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      <title>Romantismo by Heitor Martins Braga</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-10-19 14:48:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>heitorbraga12</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Biografia <br></strong><br>Antônio Gonçalves Dias nasceu em 10 de agosto de 1823, no sítio Boa Vista, em terras de Jatobá (a 14 léguas de Caxias, hoje pertecente à cidade emancipada com nome de Aldeias Altas). Morreu aos 41 anos em um naufrágio do navio Ville Bologna, próximo à região do baixo de Atins, na baía de Cumã,[4] município de Guimarães. Advogado de formação, é mais conhecido como poeta e etnógrafo, sendo relevante também para o teatro brasileiro, tendo escrito quatro peças. Teve também atuação importante como jornalista.[2] Nesta área, encontra-se colaboração da sua autoria na Revista Contemporânea de Portugal e Brasil (1859–1865).[5]<br><br>Era filho de uma união não oficializada entre um comerciante português com uma mestiça,[6] e estudou inicialmente por um ano com o professor José Joaquim de Abreu, quando começou a trabalhar como caixeiro e a tratar da escrituração da loja de seu pai, que faleceu em 1837.<br><br>Iniciou seus estudos de latim, francês e filosofia em 1835, quando foi matriculado em uma escola particular.<br><br><strong>Estilo <br><br></strong>Gonçalves Dias faz parte da primeira geração do romantismo no Brasil, também chamada de “indianista” ou “nacionalista”, portanto, são características de suas obras: Perspectiva indianista: o índio como personagem principal. Nacionalismo ufanista: enaltecimento da pátria.<br><br><strong>Poema</strong><br><br>Canção do exílio<br><br>Minha terra tem palmeiras,<br>Onde canta o Sabiá;<br>As aves, que aqui gorjeiam,<br>Não gorjeiam como lá.<br><br>Nosso céu tem mais estrelas,<br>Nossas várzeas têm mais flores,<br>Nossos bosques têm mais vida,<br>Nossa vida mais amores.<br><br>Em cismar, sozinho, à noite,<br>Mais prazer eu encontro lá;<br>Minha terra tem palmeiras,<br>Onde canta o Sabiá.<br><br>Minha terra tem primores,<br>Que tais não encontro eu cá;<br>Em cismar –sozinho, à noite–<br>Mais prazer eu encontro lá;<br>Minha terra tem palmeiras,<br>Onde canta o Sabiá.<br><br>Não permita Deus que eu morra,<br>Sem que eu volte para lá;<br>Sem que desfrute os primores<br>Que não encontro por cá;<br>Sem qu'inda aviste as palmeiras,<br>Onde canta o Sabiá.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-19 14:53:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>heitorbraga12</author>
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         <description><![CDATA[<div>Álvares de Azevedo (1831-1852) foi um poeta, escritor e contista, da Segunda Geração Romântica brasileira. Suas poesias retratam o seu mundo interior. É conhecido como "o poeta da dúvida".<br><br>Faz parte dos poetas que deixaram em segundo plano, os temas nacionalistas e indianistas, usados na Primeira Geração Romântica, e mergulha fundo em seu mundo interior. É Patrono da cadeira n.º 2, da Academia Brasileira de Letras.<br><br><strong>Estilo<br></strong><br>O autor brasileiro Álvares de Azevedo nasceu em 1831 e faleceu em 1852. Além de poeta, foi também estudante da Faculdade de Direito de São Paulo. Suas obras pertencem à segunda fase do romantismo brasileiro. Seus textos apresentam idealização amorosa, morbidez e pessimismo.<br><br><strong>Poema <br><br></strong>Amemos! quero de amor<br>Viver no teu coração!<br>Sofrer e amar essa dor<br>Que desmaia de paixão!<br>Na tu'alma, em teus encantos<br>E na tua palidez<br>E nos teus ardentes prantos<br>Suspirar de languidez!<br><br><br>Quero em teus lábios beber<br>Os teus amores do céu!<br>Quero em teu seio morrer<br>No enlevo do seio teu!<br>Quero viver d'esperança!<br>Quero tremer e sentir!<br>Na tua cheirosa trança<br>Quero sonhar e dormir!<br><br>Vem, anjo, minha donzela,<br>Minh'alma, meu coração...<br>Que noite! que noite bela!<br>Como é doce a viração!<br>E entre os suspiros do vento,<br>Da noite ao mole frescor,<br>Quero viver um momento,<br>Morrer contigo de amor!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-19 14:57:21 UTC</pubDate>
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         <author>heitorbraga12</author>
         <link>https://padlet.com/heitorbraga12/ljd8pau7ccb4vmsz/wish/2347201738</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Biografia <br></strong><br>Sousândrade (1833-1902) foi um escritor e professor brasileiro pertencente à terceira geração do romantismo, também chamada de geração condoreira.<br><br>Destacou-se pela ousadia e originalidade seja pela escolha de temas sociais, nacionalistas e nostálgicos, bem como pelo uso de palavras estrangeiras (em inglês e indígenas) e de neologismos.<br><br><strong>Estilo<br><br></strong>Sousândrade é um poeta da terceira geração romântica, cujas obras apresentam temática social e culto a liberdade<br><br><strong>Poema<br><br></strong>Meneia a larga cauda e as barbatanas<br>Limoso leviatã cheio de conchas<br>Com dorso de rochedo que ondas cercam;<br>Cristalinos pendões planta nas ventas,<br>De brilhantes vapores, que em bandeiras<br>Íris enrolam de formosa sombra.<br>Negra fragata lá circula as asas<br>Sobre a nuvem dos peixes voadores.<br>Agora rompe a nau lençóis infindos<br>Que o mar tépido choca, e vindo a aurora<br>Já salta a criação d'escamas belas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-19 15:00:48 UTC</pubDate>
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