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      <title>Cinta Larga_8ag by Giulia Dardé</title>
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      <description>Made with panache</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-03-11 18:28:29 UTC</pubDate>
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         <title>Língua da tribo</title>
         <author>giuliadarde</author>
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         <description><![CDATA[<div>A língua da tribo “Cinta Larga” pertence à família <strong><em>Tupi Mondé </em></strong>e <strong><em>Tromo Tupi. </em></strong>A origem de suas línguas tem muito haver com essa outras tribos que ajudaram a construir essa população. </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-11 18:37:21 UTC</pubDate>
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         <title>População</title>
         <author>giuliadarde</author>
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         <description><![CDATA[<div>No ano de 1969 a população  “Cinta Larga” teve sua estimativa em cerca de 2000 pessoas, já no ano de 1981, esse número caiu e passou a ter menos de 500 habitantes naquelas terras. A população “Cinta Larga” nunca foi muito grande, mas no ano de 2001 ela aumentou muito, chegando aos aproximadamente 1.032 pessoas e em 2003 estimava-se que esse número chegasse aos 1.300 habitantes.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-11 18:40:18 UTC</pubDate>
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         <title>Origem do nome</title>
         <author>giuliadarde</author>
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         <description><![CDATA[<div>O nome “Cinta Larga” é um indicativo genérico criado pelas pessoas que viviam naquela região e adotado pela Fundação Nacional do Índio (Funai), pelo fato do grupo vestir uma larga cinta de um tipo de casca de árvore em volta da cintura. A população Cinta Larga diz que, eles não tem um nome, as outras pessoas que dão a eles. </div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-11 18:44:38 UTC</pubDate>
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         <title>informações que descobrimos entrando no site do ISA</title>
         <author>giuliadarde</author>
         <link>https://padlet.com/giuliadarde/lklbthsc40ym/wish/340124496</link>
         <description><![CDATA[<div>  Segundo as informações que temos disponíveis, não é possível encontrar entre os “Cinta Larga” algo como uma auto-denominação, um termo geral para o conjunto do grupo. Tirando o nome “Cinta Larga”, que é o nome que eles adotaram para essa tribo. A dicção dessa tribo também é muito diferente da nossa “comum”, por exemplo <strong> </strong>"nós" ou "nossa gente", na língua deles fica algo do tipo: <strong><em> pãzérey (pã-, pron.pessoal, </em></strong>1ª pss. plural; <strong><em>zét, </em></strong>gente,pessoa; -ey, plural). Essa tribo se localiza no sudoeste da Amazônia brasileira, mas especificamente parte dos estados de Rondônia e Mato Grosso, o território tradicional dessa tribo se estende nas margens dos rios Juruena, Vermelho, altura do rio Juina Mirim; as cabeceiras do rio  Aripuanã até o salto de Dardanelos; do rio Tenente Marques e Capitão Cardoso e as cercanias dos rios Eugênia, Amarelo, Amarelinho, Guariba, Branco do Aripuanã e Roosevelt. Além do rio Roosevelt, eles habitam as terras indígenas, próximo a esse rio. Habitam também Serra Morena, Parque Aripuanã e Aripuanã, todas homologadas, somando um total de 2,7 milhões de hectares.  </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-11 18:49:57 UTC</pubDate>
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         <title>Divisão da população</title>
         <author>giuliadarde</author>
         <link>https://padlet.com/giuliadarde/lklbthsc40ym/wish/340126042</link>
         <description><![CDATA[<div>A população está dividida em três agrupamentos. Ao sul ao redor dos rios Tenente Marques e Eugênia, estão as aldeias do <strong><em>Paábiey </em></strong>(os de cima)<strong><em>.  </em></strong>Próximo a junção dos rios Capitão Cardoso com o Roosevelt moram os<em> </em><strong><em>Pabirey </em></strong>(os médios)<strong><em>. </em></strong>E um pouco mais ao norte, nos rios Vermelho, Amarelo e Branco, podemos encontrar os <strong><em>Paepiey </em></strong>(os de baixo)<strong><em>.</em></strong> Os Cinta Larga pensam a sua distribuição espacial tomando como eixo a direção em que correm as águas dos rios Aripuanã e Roosevelt, que, neste trecho, segue quase paralelos do sul ao norte. Para isso, colocam as categorias alto/médio/baixo, que sigam um espaço orientado em ordem, diferenciando os agrupamentos, uns dos outros, levando em consideração a posição geográfica em que eles se encontram.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-11 18:53:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>giuliadarde</author>
         <link>https://padlet.com/giuliadarde/lklbthsc40ym/wish/340126624</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-11 18:54:31 UTC</pubDate>
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         <title>Explicação sobre a distribuição dos Cinta Larga</title>
         <author>giuliadarde</author>
         <link>https://padlet.com/giuliadarde/lklbthsc40ym/wish/340564852</link>
         <description><![CDATA[<div> Para entender a distribuição atual da população Cinta Larga é preciso pensar que, ao lado dos códigos espaciais e ecológicos que fornecem termos para identificar os agrupamentos, as relações entre o grupo e a sociedade nacional, em particular a intervenção do Estado brasileiro, consolidou um sistema referencial bastante específico. Foi em meio a uma mistura de jogo de pressões, omissões e principalmente concessões a interesses de ordem econômica e política que a Funai veio a definir, por volta de 1990, quatro terras indígenas vizinhas dentro do território habitado pelos Cinta Larga. São elas: Parque Aripuanã. área Roosevelt, área Serra Morena e área Aripuanã. Em continuidade a estas terras estão as terras dos Suruí, Zoró e Arara do Beiradão; além destas, um estreito corredor separa o parque do Aripuanã das terras dos Salumã (Enawenê-Nawê) e Nambikwara do Campo.  <br><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-12 18:10:10 UTC</pubDate>
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         <title>Festas na aldeia </title>
         <author>bebelokona</author>
         <link>https://padlet.com/giuliadarde/lklbthsc40ym/wish/340567219</link>
         <description><![CDATA[<div>As festas dos cinta larga são acontecimentos da seca. Sua execução acontece em torno de um mês. Para poderem  celebrar as festas é preciso que o dono da casa onde vai acontecer a festa), tenha plantado uma grande roça de milho, mandioca ou cará </div><div> a escolha  da bebida servida na festa é sempre feita pelo convidado de honra. Além disso, deve-se  capturar um filhote de animal para ser sacrificado. Caitetu, macaco, arara, cutia, quati, mutum, jacamim e outros, servem igualmente para o papel de vítima.</div><div>A construção de uma nova casa (maloca) ou uma expedição guerreira eram os motivos principais que levavam, tradicionalmente, um zápiway (dono da casa) a planejar A festa. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-12 18:14:29 UTC</pubDate>
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         <title>Histórico de contato com os cinta larga </title>
         <author>bebelokona</author>
         <link>https://padlet.com/giuliadarde/lklbthsc40ym/wish/340568212</link>
         <description><![CDATA[<div>No século XX surgiram as primeiras  informações precisas sobre os hoje chamados Cinta-Larga, feitos por bandeirantes <br>Durante o século vinte diversos incidentes ocorreram marcando a história dos Cinta Larga: em 1928 um  bando de seringueiros (principais inimigos dos cinta larga) massacraram uma aldeia de índios então chamados “Iamé”,e assim na década de 50 os comflitos dos Cinta largas começam a ser registrados. </div><div>A década de 60 continuou em sucessivos conflitos com outras tribos (principalmente os seringueiros). Em fins dessa década, talvez mais de 30 aldeias, pertenciam aos Cinta larga. Poucos anos depois, <br> 1976, um mapa elaborado pelo fotógrafo Jesco Von Puttkamer assinala com precisão 16 aldeias Cinta Larga e dois postos da Funai. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-12 18:16:34 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo da notícia- Giulia </title>
         <author>giuliadarde</author>
         <link>https://padlet.com/giuliadarde/lklbthsc40ym/wish/340575537</link>
         <description><![CDATA[<div>A notícia fala sobre o grande desmatamento que ocorre em terras indígenas, e institutos como a TIs que tentam evitar esse tipo de tragédia.  <br>"A porcentagem de perda parece pequena, mas é alarmante, pelo grande valor estratégico do Tupi-Mondé, uma ilha de conservação florestal em pleno arco do desmatamento na Amazônia", segundo Pedro Soares, gerente do Programa de Mudanças Climáticas do Idesam. "Especialmente, porque essa situação faz com que a região se torne alvo de grande pressão do entorno, já tomado por centros urbanos, estradas e esgotamento de recursos naturais", alerta. </div><div>Os indígenas reclamam disso, pois a florestas, rios, animais são as fontes de sobrevivência deles, e com o desmatamento os animais fogem para lugares que ainda há árvores, e as frutas também morrem. Além de comida, o cinta larga usam as árvores para fazer o grande símbolo da tribo que é um cinto de casca de árvore. Assim como outras tribos, os Cinta Larga usam as árvores como matéria prima, para artesanato, casas,  etc. Essa notícia mostra a quantidade de hectares que foram desmatados, e também a consequência que isso trás, a nós seres humanos, e aos animais também. </div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://pib.socioambiental.org/pt/Not%C3%ADcias?id=189800" />
         <pubDate>2019-03-12 18:29:44 UTC</pubDate>
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         <title>Análise da notícia- Giulia</title>
         <author>giuliadarde</author>
         <link>https://padlet.com/giuliadarde/lklbthsc40ym/wish/340576338</link>
         <description><![CDATA[<div> A notícia fala sobre a grande quantidade de desmatamento que está ocorrendo nas terras brasileiras. Essa notícia serve como um alerta, para nós, termos de desmatar em grande proporção, claro que há situações em que o desmatamento é "necessário", pois todos os tipos de madeira feitos, como: lápis, móveis, etc, e há outras que para as folhas, como: papel, caderno, dinheiro, entre outros. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-12 18:31:21 UTC</pubDate>
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         <title>Analise da noticia - isabel</title>
         <author>bebelokona</author>
         <link>https://padlet.com/giuliadarde/lklbthsc40ym/wish/340795737</link>
         <description><![CDATA[<div>A noticia trata sobre a interação entre o governo e os cinta largas, a noticia mostra como eles convivem para resolver o problema de todos, a noticia não sita muito a conversa entre eles, porem é sempre bom saber que pelo menos uma tripo tem apoio do governo <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-13 10:56:28 UTC</pubDate>
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