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      <title>InterVires by Cristian Chiabotto</title>
      <link>https://padlet.com/pesquisaintervencao/lk5d22zvubbw59qt</link>
      <description>Inquietações metodológicas</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-05-02 18:01:56 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-05-30 11:47:17 UTC</lastBuildDate>
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         <title>As palavras habitáveis (e as que não são) - Michèle Petit</title>
         <author>pesquisaintervencao</author>
         <link>https://padlet.com/pesquisaintervencao/lk5d22zvubbw59qt/wish/3434522207</link>
         <description><![CDATA[<p>Texto disparador de 02/05/2025</p><p><br></p><p>"O que está em jogo é uma estética da vida cotidiana e uma possibilidade de se conectar com o mundo ao nosso redor, de encontrar lugar nele. [...] Sem narrativas, o mundo permaneceria indiferenciado, sem que pudéssemos habitá-lo de fato e construir nossa morada interior". (p.78)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-02 18:10:26 UTC</pubDate>
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         <title>Quais arquivos constituem nossas pesquisas?</title>
         <author>pesquisaintervencao</author>
         <link>https://padlet.com/pesquisaintervencao/lk5d22zvubbw59qt/wish/3434565825</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-02 19:12:54 UTC</pubDate>
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         <title>Memória, encontro e o brincar possível nas ruínas (Cris) </title>
         <author>pesquisaintervencao</author>
         <link>https://padlet.com/pesquisaintervencao/lk5d22zvubbw59qt/wish/3434566510</link>
         <description><![CDATA[<p>Em Benjamin (O narrador) o narrar constitui-se como artesania da memória, onde aquilo que se conta possui a marca do narrador, este que por sua vez transmite aquilo que escuta de sua experiência ou de outrem diante da vida. Uma prática comum e difundida no campo da atenção psicossocial é a discussão e construção dos casos clínicos como instrumento de qualificação do cuidado e de compartilhamento de processos clínico-institucionais coletivos para a escuta dos sofrimentos que chegam aos serviços de saúde mental. Na discussão do caso clínico, o que se coloca em questão são as narrativas transmitidas – tanto as histórias narradas pelos usuários, quanto as narrativas dos escutadores do sofrimento. Aquilo que se conta de um caso, é sobretudo a paisagem da travessia de uma experiência vivida, que se torna possível mediante ao encontro de um par (trabalhador-usuário) e no reencontro da narrativa deste par com um coletivo (trabalhador-usuário-equipe). Trata-se, portanto, de compreender em que medida o trabalho clínico no campo da atenção psicossocial se constitui como uma tenda de contação de histórias, um espaço produtor de narrativas que possibilita vislumbrar as (im)possibilidades de atravessar experiências e narrá-las diante do regime petrosexorracial como matriz dos sofrimentos.&nbsp;O arquivo produzido aqui é o da memória, sobretudo de uma lembrança que advém do encontro com o outro mediado pelo véu da clínica. <strong>Pode esse arquivo memorialístico do encontro com as infâncias na clínica da atenção psicossocial constituir possibilidades brincantes para erigir mundos possíveis diante das ruínas?</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-02 19:13:36 UTC</pubDate>
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         <title>Pesquisa-intervenção e cartografia: melindres e meandros metodológicos - Simone Paulon e Roberta Romagnoli</title>
         <author>pesquisaintervencao</author>
         <link>https://padlet.com/pesquisaintervencao/lk5d22zvubbw59qt/wish/3434607780</link>
         <description><![CDATA[<p>Texto disparador de 16/05/2025</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-02 20:04:26 UTC</pubDate>
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         <title>A Construção Metodológica da &quot;Memografia&quot;: Devaneios a partir de uma pesquisa implicada...</title>
         <author>rafalureis</author>
         <link>https://padlet.com/pesquisaintervencao/lk5d22zvubbw59qt/wish/3454497730</link>
         <description><![CDATA[<p>A “Memografia”, que aqui proponho,é um recurso metodológico que visa a consolidação de um mapa subjetivo que contempla todos os elementos de composição do trabalho, indo ao encontro deu ma perspectiva decolonial de forma ampliada, autoral e real. A pesquisa por mapas e caminhos na pesquisa, juntamente aos seus fundamentos epistemológicos, articulados por diferentes personagens de uma mesma luta, não tendo o controle deste caminho, potencializado pela criação ficcional e seus desdobramentos, nos colocaria numa possível construção de um trabalho decolonial. A resistência fragmentada que os sujeitos têm em lidar com as diferentes possibilidades de existência seria tomada pelo encontro de uma perspectiva metodológica que mergulhe intimamente neste universo.</p><p>Considerando o objetivo principal da pesquisa, utilizarei a perspectiva da construção de uma “memografia” com o intuito de estabelecer um percurso histórico, de memória e subjetivo, mapeando estes processos e sua conexão com aquilo que compreendemos como a construção social e histórica das masculinidades.&nbsp; Portanto, discutiremos, a partir da descolonização de conceitos , &nbsp;a emergência de uma concepção masculina decolonial &nbsp;possível de ser detectada&nbsp; através das narrativas de experiências enquanto paternidades desviantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-16 17:02:39 UTC</pubDate>
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         <title>No encontro com as águas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pesquisaintervencao/lk5d22zvubbw59qt/wish/3463798541</link>
         <description><![CDATA[<p>No encontro com as cartas intervenientes, me senti em uma rede, mas não em uma rede qualquer..uma rede embalada, em uma casinha simples, de frente para o mar, ouvindo o barulho das ondas e mirando o horizonte. Me vi menina, correndo descalça pela areia e tropeçando na água. Água essa, que fiz as pazes lá em 2024 no pós-enchente. Água que me pariu e que convoca a limpeza, a força, delicadeza e a ancestralidade. Chegar aqui, me convoca às lágrimas e às águas finas que escorrem entre pernas e permitem a chegada da vida. D’água brotam gritos como o som do mar agitado durante uma tempestade, d’água nasce, morre e vai longe. E nesse gritar, nascer, morrer e nascer de novo, que me encontro com as águas que permitem parir. </p><p>E assim, nasce o desejo de fazer pesquisa, uma pesquisa comprometida com as histórias de vida. Na pesquisa nasce uma pesquisadora, que também é pesquisada na medida em que se aprofunda..e por falar em se aprofundar, é preciso ir fundo para compreender as águas doces da gestação e as salgadas das lágrimas das mulheres afetadas pela violência e pelo racismo obstétrico. Penso que fazer pesquisa é barulho, silêncio, mas também encontro..assim como o encontro das águas doces e salgadas formam&nbsp;o&nbsp;estuário.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-22 23:27:47 UTC</pubDate>
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         <title>E se?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pesquisaintervencao/lk5d22zvubbw59qt/wish/3473845119</link>
         <description><![CDATA[<p>E se a produção de conhecimento fosse feita de encontros e reverberações, não de distâncias e certezas? Ao caminhar por trilhas sensíveis, onde o corpo da escrita se constrói a cada passo, a pesquisadora não se coloca como aquém ou além do que se pesquisa, mas como parte. Pois parte do mundo, é parte de uma infinidade de processos os quais o constitui - de forma ativa ou passiva -, parte de uma trama viva,&nbsp;</p><p>- que respira, sente e deseja -</p><p>que se entrelaça com as histórias, as pessoas, as vivências e as experiências compartilhadas na extensão do pesquisar. A pesquisa, nesse movimento, é tomada como campo de experimentação, atravessada pelo regime da sensibilidade e análise de implicação. Não perde-se o rigor, pois o mundo precisa de firmes e críticas questões-problemas para para adiar seu fim. Quem pesquisa, (se) pergunta. Como, quem, quando, porquê e onde? O que pode uma pesquisa?&nbsp;&nbsp;</p><p>Aqui, ciência e vida não são compartimentos insolúveis, mas partes de um mesmo movimento de criação e <strong>emancipação</strong>, em que a pesquisa se torna um <strong>ato de cuidado</strong>, de <strong>escuta</strong> e de <strong>invenção</strong> coletiva, ético, estético, político.</p><p>Tocar e escutar. Desacomodar e movimentar. Pesquisar e viver, conflui.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Como diria Milton Santos&nbsp;</p><p>[...] o problema crucial é: como passar de uma situação crítica a uma visão crítica - e, em seguida, alcançar uma tomada de consciência. Para isso, é fundamental viver a própria existência como algo unitário e verdadeiro, mas também como um paradoxo: obedecer para subsistir e resistir para poder pensar o futuro. Então a existência é produtora de sua própria pedagogia. (Santos, 2020, p. 116)&nbsp;</p><p><br/></p><p>(Fernanda Maiato)</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 11:47:16 UTC</pubDate>
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