãe em um só transporte. Chegava no Cursinho às 6:30 e saia às 10 horas. Chegava em casa às 10:30, quando tinha alguma atividade às 11 horas. Chegava em casa e ia fazer minha atividades da Escola. Nossa, foi muito difícil. 😢😢😢😢. Consegui a UFERSA, com um bem maior em Ensinar ao meu Pai a Ler e Escrever, pois ele sempre tinha vergonha em ser letrado por uma Pessoa que era sua Filha e não uma Professora. E aqui estou, meus amigos 😍😢</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 13:41:26 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Eduarda Cabral De Oliveira Freitas</title>
         <author>eduardafreitas144</author>
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         <description><![CDATA[<div>O primeiro contato que tive com a escrita, se deu a partir dos meus 6 anos de idade no qual o meu intuito principal era escrever o meu nome completo e o nome das bonecas que eu desenhava,  foi a partir desse motivo que minha vontade de escrever e  o contato com a escrita foi aumentando. O contato com a leitura não foi diferente, ler e escrever eram dois processos desafiadores para mim e eram ligados um ao outro, reescrevia meu nome diversas vezes e tentava ler as sílabas das palavras até juntar,  formava diversos nomes para minhas bonecas de desenho. E esses nomes me fazia questionar a escrita e leitura, como por exemplo: porque existe Carol com c e Karol com k? O fato de sempre querer saber o porquê das coisas foi o que me ajudou no processo de letramento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 13:57:58 UTC</pubDate>
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         <title>Edileide de Oliveira Rodrigues</title>
         <author>edileiderodrigues3</author>
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         <description><![CDATA[<div>O meu primeiro contato com a leitura e escrita foi em casa com minha mãe, como a escola ficava longe de casa e não tinha transporte, ela resolveu me ensinar o pouco que ela sabia. Lembro que quando comecei a ir realmente a uma escola, eu já sabia ler e escrever diferente das outras crianças que ainda estavam começando a conhecer as letras e isso me deixava muito feliz, pois o pouco que tinha aprendido tinha sido com minha mãe que estudou até 3º série.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 14:39:14 UTC</pubDate>
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         <title>Mítria Lourrane Jácome Pessoa</title>
         <author>mitriapessoa</author>
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         <description><![CDATA[<div>Meu primeiro contato com a leitura e escrita, foi quando criança. Comecei a ler com cinco/seis anos. Minhas irmãs mais velhas já iam para escola, então eu também queria fazer parte desse meio, por isso desde nova eu chorava para ir à escola. E quando fui, eu amava estar lá, pois eu sempre fui estimulada a estudar. Meus pais são pedagogos e ambos me influenciaram a estudar. Ter contato com livros era algo muito natural na minha casa. Em casa, meus pais sempre me influenciaram e minhas primeiras leituras foram em uma coleção de livros de historinhas, o meu livro favorito era o da chapeuzinho vermelho. Meu pai era professor e me dava algumas atividades que produzia para os alunos, ele sempre teve muita paciência para me ensinar. Lembro-me que no meu mundo de descobertas com a palavras, sempre que tinha dúvida em alguma e qual era seu significado, ele pegava o dicionário e lia para mim a palavra e seu significado, assim ele me incentivou a aprender e enriquecer meu vocabulário, aprendendo sempre palavras novas. Minha mãe todos os dias me botava para escrever o alfabeto e as vogais, com intuito de me incentivar e assim eu fui aprendendo aos poucos. Na escola, eu me lembro do meu livro da alfabetização, em que todos os dias eu estudava uma letra do alfabeto. Era estudado as palavras que começavam com tal letra, juntar sílabas e assim formar palavras, também sempre tinha uma pequena leitura. Comecei lendo pequenos textos, lia todas as placas que tinham nas ruas, rótulos de produtos, para então começar a ler livros. Então, esse foi o meu primeiro contato com a leitura e meu processo de aprendizado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 15:10:50 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Eduarda Câmara Gomes</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Sobre meus primeiros letramentos,     não tenho muitas lembranças, mas as poucas que guardei, foram da minha avó, e sempre vou lembrar com muito carinho , pois mesmo sem ela ter muitos conhecimentos, e independente de não ter um alto grau de escolaridade, sempre me ajudava no que podia, e no que sabia. Quando já conseguia ler, com seis anos, ela ficou muito feliz , e sempre que chegava algum conhecido em sua casa ela já falava: minha neta com seis anos já sabe ler. Minha avó, mesmo sem saber, contribuiu bastante na minha formação, por sempre acreditar em me, por notar o meu esforço em cada coisa que fazia, embora que para outras pessoas não tivesse muita importância, e sem dúvida me ajudou a chegar até aqui, em uma universidade pública, que sempre foi um sonho para ela, e para muitos pais que não tiveram as mesmas oportunidades que temos hoje, por terem enfrentados dificuldades, principalmente dificuldades, principalmente na área financeira, e desde de cedo ter que ajudar a seus pais nas despesas de casa. Acredito que tenho poucas lembranças, por que sempre gostei de aprender só, e por na verdade não ter muitas pessoas que se interessasse em ler algo para me, ou me ajudasse em algo. Mas desde cedo, antes mesmo de começar o ensino infantil, já tinha tanta vontade de ler, que ficava inventando histórias através das gravuras que contia nos livros, as gravuras me chamava muita atenção, e me fazia ir além da imaginação , despertando cada vez mais o meu interesse pela leitura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 15:57:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>JOSE FERREIRA DA SILVA <br></strong><br></div><div> <br><br></div><div>Meu primeiro contato com a leitura e escrita, foi logo quando meu irmão mais velho ingressou no ensino fundamental I, como ainda não tinha idade para ingressar, procurava junto a minha mãe, que não concluiu o ensino fundamental I, mas sabia ler e escrever, ela me ensinava com pedaços de revistas, jornais e até livros velhos rasgados,  que ainda podiam aproveitar as frases . Posso dizer que tive que aprender duas vezes, pois logo depois que obtive a leitura e consequentemente a escrita e já no ensino fundamental I, sofri um acidente com explosivos, e a consequência foi o esquecimento de tudo que aprendi ( ler),  o meu rosto desfigurado e perda traumática do dedo polegar esquerdo, causou uma série de dificuldades para voltar a escola, pois imagine, um criança que não tinha nem mesmo nove anos, estava “deformada”, e o que eu mais temia era não ser mais aceito pelos meus amigos escolares, pois eu era já diferente deles. Não foi nada fácil eu mesmo me aceitar para eu voltar a escola, como eu era canhoto, tive que fazer uma adaptação, não conseguia mais escrever com a esquerda, mas a mão direita  estava a minha disposição, consegui me adaptar a mão direita para escrever, logo quando voltei a escola tive que aprender tudo de novo, era mais atrasado do que os outros alunos, mas consegui. Sempre quando uma criança passa por processos traumáticos, dificilmente elas conseguem superar esses processos que foram vividos por ela. Na minha “caminhada para aprender a ler”, tive vários desestímulos vindas de professores que não entendia o processo que passei, diziam “você não aprende mais” , você é burro não vai mais  aprender a ler”, entre outras frases e quase que caia nessa estória dos professores. Indo completamente na mão contraria daqueles negacionistas, que diziam que eu não ia consegui, eu consegui aprender a ler. Claro que um grande processo traumático, sempre vem acompanhado de outros processos traumáticos pequeninos, e isso só faz com que a criança desestimule, e não queira mais. Meu caso foi diferente consegui vencer e terminar o ensino fundamental I, II, Ensino médio e agora estou arriscando em terreno universitário, acredito que como consegui superar os negacionistas pela minha força de vontade, acredito que cons<br>eguirei vencer esse terreno universitário. <br><br></div><div>“Se a boca se cala, falam as pontas dos dedos” (Sigmund Freud) <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 16:19:56 UTC</pubDate>
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         <title>Marília Bezerra da Costa</title>
         <author>mariliacosta18315</author>
         <link>https://padlet.com/vicenteneto/lm4gkvmviueqh2ar/wish/1288836056</link>
         <description><![CDATA[<div>Meu primeiro contato com a leitura e a escrita aconteceu em casa, já que comecei a ir para a escola muito tarde. Esse  contato aconteceu através das minhas primas que eram mais velhas e já frequentavam a escola, então lembro que ia sempre para a casa delas e esse contato com as letras e os livros despertou muito meu interesse. Assim, fiquei com muita vontade de ir para a escola e mais vontade ainda de também aprender a ler e escrever. Lembro que aprendi a ler e escrever logo no primeiro ano que passei a frequentar a escola e isso me deixou muito feliz. Uma ótima lembrança que tenho foi logo quando aprendi a escrever,  minha irmã e eu aprendemos a escrever no mesmo tempo e assim que chegávamos da escola, pegávamos uma folha em branco e escrevíamos todas as palavras novas que a gente tinha aprendido naquele dia e depois a gente comparava as duas folhas para ver quem tinha aprendido mais palavras. Dessa forma, a gente ia sempre compartilhando o aprendizado juntas. Eu ensinando a ela o que tinha aprendido, e ela me ensinando o que ela aprendia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 17:26:14 UTC</pubDate>
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         <title>Marina Bezerra da Costa</title>
         <author>marinacosta90486</author>
         <link>https://padlet.com/vicenteneto/lm4gkvmviueqh2ar/wish/1288862164</link>
         <description><![CDATA[<div>O meu primeiro contato com a leitura e a escrita começou em casa, embora os meus pais não tivessem esse hábito de ler e escrever, usando apenas quando necessário. Mesmo assim eu sempre tive curiosidade e muito interesse pelas letras e números, e sempre que via um ficava tentando imaginar/adivinhar o que significava. Uma das lembranças que tenho é que como sou uma das mais novas entre as minhas primas, então todas elas começaram a frequentar a escola primeiro, com isso eu sempre ia pra casa delas com interesse nos livros e cadernos delas e tudo relacionado a escola. Esse meu interesse pela leitura e a escrita sempre foi acompanhado pela minha irmã, e uma lembrança muito engraçada que tenho sobre essa nossa vontade de aprender é que nós ficávamos vendo aqueles cadernos das nossas primas e tentando decorar como escrever, já que a gente não conhecia nenhuma letra. Então quando chegava em casa nós pegávamos um caderno e íamos rabiscando cada linha como se tivesse escrevendo um texto ( mas não tinha nenhuma letra, só riscos), depois a gente ia ler uma para outra, criando uma história da nossa imaginação e fingindo que era o que estava escrito ali.  Isso só fazia aumentar o meu interesse e vontade de começar a ir pra escola. Somente com 7 anos de idade que eu comecei a estudar, fui direto para o ensino fundamental I e aprendi a ler logo no meu primeiro ano. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 17:30:33 UTC</pubDate>
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         <title>Ingryd Giselle Tertulino de Brito</title>
         <author>ingrydbrito335</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para começar, tive contato com as leitura e escrita muito cedo, diante das minhas dificuldades depois do nascimento, tive que me consultar com um fonoaudiólogo para desenvolver minha linguagem oral e escrita. Não é algo que eu me lembre, mas sei que passei por isso, minha mãe também havia me contado. Então entrei na escola com 4 anos e já tinha contato com as letras. Porém, o que me lembro de fato é de que após ter entrado na escola, tive um contato com mangá, que são quadrinhos japoneses, achei muito interessante por conta dos desenhos diferente dos outros e das histórias. Nessa época eu já tinha aprendido a escrever e a ler, por já ter tido contato antes de entrar na escola, então isso me ajudou a desenvolver melhor. Eu não lembro com muita clareza, mas tinha na biblioteca da escola vários desses, que eram uns quadrinhos com desenhos e as falas das personagens na bolinha. Até pouco tempo eu ainda tinha esse mangá, que daí surgiu minha paixão por Dragon Ball e demais mangás/animes.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-03-09 17:45:20 UTC</pubDate>
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         <title>Joyce Larissa de Oliveira Batista</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A lembrança que tenho do meu tempo de alfabetização é muito vaga, pois não frequentei o pré-escola, muitas das coisas que aprendi foi com meu nível fundamental, lembro que era nos passado  livros de histórias infantis como a bela e a fera entre outros, comecei a frequentar escolas particulares com minhas primas, mas como penetra pois minha mãe não tinha condições de me matricular em uma, mas, a professora era muito boa pois, ela também me ensinava, e foi lá que tomei conhecimento da leitura e escrita, na minha escola de nível fundamental foi onde me aprimorei mais, tanto na leitura como na escrita.    <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 18:04:54 UTC</pubDate>
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         <title>Erika Edmila Veras do Carmo</title>
         <author>erikaveraas</author>
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         <description><![CDATA[<div>Recordo-me bem pequena passando alguns dias da semana, fins de semanas e feriados sem exceção na casa da minha avó materna a quem eu sempre me referia a ela como mãe e sempre a admirei muito. Sem dúvidas ela foi minha maior incentivadora e modelo que sempre quis seguir. Eu a via elaborando e corrigindo provas, aulas e demais atribuições que tem um professor e isso me fascinava muito. Sempre expressava o meu desejo em ser professora assim como ela era. Ela sempre foi meu maior incentivo e meu maior ponto de apoio na leitura e escrita. Errando e começando de novo ela esteve comigo e ajudá-la a limpar, arrumar, organizar e ler capa por cada de seus diversos livros, acompanha-la a escola e ser sua ajudante chamava muito minha atenção. Era de muita alegria para mim e sempre que eu a via lendo, escrevendo, corrigindo ou planejando as próximas atividades me levava a pegar meu livrinho, caderno ou papelzinho e ia tentar copiar o que ela fazia. Adorava vê-la me estimulando na leitura e escrita por que sabia que estaria cada passo mais perto em me tornar uma incrível profissional como ela. Ainda lembro da alegria que foi a evolução da leitura “gaguejada” para a leitura fluente, me sentia a ultima bolacha do pacote.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 18:13:06 UTC</pubDate>
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         <title>Hemeterio Henrique Menezes Silva </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Meus primeiros momentos com a escrita aconteceram na escola. Me recordo da minha primeira professora. Ela entregava para cada criança um caderno e nele a gente ficava escrevendo palavras e desenhando. Nesses primeiros períodos tenho poucas lembranças. Mas em seguida, a partir da 1º série, foi que eu tive um contato maior com a leitura e escrita. Entretanto, no início eu tinha dificuldade em realizar leituras. Sendo assim, quando eu ia passar a tarde na minha avó, tinha uma prima minha que era professora e sabia que eu não gostava de estudar. Então, ela ficava lendo livros de histórias bíblicas e pedia para que eu tentasse decifrar algumas palavras. Com o passar do tempo, eu já conseguia escrever muitas palavras e fazer leituras básicas na escola, bem como, em casa. Lembro que eu ficava curioso em saber a diferença do som entre “C” e do “K”, como também, do “S” e do “Z” em algumas palavras. Dessa forma, quando consegui ler palavras que estavam nas paredes da escola, palavras no calendário, palavras nos jogos de videogame e também em livros diversos, me lembro que foi bastante legal e hoje reflito o quanto a leitura é relevante em nossa vida. Portanto, esses foram alguns momentos que eu consegui lembrar e que fizeram parte dos meus primeiros contatos com a leitura e escrita. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 18:37:37 UTC</pubDate>
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         <title>Betânia Bezerra de Farias Costa</title>
         <author>BetaniaBezerra</author>
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         <description><![CDATA[<div>Não Lembro muito de quando comecei a vivenciar esse novo mundo que a me era apresentado, tenho poucas lembrança… quando criança sempre fui apaixonada por letras e números, lembro das minhas irmãs com cadernos e lápis na mão, eu ficava imaginando o que “aquilo” representava, mas sabia que era uma coisa boa, pois lembro delas brincando com as histórias que os livros contavam…o mais fantástico era que no mesmo dia poderíamos ser uma princesa da Disney ou o monstro que atacava a cidade.</div><div>Após ser apresentada, e fazendo um pequeno esforço na memória lembro-me também das brincadeiras que fazíamos, o que mais gostava era brincar de escolinha...nesse hora, a criatividade era enorme, tinha quadro improvisado, a última folha do caderno destacada, o lápis tirado da bolsa escondido, o mais "engraçado" era que eu ainda não sabia escrever mas, ficava no meio, observando, prestando atenção e tentando aprender… foi quando minha irmã mais velha, percebeu o meu interesse e começou a me ensinar, apresentou o poder da escrita nas nossas vidas e daí por diante fui me esforçando para aprender. </div><div>Quando comecei pela primeira vez na escola, chorei muito, era um mundo que eu não conhecia, não queria ir, até porque até então a sala de aula que eu conhecia era dentro da minha casa, os meus colegas de classe eram as minhas irmãs e meus primos, não tinha como não comparar. </div><div>Com o passar dos tempos, brincando sempre procurávamos um jeito de aprender, brincávamos de ABC com a bola, onde jogávamos a bola de um pra outro falando o alfabeto todo e se por algum acaso, deixássemos a bola cair, precisávamos falar nomes de pessoas, animais… que iniciassem com a última letra mencionada. O meu pré escola foi muito importante para o meu desenvolvimento, minha professora que hoje é minha colega de trabalho me ensinou muitas coisas, as quais só tenho a agradecê-la. Lembro-me que quando fui para o 1º ano que antigamente era a 1ª série, já sabia ler e escrever algumas palavras. Criava muitas histórias, era muito esforçada e dedicada, sempre pensei nos estudos como uma nova oportunidade de mudar de vida e assim conseguir uma vida melhor para mim e minha família. </div><div>Estudar, é uma oportunidade ímpar na vida das pessoas, e principalmente na formação de uma criança que está começando a conhecer e fazer parte de um mundo, entender como a vida funciona é muito importante e ter a possibilidade de começar entender essa vivência é melhor ainda.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 21:00:49 UTC</pubDate>
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         <title>Alane Cristina de Oliveira Pereira</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Meus primeiros contatos com a leitura e a escrita começaram bem cedo, com cinco pertinho dos 6 anos eu aprendi a ler e a escrever meu nome e as primeiras palavrinhas. Por isso não tenho lembranças detalhadas sobre o processo inicial do meu letramento, minha mãe guardou muitas das minhas atividades que recebia da escolinha, ela guardou por muito tempo quando fiquei maior cheguei a ver. Lembro que desde bem pequena sempre gostei de brincar com livros, ver as imagens, as figuras e gostava de inventar histórias, isso eu tinha entre três e quatro anos ainda não sabia ler nem escrever mas já gostava. Então ia associando as imagens com o que eu entendia, gostava de fazer isso e contar pra minha mãe. Outra parte que lembro é que sempre ia ao supermercado com minha avó, ela morava um pouquinho distante e íamos caminhando até lá, no caminho passávamos por várias lojas e placas com grandes letreiros e aquilo me chamou muita atenção, quando parei pra perceber que aquelas palavras nas placas e nas paredes dos estabelecimentos eram bem grandes, coloridas e chamativas. Minha avó é alfabetizada e sabe ler, então eu ficava perguntando pra ela o que estava escrito e porque era daquela forma diferente das palavras dos livros que na maioria que eu via as letras eram pequenas. Kk, ela então ia me falando o que estava escrito e me dizia " logo você irá aprender se se dedicar na escolinha" e eu fiquei com muita vontade a partir daí. Como ela me falou, logo aprendi e ficava tentando ler tudo o que via kkk. Não podia ver uma placa, nem um letreiro 🤣🤣 fiquei muito feliz quando aprendi. <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-11 12:01:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[A única lembrança que tenho sobre o letramento foi por volta dos meus 5 para 6 anos de idade, meus pais e uma tia minha começaram a tentar me ensinar a ler e escrever, mas de início eu não desenvolvia na leitura, porém, meus pais compraram livrinhos de histórias em quadradinhos e partir disso eu comecei a desenvolver minha leitura e posteriormente a escrita. ]]></description>
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         <pubDate>2021-03-11 12:05:59 UTC</pubDate>
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         <title>Janicleide da Silva Nascimento </title>
         <author>janicleidesilva72</author>
         <link>https://padlet.com/vicenteneto/lm4gkvmviueqh2ar/wish/1304353062</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Meu primeiro contato com o letramento foi por volta dos 3 anos de idade, quando fui para o Ensino Infantil (creche). Não lembro de muita coisa dessa época. <br>Aos 6 anos de idade, quando estava na primeira série aprendi a ler e escrever, recordo-me que a professora escrevia frases no quadro e pedia pra mim ler, e aquilo me deixava muito feliz ☺. Quando chegava em casa fazia questão de contar para todos que já sabia ler e escrever. <br>Meus pais não estudaram muito, mas sempre incentivaram muito eu e meu irmão a estudar. Quando chegava da escola minha mãe sempre perguntava se tinha alguma tarefa, e quando tinha, já me mandava responder. <br>Hoje, sou muita grata a minha família, pois sempre fizeram de tudo para mim chegar aonde estou. E se Deus quiser, me formarei e serei um orgulho para todos eles.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-12 21:19:47 UTC</pubDate>
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         <title>Aline Calácia Rodrigues Neves </title>
         <author>raline2399</author>
         <link>https://padlet.com/vicenteneto/lm4gkvmviueqh2ar/wish/1304357560</link>
         <description><![CDATA[<div>Em minha casa, durante minha infância, ter contato de primeira com a leitura e a escrita foi algo complicado, pois, logo no inicio dei de cara com uma situação não muito boa, pois, minha mãe teve que se ausentar para trabalhar fora e eu morava com os meus avós e os mesmos são pessoas que não tem estudos, mas, acima de tudo eles sempre me incentivaram a estudar como até hoje. Meu primeiro contato com a leitura e a escrita foi na creche escolar, logo depois comecei a ter contatos breves, a partir do momento que comecei estudar em aula de reforço. Lembro bem, que estudava na aula de reforço com uma prima, que por sinal, era uma "professora" muito competente e exigente também. Aos 5 anos de idade, comecei a estudar com ela e foi daí que fui me interessando e me dedicando para aprender os saberes da leitura e a da escrita. Lembro-me bem, que no inicio foi um pouco complicado, os livros tinham palavras que eu não conseguia pronunciar, mas, ao decorrer dos dias eu não podia ver nada que queria ler mesmo soletrando. Aos 6 anos, comecei a estudar o ensino infantil, onde já sabia ler e escrever, e minha vó sempre conta que eu fui adiantada para o 2° ano, pois naquela época, as crianças que sabiam ler e escrever pelo quadro, a escola sempre adiantava uma série. Dai por diante, me dediquei, fui desenvolvendo cada vez mais a leitura e a escrita e hoje faço parte de uma graduação onde, as vezes eu achava que não seria capaz, mas, graças a Deus, estou aqui onde sei que cada vez mais, aprendo saberes importantes e serei orgulho para minha família. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-12 21:21:59 UTC</pubDate>
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         <title>Lamoniele Cristina da Silva</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Primeiro quero citar que o texto lido, fez me lembrar um pouco da minha vida. Muitas coisas parecidas. Sou filha de um agricultor e uma professora,ambos me insentivavam desde pequena. Um dos meus primeiros contatos com a leitura veio desde bebê, quando via minha mãe rodeada de livros,nos momentos de planejamentos,ou até mesmo em horas vagas quando escrevia suas receitas em um caderno próprio pra elas. Meu pai mesmo não tendo conhecimento de leitura e escrita por ser analfabeto,me insentivavam muito e queria que seus filhos não seguisse os mesmos passos que o dele... Lembro que um dia chantagiei minha irmã mais velha a passar a tarde comigo para que eu aprendesse a ler fluentemente já que tinha conhecimento das palavras,mesmo sem querer respeita meu tempo. Mas diante de tantas lembranças não podia deixar de citar uma pessoa muito especial,meu vozinho,ele era tão sábio, não tendo tanto domínio,ele era muito inteligente. Vozinho amava contar histórias,todas as tardes no mesmo horário colocava sua cadeira de balanço e passava a contar histórias até a noite,e foi assim até seu último dia de vida, acredito que ele foi um dos meus maiores insentivador da leitura,de gostar de livros e viajar sobre eles. Sou muito grata por todas as pessoas que passaram na minha vida e contribuíram paracom a mesma. Amo licenciatura,mesmo não tendo a aprovação da minha mãe,ela sempre me pedia para escolher outra profissão,mas ver os resultados que a licenciatura deixa é muito gratificante.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-15 14:30:49 UTC</pubDate>
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         <title>Régia Adrianne Alves Lopes</title>
         <author>regiaalvesgg</author>
         <link>https://padlet.com/vicenteneto/lm4gkvmviueqh2ar/wish/1327193897</link>
         <description><![CDATA[<div>Bom, não me lembro em que momento da minha infância que tive meus primeiros contados com a leitura. Então perguntei a minha mãe se ela lembrava quais foram meus primeiros contatos com a leitura, conversamos, e ela falou que eu sempre gostei bastante de ir para a escola, inclusive chorava até para ir, fui para creche com 4 anos de idade. Além disso, mãe me falou que comprou uns livros bíblicos para mim, e esse foi meu primeiro contato com a leitura, até hoje eu tenho guardado esses livros, e guardo eles com muito afeto.  <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 18:57:58 UTC</pubDate>
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