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      <title>Alexia e Erika by Erika Nascimento</title>
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      <description>Psicologia da aprendizagem</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-02-11 00:44:55 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação</title>
         <author>erikanascimento3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Oiiii, gente!!!!</div><div>Meu nome é Erika, tenho 22 anos, venho de Maragogi/Al (o paraíso das praias haha) e estou no 4º período de Psicologia. Eu amo ir à praia a qualquer horário (e simplesmente pra fazer nada) e conversas aleatórias e odeio açaí.<br>&nbsp;Sobre a disciplina, tenho muitas expectativas positivas e desejo ver na prática a aplicação das teorias que vemos aqui no curso.<br>&nbsp;Enfim, espero trazer boas contribuições com exemplos do meu cotidiano e dos meus interesses pessoais. Beijinhos &lt;3&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-12 21:34:13 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação </title>
         <author>alexiamoraes2</author>
         <link>https://padlet.com/erikanascimento3/ljgarciy0uhjdj2p/wish/2478164199</link>
         <description><![CDATA[<div>Me chamo Aléxia, tenho 24 anos, estou oficialmente no 4º período de psicologia. Estou estagiando na área educacional o que me ajuda a ter um interesse muito maior pela matéria porque de fato posso ver como acontecem os fenômenos na prática todos os dias. Espero trocar muitas experiências em sala de aula e contribuir com o que posso. É isso!!<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-13 00:16:10 UTC</pubDate>
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         <title>Comentário sobre o livro Pedagogia da Autonomia em associação ao filme Sementes Podres</title>
         <author>alexiamoraes2</author>
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         <description><![CDATA[<div>O livro Pedagogia da Autonomia (1996) dialoga sobre maneiras facilitadoras para o processo da aprendizagem. Nele é apresentado, na teoria e na prática, formas de construir um pensamento crítico e como esse aprendizado pode ser desenvolvido tanto por parte dos docentes como por parte dos discentes. Uma das formas de instigar o aluno é tornar o ambiente escolar mais atraente e confortável para que ele possa exercitar a curiosidade de conhecer e assim construir um conhecimento mais profundo sobre os objetos de estudo tendo o docente como auxiliador. Nesta linha de pensamento, trouxemos como exemplo o filme Sementes podres (2018), o qual tem como pano de fundo o cenário educacional para adolescentes com problemas comportamentais. Apesar de Wael, personagem principal, não ter treinamento adequado para o trabalho que lhe é proposto, ele assume, temporariamente, tal função de professor/conselheiro a qual acaba se destacando por sua forma criativa de lidar com os alunos e seus conflitos.<br>Como é visto no filme, em seu primeiro contato com a turma, Wael se depara com jovens sem interesse em estar no local e para lidar com isso ele utiliza de sua criatividade para criar uma história fictícia envolvendo os alunos e incentivando a interação entre todos na sala. Em concordância com o filme, Paulo Freire dialoga em seu livro sobre a importância de fazer com que o ambiente escolar seja um local de troca, e não um ambiente “silenciado”, para que a haja a construção com conhecimento de uma maneira horizontal.<br>Ademais, o autor fala sobre a relevância de instigar a curiosidade passando de ingênua para epistemológica e sobre a liberdade com limites não ser uma ditadura. A exemplo disso, na trama, o docente estimula a curiosidade mapeando as potencialidades e deficiências dos alunos numa dinâmica fora da escola, na qual o objetivo principal seria usar sua criatividade para arrecadar dinheiro, assim ele oferece autonomia necessária para a atividade, mas impõe limites para que ninguém transgrida a lei ou use de violência.<br>No filme é retratado também a questão dos conflitos existentes entre Ludo e Karim, que são dois jovens que moram em bairros rivais. Wael, buscando entender melhor o que se passa por trás dos conflitos entre os jovens, pede para que eles expliquem a origem e o porquê dessa desunião e, ao explicar, os jovens começam a perceber que não existe uma razão plausível para a perpetuação desse conflito. Com isso, Wael desempenhou um papel fundamental de docente, segundo Paulo Freire, que é justamente o de entender o contexto que seus alunos estão inseridos e a partir daí trabalhar com eles conteúdos que lhes serão úteis para uma vivência social mais agradável. Dessa forma, a troca de conhecimento entre os alunos e o professor possibilitou que todos pudessem se colocar no lugar do outro e aprender sobre assuntos que consideravam já conhecidos, assim fortalecendo o pensamento do autor quando fala que “Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender”, além de ter gerado um pensamento crítico social.<br>Ainda assim, é pertinente comentar que no livro o autor discorre sobre a importância da escuta e que escutar não significa concordar, mas estar disposto a ouvir não só as palavras ditas, mas os gestos e as diferenças dos discentes. Neste sentido, no filme, Wael, depois de perceber alguns problemas críticos que os jovens vêm passando, se responsabiliza por criar um ambiente de confiança entre ele e os alunos para que haja uma escuta sensibilizada, a fim de auxiliar nas questões por eles apresentadas. Além do mais, a troca que acontece entre alunos-professor é intensificada devido a sensibilidade do professor em entender o ambiente que rodeia os alunos encontrando assim pontos em comum com sua própria realidade e gerando identificação social entre eles, logo pode-se perceber que o ambiente que rege tanto o professor quanto o aluno influenciará no aprendizado, no método de ensino e na atenção.<br>Finalmente, tanto o texto como o filme, mostram a importância do conhecimento contínuo e do ser percebe-se “inacabado”. A consciência da inconclusão, como fala Paulo Freire, faz com que tanto o professor como o aluno mostre-se disponível para prosseguir em uma educação permanentemente contínua e que possibilite uma troca sem hierarquia de quem sabe mais. Tal pensamento se exemplifica quando Victor, o diretor do projeto educacional, percebe que, apesar de ter julgado Wael desde o início, considerando-o inapto para o cargo devido à sua falta de diploma, escuta dos alunos que eles gostam dos métodos do professor e desejam continuar participando do projeto. Desta forma, Victor observa o quanto ainda pode aprender tanto com o professor, quanto com os alunos, o que também é demonstrado em uma cena que ele participa de uma dinâmica musical com os jovens e acaba construindo um novo conhecimento.&nbsp;<br>Todo o processo do filme mostra o ambiente escolar, que a princípio se tratava de um castigo para os discentes, sendo construído para atingir o potencial máximo dos alunos e levá-los à autonomia que vai sendo desenvolvida ao longo da trama que é a mesma ideia do contexto geral do livro.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-13 00:18:58 UTC</pubDate>
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         <title>Pedagogia das Encruzilhadas e Anastácia</title>
         <author>erikanascimento3</author>
         <link>https://padlet.com/erikanascimento3/ljgarciy0uhjdj2p/wish/2502101894</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá pessoal, na postagem de hoje viemos trazer essa pintura de Jacques Étienne Victor Arago, a imagem retrata Anastácia, que como conta algumas histórias, era uma escrava negra e curandeira que, hoje, é considerada uma santa popular não reconhecida pela igreja católica, mas que é símbolo para muitos de resistência. Não querendo nos ater muito a história da personagem, tendo em vista que sua própria existência é algo que não se possa provar, Anastácia, que é representada utilizando esses instrumentos de ferro chamado de máscara de Flandres que só é retirado para alimentação, como um dos castigos por não aceitar se deitar com seu senhor e se manter virgem.&nbsp;</div><div>Antes de sabermos a história por trás da imagem de Anastácia e atendo-nos ao texto Pedagogia das Encruzilhadas (Rufino, Luiz. 2019) conseguimos perceber que, infelizmente, as máscaras de Flandres, usada por Anastácia, ainda estão no rosto de mais da metade da população brasileira que é negra, indígena e miscigenada, buscando mantê-la fisicamente vivas, mas sem voz, sem cultura ou domínio próprio. A imagem ainda é real.&nbsp;</div><div>Quando o texto aborda a pedagogia de Exu com Axé e toda sua dinamicidade, inacabamento e relação com o meio, é impossível não nos depararmos com nossa realidade colonial e rígida, a qual vale mais produzir do que discutir. Somos programados para dar lucro sem pensar, tais como escravos, para isso não precisaríamos de nenhuma dinamicidade ou encanto e é contra isso que a educação por Exu luta. Assim como a educação conceitual de Exu, Anastácia não é um padrão colonial e não cedia a eles. Os padrões coloniais, os mesmo que quiseram estuprar e matar Anastácia, perpetuam-se sem prazo de validade, mas ameaçados.&nbsp;</div><div>Academicamente falando, é importante ressaltar que a estrutura colonial não vai se desfazer de uma hora para outra ou apenas com gritos e posts, é necessário, também e principalmente, atingir as escolas com uma educação decolonial já nos primeiros anos de ensino. Para tanto, o investimento na formação de professores conscientes de tal problema e socialmente envolvidos na mudança, não só em sala de aula, mas na própria estrutura que rege a educação brasileira demonstra ser um caminho inegociável, mesmo que lento e árduo. Uma educação socialmente crítica é a Anastácia (resistência) contra a educação colonial que apaga e silencia a história de vários povos. Tanto a Pedagogia das Encruzilhadas como Anastácia são possibilidades de um futuro dinâmico e resistente de uma luta que foi e é presente, um caminho a ser trilhado, pensado, criticado e reinventado.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-03 03:47:29 UTC</pubDate>
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         <title>Extra - Livro: A língua de Eulália</title>
         <author>erikanascimento3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Essa é uma dica superinteressante de leitura!!! Marcos Bagno, o autor de livro, aborda assuntos que tem muito a ver com a Pedagogia das Encruzilhadas, escrevendo como a estrutura academicamente rígida que temos hoje não diz respeito apenas a regras nacionais de escrita e oratória, mas tem raízes na colonialidade e perpetua preconceitos raciais e de classes sociais. Além do que, a narrativa, se passa contando a história de estudantes universitários que estão aprendendo não só sobre a variedade e diferenças linguísticas entre o Português Padrão e o Português não padrão, mas também que o ambiente de aprendizado perpassa as quatro paredes de uma sala de aula e que o respeito e acolhimento das diferenças é o principal diferencial de uma educação inclusiva.<br>Espero que gostem, xêro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-03 04:16:10 UTC</pubDate>
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         <title>Mapa mental e destaques do texto &quot;Contribuições da análise do comportamento à educação: um convite ao diálogo&quot;</title>
         <author>alexiamoraes2</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-03-17 21:48:12 UTC</pubDate>
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         <title>Associação entre o texto &quot;Redescobrindo&quot; a teoria Psicogenética à luz da Psicologia educacional e o filme Uma professora muito maluquinha.</title>
         <author>erikanascimento3</author>
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         <description><![CDATA[<div>     O material escolhido para ser relacionado com o texto <em>"Redescobrindo" a teoria Psicogenética à luz da Psicologia Educacional</em> (MENEZES &amp; ARAÚJO, 2004), foi o filme “Uma Professora Muito Maluquinha” (2011), roteirizado pelo ilustre Ziraldo. O filme conta a história de uma mulher chamada Catarina que volta para sua cidade com o objetivo de lecionar. O filme se passa na década de 40, enquanto ainda estava acontecendo a Segunda Guerra Mundial. Nesse período o método de ensino era bastante rígido, como é retratado pelas outras professoras que lecionam na escola de Catarina.&nbsp;</div><div>Por ter métodos de ensino um tanto quanto revolucionários, Catarina conseguia manter o controle da sala de aula, bem como a atenção plena de seus alunos e, principalmente, o engajamento necessário para que o processo de aprendizagem fosse concluído com sucesso e da forma mais rápida possível. Catarina instigava a curiosidade dos alunos de tal forma que eles começavam a aprender por si só, sem necessitar de inúmeras repetições exaustivas do conteúdo, que era o método utilizado pelas outras professoras naquela escola.&nbsp;</div><div>     No filme todos os alunos já sabem escrever, entretanto vale ressaltar que o processo de aprendizagem da escrita, como é retratado no texto, vem de forma gradual. O processo é diferente para cada criança, e, por vezes, o sistema utilizado na escola não só limitava-as, mas também tornava o aprendizado um fardo. Deste modo, conseguimos observar a professora Catarina utilizar técnicas que convergem com o texto, pois a mesma incentiva a leitura dos alunos com quadrinhos infantis, ao invés de cartilhas monótonas, leva-os a uma aula exploratória de geografia para que conheçam na prática o que estudam e possam fazer indagações a partir disso, incentiva a criatividade a partir de uma peça teatral em que as crianças, apesar de terem um filme específico para recriar, tem liberdade para utilizar os materiais, falas e ambiente da forma que gostarem, com isso, incentiva diretamente o processo de assimilação (tentativa de incorporar um objeto aprendido às suas experiências e aprendizados anteriores) e acomodação (mudança interna para o lidar com o novo já que não se encaixa no que já sabe) abordados no texto.&nbsp;</div><div>      Desta forma, podemos perceber que, a professora, estimula o aprendizado sem ser impositiva, guiando os alunos sem tratá-los como receptáculos vazios, mas sim sujeitos de seu próprio aprendizado, ganhando assim o afeto, que tem bastante importância na teoria psicogenética. Por entender e acompanhar o alunos de forma mais individualizada, como é o método construtivista, Catarina se opôs à provas para avaliar o conhecimento dos alunos, alegando que eles aprenderam os conteúdos e não precisam ser avaliados e classificados por ordem de acertos, mas como toda pessoa revolucionária ela enfrenta a dura realidade do sistema impositor e é demitida. Antes de sair da escola, a professora realiza uma cerimônia de premiação, validando o esforço e conhecimento de cada aluno durante o ano, elegendo a todos o 1º lugar em alguma característica que eram bons, o que marca positivamente o ciclo de aprendizados daquelas crianças.&nbsp;</div><div>     Catarina é um exemplo do processo de aprendizagem construtivista adotado na teoria de Piaget revelando a beleza do aprendizado, socializando os alunos com o mundo, oferecendo significados para os estudo em sala de aula e valorizando e se adequando aos erros e acertos de suas crianças, por isso o filme não é apenas uma análise para a associação com o texto, mas também uma indicação de estudo e prazer.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-25 00:01:30 UTC</pubDate>
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         <title>Extra 1 : cenas do filme e das experiências de aprendizado</title>
         <author>erikanascimento3</author>
         <link>https://padlet.com/erikanascimento3/ljgarciy0uhjdj2p/wish/2530983314</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/ShpRaZW4Sgg" />
         <pubDate>2023-03-25 00:03:22 UTC</pubDate>
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         <title>Extra 2 :  Poema sobre educação libertadora e incentivadora</title>
         <author>erikanascimento3</author>
         <link>https://padlet.com/erikanascimento3/ljgarciy0uhjdj2p/wish/2530985565</link>
         <description><![CDATA[<div>Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas.</div><div>Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo.<br>Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono.&nbsp;<br>Deixaram de ser pássaros.<br>Porque a essência dos pássaros é o voo.</div><div><br></div><div>Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados.&nbsp;<br>O que elas amam são pássaros em voo.<br>Existem para dar aos pássaros coragem para voar.<br>Ensinar o voo, isso elas não podem fazer, porque o voo já nasce dentro dos pássaros.<br>O voo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado.<br><br></div><div>Rubem Alves (1933-2014)</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-25 00:08:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Associação do texto &quot;A representação da linguagem e o processo de alfabetização&quot; com o video Alfaletrar - Educação Infantil: alfabetização e letramento.</title>
         <author>alexiamoraes2</author>
         <link>https://padlet.com/erikanascimento3/ljgarciy0uhjdj2p/wish/2540344025</link>
         <description><![CDATA[<div>Achamos interessante trazer esse vídeo que, além de complementar as ideias do texto sobre todo o processo de letramento e alfabetização, traz princípios e teorias dos clássicos autores quando o assunto é aprendizagem como: Wallon, Piaget e Vygotsky, que trazem os principais conceitos da psicogenética. No vídeo é colocado em questão o trabalho de Emilia Ferreiro, assim como também é possível ver na prática como esses conceitos são colocados para as educadoras e como acontece na sala de aula, bem como no ambiente externo - pois a alfabetização não acontece no na sala de aula.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-31 22:13:52 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Extra - video Psicogênese da língua escrita</title>
         <author>alexiamoraes2</author>
         <link>https://padlet.com/erikanascimento3/ljgarciy0uhjdj2p/wish/2540346074</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse é um vídeo mais curto e objetivo, porém com imenso significado. É explicito que o curso de vida das crianças está sendo mudado e de fato estão aprendendo de um jeito que será extremamente benéfico futuramente. É importante ressaltar que o modo de ensino, quando feito com amor, é muito mais proveitoso para o aprendizado da criança. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-31 22:19:32 UTC</pubDate>
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         <title>AB2 - Abordagem Reggio Emilia</title>
         <author>erikanascimento3</author>
         <link>https://padlet.com/erikanascimento3/ljgarciy0uhjdj2p/wish/2582946232</link>
         <description><![CDATA[<div>Oiiii gente!!! Nesta última postagem, gostaríamos de agradecer a todos que comentaram nossas publicações e que, de alguma forma, interagiram conosco. Queremos agradecer a Angelina e as monitoras por essa metodologia maravilhosa e criativa, apesar de ser algo produzido semanalmente, a liberdade em fazer a postagem com conteúdos dos quais nos identificávamos ajudou bastante.&nbsp;<br>Escolhemos a abordagem Reggio Emilia para ser nossa queridinha deste fim de ciclo, pois ela se relaciona aos temas vistos em sala, aos teóricos Piaget e Vygotsky que foram bastante citados em aula, além de ter sido citada na visita técnica à escola Fúlvia.&nbsp;<br>Desde já agradecemos,<br>Alexia e Erika &lt;3 &lt;3 &lt;3</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-09 01:54:06 UTC</pubDate>
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